Autor: REDAÇÃO

  • IA será cobrada como luz e água, com pagamento por uso, diz CEO da OpenAI

    IA será cobrada como luz e água, com pagamento por uso, diz CEO da OpenAI

    Sam Altman afirma que tecnologia deve se tornar um serviço básico do dia a dia, com cobrança conforme o consumo. Ele também rebate críticas sobre gasto de energia e compara uso da IA ao custo de formar um ser humano

    O cofundador e CEO da OpenAI, Sam Altman, participou recentemente da conferência BlackRock Infrastructure Summit, em Washington, D.C., nos Estados Unidos, onde apresentou sua visão sobre o futuro da inteligência artificial.

    Segundo Altman, a tendência é que a tecnologia passe a ser tratada como um serviço essencial, semelhante à eletricidade ou à água, com cobrança baseada no consumo. “Vemos um futuro em que a Inteligência Artificial é um serviço como eletricidade ou água, e as pessoas compram de nós por meio de um medidor e utilizam como quiserem”, afirmou, de acordo com o Business Insider.

    Ele explicou que esse modelo de cobrança será baseado em “tokens”, unidades que medem a quantidade de dados processados sempre que um usuário interage com ferramentas como o ChatGPT.

    Altman também comentou sobre o debate em torno do consumo de energia pela inteligência artificial, durante participação em um evento realizado em Nova Délhi, na Índia. Para ele, é legítima a preocupação com o gasto energético, mas o tema precisa ser analisado de forma mais ampla. “É justo estar preocupado com o consumo de energia dos modelos de Inteligência Artificial”, disse, defendendo que o mundo acelere a transição para fontes como energia nuclear, eólica e solar.

    No entanto, o executivo criticou o que considera uma visão desequilibrada sobre o tema. “Também é necessária muita energia para treinar um humano”, afirmou. “Leva cerca de 20 anos de vida e toda a comida que você consome nesse período antes de se tornar inteligente. E não só isso, foi necessária a evolução de cerca de 100 bilhões de pessoas que já viveram, que aprenderam a não serem devoradas por predadores e a entender ciência e muitas outras coisas, para que você se tornasse quem é hoje”, completou.
     
     

    IA será cobrada como luz e água, com pagamento por uso, diz CEO da OpenAI

  • China pressiona por paz e cobra diálogo imediato no conflito com o Irã

    China pressiona por paz e cobra diálogo imediato no conflito com o Irã

    Em ligação com chanceler iraniano, Wang Yi defende negociações urgentes e critica uso da força. Pequim reforça apoio à soberania dos países, pede cessar-fogo e alerta para riscos ao comércio global, especialmente no Estreito de Ormuz

    O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, defendeu a retomada do diálogo para encerrar a guerra envolvendo o Irã e iniciar negociações de paz “o mais rapidamente possível”. O posicionamento foi feito durante uma conversa telefônica com o chanceler iraniano, Abbas Araghchi.

    Segundo a agência estatal chinesa Xinhua, Araghchi atualizou Pequim sobre os desdobramentos mais recentes do conflito durante a ligação, realizada na terça-feira.

    Wang Yi afirmou que todas as questões devem ser resolvidas por meio do diálogo e da negociação, e não pelo uso da força. “Isso atende aos interesses do Irã e do seu povo e reflete o desejo comum da comunidade internacional”, declarou.

    O chanceler chinês também destacou que o país manterá uma postura “objetiva e imparcial”, defendendo o cessar-fogo, a paz e o respeito à soberania das nações. Ele reiterou a oposição da China a qualquer “violação da soberania” de outros países.

    Por sua vez, Araghchi agradeceu o apoio humanitário oferecido pela China e afirmou que a população iraniana está “mais unida na resistência à agressão estrangeira e na defesa da independência e soberania do país”.

    O representante iraniano ressaltou ainda que Teerã busca o fim definitivo do conflito, e não apenas uma trégua temporária. Ele também afirmou que o Estreito de Ormuz segue “aberto a todos”, garantindo a passagem segura de navios, exceto os de países em guerra com o Irã.

    Esta foi a segunda conversa entre os dois chanceleres desde o início da guerra, no fim de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o território iraniano, seguidos por ofensivas de resposta por parte de Teerã na região do Golfo.

    O contato ocorre após a missão do enviado especial da China para o Oriente Médio, Zhai Jun, que visitou países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Kuwait, Catar e Egito, além de manter diálogo com o Conselho de Cooperação do Golfo e a Liga Árabe.

