Categoria: POLÍTICA

  • Eduardo Bolsonaro irrita apoiadores ao surfar em Abu Dhabi

    Eduardo Bolsonaro irrita apoiadores ao surfar em Abu Dhabi

    Imagens do ex-deputado em piscina de ondas nos Emirados Árabes viralizam e provocam críticas até entre aliados, em meio à prisão de Jair Bolsonaro e a uma viagem com agenda diplomática no Oriente Médio.

    O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro esteve recentemente em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em compromissos que integraram uma agenda oficial no Oriente Médio. A viagem ocorreu enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro permanece preso.

    Nos últimos meses, Eduardo vinha mantendo contatos com lideranças conservadoras e políticos de direita em outros países, numa tentativa de mobilizar apoio internacional em favor do pai. A estratégia, porém, perdeu força nas últimas semanas, segundo aliados.

    Durante a passagem por Abu Dhabi, o ex-parlamentar visitou o Surf Abu Dhabi, complexo conhecido por abrigar uma das maiores piscinas de ondas artificiais do mundo. Imagens do momento circularam nas redes sociais e geraram críticas de opositores e também de apoiadores.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- Redes Sociais  

    A agenda dos irmãos incluiu compromissos em Dubai e no Bahrein, com o objetivo de fortalecer relações institucionais com países árabes. Apesar do caráter oficial da viagem, o registro de Eduardo surfando acabou dominando o debate público online.

    Entre as reações, o diretor do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho, Silvio Grimaldo, criticou o episódio e classificou Eduardo como “idiota” por aproveitar momentos de lazer enquanto o pai está detido.

    Eduardo Bolsonaro irrita apoiadores ao surfar em Abu Dhabi

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Decisão de Dino sobre penduricalhos é vista como recado a Fachin e expõe embate no STF

    Decisão de Dino sobre penduricalhos é vista como recado a Fachin e expõe embate no STF

    Decisão de Flávio Dino sobre supersalários expõe divergências internas no STF e amplia tensão com Edson Fachin, que tenta avançar com um código de conduta em meio à crise envolvendo o caso Banco Master.

    A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, de suspender os chamados penduricalhos nos salários do funcionalismo público foi interpretada, nos bastidores da Corte, como um recado ao presidente do STF, Edson Fachin. O gesto expôs divergências internas sobre qual deve ser a prioridade de uma agenda ética para o tribunal.

    Interlocutores de Dino afirmam que o ministro buscou sinalizar que um verdadeiro código de conduta para a magistratura passa, прежде de tudo, pelo enfrentamento dos supersalários. Na avaliação desse grupo, estabelecer regras sobre palestras e participação em eventos seria algo secundário diante da necessidade de rever verbas que elevam vencimentos acima do teto constitucional.

    Cinco ministros ouvidos reservadamente pela Folha de S.Paulo avaliam que o plenário deve confirmar a liminar de Dino, ainda que com eventuais ajustes para que a regulamentação fique sob responsabilidade do Conselho Nacional de Justiça. A sessão para analisar a decisão foi marcada por Fachin para o dia 25, em formato presencial.

    Assim como ocorreu no julgamento das regras do CNJ para o uso de redes sociais por juízes, a expectativa é que o debate sobre penduricalhos seja usado para manifestações mais amplas sobre os limites da atuação pública de magistrados e ministros do Supremo.

    O código de conduta é uma das principais apostas de Fachin para tentar recompor a imagem da Corte, abalada pelos desdobramentos da investigação envolvendo o Banco Master. Os ministros Dias Toffoli, relator do caso, e Alexandre de Moraes estão no centro das críticas.

    Toffoli teve sua conduta questionada após viajar em um jatinho com um dos advogados do processo e impor forte sigilo aos autos, além de haver menções a negócios familiares que envolvem seus irmãos e um fundo ligado ao banco. No caso de Moraes, pesa o fato de que o escritório de sua esposa firmou contrato milionário com a instituição financeira. O ministro declarou que juízes devem se declarar impedidos quando houver vínculo familiar com advogados que atuem no processo.

    Segundo a Folha, a estratégia de Fachin para avançar com o código divide até mesmo ministros favoráveis à iniciativa. Entre apoiadores, há receio quanto ao momento escolhido para o debate e ao risco de fragilizar ainda mais a Corte em meio à crise.

