Categoria: POLÍTICA

  • STF condena empresário que doou R$ 500 para levar manifestante ao 8 de janeiro

    STF condena empresário que doou R$ 500 para levar manifestante ao 8 de janeiro

    O Supremo Tribunal Federal condenou o empresário Alcides Hahn a 14 anos de prisão por ter doado R$ 500 para levar ‘manifestante’ ao 8 de janeiro em Brasília

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) condenou a 14 anos de prisão em regime fechado o empresário catarinense Alcides Hahn, acusado de financiar com R$ 500 um ônibus que levou até Brasília um manifestante que participou dos atos golpistas de 8 de janeiro.

    A decisão foi tomada em 2 de março em julgamento no plenário virtual do colegiado. Na modalidade, não há discussão e os ministros apenas depositam seus votos no sistema.

    O relator do caso, Alexandre de Moraes, votou pela condenação. Ele foi acompanhado integralmente por Cármen Lúcia e Flávio Dino e com ressalvas por Cristiano Zanin.

    A defesa do empresário recorreu da decisão. Os embargos de declaração apresentados seriam analisados em sessão virtual de 20 a 27 de março, mas foram retirados da pauta da Primeira Turma. Ainda não foi marcada uma nova data para a análise.

    Além de Hahn, Rene Afonso Mahnke e Vilamir Valmor Romanoski também foram condenados pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.

    Eles terão de contribuir, junto aos outros condenados pelo 8 de janeiro, com o pagamento de indenização por danos morais coletivos de R$ 30 milhões.

    Os três foram denunciados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) como financiadores dos atos que resultaram na depredação da Praça dos Três Poderes.

    Segundo o órgão, eles pagaram por um ônibus que partiu de Blumenau (SC) em 5 de janeiro de 2023 com 41 pessoas, “dentre as quais um participante direto dos atos antidemocráticos”.

    A defesa de Alcides Hahn afirmou que a acusação da PGR contra ele se baseia apenas em um comprovante de Pix com o valor repassado à empresa e alegou que não há prova de que os R$ 500 seriam para financiar o ônibus ou de que o empresário tinha conhecimento da finalidade ilícita dos atos.

    “Destaca que a única testemunha afirmou ter presumido a destinação do valor, não havendo confirmação da finalidade da transferência, tampouco qualquer elemento de prova quanto a vínculo associativo, participação em organização ou adesão a atos antidemocráticos”, diz.

    Em relação a Vilamir Romanoski, a PGR afirmou que ele teria transferido mais de R$ 10 mil para a contratação do ônibus e organizado o recebimento de dinheiro via Pix de outras pessoas que também contribuíram com a viagem.

    Além dos valores, mensagens em seu celular mostrariam que ele teria coordenado os manifestantes golpistas, organizando, por exemplo, as vagas no transporte, e também teria pedido ajuda financeira para o retorno de manifestantes cujos veículos foram apreendidos.

    Já Rene Mahnke teria repassado R$ 1.000 à empresa responsável pelo ônibus. Sua defesa disse que o valor corresponderia ao pagamento de passagem e afirmou que ele acabou desistindo da viagem, não havendo provas de que manteve contato com organizadores, participou de acampamentos ou divulgou conteúdo antidemocrático.

    Em seu voto, Moraes afirmou que as provas mostram que os três “aderiram subjetivamente à empreitada criminosa, contribuindo de maneira efetiva e relevante para a execução dos delitos” e justificou o tempo da pena dos três ao afirmar que há “acentuada culpabilidade” dos réus.

    “É extremamente grave a conduta de participar da operacionalização de concerto criminoso voltado a aniquilar os pilares essenciais do estado democrático de direito, mediante violência e danos gravíssimos ao patrimônio público”, escreveu.

    Dino e Cármen Lúcia não detalharam seus votos. Já Zanin concordou com Moraes que há “incontroversas materialidade e autoria” dos crimes pelos réus, mas disse que há “ligeiras divergências” em relação à dosimetria. No entanto, o ministro não apresentou outra proposta de pena.

