Blog

  • Lula é favorito, mas máquina que ele comanda está fazendo fumaça, diz Afif

    Lula é favorito, mas máquina que ele comanda está fazendo fumaça, diz Afif

    Secretário do governo Tarcísio enxerga espaço para candidato de centro e diz que Flávio tem força; em livro de memórias que está lançando, ele lembra conversas com Silvio Santos e início de Kassab

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Guilherme Afif Domingos, 82, é secretário de Tarcísio de Freitas, foi assessor de Paulo Guedes, vice-governador de Geraldo Alckmin e ministro de Dilma Rousseff -cujo impeachment, que completa dez anos, ele diz ter lamentado.

    A trajetória camaleônica, segundo ele, tem uma linha estável, a defesa dos pequenos empresários e da desburocratização, desde que se tornou diretor da Associação Comercial de São Paulo, há exatos 50 anos.

    Deputado constituinte e um dos fundadores do PSD, ele está lançando “Juntos Chegaremos Lá” (editora Matrix, 152 pags, R$ 51), livro de memórias que tem como título o slogan de sua campanha na eleição presidencial de 1989, em que por um breve período foi a sensação.

    Na obra, Afif relembra conversas políticas com o apresentador Silvio Santos, o nascimento do centrão nos anos 1980 e as primeiras campanhas eleitorais na companhia de um jovem (e nerd) Gilberto Kassab.

    Para ele, o brasileiro é contra extremismos, o que abre a possibilidade de um candidato de centro na eleição. Afif vê Lula favorito pelo fato de ter a máquina na mão, mas considera Flávio Bolsonaro (PL) competitivo.

    “O Lula tem um poder de manipulação da massa muito forte. E com a máquina na mão, não é para desprezar. Só que a máquina está fazendo fumaça. Há toda uma crise fiscal”, afirma.

    O lançamento do livro ocorre nesta quarta-feira (25) a partir das 18h30, na Livraria da Travessa do Shopping Iguatemi, em São Paulo.

    PERGUNTA – No livro, o sr. se define como um radical de centro. Existe espaço ainda para o centro no Brasil?

    GUILHERME AFIF – A tendência do Brasil é centrista. O brasileiro não gosta de extremos. Em meados do século passado, você tinha pelo menos duas estruturas que sustentavam o centro. Uma era o PSD, partido do Juscelino. E o lado mais radical, a UDN, que era de direita, mas defendeu o monopólio da Petrobras. Era sempre o bipartidarismo no centro, não o pluripartidarismo extremo.

    P – Mas hoje parece que não mais, né?

    GA – Hoje está existindo uma radicalização. De um lado à direita, do outro à esquerda. E acho que tem um espaço aí no centro. Se vai ser preenchido ou não, só colocando o produto na prateleira.

    P – O tamanho desse espaço dá para ter uma ideia?

    GA – É só olhar 30% de um lado, 30% do outro, o resto não está nem com um, nem com o outro. Ele é expressivo.

    P – Nesses 50 anos de vida pública, outra bandeira que o senhor levantou é a do liberalismo. Durante muito tempo, defendê-la no Brasil foi pregar no deserto. Hoje há um campo mais fértil?

    GA – Eu sou liberal. Eu peguei uma vertente praticamente unânime, que era a defesa da democracia econômica, sem a qual a democracia política não subsistiria. Através do pequeno. O pequeno está no regime capitalista. Ele aplica os seus princípios e é vítima do centralismo de Estado, que está lá para beneficiar os que estão ao seu redor. O liberalismo que eu preguei é esse da democracia econômica, de ter um regime de mercado sem favorecimento, para que possa haver competitividade. Quando eu criei o Simples, era para poder dar competitividade para esse pequeno massacrado pela burocracia estatal, que até hoje nós não nos livramos.

    P – Deu para impregnar um pouco do liberalismo no brasileiro nessas últimas décadas?

    GA – Você hoje percebe um movimento importante. Quando eu criei o MEI [Microempreendedor Individual], era para dar formalização à economia informal. Hoje o MEI é a expressão daqueles que estão por conta própria, que eu chamo de batalhadores. Quem vai resolver essa eleição serão as mulheres, que são a boleira, a cabeleireira, a manicure, esse tipo de profissão que não é ideológica. O que ela quer é liberdade, crédito, pagar menos imposto. Não são bem bandeiras de esquerda.

    P – O sr. participou da histórica campanha presidencial de 1989. O que chama mais atenção na comparação com hoje?

    GA – Foi uma campanha de comunicação, não de máquina. Mesmo começando com 0,5%, tem espaço para o novo. Eu lia muita coisa de marketing, e uma que me chamou a atenção foi que falavam da [sandália] Melissa. Quem fez a Melissa foi a [empresa] Grendene, ou foi a Melissa que fez a Grendene? Quer dizer, o produto faz a fábrica, ou a fábrica faz o produto? A fábrica eram os grandes partidos, PMDB, PFL, cada um tinha os seus nomões. Eu falei, não vai ser. Vai ser produto. E vai ser de comunicação. Pensei, todos os produtos que estão aí são fora de especificação do mercado. Não é o que o consumidor quer.