    Principal parceiro comercial do Irã e maior comprador de seu petróleo, a China tem condenado os ataques ao país, ao mesmo tempo em que defende o respeito à soberania das nações do Golfo, com as quais mantém relações próximas.

    Pequim também reforçou a necessidade de garantir a segurança das rotas marítimas, especialmente porque cerca de 45% do petróleo importado pelo país passa pelo Estreito de Ormuz.
     
     

    China pressiona por paz e cobra diálogo imediato no conflito com o Irã

  • BBB 26: Jonas é eliminado com 53,48% da média dos votos

    BBB 26: Jonas é eliminado com 53,48% da média dos votos

    Participante disputava a preferência do público com Juliano Floss e Gabriela Saporito; Jonas entrou na edição 26 do programa no grupo de veteranos

    Na noite desta terça-feira (24), Jonas Sulzbach foi eliminado no Paredão da 26ª edição do Big Brother Brasil. O brother deixou a casa após receber 53,48% da média dos votos.

    Jonas disputava a preferência do público com Juliano Floss e Gabriela Saporito, que ficaram com 43,49% e 03,03% da média, respectivamente.

    O brother foi o mais votado pela casa na votação do último domingo (22), participou da Prova Bate e Volta, no qual Jordava venceu e deixou o Paredão.

    Trajetória

     

    Jonas entrou  no BBB 26 como veterano e foi recordista de vitórias nas provas para liderança da semana do reality, com quatro no total. O Brother teve grandes embates com Ana Paula Renault, Juliano Floss e Milena Moreira durante sua passagem no reality. A tragetória dele também ficou marcada pelo romance com as amigas Maxiane Rodrigues, Marciele Albuquerque e Jordana Morais.

    BBB 26: Jonas é eliminado com 53,48% da média dos votos

  • Equipe de Chappell Roan volta a negar responsabilidade por incidente com filha de Jude Law

    Equipe de Chappell Roan volta a negar responsabilidade por incidente com filha de Jude Law

    A equipe da cantora disse que Roan não tolera comportamento agressivo e que mantém padrões elevados para todos que trabalham com ela, após artista se envolver em confusão com uma fã

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A equipe da cantora Chappell Roan se pronunciou após a polêmica envolvendo um segurança que teria assustado Ada, filha de 11 anos do ator Jude Law, durante um encontro em um hotel em São Paulo. Em nova declaração ao site americano Page Six, um porta-voz da artista negou responsabilidade pelo episódio e afirmou que a cantora não teve qualquer contato com a criança ou sua mãe.

    Segundo comunicado enviado à imprensa, a equipe da cantora disse que Roan não tolera comportamento agressivo e que mantém padrões elevados para todos que trabalham com ela. “Chappell não tinha conhecimento de nenhuma interação entre essa mãe e filha e um escritório de segurança terceirizado”, afirmou a nota.

    Em vídeo publicado nas redes sociais, Roan reforçou que não viu a menina no momento do ocorrido e disse que não odeia crianças, acrescentando que Ada não merecia passar pela situação. De acordo com o jogador Jorginho Frello, padrasto da menina e responsável por trazer a situação à tona, Ada foi abordada por um segurança descrito como agressivo após apenas olhar e sorrir para a cantora, o que deixou a menina assustada e a fez chorar.

    A mãe da criança, Catherine Harding, contestou a versão da artista em outro vídeo e questionou a responsabilidade de celebridades sobre as atitudes de pessoas que atuam em seu nome. “Ele faria isso sem ter essa autoridade?”, perguntou, sugerindo que o comportamento do segurança refletiria, de alguma forma, a artista.

    A repercussão do caso levou a Roan a ser banida do evento Todo Mundo no Rio, no Rio de Janeiro, por decisão do prefeito Eduardo Cavaliere.

    Equipe de Chappell Roan volta a negar responsabilidade por incidente com filha de Jude Law

  • Câmara cria lista suja do racismo no esporte e prevê punição a equipes por atos de torcedores

    Câmara cria lista suja do racismo no esporte e prevê punição a equipes por atos de torcedores

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (24) a criação da Lista Suja do Racismo no Esporte. O texto determina que sejam incluídos no cadastro entidades de prática esportiva que tenham sido condenadas por atos racistas praticados por seus torcedores, atletas, membros de comissão técnica ou dirigentes durante eventos esportivos. A proposta segue para análise do Senado Federal.

    O texto determina que o nome da organização será incluído após condenação transitada em julgado em processo judicial e permanecerá inscrito no cadastro por dois anos.

