Categoria: ECONOMIA

  • Taxas de juros têm viés de alta ante fechamento, mas caem ante ajuste anterior

    Taxas de juros têm viés de alta ante fechamento, mas caem ante ajuste anterior

    Movimento ocorre em meio à queda do petróleo, que reduz temores inflacionários, enquanto rendimentos dos Treasuries avançam e o dólar apresenta alta no mercado internacional. Às 9h26, a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subia para 13,600%, de 13,555% no fechamento, mas 13,735% no ajuste anterior

    Os juros futuros exibem viés de alta na manhã desta terça-feira, 10, ante o fechamento de segunda-feira (9), a exemplo do dólar, mas recuam em relação ao ajuste anterior. O petróleo em queda ajuda a tirar pressão da curva e aliviar o temor com inflação, mas os rendimentos dos Treasuries avançam.

    A queda do petróleo se dá diante da perspectiva de que a guerra não seja prolongada a partir de declarações do presidente dos EUA, Donald Trump.

    Nesta terça, Trump disse que poderá conversar com o Irã, a “depender dos termos”, segundo a agência Reuters. Por outro lado, o petróleo passou a cair menos após o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, declarar que os ataques americanos contra o Irã nesta terça serão os mais intensos desde o início da guerra.

    Às 9h26, a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subia para 13,600%, de 13,555% no fechamento, mas 13,735% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2029 ia para 13,170%, de 13,130% no fechamento e com recuo ante 13,332% no ajuste de segunda-feira. Já o vencimento para janeiro de 2031 marcava 13,495%, de 13,460% no fechamento e 13,654% no ajuste de segunda.

    Taxas de juros têm viés de alta ante fechamento, mas caem ante ajuste anterior

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  • Ações de companhias aéreas caem e preço das passagens dispara com intensificação da guerra no Irã

    Ações de companhias aéreas caem e preço das passagens dispara com intensificação da guerra no Irã

    Especialista projeta um aumento de 5% a 10% no preço das passagens em voos no Brasil, cenário que pode ser de até 20% a depender do desenrolar da guerra no Oriente Médio. Hoje, o mercado nacional é dominado por três companhias: Azul, Gol e Latam -a primeira, inclusive, acaba de anunciar sua saída do Chapter 11, mecanismo similar à recuperação judicial nos Estados Unidos

    (FOLHAPRESS) – As ações das companhias aéreas despencavam nesta segunda-feira (9), enquanto o preço das passagens disparava, à medida que a guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã causou forte alta nos preços do petróleo, gerando temores de uma profunda queda nas viagens e da possibilidade de uma paralisação generalizada dos aviões.

    Os preços do petróleo eram negociados com alta de mais de 15%, em níveis não vistos desde 2022, uma vez que alguns dos principais produtores cortaram o fornecimento e os temores de interrupções prolongadas no transporte marítimo tomaram conta do mercado. Em determinado momento, os futuros do petróleo bruto Brent subiram até 29%.

    Essa situação deve aumentar a pressão sobre as companhias aéreas que já operam em um espaço aéreo restrito, à medida que os viajantes se esforçam para evitar o conflito no Oriente Médio.

    Dentre as companhias que operam no Brasil, a ação da Latam recuava próximo a 2% por volta das 13h40. Já a ação preferencial da Gol recuava 0,5% no mesmo período.

    A tendência, segundo especialistas do setor, é que as companhias aéreas brasileiras sejam penalizadas com o desenrolar da guerra. “A margem de lucro das empresas é muito pequena. Está entre 3% e 6%, então essa forte alta do combustível tem o potencial de consumir rapidamente o caixa das companhias aéreas, forçando ajustes de rotas, redução de frequência de voos e aumento de tarifas”, afirma Francisco Lyra, presidente do Instituto Brasileiro de Aviação e sócio-fundador da consultoria C-Fly Aviation.

    Lyra projeta um aumento de 5% a 10% no preço das passagens em voos no Brasil, cenário que pode ser de até 20% a depender do desenrolar da guerra no Oriente Médio. Hoje, o mercado nacional é dominado por três companhias: Azul, Gol e Latam -a primeira, inclusive, acaba de anunciar sua saída do Chapter 11, mecanismo similar à recuperação judicial nos Estados Unidos.

    Hoje, o queresone de aviação representa entre 30% e 40% dos custos de uma companhia aérea no Brasil. O setor é duplamente impactado pelo dólar, que voltou a subir devido ao aumento das tensões geopolíticas. “As empresas que voam para o exterior têm maior exposição ao risco cambial”, diz Lyra.