    P – Naquela campanha, em determinado momento, o sr. foi a sensação.

    GA – Eu não era convidado no baile, era um outsider. Na hora que eu dei a crescida, o que que aconteceu? Eu comecei a crescer em cima do Collor. Nós éramos o mesmo perfil da renovação. Ele caiu de 43% para 28% e eu subi para 14%. E aí acendeu o sinal vermelho no sistema. O Afif chegou na classe média. E aí, tinha que tirar.

    P – O sr. relata ter sido um dos primeiros a falar com Silvio Santos naquela eleição.

    GA – Eu precisava ter um vice forte. Fui no Silvio Santos e disse a ele: “Vou te entregar meu programa, você leia. Se você se interessar, você me fala”. E, depois de uns 15 dias, voltamos a falar. O livro lá, tudo anotado, ele leu linha por linha. Perguntei: “Você topa? [ser vice]”. Ele respondeu: “Eu topo, [e perguntou] por que não ao contrário? Eu [Silvio] candidato a presidente e você [Afif] vice”. Eu falei “vou pensar”. E aí saí e não voltei mais.

    P – Hoje o sr. está com um governador bolsonarista [Tarcísio], já foi vice de um ex-tucano que hoje é lulista [Geraldo Alckmin] e ministro de uma petista [Dilma Rousseff]. Alguns dizem que o sr. teve uma trajetória de camaleão.

    GA – Tudo que nós conquistamos em 40 anos do movimento dos pequenos eu consegui por unanimidade. Tinha, inclusive, a posição do próprio Lula, concordando comigo, na Constituinte. Eu nunca tive obstáculos por onde passei, em função da coerência de uma linha de defesa dos pequenos, sem a qual democracia política não existe. Quem abriu a porta, quem meu filho beija minha boca adoça. Eu me dei muito bem com a Dilma.

    P – O sr. fala no livro que lamenta o impeachment dela.

    GA – Sim. Ela era uma mulher correta. Eu sou testemunha disso, não tenho medo de dizer.

    P – Qual é o ponto mais forte do Lula e qual é a maior vulnerabilidade dele?

    GA – O Lula tem um poder de manipulação da massa muito forte. Ele não tem razão para ter coerência. Ele pode ter uma opinião hoje, amanhã outra totalmente diferente, mas colocada de tal forma que as pessoas aplaudem. E com uma máquina na mão, não é para desprezar. Só que a máquina está fazendo fumaça. Há toda uma crise fiscal, é saber quando entra.

    P – E o Flávio?

    GA – Vou falar da franquia [Bolsonaro], que penetrou na população com o discurso pela tradição, família, tudo. Ele pega o conservador. Tem pontos muito positivos que foram negados o tempo todo. Falam que é herança maldita. Não. O Paulo Guedes fez um belíssimo trabalho, aguentou as contas, porque ele também foi levado para o mato, mas conseguiu manter o cavalo na trilha. Tem uma herança muito positiva que ele deixou e foi destruída agora, que é o desequilíbrio das contas.

    P – O sr. vê o Lula como favorito?

    GA – Vejo. Ele tem a máquina. Bolsonaro perdeu aquela eleição. Não foi o Lula que venceu. Ele [Bolsonaro] tinha a máquina na mão e fez muita besteira.

    P – Flávio está tentando se colocar como um moderado, diferente do pai. Isso pode emplacar?

    GA – Você tem um bolsonarismo fixo que está com ele. Falando besteira ou não falando besteira, está junto. Tem 20%, 21%, e tem que conquistar o dobro. E o Lula vai ter que conquistar outra parte com outro discurso. O da soberania é forte. Mas ele acabou se perdendo nos [Daniel] Vorcaro da vida.

    P – Tarcísio deveria ter sido o candidato a presidente?

    GA – Não. Ele vai ter um segundo mandato para completar a obra. Temos muita coisa para entregar numa segunda gestão. O Tarcísio não é de plantar couve, ele planta carvalho, não é para colher no seguinte. São projetos estruturais que ele está fazendo na mobilidade, no transporte, na mudança da sede para o centro, no Trem Intercidades. Ele tem que completar esse ciclo, que completa também a maturidade política dele.

    P – E aí ele estaria pronto para 2030 para presidente?

    GA – Sim, ele será um candidato a presidente muito real e que vai ser muito bem preparado. Esses quatro anos são de preparo para ser candidato.

    P – A candidatura do Haddad ameaça a reeleição?

    GA – Eleição e mineração, só depois da apuração. O Haddad, que sempre julgou a herança maldita do governo Bolsonaro, vai agora pagar o preço da herança maldita que ele está deixando. É só você ver o que aconteceu com o aumento de imposto. Isso vai pesar muito. O Haddad não terá o desempenho que teve na outra eleição.

    P – O sr. conta no livro uma passagem curiosa da campanha de 89, o sr. e o Kassab viajando o país com ficha telefônica. Depois de décadas de convivência, como o sr. definiria o Kassab?