    A exclusão da lista em prazo menor poderá ocorrer se a entidade comprovar a realização de ações específicas de combate às condutas racistas em eventos esportivos.

    O projeto determina ainda que, durante o período de inscrição, a entidade esportiva ficará impossibilitada de celebrar contrato com o poder público e de receber patrocínios ou benefícios fiscais.

    A medida é semelhante à lista suja do trabalho escravo, que expõe nomes de pessoas e empresas flagradas mantendo funcionários em trabalho análogo ao de escravo e prejudica o acesso ao financiamento público.

    O texto original é de autoria do deputado Bandeira de Mello (PSB-RJ), mas o projeto foi modificado durante a tramitação na Comissão do Esporte. A primeira versão se restringia ao futebol, mas a relatora na comissão, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), ampliou o projeto de forma a incluir qualquer entidade de prática esportiva.

    O projeto foi aprovado de forma simbólica pelos deputados, que é utilizada quando há acordo sobre o texto.

    Durante a discussão do texto, parlamentares citaram os casos de racismo sofridos pelo atacante Vinicius Junior, que se tornaram comuns nos gramados europeus. O brasileiro já abriu mais de duas dezenas de processos junto à Justiça espanhola, e dois deles resultaram em condenações.

    Em meados de fevereiro, em jogo entre o Benfica e o Real Madrid, o atacante acusou o jogador argentino Gianluca Prestianni de ter proferido ofensas racistas contra ele, o que levou à interrupção do jogo por cerca de dez minutos. O atacante foi posteriormente suspenso pela Uefa, entidade que dirige o futebol europeu.

    Apenas um trecho foi alvo de discordância pelos parlamentares: a inclusão da punição às equipes a partir de atos racistas de torcedores. O trecho foi analisado em separado pelos parlamentares após pedido do Novo.

    “Basta um torcedor para punir uma equipe toda que tem mais de 500 funcionários no clube?”, argumentou o deputado Luiz Lima (Novo-RJ).

    “Nós temos uma série de outras manifestações, manifestações em massa de torcidas de jogar bananas nas arquibancadas para os gramados. Essa é uma realidade. O que o cadastro realiza é elencar quais são as equipes que as suas torcidas devem zelar pelos seus clubes. Essa é a natureza educativa da matéria, a torcida tem que zelar para seu clube não constar numa lista dessas”, argumentou a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), que relatou o texto no plenário.

    O trecho foi mantido no texto por 295 votos a 120. Os partidos PL, Novo e Missão orientaram suas bancadas a votar contra o texto.

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    Folhapress | 20:48 – 24/03/2026

    Câmara cria lista suja do racismo no esporte e prevê punição a equipes por atos de torcedores

  • Michelle comemora prisão domiciliar de Bolsonaro, autorizada 1 dia após encontro com Moraes

    Michelle comemora prisão domiciliar de Bolsonaro, autorizada 1 dia após encontro com Moraes

    Ex-primeira-dama teve reunião com o ministro do STF para reforçar o pedido de transferência; Michelle Bolsonaro diz que ‘seguirá cuidando’ do marido durante cumprimento de pena em casa

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro comemorou nesta terça-feira (24) a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), de conceder a prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    “Obrigada, meu Deus!”, escreveu a presidente do PL Mulher em publicação nas redes sociais ao compartilhar a notícia, sem citar diretamente Moraes.

    O ministro do Supremo autorizou a transferência de Bolsonaro da Papudinha uma dia depois de a ex-primeira-dama reforçar a ele o pedido durante um encontro em seu gabinete, na sede do tribunal.

    Em outra postagem, Michelle Bolsonaro compartilhou uma foto de 15 de abril do ano passado em que ela faz massagem nos pés do ex-presidente, que, na ocasião, estava internado para se recuperar de uma cirurgia abdominal.

    Ela também afirmou que seguirá cuidando do marido. Atualmente, o ex-presidente está internado em um hospital em Brasília com um quadro de broncopneumonia bacteriana nos dois pulmões e não tem previsão de alta.

    “Sim, eu CELEBRO as pequenas vitórias. Não me detenho nos detalhes do processo. Sou esposa e mãe, e clamei muito a Deus para que nos ajudasse, para que ele pudesse ir para casa e receber o cuidado necessário. O amanhã pertence a Deus. A justiça e o juízo estão nas mãos Dele”, afirmou.

    “Antes de qualquer reação, lembremos: quem está longe de casa, longe da filha menor de idade e distante do próprio lar é ele”, completou, em referência à filha do casal, Laura.

