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  • Moraes vota para condenar Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado

    Moraes vota para condenar Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado

    “Jair Bolsonaro exerceu o papel de líder da organização criminosa, utilizando-se da estrutura do Estado brasileiro para implementação do projeto autoritário de poder”, disse o ministro em sua decição

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes votou nesta terça-feira (9) para condenar Jair Bolsonaro (PL) por liderar de uma trama golpista e os demais réus da ação por envolvimento com o plano para permanecer no poder após a derrota do ex-presidente para Lula (PT) na eleição de 2022.

    “Jair Bolsonaro exerceu o papel de líder da organização criminosa, utilizando-se da estrutura do Estado brasileiro para implementação do projeto autoritário de poder”, declarou Moraes.

    O ministro afirmou que os atos praticados pelo grupo devem ser considerados ações de execução da tentativa de golpe de Estado.

    “A organização criminosa narrada na denúncia da Procuradoria-Geral da República realmente iniciou a prática das condutas criminosas, com atos executórios concretos, em meados de julho de 2021. E permaneceu atuante até o dia 8 de janeiro de 2023, tendo sido composta por integrantes do governo federal e militares das Forças Armadas, com claro objetivo de restringir e impedir o livre exercício dos Poderes constituídos”, disse.

    Os demais ministros da Primeira Turma do Supremo também se manifestarão até o fim do julgamento. Pela ordem, Moraes será sucedido por Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

    Moraes, relator do processo, é o primeiro ministro a votar no julgamento do núcleo central do caso, que tem Bolsonaro entre os réus.

    Os oito réus deste grupo foram acusados de praticar os crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito e tentativa de golpe de Estado, além de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

    A maioria deles nega ter cometido qualquer irregularidade. Um deles, Mauro Cid, firmou acordo de delação premiada.

    Em sua manifestação, o ministro apontou Bolsonaro como líder de uma organização criminosa que se iniciou em 2021, quando começou a execução de uma tentativa de golpe para que Bolsonaro se perpetuasse como presidente da República.

    “O líder do grupo criminoso deixa claro, de viva voz, de forma pública, que jamais aceitaria uma derrota nas urnas, uma derrota democrática nas eleições, que jamais cumpriria a vontade popular”, afirmou, sobre o papel do ex-presidente.

    O ministro disse que a presença de Bolsonaro em locais de reuniões nas quais se discutiam a neutralização de autoridades, a impressão de planos nesses mesmos lugares e um áudio do general Mário Fernandes são “prova cabal” e técnica da participação do então presidente numa tentativa de golpe.

    Os atos executórios, segundo ele, foram as ações que se iniciaram ainda em junho de 2021, mais de um ano antes das eleições de 2022, com ataques às urnas eletrônicas e intenção de manutenção do poder pelo grupo de Bolsonaro.

    “Não há nenhuma dúvida, em todas essas condenações e mais de 500 acordos de não persecução penal, de que houve tentativa de abolição ao Estado democrático de Direito, de que houve tentativa de golpe, de que houve organização criminosa”, afirmou Moraes, que é o relator do processo.

    A sessão desta terça irá até as 19h, e depois o julgamento será retomado nesta quarta-feira (10), pela manhã. A ideia é que a análise da ação penal vá até a sexta-feira (12).

    São réus no processo Jair Bolsonaro (ex-presidente), Alexandre Ramagem (ex-diretor da Abin), Almir Garnier (ex-comandante da Marinha), Anderson Torres (ex-ministro da Justiça), Augusto Heleno (ex-ministro do GSI); Mauro Cid (ex-chefe da Ajudância de Ordens, que também é delator), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa) e Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil).

    Moraes vota para condenar Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado

  • Promessa colombiana morre em acidente antes de assinar com equipe dos EUA

    Promessa colombiana morre em acidente antes de assinar com equipe dos EUA

    (UOL/FOLHAPRESS) – O jovem colombiano Éder Smic Valencia morreu no último domingo (7), vítima de um acidente de carro. O atleta de 16 anos era uma das grandes promessas do país e assinaria acordo com equipe dos EUA para seguir carreira.

