Categoria: POLÍTICA

  • Lula define ex-secretário-executivo de Padilha como substituto de Gleisi na SRI

    Lula define ex-secretário-executivo de Padilha como substituto de Gleisi na SRI

    Gleisi disse em entrevista que a tendência era que Olavo Noleto assumisse em seu lugar; ministra deve deixar a Secretaria de Relações Institucionais em 20 de março

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu o atual chefe do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (Conselhão), Olavo Noleto, para substituir a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, no cargo.

    Gleisi disse, em entrevista à CNN Brasil, na Costa Rica, que a tendência era que Noleto assumisse em seu lugar. O Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, confirmou com fontes no Palácio do Planalto que o presidente definiu o chefe do Conselhão como sucessor de Gleisi.

    A ministra deve deixar a SRI em 20 de março, pouco antes do prazo limite da desincompatibilização (momento em que os políticos têm de sair do cargo para serem candidatos). O limite é no início de abril. Ela será candidata ao Senado pelo Paraná.

    Olavo Noleto Alves é goiano e vai completar 52 anos em fevereiro. Ele é formado em marketing na Universidade Presbiteriana Mackenzie e em Gestão Pública no Instituto de Ciência e Tecnologia de Goiás. Atualmente, ele é secretário-executivo do Conselhão, um órgão consultivo criado por Lula para receber demandas da sociedade civil.

    Ainda neste governo, Noleto foi secretário-executivo da SRI entre 2023 e 2024, quando o ministro era Alexandre Padilha, que atualmente comanda a Saúde. Quando Padilha saiu da SRI, Noleto foi deslocado para o Conselhão. Outra passagem na Esplanada foi durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), quando foi ministro interino da Secretaria de Comunicação Social (Secom) entre 2015 e 2026.

    Filiado ao PT, Noleto também fez parte do Diretório Nacional do PT quando Gleisi presidiu o partido, na época em que o partido enfrentava a crise proporcionada pelo escândalo da Lava Jato, a prisão de Lula e a derrota para o ex-presidente Jair Bolsonaro (então no PSL), nas eleições de 2018.

    Ele também teve cargos na prefeitura de Maricá (RJ) entre os anos de 2019 e 2022, e na prefeitura de Aparecida de Goiânia (GO), entre 2018 e 2019.

    Lula define ex-secretário-executivo de Padilha como substituto de Gleisi na SRI

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  • Caiado diz que deixará o União Brasil e negocia novo partido para disputar Presidência

    Caiado diz que deixará o União Brasil e negocia novo partido para disputar Presidência

    Governador de Goiás diz que não abrirá mão de disputar o Planalto e alerta para pulverização de candidaturas da direita contra Lula, único candidato da esquerda

    O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), afirmou nesta terça-feira, 27, que já comunicou ao União Brasil a intenção de deixar o partido e que negocia filiação a outras siglas para a disputa pela Presidência da República. Segundo ele, a decisão foi informada à cúpula da legenda e passou a ser tratada como irreversível.

    Em entrevista à rádio Nova Brasil, Caiado disse que comunicou a decisão ao presidente do partido, Antônio Rueda, e ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto. “Eu já informei o presidente do partido, o Rueda, o ACM Neto, que é meu amigo, irmão, e já disse que entendo a dificuldade do partido. Só que, nessa situação, eu já estou buscando também uma alternativa para ter outro partido pelo qual me candidatar”, afirmou.

    De acordo com o governador, a discussão sobre uma eventual saída do União Brasil vem ocorrendo desde o fim do ano, mas chegou ao limite. “Essa é uma realidade que vem sendo discutida desde o período do Natal e do ano novo, e chegou o momento em que não se pode esperar mais”, disse.

    Sem revelar as siglas, Caiado afirmou ainda que mantém conversas com outras legendas e sinalizou que a definição deve ocorrer em breve. “Irei até o fim. Estou em contato com outros partidos, e o entendimento é avançarmos para a campanha. Isso é algo a ser resolvido nos próximos dias.”

    A movimentação de Caiado ocorre em um cenário em que ele ainda aparece atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em simulações eleitorais. Segundo pesquisa AtlasIntel divulgada em 21 de janeiro, Lula tem 49% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o governador de Goiás, que registra 39%. Outros 13% afirmaram não saber ou preferiram não responder. O instituto entrevistou 5.418 pessoas, virtualmente, entre 15 e 20 de janeiro. A margem de erro da pesquisa é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-02804/2026.