    GA – O Kassab começou comigo. Eu era presidente da Associação Comercial e criei um grupo de jovens empresários. Ele me foi apresentado por um tio dele, que era meio contraparente do meu pai, e me falou que o sobrinho gostava de política. Isso em 1983. Chegou com óculos com fundo de garrafa, estilo nerd. Fomos trabalhando e ele mostrou gosto. Quando eu precisei montar o PL, em 1985, ele veio me ajudar. A eleição presidencial [de 1989] foi a formatura dele, passou estado por estado para conversar com as lideranças de então. Aí nunca mais parou.

    RAIO-X | GUILHERME AFIF DOMINGOS, 82

    É secretário especial de Projetos Estratégicos do Estado de São Paulo. Foi vice-governador (2011-14), ministro da Micro e Pequena Empresa (2013-15), presidente do Sebrae (2015-19), deputado federal Constituinte (1987-89). É formado em administração na Faculdade de Economia do Colégio São Luís.

    Lula é favorito, mas máquina que ele comanda está fazendo fumaça, diz Afif

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Seleção fecha preparação para pegar a França, e Ancelotti tem duas dúvidas

    Seleção fecha preparação para pegar a França, e Ancelotti tem duas dúvidas

    ORLANDO, EUA (UOL/FOLHAPRESS) – A seleção brasileira encerrou a preparação para enfrentar a França, nesta quinta-feira (26), em amistoso que será disputado em Boston, nos Estados Unidos.

    PROVÁVEL ESCALAÇÃO E DÚVIDAS

    Ancelotti tem duas lacunas a serem preenchidas para o amistoso. A primeira é quem jogará na zaga ao lado de Léo Pereira, e a segunda é quem será o centroavante da equipe e completará o quarteto de ataque.

    Mais cedo, o treinador confirmou que a linha de zaga já tem Wesley, Léo Pereira e Douglas Santos como titulares para o jogo. Ibañez foi testado ao lado do zagueiro do Flamengo nesta terça-feira (24), mas Danilo e Bremer também concorrem pela vaga. Marquinhos é desfalque certo por dores no quadril e nem viajará para Boston.

    No ataque, João Pedro será o provável titular. Vini Jr, Raphinha e Matheus Cunha estão praticamente garantidos nos 11 iniciais.

    Um provável Brasil para pegar a França tem: Ederson; Wesley, Léo Pereira, Ibañez (Danilo ou Bremer) e Douglas Santos; Casemiro e Andrey Santos; Vini Jr, Raphinha, Matheus Cunha e João Pedro (Endrick ou Igor Thiago).

    O treino desta quarta-feira (25) contou com as novidades de Luiz Henrique e Douglas Santos. Ambos chegaram aos Estados Unidos na noite desta terça-feira (24) após não conseguirem deixar a Rússia na data prevista.

    A seleção viaja de Orlando, onde está hospedada, para Boston ainda nesta quarta-feira (25). A bola rola nesta quinta-feira (26), às 17h (de Brasília).

    Seleção fecha preparação para pegar a França, e Ancelotti tem duas dúvidas

  • TSE determina cassação imediata de mandato de Rodrigo Bacellar, presidente da Alerj

    TSE determina cassação imediata de mandato de Rodrigo Bacellar, presidente da Alerj

    Com a decisão, Assembleia tem seis sessões para eleger novo presidente; decisão reduz tempo de permanência de presidente do TJ-RJ no comando do estado

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) determinou nesta quarta-feira (25) a cassação imediata do mandato do deputado Rodrigo Bacellar (União), presidente fastado da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

    A decisão permite que os deputados estaduais elejam um novo presidente da Assembleia, que, automaticamente, assumirá o governo estadual, hoje sob comando interino do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ricardo Couto.

    Pela Constituição estadual, a Alerj tem seis sessões para eleger um novo líder. Ele será o responsável por conduzir a eleição indireta para a escolha do governador-tampão, que vai conduzir o Palácio Guanabara até dezembro.

    A determinação do TSE foi feita durante a leitura da ata da sessão de terça-feira (24), quando Bacellar foi condenado, junto com o ex-governador Cláudio Castro (PL) por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022, no caso do chamado escândalo da “folha secreta de pagamento”, revelado pelo UOL.

    Na sessão de terça, a proclamação do resultado -feita pela presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia- havia gerado dúvidas. Ela não havia se pronunciado diretamente sobre a determinação de perda imediata do cargo do deputado.

    A decisão era crucial nas articulações políticas em curso para o mandato-tampão. E tem também relação direta com o tempo de permanência de Ricardo Couto como governador interino -período que os deputados querem reduzir ao máximo.

    Ao ser questionado pelo ministro Floriano de Azevedo Marques sobre esse ponto, Cármen deu a entender que o assunto “perdeu objeto”. Pela fala, ela parecia se referir apenas a Castro e ao vice Thiago Pampolha, que renunciou no ano passado para assumir uma cadeira no TCE (Tribunal de Contas do Estado).

    É melhor esperar a publicação [do acórdão], até para os advogados…”, disse ela, sem concluir a fala.

    Ela também fez referência ao voto da relatora Isabel Gallioti, que não está mais na Corte, apresentado no ano passado. A ex-ministra havia defendido a perda imediata do mandato.

    “Naquele caso havia perda de mandato. Como houve a renúncia…”, disse Cármen, sem voltar ao tema e sem fazer referência a Bacellar.

