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  • Dua Lipa se casa com o ator Callum Turner em Londres

    Dua Lipa se casa com o ator Callum Turner em Londres

    A cantora confirmou o noivado o ator no ano passado. A notícia veio à tona em entrevista à edição britânica da revista Vogue.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Dua Lipa disse sim. A cantora se casou neste sábado (30) com o ator Callum Turner em Londres. Os dois estão juntos desde 2023. A cerimônia civil teria acontecido no edifício histórico Old Marylebone Town Hall.

    A cantora confirmou o noivado o ator no ano passado. A notícia veio à tona em entrevista à edição britânica da revista Vogue.

    “Sim, estamos noivos. É muito empolgante. Essa decisão de envelhecer juntos, de ver uma vida ao lado de alguém e simplesmente, não sei, ser melhores amigos para sempre –é uma sensação realmente especial”, declarou a artista na época.

    Turner e Dua Lipa assumiram publicamente o relacionamento no início de 2023, mas sempre mantiveram a discrição. Mesmo em aparições públicas, como em eventos de moda e premiações recentes, os dois evitam expor detalhes da relação. Segundo fontes próximas, o casal valoriza a intimidade e busca preservar ao máximo a vida longe dos holofotes.

    Dua Lipa se casa com o ator Callum Turner em Londres

  • Clã Bolsonaro teve relação com suspeitos de envolvimento no crime organizado; relembre casos

    Clã Bolsonaro teve relação com suspeitos de envolvimento no crime organizado; relembre casos

    Após uma visita dele a Donald Trump, os EUA anunciaram a nova definição para o PCC e o CV –medida que o presidenciável do PL celebra como trunfo eleitoral.

    MARCOS HERMANSON
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comemorou a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o CV (Comando Vermelho) como terroristas, mas ele e outros integrantes da família mantiveram relações com acusados de participar do crime organizado, em especial as milícias no Rio de Janeiro.

    Após uma visita dele a Donald Trump, os EUA anunciaram a nova definição para o PCC e o CV –medida que o presidenciável do PL celebra como trunfo eleitoral.

    “A família Bolsonaro e Flávio Bolsonaro não compactuam com facções ou grupos armados e criminosos. Diferentemente do governo Lula [PT], que recebeu a primeira-dama do tráfico no Ministério da Justiça e fez lobby nos Estados Unidos a favor de facções narcoterroristas”, afirmou a assessoria do pré-candidato do PL à Presidência.

    A nota faz referência à ida de Luciane Farias, esposa de um homem apontado como líder do Comando Vermelho do Amazonas, ao Ministério da Justiça e Segurança Pública em 2023. A pasta admitiu que Luciane, que recebeu a alcunha de “dama do tráfico”, foi recebida em reuniões, mas afirmou que não sabia de quem se tratava. O presidente Lula, porém, não se encontrou com Farias.

    A assessoria de Flávio disse que “não há um único boletim de ocorrência ou processo que corrobore a tese da reportagem”. Também acusou o governo Lula de manter “relações próximas com uma integrante do PCC recentemente presa e que pode estar à frente de um plano de atentado contra a vida de Flávio” –a nota não explica a que se refere a afirmação nem cita indícios.
    Relembre algumas das ações e manifestações da família Bolsonaro ligadas às milícias e ao crime organizado.

    Homenagem a Adriano da Nóbrega

    O ex-policial militar Adriano da Nóbrega, apontado pelo Ministério Público como integrante da milícia de Rio das Pedras e do grupo de extermínio Escritório do Crime, recebeu, em 2005, a visita na cadeia de Flávio e Jair Bolsonaro (PL).

    Os políticos entregaram a Nóbrega a Medalha Tiradentes, honraria concedida pela Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) a personalidades que prestaram relevantes serviços à sociedade. A homenagem ocorreu a pedido de Flávio, então deputado estadual.

    Em 2003, o político já tinha feito uma homenagem a Nóbrega, que teria ocorrido a pedido do pai, segundo Jair afirmou à imprensa em 2020.
    Nóbrega foi morto em uma operação da Polícia Militar da Bahia, em 2020, depois de ficar por mais de um ano foragido. Ele era acusado de uma série de homicídios no Rio de Janeiro e de envolvimento com máquinas caça-níqueis, proibidas no Brasil.

    Emprego a parentes de miliciano e ‘rachadinha’

    Além da homenagem, Flávio garantiu emprego na Alerj, até 2018, a Raimunda Veras Magalhães e Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, respectivamente mãe e esposa de Adriano da Nóbrega.