    Principal afilhado político de Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também comemorou a prisão domiciliar. Segundo ele, “nada é mais justo” do que garantir que o ex-presidente “tenha assegurado o direito a um tratamento humano em um ambiente adequado à sua recuperação”.

    “Feliz em saber que o presidente Jair Bolsonaro finalmente poderá retornar para casa, onde terá a oportunidade de seguir seu tratamento cercado pelo cuidado e pelo carinho da sua família […] Seguimos em oração pela sua saúde e confiantes de que dias melhores virão”, escreveu no X (ex-Twitter).

    Michelle e Tarcísio integraram a ofensiva de aliados do ex-presidente para pressionar Moraes a conceder a prisão domiciliar. Também participaram o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a bancada bolsonarista no Congresso Nacional e ministros do STF.

    Um argumento utilizado por políticos e por outros ministros junto a Moraes foi o risco de que a eventual morte de Bolsonaro fosse encarada politicamente como responsabilidade do Supremo. Diante disso, pelo menos cinco magistrados da corte entendiam que deixar Bolsonaro cumprir a pena em casa seria de fato a melhor opção.

    Nesta segunda, Moraes decidiu que Jair Bolsonaro poderá cumprir em casa, em um condomínio em Brasília, por um prazo inicial de 90 dias. O ex-presidente terá de usar tornozeleira eletrônica e ficará proibido de usar as redes sociais ou de gravar áudios ou vídeos.

    Apesar da comemoração, aliados de Bolsonaro também criticaram medidas impostas por Moraes em sua decisão.

    O blogueiro Paulo Figueiredo, um dos denunciados sob acusação de tentativa de golpe de Estado, afirmou que a decisão tem como objetivo “garantir que Jair continue como refém e que qualquer tentativa de impeachment por parte dos bolsonaristas (e do Flávio) possa jogar o pai de volta à prisão assim que o prazo acabar” e impedir uma articulação política do ex-presidente.

    O pedido de prisão domiciliar vinha sendo feito pela defesa desde antes do cumprimento definitivo da pena por tentativa de golpe de Estado. A condenação de 27 anos e três meses de prisão, imposta pela Primeira Turma do STF, começou a ser cumprida em novembro passado, inicialmente na superintendência da PF (Polícia Federal) em Brasília e depois na Papudinha.

    Segundo a ordem de Moraes, o prazo de 90 dias vai começar a ser contado a partir de sua alta médica, “para fins de integral recuperação da broncopneumonia”. Transcorridos os três meses, “será reanalisada a presença dos requisitos necessários para a manutenção da prisão domiciliar humanitária, inclusive com perícia médica se houver necessidade.”

    Michelle comemora prisão domiciliar de Bolsonaro, autorizada 1 dia após encontro com Moraes

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  • Acordo Mercosul-UE valerá provisoriamente em maio, confirma governo

    Acordo Mercosul-UE valerá provisoriamente em maio, confirma governo

    Após mais de duas décadas de negociações, o acordo é considerado pelo governo um dos mais relevantes projetos de integração econômica do país. Decreto de promulgação está em fase avançada de tramitação

    O acordo provisório de comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) entrará em vigor em 1º de maio de 2026, confirmou o governo brasileiro nesta terça-feira (24). A aplicação ocorre após a conclusão dos trâmites internos e a troca formal de notificações entre as partes.

    Em nota conjunta, os Ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços  (Mdic), das Relações Exteriores e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informaram que, em 18 de março, o Brasil avisou à Comissão Europeia que concluiu o processo interno de ratificação do acordo.

    A resposta da União Europeia foi enviada em 24 de março, cumprindo as exigências previstas no texto para o início da vigência provisória. Na semana passada, o Congresso Nacional promulgou o acordo, mas faltam algumas formalidades. Segundo a nota conjunta, o decreto de promulgação, ato final que incorpora o tratado ao ordenamento jurídico, está em fase avançada de tramitação. Esse é o último passo para tornar o acordo obrigatório no país.

    Integração

    Após mais de duas décadas de negociações, o acordo é considerado pelo governo um dos mais relevantes projetos de integração econômica do país. A expectativa é ampliar o acesso de empresas brasileiras a um dos maiores mercados do mundo.

    “O governo brasileiro reafirma seu compromisso com a plena implementação do Acordo Provisório de Comércio e seguirá trabalhando, em estreita coordenação com os demais Estados-Partes do Mercosul e com a União Europeia, para que seus benefícios se traduzam em crescimento, geração de empregos e desenvolvimento sustentável”, destacou a nota oficial.

