Categoria: MUNDO

  • Mulher fica presa em lava-jato e se desespera após falha no sistema; veja

    Mulher fica presa em lava-jato e se desespera após falha no sistema; veja

    Motorista registrou em vídeo momentos de tensão ao ficar retida por quase uma hora dentro de um centro de lavagem de carros em Waynesboro, na Pensilvânia, até ser resgatada pela polícia após o acionamento de emergência falhar.

    O que deveria ser uma parada rápida para lavar o carro acabou se transformando em momentos de tensão para uma norte-americana que ficou presa dentro de um lava-jato automático nos Estados Unidos.

    Felicia Sullivan contou a experiência em um vídeo publicado nas redes sociais após ficar retida dentro de um centro de lavagem de veículos em Waynesboro, no estado da Pensilvânia. A mulher estava dentro do carro quando o sistema apresentou uma falha, as máquinas pararam repentinamente e a água deixou de ser liberada.

    Nas imagens gravadas por ela mesma, é possível ver o nervosismo crescente. Felicia tenta abrir os portões do local, sem sucesso, e relata o tempo em que ficou presa. “Estou aqui presa há cerca de 20 minutos”, diz no vídeo, acrescentando que tentou contato com todos os números disponíveis do estabelecimento, mas “ninguém atende”.

    @fox4newsdallasfortworth

    A woman found herself locked in a car wash in Waynesboro, Pennsylvania, for almost an hour on January 22, after the system malfunctioned and the doors remained resolutely shut. The claustrophobic mishap was recorded by Felicia Sullivan, who told Storyful that she documented the incident in case her car was damaged or she was hurt “while stuck in there.” The footage shows Sullivan repeatedly pressing emergency buttons and banging on the doors, to no effect. Sullivan said that she tried everything to get out before resorting to calling the police, who came to the rescue 45 minutes later. “The owner gave me a bunch of gift cards after the police freed me from the car wash,” she said. Talking about the owner of the car wash, Sullivan added, “I was not upset with him at all in any way. Sometimes things happen, but no harm came from my experience.”

    original sound – Fox4News

    Segundo o relato, ela bateu em portas, acionou um botão de emergência existente no local e tentou diferentes formas de sair, sem qualquer resultado. “Já tentei de tudo”, afirmou.

    Diante da situação, Felicia decidiu ligar para a polícia. Cerca de 45 minutos depois, um agente chegou ao local acompanhado do proprietário do lava-jato, e os portões foram finalmente abertos.

    Após o resgate, a motorista afirmou que não ficou irritada com o dono do estabelecimento. “Não fiquei chateada com ele de forma alguma. Às vezes as coisas acontecem, mas ninguém se machucou”, disse. O proprietário ofereceu cartões-presente como forma de compensação pelo ocorrido.

    Ainda abalada e querendo sair dali o mais rápido possível, Felicia contou que ouviu uma sugestão inusitada. Como o carro estava coberto de sabão já seco, ela foi orientada a fazer um novo ciclo de lavagem. A recomendação foi ignorada, já que, naquele momento, o nervosismo falou mais alto.

    O episódio terminou sem feridos ou danos materiais, e o vídeo do incidente acabou viralizando nas redes sociais. Veja acima!

    Mulher fica presa em lava-jato e se desespera após falha no sistema; veja

  • Fim do tratado nuclear entre EUA e Rússia eleva risco global; entenda

    Fim do tratado nuclear entre EUA e Rússia eleva risco global; entenda

    Especialistas alertam que o colapso do Novo START deixa as duas maiores potências nucleares sem limites formais para seus arsenais e pode abrir caminho para uma escalada perigosa envolvendo também a China

    A expiração do último tratado nuclear em vigor entre os Estados Unidos e a Rússia, nesta quinta-feira (5), reacendeu temores sobre uma nova corrida armamentista e o aumento do risco de conflito entre superpotências, segundo especialistas ouvidos pela CNN.