    A Academia Alemã Popayán (AAFP), onde treinava, anunciou a morte do jogador e declarou apoio aos familiares de Valencia.

    É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do nosso jogador Éder Smic Valencia Ambuila (2009), que faleceu em um acidente de carro enquanto estava de férias em Guachené. Estamos com sua família e honramos sua memória na AAFP. Ele estará para sempre em nossos corações. AAFP, no X

    O atleta viajaria aos Estados Unidos para assinar com o New York Red Bulls, equipe que disputa a MLS. Segundo o jornal El Colombiano, Valencia estava de férias e não resistiu ao acidente, que envolveu três carros e um trator-reboque.

    Éder Smic esteve recentemente no Brasil para a disputa da Bulls Cup sub-16 e representou o New York nos confrontos contra Palmeiras, Bahia, Santos e Red Bull Salzburg, além de ter sido convocado pela seleção colombiana de base para disputa de alguns duelos, entre 4 e 12 de agosto.

    Bruno Rodrigues está finalizando seu processo de transição física após a última lesão e já participa dos treinos com o restante do grupo

    Folhapress | 12:15 – 09/09/2025

    Promessa colombiana morre em acidente antes de assinar com equipe dos EUA

  • Valdemar Costa Neto ameaça 'parar' o Congresso se anistia a envolvidos no golpe não for votada

    Valdemar Costa Neto ameaça 'parar' o Congresso se anistia a envolvidos no golpe não for votada

    “Se não votarem a anistia, nós vamos parar o Congresso. Hoje temos maioria para isso”, disse o presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto

    O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, disse que o partido vai “parar” o Congresso Nacional se a anistia aos acusados de tentativa de golpe de Estado não for votada. Em entrevista à Rádio Eldorado nesta terça-feira, 9, o cacique disse ter maioria para aprovar a proposta e defendeu que a medida seja “ampla, geral e irrestrita”.

    “Se não votarem a anistia, nós vamos parar o Congresso. Hoje temos maioria para isso. Não queríamos dar prejuízo ao País, evidentemente que não, mas nós vamos ter que parar, porque nós não temos outra arma, e nós temos que fazer alguma coisa”, declarou.

    Questionado se o PL estaria disposto a ceder em algum ponto do projeto para viabilizar sua aprovação – já que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), rejeita a anistia “ampla, geral e irrestrita” -, Valdemar respondeu que não.

    Ainda na entrevista, o dirigente evitou dizer se concorda com a declaração do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que chamou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de “tirano” durante manifestação bolsonarista do último domingo.

    “Meu advogado me orientou a não atacar nenhum ministro do Supremo e ele tem razão nisso, nós temos que respeitar o Supremo, mas é uma loucura o que está acontecendo”, disse, classificando a reação de Tarcísio como “natural”.

    Valdemar ainda afirmou ter adorado ver a bandeira dos Estados Unidos estendida durante a manifestação de 7 de Setembro, Dia da Independência, na Avenida Paulista. A presença da bandeira foi criticada pelo pastor Silas Malafaia, que levantou a hipótese de ter sido “armação da esquerda”.

    “(Não foi um erro), pelo contrário, porque nós temos esperança de que o Trump possa ajudar o Bolsonaro”, explicou Valdemar. “Adorei quando vi a bandeira americana na rua. Por quê? (…) Isso vai chegar para o Trump, para ele ver que o povo brasileiro não é contra os americanos, que nós os queremos do nosso lado, e precisamos dele hoje, porque não temos a quem recorrer.”

    Ao ser perguntado se repetirá com Bolsonaro a estratégia do PT em 2018, que registrou a candidatura de Lula mesmo preso, Valdemar afirmou que o partido aposta na anistia para reabilitar o ex-presidente. Acrescentou, porém, que, caso ele não possa disputar, caberá ao próprio Bolsonaro definir o substituto e o vice.

    Romário

    O presidente do PL também descartou a expulsão do senador Romário (PL-RJ), hostilizado na manifestação da Paulista por não apoiar o impeachment de Alexandre de Moraes. Disse que o PL, com 15 senadores, perderia força sem ele, já que muitas votações no Congresso dependem da maior bancada.