    Impactos

    Com a entrada em vigor, mesmo que provisória, o acordo prevê:

    • Redução gradual de tarifas
    • Eliminação de barreiras comerciais
    • Maior previsibilidade regulatória.

    A medida deve favorecer exportações, atrair investimentos e integrar o Brasil às cadeias globais de valor, além de ampliar a oferta de produtos europeus no mercado interno.

    Resistências

    Ontem (23), a UE tinha anunciado a aplicação provisória do acordo a partir de 1º de maio. Apesar do avanço, o acordo enfrenta resistência dentro da Europa.

    Países como a França, com apoio de nações como Polônia, Irlanda e Áustria, temem impactos negativos sobre o setor agrícola, diante da concorrência de produtos sul-americanos. O presidente francês, Emmanuel Macron, criticou a aceleração da aplicação provisória, enquanto agricultores e ambientalistas europeus também se opõem ao tratado.

    Por outro lado, países como Alemanha e Espanha apoiam o acordo por enxergarem oportunidades comerciais e estratégicas, como a diversificação de parceiros e acesso a recursos naturais.

    O texto ainda passa por análise no Tribunal de Justiça da União Europeia, o que pode atrasar a entrada em vigor definitiva, caso sejam identificadas incompatibilidades com as regras do bloco.

    Acordo Mercosul-UE valerá provisoriamente em maio, confirma governo

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  • Exame de Mbappé foi feito no joelho errado pelo Real Madrid, diz jornal

    Exame de Mbappé foi feito no joelho errado pelo Real Madrid, diz jornal

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Depois de um início de temporada excepcional, Kylian Mbappé desfalcou o Real Madrid em jogos importantes após um erro médico do clube, que examinou a perna errada do jogador durante uma ressonância magnética, segundo o site The Athletic, do The New York Times.

    O exame foi realizado no joelho direito, que não apresentava sinais de lesão nem queixas de dor, e o atacante acabou liberado para atuar normalmente.

    De acordo com a publicação, Mbappé já apresentava sinais de inflamação no joelho esquerdo, que de fato estava lesionado, mas seguiu em campo mesmo com desconforto.

    Os primeiros indícios do problema surgiram após a derrota por 2 a 0 para o Celta de Vigo, em 7 de dezembro, quando o francês sofreu uma pancada no joelho. A lesão o tirou do jogo seguinte, contra o Manchester City, pela Champions League, mas ele retornou pouco depois e atuou em três partidas ainda com dores.

    Foi apenas no fim de dezembro, durante um treinamento, que o Real decidiu realizar um novo exame, ao notar o jogador levando as mãos ao joelho esquerdo enquanto conversava com os médicos.

    A avaliação, feita em 31 de dezembro, indicou inicialmente uma entorse e suspeita de lesão ligamentar. No dia seguinte, o clube divulgou boletim médico e informou que adotaria um tratamento conservador.

    Mbappé chegou a desfalcar a semifinal da Supercopa da Espanha, mas voltou a atuar na decisão contra o Barcelona, mesmo sem estar plenamente recuperado. Na sequência, engatou oito partidas com carga de trabalho controlada pela comissão técnica.

    Insatisfeito com a evolução do quadro, o atacante decidiu buscar uma avaliação independente em Paris. Foi então que exames mais detalhados confirmaram uma ruptura parcial do ligamento posterior do joelho esquerdo.

    O Real Madrid não se pronunciou sobre o caso. O episódio ocorre em meio a mudanças no departamento médico do clube na virada do ano, com a saída de profissionais da área.

    Vale lembrar que Mbappé foi convocado pela França para o amistoso com a seleção brasileira marcado para o próximo dia 26, às 17h (de Brasília).

    Exame de Mbappé foi feito no joelho errado pelo Real Madrid, diz jornal

  • Miley Cyrus nega nova temporada de Hannah Montana apesar de especial

    Miley Cyrus nega nova temporada de Hannah Montana apesar de especial

    Programa especial “Hannah Montana”, de comemoração de 20 anos, vai ao ar hoje, dia 24, no Disney; episódio terá personagens do elenco original e está disponível nas plataformas Disney+ e Hulu

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Miley Cyrus celebrou na noite desta segunda-feira (23), em Los Angeles, os 20 anos de “Hannah Montana” com um tapete vermelho e a pré-estreia de um especial comemorativo da personagem da Disney. A produção chega às plataformas Disney+ e Hulu nesta terça (24).