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  • Dezessete ministros de Lula deixam governo para disputar eleições; 21 permanecem

    Dezessete ministros de Lula deixam governo para disputar eleições; 21 permanecem

    A legislação eleitoral obriga que autoridades com cargo no Executivo deixem os seus postos em até seis meses antes das eleições para participar dos pleitos; Veja os ministros que deixaram o governo Lula para disputar as eleições!

    O governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teve 17 baixas por causa da descompatibilização de ministros que deixaram a Esplanada para se candidatar nas eleições de 2026. Da equipe de Lula, 20 devem permanecer até o fim do mandato. Ainda há o caso do advogado-geral da União, Jorge Messias, que continua no governo, mas deverá ser sabatinado no Senado para ocupar a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF).

    A legislação eleitoral obriga que autoridades com cargo no Executivo deixem os seus postos em até seis meses antes das eleições para participar dos pleitos. O prazo para essa descompatibilização se esgotou no sábado, 4. A regra não vale para candidatos à reeleição no Executivo, como Lula e governadores, dentre estes, o de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

    O presidente Lula ainda fez uma troca interna para recompor a chefia do Ministério da Agricultura e Pecuária. Para suprir a falta do ex-ministro Carlos Fávaro, que deixou o governo para concorrer ao Senado, Lula transferiu o então ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, para o comando da pasta. Quem comanda agora o ministério deixado por André de Paula é Édipo Araújo.

    Veja os ministros que deixaram o governo Lula para disputar as eleições:

    – André Fufuca, ex-ministro do Esporte – vai disputar ou o Senado ou o governo do Maranhão;

    – Anielle Franco, ex-ministra da Igualdade Racial – vai disputar a Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro;

    – Camilo Santana, ex-ministro da Educação – participará da campanha do governador Elmano de Freitas (PT), mas pode substituí-lo se houver ordem de Lula;

    – Carlos Fávaro, ex-ministro da Agricultura e Pecuária – pré-candidato a um novo mandato ao Senado por Mato Grosso;

    – Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda – pré-candidato ao governo de São Paulo;

    – Geraldo Alckmin, ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio – vai ser candidato à reeleição como vice-presidente;

    – Gleisi Hoffmann, ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais – pré-candidata ao Senado pelo Paraná;

    – Jader Filho, ex-ministro das Cidades – pré-candidato à Câmara dos Deputados pelo Pará;

    – Macaé Evaristo, ex-ministra dos Direitos Humanos e Cidadania – pré-candidata à Câmara dos Deputados por Minas Gerais;

    – Márcio França, ex-ministro do Microempreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte – pré-candidato à Câmara dos Deputados ou Senado por São Paulo;

    – Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima – pré-candidata à Câmara dos Deputados ou Senado por São Paulo;

    – Paulo Teixeira, ex-ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar – pré-candidato a um novo mandato na Câmara dos Deputados por São Paulo;

    – Renan Filho, ex-ministro dos Transportes – pré-candidato ao governo de Alagoas;

    – Rui Costa, ex-ministro da Casa Civil – vai concorrer ao Senado pela Bahia;

    – Silvio Costa Filho, ex-ministro dos Portos e Aeroportos – vai concorrer a um novo mandato na Câmara dos Deputados por Pernambuco;

    – Simone Tebet, ex-ministra do Planejamento e Orçamento – vai concorrer ao Senado por São Paulo;

    – Sônia Guajajara, ex-ministra dos Povos Indígenas – vai concorrer a um novo mandato na Câmara dos Deputados por São Paulo;

    Veja os 21 ministros que seguem no governo:

    – Alexandre Padilha, ministro da Saúde;

    – Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia;

    – André de Paula, ministro da Agricultura e Pecuária;

    – Esther Dweck, ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos;

    – Frederico Siqueira, ministro das Comunicações;

    – Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência;

    – Gustavo Feliciano, ministro do Turismo;

    – Jorge Messias, ministro da Advocacia-Geral da União;

    – José Múcio, ministro da Defesa;

    – Luciana Santos, ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação;

    – Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego;

    – Márcia Lopes, ministra das Mulheres;

    – Marcos Amaro, ministro do Gabinete de Segurança Institucional;

    – Margareth Menezes, ministra da Cultura;

    – Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores;

    – Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação Social;

    – Vinícius Carvalho, ministro da Controladoria-Geral da União;

    – Waldez Góes, ministro da Integração e Desenvolvimento Regional;

    – Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública;

    – Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome;

    – Wolney Queiroz, ministro da Previdência Social.