    “Já falei com o Romário. Ele disse que se dava muito com o Alexandre de Moraes, que sempre o tratou com atenção e carinho, e que por isso não poderia assinar (o impeachment). Ele me deu uma satisfação. Assim como o Ciro Nogueira, que também não assinou por ser muito amigo do Alexandre”, afirmou. “Temos que respeitar a posição pessoal de cada um. O Romário já está na marcação da torcida não é de agora.”

    Segundo Valdemar, o partido ainda vai conversar com o senador sobre seu futuro na legenda, para entender se ele deseja permanecer na sigla. “Nós, tecnicamente, precisamos dele no partido. Eu não ia explicar isso no microfone, lá na Paulista”, disse.

    Valdemar também foi questionado sobre o xadrez do Senado em São Paulo diante da possibilidade de o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) não voltar ao País. Para ele, o vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo, seria uma “boa ideia” e conta com apoio dentro do partido. O dirigente citou ainda o pastor Marco Feliciano (PL-SP) e o deputado federal Cezinha de Madureira (PSD-SP).

    Valdemar Costa Neto ameaça 'parar' o Congresso se anistia a envolvidos no golpe não for votada

  • Billy Porter deixa o musical da Broadway 'Cabaret' após diagnóstico de sepse

    Billy Porter deixa o musical da Broadway 'Cabaret' após diagnóstico de sepse

    Porter é conhecido por seu papel na aclamada série “Pose”, pela qual conquistou o Emmy de melhor ator em série de drama

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ator Billy Porter deixou o musical da Broadway “Cabaret” por conta de um “grave caso de sepse”, resposta sistêmica do organismo a uma infecção. A informação é da BBC News.

    Segundo o veículo, os médicos que atenderam o artista, que se apresentou na produção desde julho como o personagem Emcee, disseram que ele deve se recuperar completamente.

    Porter é conhecido por seu papel na aclamada série “Pose”, pela qual conquistou o Emmy de melhor ator em série de drama, e por sua interpretação na peça “Kinky Boots”, que lhe rendeu um prêmio Tony.

    Os produtores de “Cabaret” ainda anunciaram que a temporada de apresentações terminará um mês antes do planejado, no próximo dia 21 de setembro.

    Billy Porter deixa o musical da Broadway 'Cabaret' após diagnóstico de sepse

  • Trio raro de Dorival e outro titular podem voltar ao Corinthians em decisão

    Trio raro de Dorival e outro titular podem voltar ao Corinthians em decisão

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians pode ter o retorno de seu trio de ataque titular para a decisão contra o Athletico-PR, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Raridade para o técnico Dorival Júnior, Yuri Alberto, Memphis Depay e Rodrigo Garro têm chances de iniciar o jogo desta quarta-feira.

    RETORNOS POSSÍVEIS

    Nos bastidores, o Corinthians ainda trata a situação de Yuri Alberto com cautela. Há otimismo para que o atacante reúna condições para ser titular, mas também um exercício de evitar ‘queimar a largada’.

    O camisa 9 deu ótimos sinais durante a recuperação, encurtando sua ausência por praticamente dois meses. Ele passou por cirurgia de hérnia inguinal no dia 13 de agosto e pode retornar após quatro semanas. Inicialmente, o prazo estipulado era de até três meses.

    Caso Alberto seja escolhido para iniciar o jogo na Neo Química Arena, Dorival terá o trio Yuri-Memphis-Garro à sua disposição apenas pela terceira vez desde que assumiu o comando da equipe. As outras duas vezes se deram justamente na Copa do Brasil, nas vitórias sobre o Palmeiras pelas oitavas de final. No ano, o trio atuou nove vezes e perdeu apenas um jogo (3 x 0 Barcelona de Guayaquil).

    Caso Yuri não tenha condições, a tendência é que Gui Negão seja o encarregado de liderar o ataque alvinegro. Ele, inclusive, marcou o gol da vitória no jogo de ida, na Ligga Arena, por 1 a 0.