    Além da escalada dos preços do petróleo e da recuperação do dólar frente a moedas de países emergentes, Ricardo Fenelon Junior, ex-diretor da Anac e sócio da FBR Advogados, projeta uma perda de valor para companhias que têm voos para o Oriente Médio. “O conflito está em uma região do mundo que vinha funcionando como um grande hub nos últimos anos. Tem voos, inclusive para o Brasil, que estão sendo impactados.”

    Segundo o especialista, ainda é cedo para apontar os impactos do aumento do custo do combustível de aviação para as companhias que operam no país. “As empresas que saíram recentemente dessa recuperação judicial nos EUA ficaram com uma dívida muito menor e menos alavancadas. Hoje elas têm caixa, mas também serão impactadas, naturalmente.”

    MENOS TURISTAS NO FUTURO?

    Para agravar ainda mais a situação dos consumidores, houve um aumento significativo nos preços das passagens aéreas. Os voos diretos de Seul para Londres em 11 de março com a Korean Air Lines, por exemplo, passaram de US$ 564 sete dias antes para US$ 4.359, de acordo com dados do Google Flights.

    “O problema para as companhias aéreas agora é que a demanda por viagens pode ser reduzida à medida que os custos se tornarem proibitivos para os quem viaja a lazer e à medida que algumas empresas começarem a limitar as viagens de negócios devido às perspectivas incertas”, disse Lorraine Tan, diretora de pesquisa de ações para a Ásia da Morningstar.

    O impacto das altas tarifas aéreas pode limitar a demanda por viagens durante grande parte de 2026, acrescentou Tan.

    Na Europa, a Air France KLM , a IAG , proprietária da British Airways, e a Lufthansa caíam entre 4% e 6% no início das negociações, enquanto as principais companhias aéreas dos EUA se desvalorizavam cerca de 4% no pré-mercado.

    O combustível é a segunda maior despesa das companhias aéreas, depois da mão de obra, representando, em geral, de um quinto a um quarto das despesas operacionais. Algumas das principais companhias aéreas asiáticas e europeias têm hedge de petróleo em vigor, mas as companhias aéreas dos EUA abandonaram essa prática em grande parte nas últimas duas décadas.

    “Se o petróleo bruto está subindo 20%, o combustível de aviação está subindo várias vezes mais, pois está ainda mais escasso, adicionando um custo significativo às operações, juntamente com os recursos da tripulação, que são sobrecarregados devido aos tempos de voo mais longos quando o espaço aéreo está fechado”, disse Subhas Menon, diretor da Association of Asia Pacific Airlines.

    Isso pode ter implicações terríveis para o setor.

    AERONAVES PODEM FICAR PARADAS

    “Sem um alívio a curto prazo, as companhias aéreas em todo o mundo poderão ser obrigadas a manter milhares de aeronaves em solo, enquanto algumas das transportadoras mais frágeis financeiramente do setor poderão interromper suas operações”, afirmaram analistas do Deutsche Bank em nota aos clientes.

    Eles também observaram que um aumento acentuado nos custos do combustível de aviação em 2005, após os furacões Katrina e Rita, resultou em danos generalizados e significativos para o setor, incluindo o pedido de falência das principais companhias aéreas Delta e Northwest, de acordo com o Capítulo 11, naquele ano.

    Desde 28 de fevereiro, quando começou a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, até 8 de março, mais de 37 mil voos de e para o Oriente Médio foram cancelados, de acordo com dados da Cirium.

    Com o espaço aéreo severamente restrito, as companhias aéreas foram forçadas a redirecionar voos, transportar combustível extra ou fazer paradas adicionais de reabastecimento para se protegerem contra desvios repentinos ou rotas de voo mais longas por meio de corredores mais seguros.

    Juntas, a Emirates, a Qatar Airways e a Etihad normalmente transportam cerca de um terço dos passageiros da Europa para a Ásia e mais da metade de todos os passageiros da Europa para a Austrália, Nova Zelândia e ilhas próximas do Pacífico, de acordo com a Cirium

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  • Bancos buscam ampliar pagamentos de brasileiros com Pix em lojas argentinas

    Bancos buscam ampliar pagamentos de brasileiros com Pix em lojas argentinas

    Na última sexta-feira (6), o Banco do Brasil lançou uma opção de Pix no exterior, que permite que visitantes façam pagamentos em lojas credenciadas, mesmo que não sejam clientes do banco

    BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) – Os brasileiros que viajam à Argentina poderão se deparar com mais anúncios ofertando a opção de pagamento via Pix. Na sexta-feira (6), o Banco do Brasil lançou uma opção de Pix no exterior, que permite que visitantes façam pagamentos em lojas credenciadas, mesmo que não sejam clientes do banco.