    Dezessete ministros de Lula deixam governo para disputar eleições; 21 permanecem

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  • Michelle divulga vídeo de Nikolas Ferreira após briga do deputado com Eduardo Bolsonaro

    Michelle divulga vídeo de Nikolas Ferreira após briga do deputado com Eduardo Bolsonaro

    Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro escreveu um desabafo contra o deputado mineiro, o chamando de “versão caricata de si mesmo”; Michelle também vem trocando farpas com Eduardo

    Após uma briga nas redes sociais entre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) divulgou um vídeo publicado pelo parlamentar mineiro. No sábado, 4, Michelle republicou em seu perfil no Instagram um comentário de Nikolas sobre uma cena do filme A Paixão de Cristo, dirigido por Mel Gibson.

    Embora o vídeo não tenha relação com a discussão dos bolsonaristas, Michelle o divulgou no mesmo dia em que Eduardo e Nikolas trocaram ataques publicamente. A ex-primeira-dama e o enteado também vêm trocando indiretas nos últimos meses.

    No dia 2 de abril, deputado mineiro compartilhou uma publicação da conta @NewsLiberdade (447,4 mil seguidores) no X, conhecida por promover salas virtuais de debate em áudio, criticando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Eduardo Bolsonaro se incomodou, uma vez que o administrador da conta, Keven Oliveira, dias atrás declarou não ter a intenção de votar em seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência nas eleições deste ano. Ele também criticou o CPAC, evento nos Estados Unidos em que Eduardo e Flávio discursaram na semana passada.

    “Denunciei que o Spaces Liberdade não votará em @FlavioBolsonaro – ao menos no primeiro turno. Adivinhem quem prontamente compartilhou o perfil no mesmíssimo dia? Esta é só mais uma das várias coincidências do pessoal que pede união da direita”, escreveu Eduardo, numa indireta a Nikolas.

    Silvio Grimaldo, ex-editor do site olavista Brasil Sem Medo saiu em defesa de Nikolas. Referindo-se à crítica de Eduardo, Grimaldo afirmou que a publicação compartilhada pelo deputado mineiro era justamente uma crítica à esquerda – o que, portanto, na visão dele, não teria problema.

    No sábado, Nikolas respondeu ao post de Grimaldo com um “kkk”, risada na internet muitas vezes interpretada como ironia.

    Eduardo fez a tréplica com um longo texto sobre o comportamento do desafeto: “Risinho de deboche para mim, Nikolas? Ao que parece, não há limites para seu desrespeito comigo e minha família”.

    Flávio Bolsonaro, então, entrou em campo para apaziguar a artilharia. Assim como havia feito dias atrás numa sala virtual, ele pediu “racionalidade” aos aliados e defendeu a união do PL e da direita.

    “É muito angustiante ver lideranças do nosso lado se digladiando enquanto a gente tem um País para resgatar. E o inimigo não está aqui, está do lado de lá. Esse é o tipo de confusão que não tem vencedor. Todo mundo sai perdendo. Cada um tem os seus motivos, as suas mágoas, tem o direito de se defender do que acha que é agressão ou provocação do outro, beleza. Mas cada um tem o seu tempo”, declarou Flávio. O senador pediu foco no objetivo, as eleições de outubro, e que os aliados perdoem uns aos outros.

    Michelle Bolsonaro e os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estão em clima de discórdia desde a escolha de Flávio para disputar as eleições presidenciais deste ano pelo partido, o que desagradou a ex-primeira-dama.

    Eduardo chegou a afirmar que a decisão não tinha que passar por Michelle e comparou o PL a uma organização militar.

    “Em governo é assim, todo mundo fica chateado. Um partido é uma hierarquia. Tem que ter general, coronel, a tropa ali embaixo”, disse Eduardo em entrevista ao UOL no final de março.