    Caiado defendeu a pulverização de candidaturas no campo da direita como estratégia para enfrentar o PT. Para ele, a concentração em um único nome favorece o governo. “Com o PT no poder, é um processo duro, que não tem limite e tenta ganhar a eleição a qualquer custo. Se houver apenas um candidato, ele terá dificuldade de chegar até outubro”, disse.

    Na avaliação do governador, não há garantias de que um nome apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tenha vantagem automática na disputa. Embora reconheça o prestígio político do ex-chefe do Executivo federal, Caiado afirmou que o apoio não se traduz integralmente em votos. “Uma coisa é ele ser candidato, outra é indicar alguém. Não existe transferência total”, disse, acrescentando que apoiaria o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno.

    Caiado diz que deixará o União Brasil e negocia novo partido para disputar Presidência

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  • 'Lula é antissemita', afirma Flávio Bolsonaro em Israel

    'Lula é antissemita', afirma Flávio Bolsonaro em Israel

    “Lula é antissemita. Isso não é um slogan, não é exagero. É baseado em suas ideias, seus conselheiros, suas palavras e suas ações”, declarou Flávio durante a “Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo”, em Israel

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, chamou, nesta terça-feira, 27, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de antissemita e classificou as ações dos Estados Unidos como um “novo modelo de cooperação internacional”.

    “Lula é antissemita. Isso não é um slogan, não é exagero. É baseado em suas ideias, seus conselheiros, suas palavras e suas ações”, declarou Flávio durante a “Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo”, em Israel.

    O parlamentar brasileiro afirmou que, em episódios recentes, Lula deixou de condenar o Hamas para atacar Israel e que o Brasil integra o grupo de países que apoiam o terrorismo. Também citou Celso Amorim, assessor-chefe da Assessoria Especial do presidente. “O principal responsável pela política internacional de Lula, seu maior conselheiro, Celso Amorim, escreveu o prefácio de um livro que aplaude o Hamas e o apresenta como um grupo político normal”, disse.

    Flávio, que se apresentou “não apenas como um senador, mas como candidato à Presidência”, afirmou que se alinhará a Israel caso seja eleito. “Israel está na linha de frente da democracia contra a barbárie. Deixe-me dizer isso claramente: o Brasil deve estar com Israel, com os judeus, com as democracias que lutam contra o terror.”

    Em uma indireta a Lula, o senador declarou que “o próximo presidente brasileiro não será persona non grata em Israel” e que os dois países “compartilham uma longa e honrosa história”, com “valores compartilhados”, como liberdade, democracia e respeito pela vida.

    “O Brasil se uniu a Israel na luta contra o terrorismo, sem desculpas e sem duplo padrão. Infelizmente, esse legado foi quebrado. Hoje, o antissemitismo não é um problema menor, não é apenas parte do passado. É real e uma ameaça global”, afirmou.

    Acenos aos EUA e a Milei

    Flávio também defendeu a atuação dos Estados Unidos e do presidente argentino, Javier Milei, na política internacional. Segundo ele, os Estados Unidos “ajudaram a construir um novo modelo de cooperação internacional”. Afirmou ainda que, se for eleito, seguirá a mesma linha de acordos adotada por Milei.

    “Os acordos liderados pelo grande presidente argentino, Javier Milei, são um passo histórico. Eles fortaleceram as ligações diplomáticas, econômicas e institucionais entre Israel e as democracias latino-americanas. E deixe-me dizer isso claramente: se depender de mim, o Brasil assinará oficialmente esses acordos em janeiro de 2027”, declarou.

    'Lula é antissemita', afirma Flávio Bolsonaro em Israel

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  • Master pagou por consultoria de escritório de Lewandowski quando ele era ministro da Justiça

    Master pagou por consultoria de escritório de Lewandowski quando ele era ministro da Justiça

    O ex-ministro saiu do escritório em 17 de janeiro de 2024, pouco antes de assumir o cargo no governo.
    Desde então, a banca está a cargo de sua mulher, Yara de Abreu Lewandowski, e do filho do casal Enrique Lewandowski

    (CBS NEWS) – O escritório de advocacia da família do ministro aposentado do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski foi contratado pelo Banco Master de 2023 a agosto de 2025. Em parte desse período, ele era ministro da Justiça do governo Lula.