    Elas tiveram salário de mais de R$ 6.000 no gabinete do deputado e, segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, estavam envolvidas em um esquema de “rachadinha”, em que parte do salário dos assessores era devolvida ao político. O parlamentar sempre negou as acusações.

    De acordo com os investigadores, Danielle repassou ao menos R$ 150 mil a Fabrício Queiroz, policial militar aposentado que era assessor de Flávio. Desse volume, R$ 115 mil teriam sido transferidos por intermédio de contas bancárias controladas por Adriano da Nóbrega. Também foram usadas contas em nome de dois restaurantes da família do ex-policial e de Raimunda, em período anterior à nomeação dela no gabinete de Flávio.

    As investigações sobre a “rachadinha” foram encerradas após o STF (Supremo Tribunal Federal) e o STJ (Superior Tribunal de Justiça) anularem em 2021 as provas coletadas.

    Flávio sempre rejeitou as acusações, que diz serem parte de um ataque orquestrado para destruir sua reputação. “[Houve] toda essa espuma, todo esse ataque para tentar destruir minha reputação, e nunca teve início um processo criminal contra mim. Sabe quantas ligações financeiras tem com meus assessores? Zero. Sabe quantos assessores disseram que cobrei salário de volta para empregar no meu gabinete? Zero”, afirmou ao podcast Inteligência Ltda em março deste ano.

    Exaltação a milícias e organizações criminosas

    Jair e Flávio Bolsonaro apoiaram policiais suspeitos de comportamento violento e falaram a favor das milícias, organizações criminosas compostas sobretudo por ex-agentes de segurança.

    Em 2018, Jair defendeu esses grupos estabelecendo relação entre a presença delas e a segurança. “Naquela região onde a milícia é paga, não tem violência”, afirmou.

    Flávio também já minimizou a gravidade das milícias, dizendo que “não raro é constatada” a felicidade dos moradores de comunidades dominadas por milicianos. Em discurso na Alerj em 2007, chamou as milícias de “nova forma de policiamento, entre aspas.

    Jair, além disso, foi preso por integrar uma organização criminosa que tentou dar um golpe de Estado. Durante seu mandato como presidente, de 2019 a 2022, ele também não se movimentou para classificar como terroristas grupos como o PCC.

    Seguranças acusados de participar de quadrilha

    Em agosto de 2018, a Operação Quarto Elemento prendeu policiais suspeitos de participar de uma quadrilha especializada em extorsões. Entre os presos estavam os gêmeos Alan e Alex Rodrigues Oliveira, dois policiais militares que, naquele ano, teriam participado da segurança da campanha de Flávio ao Senado. Eles são irmãos de Valdenice de Oliveira Meliga, que foi assessora da liderança do PSL (antigo partido de Bolsonaro) na Alerj e tesoureira do partido no estado.

    Na época, o senador eleito negou ao jornal O Estado de S. Paulo que os policiais integrassem sua campanha, enquanto Valdenice disse que os irmãos atuavam como voluntários. Em foto publicada em sua rede social em outubro de 2017, Flávio aparece com Valdenice e os gêmeos. Na legenda, escreveu: “Parabéns Alan e Alex pelo aniversário, essa família é nota mil!!!”.

    Aliança com Rodrigo Bacellar

    O ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar (União Brasil) estreitou laços com a família Bolsonaro a partir de 2024, almejando suceder Cláudio Castro (PL) no Governo do Rio de Janeiro. Em julho daquele ano, Bacellar se encontrou com Jair, Flávio e Carlos para discutir as eleições municipais e ganhou uma medalha do clã com os dizeres “imorrível, imbroxável e incomível”.
    Depois de se tornar potencial candidato da família Bolsonaro no Rio, ele perdeu o mandato e foi preso por suspeita de participar de uma organização criminosa e vazar informações para beneficiar o Comando Vermelho.
    Proximidade com Daniel Vorcaro

    Áudio divulgado pelo site The Intercept Brasil revelou que o senador Flávio Bolsonaro mantinha contato com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, acusado de uma série de crimes envolvendo fraudes do Banco Master, como organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro.

    O site revelou que Vorcaro combinou o pagamento de R$ 134 milhões para o filme “Dark Horse” (azarão, em inglês), sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Depois, Flávio afirmou que o dono do Master pagou cerca de R$ 60 milhões para o longa-metragem e reconheceu ter cobrado parcelas restantes, sob a justificativa de envolver apenas recursos privados, e não públicos. O senador também admitiu ter encontrado pessoalmente com Vorcaro para, segundo ele, “colocar um ponto final” na relação.

    A fraude do Master gerou prejuízo de pelo menos R$ 41 bilhões ao sistema financeiro nacional, afetando também o BRB (Banco de Brasília).