    Dino, de acordo com auxiliares, é favorável à criação de um código de conduta, mas discorda da forma como a proposta vem sendo conduzida. Apesar de Fachin ter conversado com colegas durante o recesso e defendido consenso, parte dos ministros entende que o tema avançou com aparência de imposição e sem considerar sugestões de aguardar um momento mais adequado.

    Na decisão que suspendeu os penduricalhos, publicada na quinta-feira, Dino afirmou que os supersalários afrontam o princípio da moralidade administrativa. Ele classificou o fenômeno como uma “multiplicação anômala das verbas indenizatórias” que atingiu patamares incompatíveis com a Constituição.

    Um ministro que tende a rejeitar o código afirmou, sob reserva, que o combate aos penduricalhos e à corrupção na magistratura deveria ser o foco prioritário da presidência do Supremo, em vez de restrições a falas públicas ou participação em eventos.

    Auxiliares de Fachin, por sua vez, dizem que o presidente do STF não interpretou a decisão de Dino como um gesto de enfrentamento. Eles lembram que o tema dos supersalários também está na pauta do CNJ, por meio do Observatório da Transparência, criado no início da atual gestão.

    Cerca de duas horas após a decisão de Dino, ainda na quinta-feira, Fachin teria conversado com colegas e optado por pautar rapidamente o referendo da liminar, com o entendimento de que o tema deve ser resolvido sem prolongar o impasse.

    A escolha de Cármen Lúcia como relatora do código de conduta é vista por parte dos ministros como positiva, por seu perfil conciliador e capacidade de mediar conflitos. Nesta terça-feira, ela reuniu representantes dos Tribunais Regionais Eleitorais para apresentar diretrizes comportamentais voltadas ao período eleitoral.

    Entre as regras defendidas estão a proibição de recebimento de presentes ou favores, impedimentos em casos envolvendo escritórios com vínculo do magistrado, restrições a atividades externas que possam gerar conflito de interesses e vedação a posicionamentos políticos, inclusive nas redes sociais. 
     

    Decisão de Dino sobre penduricalhos é vista como recado a Fachin e expõe embate no STF

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Baleia Rossi sinaliza alinhamento com Tarcísio enquanto Lula disputa apoio do MDB

    Baleia Rossi sinaliza alinhamento com Tarcísio enquanto Lula disputa apoio do MDB

    “Estive ontem à noite com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Falamos sobre o cenário eleitoral no Brasil e em São Paulo, onde o MDB vai reforçar sua parceria firmada há quatro anos, que (tem) sido marcada por lealdade e respeito mútuo”, escreveu o dirigente em seu perfil no X.

    O presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, reuniu-se na noite de segunda-feira, 9, com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em São Paulo. Em publicação nas redes sociais nesta terça-feira, 10, Rossi afirmou que a conversa reforçou a parceria entre o MDB e o governo paulista, firmada há quatro anos. Segundo ele, a relação é marcada por \”lealdade e respeito\”.

    \”Estive ontem à noite com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Falamos sobre o cenário eleitoral no Brasil e em São Paulo, onde o MDB vai reforçar sua parceria firmada há quatro anos, que (tem) sido marcada por lealdade e respeito mútuo\”, escreveu o dirigente em seu perfil no X.

    O encontro ocorre em meio a negociações de bastidores entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o MDB sobre a possibilidade de indicação de um nome da sigla para a vaga de vice-presidente na chapa à reeleição, em outubro. Integrantes da legenda negam que o tema esteja em discussão formal no partido.

    Em São Paulo, o MDB é comandado pelo prefeito da capital, Ricardo Nunes, aliado de Tarcísio e que contou com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em sua campanha à reeleição em 2024. No plano nacional, a sigla ainda não definiu se terá candidatura própria à Presidência, se apoiará outro nome ou se adotará uma posição de neutralidade na disputa.

    Mais cedo, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que caberá ao vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) decidir entre tentar a reeleição ao cargo ou disputar novamente o governo de São Paulo. Publicamente, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), também tem sido pressionado por aliados a voltar à disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.

    Apesar de manter quadros alinhados ao Palácio do Planalto, como o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e a ministra do Planejamento, Simone Tebet, o MDB abriga diferentes correntes internas e tem ampliado alianças regionais que não passam pelo PT, especialmente em Estados governados por partidos do campo do centro e da direita.

    Nesse contexto, Lula e dirigentes do PT avaliam a possibilidade de estimular uma candidatura de Tebet ao Senado ou ao governo de São Paulo, sob a avaliação de que seu nome poderia fortalecer o palanque do presidente no maior colégio eleitoral do País. A ministra, no entanto, construiu sua trajetória política no Mato Grosso do Sul.

