Autor: REDAÇÃO

  • EUA envia ao Irã plano de paz com 15 pontos para encerrar a guerra

    EUA envia ao Irã plano de paz com 15 pontos para encerrar a guerra

    Proposta com 15 pontos prevê fim do programa nuclear militar, abandono de apoio a grupos armados e abertura do Estreito de Ormuz. Em troca, Washington ofereceria suspensão de sanções e apoio ao programa nuclear civil iraniano.

    Os Estados Unidos apresentaram ao Irã um plano com 15 pontos para encerrar o conflito, que inclui exigências como a entrega de todo o combustível nuclear enriquecido e a manutenção do Estreito de Ormuz aberto. A informação foi divulgada por veículos como o New York Times e o canal israelense Channel 12.

    Segundo as reportagens, a proposta foi enviada ao governo iraniano por meio do Paquistão, país que mantém relações diplomáticas com ambos os lados.

    De acordo com fontes ouvidas pelo Channel 12, os negociadores americanos, o enviado especial Steve Witkoff e Jared Kushner, genro de Donald Trump, sugerem um cessar-fogo de um mês, período em que o Irã avaliaria os termos apresentados.

    Os primeiros pontos do plano tratam do programa nuclear iraniano. Entre as exigências estão a renúncia ao desenvolvimento de armas nucleares, a entrega de todo o urânio enriquecido em uma data acordada e o desmantelamento de instalações nucleares consideradas estratégicas.

    O documento também prevê que o Irã interrompa o apoio a grupos armados na região, como Hezbollah e Hamas, além de impor limites à quantidade de mísseis e ao alcance desses armamentos.

    Outro ponto central é a garantia de que o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, permaneça aberto à navegação internacional.

    Em contrapartida, o plano prevê o fim das sanções internacionais contra o Irã e apoio ao desenvolvimento de seu programa nuclear para fins civis.

    A Casa Branca e o Departamento de Estado não confirmaram oficialmente o conteúdo das propostas.

    O plano não menciona mudança de regime no Irã, alvo de ataques militares de Estados Unidos e Israel desde 28 de fevereiro.

    Paralelamente, a Organização Marítima Internacional informou ter recebido garantias do Irã de que embarcações “não hostis” poderão atravessar o Estreito de Ormuz com segurança, desde que respeitem as normas vigentes.

    “Os navios não hostis podem, desde que não participem em atos de agressão contra o Irã nem os apoiem e que cumpram integralmente as regras de segurança e proteção em vigor, beneficiar de uma passagem segura pelo Estreito de Ormuz”, diz o documento divulgado pelo governo iraniano.

    O conflito teve início após ataques coordenados de Estados Unidos e Israel contra o território iraniano, justificados pela falta de avanços nas negociações sobre o programa nuclear de Teerã.

    Em resposta, o Irã fechou o Estreito de Ormuz e lançou ofensivas contra Israel, bases americanas e infraestruturas em países do Oriente Médio.

    Desde então, o número de mortos segue em disputa. Autoridades iranianas falam em mais de 1.300 vítimas, enquanto a organização HRANA estima mais de 3.200 mortos, incluindo civis, militares e pessoas não identificadas.

    EUA envia ao Irã plano de paz com 15 pontos para encerrar a guerra

  • TSE condena Cláudio Castro por 5 a 2 e torna ex-governador inelegível

    TSE condena Cláudio Castro por 5 a 2 e torna ex-governador inelegível

    TSE forma maioria e condena ex-governador por abuso de poder nas eleições de 2022. Decisão torna Castro inelegível por oito anos e pode afetar planos políticos, enquanto defesa contesta provas e promete recorrer da sentença

    (CBS NEWS) – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, nesta terça-feira (24), condenar o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) à inelegibilidade por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

    Os ministros Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha e Cármen Lúcia acompanharam os votos de Isabel Gallotti e Antônio Carlos, formando maioria de cinco votos pela condenação.

    O ministro Kassio Nunes Marques votou pela absolvição de Castro, ao entender que não houve comprovação de impacto no resultado da eleição. Já André Mendonça reconheceu que houve benefícios eleitorais, mas afirmou que não ficou comprovada a participação direta do ex-governador nas irregularidades.

