Categoria: POLÍTICA

  • Prefeito e vice de Macapá são afastados e alvos da PF por ordem de Flávio Dino

    Prefeito e vice de Macapá são afastados e alvos da PF por ordem de Flávio Dino

    Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em operação sobre suspeitas de desvios na saúde; Dr. Furlan (PSD) sugere ser vítima de perseguição e diz ser pré-candidato ao Governo do Amapá

    BRASÍLIA, DF, E RECIFE, PE (CBS NEWS) – O prefeito de Macapá, Dr. Furlan (PSD), e o vice-prefeito, Mario Neto (Podemos), foram alvos de uma ação da Polícia Federal nesta quarta-feira (4) por ordem do ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal).

    Eles foram afastados do cargo por 60 dias, em uma investigação sobre suspeitas de um esquema de fraude a licitação no âmbito de contrato firmado pela Secretaria Municipal de Saúde da capital do Amapá.

    Também foram alvos da medida a secretária municipal de Saúde, Erica Aranha de Sousa Aymoré, e o presidente da Comissão Especial de Licitação, Walmiglisson Ribeiro da Silva.

    Procurada, a assessoria de Dr. Furlan enviou publicação das redes na qual ele sugere perseguição política, declara-se pré-candidato ao governo do Amapá e cita que o que acontece está dentro do esperado, especialmente “ataques, perseguições e atrasos”.

    “A gente sabia que isso ia acontecer. Mas eles não estão indo contra o Furlan. Estão indo contra a vontade do povo, contra a população de Macapá e de todo o estado do Amapá. Diante disso, quero aqui reafirmar que sou pré-candidato a governador do estado do Amapá para construir um futuro melhor, cheio de trabalho, de realizações, de felicidade e de alegria ao lado do nosso povo. Meu compromisso é com o povo e eu conto com vocês para a gente vencer tudo e todos”, afirmou.

    As defesas do vice-prefeito e dos servidores não foi localizada até a publicação deste texto.

    Houve busca em endereços ligados ao prefeito, aos servidores e sócios da empresa Santa Rita Engenharia.

    As investigações apontam, segundo a PF, suspeitas da existência de um esquema criminoso que envolveria agentes públicos e empresários que direcionaram licitações, desviaram recursos públicos e lavaram dinheiro.

    A apuração tem como foco projeto de engenharia e de execução das obras do Hospital Geral Municipal de Macapá. Os mandados são cumpridos em Macapá, Belém e Natal.

    A apuração envolve recursos federais provenientes de emendas parlamentares transferidos ao município entre 2020 e 2024. Segundo relatório da Controladoria-Geral da União citado na decisão do ministro, Macapá recebeu cerca de R$ 128,9 milhões por meio dessas transferências especiais, parte delas relacionadas à construção do Hospital Geral Municipal.

    De acordo com a Polícia Federal, há indícios de que a licitação para a obra do hospital, estimada em R$ 69,3 milhões, teria sido direcionada para beneficiar a empresa Santa Rita Engenharia Ltda. Perícias apontaram indícios de comprometimento da competitividade do processo licitatório, incluindo propostas incompatíveis com o mercado e coincidência entre o orçamento apresentado pela empresa e parâmetros internos da administração municipal.

    As investigações também identificaram movimentações financeiras consideradas atípicas após a assinatura do contrato. Sócios da empresa teriam realizado saques em espécie que somam milhões de reais, com registros de transporte e possível redistribuição dos valores em Macapá. Parte das diligências aponta para possíveis vínculos entre essas movimentações e pessoas próximas ao prefeito.

    Além do afastamento, a decisão autorizou a quebra de sigilo bancário e fiscal de investigados, buscas e apreensões em endereços ligados ao caso e a suspensão da participação da Santa Rita Engenharia e de seus sócios em licitações no estado do Amapá enquanto durar a investigação.

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  • Alcolumbre mantém sessão da CPMI do INSS que quebrou sigilo de Lulinha

    Alcolumbre mantém sessão da CPMI do INSS que quebrou sigilo de Lulinha

    Presidente do Senado rejeitou recurso da base governista

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manteve a votação da CPMI do INSS que aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fabio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e conhecido como Lulinha.

    Parlamentares governistas haviam apresentado um recurso para que a votação fosse desconsiderada. No documento, 14 senadores e deputados sustentaram que a maioria da comissão teria rejeitado os requerimentos incluídos na pauta, mas que o resultado foi proclamado como aprovado pelo presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG). Conforme a votação, os favoráveis deveriam permanecer sentados, enquanto os contrários se levantariam.