    A situação do lateral-direito Matheuzinho, enquanto isso, é mais cômoda. Ele foi poupado no Dérbi do último dia 31 após sentir um incômodo muscular na coxa. Charles foi o escolhido para a posição.

    Um provável Corinthians para o jogo de volta tem: Hugo Souza; Matheuzinho, André Ramalho, Gustavo Henrique e Bidu; Charles, Maycon, Bidon e Garro; Yuri Alberto (Gui Negão) e Memphis.

    PROVÁVEIS BAIXAS

    Outra dúvida passa por José Martínez. O meio-campista, recuperado de fratura no quarto metacarpo da mão esquerda, já passou por período de transição e tem treinado com uma tala de proteção.

    Martínez foi convocado e pode até atuar pela Venezuela nesta terça-feira, contra a Colômbia, pelas Eliminatórias da Copa. A questão é se reunirá condições de retornar ao Brasil e voltar a campo já no dia seguinte.

    Ausência praticamente certa, por fim, é Raniele, diagnosticado com um problema muscular após o Dérbi.

    O Brasil encontra a Bolívia em El Alto, em estádio com maior altitude do mundo, na cidade que fica a 4.150 metros acima do mar – 500 metros acima da capital boliviana

    Estadao Conteudo | 08:15 – 09/09/2025

    Trio raro de Dorival e outro titular podem voltar ao Corinthians em decisão

  • Eduardo Bolsonaro ameaça família de Moraes: 'vou atrás de cada um de vocês'

    Eduardo Bolsonaro ameaça família de Moraes: 'vou atrás de cada um de vocês'

    Eduardo, que está nos Estados Unidos em busca de sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, afirmou que não vai desistir da empreitada junto ao governo de Donald Trump

    O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou no último domingo, 7, um vídeo em que faz ameaças à família do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

    “Eu vou provar para o Alexandre de Moraes que ele encontrou um cara de saco roxo que vai acabar com essa brincadeirinha dele. Moraes, você, a sua mulher, e depois dela, que em breve será sancionado os seus filhos, eu vou atrás de cada um de vocês”, disse o deputado.

    O vídeo, divulgado na conta do deputado no X (antigo Twitter), traz um trecho de uma videochamada de Eduardo com apoiadores que participavam de manifestações bolsonaristas em Curitiba e Porto Alegre.

    Na legenda da publicação, Eduardo admite que pode ter se “excedido”, mas justifica que as palavras mais duras existem para isso. “Só um homem agressivo pode ser pacífico, do contrário a única opção é ser cordeiro”, escreveu.

    Eduardo, que está nos Estados Unidos em busca de sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, afirmou que não vai desistir da empreitada.

    A ele é atribuída a articulação que resultou na aplicação da Lei Magnitsky a Moraes e no tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao Brasil. Como mostrou o Estadão, juntamente com o comunicador Paulo Figueiredo, o deputado pretende levar a ofensiva contra Moraes também para a Europa neste segundo semestre.

    Eduardo Bolsonaro ameaça família de Moraes: 'vou atrás de cada um de vocês'

  • Jennifer Aniston assume namoro com coach que a ajudou a vencer medo de voar

    Jennifer Aniston assume namoro com coach que a ajudou a vencer medo de voar

    A atriz americana assumiu relacionamento com o hipnoterapeuta e coach motivacional Jim Curtis

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Jennifer Aniston, 56, não está mais solteira. A atriz, eternizada como Rachel em Friends, engatou um novo romance.

    Americana assumiu relacionamento com o hipnoterapeuta e coach motivacional Jim Curtis, 49. O relacionamento ganhou força nos bastidores, mas só agora veio a público após uma viagem dos dois à Espanha, no mês passado, e uma publicação discreta feita pela artista ontem em seu Instagram.

    Segundo o Daily Mail, Aniston é uma grande admiradora do trabalho de Curtis. Ele soma mais de 500 mil seguidores na rede social com conteúdos voltados para motivação e hipnose. Jim se apresenta como executivo, empreendedor, hipnoterapeuta, autor e coach transformacional.