    A última vez em que PT e MDB estiveram juntos de forma estruturada na Presidência da República foi durante os governos da ex-presidente Dilma Rousseff, entre 2011 e 2016. À época, o MDB – então PMDB – integrou a coalizão governista e indicou o vice-presidente Michel Temer, compondo a chapa vencedora nas eleições de 2010 e 2014.

    A aliança foi rompida em 2016, quando o MDB desembarcou do governo e passou a apoiar o processo de impeachment de Dilma no Congresso. Desde então, as duas siglas não voltaram a formar uma coalizão nacional nos mesmos moldes, apesar de o atual governo do presidente Lula contar com três emedebistas na Esplanada e manter negociações pontuais com o partido.

    Baleia Rossi sinaliza alinhamento com Tarcísio enquanto Lula disputa apoio do MDB

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • STJ afasta ministro acusado de assédio até conclusão de apurações

    STJ afasta ministro acusado de assédio até conclusão de apurações

    Esse afastamento é cautelar e deve durar até o encerramento da apuração interna sobre as condutas dele. A votação ocorreu de forma secreta e, segundo o STF, foi unânime. Eram necessários ao menos 17 votos dos 33 ministros para o afastamento.

    JOSÉ MARQUES E LUÍSA MARTINS
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Os integrantes do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiram, em encontro fechado na manhã desta terça-feira (10), afastar da corte o ministro Marco Buzzi, alvo de investigações sobre suspeitas de importunação sexual.

    Esse afastamento é cautelar e deve durar até o encerramento da apuração interna sobre as condutas dele. A votação ocorreu de forma secreta e, segundo o STF, foi unânime. Eram necessários ao menos 17 votos dos 33 ministros para o afastamento.

    A corte voltará a deliberar sobre o futuro do magistrado ao fim dos trabalhos da comissão de sindicância que investiga os episódios.

    Como mostrou a Folha, a tendência é que a investigação resulte na aposentadoria compulsória do magistrado. Para que isso aconteça, são necessários 22 votos dos 33 membros do tribunal. A decisão será tomada no dia 10 de março.

    A reunião dos ministros nesta terça foi convocada pelo presidente do tribunal, Herman Benjamin, após uma segunda denúncia envolvendo Buzzi ter sido recebida pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) nesta segunda-feira (9).

    A Corregedoria do CNJ afirmou que já foi realizada audiência para ouvir uma “possível vítima de fatos análogos àqueles objeto de procedimento em curso”. A investigação tramita em sigilo “para preservar a intimidade e integridade das pessoas envolvidas e para a adequada condução das investigações.”

    Na semana passada, uma mulher de 18 anos relatou ter sido agarrada e tocada pelo ministro, que tem 68 anos, durante um banho de mar em uma praia do litoral de Santa Catarina. Ela e os pais passavam férias na casa de praia do magistrado, em Balneário Camboriú.

    Segundo depoimento prestado à Polícia Civil, a jovem contou o ocorrido ao pai, e a família deixou a casa do ministro no mesmo dia. Ainda de acordo o documento, a jovem frequentava o STJ desde a infância e considerava o ministro “um avô e confidente”. A mãe dela atua nos tribunais superiores, e a relação profissional evoluiu para amizade entre as famílias.

    Segundo depoimento prestado à Polícia Civil, a jovem contou o ocorrido ao pai, e a família deixou a casa do ministro no mesmo dia. Ainda de acordo o documento, a jovem frequentava o STJ desde a infância e considerava o ministro “um avô e confidente”. A mãe dela atua nos tribunais superiores, e a relação profissional evoluiu para amizade entre as famílias.

    Em manifestação nesta segunda, antes do afastamento, Buzzi afirmou que provará sua inocência diante das denúncias de assédio sexual contra ele. O magistrado também disse estar “muito impactado” e jamais ter adotado “conduta que envergonhasse a família ou maculasse a magistratura”.

    A declaração foi dada em mensagem enviada por Buzzi em grupo de WhatsApp dos ministros do STJ. Foi primeira manifestação dele aos colegas desde a primeira notícia sobre as denúncias, no último dia 4.

    “Muito impactado com as notícias veiculadas e também por me encontrar internado em hospital, sob acompanhamento cardíaco e emocional, até o momento estive calado. De modo informal soube de fatos contra mim imputados, os quais igualmente repudio. Tudo está causando mágoas às pessoas da minha família e convivência”, disse.