    O fim do tratado Novo START deixa, pela primeira vez em décadas, as duas maiores potências nucleares do mundo sem limites formais para seus arsenais estratégicos. Para Thomas Countryman, ex-subsecretário interino de Estado dos EUA para controle de armas, o maior risco é que incidentes previsíveis ou não acabem escalando rapidamente para um conflito nuclear, afirmou à CNN.

    Em vigor desde 2011, o Novo START limitava cada país a 1.550 ogivas nucleares implantadas e impunha restrições a mísseis balísticos intercontinentais, armas lançadas por submarinos e bombardeiros estratégicos. O acordo foi prorrogado em 2021 até fevereiro de 2026, mas não podia ser estendido novamente nos mesmos termos.

    Críticos do tratado, entre eles o presidente Donald Trump, afirmam que o pacto se tornou obsoleto por não incluir a China, que vem ampliando rapidamente seu arsenal nuclear. Um relatório do Pentágono de 2022 estima que Pequim pode alcançar cerca de 1.500 ogivas até 2035. Trump declarou ao The New York Times que, se o tratado expirasse, os Estados Unidos buscariam “um acordo melhor”.

    O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reforçou essa posição ao afirmar que um novo modelo de controle de armas precisa incluir a China. “O presidente tem sido claro de que, para haver um verdadeiro controle de armas no século 21, é impossível fazer algo que não inclua a China, devido ao seu vasto e crescente arsenal”, disse Rubio.

    Do lado russo, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que não recebeu respostas da administração Trump e declarou que Moscou já não se considera vinculada às obrigações centrais do tratado. Especialistas alertam que a Rússia está mais preparada do que os EUA para ampliar rapidamente seu arsenal, segundo Rose Gottemoeller, ex-negociadora-chefe americana do Novo START, também em entrevista à CNN.

    Para Daryl Kimball, diretor executivo da Arms Control Association, o fim do acordo pode abrir um período de forte instabilidade global. “Podemos ver uma perigosa corrida armamentista tripla”, afirmou. Segundo ele, o colapso do Novo START, em meio a uma postura mais agressiva dos EUA em relação a tratados internacionais, pode marcar “o início de uma nova corrida armamentista desenfreada entre Estados Unidos, Rússia e China, com alto custo para todos os países”.
     
     

     

    Fim do tratado nuclear entre EUA e Rússia eleva risco global; entenda

  • General russo é baleado em Moscou em suposta tentativa de assassinato

    General russo é baleado em Moscou em suposta tentativa de assassinato

    Tenente-general do Ministério da Defesa foi atingido por vários disparos e levado a um hospital da capital russa. Ataque ocorreu em meio a negociações sobre a guerra na Ucrânia e reforça a sequência de atentados contra altos oficiais desde 2022

    Um general russo foi levado a um hospital após ser baleado “várias vezes” em uma tentativa de homicídio ocorrida na madrugada desta sexta-feira, em Moscou, informou o Comitê de Investigação da Rússia.

    Segundo a agência estatal TASS, a porta-voz do comitê, Svetlana Petrenko, afirmou que a vítima é Vladimir Stepanovich Alekseyev, tenente-general do Ministério da Defesa da Federação Russa.

    De acordo com a investigação preliminar, um suspeito ainda não identificado efetuou vários disparos contra o militar dentro de um prédio residencial na região da Volokolamskoe Shosse, em Moscou, e fugiu em seguida. Alekseyev foi socorrido e permanece internado em um hospital da capital.

    As autoridades russas abriram um processo criminal pelos crimes de tentativa de homicídio e tráfico ilegal de armas de fogo.

    Alekseyev, de 64 anos, ganhou destaque por sua atuação em operações classificadas como secretas na Síria, onde a Rússia interveio militarmente em 2015 contra grupos jihadistas e em apoio ao regime de Bashar al-Assad.

    O general é considerado braço direito de Igor Kostyukov, chefe da inteligência militar russa, conhecida como GRU. Kostyukov liderou recentemente a delegação de Moscou nas negociações com Kyiv, realizadas em Abu Dhabi, com mediação dos Estados Unidos, para discutir o conflito na Ucrânia.

    Desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022, ao menos quatro generais russos foram mortos em ataques. O caso mais recente foi o de Fanil Sarvarov, chefe de operações do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia, que morreu no fim de dezembro em Moscou após a explosão de um carro-bomba.