    A base governista afirma que Viana proclamou a aprovação no momento em que apenas sete parlamentares estavam de pé. Segundo o recurso, 14 parlamentares teriam se manifestado contra os requerimentos. Davi Alcolumbre solicitou parecer da Advocacia do Senado e da Secretaria-Geral da Mesa sobre a votação. De acordo com Advocacia e a Secretaria, havia 31 parlamentares com presença registrada no momento da deliberação. Desta forma, seriam necessários 16 votos contrários.

    Ao rejeitar o recurso, Acolumbre afirmou que as decisões nas comissões parlamentares devem ser tomadas por maioria dos votos, com a presença da maioria absoluta dos membros. No caso da votação da CPMI do INSS, mesmo que o presidente Carlos Viana tenha cometido algum erro na contagem dos parlamentares contrários, o número apresentado pelo base governista no recurso não é suficiente para a rejeição, segundo o presidente do Senado.

    “No caso concreto, sustenta-se que 14 parlamentares teriam se manifestado contrariamente aos requerimentos submetidos à apreciação. Ainda assim, esse número de votos contrários não seria suficiente para a configuração da maioria. Esta presidência conclui que a suposta violação das normas regimentais e constitucionais pelo presidente da CPMI não se mostra evidente e inequívoca. Não se faz necessária a intervenção do presidente da Mesa do Congresso Nacional”, disse Alcolumbre.

    VotaçãoOs integrantes da CPMI do INSS aprovaram no dia 26 de fevereiro as quebras de sigilos bancários e fiscais de Fábio Luís Lula da Silva. O pedido de elaboração de relatórios de inteligência financeira e de quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha foi solicitado pelo deputado Alfredo Gaspar (União-AL)

    Silva é citado na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) a realizarem, em 18 de dezembro de 2025, uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga o esquema nacional de descontos associativos não autorizados que lesou milhões de aposentados e pensionistas de todo o Brasil.

    Mensagens que a PF extraiu do celular de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, principal operador do esquema criminoso, citam o repasse de ao menos R$ 300 mil para “o filho do rapaz” – que, segundo os investigadores, seria uma alusão a Lulinha.

    Em nota, a defesa de Lulinha afirmou que o cliente não tem nenhuma relação com as fraudes contra os beneficiários do INSS, não tendo participado de desvios nem recebido quaisquer valores de fontes criminosas.

    Alcolumbre mantém sessão da CPMI do INSS que quebrou sigilo de Lulinha

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  • Lula visita fábrica que fornece 19 milhões de produtos ao SUS

    Lula visita fábrica que fornece 19 milhões de produtos ao SUS

    Fundada em 2012 pela união dos laboratórios Aché, EMS, Hypera Pharma e União Química, a fábrica se dedica ao desenvolvimento e produção de medicamentos biológicos de alta complexidade, e fornece cerca de 19 milhões de seringas e frascos de produtos farmacêuticos a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou nesta terça-feira (3) a farmacêutica Bionovis, na cidade de Valinhos (SP).

    Fundada em 2012 pela união dos laboratórios Aché, EMS, Hypera Pharma e União Química, a fábrica se dedica ao desenvolvimento e produção de medicamentos biológicos de alta complexidade, e fornece cerca de 19 milhões de seringas e frascos de produtos farmacêuticos a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

    Durante a visita, o Lula destacou que o papel do Estado não é ser produtor. “Ele não tem que ser a fábrica. Ele tem que ser o indutor, tem que ter política de crédito, de financiamento e ajudar na produção. Quando beneficia as pessoas, todo mundo ganha”.

     

    O presidente da República estava acompanhado do presidente da Bionovis, Odinir Finotti, do vice-presidente Geraldo Alckmin, e dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Alexandre Padilha (Saúde) e Simone Tebet (Planejamento).

    Lula também destacou ser fundamental que os investimentos estratégicos do país sejam orientados a garantir qualidade de vida à população e fez uma crítica ao contexto internacional de conflitos armados.

    “Se você lugar a televisão de noite, está falando de guerra, de mísseis, de invasão. E aqui estamos falando de salvar vidas. Isso aqui é nosso míssil, não um míssil para matar, mas para salvar”, disse o presidente, ao exibir caixas de medicamentos que custam até R$ 6 mil por seringa, mas que são oferecidos gratuitamente pelo SUS.. 