    No caso do presidente afastado da Alerj, Rodrigo Bacellar (União Brasil), Mendonça votou pela condenação, resultando em placar de 6 a 1.

    Em nota, Castro afirmou que recebeu a decisão “com grande inconformismo”. “Reitero meu absoluto respeito aos ministros do TSE e ao devido processo legal, mas é importante dizer que todas as acusações se referem a fatos anteriores ao período eleitoral de 2022 e não tiveram qualquer influência na expressiva votação que recebi”, declarou.

    A condenação, que torna Castro inelegível por oito anos a partir de 2022, pode afetar seus planos de disputar o Senado. Aliados afirmam que ele deve recorrer da decisão.

    O ex-governador renunciou ao cargo na segunda-feira (23), véspera da retomada do julgamento, para evitar a cassação. A medida permitiu a realização de eleição indireta para o mandato-tampão até o fim do ano.

    A ministra Cármen Lúcia criticou a renúncia. “Tem sido recorrente no Rio de Janeiro governantes que não concluem seus mandatos ou deixam o cargo às vésperas de julgamentos, justamente quando estão sendo analisadas práticas contrárias à Constituição, na minha compreensão”, afirmou.

    Em seu voto, Mendonça disse que votaria pela cassação, mas deixou de aplicar a penalidade devido à renúncia. “Embora tenha colhido dividendos eleitorais, o que justificaria a cassação caso não tivesse havido a renúncia, não se aplica aqui a sanção de inelegibilidade por insuficiência de provas sobre sua participação direta nas condutas ilícitas”, disse.

    A ação tem origem no chamado escândalo da “folha secreta de pagamento”, revelado em 2022, que envolveu o uso da Uerj e da Fundação Ceperj para pagamentos em dinheiro vivo a funcionários de projetos sociais, sem transparência.

    Segundo o Ministério Público do Rio, foram sacados cerca de R$ 248 milhões em agências bancárias por milhares de pessoas ligadas ao suposto esquema.

    O caso gerou duas ações eleitorais, uma movida pela campanha de Marcelo Freixo (PT) e outra pela Procuradoria Eleitoral. Castro havia sido absolvido pelo TRE-RJ em maio de 2024, por 4 votos a 3, mas o Ministério Público recorreu ao TSE.

    Durante o julgamento, Kassio afirmou que não há provas suficientes para condenação. “É extremo de dúvida que as cifras envolvidas neste caso são superlativas. No entanto, os elementos existentes não alcançam o grau de certeza necessário para aplicar sanções tão severas”, declarou.

    Floriano rebateu e defendeu que a comprovação de impacto no resultado não é necessária. “O abuso é ilícito em si. Independe da obtenção de resultado eleitoral. Já se decidiu nesta corte que a margem de votos do vencedor não afasta a caracterização de abuso”, afirmou.

    Kassio também classificou como “relatos pontuais” os depoimentos que apontaram uso eleitoreiro de programas sociais e reiterou que não há prova suficiente de que a reeleição de Castro tenha ocorrido em razão do esquema.

    TSE condena Cláudio Castro por 5 a 2 e torna ex-governador inelegível

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Kim Kardashian e Lewis Hamilton viajam juntos com filhos e agitam rumores

    Kim Kardashian e Lewis Hamilton viajam juntos com filhos e agitam rumores

    Casal foi visto em Tóquio ao lado da família e reforça especulações sobre relacionamento. Segundo fonte, empresária está “muito envolvida”, e os dois seguem próximos mesmo com agendas cheias.

    Lewis Hamilton e Kim Kardashian viajaram juntos para Tóquio acompanhados dos filhos mais novos da empresária. A informação foi confirmada à revista People por uma fonte próxima.

    Na viagem, Kim esteve com os filhos Saint, Chicago e Psalm. Também participaram do passeio Khloé Kardashian e seus filhos, True e Tatum.

    A presença do grupo no Japão ganhou repercussão após Kim e Hamilton serem vistos juntos em Tóquio, reforçando rumores sobre o relacionamento entre os dois.