    O ex-ministro saiu do escritório em 17 de janeiro de 2024, pouco antes de assumir o cargo no governo.

    Desde então, a banca está a cargo de sua mulher, Yara de Abreu Lewandowski, e do filho do casal Enrique Lewandowski. Mesmo com a saída do ministro, eles seguiram prestando serviços para o Master, que era um dos clientes do escritório.

    A informação foi revelada pela coluna da Andreza Matais, no portal Metrópoles, e confirmada pela Folha. O veículo também afirmou que o contrato para consultoria jurídica do banco tinha o valor de R$ 250 mil mensais.

    O portal Metrópoles também divulgou que a contratação atendeu a um pedido do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).

    A assessoria do parlamentar respondeu à Folha que Wagner foi consultado sobre um bom jurista e que se lembrou de Lewandowski, que havia acabado de deixar o Supremo Tribunal Federal.

    “Seguramente, o banco achou a sugestão adequada e o contratou”, informou.

    Lewandowski respondeu, por nota, que depois de deixar o STF, em abril de 2023, o ex-ministro retornou às atividades de advocacia. Acrescentou que, além de vários outros clientes, prestou serviços de consultoria jurídica ao Banco Master.

    “Ao ser convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério da Justiça e de Segurança Pública, em janeiro de 2024, Lewandowski retirou-se de seu escritório de advocacia e suspendeu o seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), deixando de atuar em todos os casos”, respondeu.

    O Master também contratou o escritório de familiares do ministro Alexandre de Moraes, do STF, por R$ 3,6 milhões mensais para auxiliar na defesa dos interesses da instituição, como revelou a coluna de Malu Gaspar no Globo.

    De acordo com a publicação, a contratação do Barci de Moraes Sociedade de Advogados teria validade de 36 meses, a partir do início de 2024.

    Com isso, o acordo renderia, até o início de 2027, R$ 129 milhões ao escritório, caso o Master não tivesse sido liquidado pelo Banco Central. Integram o escritório Viviane Barci de Moraes, que é esposa do ministro, e dois filhos do casal.

    O contrato seria para representar o Master onde fosse necessário -sem uma causa ou um processo específico- perante órgãos como Banco Central, Receita Federal e Congresso Nacional. Também teria como objeto a organização e a coordenação estratégica, consultiva e contenciosa perante o Judiciário, o Ministério Público e a Polícia Federal.

    O gabinete de Moraes foi procurado por meio da assessoria de imprensa do STF, mas não respondeu aos pedidos da reportagem. A defesa de Vorcaro e a assessoria também não comentaram, nem confirmaram o contrato. O escritório Barci de Moraes não se pronunciou.

    A PF prendeu o dono do Master, Daniel Vorcaro, em 17 de novembro, no âmbito da operação Compliance Zero, que investiga fraudes cometidas pelo banco na emissão de títulos de crédito falsos. Ele foi solto no dia 28, e passou a ser monitorado por tornozeleira eletrônica.

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  • Gilmar Mendes defende Toffoli e diz que ministro tem 'compromisso com a Constituição'

    Gilmar Mendes defende Toffoli e diz que ministro tem 'compromisso com a Constituição'

    Magistrado é alvo de questionamentos na condução do caso do banco de Daniel Vorcaro; texto faz referência a parecer da PGR que negou afastamento do magistrado

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, usou as redes sociais nesta segunda-feira (26) para fazer uma defesa do colega Dias Toffoli, que é alvo de questionamentos por sua condução do caso do Banco Master e potenciais conflitos de interesse com investigados.

    “O ministro Dias Toffoli tem uma trajetória pública marcada pelo compromisso com a Constituição e com o funcionamento regular das instituições”, escreveu Gilmar Mendes no X.

    “No exercício da jurisdição, sua atuação observa os parâmetros do devido processo legal e foi objeto de apreciação da Procuradoria-Geral da República, que reconheceu a regularidade de sua permanência no caso.” O texto faz referência ao parecer da PGR que negou afastamento de Toffoli do caso.

    “A preservação da independência judicial e o respeito às instâncias institucionais são condições indispensáveis para o diálogo republicano e para a confiança da sociedade nas instituições”, finalizou Gilmar.

    Gilmar sai em defesa do colega em momento no qual Toffoli sofre pressão para deixar a supervisão do caso do Banco Master. A interlocutores Toffoli disse que, neste momento, descarta abdicar do processo por não ver elementos que comprometam a sua imparcialidade.

