Categoria: ECONOMIA

  • Dólar tem leve alta após série de quedas; mercado está de olho na guerra no Oriente Médio

    Dólar tem leve alta após série de quedas; mercado está de olho na guerra no Oriente Médio

    Moeda americana avança após sequência de quedas frente ao real e acompanha a valorização global do dólar. Investidores monitoram a alta do petróleo em meio às tensões no Oriente Médio, além de indicadores econômicos divulgados no Brasil e no exterior

    O dólar operava em alta leve no mercado à vista por volta das 9h30 da manhã desta quarta-feira, 11, em ajuste técnico após acumular queda de 2,45% ante o real nas últimas três sessões e acompanhando o viés positivo da divisa americana no exterior frente outras moedas principais e as emergentes ligadas a commodities. O mercado segue de olho no avanço do petróleo em meio às incertezas com os desdobramentos e duração da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.

    Na agenda do dia, as vendas do varejo no Brasil subiram 0,4% em janeiro ante dezembro, na série com ajuste sazonal, segundo o IBGE. Na comparação anual, o avanço foi de 2,8%, com alta de 1,6% no acumulado em 12 meses. No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, as vendas cresceram 0,9% no mês e 1,1% em relação a janeiro de 2025, com estabilidade no acumulado em 12 meses.

    Pesquisa Realtime/Bigdata mostra Flávio Bolsonaro liderando no Rio de Janeiro com 40% das intenções de voto, contra 35% de Lula. Ratinho Jr. tem 6% e Romeu Zema 4%. Com Eduardo Leite, Flávio vai a 41% e Lula a 36%; com Ronaldo Caiado, Flávio mantém 40% e Lula 35%. Lula lidera em rejeição, com 51%, seguido de Flávio com 48%. Avaliação do governo mostra 56% de desaprovação e 38% de aprovação. Margem de erro é de 2 pontos.

    No exterior, a inflação anual medida pelo índice de preços ao consumidor (CPI) da OCDE caiu para 3,3% em janeiro de 2026, ante 3,6% em dezembro de 2025. Segundo a organização, a taxa recuou em 22 dos 35 países com dados disponíveis, ficou estável em oito e subiu em apenas cinco.

    Dólar tem leve alta após série de quedas; mercado está de olho na guerra no Oriente Médio

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  • Brasil tem 70 bilionários em lista anual da Forbes

    Brasil tem 70 bilionários em lista anual da Forbes

    Levantamento da revista Forbes reúne 70 brasileiros entre os bilionários do mundo. Eduardo Saverin lidera pelo terceiro ano seguido, seguido por nomes do setor financeiro e de grandes grupos empresariais, como André Esteves, Jorge Paulo Lemann e integrantes da família Moreira Salles

    (FOLHAPRESS) – O ranking anual de bilionários da Forbes divulgado nesta terça-feira (10) tem 70 brasileiros. No topo pelo terceiro ano consecutivo está o cofundador do Facebook (hoje Meta) Eduardo Saverin, com fortuna de US$ 35,9 bilhões (R$ 184,3 bilhões).

    Membros da família Moreira Salles, fundadora do Unibanco e hoje parte do Itaú, André Esteves, do BTG Pactual, além de Jorge Paulo Lemann e Carlos Alberto Sicupira também marcam presença na lista dos dez mais riscos.

    Entre os nomes, a maioria (7) tem atividades nos setores bancário e de investimentos. A lista é elaborada com base nos preços de ações negociadas em Bolsa, com fechamento em 1º de março, além de itens como imóveis e obras de arte.

    Líder da lista, Saverin foi colega de Mark Zuckerberg na Universidade Harvard em 2004, quando fundaram, com outras três pessoas, a rede social Facebook. A fortuna do empresário brasileiro subiu de US$ 34,5 bilhões para US$ 35,9 bilhões de 2025 para 2026, um aumento de cerca de 4%.

    A alta acompanha o avanço das receitas da Meta, que registrou US$ 59,9 bilhões no quarto trimestre de 2025. A empresa tem intensificado os investimentos em IA.

    O patrimônio de Saverin o coloca distante do segundo lugar, o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, que registrou uma fortuna de US$ 20,2 bilhões no ranking.

    Entre as bilionárias, destaque para Ana Lucia Villela, membro do conselho de administração do Itaú que aparece na 30ª posição entre os ricos brasileiros, com fortuna de US$ 2,5 bilhões.

    A lista também traz a brasileira Amelie Voigt Trejes, 20, como uma das bilionárias mais jovens do mundo. A fortuna vem da herança de seu avô, Werner Ricardo Voigt, fundador da WEG, e totaliza US$ 1,1 bilhão.