    Segundo uma fonte ouvida pela People, a relação tem se tornado cada vez mais próxima. “Ele é um homem tranquilo e com muita energia. A família dela gosta dele e a Kim está muito envolvida. Os dois estão ocupados com suas carreiras, mas estão juntos sempre que é possível. É mais do que uma simples ligação. É preciso muito para conquistar o interesse da Kim e ela definitivamente está envolvida”, afirmou. | İDDİA
    Lewis Hamilton ve Kim Kardashian, Suzuka’da gelinlik mağazasından ayrılırken görüldü.
    ️: Glorymagazines

     

    Kim Kardashian, de 45 anos, e Lewis Hamilton, de 41, já haviam sido vistos juntos em outras ocasiões recentes. Em fevereiro, por exemplo, os dois estiveram no Super Bowl, onde foram flagrados em um camarote do estádio, chamando a atenção do público e da imprensa internacional.

    Kim Kardashian e Lewis Hamilton viajam juntos com filhos e agitam rumores

  • Salah anuncia saída do Liverpool após nove anos e emociona torcida

    Salah anuncia saída do Liverpool após nove anos e emociona torcida

    Mohamed Salah confirmou, nesta terça-feira, que deixará o Liverpool ao fim da atual temporada. O atacante egípcio, de 33 anos, publicou um vídeo nas redes sociais anunciando a saída após nove anos no clube inglês.

    Com contrato próximo do fim, Salah se despede de Anfield Road após uma trajetória marcada por títulos e forte identificação com o clube e a torcida.

    “Infelizmente, o dia chegou. Esta é a primeira parte da minha despedida. Vou deixar o Liverpool no final da temporada. Queria começar por dizer que nunca imaginei o quanto este clube, esta cidade e estas pessoas se tornariam parte da minha vida. Liverpool não é apenas um clube de futebol, é uma paixão, é história, é um espírito. Não consigo explicar isso para quem não faz parte daqui”, declarou.

    O jogador também relembrou os momentos vividos durante sua passagem. “Celebramos vitórias, conquistamos os maiores troféus e lutamos juntos nos momentos mais difíceis”, disse.

    Salah destacou ainda o apoio recebido ao longo dos anos. “O apoio que vocês me deram no melhor momento da minha carreira e também nos mais difíceis é algo que nunca vou esquecer. Vou guardar isso para o resto da minha vida. Sair nunca é fácil. Vocês me deram os melhores anos da minha vida. Vou ser para sempre um de vocês. Este clube será sempre a minha casa. Obrigado. Por cada um de vocês, eu ‘nunca caminharei sozinho’”, completou.

    O destino do atacante deve ser o futebol da Arábia Saudita, para onde vem sendo ligado nos últimos meses. O Al-Ittihad, comandado pelo técnico português Sérgio Conceição, aparece como principal candidato a contratar o jogador.

    Durante sua passagem pelo Liverpool, Salah conquistou títulos importantes, incluindo a Liga dos Campeões, o Mundial de Clubes, a Supercopa da Europa, duas edições da Premier League, além de copas nacionais.

    Confira o vídeo:

    Mohamed Salah, jogador do Liverpool, pode estar perto de deixar o clube no final da temporada, com a imprensa internacional a indicar que o Al Ittihad, clube da Arábia Saudita comandado pelo treinador português Sérgio Conceição, está em negociações com o jogador egípcio.

    Davide Rodrigues Araújo | 18:55 – 10/02/2026

    Salah anuncia saída do Liverpool após nove anos e emociona torcida

  • Ataques devastam hospitais no Irã e deixam rastro de destruição

    Ataques devastam hospitais no Irã e deixam rastro de destruição

    Ofensiva de EUA e Israel já atingiu mais de 280 unidades de saúde, ambulâncias e centros de resgate. Conflito acumula milhares de mortos e destrói infraestrutura civil em larga escala, segundo autoridades iranianas e organizações independentes

    Mais de 280 unidades de saúde e 94 ambulâncias foram atingidas no Irã desde o início da ofensiva militar conduzida por Estados Unidos e Israel, iniciada em 28 de fevereiro. A informação foi divulgada nesta terça-feira pelo Crescente Vermelho iraniano.