    A ex-primeira-dama defendia o nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para disputar o Planalto. Ele vai disputar a reeleição para o governo estadual.

    Michelle divulga vídeo de Nikolas Ferreira após briga do deputado com Eduardo Bolsonaro

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  • Augusto Cury é lançado pré-candidato à Presidência pelo Avante

    Augusto Cury é lançado pré-candidato à Presidência pelo Avante

    Escritor e psiquiatra foi anunciado pelo partido nas redes sociais e defendeu projeto sem ataques pessoais. Em vídeo, citou propostas para o país e disse ter dialogado com nomes influentes da política nacional.

    O partido Avante anunciou neste domingo, 5, o nome do escritor e psiquiatra Augusto Cury como pré-candidato à Presidência da República. A confirmação foi feita por meio das redes sociais do deputado federal e presidente nacional da sigla, Luis Tibé, e também pelo próprio autor.

    Em um vídeo divulgado, Cury relembra sua trajetória como escritor best-seller antes de aparecer ao lado de Tibé discutindo propostas e temas como segurança alimentar, empreendedorismo, valorização salarial de policiais e professores, além da polarização política no país.

    Na legenda da publicação, o pré-candidato afirmou que pretende contribuir para um projeto coletivo. “Meu objetivo é contribuir para a construção do Brasil dos nossos sonhos. Não amo o poder, não preciso do poder e não busco o poder pelo poder. Não se trata de um projeto pessoal, mas de uma jornada, uma jornada 100% baseada em projetos e 0% de ataques pessoais”, declarou.

    Cury também citou nomes de políticos com quem disse ter dialogado recentemente. Segundo ele, as conversas ocorreram “de forma calorosa, respeitosa e entusiasmada” e incluíram figuras como Michel Temer, Gilberto Kassab, Aécio Neves, Renata Abreu e Aldo Rebelo.

     
     
     

    Augusto Cury é lançado pré-candidato à Presidência pelo Avante

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  • Onze governadores renunciam para disputar eleições de outubro; lista

    Onze governadores renunciam para disputar eleições de outubro; lista

    Com o fim do prazo de desincompatibilização, 11 governadores deixaram os cargos para disputar as eleições de outubro. Parte deles mira a Presidência da República, enquanto a maioria tenta vaga no Senado. Outros optaram pela reeleição ou por permanecer no mandato

    O prazo para agentes públicos que vão participar das eleições deixarem seus cargos terminou neste sábado (4). A regra é chamada de desincompatibilização e vale para governadores, prefeitos e ministros de Estado que pretendem se candidatar no pleito de outubro.
    Com o fim do prazo, 11 governadores deixaram suas funções para disputar outros cargos.

    Ronaldo Caiado (PSD-GO) anunciou, na semana passada, que é pré-candidato à Presidência da República. Romeu Zema (Novo-MG) também deixou o cargo após dois mandatos consecutivos e sinalizou que deve ser candidato à Presidência, mas ainda não formalizou sua pré-candidatura.

     

    Nove governadores saíram o cargo e pretendem disputar uma vaga no Senado. São eles: Gladson Cameli (PP-AC); Wilson Lima (União-AM), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Renato Casagrande (PSB-ES); Mauro Mendes (União-MT); Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevêdo (PSB-PB) e Antonio Denarium (PP-RR). O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) também renunciou ao mandato para disputar uma cadeira no Senado. No entanto, Castro foi condenado, no mês passado, à inelegibilidade até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dessa forma, ele deverá disputar o cargo sub judice.

    Reeleição

    Nove governadores vão disputar a reeleição e podem continuar nos cargos: Clécio Luís (União-AP); Jerônimo Rodrigues (PT-BA); Elmano de Freitas (PT-CE); Eduardo Riedel (PP-MS); Raquel Lyra (PSD-PE); Rafael Fonteles (PT-PI); Jorginho Mello (PL-SC); Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Fábio Mitidieri (PSD-SE).

    De acordo com a legislação eleitoral, políticos não precisam deixar os cargos no Poder Executivo se pretendem disputar o segundo mandato.