    “O paciente precisa tomar de 20 a 25 seringas dessa por ano para controlar uma doença como a artrite reumatoide”, destacou o presidente da Bionovis, Odinir Finotti. “Graças ao SUS, o Ministério da Saúde adquire esse produto pagando 80% menos do que ele custaria numa clínica. Esse produto é feito aqui na Bionovis e chega a todo o povo brasileiro”, acrescentou.

    Valinhos (SP), 03/03/2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita à Fábrica de Medicamentos da Bionovis. Foto: Ricardo Stuckert/PRValinhos (SP), 03/03/2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita à Fábrica de Medicamentos da Bionovis. Foto: Ricardo Stuckert/PR
    Lula mostra medicamentos da Bionovis ofertados pelo SUS- Ricardo Stuckert/PR

    Segundo o governo federal, a política de fortalecimento do complexo industrial da saúde e soberania nacional na produção de medicamentos e insumos para a população conta com investimentos que atualmente somam R$ 15 bilhões em inovação e desenvolvimento industrial.

    “Sem política de compras governamentais, isso aqui é impossível. Sem um BNDES, você também não tem condições de planejar uma empresa como essa, que é uma empresa privada, não é uma empresa pública. Mas, se não há uma parceria entre órgãos de Estado, a iniciativa privada, com ambiente de negócios favorável, para venda local e venda externa, esse projeto não se viabiliza”, enfatizou o ministro Fernando Haddad.

    No ano passado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 650 milhões para a Bionovis instalar linha de produção industrial pioneira para o desenvolvimento e fabricação de insumos e medicamentos biotecnológicos de alta complexidade na fábrica de Valinhos. Alguns dos insumos atualmente produzidos pela indústria brasileira só eram fabricados em países como China, Estados Unidos, Índia e Coreia do Sul.

    Lula visita fábrica que fornece 19 milhões de produtos ao SUS

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  • Flávio Bolsonaro ganha suporte da equipe econômica de Paulo Guedes

    Flávio Bolsonaro ganha suporte da equipe econômica de Paulo Guedes

    Alguns até avisaram que estão bem na iniciativa privada e não têm interesse em participar de um eventual governo, mas se declaram prontos para contribuir, mesmo que informalmente, com a campanha e na organização do programa, que inclui retomada das privatizações, redução do Estado e maior rigor fiscal.

    ALEXA SALOMÃO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Integrantes da equipe de Paulo Guedes, ex-ministro da Economia, já sinalizaram apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República nas eleições deste ano. Existe o entendimento de que, se eleito, Flávio vai dar continuidade à linha de trabalho iniciada por Guedes no governo do pai, Jair Bolsonaro (PL).

    Alguns até avisaram que estão bem na iniciativa privada e não têm interesse em participar de um eventual governo, mas se declaram prontos para contribuir, mesmo que informalmente, com a campanha e na organização do programa, que inclui retomada das privatizações, redução do Estado e maior rigor fiscal.

    O próprio Guedes já foi procurado por Flávio e se colocou à disposição. O ex-ministro tem dito a pessoas próximas que não quer voltar à vida pública.

    O movimento de apoio ainda pode ser chamado de orgânico e descentralizado, mas entre os que demonstram disposição de colaborarestão a ex-presidente da Caixa Daniella Marques, o ex-ministro de Minas e Energia Adolfo Sachsida e o ex-presidente do BNDES Gustavo Montezano.

    Segundo pessoas que acompanham a organização da candidatura, Flávio tem dedicado tempo a angariar apoios políticos para, depois, tomar decisões sobre a composição da equipe de trabalho na economia -até porque o xadrez político impacta o econômico.

    A cautela também leva em consideração lições do passado. Em retrospecto, a leitura é que o anúncio precoce, durante a campanha de 2018, de quem ocuparia a pasta da Economia expôs desnecessariamente Paulo Guedes na época.

    A economia será mais um tema sob o guarda-chuva do coordenador da campanha, o senador Rogério Marinho (PL-RN). Marinho foi secretário especial da Previdência de 2019 a 2020 e ministro do Desenvolvimento Regional de 2020 a 2022.

    Não faz nem dois meses que Marinho anunciou a desistência de sua pré-candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte para assumir a campanha de Flávio, e ele já deu início aos trabalhos.

    Marinho quer uma consultoria contribuindo na elaboração do plano de governo em diferentes áreas. À Folha ele confirmou que já fez contato com Gesner Oliveira, da GO Associados, para avaliar alternativas. Procurado, Oliveira não quis comentar.