    BRASILEIROS MAIS RICOS DE 2026, SEGUNDO A FORBES

    1. Eduardo Saverin (Facebook): US$ 35,9 bilhões
    2. André Esteves (BTG Pactual): US$ 20,2 bilhões
    3. Jorge Paulo Lemann e família (3G e Ambev): US$ 19,8 bilhões
    4. Fernando Roberto Moreira Salles (Itaú): US$ 9,9 bilhões
    5. Pedro Moreira Salles (Itaú): US$ 9,1 bilhões
    6. Jorge Moll Filho e família (Rede D’Or): US$ 7,5 bilhões
    7. Max Van Hoegaerden Herrmann Telles (3G e Ambev): US$ 7,4 bilhões
    8. Carlos Alberto Sicupira e família (3G e Ambev): US$ 6,9 bilhões
    9. Miguel Krigsner (Boticário): US$ 6,8 bilhões
    10. Alex Behring (3G): US$ 5,8 bilhões

    Brasil tem 70 bilionários em lista anual da Forbes

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  • Pão de Açúcar pede recuperação extrajudicial e cita dívidas de R$ 4,5 bilhões

    Pão de Açúcar pede recuperação extrajudicial e cita dívidas de R$ 4,5 bilhões

    Principais credores são os bancos; acordo foi fechado com Itaú e outros detentores de 46% da dívida; grupo reforçou que medida não afeta pagamento a fornecedores e que lojas funcionam normalmente

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A incerteza sobre a “continuidade operacional” do GPA (Grupo Pão de Açúcar), uma das maiores e mais tradicionais empresas do varejo brasileiro, que havia sido mencionada pela administração do grupo no último balanço, foi conhecida com mais detalhes nesta terça (10), quando a empresa anunciou acordo com os seus maiores credores para apresentar um plano de recuperação extrajudicial, que engloba dívidas de R$ 4,5 bilhões.

    Diferentemente do plano de recuperação judicial, pelo qual passa a Americanas, por exemplo, em que todas as dívidas do grupo (trabalhistas, com fornecedores, bancos etc.) são renegociadas na Justiça, na recuperação extrajudicial a empresa escolhe um grupo de credores para fechar uma negociação e homologá-la depois junto ao judiciário.

    Segundo André Moraes, sócio do Moraes & Savaget Advogados, para iniciar o pedido extrajudicial, é necessária a adesão de credores que representem ao menos um terço das dívidas selecionadas,. Após o protocolo, a empresa tem um prazo de 90 dias para elevar esse apoio para a maioria simples (50% mais um), atingindo o quórum necessário para a validação.

    No caso do GPA, os maiores credores são os bancos. O acordo foi assinado com instituições que concentram 46% dos créditos sujeitos ao plano (R$ 2,1 bilhões), percentual superior ao quórum mínimo de um terço dos créditos afetados, conforme prevê a lei. São elas Itaú, Robobank, HSBC e BTG, apurou a reportagem.

    “Ficam expressamente excluídas obrigações correntes junto a fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas”, afirmou o grupo, em comunicado.

    As ações da empresa enfrentaram forte queda no pregão da B3 desta terça e chegaram a entrar em leilão logo no início das negociações, quando o tombo era de mais de 8%. Fecharam com perdas de 2,93%, a R$ 2,65.

    Segundo a companhia, o plano já produz efeitos imediatos e prevê a suspensão temporária das obrigações financeiras junto aos credores incluídos no processo. Com isso, a empresa tem 90 dias para ampliar a adesão ao acordo e negociar uma solução definitiva para sua estrutura de capital.

    O GPA afirmou que vai divulgar detalhes adicionais sobre o processo e os documentos da reestruturação em seu site de relações com investidores nas próximas semanas.

    EFEITO CASINO

    O período de 90 dias funciona como uma trégua nas cobranças enquanto a varejista tenta reorganizar o perfil de seu endividamento e buscar um equilíbrio financeiro. O que está sendo muito difícil, conforme apontam ex-executivos da empresa e fontes próximas ao atual comando, ouvidos pela reportagem.

    O Casino, que comandou o Pão de Açúcar entre 2012 e 2023, fez uma “limpa” nos ativos do grupo, na tentativa de aliviar o seu próprio endividamento na França. Entre 2012, quando passou às mãos do Casino, e 2023, quando os franceses deixaram o controle, o GPA encolheu 64% em receita bruta.

    Sob a gestão do Casino, o grupo usou o caixa da venda das Casas Bahia, em 2019, para comprar a varejista colombiana Éxito, o que, segundo essas fontes, era um ativo não estratégico para o Brasil. Foi uma compra da ordem de US$ 9 bilhões, desfeita cinco anos depois, por cerca de US$ 700 milhões. O restante do dinheiro de Casas Bahia teria sido dividido entre os sócios; já o GPA, que detinha 97% das ações do Éxito, ficou praticamente sem nada.