    Depois do fim da sessão, houve dúvidas a respeito da situação do deputado mesmo entre ministros, advogados e assessores que acompanharam a deliberação presencialmente.

    Por um lado, um ministro e um assessor disseram que a perda seria imediata, com retotalização do votos. De outro, três magistrados e dois advogados ouvidos sob reserva afirmaram que faltava clareza sobre essa conclusão e que seria preciso aguardar a publicação do acórdão do julgamento.

    A expectativa de deputados é de que, com a perda de mandato, seja realizada o quanto antes uma nova eleição para a presidência da Assembleia.

    Deputados da base de Castro já alinham o cenário sem Bacellar. A intenção é eleger o deputado Douglas Ruas (PL), pré-candidato ao governo para a eleição de outubro, como presidente da Alerj. Para o mandato-tampão, o nome mais cotado deste grupo é do deputado Guilherme Delaroli (PL), atual presidente em exercício da Casa.

    O deputado Chico Machado (Solidariedade), aliado de Bacellar, já se apresentou como pré-candidato. Ele deve contar com apoio velado do ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), pré-candidato para a eleição de outubro.

    A desintegração da cadeia sucessória começou em maio do ano passado, quando Castro convenceu o ex-vice-governador Thiago Pampolha a deixar o cargo para assumir uma cadeira no TCE (Tribunal de Contas do Estado) a fim de abrir espaço a Bacellar, à época presidente da Assembleia.

    O desenho previa a renúncia de Castro para se candidatar ao Senado. Pelo plano, Bacellar seria escolhido pela Alerj, onde tinha amplo apoio, em eleição indireta como “governador-tampão” para concorrer à reeleição em outubro.

    O plano se desfez quando Bacellar foi preso e afastado do cargo por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), sob suspeita de vazar informações da operação que prendeu o ex-deputado TH Joias, ligado ao Comando Vermelho. Ele nega.

    Bacellar foi substituído por Delaroli no comando da Assembleia. Por ser interino, ele não pode assumir o governo estadual no caso de vacância dos cargos de governador e vice.

    TSE determina cassação imediata de mandato de Rodrigo Bacellar, presidente da Alerj

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Vinicius Jr. diz que seleção não é favorita na Copa e defende Neymar

    Vinicius Jr. diz que seleção não é favorita na Copa e defende Neymar

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Tendo encerrado as Eliminatórias Sul-Americanas na quinta posição na tabela de classificação -a pior desde a adoção do formato atual-, com oito vitórias, quatro empates e seis derrotas, a seleção brasileira não chega como uma das favoritas para a disputa da Copa do Mundo.

    Essa é a avaliação do atacante Vinicius Junior, principal nome da equipe e em grade fase atualmente no Real Madrid.

    “Acredito que não é a favorita pelos resultados que tivemos na Eliminatória, mas o peso da camisa, dos jogadores que temos aqui, muitos que atuam nas melhores equipes do mundo, onde todos têm o seu protagonismo. Só faltava encaixar, e depois que o [Carlo] Ancelotti chegou, claro que temos uma ideia melhor de jogo”, afirmou o jogador durante entrevista na manhã desta quarta-feira (25) nos EUA, onde a equipe se prepara para os amistosos contra a França, na quinta-feira (26), em Boston, e contra a Croácia, no dia 31, em Orlando.

    “Ele tira muito da responsabilidade de nós jogadores e isso é muito importante. Um treinador que entende o time que tem, que entende a forma que o time tem que jogar. Não é porque temos tantos atacantes que o time não vai defender ou vai atacar melhor. Temos que ter uma ideia de jogo, trabalhar bem com os jogadores que a gente tem, e fazer de tudo para colocar o Brasil no topo. A gente não quer o favoritismo, queremos chegar na Copa do Mundo como estamos chegando para esses amistosos, com muita tranquilidade, paciência, mas focados em tudo aquilo que a gente quer”, acrescentou o atacante carioca de 25 anos.

    Com 17 gols e 9 assistências em 43 partidas com a camisa do Real Madrid na temporada 2025/26, Vini Jr. disse também que espera conseguir repetir o bom desempenho que vem tendo com o clube espanhol com a seleção brasileira.

    “Sempre tento estar na minha melhor fase, fazendo gols e dando assistências, porque assim fico mais tranquilo, mais feliz, e eu estando mais feliz, todo mundo do meu lado também está mais feliz e confiante. E espero que tudo que faço pelo Real Madrid eu possa vir a fazer aqui na seleção brasileira, que é o meu maior objetivo, onde eu sempre sonhei estar. Quero dar muito orgulho para o nosso país e muita alegria para toda nossa nação”, afirmou ele.

    Vinicius Junior comentou também a respeito da cobrança de parte da opinião pública pela presença de Neymar na seleção brasileira. Ele disse ver com naturalidade as cobranças e rasgou elogios ao atacante do Santos.

    “A cobrança pelo Ney é normal. Sou um pouco suspeito para falar porque o Ney é um dos meus ídolos, acompanhei toda sua carreira. É um dos meus amigos também, desejo sempre o melhor. Ele está fazendo de tudo para ficar 100% para nos ajudar, para voltar para a seleção. É o maior artilheiro da maior seleção do mundo, onde ele fez grandes jogos, sempre teve bons momentos aqui”, disse o jogador.