    A ferramenta promete funcionar de forma semelhante ao Pix utilizado no Brasil e foi desenvolvida em colaboração com o banco argentino Patagonia (que é parte do grupo do banco brasileiro) e a empresa de tecnologia local Coelsa.

    O sistema segue os ritos de uma compra no Brasil: o consumidor pede ao comerciante um código QR e pode utilizar seu smartphone para ler esse código, usando o aplicativo de seu banco, e finalizar a transação sem precisar de cadastro ou autorizações prévias.

    A instituição brasileira realiza a conversão de reais para pesos argentinos, debitando diretamente na conta do cliente, e a operação é registrada como um Pix comum mais IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

    O cliente será informado da taxa de câmbio no momento da transação, com valor em reais, pesos argentinos e em dólares.

    O Pix já é aceito em alguns estabelecimentos na Argentina, sobretudo em áreas turísticas das principais cidades do país, mas o sistema atual pode obrigar o comerciante a deixar o valor recebido em uma conta no Brasil e depois transferir a quantia para uma conta argentina.

    Os turistas argentinos que vão ao Brasil também costumam fazer pagamentos com Pix, utilizando carteiras virtuais de seu país.

    As instituições brasileiras buscam agora ferramentas para institucionalizar e ampliar o número de lojas que aceitam Pix no exterior.

    Segundo o BB, há mais de 6.000 pontos comerciais clientes do Banco Patagonia na Argentina que utilizam o sistema de cobranças da instituição (o Wapa) e que poderiam receber os pagamentos em Pix internacional, recebendo diretamente em pesos argentinos, popularizando a tecnologia brasileira.

    Além da Argentina, o banco planeja expandir essa funcionalidade para outros países nas Américas, Europa e Ásia, priorizando regiões com maior presença de brasileiros.

    O Pix, lançado no Brasil em 16 de novembro de 2020, se tornou o método de pagamento mais popular do país. De acordo com dados do Banco Central de janeiro deste ano, 80% da população usou a ferramenta, realizando mais de 7 bilhões de transações.

    Especialistas têm destacado a aceitação rápida desse recurso. Uma reportagem publicada pela Folha de S. Paulo em abril do ano passado trazia que diferentes países têm demonstrado interesse no sistema. Países vizinhos, como Colômbia e Peru, têm buscado consultoria de especialistas brasileiros para implementar ou expandir suas ferramentas de pagamentos instantâneos.

    Bancos buscam ampliar pagamentos de brasileiros com Pix em lojas argentinas

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  • Dólar cai a R$ 5,16 após Trump dizer que guerra do Irã está 'praticamente concluída'

    Dólar cai a R$ 5,16 após Trump dizer que guerra do Irã está 'praticamente concluída'

    A Bolsa registrou forte alta e encerrou o dia em alta de 0,86%, a 180.915 pontos, com o impulso do setor petrolífero brasileiro; moeda americana é impulsionada pela disparada do petróleo acima de US$ 100

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou em queda de 1,42%, cotado a R$ 5,165, nesta segunda-feira (9) no Brasil, após o presidente norte-americano Donald Trump afirmar que a guerra do Irã está “praticamente encerrada”.

    O pregão foi de volatilidade e impactado pelas cotações do petróleo, que ultrapassaram o patamar dos US$ 100 e atingiram o maior valor desde 2022.

    A Bolsa encerrou o dia em alta de 0,86%, a 180.915 pontos, com o impulso do setor petrolífero brasileiro. As ações da Petrobras se valorizavam mais de 2% e foram os destaques do pregão.

    Nesta segunda, o presidente americano disse que a guerra contra o Irã está praticamente concluída. “Acho que a guerra está praticamente concluída. Eles não têm marinha, não têm comunicações, não têm força aérea”, disse Trump em entrevista à CBS.

    Mais cedo, Trump disse que não estava contente com a escolha de Mojtaba Khamenei como novo líder supremo do Irã. No domingo (8), o filho do aiatolá Ali Khamenei foi anunciado como novo líder supremo do Irã.

    Seu pai, o segundo a ocupar o posto de autoridade máxima do país persa, foi morto por um ataque aéreo de Israel em sua residência oficial no sábado (28).