    Segundo o presidente da entidade, Pirhossein Kolivand, ao todo mais de 82 mil infraestruturas civis já foram danificadas ou destruídas pelos bombardeios.

    Entre os alvos atingidos estão 281 instalações de saúde, incluindo hospitais, clínicas e farmácias, além de 17 centros do próprio Crescente Vermelho e dezenas de veículos de resgate.

    O número de mortos também segue em divergência. De acordo com autoridades iranianas, mais de 1.500 pessoas morreram desde o início da ofensiva. Já a organização Human Rights Activists in Iran estima que o total de vítimas fatais ultrapasse 3.000.

    O conflito começou em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel realizaram ataques coordenados contra o território iraniano.

    Desde então, o Irã respondeu com o lançamento de mísseis e drones contra Israel e alvos estratégicos na região, além de manter o bloqueio do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

    Ataques devastam hospitais no Irã e deixam rastro de destruição

  • IA será cobrada como luz e água, com pagamento por uso, diz CEO da OpenAI

    IA será cobrada como luz e água, com pagamento por uso, diz CEO da OpenAI

    Sam Altman afirma que tecnologia deve se tornar um serviço básico do dia a dia, com cobrança conforme o consumo. Ele também rebate críticas sobre gasto de energia e compara uso da IA ao custo de formar um ser humano

    O cofundador e CEO da OpenAI, Sam Altman, participou recentemente da conferência BlackRock Infrastructure Summit, em Washington, D.C., nos Estados Unidos, onde apresentou sua visão sobre o futuro da inteligência artificial.

    Segundo Altman, a tendência é que a tecnologia passe a ser tratada como um serviço essencial, semelhante à eletricidade ou à água, com cobrança baseada no consumo. “Vemos um futuro em que a Inteligência Artificial é um serviço como eletricidade ou água, e as pessoas compram de nós por meio de um medidor e utilizam como quiserem”, afirmou, de acordo com o Business Insider.

    Ele explicou que esse modelo de cobrança será baseado em “tokens”, unidades que medem a quantidade de dados processados sempre que um usuário interage com ferramentas como o ChatGPT.

    Altman também comentou sobre o debate em torno do consumo de energia pela inteligência artificial, durante participação em um evento realizado em Nova Délhi, na Índia. Para ele, é legítima a preocupação com o gasto energético, mas o tema precisa ser analisado de forma mais ampla. “É justo estar preocupado com o consumo de energia dos modelos de Inteligência Artificial”, disse, defendendo que o mundo acelere a transição para fontes como energia nuclear, eólica e solar.

    No entanto, o executivo criticou o que considera uma visão desequilibrada sobre o tema. “Também é necessária muita energia para treinar um humano”, afirmou. “Leva cerca de 20 anos de vida e toda a comida que você consome nesse período antes de se tornar inteligente. E não só isso, foi necessária a evolução de cerca de 100 bilhões de pessoas que já viveram, que aprenderam a não serem devoradas por predadores e a entender ciência e muitas outras coisas, para que você se tornasse quem é hoje”, completou.
     
     

    IA será cobrada como luz e água, com pagamento por uso, diz CEO da OpenAI

  • China pressiona por paz e cobra diálogo imediato no conflito com o Irã

    China pressiona por paz e cobra diálogo imediato no conflito com o Irã

    Em ligação com chanceler iraniano, Wang Yi defende negociações urgentes e critica uso da força. Pequim reforça apoio à soberania dos países, pede cessar-fogo e alerta para riscos ao comércio global, especialmente no Estreito de Ormuz

    O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, defendeu a retomada do diálogo para encerrar a guerra envolvendo o Irã e iniciar negociações de paz “o mais rapidamente possível”. O posicionamento foi feito durante uma conversa telefônica com o chanceler iraniano, Abbas Araghchi.

    Segundo a agência estatal chinesa Xinhua, Araghchi atualizou Pequim sobre os desdobramentos mais recentes do conflito durante a ligação, realizada na terça-feira.

    Wang Yi afirmou que todas as questões devem ser resolvidas por meio do diálogo e da negociação, e não pelo uso da força. “Isso atende aos interesses do Irã e do seu povo e reflete o desejo comum da comunidade internacional”, declarou.