    De acordo com os executivos, esse capital poderia ter resolvido a dívida líquida do GPA. Mas os franceses seguiram abrindo mão dos ativos em negociações malfeitas, como a venda da CNova, o braço de comércio eletrônico do Casino, do qual o GPA detinha 33%.

    Por meio de sua assessoria de imprensa, o Casino respondeu que sua estrutura acionária e de governança “sofreu alterações significativas” desde abril do ano passado. As mudanças se referem à saída do ex-dono do Casino, Jean-Charles Naouri, que passou o controle do grupo para um consórcio liderado pelo bilionário tcheco Daniel Kretinsky. “Nesse contexto, o Casino não pretende comentar retrospectivamente sobre a gestão anterior do GPA.”

    Entre 2024 e o início de 2025, o Casino foi abrindo mão da sua participação, mas continuou como principal acionista. Essa posição, porém, mudou em maio do ano passado, quando a família Coelho Diniz, dedicada ao varejo no interior de Minas Gerais, se tornou o acionista mais relevante do grupo, somando 24,6% de participação.

    TENTATIVA DE MANTER A CONFIANÇA DOS FORNECEDORES

    A empresa fez questão de destacar no comunicado desta terça que o pagamento dos fornecedores segue normalmente. No último dia 3, o GPA enviou uma carta a fornecedores para tentar conter temores de ruptura no abastecimento das lojas. No documento, o CEO Alexandre Santoro afirmou que as negociações em curso envolviam apenas credores financeiros -principalmente bancos e detentores de dívida- e não afetariam os parceiros comerciais da rede.

    A carta veio no dia seguinte ao rebaixamento da nota do grupo de “A” para “CCC” pela agência de classificação de risco Fitch. A nota indica risco substancial de calote e capacidade muito fraca de pagamento. Foi o segundo corte consecutivo desde novembro, quando o grupo já tinha perdido o grau “AA”. A agência apontou o aumento do risco de refinanciamento das dívidas, a piora da liquidez e a expectativa de fluxo de caixa livre negativo nos próximos anos caso o endividamento não fosse reduzido.

    No comunicado desta terça, a varejista ressaltou estar em dia com pagamentos a fornecedores e parceiros comerciais -grupos que foram excluídos do plano justamente para evitar impactos na operação do negócio. A companhia disse ainda que a recuperação extrajudicial foi desenhada para preservar a operação das lojas. Segundo a empresa, as unidades seguem funcionando normalmente e o abastecimento não será afetado.

    O GPA afirmou que o objetivo da reestruturação é fortalecer o balanço e melhorar a sustentabilidade financeira no longo prazo. A decisão foi autorizada de forma unânime pelo conselho de administração e faz parte de negociações que vinham sendo conduzidas nas últimas semanas com instituições financeiras e detentores de títulos da empresa.

    BALANÇO INDICAVA ROMBO

    No final de fevereiro, a divulgação do balanço de 2025, em que a administração mencionava “incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa sobre a continuidade operacional da companhia”, já expôs a dimensão do problema. O GPA possui cerca de R$ 1,7 bilhão em dívidas com vencimento já em 2026 e terminou o último trimestre com capital de giro líquido negativo em aproximadamente R$ 1,2 bilhão. O endividamento total do grupo girava em torno de R$ 4 bilhões.

    Além disso, a companhia revelou a existência de R$ 15 bilhões em disputas tributárias classificadas como “perdas possíveis” -valores que não estão provisionados no balanço, mas que representam um risco potencial. Também existe um passivo trabalhista da ordem de R$ 17 bilhões. Mas essas duas dívidas que somam R$ 32 bilhões não entraram no pedido de recuperação extrajudicial.

    O excesso de discrição da família Coelho Diniz piora o cenário. Desde que se tornaram os principais acionistas do grupo, em maio do ano passado, no lugar do Casino, os Coelho Diniz não deram entrevistas. A família mineira controla uma rede de supermercados de mesmo nome, no leste de Minas Gerais. Faturam cerca de R$ 2 bilhões ao ano e passaram a dar as cartas em uma empresa que fatura mais de R$ 20 bilhões.

    A nova estrutura acionária do GPA foi um dos motivos que levaram ao rebaixamento da nota do grupo. “A Fitch ainda possui visibilidade limitada sobre a estratégia da companhia a médio e longo prazos, bem como em relação ao apetite por risco e à capacidade de executar as medidas necessárias para fortalecer seu perfil de crédito”, informou a agência.

    Pão de Açúcar pede recuperação extrajudicial e cita dívidas de R$ 4,5 bilhões

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  • Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia

    Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia

    Faturamento foi R$ 1,39 trilhão, representando 10,8% do PIB; Demanda doméstica foi determinante para sustentar o crescimento real das vendas, que avançaram 2,2% no período

    No ano passado, a indústria brasileira de alimentos e bebidas apresentou um faturamento de R$ 1,39 trilhão, o que representou alta de 8,02% na comparação com o ano anterior. O montante representa 10,8% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado para 2025.

    Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), o grande destaque do ano foi o mercado interno, que respondeu por R$ 1,02 trilhão desse total, sendo que R$ 732 bilhões são decorrentes do varejo e o restante, do food service, que vem retomando sua fatia de participação.

    A demanda doméstica, diz a associação, também foi determinante para sustentar o crescimento real das vendas, que avançaram 2,2% no período. De acordo com a Abia, esse resultado reflete a recomposição gradual do consumo das famílias, o avanço do consumo fora do lar e também os ganhos de eficiência obtidos pelas empresas ao longo do ano. 

    Quanto às exportações, a indústria de alimentos e bebidas registrou um crescimento de 0,7% em 2025, somando US$ 66,73 bilhões. A Ásia foi o principal destino, alcançando US$ 27,4 bilhões. Já os Estados Unidos importaram US$ 4,9 bilhões em produtos brasileiros, um aumento de 9,2% no período, apesar das elevações tarifárias que foram aplicadas ao setor.

    O balanço apresentado pela associação também apontou que a força de trabalho direta alcançou 2,12 milhões de empregados, um crescimento de 2,4% em relação a 2024. Somando os empregos indiretos, a cadeia produtiva chegou a 10,6 milhões de postos de trabalho o que corresponde, de acordo com a Abia, a 10,3% de toda a força de trabalho ocupada do país.

    Perspectivas

    Para este ano, a Abia espera que as vendas reais cresçam entre 2% e 2,5%, impulsionadas pelo mercado doméstico e pela recuperação gradual do mercado internacional. A geração de empregos também deve crescer, com alta entre 1% e 1,5%.

    “Em 2026, a combinação de estabilidade da safra, redução gradual dos juros e um ambiente econômico de crescimento moderado, no Brasil e no mundo, cria condições mais previsíveis para o planejamento e o investimento. Ainda haverá desafios, especialmente do lado dos custos, mas o setor entra nesse ciclo com bases sólidas para crescer de forma sustentável, gerar empregos e seguir cumprindo seu papel estratégico no desenvolvimento do país”, disse João Dornellas, presidente executivo da Abia.

    Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia

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  • Dólar cai e Bolsa avança 2% após Trump falar em fim da guerra no Irã

    Dólar cai e Bolsa avança 2% após Trump falar em fim da guerra no Irã

    Na tarde desta terça-feira (10), a moeda norte-americana tinha queda de 0,43%, a R$ 5,142; Bolsa avançava 1,91%, a 184.380 pontos, com empresas ligadas ao setor energético, como Petrobras e Braskem

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar está em queda nesta terça-feira (10), com investidores repercutindo declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o fim da guerra no Irã estar próximo.

    Na segunda-feira, o republicano afirmou que o conflito está “praticamente encerrado” e que Washington está “muito à frente” do prazo, inicialmente estimado entre quatro e cinco semanas. Com isso, o preço do petróleo chegou a desabar mais de 10%, e índices acionários em todo o mundo operam em alta.

    No Brasil, a moeda norte-americana tinha queda de 0,43%, a R$ 5,142, por volta das 15h30. A Bolsa, por outro lado, avançava 1,91%, a 184.380 pontos, com empresas ligadas ao setor energético, como Petrobras e Braskem, entre os destaques negativos.

    A declaração de Trump foi vista com alívio em meio às preocupações sobre o mercado de energia.

    Desde que Estados Unidos e Israel bombardearam o Irã no fim de fevereiro, o Oriente Médio vive um cenário de guerra regional, à medida que os ataques se espalharam por territórios vizinhos e passaram a dar sinais de que a área -estratégica para o comércio de petróleo do mundo- poderia estar diante de um gargalo em formação.

    Na segunda, o petróleo chegou a ficar próximo de US$ 120 por barril, com países cogitando cortar a produção depois que o Irã ameaçou incendiar navios que trafegassem pelo estreito de Hormuz, canal por onde passam 20% de todo petróleo e gás do mundo. A via também é fundamental para o transporte de fertilizantes, plásticos, carnes e grãos.

    Um bloqueio prolongado do estreito poderia gerar um efeito cascata na economia mundial, com repique na inflação e, por consequência, nas taxas de juros de países já avançados dos ciclos de afrouxamento.

    A fala de Trump, nesse sentido, tirou pressão dos mercados. Um desfecho rápido pode normalizar o tráfego pelo estreito e impedir que a disparada de preços seja profundamente sentida por consumidores em todo o mundo. O fim do conflito também permitiria que países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Qatar retomassem a produção de petróleo paralisada.