    Clã Bolsonaro teve relação com suspeitos de envolvimento no crime organizado; relembre casos

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Thais Carla posa de maiô e mostra antes e depois após perder 101 kg

    Thais Carla posa de maiô e mostra antes e depois após perder 101 kg

    Na comparação divulgada pela influenciadora, uma das imagens mostra seu visual atual, usando um maiô, enquanto a outra exibe como era sua aparência antes da significativa transformação física. O registro rapidamente repercutiu entre os fãs, que acompanham de perto sua trajetória.

    Thais Carla, de 34 anos, voltou a chamar a atenção dos seguidores ao compartilhar um registro mostrando a mudança em seu corpo após perder 100 quilos. A publicação foi feita nesta semana por meio dos Stories de seu perfil no Instagram.

    Na comparação divulgada pela influenciadora, uma das imagens mostra seu visual atual, usando um maiô, enquanto a outra exibe como era sua aparência antes da significativa transformação física. O registro rapidamente repercutiu entre os fãs, que acompanham de perto sua trajetória.

    Nos últimos meses, Thais tem mostrado detalhes de sua nova rotina nas redes sociais. A dançarina vem compartilhando os hábitos que passaram a fazer parte de seu dia a dia, incluindo uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercícios físicos e também a realização de uma cirurgia bariátrica, etapa importante do processo de emagrecimento.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução / Instagram  

    Em entrevistas e publicações anteriores, ela explicou que a principal motivação para iniciar essa mudança foi a família, especialmente as filhas Maria Clara, de 9 anos, e Eva, de 6. As meninas são fruto de seu casamento com o fotógrafo Israel Reis.

    Segundo a influenciadora, algumas atividades ao lado das crianças acabavam sendo mais difíceis antes da perda de peso, fator que contribuiu para sua decisão de buscar novos hábitos e cuidar mais da saúde.

    Thais também já revelou aos seguidores quais serão os próximos passos dessa jornada. Entre eles está a intenção de realizar cirurgias reparadoras para tratar o excesso de pele resultante do emagrecimento.

    Apesar dos desafios envolvidos em cada fase da transformação, a influenciadora afirma que tem encarado todo o processo de forma positiva. Ela segue compartilhando sua evolução com entusiasmo e mantendo os seguidores atualizados sobre cada etapa dessa nova fase de sua vida.

    Thais Carla posa de maiô e mostra antes e depois após perder 101 kg

  • Chefe da OMS diz que 5 pacientes se recuperaram de tipo raro de ebola no Congo

    Chefe da OMS diz que 5 pacientes se recuperaram de tipo raro de ebola no Congo

    \”Quatro pessoas receberão alta hoje e uma recebeu alta anteontem\”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante a inauguração de um novo centro de tratamento de ebola em Bunia, capital da província de Ituri.

    Cinco pacientes se recuperaram de um tipo raro de Ebola, disse o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) neste domingo, 31, durante uma visita a Bunia, no leste do Congo, cidade que está no epicentro do surto.

    \”Quatro pessoas receberão alta hoje e uma recebeu alta anteontem\”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante a inauguração de um novo centro de tratamento de ebola em Bunia, capital da província de Ituri.

    \”É claro que ainda estamos trabalhando em vacinas e tratamentos, mas isso não significa que as pessoas não possam se recuperar do ebola\”, acrescentou.

    A OMS informou na sexta-feira, 29, que um paciente se recuperou do vírus Bundibugyo, o tipo atual de ebola, para o qual não existe tratamento ou vacina aprovados. Esta foi a primeira recuperação documentada de um paciente com Bundibugyo confirmado durante o surto atual.

    A organização de saúde afirmou que os dados oficiais mais recentes mostram 906 casos suspeitos e 223 mortes suspeitas. O país vizinho, Uganda, confirmou nove casos e uma morte, segundo o Ministério da Saúde ugandense, na sexta-feira.

    Apesar de instalações de saúde mais bem organizadas e da chegada de novos ajudantes, o vírus continua a se espalhar mais rapidamente do que a resposta humana, afirmou no sábado, 30, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF), que pediu a expansão imediata dos testes, o envio mais rápido de profissionais humanitários e o acesso contínuo a suprimentos médicos.

    Os perigos enfrentados pelos profissionais de saúde foram agravados pela revolta dos moradores contra os rigorosos protocolos médicos para o tratamento dos corpos das vítimas, que entram em conflito com os ritos funerários locais. Os moradores já realizaram pelo menos três ataques contra centros de saúde.