    Outro episódio de grande repercussão envolveu o tenente-general Igor Kirilov, então responsável pela defesa radiológica, química e biológica, assassinado em dezembro de 2024 em um ataque com explosivos em frente à sua residência.

    Em abril de 2025, morreu também o tenente-general Yaroslav Moskalik, vice-chefe de operações do Estado-Maior, em um atentado com explosivo colocado em um automóvel. As autoridades russas atribuíram o ataque aos serviços de inteligência ucranianos.

    Já em novembro de 2024, o capitão Valery Trankovski, vice-comandante de uma brigada da Frota do Mar Negro, morreu na Crimeia após a explosão de seu carro em Sebastopol. O atentado foi reivindicado por serviços de inteligência da Ucrânia.

    Em outro incidente, o major-general Yuri Afanasyevsky, ex-chefe da alfândega no Donbass, e seu filho ficaram gravemente feridos quando um artefato explosivo escondido em um telefone celular detonou dentro de sua casa, ataque também atribuído por Moscou a Kyiv.

    O suposto atentado contra Alekseyev ocorreu um dia após o encerramento de uma rodada de negociações entre Ucrânia, Rússia e Estados Unidos em Abu Dhabi. Segundo autoridades ucranianas, as delegações concordaram em informar suas capitais e manter o diálogo trilateral nas próximas semanas.

    A segunda rodada de negociações diretas entre Kyiv e Moscou, mediada pelos Estados Unidos na capital dos Emirados Árabes Unidos, terminou sem avanços concretos nos principais pontos de divergência. Assim como em encontros anteriores realizados na Turquia em 2025, o principal resultado foi a troca de 314 prisioneiros de guerra.

    Apesar disso, o conselheiro do Kremlin Kirill Dmitriev avaliou que houve progressos e avanços positivos nas conversas. Ele também voltou a criticar o que chamou de setores belicistas na Europa e no Reino Unido, que, segundo ele, tentariam sabotar as negociações, informou a TASS.
     
     

     

    General russo é baleado em Moscou em suposta tentativa de assassinato

  • Europa depende dos EUA e nada fará se Trump invadir Groenlândia, diz analista

    Europa depende dos EUA e nada fará se Trump invadir Groenlândia, diz analista

    Especialista afirma que o continente não reagiria a uma eventual ação militar dos Estados Unidos na Groenlândia, diante da forte dependência europeia da presença militar americana e do temor de ficar vulnerável a ameaças externas, especialmente da Rússia

    (CBS NEWS) Depois de semanas de pressão e ameaças tarifárias com o objetivo de anexar a Groenlândia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no último dia 21 que havia chegado a um acordo com a Otan, a aliança militar ocidental, a respeito da ilha no Oceano Ártico.

    Quase 20 dias depois, no entanto, os detalhes do acordo ainda não são conhecidos. Enquanto isso, líderes como o presidente da França, Emmanuel Macron, o premiê da Alemanha, Friedrich Merz, e a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, passaram a realizar encontros com o objetivo de demonstrar apoio à soberania dinamarquesa, país que controla a Groenlândia.

    Ao mesmo tempo, Trump, que esteve envolvido em uma disputa acirrada com a oposição para aprovar o orçamento do governo, parece ter deixado o tema de lado, ao menos por enquanto. O republicano tem concentrado suas publicações nas redes sociais e declarações à imprensa em assuntos como movimentações militares contra o Irã, negociações com a Venezuela e novas acusações infundadas de que teria sido o verdadeiro vencedor das eleições de 2020.

    Na quarta-feira (4), a União Europeia decidiu retomar as tratativas para implementar o acordo comercial com os Estados Unidos, que haviam sido suspensas após a investida de Trump contra a Groenlândia. O movimento foi interpretado como um sinal de arrefecimento das tensões.

    Mudar de assunto, porém, não é uma opção para os países europeus. Discussões sobre a melhor estratégia para dissuadir o presidente da maior potência militar do mundo de invadir e ocupar a Groenlândia seguem intensas nos centros de poder em Londres, Paris, Berlim e Copenhague. Isso ocorre porque, segundo o analista militar Carlo Masala, caso a invasão se concretize, a Europa não reagirá.