    O interesse em apoiar o candidato que traga diretrizes mais liberais para economia é tão forte entre os ex-integrantes da equipe de Guedes que, correndo por fora, técnicos se organizaram para criar grupos de trabalho que possam estabelecer estratégias de ações governamentais. A iniciativa leva em consideração o aprendizado durante a passagem pelo governo federal.

    Sempre houve consenso na equipe de Guedes sobre o tipo de mudança a fazer, mas pouco conhecimento regulatório sobre os trâmites necessários para a implantação das mudanças e foi preciso gastar tempo nesse aprendizado. A proposta é entregar à campanha de Flávio planos de voo em 14 áreas, como fiscal, mineração e inteligência artificial, que possam agilizar a largada de seu eventual governo.

    Flávio Bolsonaro ganha suporte da equipe econômica de Paulo Guedes

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  • Nikolas Ferreira viajou em jato de Vorcaro na campanha de 2022

    Nikolas Ferreira viajou em jato de Vorcaro na campanha de 2022

    Nikolas e o pastor viajaram na aeronave na caravana Juventude pelo Brasil, que apoiava o ex-presidente Jair Bolsonaro, durante 10 dias no mês de outubro (20 a 28 de outubro) daquele ano, antes do segundo turno das eleições. 

    O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o pastor e influencer Guilherme Batista, da Igreja Batista da Lagoinha, usaram, em outubro de 2022, um jato (prefixo PT-PVH) que pertenceria ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. 

    Nikolas e o pastor viajaram na aeronave na caravana Juventude pelo Brasil, que apoiava o ex-presidente Jair Bolsonaro, durante 10 dias no mês de outubro (20 a 28 de outubro) daquele ano, antes do segundo turno das eleições. 

    Eles utilizaram a aeronave modelo Embraer 505 Phenom 300 com o objetivo de chegar a todas as capitais do Nordeste, além de Brasília e cidades mineiras. 

     

    A informação foi revelada pelo jornal O Globo, nesta terça (3). Além dos voos para o Nordeste, o avião pousou também em Brasília. 

    Segundo o veículo, os percursos foram confirmados a partir da análise dos sinais emitidos pelo transponder da aeronave, monitorados por ferramentas específicas disponíveis online. O histórico de navegação coincidiria com o trajeto da campanha “Juventude pelo Brasil”.

    Outra evidência foi uma foto publicada no Instagram da influenciadora cristã Jey Reis, em que Nikolas Ferreira e o pastor estão em frente à aeronave.

    Em novembro de 2025, Vorcaro e outros acusados foram alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para investigar a concessão de créditos falsos pelo Banco Master, incluindo a tentativa de compra da instituição financeira pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao governo do Distrito Federal.  De acordo com as investigações preliminares, as fraudes podem chegar a R$ 17 bilhões.

    Desconhecimento

    Em nota à imprensa, o deputado Nikolas Ferreira disse que utilizou a aeronave para o evento político sem saber que o proprietário do avião era Daniel Vorcaro. Ele afirma que tomou ciência apenas “posteriormente”. 

    “Minha presença no voo se deu exclusivamente em razão do convite para a agenda de campanha, sem qualquer vínculo pessoal, comercial ou institucional com o dono da aeronave, que posteriormente se soube tratar-se de Daniel Vocaro”.

    Nikolas argumentou que, em 2022, o nome citado não era de conhecimento público “nem havia qualquer informação que levantasse qualquer tipo de alerta”. 

    O parlamentar considerou que, mesmo que houvesse a tentativa de identificar o proprietário da aeronave naquele momento, “não existia qualquer elemento que indicasse situação irregular ou que justificasse questionamento”.

    Operadora nega que seja de Vorcaro

    Por outro lado, também em nota, a empresa Prime You, operadora da aeronave Embraer 505 Phenom 300, prefixo PT-PVH, contradisse a versão e garantiu que Daniel Vorcaro não era e não é proprietário do jatinho. 

    “A aeronave citada opera — e já operava em outubro de 2022 — sob o regime regular de táxi aéreo, com voos fretados realizados nos moldes tradicionais do mercado. Trata-se, portanto, de operação de fretamento, sem qualquer vínculo societário ou patrimonial entre usuários do serviço e a aeronave”.

    A assessoria de comunicação da Prime You explicou à Agência Brasil que não divulga informações relativas a clientes, passageiros ou destinos em vista das regras de confidencialidade para as operações de táxi aéreo. 