    Durante o evento, Cyrus afirmou que, embora esteja feliz em revisitar a personagem que a projetou mundialmente, não considera um retorno da série. “Eu já estou cansada. Isso aqui já foi muita coisa”, disse, ao ser questionada sobre a possibilidade de um reboot.

    A cantora também revelou que a ideia do especial surgiu de forma pouco convencional. Em entrevista recente à revista Variety, contou ter seguido um conselho de Dolly Parton, que disse que para promover um projeto ela deveria começar com alegações antes mesmo de ele existir.

    “Se você quer que algo aconteça, divulgue antes. Assim ninguém pode dizer não”, relatou. Segundo Cyrus, ela começou a anunciar o especial de 20 anos mesmo sem tê-lo concretizado.

    O especial reúne apresentações de músicas marcantes da série, além de uma entrevista conduzida por Alex Cooper, do podcast “Call Me Daddy”, parte do elenco e uma participação surpresa de Selena Gomez, que interpretou a rival Mikayla Skeech na segunda temporada do programa.

    Miley Cyrus nega nova temporada de Hannah Montana apesar de especial

  • Kassio vota para absolver Castro, e TSE tem 2 votos a 1 contra ex-governador

    Kassio vota para absolver Castro, e TSE tem 2 votos a 1 contra ex-governador

    Ministro do Supremo Tribunal Federal afirma que não ficou provada interferência de esquema; ainda restam quatro votos a serem proferidos no julgamento de Cláudio Castro (PL)

    RIO DE JANEIRO, RJ E BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Kassio Nunes Marques votou nesta terça-feira (24) para absolver Cláudio Castro (PL) no processo do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em que é acusado de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

    O placar está 2 votos a 1 pela condenação dos acusados. Ainda restam quatro votos a serem proferidos.

    Kassio considerou que não há prova suficiente no processo que permita a condenação de Castro e os demais acusados na ação eleitoral sobre o chamado escândalo da “folha secreta de pagamento”. Ele considerou como “relatos pontuais” testemunhas que apontaram o uso eleitoreiro de projetos sociais do governo.

    “Para além de os relatos serem pontuais, considerada a dimensão das contratações efetuadas, eles padecem de inconsistência. […] É de se indagar como a existência de apenas três depoimentos em um universo de 27 mil contratações seria suficiente para comprovar a intenção de impactar o pleito que ocorreria em 2022”, disse Nunes Marques.

    Ele afirmou também que não é possível determinar que a reeleição de Castro ocorreu em razão do esquema. O ex-governador foi eleito no primeiro turno com 58,67% dos votos válidos.

    “É extremo de dúvida que as cifras envolvidas neste caso concreto são superlativas. […] Ocorre que os elementos existentes não se traduzem em um grau de certeza que permita apenar os integrantes da chapa eleita no pleito de 2022 para o governo do estado do Rio de Janeiro, tampouco demais recorridos, com as duras penas”, declarou o ministro.

    Castro renunciou ao cargo nesta segunda-feira (23), véspera da retomada do julgamento, a fim de evitar a pena de cassação. O objetivo foi garantir a realização de uma eleição indireta para o mandato-tampão, que vai até o fim deste ano. A retirada do cargo pelo TSE poderia levar à realização de um pleito direto, reduzindo o poder de influência do governador sobre sua sucessão imediata.

    A ação eleitoral teve como origem o chamado escândalo da “folha secreta de pagamento”, revelado pelo UOL em junho de 2022. O caso se refere ao uso da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e da Fundação Ceperj para o pagamento de funcionários de projetos sociais em dinheiro vivo e sem a divulgação de seus nomes.

    Uma investigação do Ministério Público do Rio descobriu saques de dinheiro vivo na “boca do caixa”. Ao todo, R$ 248 milhões foram retirados em agências bancárias por dezenas de milhares de pessoas que integrariam o suposto esquema. As contratações só foram interrompidas em agosto, após a ação civil pública do Ministério Público estadual.

    O caso gerou duas ações de investigação judicial eleitoral, uma movida pela chapa de Marcelo Freixo (PT), derrotado na eleição, e outra pela Procuradoria Eleitoral. Castro foi absolvido no TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) em maio de 2024 em votação apertada, por 4 a 3. O Ministério Público Eleitoral levou o caso ao TSE, ao recorrer da decisão.

    Kassio vota para absolver Castro, e TSE tem 2 votos a 1 contra ex-governador

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