    Ele afirmou ainda que agradece a quem deu o benefício da dúvida “diante da prematura divulgação de informações”. “Confio que, por meio de apuração técnica e imparcial, os fatos serão plenamente esclarecidos.”

    Os advogados de Buzzi afirmam que o ministro “não cometeu qualquer ato impróprio, como será possível demonstrar oportunamente no âmbito dos procedimentos já instaurados”. A nota diz que o vazamento de informações busca “constranger o devido processo legal e influenciar indevidamente futuras decisões judiciais”.

    “Até o presente momento, a defesa não teve acesso aos autos, muito embora já tenha apresentado pedido de habilitação desde a semana passada. Não há, portanto, qualquer base jurídica ou factual que permita manifestações responsáveis sobre fatos ainda indefinidos –muito menos julgamentos públicos antecipados”, diz a defesa do ministro.

    Em relação ao caso de Santa Catarina, Buzzi é alvo, além de reclamações disciplinares no CNJ, de uma investigação criminal no STF (Supremo Tribunal Federal), que tramita sob a relatoria do ministro Kassio Nunes Marques.

    A sindicância no STJ é conduzida pelos ministros Raul Araújo, Francisco Falcão e Antônio Carlos Ferreira.

    STJ afasta ministro acusado de assédio até conclusão de apurações

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Corte italiana julga pedido de Carla Zambelli para troca de juízes

    Corte italiana julga pedido de Carla Zambelli para troca de juízes

    Zambelli, que se diz vítima de perseguição política pelo STF (Supremo Tribunal Federal), fugiu do país em junho para escapar da pena de dez anos de prisão referente à invasão do sistema do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e à emissão de um mandado falso de prisão contra Moraes.

    (CBS NEWS) – A Corte de Apelação de Roma, na Itália, vai examinar nesta terça-feira (10) o pedido da defesa da ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP) para que seja substituído o colégio de juízes responsável por analisar seu processo de extradição para o Brasil. A audiência está prevista para às 10h (6h de Brasília) e a expectativa é que a decisão seja comunicada durante a tarde.

    A troca de juízes foi um pedido da própria Zambelli na última sessão sobre o caso, em 20 de janeiro, depois que a corte suspendeu a audiência em andamento por falta de tempo para analisar uma série de solicitações apresentadas por sua defesa. Um dos pedidos era para que Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), fosse ouvido como testemunha.

    A ex-deputada e seu advogado entenderam o adiamento como uma rejeição às demandas e formalizaram dias depois a solicitação de substituição da corte. “Percebemos que eles [juízes] estavam sendo hostis e com pré-juízo em relação às nossas solicitações, não atendidas”, disse na ocasião o advogado Pieremilio Sammarco.

    Para o advogado Alessandro Gentiloni, que representa o Brasil no processo por meio da AGU (Advocacia Geral da União), não há fundamentos para a troca de juízes. “O tribunal não rejeitou os pedidos da senhora Zambelli, mas pediu reserva para decidir sobre eles, demonstrando equilíbrio e respeito pelos direitos de todas as partes no processo”, disse.

    A continuação da audiência do dia 20 foi marcada para esta quarta (11), quando o mérito da extradição voltaria a ser analisado pela corte. No entanto, se a troca de juízes for acatada nesta terça, há a possibilidade de que o processo seja redistribuído e precise recomeçar. Se for negada, a extradição pode ser julgada, mas a defesa promete apresentar recurso.

    Zambelli está presa há seis meses na Itália, depois de ficar dois meses foragida. 

    O julgamento de sua extradição já foi adiado três vezes desde o fim de novembro. Pouco antes do Natal, o tribunal concedeu mais tempo para que a defesa analisasse documentação enviada pelo Brasil sobre as condições da Colmeia, penitenciária no Distrito Federal onde ela ficará detida caso seja extraditada. Antes, a defesa havia aderido a uma greve e, em outra ocasião, o tribunal pediu tempo para analisar documentos apresentados pelos advogados da ex-deputada.

    Se for extraditada, o tempo de prisão na Itália será descontado do restante da pena a ser cumprido no Brasil.

    Zambelli, que se diz vítima de perseguição política pelo STF (Supremo Tribunal Federal), fugiu do país em junho para escapar da pena de dez anos de prisão referente à invasão do sistema do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e à emissão de um mandado falso de prisão contra Moraes. Quando já estava na Itália, foi condenada a outros cinco anos por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. Os dois casos compõem um único processo de extradição.