    A empresa acrescentou que Daniel Vorcaro deixou de ser sócio em setembro de 2025, e tinha participação minoritária.

    Segundo a assessoria, não procede a informação de que Daniel Vorcaro estaria vinculado à estrutura societária atual da companhia.

    A Agência Brasil não conseguiu contato com a assessoria da Igreja Lagoinha sobre a presença do pastor e influencer Guilherme Batista no voo. 

    Nikolas Ferreira viajou em jato de Vorcaro na campanha de 2022

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  • Alcolumbre diz que quer decidir sobre sigilo de Lulinha e que vai ouvir advocacia do Senado

    Alcolumbre diz que quer decidir sobre sigilo de Lulinha e que vai ouvir advocacia do Senado

    Questionado sobre consultar a Mesa Diretora para tomar sua decisão, Alcolumbre afirmou que vai consultar a Advocacia do Senado.

    CAROLINA LINHARES
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou, nesta terça-feira (3), que quer decidir a respeito da quebra de sigilo bancário e fiscal de um dos filhos do presidente Lula (PT), Fábio Luís, conhecido no mundo político como Lulinha.

    Questionado sobre consultar a Mesa Diretora para tomar sua decisão, Alcolumbre afirmou que vai consultar a Advocacia do Senado.

    A quebra de sigilo foi autorizada pela CPI (Comissão Parlamentar do Inquérito) mista do INSS, mas membros governistas questionam a votação -e caberá a Alcolumbre decidir manter ou não a decisão do presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG).

    A votação, que ocorreu na quinta-feira (26), foi seguida de bate-boca e agressões e virou alvo de disputa regimental. Integrantes governistas da CPI apresentaram a Alcolumbre um recurso por escrito pedindo a anulação da votação por fraude.

    Lulinha é alvo da CPI pelo suposto envolvimento com o lobista Antônio Camilo, conhecido como Careca do INSS, acusado de ter facilitado os descontos indevidos nas aposentadorias de beneficiários do INSS. O lobista teria ordenado um pagamento de R$ 300 mil a uma empresária que é ligada ao filho do presidente.
    A defesa de Lulinha afirma que ele não teve nenhuma participação nas fraudes do INSS e não cometeu nenhum crime.

    A celeuma na CPI envolve diferentes interpretações do regimento do Congresso, com divergências a respeito de quantidade de votos, quórum (quantidade mínima necessária de presentes) e método de votação.

    A sessão tinha 87 requerimentos em pauta, incluindo o de Lulinha. Antes da análise do mérito, os parlamentares decidiram por volta das 11h, em votação nominal, que os pedidos seriam apreciados em bloco. O painel registrou 31 presentes, incluindo o presidente. Nessa votação, participaram os titulares e também suplentes, quando o titular estava ausente.

    Na sequência, por volta das 11h30, o presidente da CPI, o senador Carlos Viana, anunciou votação simbólica para aprovar os requerimentos (que incluíam pedidos de informação, de quebras de sigilo e de convocações de uma série de pessoas). Nesse modelo, quem concorda permanece sentado e quem discorda se manifesta. Ele declarou haver sete votos contrários e proclamou a aprovação.
    Deputados aliados ao governo Lula contestaram a contagem e afirmam que 14 parlamentares estavam de pé. A reportagem identificou ao menos 12 na transmissão da TV Senado. Essa é a primeira divergência entre os dois lados.

    A segunda divergência diz respeito ao quórum. Os governistas afirmam que havia 21 parlamentares no momento da votação, portanto o resultado teria sido de 14 votos contrários a 7 favoráveis. Mas Viana considera 31 presentes, como foi registrado pelo painel na votação anterior. Se Viana estiver certo, eram necessários 16 votos -e não 14- para formar maioria e, portanto, os governistas perderam.

    Nesse ponto, os 14 parlamentares que votaram “não” dizem, no recurso apresentado a Alcolumbre, que não faz sentido considerar que havia 31 presentes, pois esse número diz respeito à votação nominal anterior, que teve a participação de suplentes, enquanto a segunda votação foi simbólica, em que se consideram apenas os presentes naquele instante e votam apenas titulares.

    Alcolumbre diz que quer decidir sobre sigilo de Lulinha e que vai ouvir advocacia do Senado

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  • Moraes nega de novo pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro

    Moraes nega de novo pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro

    De acordo com o magistrado, os problemas de saúde do ex-presidente podem ser monitorados e tratados no local onde ele está preso. A Papudinha dispõe de assistência médica 24 horas, unidade avançada do Samu e livre acesso para a equipe médica de Bolsonaro.