    “Trump descartou isso em Davos, mas, se imaginarmos que ele conquiste a Groenlândia militarmente, não acredito que a Europa fará algo”, afirma Masala, diretor do Centro de Inteligência da Universidade das Forças Armadas alemãs, em Munique. Questionado sobre os cerca de 70 mil soldados americanos estacionados em bases no continente, o analista avalia que é pouco provável que sua presença seja contestada, mesmo em um cenário extremo de invasão.

    “Ninguém quer se envolver em uma guerra contra os Estados Unidos. Se acordos de posicionamento de tropas forem encerrados e a Europa forçar uma retirada completa dos americanos do continente, haverá um problema. Não estamos preparados para nos defender sozinhos diante de uma invasão russa a um país europeu”, diz.

    Atualmente, cerca de 70 mil soldados dos EUA estão distribuídos em bases pelo continente europeu, sendo aproximadamente 35 mil na Alemanha. Essa presença é um legado da ocupação militar após o fim da Segunda Guerra Mundial e do período da Guerra Fria. Os Estados Unidos também mantêm armas nucleares em países como Holanda, Itália e Alemanha.

    Segundo Masala, esse cenário ajuda a explicar a estratégia adotada por Berlim. O governo alemão, liderado por Friedrich Merz, tem evitado críticas mais duras a Washington e conduz o que críticos classificam como uma política de apaziguamento.

    “Enquanto Trump estiver no poder, acredito que a Alemanha e outros países tentarão conquistá-lo, convencê-lo a mudar de rumo. Aceitar exigências, acomodar, talvez não completamente, mas sempre tentar acomodar. Por trás disso está o temor de que, sem os americanos, a Europa fique indefesa”, afirma o analista, acrescentando que essa condição não será superada antes de cinco ou seis anos.

    Para Masala, no entanto, a eficácia dessa estratégia chegou ao fim com a pressão aberta dos Estados Unidos para anexar a Groenlândia.

    “Já está claro que não é possível mudar a posição de Trump por um período significativo. É possível fazê-lo temporariamente, mas não há garantia de que ele mantenha uma opinião diferente sobre determinado assunto daqui a duas semanas”, diz. “Por isso, acredito que seja necessário reconhecer que a estratégia de apaziguamento chegou ao limite e que será preciso adotar uma linguagem mais clara contra os Estados Unidos.”

    Ao mesmo tempo, segundo o analista, existem forças dentro da Casa Branca interessadas em enfraquecer as lideranças europeias com o objetivo de desmantelar a União Europeia. “A UE é uma pedra no sapato de Trump, porque é muito mais fácil negociar com Estados individuais do que com um bloco que representa 500 milhões de pessoas”, afirma.

    Esse objetivo também explicaria a preferência de Washington por partidos de ultradireita e extrema direita na Europa, como a AfD, na Alemanha, a Reunião Nacional de Marine Le Pen, na França, e o Reform UK, de Nigel Farage, no Reino Unido. “Esses partidos são hostis à União Europeia. Se chegarem ao poder, tentarão enfraquecer o bloco, o que é de enorme interesse para o governo Trump.”

    Masala avalia, porém, que essas forças políticas enfrentam agora uma situação mais delicada após a campanha de Trump em torno da Groenlândia. “Eles percebem que grande parte da população europeia passou a se posicionar contra o governo do republicano. E não querem perder esses eleitores, por isso ensaiam um distanciamento de Trump”, diz.

    Questionado sobre as ações intervencionistas de Washington em relação à Europa e à América Latina, o pesquisador aponta uma diferença central. “Os Estados Unidos veem a América Latina como seu quintal e a Europa como irrelevante. De repente, fala-se em Hemisfério Ocidental, em esfera de influência direta dos EUA. A Europa, por sua vez, precisa se virar sozinha. As duas posições são ruins para os continentes envolvidos.”