    O ministro tomou medidas como a imposição do mais alto grau de sigilo ao caso, acareação de investigados com diretor do Banco Central e armazenamento das provas no seu gabinete -uma parte das decisões foi depois revertida.

    Também vieram à tona potenciais conflitos de interesse com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master. Dois irmãos e um primo do ministro foram sócios do cunhado de Toffoli no Resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR).

    Nesta segunda-feira, a Folha de S. Paulo mostrou que o presidente Lula (PT) está irritado com Toffoli, pelo que considera um desgaste institucional do Supremo. Ele tem dito a auxiliares que Toffoli deveria abrir mão da condução do inquérito ou renunciar à cadeira do tribunal.

    Na semana passada, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, também publicou nota em que defende a atuação de Toffoli. Nos bastidores, Fachin articula pela implementação de um Código de Ética para a corte.

    Gilmar Mendes defende Toffoli e diz que ministro tem 'compromisso com a Constituição'

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  • PGR defende manutenção da prisão de Filipe Martins por acesso a rede social

    PGR defende manutenção da prisão de Filipe Martins por acesso a rede social

    Paulo Gonet afirma que defesa não comprovou descumprimento de medida cautelar; advogados dizem que prisão se baseia em prova frágil e sem perícia

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu a manutenção da prisão de Filipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo o procurador-geral da República, Paulo Gonet, os documentos apresentados pela defesa não comprovam que Martins não tenha acessado a rede social LinkedIn.

    A manifestação foi feita após pedido da defesa de Martins ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, para que a PGR se pronunciasse nos autos. Moraes concedeu prazo de 15 dias ao órgão, que apresentou seu parecer no último sábado, 24.

    “Verifica-se a existência de prova documental que atesta o acesso do réu à rede social LinkedIn no dia 28.12.2025, conduta que configura violação à medida cautelar fixada pelo juízo em 26.12.2025”, escreveu Gonet. Segundo ele, “diante do descumprimento da obrigação imposta, a liberdade do réu revela-se insuficiente para a garantia da ordem processual”.

    Ainda de acordo com o procurador-geral, “dada a permanência dos motivos que fundamentaram a decretação da prisão preventiva e a inexistência de fatos novos que alterem o quadro fático-probatório que embasou a medida, não há que se cogitar de sua revogação ou relaxamento”.

    A defesa contesta essa interpretação. Para o advogado Ricardo Scheiffer, a decisão se baseia em elementos frágeis. “Causa perplexidade que uma mera captura de tela não verificável e sem nenhuma cadeia de custódia seja considerada suficiente para sustentar a prisão preventiva, enquanto documentos oficiais apresentados pela defesa são sumariamente desqualificados sem perícia conclusiva. Estão transformando uma medida cautelar em antecipação de pena”, afirmou.

    A prisão preventiva de Martins foi decretada por Moraes após a identificação de um suposto acesso do investigado à rede social LinkedIn, conduta considerada incompatível com as medidas cautelares impostas pela Corte. A defesa, no entanto, sustenta que Martins não utilizava a plataforma desde 2024, antes da imposição da proibição de uso de redes sociais.

    O ex-assessor foi preso em 2 de dezembro, em Ponta Grossa (PR), onde cumpria prisão domiciliar determinada pelo Supremo.

    Martins foi condenado pelo STF, em 16 de dezembro, a 21 anos e seis meses de prisão por cinco crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado entre 2022 e 2023. A decisão ainda não transitou em julgado e, por isso, é passível de recurso.

    PGR defende manutenção da prisão de Filipe Martins por acesso a rede social

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  • Nikolas Ferreira compartilha vídeo que atribui queda de raio em ato político à 'vontade divina'

    Nikolas Ferreira compartilha vídeo que atribui queda de raio em ato político à 'vontade divina'

    O deputado compartilhou vídeo do religioso Lamartine Posella, que atribui a uma “vontade divina” o raio que atingiu participantes da “Caminhada pela Liberdade”

    O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) divulgou neste domingo, 25, um vídeo em que o coach religioso Lamartine Posella atribui a uma “vontade divina” o raio que atingiu participantes da “Caminhada pela Liberdade”, manifestação organizada pelo parlamentar, em Brasília.

    No vídeo compartilhado pelo deputado no Instagram, Posella afirma que o episódio não deve ser interpretado apenas como um fenômeno natural e sustenta que o ocorrido estaria ligado a “batalhas espirituais”, segundo ele perceptíveis apenas por quem teria “discernimento espiritual”.