    A interação entre os dois já vinha chamando atenção. Jennifer costuma curtir publicações de Curtis há quase dois anos e, em maio, revelou nas redes que estava lendo um de seus livros. A coincidência aconteceu pouco depois de a atriz contar que havia recorrido à hipnose para vencer o medo de voar.

    Jennifer Aniston assume namoro com coach que a ajudou a vencer medo de voar

  • Atacante do Palmeiras que não joga há quase 600 dias sonha com retorno em 25

    Atacante do Palmeiras que não joga há quase 600 dias sonha com retorno em 25

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O atacante Bruno Rodrigues, que não entra em campo pelo Palmeiras desde o dia 24 de janeiro de 2024 (há 594 dias), sonha com um retorno ainda na atual temporada.

    O jogador de 28 anos está finalizando seu processo de transição física após a última lesão e já participa dos treinos com o restante do grupo. No último sábado (6), ele disputou 30 minutos de um jogo-treino entre o elenco alviverde e deu mais um passo para o retorno.

    Abel Ferreira chegou a dizer que Bruno só voltaria no início de 2026, mas ele pode aparecer antes disso entre os relacionados da equipe. A ideia do Palmeiras é dar minutos para o atleta nos treinos para ele ganhar força, confiança e perder o medo -já que vive um longo período de inatividade.

    É um jogador que eu particularmente gosto pelos valores que tem, pela pessoa que é. Vamos ajudá-lo e a melhor forma é estar no Palmeiras, que tem todos os recursos para recuperar um jogador do nível da gravidade de sua lesão. Apesar de existirem clubes que nos contataram para contar com ele nesses últimos meses do ano, não podemos correr o risco dele jogar em clube que não tenha toda estrutura e condição Abel Ferreira.

    O UOL apurou que Bruno sonha em retornar aos gramados ainda nesta temporada. O jogador completaria mais de dois anos parado se tiver sua reestreia apenas no início do ano que vem. A comissão técnica de Abel Ferreira trata a situação do atleta com muita cautela pela gravidade das lesões e o tempo que ele ficou parado.

    Ele sofreu uma lesão no joelho direito em seu segundo jogo com a camisa do Palmeiras e passou por uma artroscopia no joelho no início do ano passado.

    Em maio, quando estava em processo final de recuperação, rompeu o tendão patelar do joelho esquerdo em decorrência de um trauma sofrido em um jogo-treino. A segunda lesão de Bruno Rodrigues se assemelha à lesão sofrida por Ronaldo Fenômeno na Inter de Milão na temporada 1999/2000.

    MÉDICO EXPLICA O CASO

    Ricardo Soares da Silva, médico ortopedista do Hospital AACD, que é especialista em joelho, afirmou que a cautela do Palmeiras com Bruno Rodrigues é fundamental. Não só pelas duas lesões seguidas que ele sofreu, mas também pela questão psicológica.

    “São lesões relativamente graves, e muito próximas uma da outra. Existe um desequilíbrio muscular que pode persistir e tem o aspecto psicológico do paciente, com um longo período parada. A cautela com o jogador tem que ser a máxima possível, então não é nenhum exagero essa programação citada pelo Abel”, disse.

    “A lesão do tendão patelar é uma lesão rara no futebol. Uma vez que tem a ruptura do tendão, o paciente perde a força para estender a perna. E ainda tem a questão de serem duas lesões em sequência, então é natural que essa recuperação se arraste”, concluiu.

    Bruno Rodrigues só fez duas partidas com a camisa do Palmeiras. Foram 45 minutos contra o Novorizontino e 60 contra a Inter de Limeira, sem gols ou assistências.

    O atacante custou cerca de R$ 25 milhões ao Palmeiras, mas ainda não conseguiu jogar para justificar o investimento.