    “A decisão cabe ao treinador, mas nós jogadores sempre queremos jogar com os melhores, e o Ney é um dos melhores pra gente”, emendou.

    Carlo Ancelotti, que atendeu os jornalistas antes da entrevista de Vini Jr., também já havia sido questionado a respeito da pressão pela convocação de Neymar.

    “Eu observo tudo, escuto tudo, e depois tenho o papel de tomar as decisões. É normal que no futebol cada um possa opinar, porque não há uma unanimidade, não há uma ciência clara. No futebol podem opinar sobre muitas coisas, se joga bem, se não joga bem, se um jogador é bom, se não é. Cada um tem sua opinião e tenho que respeitar a opinião de todos”, afirmou o treinador italiano, que ainda não chamou Neymar para a seleção desde que assumiu o comando do time, em maio de 2025.

    Ancelotti tem reiterado ao longo dos últimos meses que o atacante do Santos precisa aprimorar sua forma física para que possa receber uma oportunidade de estar junto com o grupo.

    O técnico disse ainda que o duelo contra a França será um “teste muito importante” contra uma das grandes seleções do momento, vice-campeã no Qatar-2022 e campeã na Rússia-2018.

    “Nesses meses temos pensado em qual é o melhor modelo de jogo para a equipe, levando em conta as características dos jogadores. Pensamos que o modelo que queremos implementar é com quatro jogadores no ataque e amanhã será a mesma coisa”, afirmou o italiano.

    “Queremos jogar uma boa partida, controlando o jogo e obviamente tentando fazer bem as duas coisas: defender bem, que é muito importante, com uma equipe que tem que ter muito equilíbrio, e jogar bem com a bola. Mostrar a qualidade que sobretudo os quatro na frente têm.”

    Vinicius Jr. diz que seleção não é favorita na Copa e defende Neymar

  • Adolescente leva mãe a parque e se filma a espancando até a morte

    Adolescente leva mãe a parque e se filma a espancando até a morte

    Jovem de 18 anos agrediu a mãe e a levou a um parque, onde se filmou espancando-a até a morte e se gabando do assassinato online

    Um crime bárbaro cometido por um adolescente deixou o País de Gales, no Reino Unido, em choque. Um rapaz de 18 anos agrediu a mãe em casa e depois a convenceu a sair para buscar ajuda médica, armando uma emboscada para a matar e publicar o assassinato na internet.

    De acordo com os registro do Tribunal da Coroa de Mold, o jovem Tristan Roberts ficava durante horas, todos os dias, na plataforma Discord onde jogava e publicava vídeos. Em um dos registros, o adolescente revelou que planejou durante três semanas a morte da mãe Angela Shellis, de 45 anos.

    Tristan agrediu fortemente Angela com socos no rosto e a tentou a estrangular em casa. Momentos depois, a convenceu a ir para buscar ajuda médica a pé. No percurso eles atravessaram um parque, onde o jovem a agrediu novamente e a matou com um martelo. O ataque, que durou 4 horas, foi filmado e publicado na plataforma como forma de troféu. 

    O tribunal viu as gravações onde Trista mata a mãe com pelo menos quatro golpes violentos na cabeça e diz: “Oh Deus, isso foi aterrorizante… Foi uma sensação insana.”

    De acordo conformações do jornal ‘The Sun’, o jovem comprou facas, machados e martelos depois de completar 18 anos – a idade mínima legal para essas compras – 10 dias antes do ataque arrepiante em outubro do ano passado. Nas semanas que antecederam o assassinato horripilante, ele havia publicado conteúdo perturbador, falando abertamente sobre matar a mãe.

    A mãe, que também tinha outro filho, foi encontrada com múltiplos traumatismos cranianos causados ​​por objeto contundente na cidade litorânea de Prestatyn, no norte  do País de Gales , em 24 de outubro do ano passado. A polícia começou a procurar Angela após um familiar informar o desaparecimento dela. Instantes depois o corpo foi encontrado irreconhecível no parque.

    Ao investigar o caso, a polícia descobriu o plano de Tristan, que acabou sendo preso na casa da família – onde morava com a mãe – e foi acusado de assassinato quatro dias depois. 

    Ainda de acordo com o ‘The Sun’, o jovem foi condenado nesta quarta-feira (25), à prisão perpétua, com uma pena mínima de 22 anos e seis meses de prisão. 

    Ao proferir a sentença no Tribunal da Coroa de Mold, o juiz Rhys Rowlands disse que o crime foi horrível: “Ela estaria com dor e apavorada. Era possível ouvi-la dizendo que você a estava machucando e para ligar para emergência para pedir ajuda e deixá-la ir. Você ignorou os apelos dela e conseguiu sair de casa com o pretexto de que iria a pé até a cidade buscar ajuda, a enganando”.