    A nomeação do novo líder, considerado de um perfil mais linha-dura, reforça as expectativas de um conflito mais prolongado, diz Lucca Bezzon, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Horas depois do anúncio, o Irã fez um ataque contra a instalação petrolífera de Al Ma’ameer, no Bahrein, a principal do país, provocando um incêndio e danos materiais ao local. No mesmo dia, Israel realizou bombardeios contra tanques de petróleo no Irã.

    Nesta segunda, o petróleo chegou a disparar quase 30%, na maior variação diária desde 1988, e ficar próximo de US$ 120 pelo barril. Na máxima do pregão, às 23h30 de domingo, a commodity chegou a estar cotada a US$ 119,46 (R$ 626,14), no maior valor desde 29 de junho de 2022, quando chegou a US$ 120,41 durante a sessão.

    No exterior, a aversão ao risco impacta os índices globais. O Euro STOXX 600, referência na União Europeia, fechou em queda de 0,61%. Nos EUA, os índices subiram, com Nasdaq avançando 1,38%, Dow Jones, 0,50%, e S&P 500, 0,89%.

    As movimentações valorizavam empresas do setor na Bolsa brasileira, como Prio, em alta de 0,52%. A Petrobras também se beneficiou com as ações preferenciais da empresa avançando 2,49%.

    O Irã responde por 3% da produção global da commodity, mas detém ainda mais influência sobre o mercado de energia por causa de sua posição estratégica às margens do estreito.

    O conflito no Oriente Médio não demonstra sinais de arrefecimento e acirrou preocupações com possíveis interrupções na oferta de petróleo na região do Golfo. O estreito de Hormuz, por onde normalmente passa cerca de um quinto do petróleo e do GNL (gás natural liquefeito do mundo), está virtualmente fechado.

    Trump afirmou na última semana que poderia enviar a Marinha para escoltar petroleiros pelo estreito de Hormuz. A retórica, porém, foi contestada pela Guarda Revolucionária do Irã, que disse que o país controla a passagem pelo canal. “Atualmente, o estreito de Hormuz está sob controle total da Marinha da República Islâmica”, disse na quarta.

    O Qatar ainda suspendeu a produção de gás natural liquefeito, levando ao fechamento preventivo de instalações de petróleo e gás em todo o Oriente Médio. A produção do país representa cerca de 20% da oferta global.

    O pregão também foi marcado por uma valorização do real ante o dólar. Segundo analistas, o comportamento acompanhou a alta da da Petrobras e do setor de energia brasileiro de maneira geral.

    “O Brasil é um dos poucos exportadores relevantes de petróleo que não tem envolvimento direto na disputa. Isso pode favorecer o fluxo de divisas para o país, já que não se espera nenhuma disrupção relevante nas exportações brasileiras”, diz Lucca Bezzon, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Além disso, o diferencial de juros entre Brasil e EUA continua um fator positivo. Quanto maior o diferencial, maior tende a ser a rentabilidade potencial da estratégia conhecida como carry trade.

    Nessa operação, investidores captam recursos em economias com juros mais baixos, como os Estados Unidos, e aplicam em ativos de países com taxas mais elevadas, como o Brasil, buscando ganhar com o diferencial de juros. Assim, quanto mais favorável esse diferencial, maior tende a ser o fluxo de dólares para o país, o que contribui para a valorização do real.

    Na sexta-feira, a moeda norte-americana perdeu força em meio à divulgação do relatório “payroll” dos Estados Unidos. Os dados reforçaram a tese de desaceleração da economia americana e de cortes de juros do Fed (Federal Reserve), banco central dos EUA.

    O boletim Focus desta segunda mostrou economistas subindo a previsão da taxa de juros brasileira para 2026.

    Dólar cai a R$ 5,16 após Trump dizer que guerra do Irã está 'praticamente concluída'

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  • Envio de declaração do IR começa na próxima semana; veja regras

    Envio de declaração do IR começa na próxima semana; veja regras

    A confusão entre isenção do imposto e obrigatoriedade de entregar a declaração é comum entre os contribuintes; nova isenção de até R$ 5 mil não afeta declaração do IR deste ano

    A Receita Federal divulgará na próxima segunda-feira (16) as regras da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026. Embora o calendário oficial ainda não tenha sido anunciado, a expectativa é que o prazo de entrega da declaração comece no dia 16 e se estenda até 29 de maio, último dia útil do mês, seguindo o padrão dos anos anteriores.

    Uma das principais dúvidas entre os contribuintes neste ano envolve a nova faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês. Apesar de a medida ter entrado em vigor em 1º de janeiro e ter começado a aliviar o bolso de parte dos trabalhadores desde fevereiro, a mudança não terá impacto na declaração entregue em 2026.