    O uruguaio Arrascaeta (foto) queria ter fechado um novo contrato no meio do ano, mas a preferência do Flamengo sempre foi por conversar mais para o final de 2025

    Folhapress | 09:15 – 09/09/2025

    Atacante do Palmeiras que não joga há quase 600 dias sonha com retorno em 25

  • Moraes diz não haver dúvida de tentativa de golpe e que Bolsonaro liderou atos executórios

    Moraes diz não haver dúvida de tentativa de golpe e que Bolsonaro liderou atos executórios

    O ministro afirmou que desde 2021 já havia atos executórios para uma tentativa de golpe, com o objetivo de desacreditar a democracia e manter o então presidente Jair Bolsonaro no poder

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes iniciou na manhã desta terça-feira (9) o voto no julgamento do núcleo central da trama golpista após a eleição do ano passado, que tem entre os réus o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Ao iniciar o seu voto sobre as acusações em relação aos oito réus, Moraes afirmou que o STF (Supremo Tribunal Federal) já reconheceu que houve uma tentativa de golpe que culminou no 8 de Janeiro e que o que se discute nesse julgamento é se os réus participaram de eventuais crimes. Ele também apontou Bolsonaro como líder dos chamados atos executórios.

    Não há nenhuma dúvida, em todas essas condenações e mais de 500 acordos de não persecução penal, de que houve tentativa de abolição ao Estado democrático de Direito, de que houve tentativa de golpe, de que houve organização criminosa”, afirmou Moraes, que é o relator do processo.

    Moraes afirmou que desde 2021 já havia atos executórios para uma tentativa de golpe, com o objetivo de desacreditar a democracia e manter o então presidente Jair Bolsonaro no poder. Por exemplo, a live contra as urnas de julho daquele ano, assim como a entrevista de 3 de agosto na qual ele mostra supostos laudos de que havia fraudes na votação eletrônica.

    De acordo com o ministro, eram “atos executórios e já públicos, com graves ameaças à Justiça Eleitoral”, e que esses episódios tinham “graves ameaças e grande divulgação de desinformação”.

    Ele citou entre os atos preparatórios da época uma agenda apreendida com o ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) Augusto Heleno. “Não é razoável achar normal um general do Exército, quatro estrelas, ter uma agenda com anotações golpistas”, afirmou Moraes.

    Após seu voto, os demais ministros da Primeira Turma do Supremo também se manifestarão. Pela ordem, ele será sucedido por Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

    A expectativa é de que o voto do ministro dure em torno de quatro horas. Além de Bolsonaro, o ministro também irá tratar das acusações que envolvem os outros sete réus do núcleo central da tentativa de golpe após a derrota de Bolsonaro para Lula (PT).

    A sessão desta terça irá até as 19h, e depois o julgamento será retomado nesta quarta-feira (10), pela manhã.

    Antes de ler o voto, Moraes negou pedidos da defesa para anular o processo por causa das chamadas questões preliminares.

    Ele, por exemplo, manteve a delação do tenente-coronel Mauro Cid, cujo acordo é questionado por parte dos advogados, inclusive o de Bolsonaro.

    Segundo Moraes, “beira a litigância de má-fé” que as defesas digam que os oito primeiros depoimentos de Cid sejam totalmente contraditórios ou “oito diferentes delações”.

    A fala foi feita ao negar que não há necessidade de anular a delação por causa do fracionamento dos depoimentos. Ele afirma que foi uma estratégia da Polícia Federal fazer a divisão das audiências em temas, com fatos diversos.

    O desejo do ministro é que o julgamento seja concluído ainda nesta semana, e que não tenha um ritmo quebrado antes de seu fim. A expectativa dos membros da Primeira Turma é que o voto de Luiz Fux, que tem uma postura de contraponto a Moraes, também seja alongado.

    A pedido de Moraes, o presidente da turma, Cristiano Zanin, acrescentou um dia extra de sessões.

    Inicialmente, haveria julgamento apenas nesta terça, nesta quarta e na sexta (12). Na semana passada, porém, foi definido que também serão realizadas sessões durante todo o dia de quinta (11).

    À exceção da quarta, que terá julgamento apenas pela manhã, as sessões começarão às 9h, com um intervalo, e devem acabar às 19h.

    Na semana passada, Moraes e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, defenderam punições pela trama golpista.