    A família da mãe, devastada, disse: “Ela tinha muitas qualidades incríveis, mas uma das maiores era a maneira como se dedicava aos seus filhos. Ela era uma mãe fantástica e extremamente dedicada, daquelas que nunca desistiam, não importa o quão difícil a vida se tornasse. Ela lutou incansavelmente por eles, e seu amor por eles era inabalável, uma fonte de força que a sustentou, a ela e aos seus filhos, em todos os desafios”, disse um familiar para a publicação.

    Adolescente leva mãe a parque e se filma a espancando até a morte

  • Segurança é da equipe de Chappell Roan e foi demitido por Kim Kardashian, diz jornal

    Segurança é da equipe de Chappell Roan e foi demitido por Kim Kardashian, diz jornal

    A identificação do segurança surge após o episódio registrado no último sábado (21), em um hotel em São Paulo, onde Roan e a família de Jorginho estavam hospedados durante o Lollapalooza 2026. A situação envolvendo a criança rapidamente repercutiu nas redes sociais e gerou críticas

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A polêmica envolvendo Chappell Roan ganhou um novo capítulo. Após a artista afirmar que o segurança responsável por abordar a enteada do jogador Jorginho não fazia parte de sua equipe, o jornal britânico Daily Mail publicou que o profissional, na verdade, teria vínculo direto com a cantora.

    Segundo a reportagem, o homem seria Pascal Duvier, de 53 anos, conhecido por já ter atuado como guarda-costas de Kim Kardashian. Ele teria sido desligado da equipe da socialite após o assalto sofrido por ela em Paris, em 2016 -caso que teve grande repercussão internacional.

    Na ocasião, Kardashian teve prejuízo estimado em milhões de dólares após criminosos invadirem o local onde estava hospedada. Duvier, segundo relatos da época, não estava presente no momento do crime, o que levou a questionamentos sobre sua atuação. Anos depois, o caso foi encerrado com um acordo entre as partes.

    A identificação do segurança surge após o episódio registrado no último sábado (21), em um hotel em São Paulo, onde Roan e a família de Jorginho estavam hospedados durante o Lollapalooza 2026. A situação envolvendo a criança rapidamente repercutiu nas redes sociais e gerou críticas.

    No domingo (22), a cantora se manifestou publicamente, pediu desculpas e afirmou que não presenciou diretamente o ocorrido. “É injusto assumir que alguém tem más intenções”, disse, sugerindo que a abordagem teria sido uma ação isolada de segurança do local ou de terceiros.

    A versão, no entanto, foi contestada por Catherine Harding, esposa de Jorginho. Ela afirmou não ter dúvidas de que o segurança estava acompanhando a artista no momento do episódio. “Não sei se era segurança pessoal, mas ele estava com ela. E não era do hotel”, declarou.

    Segurança é da equipe de Chappell Roan e foi demitido por Kim Kardashian, diz jornal

  • Em reestruturação, Correios anunciam escala 12×36 em alguns setores

    Em reestruturação, Correios anunciam escala 12×36 em alguns setores

    A iniciativa, segundo a estatal, “está alinhada ao processo de modernização dos fluxos operacionais e ao aumento da eficiência na prestação dos serviços”, permitindo maior adequação das equipes e dos turnos ao ritmo real da operação e do negócio

    SÃO PAULO, SP (AGÊNCIA BRASIL) – Os Correios informaram nesta terça-feira (24) que irão adotar, de forma gradual, a escala de trabalho 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso, a escala 12×36, em atividades específicas da empresa.

    Segundo informe da empresa, a implementação não será automática e a adoção da jornada ocorrerá conforme as necessidades do serviço. A medida integra o Plano de Reestruturação da estatal.

    A iniciativa, segundo a estatal, “está alinhada ao processo de modernização dos fluxos operacionais e ao aumento da eficiência na prestação dos serviços”, permitindo maior adequação das equipes e dos turnos ao ritmo real da operação e do negócio.

    Comunicado da empresa diz que a escala 12X36 será aplicada especialmente nas áreas que demandam funcionamento contínuo e maior agilidade na entrega, em razão do crescimento do comércio eletrônico.

    “A jornada flexível se consolida como um diferencial competitivo relevante, ao ampliar a capacidade operacional dos Correios e fortalecer o posicionamento da empresa frente à concorrência no segmento de encomendas”, disse os Correios.

    Os Correios disseram ainda que a implementação da medida respeitará integralmente a legislação trabalhista e os direitos dos empregados.

    TRABALHADORES SÃO CONTRA

    A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telegrafos e Similares (Fentect) criticou a adoção da medida. Segundo a federação, a jornada precariza ainda mais as condições de trabalho.

    São medidas que adoecem, sobrecarregam e desrespeitam quem sustenta a empresa todos os dias, diz a federação.

    Os trabalhadores anunciam que estão se organizando para evitar a implementação da nova escala. “Se insistirem em retirar direitos, a resposta será organização, mobilização e luta em todo o país. Estamos construindo uma grande reação nacional para barrar esses retrocessos. Não há negociação com retirada de direitos”, segue a publicação.

    PLANO DE REESTRUTURAÇÃO

    Os Correios passam por um plano de restruturação que, entre outros, pontos, tem por objetivo promover a estabilização da empresa.