    Ficam no governo

    Sete govenadores decidiram completar o mandato e não renunciaram para disputar algum cargo nas eleições. Eles já cumpriram dois mandatos consecutivos. São eles: Paulo Dantas (MDB-AL); Carlos Brandão (Sem partido-MA); Ratinho Junior (PSD-PR); Fátima Bezerra (PT-RN); Eduardo Leite (PSD-RS), Marcos Rocha (PSD-RO) e Wanderlei Barbosa (Republicanos-TO).

    Eleições

    O primeiro turno das eleições será em 4 de outubro, quando 155 milhões de eleitores estarão aptos a elegerem o presidente da República, o vice-presidente, governadores e deputados estaduais, federais e distritais.

    O segundo turno poderá realizado, no dia 25 de outubro, para os cargos de presidente e govenador se nenhum dos candidatos obtiver mais da metade dos votos válidos, que excluem os brancos e nulos, no primeiro turno.

    Onze governadores renunciam para disputar eleições de outubro; lista

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  • Eduardo ataca Nikolas, e Flávio Bolsonaro pede união

    Eduardo ataca Nikolas, e Flávio Bolsonaro pede união

    Eduardo acusou Nikolas de contribuir para uma “espiral de silêncio” em torno do nome do irmão. Segundo ele, o parlamentar mineiro teria feito até agora “menos de meia dúzia de apoios públicos, apenas para fingir não ter abandonado o grupo político” que o projetou. Em tom crítico, afirmou: “Você continua exigindo que seu grupo não apoie e divulgue o Flávio, a não ser quando fica tão gritante que começa a ser cobrado”.

    O deputado Eduardo Bolsonaro (PL) utilizou as redes sociais para cobrar uma postura mais clara do também deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) em relação ao apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência. A tensão entre os aliados acabou exigindo uma intervenção pública de Flávio.

    Eduardo acusou Nikolas de contribuir para uma “espiral de silêncio” em torno do nome do irmão. Segundo ele, o parlamentar mineiro teria feito até agora “menos de meia dúzia de apoios públicos, apenas para fingir não ter abandonado o grupo político” que o projetou. Em tom crítico, afirmou: “Você continua exigindo que seu grupo não apoie e divulgue o Flávio, a não ser quando fica tão gritante que começa a ser cobrado”. Para Eduardo, Nikolas estaria usando “o algoritmo das suas redes” de forma contrária aos interesses da família Bolsonaro, inclusive dando visibilidade a pessoas que celebram a prisão e desejam a morte do ex-presidente Jair Bolsonaro, além de críticos da família.

    Entre os nomes citados por Eduardo está Silvo Grimaldo, ligado ao Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho e ativo nos debates da direita. Recentemente, Grimaldo criticou a candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina.

    Após a repercussão, Flávio adotou um tom conciliador. “É muito angustiante ver lideranças do nosso lado se digladiando enquanto a gente tem um país para resgatar”, declarou. “Esse é o tipo de confusão que não tem vencedor. Todo mundo sai perdendo”, completou. Nikolas respondeu compartilhando o vídeo e escreveu: “Concordo, presidente. Cada um fazendo sua parte, chegaremos lá”.

    O atrito entre Eduardo e Nikolas não é recente. No início do ano, Eduardo evitou apoiar diretamente uma mobilização liderada por Nikolas, optando por contatar o deputado Gustavo Gayer. Flávio já havia atuado antes para conter conflitos entre os dois, defendendo união contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Flávio também tem buscado se aproximar de Nikolas, inclusive utilizando o slogan “acorda Brasil” em publicações e eventos. Ambos chegaram a um acordo para que indicações políticas passem pelo deputado mineiro.

    Eduardo, por sua vez, enfrenta processo no Supremo Tribunal Federal por obstrução de Justiça. Desde 2025 nos Estados Unidos, ele perdeu o mandato após faltas, depois de pedir licença para “buscar sanções aos violadores dos direitos humanos”.

    Eduardo ataca Nikolas, e Flávio Bolsonaro pede união

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  • Michelle Bolsonaro diz que ex-presidente está há seis dias sem soluços

    Michelle Bolsonaro diz que ex-presidente está há seis dias sem soluços

    Bolsonaro está em prisão domiciliar temporária, por 90 dias, depois de ficar internado no fim de março. Antes, cumpria pena em regime fechado na Papudinha, em Brasília. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado.