    Europa depende dos EUA e nada fará se Trump invadir Groenlândia, diz analista

  • Maior central nuclear do mundo planeja reinício na segunda-feira

    Maior central nuclear do mundo planeja reinício na segunda-feira

    Empresa japonesa anunciou que o reator seis da central de Kashiwazaki-Kariwa deve ser reiniciado nos próximos dias, com início das operações comerciais em março. A retomada ocorre após inspeções adicionais e anos de paralisação desde o acidente de Fukushima

    A elétrica japonesa TEPCO informou nesta sexta-feira (6) que pretende reiniciar na próxima segunda-feira (9) o reator número seis da central de Kashiwazaki-Kariwa, a maior usina nuclear do mundo em capacidade instalada. A previsão é iniciar as operações comerciais em 18 de março, com cerca de um mês de atraso em relação ao cronograma inicial.

    Durante entrevista coletiva realizada no próprio complexo, o gerente da central, Takeyuki Inagaki, afirmou que todos os componentes do reator passaram por inspeções minuciosas antes da decisão de retomada das atividades.

    Em 22 de janeiro, a empresa havia interrompido o funcionamento do reator seis após um alarme ser acionado no sistema de monitoramento das barras de controle, logo após a reativação da unidade. Segundo a TEPCO, a falha foi causada por uma configuração incorreta do sistema de alarme.

    Com o problema identificado, a companhia planeja retomar o reator de forma gradual, aumentando progressivamente a geração de energia até alcançar a operação comercial em 18 de março, cerca de três semanas depois do previsto inicialmente.

    O vice-porta-voz do governo japonês, Kei Sato, afirmou que pediu à empresa para garantir a segurança do processo e manter autoridades locais e moradores informados sobre cada etapa da reativação. Segundo ele, a retomada deve ocorrer com prioridade absoluta à segurança.

    A paralisação do reator ocorreu um dia depois de a TEPCO ter reiniciado a central, encerrada havia 15 anos após o acidente nuclear de Fukushima, em 2011, também sob responsabilidade da empresa.

    Em dezembro, a assembleia da província de Niigata, onde está localizada a central de Kashiwazaki-Kariwa, aprovou a reativação da unidade, após o aval do regulador nuclear nacional para religar dois dos sete reatores do complexo.

    Os reatores seis e sete haviam passado pelas revisões técnicas necessárias ainda em 2017, mas a usina permaneceu inativa por falhas relacionadas à segurança contra ataques terroristas. As medidas corretivas foram finalmente aprovadas em dezembro de 2023 e, desde então, a TEPCO vem cumprindo os trâmites para colocar ambas as unidades em funcionamento.

    Com capacidade superior a 8.000 megawatts, a central é considerada estratégica para o fornecimento de energia da empresa e está alinhada à política energética do governo japonês, liderado por Sanae Takaichi, que busca reforçar o uso da energia nuclear como parte da meta de redução das emissões de carbono.

    Esta é a primeira reativação de uma central nuclear operada pela TEPCO desde o desastre de Fukushima, provocado pelo grande terremoto e pelo tsunami que atingiram o leste do Japão em 2011.
     
     

     

    Maior central nuclear do mundo planeja reinício na segunda-feira

  • Água-viva gigante rara é avistada em expedição no fundo do mar argentino

    Água-viva gigante rara é avistada em expedição no fundo do mar argentino

    Espécie pouco observada pode alcançar até 11 metros de comprimento e foi registrada a 250 metros de profundidade por cientistas do Schmidt Ocean Institute durante missão científica que percorreu toda a costa da Argentina, do litoral de Buenos Aires à Terra do Fogo

    Uma água-viva gigante raramente observada foi registrada em vídeo por cientistas durante uma expedição em águas profundas na costa da Argentina. O animal pode atingir até 11 metros de comprimento e pertence à espécie Stygiomedusa gigantea.

    O registro foi feito a cerca de 250 metros de profundidade por pesquisadores do Schmidt Ocean Institute, a bordo do navio de pesquisa R/V Falkor, no Atlântico Sul. Segundo comunicado divulgado pelo instituto, a expedição científica percorreu toda a extensão do litoral argentino, de Buenos Aires até áreas próximas à Terra do Fogo.