    LUÍSA MARTINS
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que seguirá cumprindo pena no 19º Batalhão da Polícia Militar -a chamada Papudinha.

    De acordo com o magistrado, os problemas de saúde do ex-presidente podem ser monitorados e tratados no local onde ele está preso. A Papudinha dispõe de assistência médica 24 horas, unidade avançada do Samu e livre acesso para a equipe médica de Bolsonaro.

    Na semana passada, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou contra a concessão da domiciliar. De acordo ele, a jurisprudência da corte só prevê a domiciliar para ocasiões em que “o tratamento médico indispensável não possa ser ofertado na unidade de custódia”, o que não seria o caso.

    Para Gonet, embora o laudo da perícia elaborado pela PF (Polícia Federal) tenha atestado uma “multiplicidade” de patologias, as doenças de Bolsonaro estão sob o devido controle clínico e medicamentoso.

    Segundo ele, o fato de a perícia ter considerado oportuna a otimização da estrutura da Papudinha (com grades de apoio, campainha de emergência e dispositivos de monitoramento em tempo real) “não implica, por si só, a inadequação do ambiente carcerário”.

    O pedido mais recente de prisão domiciliar foi feito pela defesa de Bolsonaro em 11 de fevereiro. Os advogados afirmaram que o ex-presidente estava “em situação de multimorbidade grave, permanente e progressiva, com risco concreto de descompensação súbita e de eventos potencialmente fatais”.

    Na avaliação da defesa, a permanência de Bolsonaro na Papudinha ainda era arriscada para a saúde do ex-presidente, “seja pela limitação estrutural inerente ao cárcere, seja pela dependência de arranjos contingentes e de difícil manutenção no tempo”.

    Até o início do mês, aliados de Bolsonaro apostavam que Moraes poderia ser convencido a conceder a domiciliar. Como a Folha de S. Paulo mostrou, uma ala do STF passou a defender essa hipótese, alegando que, se o presidente tiver alguma intercorrência grave na prisão, a culpa poderia recair sobre o Supremo.

    A perícia médica, no entanto, não apontou para a necessidade da domiciliar. O laudo apontou que Bolsonaro tem condições de continuar preso, desde que receba cuidados especiais. A PGR se manifestou nessa mesma linha, frustrando as expectativas da defesa.

    Bolsonaro ficou detido em casa, em Brasília, de agosto passado até novembro, quando foi preso preventivamente após danificar a tornozeleira eletrônica que era obrigado a usar. Em janeiro, ele deixou a superintendência da PF em Brasília e foi transferido para a Papudinha.

    Moraes nega de novo pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro

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  • Moraes nega prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro

    Moraes nega prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro

    Decisão cita estabilidade clínica, assistência médica diária na Papudinha e tentativa anterior de fuga com rompimento de tornozeleira

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (2) pedido de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Na decisão, o Moraes disse que as instalações da Papudinha, em Brasília, onde o ex-presidente está preso, oferecem atendimento médico adequado. Além disso, o ministro afirmou que a tentativa de violação da tornozeleira eletrônica, ocorrida no ano passado, também é um óbice ao deferimento do pedido.

    Defesa

    A defesa alegou que as instalações da prisão não estão aptas para dar tratamento médico adequado a Bolsonaro, que passou recentemente por uma cirurgia de hérnia inguinal e tem diversas comorbidades em decorrência da facada desferida contra ele na campanha eleitoral de 2018. 

    Ao analisar o pedido, Moraes disse que as instalações da Papudinha são adequadas para atender Bolsonaro em caso de emergência.

    “As condições e adaptações específicas da unidade prisional atendem, integralmente, as necessidades do condenado, com a possibilidade e efetiva realização de serviços médicos contínuos, com múltiplos atendimentos diários, realização de sessões de fisioterapia, atividades físicas, assistência religiosa, além de garantir ao réu, em absoluta garantia do princípio da dignidade da pessoa humana”, disse o ministro.Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses prisão na ação penal da trama golpista e cumpre pena no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O local é conhecido como Papudinha e é destinado a presos especiais, como policiais, advogados e juízes.