    Isso ocorre porque a declaração deste ano se refere aos rendimentos obtidos em 2025. Assim, a nova faixa de isenção só terá efeito prático na declaração a ser apresentada em 2027.

    A confusão entre isenção do imposto e obrigatoriedade de entregar a declaração é comum entre os contribuintes.

    Especialistas alertam que estar isento do pagamento mensal não significa automaticamente estar dispensado de prestar contas ao Fisco, já que a obrigação de declarar depende também de outros critérios, como patrimônio, investimentos e operações financeiras.

    Quem deve declarar o Imposto de Renda em 2026?

    Com base nas regras aplicadas no último exercício fiscal, que não sofreram alteração neste ano, devem apresentar a declaração os contribuintes que, em 2025:

    • Receberam rendimentos tributáveis, como salários, aposentadorias ou aluguéis, acima de R$ 33.888;
    • Obtiveram rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superiores a R$ 200 mil;
    • Tiveram receita bruta de atividade rural acima de R$ 169.440;
    • Obtiveram ganho de capital na venda de bens ou direitos;
    • Fizeram operações em bolsas de valores, mercadorias ou futuros com soma superior a R$ 40 mil;
    • Fizeram operações de day trade (compra e venda na bolsa no mesmo dia) com lucro;
    • Venderam ações com lucro em meses com volume superior a R$ 20 mil;
    • Possuíam bens ou direitos acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro;
    • Tornaram-se residentes no Brasil ao longo de 2025;
    • Declararam bens ou participações em entidades no exterior;
    • Foram titulares de trusts (empresas de investimento) no exterior;
    • Atualizaram bens no exterior a valor de mercado ou receberam rendimentos financeiros de entidades estrangeiras;
    • Optaram por isenção de ganho de capital na venda de imóvel residencial, desde que tenham reinvestido o valor em outro imóvel em 180 dias.

    Quem fica isento do imposto?

    A nova tabela do Imposto de Renda ampliou a faixa de isenção para rendimentos mensais de até R$ 5 mil, mas a regra só valerá para rendimentos recebidos a partir de 2026. Por isso, o efeito prático aparecerá apenas na declaração entregue em 2027.

    Atualmente, o limite oficial de isenção do imposto é de R$ 2.428,80 por mês. Com os ajustes aplicados na tabela, que criou deduções adicionais, a isenção efetiva alcança rendimentos mensais de até R$ 3.036, valor equivalente a dois salários mínimos em 2025.

    Documentos necessários para declarar

    Para preencher a declaração, o contribuinte deve reunir documentos pessoais e comprovantes de renda e patrimônio.

    Documentos de identificação:

    • Documento oficial com CPF (RG ou CNH);
    • Comprovante de endereço atualizado;
    • CPF do cônjuge;
    • Número do título de eleitor;
    • Recibo da declaração do ano anterior;
    • Número do PIS, NIT ou inscrição no INSS;
    • Dados de dependentes e alimentandos.

    Comprovantes de renda:

    • Informes de rendimentos do titular e dependentes;
    • Extratos bancários e de aplicações financeiras;
    • Relatórios de aluguéis recebidos;
    • Informes de previdência privada;
    • Rendimentos de programas de incentivo à nota fiscal.

    Comprovantes de renda variável:

    • Notas de corretagem;
    • DARFs pagos;
    • Informes de rendimentos de investimentos.

    Restituições

    Seguindo o padrão dos últimos anos, o pagamento das restituições deve começar no fim de maio. A expectativa é que o primeiro lote seja liberado em 29 de maio, enquanto o quinto e último lote tende a ser pago em 30 de setembro.

    Informe de rendimentos

    Documento essencial para preencher a declaração, o informe de rendimentos foi repassado por empregadores e pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) até 27 de fevereiro, último dia útil do mês passado. O mesmo vale para as instituições financeiras, que eram obrigadas a enviar os rendimentos de aplicações e o saldo em contas até a mesma data.

    Caso não tenha recebido o documento, o contribuinte deve pedi-lo diretamente à empresa ou utilizar a declaração pré-preenchida disponível no sistema da Receita Federal a partir do primeiro dia de declaração.

    Outros comprovantes

    Os comprovantes usados para deduções no Imposto de Renda também foram enviados até 27 de fevereiro. Os informes de pagamentos a planos de saúde individuais e recolhimentos a fundos de pensão serão usados pelo contribuinte para deduzir os valores cobrados no Imposto de Renda e aumentar a restituição.