    De acordo com boletim do Corpo de Bombeiros, algumas pessoas ficaram desacordadas durante o episódio. Ao menos 89 participantes precisaram ser socorridos, dos quais 47 foram encaminhados a unidades de saúde. Desse total, 11 demandaram atendimento médico de maior complexidade.

    O episódio ocorreu por volta das 13 horas na Praça do Cruzeiro, uma hora após o início da concentração final de uma caminhada que Nikolas promoveu com apoiadores, que durante a semana andaram de Paracatu (MG) até a capital federal.

    Para o coach religioso Lamartine Posella, o desfecho do ato foi positivo e indica que o evento político teria provocado uma reação do que chamou de “estruturas espirituais do mal”.

    Segundo levantamento do Monitor do Debate Político da Universidade de São Paulo (USP) e da ONG More in Common, o ato reuniu 18 mil pessoas em Brasília neste domingo.

    Com margem de erro de 12%, o cálculo aponta um público, no momento de pico, entre 15,8 mil e 20,1 mil participantes, segundo a análise. A contagem foi feita a partir de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial.

    Nikolas Ferreira compartilha vídeo que atribui queda de raio em ato político à 'vontade divina'

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  • Nikolas encerra ato em Brasília com recado ao STF e sem citar vítimas de raio

    Nikolas encerra ato em Brasília com recado ao STF e sem citar vítimas de raio

    Após discurso, deputado foi a hospital, fez fotos com as vítimas e passou a ser criticado nas redes sociais; Cerca de 89 pessoas ficaram feridas; oposição fala em irresponsabilidade

    WASHINGTON, EUA, BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O deputado federal Nikolas Ferreira encerrou neste domingo (25) em Brasília a caminhada que iniciou na última segunda-feira (19) num protesto pela anistia de Jair Bolsonaro (PL). O ato que foi planejado para recepcionar o parlamentar, numa área central da capital federal, acabou ofuscado por um raio que atingiu o local e deixou pelo menos 72 feridos, sendo 30 encaminhados a hospitais.

    A direita apostava no ato para mobilizar os apoiadores a pressionar o STF (Supremo Tribunal Federal) pela libertação do ex-presidente, preso após ser condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela tentativa de golpe de Estado.

    Apenas Nikolas discursou no ato. O Pastor Silas Malafaia, que estava previsto para ir, não compareceu. No seu discurso, o parlamentar mandou recados ao STF (Supremo Tribunal Federal) e à cúpula do Congresso, e ignorou as vítimas da descarga atmosférica no local.

    “Uma pessoa que tem sido omissa neste país, que chama Davi Alcolumbre. Nós queremos, Davi, a instalação da CPMI do INSS e da CPMI do Banco Master”, afirmou Nikolas.

    Nikolas saiu de Paracatu na segunda-feira (19) rumo a Brasília com o objetivo de fazer um ato pela anistia de Jair Bolsonaro (PL) e para pressionar para que ele ao menos seja transferido do regime fechado para o regime domiciliar.

    “Alexandre de Moraes, o Brasil não tem medo de você. Lula, o Brasil não tem medo de você”, gritou do alto de um carro de som para que os apoiadores repetissem.

    O deputado também mandou recado aos próprios apoiadores para que não descessem à Esplanada para evitar que houvesse tumulto. “Ninguém, absolutamente ninguém deve descer na Esplanada”, disse.

    A primeira-dama Michelle Bolsonaro não compareceu ao ato. No lugar, ela encontrou Nikolas cedo na manhã deste domingo (25) em um local onde eles pernoitaram, onde fez uma oração com os apoiadores. Depois, justificou que precisava fazer almoço ao marido.

    Flávio Bolsonaro também não foi, por estar em Jerusalém, mas declarou apoio ao ato nas redes sociais.

    O ato foi criticado pela esquerda. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou que Nikolas foi irresponsável durante a caminhada e que vai pedir à PF que investigue a responsabilide do deputado e organizadores pelo incidente com o raio.

    “[Nikolas] Saiu caminhando pela BR-040 sem comunicar PRF, DNIT ou autoridades competentes, fechou pista, ocupou a via, teve até helicóptero pousando na borda da estrada. Brincou com a vida das pessoas”, reclamou.