    Tedros enfatizou a importância do envolvimento da comunidade na resposta ao surto durante a inauguração do novo centro de tratamento no domingo.

    \”Se você procurar atendimento em um centro de saúde ao apresentar sintomas, poderá receber o apoio necessário e se recuperar. Portanto, o essencial é procurar ajuda o mais cedo possível e obter o suporte necessário\”, afirmou o diretor-geral da OMS.

    \”Podemos deter o ebola e qualquer pessoa infectada pode se recuperar. Mas a regra é que isso é responsabilidade de todos e todos os cidadãos devem se envolver\”, acrescentou.

    Os ataques na região perpetrados pelas Forças Democráticas Aliadas, um grupo rebelde aliado ao Estado Islâmico, e por uma coligação de milícias étnicas também dificultaram a resposta.

    Combatentes da ADF mataram sete pessoas no sábado em Beni, província de Kivu do Norte, uma área também afetada pelo surto, disseram o exército congolês e grupos da sociedade civil.

    A doença também foi relatada em Kivu do Norte e Kivu do Sul, ao sul de Ituri, onde o grupo rebelde M23, apoiado por Ruanda, controla muitas cidades importantes, incluindo Goma e Bukavu.

    \”A mensagem final que gostaríamos de compartilhar com a comunidade de Ituri é que há esperança\”, disse Pierre Akilimali, Gerente de Incidentes do Instituto Nacional de Saúde Pública do Congo, durante a inauguração no domingo.

    \”Com o tratamento sintomático que estamos oferecendo atualmente, estamos vendo os pacientes se recuperarem\”, acrescentou Akilimali.

    \”Temos muita esperança. O vírus aqui não é tão complexo quanto aqueles que enfrentamos no passado e, com o apoio de todos os nossos parceiros, acreditamos que conseguiremos controlar este surto o mais rápido possível\”, disse Davin Ambitapio, outro médico do centro de tratamento.

    Chefe da OMS diz que 5 pacientes se recuperaram de tipo raro de ebola no Congo

  • Virginia Fonseca faz ligação a Zé Felipe em meio a 'torcida' por volta

    Virginia Fonseca faz ligação a Zé Felipe em meio a 'torcida' por volta

    O momento aconteceu durante as comemorações do aniversário de 5 anos de Maria Alice, filha mais velha do ex-casal. Como Zé Felipe estava cumprindo compromissos profissionais e não conseguiu participar da celebração, Virginia fez uma chamada de vídeo para que a menina pudesse conversar com o pai na data especial.

    Mesmo após o fim do casamento, Virginia Fonseca e Zé Felipe continuam demonstrando que mantêm uma convivência amigável em razão dos filhos. Neste sábado (30), os dois protagonizaram uma nova interação que rapidamente chamou a atenção dos seguidores e reacendeu os comentários de fãs que ainda torcem por uma reconciliação.

    O momento aconteceu durante as comemorações do aniversário de 5 anos de Maria Alice, filha mais velha do ex-casal. Como Zé Felipe estava cumprindo compromissos profissionais e não conseguiu participar da celebração, Virginia fez uma chamada de vídeo para que a menina pudesse conversar com o pai na data especial.

    O cantor compartilhou nos Stories o instante em que conversava por vídeo com a filha e também com a influenciadora. Enquanto isso, Virginia aproveitava o dia em Angra dos Reis, onde realizou um passeio de iate ao lado de amigos e dos três filhos: Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo.

    A troca entre os dois acontece em um período em que muitos seguidores voltaram a especular sobre uma possível reaproximação. A expectativa aumentou após o término do namoro de Virginia com Vini Jr. e também por aparições recentes ao lado de Zé Felipe, incluindo a festa de aniversário de Maria Alice.

    Virginia e Zé Felipe anunciaram o fim do casamento em maio de 2025, encerrando uma relação de quatro anos. Apesar da separação, ambos seguem mantendo uma relação próxima e respeitosa por causa da criação dos filhos.

    Nos últimos dias, o cantor também chamou atenção ao deixar comentários em publicações da ex-esposa nas redes sociais. Além disso, Zé Felipe revelou recentemente que está solteiro e afirmou não ter ninguém para passar o Dia dos Namorados após ter “largado” Virginia e Ana Castela.

    Virginia Fonseca faz ligação a Zé Felipe em meio a 'torcida' por volta

  • Fonseca encara Ruud e tenta levar o Brasil às quartas após era Guga

    Fonseca encara Ruud e tenta levar o Brasil às quartas após era Guga

    JOÃO CAMINOTO
    PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) – João Fonseca joga neste domingo (31), a partir das 15h15 (de Brasília), contra o norueguês Casper Ruud em busca de uma vaga histórica nas quartas de final de Roland Garros –a ESPN e o Disney+ transmitem. Uma vitória faria dele o primeiro brasileiro a chegar a essa fase desde Gustavo Kuerten, em 2004. No feminino, a paulistana Beatriz Haddad Maia foi semifinalista do torneio em 2023.