    A Corte de Apelação de Roma atua como primeira instância nesse caso. Após a decisão do tribunal, as partes podem recorrer.

    Corte italiana julga pedido de Carla Zambelli para troca de juízes

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • PF cita gestão fraudulenta e diz que aliado de Alcolumbre destinou dinheiro ao Master sem exigir documentos

    PF cita gestão fraudulenta e diz que aliado de Alcolumbre destinou dinheiro ao Master sem exigir documentos

    PF aponta que decisões sobre aportes de R$ 400 milhões da previdência do Amapá no banco Master foram tomadas em menos de 20 dias, ignoraram alertas internos e podem configurar gestão fraudulenta e temerária.

    (CBS NEWS) A Polícia Federal afirma que a destinação de recursos da Amprev, a previdência dos servidores do Amapá, ao banco Master ocorreu de forma acelerada, sem cautelas técnicas e com desprezo a alertas internos sobre riscos do investimento. Segundo a PF, as deliberações foram tomadas em menos de 20 dias e resultaram em aportes que somaram R$ 400 milhões.

    De acordo com a investigação, o então diretor-presidente da Amprev e coordenador do comitê de investimentos, Jocildo Silva Lemos, teve papel central na condução das reuniões realizadas em julho de 2024 e na execução das decisões aprovadas. A polícia aponta que ele liderou o processo decisório que viabilizou as aplicações.

    Jocildo já atuou como tesoureiro da campanha do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e foi indicado ao cargo na Amprev pelo senador, a quem agradeceu publicamente pela nomeação. A autarquia é vinculada ao governo do Amapá e administra o regime próprio de previdência do estado.

    Em uma das deliberações, que autorizou a compra de R$ 100 milhões em letras financeiras do banco Master, a maioria do comitê de investimentos aprovou a aplicação condicionando-a apenas a uma visita institucional futura à instituição financeira, sem exigir previamente documentação técnica complementar. Para a PF, essa prática foi considerada atípica e arriscada.

    Em 23 de janeiro, a Polícia Federal solicitou à Justiça Federal autorização para cumprir mandados de busca e apreensão contra gestores apontados como responsáveis pelas aplicações. A operação, batizada de Zona Cinzenta, foi deflagrada na última sexta-feira (6).

    Foram alvos das buscas Jocildo Silva Lemos; José Milton Afonso Gonçalves, conselheiro da Amprev e integrante do comitê de investimentos; e Jackson Rubens de Oliveira, também membro do comitê e participante das reuniões que decidiram pelos aportes no banco Master.

    Em nota divulgada nesta segunda-feira (9), a Amprev afirmou que se considera prejudicada pelas irregularidades atribuídas ao banco Master e que busca o ressarcimento integral dos valores investidos. Segundo o instituto, a Justiça já determinou o bloqueio de pagamentos à instituição financeira. Os aportes representariam cerca de 4,7% da carteira da previdência estadual.

    A manifestação da Amprev não faz menção às suspeitas levantadas pela PF sobre a conduta dos próprios gestores. A reportagem não conseguiu contato com a assessoria do órgão nem com as defesas dos três investigados.

    Procurado, Davi Alcolumbre não respondeu. Em nota divulgada anteriormente, o senador afirmou defender a apuração completa dos fatos, com punição aos responsáveis, respeitado o devido processo legal.

    O banco Master teve sua liquidação decretada pelo Banco Central em 18 de novembro, um dia após a prisão de seu controlador, Daniel Vorcaro, sob suspeita de tentativa de fuga do país. A instituição já enfrentava dificuldades para honrar compromissos e é investigada por possíveis crimes na gestão de carteiras de crédito.

    Segundo a Polícia Federal, os responsáveis pelos aportes priorizaram exclusivamente a rentabilidade prometida, sem aprofundar análises reputacionais ou de risco. O inquérito apura os crimes de gestão fraudulenta e temerária de instituição financeira.

    Relatórios da PF indicam que, durante as reuniões do comitê, outros conselheiros alertaram para a concentração excessiva de recursos da Amprev no banco Master, para a recusa da Caixa Econômica Federal em adquirir títulos da instituição e para a existência de investigações em órgãos de controle, como o TCU e o Ministério Público Federal.