    Envio de declaração do IR começa na próxima semana; veja regras

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  • Clientes do Banco do Brasil podem renegociar dívidas até o fim do mês

    Clientes do Banco do Brasil podem renegociar dívidas até o fim do mês

    Descontos podem chegar a 90%, de acordo com cada perfil; campanha do Banco do Brasil acontece simultaneamente ao Mutirão Nacional de Negociação e Orientação Financeira, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban)

    O Banco do Brasil abriu prazo até dia 31 de março para que clientes possam renegociar dívidas com condições especiais e descontos que podem chegar a até 90%, de acordo com cada perfil. Segundo o banco, o objetivo é reforçar o compromisso com a recuperação da saúde financeira de seus clientes e com o estímulo ao uso consciente do crédito. 

    “Caso a renegociação não esteja disponível de forma automática, o cliente deve procurar sua agência de relacionamento para atendimento personalizado. Em todos esses canais, não é necessário o envio de documentos”, explicou o gerente-executivo da Unidade de Cobrança e Reestruturação de Ativos do Banco do Brasil, Daniel Brum.

    A campanha do Banco do Brasil acontece simultaneamente ao Mutirão Nacional de Negociação e Orientação Financeira, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), quando será possível renegociar dívidas bancárias em atraso, como cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras modalidades de crédito sem garantia e não prescritas.

    Segundo a Febraban, o mutirão representa uma oportunidade para que os cidadãos regularizem suas pendências financeiras, reorganizem o orçamento e evitem o superendividamento, além de fortalecer a relação entre consumidores e instituições financeiras.

    Serviço

    A renegociação pode ser feita nos canais de atendimento do Banco do Brasil:

    Central de Relacionamento do BB (CRBB);Telefones 4004-0001 ou 0800 729 0001;WhatsApp BB, com o número (61) 4004-0001, escolhendo a opção #renegocie;Aplicativo do banco;Autoatendimento;

    • Site www.bb.com.br/solucaodedividas e

    Nas agências do Banco do Brasil.

    Clientes do Banco do Brasil podem renegociar dívidas até o fim do mês

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  • Estimativas do mercado para inflação e PIB ficam estáveis

    Estimativas do mercado para inflação e PIB ficam estáveis

    Projeções do mercado financeiro para crescimento do PIB e inflação foram mantidas na edição mais recente do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central. Expectativa para a taxa básica de juros em 2026 também foi revisada pelos analistas

    As previsões do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos em 2026, como o crescimento da economia e a inflação, permaneceram estáveis na edição desta segunda-feira (9) do Boletim Focus. A pesquisa reúne projeções de instituições financeiras e é divulgada semanalmente pelo Banco Central.

    A estimativa para o crescimento da economia brasileira neste ano foi mantida em 1,82%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB), que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, ficou em 1,8%. Já para 2028 e 2029, o mercado financeiro prevê expansão de 2% em ambos os anos.

    Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado marcou o quinto ano consecutivo de crescimento, com avanço em todos os setores e destaque para a agropecuária.

    Nesta edição do Boletim Focus, a previsão para a cotação do dólar no fim de 2026 permanece em R$ 5,41. Para o final de 2027, a estimativa é que a moeda norte-americana esteja em R$ 5,50.

    A projeção do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, também foi mantida em 3,91% para este ano. Para 2027, a previsão passou de 3,79% para 3,8%. Já para 2028 e 2029, a expectativa é de inflação de 3,5% em ambos os anos.

    A estimativa para a inflação em 2026 permanece dentro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional. O objetivo é manter a inflação em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Assim, o limite inferior é de 1,5% e o superior, de 4,5%.

    Em janeiro, o aumento nos preços da energia elétrica e da gasolina fez com que a inflação do mês fechasse em 0,33%, o mesmo índice registrado em dezembro. Segundo o IBGE, o resultado levou o IPCA a acumular alta de 4,44% em 2025.

    O índice de inflação referente a fevereiro será divulgado na próxima quinta-feira (12) pelo instituto.

    Para controlar a inflação, o Banco Central utiliza principalmente a taxa básica de juros, a Selic, atualmente fixada em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Mesmo com a queda recente da inflação e do dólar, o colegiado manteve os juros inalterados pela quinta reunião consecutiva, na decisão tomada no fim de janeiro.

    Esse é o maior nível da taxa desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Em ata, o Copom indicou que pode iniciar a redução dos juros na reunião de março, caso a inflação permaneça sob controle e não haja mudanças inesperadas no cenário econômico. Ainda assim, a tendência é de manutenção dos juros em níveis considerados restritivos.