    O chanceler chinês também destacou que o país manterá uma postura “objetiva e imparcial”, defendendo o cessar-fogo, a paz e o respeito à soberania das nações. Ele reiterou a oposição da China a qualquer “violação da soberania” de outros países.

    Por sua vez, Araghchi agradeceu o apoio humanitário oferecido pela China e afirmou que a população iraniana está “mais unida na resistência à agressão estrangeira e na defesa da independência e soberania do país”.

    O representante iraniano ressaltou ainda que Teerã busca o fim definitivo do conflito, e não apenas uma trégua temporária. Ele também afirmou que o Estreito de Ormuz segue “aberto a todos”, garantindo a passagem segura de navios, exceto os de países em guerra com o Irã.

    Esta foi a segunda conversa entre os dois chanceleres desde o início da guerra, no fim de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o território iraniano, seguidos por ofensivas de resposta por parte de Teerã na região do Golfo.

    O contato ocorre após a missão do enviado especial da China para o Oriente Médio, Zhai Jun, que visitou países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Kuwait, Catar e Egito, além de manter diálogo com o Conselho de Cooperação do Golfo e a Liga Árabe.

    Principal parceiro comercial do Irã e maior comprador de seu petróleo, a China tem condenado os ataques ao país, ao mesmo tempo em que defende o respeito à soberania das nações do Golfo, com as quais mantém relações próximas.

    Pequim também reforçou a necessidade de garantir a segurança das rotas marítimas, especialmente porque cerca de 45% do petróleo importado pelo país passa pelo Estreito de Ormuz.
     
     

    China pressiona por paz e cobra diálogo imediato no conflito com o Irã

  • BBB 26: Jonas é eliminado com 53,48% da média dos votos

    BBB 26: Jonas é eliminado com 53,48% da média dos votos

    Participante disputava a preferência do público com Juliano Floss e Gabriela Saporito; Jonas entrou na edição 26 do programa no grupo de veteranos

    Na noite desta terça-feira (24), Jonas Sulzbach foi eliminado no Paredão da 26ª edição do Big Brother Brasil. O brother deixou a casa após receber 53,48% da média dos votos.

    Jonas disputava a preferência do público com Juliano Floss e Gabriela Saporito, que ficaram com 43,49% e 03,03% da média, respectivamente.

    O brother foi o mais votado pela casa na votação do último domingo (22), participou da Prova Bate e Volta, no qual Jordava venceu e deixou o Paredão.

    Trajetória

     

    Jonas entrou  no BBB 26 como veterano e foi recordista de vitórias nas provas para liderança da semana do reality, com quatro no total. O Brother teve grandes embates com Ana Paula Renault, Juliano Floss e Milena Moreira durante sua passagem no reality. A tragetória dele também ficou marcada pelo romance com as amigas Maxiane Rodrigues, Marciele Albuquerque e Jordana Morais.

    BBB 26: Jonas é eliminado com 53,48% da média dos votos

  • Equipe de Chappell Roan volta a negar responsabilidade por incidente com filha de Jude Law

    Equipe de Chappell Roan volta a negar responsabilidade por incidente com filha de Jude Law

    A equipe da cantora disse que Roan não tolera comportamento agressivo e que mantém padrões elevados para todos que trabalham com ela, após artista se envolver em confusão com uma fã

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A equipe da cantora Chappell Roan se pronunciou após a polêmica envolvendo um segurança que teria assustado Ada, filha de 11 anos do ator Jude Law, durante um encontro em um hotel em São Paulo. Em nova declaração ao site americano Page Six, um porta-voz da artista negou responsabilidade pelo episódio e afirmou que a cantora não teve qualquer contato com a criança ou sua mãe.

    Segundo comunicado enviado à imprensa, a equipe da cantora disse que Roan não tolera comportamento agressivo e que mantém padrões elevados para todos que trabalham com ela. “Chappell não tinha conhecimento de nenhuma interação entre essa mãe e filha e um escritório de segurança terceirizado”, afirmou a nota.