    O feito de Fonseca seria apenas o segundo de um “teenager” do país a alcançar as quartas de um Grand Slam na história –o primeiro foi Thomaz Koch, em 1963, no US Championships.
    Após uma primeira semana de forte calor em Paris, a temperatura máxima prevista para este domingo (31) é de 22 graus.

    O adversário não é simples. Ruud, de 27 anos, é o 16º do mundo, duas vezes finalista em Roland Garros –perdeu as decisões para Nadal em 2022 e para Djokovic em 2023– e o jogador com mais vitórias no saibro no circuito desde 2020, com 146 triunfos. Neste torneio, chegou às oitavas após virar uma partida que parecia perdida na terceira rodada, salvando dois match points contra o americano Tommy Paul.

    Os dois nunca se enfrentaram antes.

    Nas três rodadas anteriores, Fonseca venceu o francês Luka Pavlovic, virou sobre o croata Dino Prizmic saindo de 0/2 no placar e derrotou Novak Djokovic também após perder os dois primeiros sets –tornando-se o primeiro teenager a bater o sérvio num Grand Slam.

    Apenas três jogadores na era aberta (o período do tênis profissional que começou em 1968, quando os Grand Slams passaram a aceitar jogadores profissionais) conseguiram vencer dois jogos de virada saindo de 0/2 num mesmo torneio de Roland Garros.

    O vencedor enfrentará quem ganhar o confronto entre o tcheco Jakub Mensik, 27º do mundo, e o russo Andrey Rublev, 13º, que também jogam neste domingo.

    Fonseca encara Ruud e tenta levar o Brasil às quartas após era Guga

  • Jennifer Lopez cobriu tatuagem com nome de Ben Affleck?

    Jennifer Lopez cobriu tatuagem com nome de Ben Affleck?

    Parece que Jennifer Lopez fez algumas alterações nas marcas que tem no corpo, numa tatuagem em particular, como relata a imprensa internacional. Numa recente publicação que a cantora fez no Instagram mostrou fotografias que não passaram despercebidas, precisamente por causa desse detalhe.

    A Jennifer Lopez fez uma publicação para celebrar o Memorial Day, comemorado em 25 de maio, mas acabou chamando atenção por outro motivo.

    Segundo a revista People, a cantora de sucessos como “On the Floor” aparentemente já não tem mais tatuado na lateral do corpo o nome do ex-marido, Ben Affleck.

    O detalhe chamou a atenção da imprensa internacional após uma foto em que a artista aparece ao lado do filho, Max, de 18 anos, deixando à mostra justamente a região onde antes estava a homenagem ao antigo companheiro.

    Vale lembrar que Max é irmão gêmeo de Emme. Os dois são filhos do relacionamento de Jennifer com Marc Anthony, cujo nome de batismo é Marco Muñiz.

    Usando um vestido longo e fluido, com decote profundo nas costas, Jennifer exibiu o que parece ser uma versão modificada da tatuagem que havia mostrado anteriormente, em 2023, durante o casamento com Ben Affleck, hoje com 53 anos.

    Notícias ao Minuto Jennifer Lopez com o filho Max© Instagram_jlo  

    Jennifer Lopez e Ben Affleck se conheceram em 2002 e ficaram noivos em novembro daquele mesmo ano. O noivado chegou ao fim em janeiro de 2004. Anos depois, em abril de 2021, os dois reataram o relacionamento. Ficaram noivos pela segunda vez em abril de 2022 e se casaram poucos meses depois, em julho.

    Em fevereiro de 2023, Jennifer revelou que havia feito uma tatuagem em homenagem ao marido enquanto celebravam o primeiro Dia dos Namorados casados. O desenho trazia o símbolo do infinito com os nomes “Jennifer” e “Ben” escritos, atravessados por uma flecha.

    Na época, Ben Affleck também mostrou sua própria homenagem: duas flechas cruzadas com as letras “J” e “B”. No entanto, não se sabe se o ator ainda mantém a tatuagem.

    Jennifer Lopez e Ben Affleck deram entrada no processo de divórcio em agosto de 2024, e a separação foi oficializada em janeiro de 2025.

    Jennifer Lopez cobriu tatuagem com nome de Ben Affleck?