    Diagnóstico identificou déficit superior a R$ 4 bilhões anuais, patrimônio líquido negativo de R$ 10,4 bilhões e prejuízo acumulado de R$ 6,057 bilhões até setembro de 2025, além da queda acentuada nos indicadores de qualidade e liquidez.

    Em dezembro, os Correios anunciaram a captação de R$ 12 bilhões em crédito para custear as ações do plano de reestruturação voltado à estabilização emergencial da empresa.

    Como parte deste mesmo plano de reestruturação financeira, os Correios também anunciaram o fechamento de mil agências e um Plano de Desligamento Voluntário com a expectativa de adesão de até 15 mil empregados.

    Entre as medidas adotadas também estão a venda de ativos, como imóveis classificados como ociosos.

    Em fevereiro, os Correios fizeram o primeiro leilão de imóveis próprios. A oferta inicial abrange 21 imóveis para venda imediata, localizados em 11 estados: Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo.

    Em reestruturação, Correios anunciam escala 12×36 em alguns setores

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Alerta do aplicativo Waze contra ladrões no trânsito se expande pelo Brasil

    Alerta do aplicativo Waze contra ladrões no trânsito se expande pelo Brasil

    Para alertar sobre o risco, é preciso clicar em um bonequinho com a cara de um “ladrão mascarado e de toca” no Waze, da mesma forma como se faz para avisar sobre a presença da polícia, trânsito ou interdições de vias, entre outros

    (CBS NEWS) – O Waze passou, desde o segundo semestre de 2025, a emitir alertas de áreas com risco de presença de ladrões no trânsito. Desenvolvido para grandes centros urbanos, a cidade de São Paulo foi uma das primeiras a ter o sistema implantado. Mas desde o mês passado ele está disponível em praticamente todo o país.

    O alerta é colaborativo, ou seja, é reportados por usuários do aplicativo de GPS como locais considerados de insegurança.

    Para alertar sobre o risco, é preciso clicar em um bonequinho com a cara de um “ladrão mascarado e de toca” no Waze, da mesma forma como se faz para avisar sobre a presença da polícia, trânsito ou interdições de vias, entre outros.

    Após clicar no ícone “insegurança”, o que tem o rosto de um ladrão, o Waze pergunta ao ususário se ele quer alertar se não se sente seguro no local. É preciso confirmar ou cancelar.

    Questionado, o Waze não respondeu quantos países disponbilizam a ferramenta. Também não informou se há estatísticas sobre locais com maior número de queixas e se os relatos são passados para a polícia.

    No último domingo (22), entre às 16h e às 18h30, a reportagem recebeu três alertas de risco de insegurança. Um deles na avenida Tiradentes, no centro, proximo ao batalhão da Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar), a tropa de elite da Polícia Militar.

    Os outros foram na avenida 23 de maio, sentido bairro-centro. Um deles foi dado na zona sul, próximo ao aeroporto de Congonhas. O outro, nas imediações do terminal Bandeira, no centro.

    No caso da zona sul, apesar de ser no começo da noite de um domingo, quando a lentidão é menor, havia congestionamento na 23 de Maio, via com incidência da ação de gangues de quebra-vidro, que aproveitam o trânsito parado para estourar janelas de veículos e roubar celular.

    Para Rafael Alcadipani, professor da FGV (Fundação Getulio Vargas) e integrante do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, como o Waze é uma plataforma colaborativa usada por muitas pessoas, o alerta pode servir de ajuda no combate ao crime de oportunidade, ou seja, de quem aproveita o trânsito parado.

    “À medida em que as pessoas estão atentas de que há ladrões ali, pode-se dar menos oportunidade ao criminoso”, afirma.

    Mas, segundo ele, é importante que a polícia tenha acesso aos dados para que possa atuar. “O Copom [Centro de Operações da Polícia Militar] deve ser avisado, porque as pessoas podem fazer o alerta de ladrões pelo Waze e não ligar para o telefone 190 [da PM].”

    “É importante que não sirva apenas para ficar no mapa, mas que gere ações de governos, da polícia e da Secretaria da Segurança Pública. Que proporcione uma colaboração entre eles.”, diz.

    Em nota, a SSP (Secretaria da Segurança Pública) diz monitorar ferramentas digitais e ambientes virtuais continuamente como forma de combater todas as modalidades criminais. Mas não respondeu se tem parceria com om aplicativo de GPS para acessar os dados reportados por usuários.

    “As forças de segurança atuam de forma integrada em São Paulo no enfrentamento às ações criminosas, incluindo os casos conhecidos como ‘quebra-vidro’, com operações permanentes, intensificação da fiscalização de veículos e reforço do policiamento em vias de grande circulação e de maior incidência de crimes”, diz a pasta.

    Desde 2023, o governo paulista afirma que as ações já resultaram em mais de 50 mil prisões em todo o estado, além da apreensão de armas.

    Na última sexta-feira (20), diz a SSP, a Polícia Militar prendeu quatro suspeitos de roubo na zona oeste da capital, que foram reconhecidos por uma vítima.

    “O trabalho policial também reduziu em 19,8% os roubos em geral e 2,70% os casos de furtos, na capital, em janeiro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior”, afirma trecho da nota. “No mesmo intervalo, 3.869 infratores foram presos ou apreendidos e 242 armas de fogo foram retiradas de circulação, representando um aumento de 11% nas apreensões.”