    O barril do petróleo Brent, em resposta, viveu uma das sessões de maior volatilidade de sua história na segunda. O barril chegou a alcançar o pico de US$ 119,46 pela manhã, perdeu fôlego e rondou US$ 100 à tarde, até desabar para US$ 90 após a declaração de Trump. Nesta terça, a queda era de mais de 10%, a US$ 88.

    “Claramente, os comentários de Trump sobre uma guerra de curta duração acalmaram os mercados. Embora tenha havido uma reação exagerada para o lado positivo ontem, achamos que há uma reação exagerada para o lado negativo hoje”, avalia Suvro Sarkar, líder da equipe do setor de energia do DBS Bank, acrescentando que o mercado estava subestimando os riscos nesses níveis para o Brent.

    Ainda na segunda-feira, porém, após os comentários de Trump, a Guarda Revolucionária do Irã disse que irá determinar o fim da guerra e que Teerã não permitirá que um litro de petróleo seja exportado da região se os ataques dos EUA e de Israel continuarem.

    Nos mercados, prevaleceu o discurso de Trump. Mas especialistas em energia avaliam que a guerra no Irã já causou a maior disrupção na produção de petróleo da história e que os riscos de um efeito cascata na economia global dependem da duração do conflito.

    Grandes bancos, como Barclays e JPMorgan Chase, por exemplo, afirmam que o barril pode testar a casa de US$ 120 se o conflito persistir por mais algumas semanas. Para efeito de comparação, o Brent chegou à máxima de US$ 128 logo no início da guerra da Ucrânia, em março de 2022, o maior valor desde a crise financeira de 2008 (US$ 144 no pico).

    “Esses números podem parecer muito altos, especialmente considerando o pessimismo generalizado em relação às perspectivas do mercado de petróleo para este ano, mas reiteramos que os fundamentos são mais sólidos e os riscos são maiores do que no conflito entre Rússia e Ucrânia, quando vimos esses níveis se materializarem”, afirma o Barclays.

    No cenário mais pessimista, o Barclays vê o Brent em torno de US$ 150 por barril antes do final do mês.

    Diante do cenário de incertezas, Trump também considera reduzir sanções contra a Rússia, segundo três fontes familiarizadas com o planejamento.

    Países do G7, além disso, consideram liberar estoques emergenciais de petróleo para lidar com a crise de abastecimento, segundo a AIE (Agência Internacional de Energia).

    Em resposta à queda do petróleo, ações de empresas ligadas à commodity caíam no pregão da B3 desta terça. A Petrobras recuava 1%; Braskem e Prio, 5% e 2%, respectivamente.

    O Grupo Pão de Açúcar também estava nos destaques negativos, em queda de 0,73% após pedir recuperação extrajudicial. Nesse processo, a empresa escolhe um grupo de credores para fechar uma negociação e homologá-la depois junto ao judiciário.

    Dólar cai e Bolsa avança 2% após Trump falar em fim da guerra no Irã

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  • Elon Musk dobra fortuna e se mantém como homem mais rico do mundo, mostra lista da Forbes

    Elon Musk dobra fortuna e se mantém como homem mais rico do mundo, mostra lista da Forbes

    Dono da Tesla e X (ex-Twiter) registra patrimônio de US$ 839 bilhões no ranking anual de bilionários; número de ricaços no mundo bate recorde pelo terceiro ano consecutivo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Elon Musk é o homem mais rico do mundo pelo segundo ano consecutivo, segundo lista da revista Forbes divulgada nesta terça-feira (10).

    O CEO da Tesla e da SpaceX e controlador do X (ex-Twitter) tem, segundo o ranking para 2026, uma fortuna de US$ 839 bilhões, um salto de 145% em relação aos US$ 342 bilhões no ano passado.

    O período foi marcado pelo envolvimento com o governo Donald Trump, sua posterior saída e pela aprovação, em novembro, de um bônus da Tesla que pode fazer de Musk o primeiro trilionário do mundo.

    A lista teve um novo recorde de bilionários pelo terceiro ano consecutivo. Foram 3.428 bilionários no mundo, 400 a mais do que em 2025. A soma das fortunas também estabeleceu um novo marco: um total de US$ 20,1 trilhões, alta de US$ 4 trilhões em relação ao ano passado.

    Os Estados Unidos têm o maior número de bilionários, com um recorde de 989, incluindo 15 dos 20 mais ricos do mundo. A China aparece em seguida, com 610, e a Índia ocupa o terceiro lugar, com 229 bilionários. O Brasil registrou 70 bilionários.

    A lista dos cinco mais ricos do mundo é também composta por Larry Page e Sergey Brin (cofundadores do Google), Jeff Bezos (fundador da Amazon) e Mark Zuckerberg (CEO da Meta).

    Entre os 10 mais ricos do ano, sete são do setor de tecnologia, o que reforça a concentração do poder econômico global no setor. A primeira mulher mencionada na lista, na 14ª posição, é Alice Walton, filha do fundador do Walmart, com fortuna estimada em US$ 134 bilhões.