    As projeções do mercado para a Selic também foram ajustadas. A estimativa passou de 12% para 12,13% ao ano no final de 2026. Para 2027 e 2028, a expectativa é de queda para 10,5% e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a previsão é de que a taxa chegue a 9,5% ao ano.

    Quando o Copom eleva a Selic, o objetivo é reduzir o consumo e conter pressões inflacionárias. Juros mais altos tornam o crédito mais caro e incentivam a poupança, o que tende a desacelerar a atividade econômica. Além da Selic, os bancos consideram outros fatores para definir as taxas cobradas dos consumidores, como risco de inadimplência, custos operacionais e margem de lucro.

    Por outro lado, quando a Selic é reduzida, o crédito tende a ficar mais barato. Isso estimula o consumo e os investimentos, o que pode impulsionar a atividade econômica, mas também diminui o controle sobre a inflação.
     
     

     

    Estimativas do mercado para inflação e PIB ficam estáveis

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  • Dólar desacelera alta ante real com fluxo comercial positivo

    Dólar desacelera alta ante real com fluxo comercial positivo

    Há fluxo comercial positivo e leve redução de posições cambiais no mercado futuro para auferir ganhos, comenta o diretor. Às 9h45 desta segunda-feira, o dólar à vista subia 0,22%, a R$ 5,2544. O dólar futuro para abril caía 0,08%, a R$ 5,2840

    O dólar abriu em alta nesta segunda-feira, 9, registrou máxima intradiária aos R$ 5,2864 (+0,81%) no mercado à vista após a abertura da sessão, mas desacelerou e renovou mínima a R$ 5,2454 (+0,03%).

    O rali do petróleo aumenta a aversão a risco global por temores de inflação, mas favorece países exportadores da commodity, como o Brasil, assim como a valorização de 2,28% do minério de ferro na China e o forte carry trade do País, que ajudam a amenizar a força do dólar ante o real, afirma Jefferson Rugik, diretor da Correparti.

    Há fluxo comercial positivo e leve redução de posições cambiais no mercado futuro para auferir ganhos, comenta o diretor. Às 9h45 desta segunda-feira, o dólar à vista subia 0,22%, a R$ 5,2544. O dólar futuro para abril caía 0,08%, a R$ 5,2840.

    Dólar desacelera alta ante real com fluxo comercial positivo

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  • Salário mínimo terá ganho real de 2,3% em 2027 após alta do PIB de 2025

    Salário mínimo terá ganho real de 2,3% em 2027 após alta do PIB de 2025

    O avanço de 2,3% do PIB em 2025 é o menor em cinco anos. A economia havia crescido 4,8% em 2021, 3% em 2022, 3,2% em 2023 e 3,4% em 2024. Antes disso, o resultado mais baixo foi a retração de 3,3% em 2020, ano da pandemia de Covid-19

    (FOLHAPRESS) – O salário mínimo terá reajuste acima da inflação de 2,3% em 2027, equivalente ao crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no ano passado. O aumento anual do piso leva em conta a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) que for acumulado em 12 meses até novembro deste ano, mais o crescimento do PIB de 2025.

    O avanço de 2,3% do PIB em 2025 é o menor em cinco anos. A economia havia crescido 4,8% em 2021, 3% em 2022, 3,2% em 2023 e 3,4% em 2024. Antes disso, o resultado mais baixo foi a retração de 3,3% em 2020, ano da pandemia de Covid-19.

    O valor final do salário mínimo em 2027 dependerá do comportamento do INPC acumulado até novembro de 2026, que será divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) só no início do ano que vem.

    Neste ano, o salário mínimo é de R$ 1.621 -aumento de R$ 103 em relação a 2025, quando o piso era de R$ 1.518. O reajuste total foi de 6,79%, dos quais 4,18% corresponderam à inflação medida pelo INPC.

    Segundo regra do Ministério da Fazenda, o ganho real está sujeito aos limites estabelecidos pelo arcabouço fiscal, que prevê aumento acima da inflação dentro de um intervalo entre 0,6% e 2,5%. Como o PIB avançou 2,3% em 2025, esse crescimento poderá ser integralmente incorporado ao reajuste, por estar abaixo do teto de 2,5%. Nos anos recentes, o crescimento do PIB superou 2,5%, mas o reajuste do salário mínimo ficou limitado ao teto.

    Caso o PIB tivesse registrado crescimento inferior a 0,6%, o piso ainda assim teria garantido um aumento real mínimo de 0,6%.