    Em uma declaração inesperada, Moraes quebrou o padrão de iniciar o julgamento com a leitura do relatório, que é um resumo descritivo do processo, e disse que a pacificação do país não pode ser alcançada com impunidade, além de mandar recados contra as tarifas de Donald Trump e as articulações de Eduardo Bolsonaro nos EUA.

    “A pacificação do país depende do respeito à Constituição, da aplicação das leis e do fortalecimento das instituições, não havendo possibilidade de se confundir a saudável e necessária pacificação com a covardia do apaziguamento, que significa impunidade e desrespeito à Constituição federal. E mais: significa incentivo a novas tentativas de golpe de Estado”, disse.

    Moraes afirmou que o tribunal julga o caso sem interferências e que ignora tentativas de obstrução.

    “Esse é o papel do Supremo Tribunal Federal: julgar com imparcialidade e aplicar a Justiça a cada um dos casos concretos, independentemente de ameaças ou coações, ignorando pressões internas ou externas”, declarou.

    No segundo dia do julgamento, na quarta (3), a defesa de Bolsonaro buscou desvinculá-lo do 8 de Janeiro e do plano de assassinato de autoridades.

    Bolsonaro é acusado pela PGR de praticar os crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito e tentativa de golpe de Estado, além de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Ele nega ter cometido qualquer irregularidade.

    Também são réus no processo Alexandre Ramagem (ex-diretor da Abin), Almir Garnier (ex-comandante da Marinha), Anderson Torres (ex-ministro da Justiça), Augusto Heleno (ex-ministro do GSI); Mauro Cid (ex-chefe da Ajudância de Ordens, que também é delator), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa) e Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil).

    Moraes diz não haver dúvida de tentativa de golpe e que Bolsonaro liderou atos executórios

  • Whindersson Nunes relembra fim do casamento com Luísa Sonza e fala sobre compulsão

    Whindersson Nunes relembra fim do casamento com Luísa Sonza e fala sobre compulsão

    “A gente terminou de forma calma. A confusão veio depois, com as pessoas. Entre nós dois foi tranquilo”, disse sobre o fim do casamento com Luísa Sonza

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Whindersson Nunes, 30, abriu o jogo sobre momentos marcantes da vida pessoal e profissional em entrevista ao programa De Frente com Blogueirinha.

    O humorista relembrou o fim do casamento com Luísa Sonza, refletiu sobre o noivado com Maria Lina, falou sobre a dor da perda do filho João Miguel e comentou as dificuldades que enfrenta com o álcool e a impulsividade, que relaciona à sua superdotação.

    Sobre a separação de Luísa, com quem foi casado por dois anos, o artista afirmou que o processo em si foi tranquilo, embora a repercussão pública tenha gerado tumulto. “A gente terminou de forma calma. A confusão veio depois, com as pessoas. Entre nós dois foi tranquilo”, disse.

    Ele também abordou os rumores de traição que circularam na época, envolvendo a cantora e o músico Vitão. “Eu perguntei para ela se ela gostava dele antes de terminar comigo. Ela falou que não, que estava de boa, que era só trabalho mesmo”, contou.

    Whindersson também revisitou a relação com Maria Lina, com quem viveu um noivado de cerca de um ano. Os dois se separaram em agosto de 2021, pouco tempo após a morte do filho do casal, João Miguel, que nasceu prematuro com apenas 22 semanas e viveu 30 horas.

    O comediante reconheceu que guarda carinho e memórias especiais. “Eu tenho esse afeto que voltaria sim, hipoteticamente. Não que eu tenha vontade, mas porque tenho lembranças boas com a Maria coisas boas”, afirmou.

    Whindersson ainda revelou as dificuldades que enfrenta com a bebida, descrevendo um comportamento compulsivo. “Eu começo a beber e não consigo parar. Sei que vem de algum lugar, da minha superdotação, com a impulsividade que eu tenho. Então tento não começar, porque acho que vou conseguir parar, mas não consigo. É complicado”, desabafou.

    Whindersson Nunes relembra fim do casamento com Luísa Sonza e fala sobre compulsão