  • CBF confirma Neymar com a camisa 10 na Copa; Matheus Cunha fica com a 9

    CBF confirma Neymar com a camisa 10 na Copa; Matheus Cunha fica com a 9

    LUCIANO TRINDADE
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A comissão técnica da seleção brasileira definiu neste sábado (30) a numeração do Brasil para a disputa da Copa do Mundo 2026 e confirmou que Neymar vai usar a histórica camisa 10 no torneio.

    A numeração já será utilizada nos amistosos antes do Mundial, com o Panamá, neste domingo (31), e contra o Egito, no próximo sábado (6).

    Camisa 10 do Brasil nas últimas três Copas do Mundo, Neymar contava com o apoio do elenco para voltar a usar o número na América do Norte.

    Até então, Vinicius Junior era quem vestia a camisa eternizada por Pelé. O atacante do Real Madrid, porém, faz parte dos jogadores que desejavam ver Neymar novamente com a 10. Além disso, ele mantém forte ligação com a camisa 7, número que usa no clube espanhol.

    Matheus Cunha, outro candidato a 10 no Mundial, vai ficar com a 9.
    Veja a numeração do Brasil para a Copa:
    1 – Alisson
    2 – Wesley
    3 – Gabriel Magalhães
    4 – Marquinhos
    5 – Casemiro
    6 – Alex Sandro
    7 – Vinicius Jr.
    8 – Bruno Guimarães
    9 – Matheus Cunha
    10 – Neymar Jr.
    11 – Raphinha
    12 – Weverton
    13 – Danilo
    14 – Bremer
    15 – Léo Pereira
    16 – Douglas Santos
    17 – Fabinho
    18 – Danilo Santos
    19 – Endrick
    20 – Lucas Paquetá
    21 – Luiz Henrique
    22 – Gabriel Martinelli
    23 – Ederson
    24 – Ibañez
    25 – Igor Thiago
    26 – Rayan

    CBF confirma Neymar com a camisa 10 na Copa; Matheus Cunha fica com a 9

  • Israel captura castelo de Beaufort, no sul do Líbano

    Israel captura castelo de Beaufort, no sul do Líbano

    A ação, que tomou também o cume rochoso do castelo, próximo à fronteira dos países, ocorreu após um dos dias mais intensos de disparos do Hezbollah em direção ao norte de Israel desde o cessar-fogo de abril, o que provocou o fechamento de escolas e restrições.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Tropas israelenses capturaram o castelo de Beaufort, de 900 anos, no sul do Líbano, afirmou o Exército israelense neste domingo (31), em um avanço significativo contra o Hezbollah, apoiado pelo Irã, apesar do cessar-fogo anunciado há mais de seis semanas.

    A ação, que tomou também o cume rochoso do castelo, próximo à fronteira dos países, ocorreu após um dos dias mais intensos de disparos do Hezbollah em direção ao norte de Israel desde o cessar-fogo de abril, o que provocou o fechamento de escolas e restrições.

    A operação, segundo o Exército, teve como foco estabelecer o controle do cume de Beaufort e da área de Wadi al-Saluki, além de enfraquecer o Hezbollah e sua infraestrutura, estabelecida sob orientação iraniana.

    O primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu definiu a captura de Beaufort como uma “mudança drástica” na ofensiva do Líbano.

    Um soldado israelense foi morto, informou o Exército. Não houve comentários imediatos do Líbano ou do Hezbollah.

    A captura do castelo medieval e do seu cume amplia a presença de Israel no Líbano, enquanto a frente militar permanece ativa, mesmo com um cessar-fogo paralelo em vigor na guerra mais ampla contra o Irã.

    Beaufort tem valor simbólico e estratégico no conflito. Por ser o ponto mais elevado na região permite a observação de grande parte do sul do Líbano e do norte de Israel, de onde ataques foram lançados contra áreas residenciais israelenses.

    O castelo já foi ocupado por 18 anos por Israel, de 1982 a 2000, e se tornou um marco da invasão no Líbano à época. Naquele momento, a ofensiva era contra os guerrilheiros da OLP (Organização para a Libertação da Palestina).

    Em junho de 1982, Beaufort foi tomado por uma unidade de elite da Brigada Golani depois de um combate intenso.

    O passado do castelo, construído no século 12 por cruzados, também é marcado por conflitos. Beaufort trocou de mão várias vezes durante as Cruzadas, justamente por sua posição estratégica.

    Neste domingo, o Exército israelense alertou os civis libaneses que vivem ao sul do rio Zahrani para que deixem a região, avisando que as operações contra o Hezbollah serão intensificadas no local.