    Moraes nega prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro

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  • Ciro Gomes tem 44,5% e Elmano, 35,3% na disputa pelo governo do Ceará, mostra pesquisa

    Ciro Gomes tem 44,5% e Elmano, 35,3% na disputa pelo governo do Ceará, mostra pesquisa

    Dados são de levantamento divulgado nesta segunda-feira, 2, pelo Paraná Pesquisas; para o Senado, o ex-deputado federal Capitão Wagner (União Brasil) aparece como favorito na maioria dos cenários

    O ex-governador Ciro Gomes (PSDB) lidera a disputa pelo governo do Ceará com 44,5% das intenções de voto no Estado, seguido pelo atual governador, Elmano de Freitas (PT), que soma 35,3%. O senador Eduardo Girão (Novo) e o Professor Jarir Pereira (PSOL) aparecem em seguida, com 7% e 1,9%, respectivamente. Os dados são de levantamento divulgado nesta segunda-feira, 2, pelo Paraná Pesquisas.

    Nesse cenário, outros 4,7% não souberam responder ou não opinaram e 6,5% afirmaram que vão votam nulo ou em branco.

    Em outro cenário, em que só aparecem os nomes de Ciro e Elmano, o ex-governador tem 51,5% das intenções de voto, ante 38,1% do petista. Outros 6,1% disseram que vão votar em branco ou nulo, e 4,3% não souberam ou não quiseram opinar.

    A pesquisa também avaliou a administração do governador Elmano de Freitas. Aprovam a gestão 56,5% dos eleitores, enquanto 40,2% a desaprovam. Outros 3,3% não souberam ou não quiseram opinar.

    Senado

    O levantamento também questionou os eleitores cearenses sobre suas preferências nas eleições para o Senado. Duas vagas estarão em disputa por cada Estado. Portanto, os entrevistados puderam escolher até dois candidatos apresentados pelo instituto.

    No primeiro cenário estimulado, ex-deputado federal Capitão Wagner (União Brasil) tem 46,9% das intenções de voto, seguido pelo deputado federal Eunício Oliveira (MDB), com 33,2%. Em seguida, estão a deputada federal Luizianne Lins (PT), com 26,9%; o deputado federal Júnior Mano (PSB), com 13,9%; o deputado estadual Alcides Fernandes (PL), com 13,6% e o ex-secretário de Segurança Pública, General Theophilo (Novo), com 7,1%. Outros 11,4% votaram em branco ou nulo e 6,2% não souberam ou não quiseram opinar.

    Já no segundo cenário estimulado, sem o Capitão Wagner, o ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio (União Brasil) aparece na frente com 41% das intenções de voto. Na sequência, Eunício, com 34,4%; o deputado federal José Guimarães (PT), com 19,4%; Júnior Mano, com 14,6%; Alcides Fernandes, com 13,8%; General Theophilo, com 8,2% e o ex-senador Chiquinho Feitosa (PSDB), com 6,6%. Outros 12,1% optaram por votar em branco ou nulo, e 5,6% não souberam ou não quiseram opinar.

    No terceiro cenário estimulado, Capitão Wagner aparece com 42,3% das intenções de voto contra 28,6% de Roberto Cláudio. Em seguida estão Eunício, com 26,9%; Luizianne Lins, com 20,1%; José Nobre Guimarães, com 15,5%; Júnior Mano, com 10,9%; Alcides Fernandes, com 10,1%; General Theophilo, com 4,6% e Chiquinho Feitosa, com 4,1%. Outros 7,5% citaram que vão votar em branco ou nulo e 5,2% não souberam ou não quiseram opinar.

    Rejeição

    A pesquisa também questionou aos entrevistados em qual candidato os eleitores não votariam de jeito nenhum. José Guimarães foi o mais votado, com 23,8%. Em seguida, estão Capitão Wagner, com 21,8%; Luizianne Lins, com 15,2%; Eunício, com 13,9%; General Theophilo, com 10,7%; Roberto Cláudio, com 9,2%; Júnior Mano, com 8,7%; Chiquinho Feitosa, com 8,4% e Alcides Fernandes, com 8,3%. Outros 14,5% dos entrevistados afirmaram que poderiam votar em todos e 15,1% não souberam ou não quiseram opinar.

    Para a realização desta pesquisa, o instituto utilizou uma amostra de 1500 eleitores, em 67 municípios cearenses. Tal amostra representativa do Estado do Ceará atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,6 pontos porcentuais para os resultados gerais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número CE-08478/2026.