    A água-viva foi avistada enquanto os cientistas analisavam a parede do cânion submarino Colorado-Rawson. Considerada uma das maiores espécies do mundo, ela possui uma campânula que pode chegar a um metro de diâmetro e braços que se estendem por vários metros, com comprimento comparável ao de um ônibus escolar.

    Apesar do tamanho impressionante, a chamada medusa fantasma raramente é vista por humanos, com pouco mais de 100 avistamentos confirmados em todo o planeta. “Não esperávamos encontrar esse nível de biodiversidade no mar profundo argentino e ficamos muito entusiasmados ao ver essas áreas tão ricas em vida”, afirmou a cientista-chefe da expedição, María Emilia Bravo, da Universidade de Buenos Aires e do CONICET.

    A diretora-executiva do Schmidt Ocean Institute, Jyotika Virmani, destacou que cada missão amplia o conhecimento sobre os oceanos. Segundo ela, o mar profundo concentra uma diversidade de vida comparável, ou até superior, à observada em terra firme, já que os oceanos reúnem cerca de 98% do espaço habitável do planeta.

    Água-viva gigante rara é avistada em expedição no fundo do mar argentino

  • EUA fazem novo ataque no Pacífico e matam dois em barco suspeito

    EUA fazem novo ataque no Pacífico e matam dois em barco suspeito

    Ação ocorreu perto da costa da Colômbia contra uma embarcação apontada como ligada ao tráfico de drogas. Segundo os militares norte-americanos, o ataque integra a Operação Lança do Sul, alvo de críticas internacionais por possível violação do direito internacional

    Os Estados Unidos realizaram nesta quinta-feira (5) mais um ataque no Oceano Pacífico contra uma embarcação suspeita de tráfico de drogas, matando duas pessoas, informou o Exército norte-americano. A ação ocorreu em águas próximas à costa da Colômbia, segundo o Comando Militar dos EUA para a América Latina e o Caribe.

    O Comando Sul dos Estados Unidos divulgou um vídeo nas redes sociais que mostra a embarcação em movimento antes de ser atingida e explodir em chamas. Na nota oficial, o comando confirmou a morte de duas pessoas, classificadas como “narcoterroristas”.

    De acordo com os militares, o barco navegava por rotas conhecidas do tráfico de drogas no Pacífico Oriental e estava diretamente envolvido em operações de transporte de entorpecentes.

    O anúncio do ataque foi feito poucas horas depois de o secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmar que “alguns dos principais traficantes ligados a cartéis” da região teriam decidido suspender indefinidamente suas atividades em razão dos recentes ataques “cinéticos e altamente eficazes” realizados no Caribe.

    Na terça-feira, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, esteve em Washington para uma visita oficial, na qual se reuniu com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após semanas de trocas públicas de críticas e ameaças entre os dois governos.

    Com a ofensiva mais recente, ao menos 128 pessoas foram mortas e 37 embarcações destruídas desde setembro, quando teve início a chamada Operação Lança do Sul, campanha militar dos EUA voltada a barcos suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas. Este foi o segundo ataque registrado em 2026, depois de uma ação semelhante em 23 de janeiro, também no Pacífico.

    A administração Trump já realizou mais de 30 ataques desde o início da operação, mas nunca apresentou provas públicas de que as embarcações atingidas estivessem, de fato, ligadas ao tráfico. O presidente norte-americano afirma que os Estados Unidos vivem um “conflito armado” com cartéis na América Latina e defende os bombardeios como uma escalada necessária para conter o fluxo de drogas.

    A legalidade da campanha tem sido alvo de intenso debate internacional e dentro dos próprios Estados Unidos. Especialistas e representantes da Organização das Nações Unidas classificaram as ações como execuções extrajudiciais e violações graves das leis dos conflitos armados.

    Na semana passada, familiares de dois cidadãos de Trindade e Tobago mortos em um ataque contra uma embarcação em outubro processaram o governo federal dos EUA, descrevendo a ação como crime de guerra e parte de uma campanha militar “sem precedentes e manifestamente ilegal”.