    “Moradores do sul do Líbano, vocês devem se deslocar imediatamente para o norte do Zahrani”, publicou nas redes sociais o porta-voz em árabe da corporação, Avichay Adraee.

    Um ataque israelense perto de um hospital em Tiro, também no sul do Líbano, feriu 13 funcionários neste domingo, disse o Ministério da Saúde libanês. O ataque aéreo nas proximidades do hospital Hiram causou também danos significativos ao local, afirmou o governo em comunicado.

    O Hezbollah entrou na guerra dos EUA e Israel contra o Irã disparando foguetes e drones contra Israel no dia 2 de março, dias após o início do conflito com o Irã. Israel passou a tentar afastar o grupo apoiado pelo Irã de sua fronteira norte.

    O Hezbollah “realizou numerosos ataques” a partir do cume de Beaufort, disse o Exército, acrescentando que suas tropas estavam operando contra a infraestrutura de lançamento na área, de onde “centenas de projéteis foram disparados contra civis israelenses e soldados das IDF [Forças de Defesa de Israel]”.

    Tropas israelenses também estavam operando perto de Nabatieh, importante reduto do Hezbollah no sul do Líbano, informou o Exército.

    Após a tomada do castelo medieval de Beaufort, a França solicitou neste domingo uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, disse o ministro das Relações Exteriores francês.

    “Embora reconheçamos o direito de Israel, como o de todos os países, à autodefesa (…), nada pode justificar a continuação das operações militares israelenses no Líbano e sua ocupação cada vez mais profunda do território libanês”, disse Jean-Noel Barrot.

    Israel captura castelo de Beaufort, no sul do Líbano

  • 'Ser barato não adianta nada', diz João Appolinário, que busca reerguer a Polishop

    'Ser barato não adianta nada', diz João Appolinário, que busca reerguer a Polishop

    “O varejo passa por um momento bem difícil. Sabe por quê?” Ele em seguida dá a resposta. O empresário acredita que a fórmula é a mesma que vai tirar a Polishop, empresa que criou há 27 anos, da recuperação judicial: varejistas só querem saber do preço. E valor é bem mais importante do que isso.

    ALEX SABINO
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – João Appolinário, 66, tem o hábito de, quando quer explicar algo, perguntar antes.

    “O varejo passa por um momento bem difícil. Sabe por quê?” Ele em seguida dá a resposta. O empresário acredita que a fórmula é a mesma que vai tirar a Polishop, empresa que criou há 27 anos, da recuperação judicial: varejistas só querem saber do preço. E valor é bem mais importante do que isso.

    “No final do dia, valor tem sempre de ser maior que o preço. O varejista nunca anuncia o produto. Sabe o que ele anuncia? Preço. É sempre ‘de’ e ‘por’ [para ressaltar o preço normal e o cobrado com desconto]. Isso é destruição de valor”, afirma ele. “Produto com um valor mais elevado desperta desejo. É mais importante caber no bolso e ser desejado do que ser apenas barato. Ser barato não adianta nada.”

    É uma variação da história que gosta de contar sobre o produto da Polishop que ainda é mais lembrado pelos consumidores: o George Foreman grill. O diretor comercial da empresa defendia que o investimento fosse feito em outro artigo, uma novidade da década de 1990: o forno micro-ondas com prato giratório. Appolinário não quis. O argumento era que todos os concorrentes teriam aquilo. A aposta foi no grill. Em um ano, chegou a vender 400 mil unidades.

    “A gente não lançou um grill. Grill tem preço, não valor. É estrutura de ferro com uma resistência e pedaço de plástico. Você sabe dizer o que nós lançamos? Algo em que o sabor fica e a gordura sai. E mostrávamos o óleo saindo. Isso tem valor.”

    É um discurso confiante para o fundador e presidente de uma empresa que está em recuperação judicial desde maio de 2024. As dívidas eram de R$ 395,6 milhões e ainda havia um débito de R$ 50 milhões pelo aluguel de lojas em shopping centers. Entre os credores estavam Bradesco, Banco do Brasil, Zurich Seguros e BMP Money.

    A homologação do plano de recuperação foi aprovada pelos credores em 2025 após duas assembleias. O Tribunal de Justiça de São Paulo indicou 23 cláusulas do plano que feriam a lei e teriam de ser mudadas. A Polishop teve de apresentar um novo texto.

    Appolinário não diz ter ficado aliviado com a homologação. Vê isso como indicação de que o caminho é correto. Afirma que o plano tem sido seguido, mas não dá prazo para sair da recuperação. Nos últimos dois anos, conviveu com notícias de confisco de apartamentos que seriam de sua propriedade. Ele assegura que isso não aconteceu e que os imóveis citados não eram seus. Não foi a público desmentir.