    A caminhada reuniu pessoas de diferentes regiões, que iniciaram o trajeto em pontos distintos. A reportagem conversou com participantes que chegaram de bicicleta e também a pé, muitos deles carregando cartazes com frases como “Fora Lula!”, “Fora Moraes!” e “Acorda Brasil!”.

    À medida que o ato avançava, outros manifestantes aguardavam nas proximidades da praça do Cruzeiro, vestindo camisetas amarelas e verdes e exibindo faixas com pedidos pela saída do presidente e do ministro do STF Alexandre de Moraes.

    O público era diverso, com a presença de adultos, crianças, idosos e pessoas com deficiência, incluindo cadeirantes.

    Com a chegada do deputado Nikolas Ferreira e de outros parlamentares, parte dos participantes subiu em árvores e cadeiras para tentar vê-los e acompanhar o discurso.

    No entorno, ambulantes vendiam camisetas com a frase “Acorda Brasil” e faixas com slogans do movimento.

    Durante o ato, os manifestantes fizeram orações, cantaram o Hino Nacional e entoaram palavras de ordem repetidas pelo deputado, como “Alexandre de Moraes, o Brasil não tem medo de você” e “Lula, o Brasil não tem medo de você, porque o Brasil acordou”.

    Por causa das fortes chuvas, muitos participantes levaram capas de chuva, sombrinhas e lonas para se proteger. Em alguns momentos, porém, manifestantes pediam que as lonas fossem retiradas e as sombrinhas fechadas, para não obstruir a visão de quem tentava acompanhar a fala do deputado.

    O empresário André Ricardo Gomes Natário afirmou ter percorrido cerca de 50 quilômetros, de Luziânia (GO) até a praça do Cruzeiro, para participar do ato. Segundo ele, está há aproximadamente 20 anos envolvido em mobilizações ligadas ao conservadorismo.

    “É uma questão de princípios de família e de religião. Desde que me casei, vejo a educação sendo manipulada, com pessoas sendo formadas de uma maneira diferente”, disse.

    Nikolas encerra ato em Brasília com recado ao STF e sem citar vítimas de raio

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  • Lula mostra irritação com Toffoli e chega a dizer a aliados que ministro deveria deixar STF

    Lula mostra irritação com Toffoli e chega a dizer a aliados que ministro deveria deixar STF

    Auxiliares relatam incômodo do presidente com ministro, falam em desabafo e duvidam que petista vá propor renúncia; em almoço, petista disse que magistrado teria chance de fazer a coisa certa e resgatar biografia

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente Lula (PT) tem manifestado irritação com a conduta do ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), na relatoria do inquérito do Banco Master.

    O petista acompanha o andamento do caso e as repercussões sobre a atuação do magistrado. Nos últimos dias, deu sinais de que não pretende defender Toffoli das críticas feitas ao ministro.

    Em conversas reservadas com ao menos três auxiliares, Lula fez comentários considerados duros sobre Toffoli e chegou a afirmar, em desabafos, que o ministro deveria renunciar a seu mandato na corte ou se aposentar, segundo relatos colhidos pela Folha.

    Lula disse a esses aliados que pretende chamar Toffoli para uma nova conversa sobre sua conduta no inquérito –eles já discutiram o assunto no fim do ano passado.

    Apesar dos rompantes, colaboradores duvidam que o presidente vá propor ao ministro que se afaste do tribunal ou abra mão da relatoria do caso.

    O presidente está incomodado com o desgaste institucional ao Supremo causado por notícias que expuseram laços de parentes do ministro com fundos ligados à teia do banco. De acordo com aliados, o petista também reclamou do sigilo imposto ao processo e do receio de que a investigação seja abafada.

    A auxiliares Lula tem defendido as investigações e afirmado que o governo precisa mostrar que combate fraudes sem poupar poderosos, evitando críticas por eventuais interferências. “Não é possível que a gente continue vendo o pobre ser sacrificado enquanto tem um cidadão do Banco Master que deu um golpe de mais de R$ 40 bilhões”, afirmou Lula na sexta-feira (23).

    Além disso, haveria a percepção de que o caso pode abalar políticos de oposição e deverá prosseguir, ainda que respingue em governistas.

    O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, tem ligações com políticos do centrão e também com aliados do governo do PT na Bahia. O empresário baiano Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master, é próximo de Rui Costa, ministro da Casa Civil, e do senador Jaques Wagner, líder do governo.