    A secretaria orienta que todas as ocorrências criminais sejam comunicadas por meio do telefone 190 ou pelo registro de boletim de ocorrência, que pode ser feito pela Delegacia Eletrônica ou presencialmente em qualquer unidade policial. “A formalização é essencial para direcionar o policiamento e as investigações.”

    COMO FAZER O ALERTA

    Waze
    – abra o aplicativo no celular
    – clique em configurações
    – vá em “Lembretes e Alertas”
    – ou clique no triângulo amarelo no mapa com um sinal de +
    – ache o ícone com o rosto de uma pessoa de toca e mascarada com a palavara “insegurança” abaixo e clique
    – confirme que você não se sente seguro no local e dispare o alerta

    Alerta do aplicativo Waze contra ladrões no trânsito se expande pelo Brasil

  • Aluno de 15 anos mata duas professoras a tiros em escola no México

    Aluno de 15 anos mata duas professoras a tiros em escola no México

    Ataque ocorreu após o adolescente ser impedido de entrar na sala por atraso. Jovem foi apreendido, e autoridades investigam o caso. Episódio chama atenção por ocorrer em ambiente escolar, onde esse tipo de violência não é comum no país.

    Um adolescente de 15 anos matou a tiros duas professoras em uma escola privada no estado de Michoacán, no oeste do México.

    Segundo veículos da imprensa latino-americana, com base em informações do Departamento de Segurança Pública local, o jovem, aluno da Escola Makarenko, utilizou um fuzil de assalto durante o ataque.

    O crime teria ocorrido após o estudante ser impedido de entrar na sala de aula por ter chegado atrasado.

    As autoridades informaram que as duas vítimas foram encontradas com múltiplos ferimentos. O suspeito foi apreendido.

    Em publicação na rede social X, o governador de Michoacán, Alfredo Ramírez Bedolla, lamentou o ocorrido e identificou as vítimas como professoras da instituição.

    “Enquanto sociedade, este incidente deve nos levar a refletir sobre a atenção e a educação que damos aos adolescentes para garantir um bom futuro”, escreveu.

    .

    Nas redes sociais, circulam diversas imagens em que o adolescente aparece segurando armas. Também há vídeos da detenção, mas as imagens não serão divulgadas. 

    O estado de Michoacán é considerado um dos mais violentos do México, com forte presença de atividades criminosas e histórico de recrutamento por grupos ligados ao narcotráfico.

    Apesar dos altos índices de violência no país, geralmente associados ao crime organizado, ataques a tiros em escolas não são comuns.

     

    Aluno de 15 anos mata duas professoras a tiros em escola no México

  • Alonso vira pai pela primeira vez e falta a compromisso na Fórmula 1

    Alonso vira pai pela primeira vez e falta a compromisso na Fórmula 1

    Fernando Alonso e Melissa Jiménez celebraram o nascimento do primeiro filho do casal. O bebê é o primeiro do piloto de Fórmula 1, de 44 anos, e o quarto da jornalista espanhola, de 38.

    A suspeita de que o nascimento estava próximo surgiu após a equipe Aston Martin anunciar que Alonso chegaria mais tarde a Suzuka, onde acontece o Grande Prêmio do Japão de 2026, marcado para o dia 29 de março.

    O piloto também não participou da coletiva de imprensa do evento. Na ocasião, a equipe informou que a ausência era por “motivos familiares pessoais”.

    Em comunicado, a Aston Martin garantiu que “está tudo bem” com Alonso e que ele estaria presente no circuito a tempo dos treinos livres de sexta-feira.

    O nascimento foi confirmado posteriormente pela BBC Sport, esclarecendo os motivos da ausência do piloto.

    A gravidez havia sido confirmada em dezembro do ano passado, após semanas de especulação. Os rumores começaram quando Melissa deixou de aparecer nas corridas de Fórmula 1, onde costumava marcar presença por conta da sua atuação como jornalista esportiva.

    “Eles estão muito felizes”, afirmou uma fonte próxima ao casal à revista espanhola Hola! na época.

    Relacionamentos anteriores

    Fernando Alonso foi casado entre 2006 e 2011 com a cantora Raquel del Rosario, vocalista da banda El Sueño de Morfeo. Anos depois, teve um relacionamento com a apresentadora Lara Álvarez, que chegou ao fim em 2016.

    Antes de iniciar o romance com Melissa, o piloto manteve um relacionamento de cinco anos com a modelo italiana Linda Morselli.

    Já Melissa Jiménez é mãe de três filhos, Gala, Abril e Max, do relacionamento com o jogador espanhol Marc Bartra. O casal se separou em 2022. Depois disso, a jornalista também teve um breve relacionamento com o humorista Dani Martínez.

    Durante a entrevista, o brother se divertiu ao ver que, nas três situações, as mulheres morderam seu beiço e reiterou que não pensa em ter um relacionamento com nenhuma delas fora da casa

    Folhapress | 09:10 – 25/03/2026

     
     

    Alonso vira pai pela primeira vez e falta a compromisso na Fórmula 1