    “Para quê? As pessoas acreditam no que elas querem.”
    “A gente fez uma RJ para se estruturar. Colocam as empresas em recuperação judicial todas no mesmo saco. Estamos pagando todo mundo. É um instrumento dentro da lei. Fizemos reestruturação para encolher, em um primeiro momento, e pagar todos os custos. Inclusive trabalhistas”, completa.
    Ele concorda com os detalhes já conhecidos que endividaram a Polishop. Pandemia, fechamento de lojas e aluguéis dos shoppings. Mas diz também que a Covid-19 afetou a empresa de uma forma diferente de outros varejistas.

    Os produtos vendidos pela companhia são importados da China em contrato de exclusividade. São anunciados em diferentes plataformas, uma receita de sucesso no início do século. O país asiático foi o primeiro a fechar a economia na pandemia e o último a reabrir.

    “Quando voltou, não foi com produtos novos e inovadores. Foi com os que já estavam sendo fabricados”, afirma.

    O otimismo atual também se deve ao fato de ele ver a Polishop em expansão. Deve abrir 12 novas lojas próprias até o final do ano e alcançar a marca de 30 franqueados. Há outra diferença que ele aponta em relação a outros varejistas: é o único no setor a ser franqueador.

    “Para o varejo, a plataforma chinesa é um problema. Para a Polishop, é mais um canal de vendas e quero estar em todas. Temos mais dez produtos inovadores para lançar este ano. A situação da empresa não foi percebida pelos clientes. Da mesma forma que as pessoas não deixaram de comprar no Pão de Açúcar por estar em dificuldade.”

    Todos os novos artigos deverão ter recursos de inteligência artificial por meio de uma tecnologia criada dentro da empresa. Ao respirar aliviado (embora não queira ser visto dessa forma), João Appolinário tem tempo para defender a bandeira do valor. E mesmo que concorde com a visão de que atua em segmento em que o consumidor é sensível ao preço, diz que isso vale até “o capítulo dois.”

    Grande parte da aposta de Appolinário para a Polishop está no digital. Seja na venda de soluções empresariais baseadas em inteligência artificial, seja no conceito de franquias digitais. Nesta, o franqueado passa a ter direito a uma loja online da empresa com investimento de cerca de 50% do cobrado para uma franquia física. São R$ 35 mil mais o estoque. Isso é possível porque os produtos da marca não podem ser encontrados em outras lojas.

    Ele reconhece que em marketplaces diferentes vendedores concorrem pelo mesmo cliente, mas não dá importância a isso. Aqui caberia a competência de cada vendedor.

    É a mesma filosofia que emprega no seu empreendimento de maior sucesso no momento. A Decor Colors tem cerca de 600 unidades. É a 34ª principal franquia do país, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising). O faturamento anual supera R$ 500 milhões. Appolinário diz que o cliente que entra na loja não quer uma lata de tinta. Deseja uma parede pintada, decorada, protegida. Procura valor, não preço.

    Ele é dono de 50% da empresa, herança de quando foi participante do programa Shark Tank, em que empresários de sucesso ouvem propostas para novos investimentos. Assim que escutou a ideia da Decor Colors, Appolinário ofereceu R$ 10 milhões por 50%. Foi a maior proposta da história da atração, da qual participou por oito anos.

    Ele fez investimentos em outros negócios que apareceram no reality e ainda mantém participação em alguns. Já recebeu convites para outros programas, diz.

    “Era um trabalho gigante porque, para mim, poderia ser mais uma empresa. Mas era o sonho da vida de quem estava se apresentando. E você pode frustrar as pessoas porque elas esperam não apenas que você invista, mas também que dê atenção, ajude a administrar.”

    É o mesmo princípio que leva para a Polishop. Ele pagava o preço para ser dono de parte do empreendimento. Mas o que tinha valor de verdade era sua participação.
    “Você sabe qual o problema? Eu não tenho tempo.”

    Raio-X da Polishop
    Ano de fundação: 1999
    Projeção de lojas próprias e franqueadas (no fim de 2026): 42
    Funcionários: cerca de 500
    Pedido de recuperação judicial: maio de 2024
    Faturamento mensal: R$ 30 milhões (setembro de 2025)
    Principais produtos na história: George Foreman grill, facas Ginsu 2000, óculos Ambervision, centrífuga de sucos Juicer e air fryer
    Competidores: Mercado Livre, Amazon, Magazine Luiza, Shopee

    'Ser barato não adianta nada', diz João Appolinário, que busca reerguer a Polishop

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