    Mesmo diante dessas advertências, a maioria do comitê aprovou novas aplicações, sem exigir estudos adicionais ou documentação técnica. Para a PF, Jocildo teria relativizado os questionamentos apresentados e sustentado a aprovação com argumentos genéricos.

    José Milton, segundo a investigação, foi o responsável por apresentar a proposta inicial de investimento de grande porte no banco Master, defendendo a operação com base na maior rentabilidade, mesmo após alertas sobre riscos. Jackson, por sua vez, teria votado favoravelmente sem condicionar a decisão a análises técnicas mais aprofundadas, o que, na avaliação da polícia, pode caracterizar gestão temerária.
     

    PF cita gestão fraudulenta e diz que aliado de Alcolumbre destinou dinheiro ao Master sem exigir documentos

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Lula reforça discurso voltado a mulheres em evento com críticas a Tarcísio

    Lula reforça discurso voltado a mulheres em evento com críticas a Tarcísio

    Lula ainda criticou homens que, por preconceito, não se submetem ao exame de toque para a detecção precoce do câncer de próstata: “Enquanto a mulher se submete a um monte de exames, o homão tem vergonha de tomar uma dedada”.

    BRUNO RIBEIRO E ANA GABRIELA OLIVEIRA LIMA
    MAUÁ, SP, E SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em um discurso repleto de quebras de protocolo, com uso de palavrões, o presidente Lula (PT) exaltou políticas contra a violência à mulher, atacou indiretamente o adversário Jair Bolsonaro (PL) e criticou homens com medo de “uma dedada”, em referência ao exame de detecção de câncer de próstata.

    O petista este em Mauá (Grande São Paulo) na tarde desta segunda-feira (9) para evento sobre investimentos em saúde e educação.

    Em clima de campanha, o presidente focou em setores considerados cruciais para o resultado das eleições, como os jovens, com quem fala a partir da bandeira da educação, e as mulheres. Lula associou os dois segmentos e focou na necessidade de educação das mulheres, dizendo que “menina sem educação vai ser assediada”.

    “A mulher não é propriedade do homem. Ela é livre”, afirmou. “Uma mulher, quando tem uma profissão, vai morar com alguém se quiser, vai ficar com alguém se ela gostar”, disse. “Não pode ficar [com alguém] por conta de um prato de comida.”

    Ele falou em mudar o currículo escolar, da creche à universidade, para que os homens aprendam “que não são melhores que as mulheres” e disse que é preciso intervir em casos de agressão. “Mulher não é saco de pancada de ninguém. Mulher tem que ser respeitada, ela passa o dia inteiro cuidando das crianças, lavando merda, lavando fralda, lavando cama, lavando banheiro, fazendo comida. Chega em casa, tem dois ovos para comer […] É só ovo? É só ovo! Não comprou carne porque ela não tinha dinheiro, ela não tem culpa. Não está gostando da comida, vai para a cozinha fazer”, disse.

    No mesmo tom, o presidente afirmou que “nós homens, quando tomamos uma cachaça fora e chegamos em casa tarde, a gente quer que nossa mulher entenda. ‘Não, amor, entenda, eu estava com os meus amigos, eu estava jogando bola’. A gente quer que a mulher compreenda, mas, quando a gente chega em casa, que a mulher não está e ela demora meia hora para chegar, nós já ficamos putos da vida, ficamos nervosos e já ficamos xingando”.

    Lula ainda criticou homens que, por preconceito, não se submetem ao exame de toque para a detecção precoce do câncer de próstata: “Enquanto a mulher se submete a um monte de exames, o homão tem vergonha de tomar uma dedada”.

    Além do presidente, os ministros da Saúde, Alexandre Padilha (PT), da Educação, Camilo Santana (PT), e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) fizeram discursos -todos eles em tom eleitoral, comparando a gestão atual com a de Bolsonaro e a de Michel Temer (MDB).

    Alckmin, por exemplo, criticou a educação do governo anterior. “A única discussão era homeschooling: estudar fora da escola. Estudar em casa. Proposta racista que nasceu nos EUA, quando a Suprema Corte decidiu que deviam estudar na mesma escola brancos e negros”, disse. “Hoje, a prioridade é creche para a mamãe poder ter tranquilidade, escola de tempo integral, Pé-de-meia”, afirmou.

    Já Padilha alfinetou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao dizer que há governos, como o de Tarcísio, sinalizando que é iniciativa local o programa Agora Tem Especialistas, do governo federal.