    A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou neste sábado, 4, que o ex-presidente Jair Bolsonaro está há seis dias sem soluços. Também disse que o político está conseguindo fazer sessões de fisioterapia. A declaração ocorreu em postagem no Instagram.

     

    Bolsonaro está em prisão domiciliar temporária, por 90 dias, depois de ficar internado no fim de março. Antes, cumpria pena em regime fechado na Papudinha, em Brasília. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado.

     

    \”Galego está há seis dias sem soluços. Conseguindo fazer a fisioterapia! Motivo mais do que suficiente para me alegrar e agradecer ao nosso amado Pai\”, disse a ex-primeira-dama na publicação.

    Michelle Bolsonaro diz que ex-presidente está há seis dias sem soluços

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  • Médicos de Bolsonaro indicam necessidade de nova cirurgia

    Médicos de Bolsonaro indicam necessidade de nova cirurgia

    O ex-presidente está em casa desde 27 de março e deve cumprir uma série de restrições impostas pelo STF por um período inicial de 90 dias.

    A defesa de Jair Bolsonaro (PL) encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF), na última sexta-feira (3), relatórios médicos que apontam a necessidade de uma nova cirurgia no ex-presidente. De acordo com o documento fisioterapêutico, Bolsonaro apresenta um quadro de dor intensa no ombro direito e, após avaliação ortopédica acompanhada de exames complementares, há “indicação de tratamento cirúrgico.”

    O fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas, responsável pelo acompanhamento do ex-presidente, informou que as dores já estavam presentes antes mesmo da alta hospitalar, ocorrida em 27 de março. No dia anterior, Bolsonaro teria passado por avaliação com um especialista em ortopedia, que solicitou exames adicionais e indicou a realização do procedimento cirúrgico.

    Desde então em prisão domiciliar, o ex-presidente apresenta limitações físicas importantes. Além da dor intensa, há restrição de movimento, com elevação do braço limitada a 90 graus, perda de força muscular e assimetria postural “caracterizada por inferiorização do ombro direito em relação ao esquerdo”, conforme descrito no relatório. “O paciente se encontra em fase pré-operatória, com quadro álgico importante e limitação funcional significativa do membro superior acometido”, destacou o fisioterapeuta. Ele também apontou que a intensidade da dor tem dificultado a evolução do tratamento fisioterapêutico.

    O relatório enviado ao STF faz parte da primeira atualização médica periódica exigida pela decisão que concedeu prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes.

    O ex-presidente está em casa desde 27 de março e deve cumprir uma série de restrições impostas pelo STF por um período inicial de 90 dias. Entre as medidas determinadas estão a proibição do uso de celular e a limitação de visitas, sob a justificativa de “evitar risco de sepse e controle de infecções”.

    Atualmente, residem com Bolsonaro sua esposa, Michelle Bolsonaro, a filha mais nova, Laura Bolsonaro, e a enteada, Letícia Firmino. Ele foi condenado em setembro de 2025 pela Primeira Turma do STF a 27 anos e 3 meses de prisão, por envolvimento em uma tentativa de golpe após as eleições de 2022.

    Médicos de Bolsonaro indicam necessidade de nova cirurgia

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  • Fachin rebate relatório de comissão do Congresso dos EUA e defende decisões de Moraes

    Fachin rebate relatório de comissão do Congresso dos EUA e defende decisões de Moraes

    Presidente do STF afirma que documento dos EUA distorce decisões da Corte e defende medidas contra milícias digitais, enquanto comissão americana critica Moraes por suposta censura e impacto no debate político antes das eleições de 2026

    O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, divulgou uma nota nesta quinta-feira, 2, em que rebate um relatório preliminar da Comissão Judiciária da Câmara de Representantes dos Estados Unidos. O documento acusa o ministro Alexandre de Moraes de praticar censura que poderia afetar as eleições presidenciais de 2026 no Brasil.