    Em vídeo publicado nas redes sociais, Roan reforçou que não viu a menina no momento do ocorrido e disse que não odeia crianças, acrescentando que Ada não merecia passar pela situação. De acordo com o jogador Jorginho Frello, padrasto da menina e responsável por trazer a situação à tona, Ada foi abordada por um segurança descrito como agressivo após apenas olhar e sorrir para a cantora, o que deixou a menina assustada e a fez chorar.

    A mãe da criança, Catherine Harding, contestou a versão da artista em outro vídeo e questionou a responsabilidade de celebridades sobre as atitudes de pessoas que atuam em seu nome. “Ele faria isso sem ter essa autoridade?”, perguntou, sugerindo que o comportamento do segurança refletiria, de alguma forma, a artista.

    A repercussão do caso levou a Roan a ser banida do evento Todo Mundo no Rio, no Rio de Janeiro, por decisão do prefeito Eduardo Cavaliere.

    Equipe de Chappell Roan volta a negar responsabilidade por incidente com filha de Jude Law

  • Câmara cria lista suja do racismo no esporte e prevê punição a equipes por atos de torcedores

    Câmara cria lista suja do racismo no esporte e prevê punição a equipes por atos de torcedores

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (24) a criação da Lista Suja do Racismo no Esporte. O texto determina que sejam incluídos no cadastro entidades de prática esportiva que tenham sido condenadas por atos racistas praticados por seus torcedores, atletas, membros de comissão técnica ou dirigentes durante eventos esportivos. A proposta segue para análise do Senado Federal.

    O texto determina que o nome da organização será incluído após condenação transitada em julgado em processo judicial e permanecerá inscrito no cadastro por dois anos.

    A exclusão da lista em prazo menor poderá ocorrer se a entidade comprovar a realização de ações específicas de combate às condutas racistas em eventos esportivos.

    O projeto determina ainda que, durante o período de inscrição, a entidade esportiva ficará impossibilitada de celebrar contrato com o poder público e de receber patrocínios ou benefícios fiscais.

    A medida é semelhante à lista suja do trabalho escravo, que expõe nomes de pessoas e empresas flagradas mantendo funcionários em trabalho análogo ao de escravo e prejudica o acesso ao financiamento público.

    O texto original é de autoria do deputado Bandeira de Mello (PSB-RJ), mas o projeto foi modificado durante a tramitação na Comissão do Esporte. A primeira versão se restringia ao futebol, mas a relatora na comissão, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), ampliou o projeto de forma a incluir qualquer entidade de prática esportiva.

    O projeto foi aprovado de forma simbólica pelos deputados, que é utilizada quando há acordo sobre o texto.

    Durante a discussão do texto, parlamentares citaram os casos de racismo sofridos pelo atacante Vinicius Junior, que se tornaram comuns nos gramados europeus. O brasileiro já abriu mais de duas dezenas de processos junto à Justiça espanhola, e dois deles resultaram em condenações.

    Em meados de fevereiro, em jogo entre o Benfica e o Real Madrid, o atacante acusou o jogador argentino Gianluca Prestianni de ter proferido ofensas racistas contra ele, o que levou à interrupção do jogo por cerca de dez minutos. O atacante foi posteriormente suspenso pela Uefa, entidade que dirige o futebol europeu.

    Apenas um trecho foi alvo de discordância pelos parlamentares: a inclusão da punição às equipes a partir de atos racistas de torcedores. O trecho foi analisado em separado pelos parlamentares após pedido do Novo.

    “Basta um torcedor para punir uma equipe toda que tem mais de 500 funcionários no clube?”, argumentou o deputado Luiz Lima (Novo-RJ).

    “Nós temos uma série de outras manifestações, manifestações em massa de torcidas de jogar bananas nas arquibancadas para os gramados. Essa é uma realidade. O que o cadastro realiza é elencar quais são as equipes que as suas torcidas devem zelar pelos seus clubes. Essa é a natureza educativa da matéria, a torcida tem que zelar para seu clube não constar numa lista dessas”, argumentou a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), que relatou o texto no plenário.

    O trecho foi mantido no texto por 295 votos a 120. Os partidos PL, Novo e Missão orientaram suas bancadas a votar contra o texto.

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    Folhapress | 20:48 – 24/03/2026

    Câmara cria lista suja do racismo no esporte e prevê punição a equipes por atos de torcedores