    Desde o fim do ano passado, o presidente monitora a evolução do inquérito. Ele teria ficado intrigado com a decisão de Toffoli de colocar sob sigilo elevado um pedido da defesa de Daniel Vorcaro para levar as investigações ao STF.

    A medida aconteceu uma semana antes de o jornal O Globo revelar que o escritório de advocacia de Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, tinha um contrato de R$ 3,6 milhões mensais para defender os interesses do Master.

    Nas palavras de um aliado, o presidente passou a desconfiar que o caso terminaria em uma “grande pizza”. Em dezembro, Lula convidou Toffoli para um almoço no Palácio do Planalto, com a participação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

    Na conversa, descrita como amistosa pelo próprio Lula, o presidente teria dito que tudo que seu governo desvendou deveria ser levado às últimas consequências. Ainda segundo relatos, ele queria entender se essa era a disposição no tribunal, mesmo após a decretação do sigilo.

    Em resposta, segundo relatos, o ministro disse que nada seria abafado e que o sigilo era uma medida justificável. Lula, então, afirmou que Toffoli faria a coisa certa. O presidente disse ainda, segundo informação do colunista Lauro Jardim, confirmada pela Folha, que a relatoria seria uma oportunidade para que Toffoli reescrevesse sua biografia.

    Essa conversa aconteceu antes de revelações que põem em xeque a atuação do ministro. Toffoli está sob pressão devido à sua postura na supervisão do inquérito. As críticas vão desde o severo regime de sigilo imposto ao caso, seguido pela viagem de jatinho com um dos advogados da causa e por negócios que associam seus familiares a um fundo de investimentos ligado ao Master, como revelou a Folha.

    A interlocutores Toffoli disse que, neste momento, descarta abdicar do processo por não ver elementos que comprometam a sua imparcialidade.

    O ministro indicou a interlocutores que nem a viagem de jatinho na companhia do advogado nem a sociedade entre seus irmãos e o fundo de investimentos comprometem sua imparcialidade. E, como mostrou a Folha, em sua história, o STF só reconheceu o impedimento ou a suspeição de ministros em casos de autodeclaração.

    Responsável pela indicação de Toffoli para o tribunal, Lula coleciona decepções com o ex-advogado do PT. Toffoli, por exemplo, impediu que Lula assistisse ao velório do irmão, tendo pedido desculpas ao presidente anos depois.

    O pedido de perdão ocorreu em dezembro de 2022, após a eleição de Lula. O ministro do Supremo Tribunal se desculpou por não ter autorizado o petista a comparecer ao velório de seu irmão, Genival Inácio da Silva, o Vavá, quando estava preso em Curitiba. Vavá morreu em janeiro de 2019.

    Lula mostra irritação com Toffoli e chega a dizer a aliados que ministro deveria deixar STF

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  • Lula intervém para destravar palanques e evitar perda de votos em estados estratégicos

    Lula intervém para destravar palanques e evitar perda de votos em estados estratégicos

    Na tentativa de ao menos manter a votação obtida em 2022, ele tem investido sobre potenciais candidatos com foco inicial nos grandes colégios eleitorais.

    CATIA SEABRA, CAIO SPECHOTO E THAÍSA OLIVEIRA
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente Lula (PT) tem se dedicado pessoalmente à montagem de palanques estaduais para sustentação de sua candidatura à reeleição.

    Na tentativa de ao menos manter a votação obtida em 2022, ele tem investido sobre potenciais candidatos com foco inicial nos grandes colégios eleitorais.

    O petista vem priorizando articulações nas regiões Sudeste e Sul, mas também monitora de perto o que acontece no Nordeste, onde tradicionalmente tem as vitórias mais folgadas.

    Segundo aliados, Lula está convencido de que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), tem que ser candidato a governador de São Paulo e vai insistir para que concorra. Haddad, porém, demonstra que não quer mais disputar eleições.

    Na última conversa que tiveram, Lula pediu que o ministro o acompanhe em uma viagem internacional antes de deixar seu governo. É durante esses longos voos que costuma conversar com aliados sobre seus projetos políticos.

    Lula visitará o Panamá no fim de janeiro e Índia e Coreia do Sul no meio de fevereiro.

    Decidido a construir uma chapa forte em São Paulo, o presidente não descarta a hipótese de tentar sensibilizar seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), a se lançar senador.