    Ciro Gomes tem 44,5% e Elmano, 35,3% na disputa pelo governo do Ceará, mostra pesquisa

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  • Em carta da prisão, Bolsonaro declara apoio a Marcos Pollon ao Senado por MS

    Em carta da prisão, Bolsonaro declara apoio a Marcos Pollon ao Senado por MS

    O texto assinado por Bolsonaro foi publicado nas redes sociais da ex-primeira-dama neste sábado, 28, após visita ao marido na prisão

    Em uma carta divulgada por Michelle Bolsonaro (PL), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) comunicou seu apoio à candidatura do deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) na disputa ao Senado pelo Mato Grosso do Sul. O texto assinado por Bolsonaro foi publicado nas redes sociais da ex-primeira-dama neste sábado, 28, após visita ao marido na prisão.

    Na carta, Jair Bolsonaro afirma que “brevemente” publicará uma lista dos pré-candidatos do Partido Liberal (PL) ao Senado pelo Brasil. O ex-presidente também diz que o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, delegou a ele a responsabilidade de elaborar a lista.

    “Adianto que, por Mato Grosso do Sul, pelo seu caráter, honra e dedicação enquanto deputado federal, o meu candidato será Marcos Pollon”, escreveu Bolsonaro.

    O anúncio do ex-presidente ocorre após a divulgação, na última semana, de anotações feitas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, indicando que Marcos Pollon pediu R$ 15 milhões para não ser candidato no Mato Grosso do Sul. O documento, intitulado “situação nos Estados” e obtido pelo Estadão, tem anotações do próprio Flávio, como foi confirmado por ele na última quarta-feira, 25.

    Ao tratar do palanque do Mato Grosso do Sul, além de Eduardo Riedel (PP) como candidato à reeleição ao governo e Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL) como nomes ao Senado, Flávio deixou um comentário no pé da página: “Pollon pediu 15 mi p/ não ser candidato”, escreveu.

    Na manhã da última quarta-feira, após visita ao pai no presídio da Papudinha, Flávio negou que tenha anotado que Pollon pediu dinheiro para abrir mão de sua candidatura. Ele confirmou que fez anotações sobre o tema, mas que era para se lembrar de avisar ao deputado de que essa acusação estaria circulando.

    “Em uma das anotações no Estado do Mato Grosso do Sul, o deputado Pollon… fiz uma anotação que já está sendo distorcida pela imprensa como se ele tivesse pedido alguma coisa para deixar de ser candidato a governo ou candidato ao Senado. Estava escrito ‘Pollon pediu R$ 15 milhões’ para não ser candidato. Aquilo nunca aconteceu”, disse.

    “O que aconteceu foi uma pessoa que conversou comigo que estavam dizendo isso do Pollon. Anotei para não esquecer de avisar a ele que estavam vinculando essa mentira criminosa contra ele”, complementou Flávio.

    Em rede social, Pollon afirmou que não negocia e agradeceu Flávio “por colocar os fatos nos seus devidos lugares”. “Plantaram algo que nunca existiu para tentar manchar meu nome. Eu nunca pedi dinheiro para não ser candidato, e isso não vai acontecer”, escreveu no X.

    Bolsonaro defende Michelle

    Na publicação deste sábado, Michelle afirma que divulgou a carta a pedido de Bolsonaro e reforça seu apoio à pré-candidatura de Marcos Pollon.

    “Sempre tive um carinho e respeito muito especiais pela família do meu amigo Marcos Pollon. Sua esposa, Nay, é uma mulher cristã, íntegra e dedicada, que esteve ao meu lado na construção do PL Mulher, um trabalho sério e muito bem organizado. Sou grata por conhecer essa família de perto e testemunhar seus valores”, escreveu Michelle no Instagram.

    A carta foi divulgada pela ex-primeira-dama após sua visita a Bolsonaro no 19.º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, também conhecido como Papudinha. O ex-presidente cumpre pena após ser condenado em setembro do ano passado a 27 anos e três meses de prisão por comandar uma tentativa de golpe. Ele foi considerado culpado pelos crimes de organização criminosa, golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

    Em outra carta de Bolsonaro na prisão, divulgada por Nikolas Ferreira (PL-MG) no domingo, 1º, o ex-presidente afirma lamentar críticas feitas por integrantes da própria direita a aliados e Michelle, além de defender união no campo conservador.

    Na carta, Bolsonaro afirma que pediu à sua mulher para que se envolva na política apenas após este mês de março, pois ela estaria “por demais ocupada no atendimento da nossa filha Laura, recém-operada, bem como nos cuidados da minha pessoa”.

    O ex-presidente também faz um apelo por unidade nas articulações eleitorais. “Numa campanha majoritária, bem como às cobiçadas vagas para o Senado, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados”, escreveu.

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