    “Tem estado que criou a tabela do estado tal. Aqui em São Paulo está acontecendo isso. Vai na TV, fala que criou uma tabela com o nome do estado de São Paulo e não mostra que 70% do recurso dessa tabela é do governo federal, é o presidente Lula que coloca, repassa os recursos para as secretarias estaduais e municipais”.

    “Eu só quero que se reconheça que o ex-presidente que governou esse país não deu um real para esse estado durante todo o período que governou”, afirmou Padilha, em referência a Bolsonaro, padrinho político de Tarcísio.

    Ao lado de prefeitos do ABC filiados ao PL, Lula também atacou o antecessor. “Se todo presidente da República e todos os governadores fizessem assim, a gente teria muito menos problemas. Vocês sabem que, no governo passado, os estados do Nordeste que não estavam do lado do presidente não receberam um centavo de ajuda para nada. E podem ter certeza de que eu estou colocando mais dinheiro no estado de São Paulo do que qualquer presidente”.

    Ao falar de caravanas para mutirões de exames que seu governo estava entregando, o presidente cometeu um ato falho. Disse que entregaria as unidades com “a Marisa”, em referência à primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva, de quem ele é viúvo desde 2017, para depois se corrigir e dizer “Janja” – Rosângela Lula da Silva, 59, com quem é casado desde 2022.

    O petista, candidato à reeleição no pleito de 2026, deu a largada para a eleição com estratégia que mira valorizar programas de governo como o Pé-de-meia, Gás do Povo e Desenrola, como mostrou a Folha.

    Pela manhã, o presidente participou de ato no Insituto Butantan, em São Paulo, onde anunciou investimento na infraestrutura e produção de vacinas e insumos imunobiológicos. No evento, Esper Kallás, diretor do instituto, se emocionou ao falar da importância da ciência e do SUS (Sistema Único de Sáude) no país.

    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), não compareceu ao ato. Já Lula reforçou o discurso, um dos pilares para a campanha de reeleição, de soberania nacional e cutucou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump: se “conhecesse o que é a sanguinidade de Lampião num presidente, não ficaria provocando a gente”, disse Lula.

    Lula reforça discurso voltado a mulheres em evento com críticas a Tarcísio

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Moraes autoriza Silvinei Vasques a cursar doutorado EAD na prisão

    Moraes autoriza Silvinei Vasques a cursar doutorado EAD na prisão

    Na mesma decisão, o ministro autorizou Silvinei a permanecer preso no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O local é conhecido como Papudinha.

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (9) o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques a cursar um doutorado na modalidade de ensino à distância (EAD) na prisão. A formação é em Direito Econômico e Empresarial. 

    Na mesma decisão, o ministro autorizou Silvinei a permanecer preso no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O local é conhecido como Papudinha.

    Os pedidos foram solicitados pela defesa do ex-diretor, que foi condenado em dezembro do ano passado pela Primeira Turma do Supremo a 24 anos e 6 meses de prisão. 

    Conforme a acusação feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR), Silvinei atuou para barrar o deslocamento de eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no segundo turno das eleições de 2022, por meio de blitzes em rodovias do Nordeste.

    No final do ano passado, o ex-diretor rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu para o Paraguai, mas foi preso ao tentar embarcar para El Salvador com um passaporte falso.

     

    Moraes autoriza Silvinei Vasques a cursar doutorado EAD na prisão

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Moraes autoriza Silvinei Vasques a cursar doutorado EAD na prisão

    Moraes autoriza Silvinei Vasques a cursar doutorado EAD na prisão

    Na mesma decisão, o ministro autorizou Silvinei a permanecer preso no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O local é conhecido como Papudinha.

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (9) o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques a cursar um doutorado na modalidade de ensino à distância (EAD) na prisão. A formação é em Direito Econômico e Empresarial. 

    Na mesma decisão, o ministro autorizou Silvinei a permanecer preso no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O local é conhecido como Papudinha.

    Os pedidos foram solicitados pela defesa do ex-diretor, que foi condenado em dezembro do ano passado pela Primeira Turma do Supremo a 24 anos e 6 meses de prisão. 

    Conforme a acusação feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR), Silvinei atuou para barrar o deslocamento de eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no segundo turno das eleições de 2022, por meio de blitzes em rodovias do Nordeste.

    No final do ano passado, o ex-diretor rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu para o Paraguai, mas foi preso ao tentar embarcar para El Salvador com um passaporte falso.