    “O relatório traz caracterizações distorcidas da natureza e do alcance de decisões específicas do Supremo Tribunal Federal, bem como, mais amplamente, do sistema de proteção à liberdade de expressão no ordenamento jurídico brasileiro”, afirmou Fachin.

    Na nota, o presidente do STF não cita diretamente Moraes, mas defende a atuação da Corte. “Registre-se, preliminarmente, que o Tribunal e todos os seus integrantes primam pela defesa da independência entre os Poderes e da autoridade de suas decisões. Os ministros do Supremo Tribunal Federal seguem à risca os preceitos constitucionais, sendo a liberdade de expressão um desses primados fundamentais de nossa República”, disse.

    Fachin também justificou decisões de remoção de conteúdos em plataformas digitais, no âmbito de investigações relatadas por Moraes, como os inquéritos das fake news e das milícias digitais.

    Segundo ele, as medidas “inserem-se no contexto de investigações que têm por objeto a instrumentalização criminosa de redes sociais por milícias digitais, com a finalidade da prática de diversas infrações penais, em especial os crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal), golpe de Estado (art. 359-M do Código Penal) e associação criminosa (art. 288 do Código Penal)”.

    “No âmbito desses inquéritos, foram emitidas medidas cautelares quando presentes indícios robustos da prática desses crimes”, acrescentou.

    O presidente do STF afirmou ainda que esclarecimentos “que possam contribuir para a restituição de uma leitura objetiva dos fatos” serão encaminhados ao órgão do Congresso americano por vias diplomáticas.

    O relatório da comissão dos EUA foi divulgado na quarta-feira, 1º, e critica o que classifica como “ordens de censura e manobras jurídicas” do ministro Alexandre de Moraes.

    “As ordens de censura e as manobras jurídicas do ministro Moraes contra a família Bolsonaro e seus apoiadores podem prejudicar significativamente a capacidade deles de se manifestarem online sobre assuntos de importância pública nos meses que antecedem a eleição presidencial brasileira”, diz um trecho do documento.

    O colegiado é formado majoritariamente por aliados do presidente Donald Trump. Em janeiro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o youtuber Paulo Figueiredo estiveram em Washington em reuniões com o deputado republicano Jim Jordan, presidente da comissão.

    Fachin rebate relatório de comissão do Congresso dos EUA e defende decisões de Moraes

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  • Você não precisa governar para os ricos e para quem ganha bem e pode se virar sozinho, diz Lula

    Você não precisa governar para os ricos e para quem ganha bem e pode se virar sozinho, diz Lula

    Presidente defende foco em políticas de inclusão social, afirma que governo não deve priorizar os mais ricos e pede que população compare dados antes de formar opinião sobre sua gestão.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira, 2, que a atuação do governo federal não deve ser voltada prioritariamente aos mais ricos e defendeu que o Estado garanta oportunidades, especialmente para quem não consegue “se virar sozinho”.

    “Você não precisa governar para os ricos e para quem ganha bem e pode se virar sozinho”, disse o presidente. Em seguida, acrescentou: “Sou um cara comprometido com as políticas de inclusão social”.

    Lula também afirmou que seus governos realizaram mais ações em diferentes áreas do que gestões anteriores e incentivou a população a comparar dados antes de formar opinião. “Não acredite em mim, pesquise”, declarou.

    Na avaliação do presidente, a sociedade tende a se retrair diante de administrações mais rígidas, o que, segundo ele, dificulta a manifestação popular e o debate público. Ele acrescentou que, em contextos de governos autoritários, é necessário que a população se manifeste, enquanto, em ambientes democráticos, como o que atribui à sua gestão, há espaço para diálogo sem necessidade de paralisações.

    As declarações foram feitas durante agenda em Salvador (BA), onde Lula visitou obras de mobilidade urbana financiadas pelo Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A principal atividade foi a vistoria das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), na Praça Onze de Dezembro, projeto que reúne cerca de R$ 1,1 bilhão em investimentos.

    A comitiva presidencial contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, do senador Jaques Wagner (PT-BA), do futuro ministro das Cidades, Vladimir Lima, do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, e do presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira.

     
     
     

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