    A cúpula do governo e do PT avalia a votação de Lula em São Paulo em 2022 como um dos principais fatores para a vitória. Em 2018, o partido, representado por Haddad na disputa presidencial, teve 7,2 milhões de votos no segundo turno. Na eleição seguinte, Lula teve 11,5 milhões no estado -nos dois casos houve uma derrota local, mas a melhora de desempenho possibilitou o triunfo em nível nacional.

    Aliados do presidente definem como ideal uma coligação que conte ainda com os nomes das ministras Simone Tebet (Planejamento) e Marina Silva (Meio Ambiente).

    Tebet é de Mato Grosso do Sul. Precisa mudar seu domicílio eleitoral para disputar eleição por São Paulo e, talvez, até de partido -o MDB apoia o governador bolsonarista Tarcísio de Freitas (Republicanos). O presidente deve levá-la em uma viagem para conversarem sobre seu destino político.

    Assim como São Paulo, o desempenho em Minas é apontado como fundamental para a reeleição do presidente, que não desistiu de tentar convencer o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD) a disputar o Palácio Tiradentes. O eleitorado mineiro é o segundo maior do Brasil.

    O presidente já avisou a aliados que pretende procurar Pacheco para mais um apelo por sua candidatura, em uma operação que deverá contar com a participação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

    Segundo aliados, Lula chegou a dizer que o melhor partido para Pacheco seria o MDB. O pedido do presidente é acompanhado da promessa de estruturação de uma aliança forte. No estado, uma das chapas citadas é a de Alexandre Kalil (PDT) e Marília Campos (PT) como candidatos ao Senado.

    Lula também falou recentemente com o prefeito do Rio de Janeiro e pré-candidato a governador Eduardo Paes (PSD). A aliança está acertada. A representante petista na chapa deverá ser a deputada Benedita da Silva, provável candidata a senadora. O eleitorado fluminense é o terceiro maior do país, de acordo com números divulgados em 2024.

    Fora do Sudeste, Lula acompanha de perto a situação de Bahia e Ceará, os dois principais estados governados pelo PT. Pesquisas indicam que, se a eleição fosse hoje, os governadores Jerônimo Rodrigues (BA) e Elmano de Freitas (CE) correriam risco de serem derrotados.

    O presidente não aceita a hipótese de perder os governos desses dois estados e, consequentemente, parte dos eleitorados locais. Nas últimas semanas, acionou os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Camilo Santana (Educação) e deu a eles a tarefa de garantir as vitórias.

    Camilo, ex-governador do Ceará, tem mandato como senador até 2031. Ele fala em sair do ministério antecipadamente para ajudar na campanha de Elmano.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, o ministro não quer disputar o governo cearense e trabalha para que o atual chefe do Executivo local melhore nas pesquisas. O ministro da Educação tenta evitar que Lula deixe de acreditar na possibilidade de Elmano ser reeleito e, consequentemente.

    A principal ameaça ao petismo cearense é o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB), que tem aparecido em primeiro nas pesquisas para governador.

    Rui Costa, por sua vez, tem dado sinais nos bastidores de que gostaria de se candidatar no lugar do governador Jerônimo. O atual chefe do governo baiano, mostram as pesquisas, tem a eleição ameaçada pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil).

    O senador Jaques Wagner (PT-BA), porém, apoia Jerônimo -assim como a maior parte do PT no estado. Líder histórico do partido e amigo de Lula há décadas, Wagner conversou sobre o assunto com o presidente nos últimos dias. O presidente disse que qualquer decisão sobre a candidatura a governador na Bahia será combinada com Wagner.

    Lula está preocupado com as pesquisas no estado, mas confia no senador e não quer atropelá-lo. Além disso, petistas apostam que Jerônimo será impulsionado por sua chapa. Os candidatos a senador devem ser os próprios Wagner e Costa, populares no estado. Isso se somaria à associação com a imagem de Lula, que costuma obter vitórias eleitorais expressivas na Bahia.

    “Essa ideia [lançar Rui Costa para governador], para mim, não existe. Nem é cogitada”, disse Wagner à Folha. “Virar o mundo de cabeça para baixo para quê? Sou pela naturalidade da política. A naturalidade da política é a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues”, afirmou o senador.

    Outro movimento do chefe do governo sobre as alianças estaduais foi tornado público nos últimos dias. O presidente pediu que a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, dispute uma vaga no Senado pelo PT do Paraná.

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