    OS DEZ MAIORES BILIONÁRIOS DE 2026, SEGUNDO A FORBES

    1 – Elon Musk (Tesla): US$ 839 bilhões
    2 – Larry Page (Google): US$ 257 bilhões
    3 – Sergey Brin (Google): US$ 237 bilhões
    4 – Jeff Bezos (Amazon): US$ 224 bilhões
    5 – Mark Zuckerberg (Meta): US$ 222 bilhões
    6 – Larry Ellison (Oracle): US$ 190 bilhões
    7 – Bernard Arnault e família (LVMH): US$ 171 bilhões
    8 – Jensen Huang (Nvidia): US$ 154 bilhões
    9 – Warren Buffett (Berkshire Hathaway): US$ 149 bilhões
    10 – Amancio Ortega (Zara): US$ 148 bilhões

    Elon Musk dobra fortuna e se mantém como homem mais rico do mundo, mostra lista da Forbes

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  • IRPF 2026: prepare-se para o período de declaração!

    IRPF 2026: prepare-se para o período de declaração!

    O contribuinte que usa a declaração pré-preenchida tem menor chance de errar no preenchimento e cair na malha, o que favorece a possibilidade de receber a restituição mais rapidamente

    Está aberta a temporada da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026! As regras para entrega em 2026 serão anunciadas pela Receita Federal no dia 16 de março. Enquanto isso, os contribuintes já podem ir separando os documentos necessários para evitar a perda de prazos.

    Em 2025, a Receita recebeu mais de 43 milhões de declarações do IRPF, das quais: 56,4% resultaram em imposto a restituir; 22,2% em imposto a pagar; e 21,2% ficaram sem imposto a pagar ou a restituir.

    E, embora agora, em 2026, muitos contribuintes deixaram de sofrer retenções do Imposto de Renda na fonte (aqueles com rendimento até R$ 5.000,00), ainda assim devem entregar a Declaração do Imposto de Renda referente ao ano de 2025 para prestar contas ao “leão”.

    O professor de Contabilidade da da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), Tiago Slavov, recomenda antecipar a entrega da declaração para agilizar a restituição.

    “Os contribuintes devem começar a separar os principais documentos necessários para o preenchimento da declaração, como informes de rendimentos, despesas médicas, despesas com instrução e comprovantes de compra e venda de bens”, afirma Slavov.

    Os principais documentos são:

    • Última Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física;
    • Informes de Rendimentos – salários, honorários, Nota Fiscal Paulista, Aposentadoria etc.;
    • Rendimentos Recebidos de Pessoa Física – pensões, aluguéis, livro-caixa etc.;
    • Informes de Rendimentos Financeiros e Dívidas – Contas, Aplicações, Previdência, empréstimos etc.;
    • Dependentes e Alimentandos;
    • Bens e Direitos – saldos de bens, documentos de imóveis, criptomoedas etc.;
    • Despesas Médicas;
    • Despesas com Instrução;
    • Doações;
    • Pensões Pagas;
    • Outros Rendimentos (Bolsas de Estudo, Ganho de Capital, Heranças, Acordos Judiciais, Restituição do IR anterior etc.);
    • Outros Pagamentos (Advogados, Engenheiros, Profissionais Liberais, Aluguéis Pagos, etc.).
       

    DECLARAÇÃO PRÉ-PREENCHIDA

    Quem usa a funcionalidade na declaração pré-preenchida tem menor chance de errar no preenchimento e cair na malha, o que favorece a possibilidade de receber a restituição mais rapidamente. É importante lembrar que a conferência e correção das informações da declaração Pré-Preenchida é de responsabilidade do contribuinte.

    “Com a declaração pré-preenchida, as informações à disposição da Receita Federal são importadas diretamente para a declaração, por exemplo, os rendimentos pagos por empresas e outras pessoas, as despesas médicas informadas por estabelecimentos médicos e o histórico de bens e direitos das declarações de anos anteriores. Para quem tem imposto a pagar, significa maior tranquilidade saber que está pagando corretamente seus impostos”, explica Slavov.

    PAGAMENTOS E RESTITUIÇÃO

    Outra vantagem de declarar com antecedência é a possibilidade de pagar em uma única parcela, sem juros, ou parcelar em até 8 vezes. Além disso, quem tem imposto a pagar e não entrega a declaração fica sujeito a duas multas: uma pelo atraso da entrega e outra pelo atraso no pagamento do imposto.

    Para quem tem saldo de imposto a restituir (vai receber dinheiro de volta), declarar mais cedo pode significar receber a restituição mais cedo. As restituições costumam ser pagas em cinco lotes, até meados de setembro. Se não receber a restituição, o contribuinte possivelmente caiu na “malha fina”.