    Os limites foram definidos no arcabouço fiscal como forma de controlar o ritmo de crescimento das despesas públicas. Na prática, a regra estabelece um piso e um teto para o aumento real, buscando conciliar a política de valorização do salário mínimo, que serve de referência para aposentadorias, benefícios assistenciais e outras despesas obrigatórias, com as metas de equilíbrio das contas públicas.

    Ao impor esse intervalo, o governo também preserva espaço no Orçamento para as chamadas despesas discricionárias, em que há liberdade de escolha para o gasto.

    O salário mínimo é o menor valor mensal que um trabalhador pode receber no país por uma jornada regular. Ele pressiona os gastos do governo por ser a referência para benefícios previdenciários e sociais, funcionando como baliza para uma série de despesas obrigatórias do Poder Executivo.

    Aposentadorias e pensões do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), por exemplo, não podem ficar abaixo do salário mínimo. Sempre que há reajuste, quem recebe um benefício pelo piso também passa a ganhar o novo valor. Outro benefício atrelado ao piso nacional é o BPC (Benefício de Prestação Continuada), pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda. Estados podem fixar pisos regionais acima do nacional, mas nunca abaixo dele.

    Salário mínimo terá ganho real de 2,3% em 2027 após alta do PIB de 2025

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  • Vai fazer 65 anos em 2026? Veja quando é possível se aposentar

    Vai fazer 65 anos em 2026? Veja quando é possível se aposentar

    Completar 65 anos não garante automaticamente o benefício do INSS. Após a Reforma da Previdência, trabalhadores precisam cumprir tempo mínimo de contribuição e carência. Entenda quais regras valem em 2026 e como verificar se já é possível solicitar a aposentadoria

    Completar 65 anos em 2026 não significa, automaticamente, ter direito à aposentadoria pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Desde a Reforma da Previdência, aprovada em 2019, a idade mínima passou a ser apenas um dos critérios exigidos para a concessão do benefício.

    Para solicitar a aposentadoria por idade, os trabalhadores também precisam cumprir um tempo mínimo de contribuição e a carência exigida pelo sistema previdenciário. As regras variam de acordo com o momento em que o segurado passou a contribuir para o INSS.

    No caso dos homens, a idade mínima continua sendo de 65 anos. No entanto, o tempo de contribuição depende da data de filiação ao sistema. Quem já contribuía antes de 13 de novembro de 2019 precisa comprovar pelo menos 15 anos de pagamentos ao INSS. Já os trabalhadores que começaram a contribuir após a reforma precisam ter, no mínimo, 20 anos de contribuição.

    Para as mulheres, a idade mínima foi fixada em 62 anos, com exigência de pelo menos 15 anos de contribuição. Assim, caso uma segurada complete 65 anos em 2026 e ainda não tenha solicitado o benefício, o requisito de idade já estará cumprido, restando apenas a verificação do tempo de contribuição.

    Além do tempo mínimo exigido, o INSS também estabelece a chamada carência, que corresponde a 180 meses de contribuições realizadas ao longo da vida laboral. Esse período equivale a 15 anos de pagamentos ao sistema previdenciário.

    Alguns períodos podem ser considerados no cálculo, como tempo de trabalho rural ou afastamentos por auxílio-doença, desde que estejam corretamente registrados e validados no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS).

    Para quem ainda não atingiu a idade mínima para aposentadoria por idade, continuam valendo as chamadas regras de transição criadas pela Reforma da Previdência. Em 2026, essas regras exigem pontuação mínima que combina idade e tempo de contribuição.

    Na chamada regra dos pontos, os homens precisam somar 103 pontos, com pelo menos 35 anos de contribuição. Para as mulheres, a exigência é de 93 pontos e um mínimo de 30 anos de contribuição.

    Outra possibilidade é a regra da idade mínima progressiva. Nesse caso, em 2026, os homens precisam ter ao menos 64 anos e seis meses de idade e 35 anos de contribuição. Já as mulheres devem ter 59 anos e seis meses de idade, além de 30 anos de contribuição.

    Para saber se já é possível solicitar o benefício, o segurado pode utilizar o simulador disponível no site ou no aplicativo Meu INSS. A ferramenta calcula automaticamente a idade, o tempo de contribuição e a pontuação com base nas informações registradas no sistema.

    O valor da aposentadoria é calculado a partir da média de todas as contribuições feitas pelo trabalhador desde julho de 1994. Em alguns casos, adiar o pedido por alguns meses pode aumentar o valor final do benefício.

    Vai fazer 65 anos em 2026? Veja quando é possível se aposentar

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