    Este é o primeiro processo judicial tornado público relacionado à ofensiva e pode colocar à prova a base jurídica utilizada por Washington para justificar os ataques. A campanha, iniciada no mar do Caribe, antecedeu a intervenção militar de 3 de janeiro, quando forças norte-americanas capturaram Nicolás Maduro em Caracas e o transferiram para uma prisão federal em Nova York.

    EUA fazem novo ataque no Pacífico e matam dois em barco suspeito

  • Ministro da Defesa de Taiwan adverte que ameaça da China é urgente e real

    Ministro da Defesa de Taiwan adverte que ameaça da China é urgente e real

    O ministro da Defesa afirmou que exercícios e incursões chinesas se repetem com frequência ao redor da ilha, combinando pressão militar e cibernética. Segundo ele, a estratégia busca normalizar a ameaça, enquanto Taiwan acelera compras de armamentos dos Estados Unidos.

    O ministro da Defesa de Taiwan alertou nesta sexta-feira (6) que a repetição de exercícios militares da China ao redor da ilha pode anestesiar a percepção de risco da população, embora a ameaça seja, segundo ele, imediata e concreta.

    Em declarações à agência estatal CNA, Wellington Koo Li-hsiung afirmou que Pequim intensificou as chamadas “patrulhas de aplicação da lei” nas ilhas periféricas e nas proximidades da linha média do Estreito de Taiwan, numa tentativa de criar a falsa impressão de que a região integra águas territoriais chinesas.

    Segundo o ministro, a pressão não se limita ao plano militar. Autoridades chinesas também recorrem a ciberataques e intrusões digitais, combinando instrumentos políticos, econômicos, militares e psicológicos para conduzir uma estratégia de “guerra cognitiva” contra Taiwan.

    “A repetição constante dessas ações nos preocupa porque pode adormecer as defesas psicológicas da sociedade. Na prática, a ameaça do adversário é urgente e real”, afirmou Koo.

    Dados oficiais indicam um avanço significativo das incursões chinesas. Em 2025, aeronaves principais e de apoio do Exército chinês cruzaram a linha média do Estreito de Taiwan e ingressaram na Zona de Identificação de Defesa Aérea taiwanesa em 3.764 ocasiões, ante 3.066 no ano anterior, alta de cerca de 23%. No mesmo período, navios de guerra entraram na área em 2.640 oportunidades, frente a 2.475 em 2024, crescimento aproximado de 7%.

    Koo também destacou que a capacidade produtiva vinculada às compras de armamentos dos Estados Unidos vem se recuperando gradualmente. Washington, acrescentou, passou a conceder a Taipé o mesmo tratamento dado aos países do chamado NATO Plus, o que deve acelerar procedimentos administrativos e reduzir prazos de notificação ao Congresso norte-americano. O grupo reúne os principais aliados dos EUA fora da Aliança Atlântica, como Japão, Austrália, Coreia do Sul, Israel e Nova Zelândia.

    Caso o orçamento geral do governo seja aprovado sem entraves, o ministro afirmou que os tanques M1A2T poderão ser entregues integralmente ainda neste ano. Sistemas HIMARS, mísseis Harpoon, munições Switchblade 300 e drones Altius 600 e MQ-9B devem chegar em lotes ao longo do exercício.

    As declarações ocorrem dois dias após uma conversa telefônica entre os presidentes dos Estados Unidos e da China. Na ocasião, Xi Jinping advertiu Donald Trump a tratar com “máxima prudência” a venda de armas à ilha autogovernada.

    No fim de 2025, Taipé anunciou um orçamento especial de Defesa de 1,25 trilhão de dólares taiwaneses, cerca de 33,4 bilhões de euros, para o período de 2026 a 2033, destinado principalmente à aquisição de equipamentos militares dos Estados Unidos. A proposta segue bloqueada no Parlamento pelos partidos de oposição Kuomintang e Partido Popular de Taiwan, que detêm uma maioria estreita de cadeiras.
     