    NÃO CAIA NA MALHA FINA

    É importante preencher a declaração corretamente, evitando tentativas de burlar o fisco. Com o avanço da tecnologia, a Receita Federal utiliza medidas de “cruzamento de informações” cada vez mais sofisticadas. Tentativas de burlar podem levar à declaração à malha fiscal, resultando em multas e juros evitáveis.

    “Dois dos principais motivos para a declaração cair na malha fiscal são a omissão de rendimentos e as despesas médicas. A omissão ocorre, por exemplo, quando o contribuinte deixa de informar um rendimento ou informa de maneira incorreta”, lembra o especialista.

    As despesas médicas também geram pendências por diversos motivos, como falta de previsão legal, de documento hábil, de comprovante de pagamento e de indicação errada do beneficiário (se contribuinte ou dependente), entre outros.

    “O preenchimento correto da declaração do IRPF com todas as informações disponíveis, também colabora para reduzir o imposto a pagar ou aumentar a restituição, permitindo que o programa da Receita sugira a melhor forma de entrega, seja ‘completa’ ou ‘simplificada’. Muitos contribuintes, especialmente os que deixam para a última hora, esquecem de informar despesas dedutíveis, como o que pode aumentar o valor do imposto devido”.

    PRINCIPAIS DIFICULDADES

    As principais dificuldades encontradas pelos contribuintes decorrem da falta de conhecimento sobre o preenchimento da declaração. Caso haja qualquer dúvida, é necessário que o contribuinte consulte as orientações disponibilizadas no site da Receita Federal.

    “O cidadão também pode procurar um profissional contábil ou o Núcleo de Apoio Contábil-Fiscal mais próximo, um projeto gratuito da RFB oferecido por instituições de ensino parceiras em todas as regiões do Brasil, para tirar dúvidas”, aconselha o professor.

    ISENÇÃO DO IR

    Aprovada no ano passado, a Lei nº 15.270 amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física, concedendo isenção a quem recebe R$ 5 mil por mês. O principal benefício recai sobre trabalhadores de baixa e média baixa renda, que, desde o início deste ano, têm mais fôlego no orçamento. Contudo, as declarações de 2026, referente ao ano de 2025, não serão afetadas. A redução da carga tributária sobre os rendimentos só será sentida na declaração de 2027.

    IRPF 2026: prepare-se para o período de declaração!

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  • Petrobras diz que pode reduzir impacto da alta do petróleo no Brasil

    Petrobras diz que pode reduzir impacto da alta do petróleo no Brasil

    A Petrobras disse que é possível reduzir os efeitos da inflação global em decorrência da alta do petróleo porque a empresa passou a considerar, em sua estratégia comercial, “as melhores condições de refino e logística”.

    A Petrobras informou que pode reduzir o impacto da alta do petróleo no Brasil ao mesmo tempo que mantém a rentabilidade da companhia.

    “Em um cenário em que guerras e tensões geopolíticas ampliam a volatilidade do mercado internacional de energia, a Petrobras reafirma seu compromisso com a mitigação desses efeitos sobre o Brasil”, disse a estatal, em nota encaminhada à Agência Brasil.

    A Petrobras acrescentou que é possível reduzir os efeitos da inflação global em decorrência da alta do petróleo porque a empresa passou a considerar, em sua estratégia comercial, “as melhores condições de refino e logística”.

    “O que nos permite promover períodos de estabilidade nos preços ao mesmo tempo que resguarda a nossa rentabilidade de maneira sustentável. Essa abordagem reduz a transmissão imediata das variações internacionais para o mercado brasileiro”, diz o comunicado.  

    A Petrobras acrescentou que, por questões concorrenciais, não pode antecipar decisões, mas que segue comprometida com atuação “responsável, equilibrada e transparente para a sociedade brasileira”

    Alta do petróleo

    A guerra no Irã, e o fechamento do Estreito de Ormuz, no Oriente Médio, por onde trafegam cerca de 25% do petróleo mundial, tem elevado o preço do barril no mercado global, chegando a US$ 120 na segunda-feira (9).

    Porém, após o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos (EUA), afirmar que a guerra estaria próxima do fim, os preços voltaram a cair, e hoje o barril Brent é comercializado abaixo dos USS 100, porém ainda acima dos cerca de US$ 70, valor médio antes do conflito.

    Após o fechamento dos mercados, Trump voltou a ameaçar o Irã ontem com ataques “vinte vezes mais forte” que “tornarão praticamente impossível a reconstrução do Irã como nação” caso Teerã continue bloqueando o Estreito de Ormuz.

    Política de preços 

    A diretora técnica do Instituto de Estudos Estratégicos em Petróleo (Ineep), Ticiana Álvares, destaca que a capacidade da Petrobras de mitigar, ao menos em parte, os efeito da alta do petróleo é possível porque a companhia abandonou, em 2023, a política de paridade do preço internacional (PPI). Essa política determinava a revenda de acordo com os preços globais.