     

    Moraes autoriza Silvinei Vasques a cursar doutorado EAD na prisão

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Lula reforça tom eleitoral e brinca sobre Trump

    Lula reforça tom eleitoral e brinca sobre Trump

    “Não adianta ficar falando na televisão: ‘Eu tenho o maior navio de guerra, eu tenho o maior submarino do mundo, eu tenho um avião, um navio cem vezes mais importante. Eu não quero briga com ele. Eu sou doido? Vai que eu brigo e eu ganho. O que eu vou fazer?.”

    JULIANA ARREGUY
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente Lula (PT) brincou nesta segunda-feira (9), em discurso carregado de tom eleitoral, sobre seu homônimo americano, Donald Trump, e disse que, se ele “conhecesse o que é a sanguinidade de Lampião num presidente, não ficaria provocando a gente”.

    “Não adianta ficar falando na televisão: ‘Eu tenho o maior navio de guerra, eu tenho o maior submarino do mundo, eu tenho um avião, um navio cem vezes mais importante. Eu não quero briga com ele. Eu sou doido? Vai que eu brigo e eu ganho. O que eu vou fazer?.”

    O petista visitou a sede do Instituto Butantan, na zona oeste da capital paulista. O presidente anunciou R$ 1,8 bilhão em investimentos para ampliar as instalações e dar início à vacinação contra a dengue para profissionais de saúde.

    Em seu discurso, Lula se disse “um cidadão de muita sorte” e afirmou que, enquanto tiver possibilidades, não faltará dinheiro para a pesquisa no país.

    “Onde é que está a razão para alguém desacreditar desse país, para não aportar nesse país. Celebrar a primeira vacina contra dengue do mundo, uma coisa nossa, criada por nós, pesquisada por nós, e quem sabe a gente possa produzir em quantidade para ajudar outros países mais pobres do que nos”, disse Lula.

    O petista, que tem utilizado do argumento da soberania nacional desde que o presidente dos Estados Unidos anunciou o tarifaço sobre os produtos brasileiros, afirmou que “muitas vezes a gente ainda consegue viver com complexo de vira-lata”.

    Lula também destacou o multilateralismo, disse que é isso o que garante a harmonia entre os estados e acrescentou: “Eu não quero ter supremacia sobre o Uruguai, sobre a Bolívia, mas também não quero ser menor que Estados Unidos e a China”, afirmou.

    O petista chegou por volta das 10h e visitou a fábrica das vacinas antes do início do evento. O secretário estadual de Saúde, Eleuses Paiva, participou do evento, mas o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) não compareceu à agenda.

    Estiveram junto de Lula o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Alexandre Padilha (Saúde), da Guilherme Boulos (Secretaria-Geral da Presidência), Márcio França (Empreendedorismo) e Paulo Teixeira (do Desenvolvimento Agrário).

    O evento também contou com a presença do diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás, e o diretor-executivo da Fundação Butantan, Saulo Nacif.

    Ministro da Saúde, Alexandre Padilha afirmou que Lula é o único presidente da história a ter pisado no instituto. Ele também disse que os investimentos representam um marco histórico e que mostram que o Butantan está empenhado em “salvar vidas e não só manter lucro a partir da venda de insumos”.

    O ministro cumprimentou os funcionários do instituto e lembrou o período da pandemia de Covid-19, no qual tanto os servidores quanto a vacina foram alvos de desinformação pelo governo Jair Bolsonaro (PL). “Foram ataques com fake news, disseram que iam virar jacaré, que iam ter chip implantado. Mas vocês [profissionais do Butantan] resistiram, acreditaram na ciência”, disse o ministro.

    A fala de Padilha ressaltou também que o SUS é um exemplo da soberania nacional -tema explorado pelo governo federal após o anúncio do tarifaço de Donald Trump e que virou uma das vitrines de Lula na sua tentativa de se reeleger à Presidência.

    O presidente americano foi citado como “antivacina e negacionista” pelo ministro. “Muitos pesquisadores que estão sendo perseguidos ou que tiveram recursos cortados pelo movimento antivacina nos Estados Unidos, hoje, vão vir ou já estão colaborando com a Fiocruz, o Butantan, e outras instituições brasileiras”, disse Padilha.

    O ministro também cutucou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao mandar um abraço para ele, ausente do evento, em seu discurso. Tarcísio apoiou a eleição de Trump e é afilhado político de Bolsonaro, de quem foi ministro durante a pandemia.

    Lula reforça tom eleitoral e brinca sobre Trump

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política