    Ministro da Defesa de Taiwan adverte que ameaça da China é urgente e real

  • Clima Extremo: Impactos diários já batem à nossa porta

    Clima Extremo: Impactos diários já batem à nossa porta

    Já parou para pensar como isso te afeta diretamente?

    Muitas vezes descartamos as mudanças climáticas como um problema quase abstrato, uma questão remota que não nos afetará diretamente e nem impactará nossas vidas diárias. Em nossas mentes, o aumento de um grau na temperatura global, ou o derretimento das calotas polares, é uma preocupação para ambientalistas excessivamente cautelosos. Mas e quando se trata do aumento do nível do mar ou a seca prolongada? Bem, isso é um problema para outra pessoa, certo? Só que não.

    O impacto das alterações climáticas e do aquecimento global está atingindo duramente a humanidade, além de ter graves implicações para o mundo natural, especialmente para os já frágeis ecossistemas da Terra. Mas você já parou para pensar como descreveria as consequências desse fenômeno assustador na nossa vida cotidiana?

    Clima Extremo: Impactos diários já batem à nossa porta

  • Lei da anistia na Venezuela deve incluir acusados de 'traição à pátria' e cancelar alertas da Interpol

    Lei da anistia na Venezuela deve incluir acusados de 'traição à pátria' e cancelar alertas da Interpol

    Além disso, concederia clemência imediata a presos por participarem de protestos políticos e criticarem figuras públicas, devolveria os bens dos detidos e cancelaria alertas da Interpol e outras medidas internacionais, permitindo que retornem ao país.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Parlamento da Venezuela começou a debater, nesta quinta-feira (5), um projeto lei de anistia que abrangeria os acusados de “traição à pátria”, “terrorismo” e “incitação ao ódio”, normalmente imputadas a presos políticos.

    Além disso, concederia clemência imediata a presos por participarem de protestos políticos e criticarem figuras públicas, devolveria os bens dos detidos e cancelaria alertas da Interpol e outras medidas internacionais, permitindo que retornem ao país.

    As informações são das agências de notícias AFP e Reuters, que afirmam ter visto uma cópia do projeto.

    O texto exclui “violações de direitos humanos” e “crimes contra a humanidade”, mas inclui “infrações” cometidas por juízes, promotores e outros funcionários.

    Delcy Rodríguez, líder interina do país, anunciou no fim de janeiro a proposta de anistia para centenas de prisioneiros no país, além da pretensão de transformar o célebre presídio Helicoide, em Caracas, em um centro para esportes e serviços sociais.

    “Que a lei sirva para curar as feridas deixadas pelo confronto político, pela violência e pelo extremismo. Que restaure a justiça em nosso país e restabeleça a convivência pacífica entre os venezuelanos”, disse Delcy.

    Abrangendo casos de 1999 até 2026, ou seja, todo o período chavista, a proposta afetará centenas de detidos e ex-prisioneiros libertados condicionalmente.

    Desde a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, ativistas presos estão aos poucos sendo libertados. Entre eles, Rocío San Miguel, presa em fevereiro de 2024, e Enrique Márquez, no início de 2025.

    A primeira foi detida após ser acusada pelo regime chavista de colaborar com planos para assassinar Maduro. O segundo foi sequestrado depois de se opor ao ditador nas eleições presidenciais de 2024, em pleito questionado por órgãos internacionais.

    Em 3 de janeiro, o governo de Donald Trump capturou o ditador venezuelano e levou-o a Nova York para indiciá-lo por acusações de terrorismo e associação com o narcotráfico. Maduro nega as acusações.

    Políticos da oposição, membros dissidentes das forças de segurança, jornalistas e ativistas de direitos humanos foram alvos frequentes de acusações -as quais, segundo eles, teriam motivação política- como terrorismo e traição.

    Famílias e defensores de direitos humanos exigem há tempos que as condenações consideradas injustas por eles sejam retiradas.
    Segundo o regime venezuelano, mais de 600 pessoas já foram libertadas. Não foram divulgados, no entanto, listas oficiais de nomes a serem soltos nem um cronograma claro para as solturas.

    Lei da anistia na Venezuela deve incluir acusados de 'traição à pátria' e cancelar alertas da Interpol