    “A política da Petrobras acompanhava 100% a trajetória dos preços internacionais. Essa política modificou e agora leva em consideração fatores internos, que é essa margem de manobra que a Petrobras tem”, disse a especialista.

    Apesar dessa margem de manobra, Ticiana acrescentou que a ação da Petrobras tem efeito limitado e temporário, em especial, porque o Brasil ainda é um grande importador de derivados, como gasolina e diesel, além de ter refinarias privatizadas.  

    “A refinaria da Bahia, a Rlam, foi privatizada. Logo, você tem menos mecanismos de segurar o preço dessas refinarias que foram privatizadas do que, por exemplo, a Petrobras tem”, finalizou.

     

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  • Queda do petróleo e tensão no Irã trazem volatilidade ao dólar

    Queda do petróleo e tensão no Irã trazem volatilidade ao dólar

    Com a agenda econômica esvaziada, os investidores mantêm o foco na queda do petróleo e nos desdobramentos da guerra dos EUA no Irã, após o presidente Donald Trump afirmar ontem que a ofensiva pode terminar em breve

    O dólar abriu em queda ante o real na manhã desta terça-feira, 10, mas inverteu o sinal e passou a subir. A correção vem após a moeda americana cair 1,52% no mercado à vista na segunda, 9, fechando a R$ 5,1641, menor valor desde 27 de fevereiro, acumulando desvalorização de 5,92% no ano. Os sinais do presidente dos EUA, Donald Trump, têm sido contraditórios sobre a ofensiva contra o Irã.

    Com a agenda econômica esvaziada, os investidores mantêm o foco na queda do petróleo e nos desdobramentos da guerra dos EUA no Irã, após o presidente Donald Trump afirmar ontem que a ofensiva pode terminar em breve.

    Ao mesmo tempo, Trump ameaçou reagir com “20 vezes mais força” caso o Irã bloqueie o Estreito de Ormuz, enquanto a Guarda Revolucionária iraniana disse que Teerã decidirá quando a guerra terminará.

    Mais cedo, o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, afirmou que nesta terça deverá ser o dia mais intenso de ataques contra o território iraniano.

    Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e dos EUA, Donald Trump, não discutiram suspensão de restrições ao petróleo russo, segundo o Kremlin. O diálogo abordou Irã e Ucrânia, e Trump considerou a conversa positiva.

    O Produto Interno Bruto (PIB) da África do Sul cresceu 0,4% no 4º trimestre de 2025, após 0,5% no 3º trimestre, marcando o quinto avanço consecutivo. No ano, a economia avançou 1,1%, melhor resultado desde 2022 e acima de 0,8% em 2023 e 0,5% em 2024, segundo o Stats SA.

    Na agenda do dia, o IGP-M desacelerou a queda na primeira prévia de março, recuando 0,19% ante -0,49% em fevereiro, segundo a FGV. Já o IPC-S acelerou em seis das sete capitais na primeira quadrissemana de março, subindo 0,04% ante -0,14% na última medição, informou a FGV.

    Queda do petróleo e tensão no Irã trazem volatilidade ao dólar

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  • Taxas de juros têm viés de alta ante fechamento, mas caem ante ajuste anterior

    Taxas de juros têm viés de alta ante fechamento, mas caem ante ajuste anterior

    Movimento ocorre em meio à queda do petróleo, que reduz temores inflacionários, enquanto rendimentos dos Treasuries avançam e o dólar apresenta alta no mercado internacional. Às 9h26, a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subia para 13,600%, de 13,555% no fechamento, mas 13,735% no ajuste anterior

    Os juros futuros exibem viés de alta na manhã desta terça-feira, 10, ante o fechamento de segunda-feira (9), a exemplo do dólar, mas recuam em relação ao ajuste anterior. O petróleo em queda ajuda a tirar pressão da curva e aliviar o temor com inflação, mas os rendimentos dos Treasuries avançam.

    A queda do petróleo se dá diante da perspectiva de que a guerra não seja prolongada a partir de declarações do presidente dos EUA, Donald Trump.

    Nesta terça, Trump disse que poderá conversar com o Irã, a “depender dos termos”, segundo a agência Reuters. Por outro lado, o petróleo passou a cair menos após o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, declarar que os ataques americanos contra o Irã nesta terça serão os mais intensos desde o início da guerra.

    Às 9h26, a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subia para 13,600%, de 13,555% no fechamento, mas 13,735% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2029 ia para 13,170%, de 13,130% no fechamento e com recuo ante 13,332% no ajuste de segunda-feira. Já o vencimento para janeiro de 2031 marcava 13,495%, de 13,460% no fechamento e 13,654% no ajuste de segunda.

    Taxas de juros têm viés de alta ante fechamento, mas caem ante ajuste anterior

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