Categoria: POLÍTICA

  • Magno Malta registra boletim de ocorrência contra técnica de enfermagem após acusação

    Magno Malta registra boletim de ocorrência contra técnica de enfermagem após acusação

    A técnica de enfermagem havia relatado à polícia ter sido agredida por Malta com um tapa no rosto enquanto tentava fazer um exame no O senador Magno Malta (PL-ES) registrou neste sábado, 2, um boletim de ocorrência contra uma técnica de enfermagem do hospital DF Star, em Brasília, após ser acusado de agressão pela profissional. O político está internado desde a última quinta-feira, 30, quando sofreu um mal súbito durante sessão no Senado Federal.

    O senador Magno Malta (PL-ES) registrou neste sábado, 2, um boletim de ocorrência contra uma técnica de enfermagem do hospital DF Star, em Brasília, após ser acusado de agressão pela profissional. O político está internado desde a última quinta-feira, 30, quando sofreu um mal súbito durante sessão no Senado Federal.

    A técnica de enfermagem havia relatado à polícia ter sido agredida por Malta com um tapa no rosto enquanto tentava fazer um exame no O senador Magno Malta (PL-ES) registrou neste sábado, 2, um boletim de ocorrência contra uma técnica de enfermagem do hospital DF Star, em Brasília, após ser acusado de agressão pela profissional. O político está internado desde a última quinta-feira, 30, quando sofreu um mal súbito durante sessão no Senado Federal.

    A técnica de enfermagem havia relatado à polícia ter sido agredida por Malta com um tapa no rosto enquanto tentava fazer um exame no parlamentar na quinta-feira. Ele nega.

    Segundo o relato da profissional, Malta se preparava para uma injeção na veia com contraste, substância usada em exames de imagem, quando houve uma interrupção no procedimento e o líquido vazou. Malta teria xigado e desferido um tapa forte no rosto da técnica, segundo ela.

    Já o documento protocolado por Malta diz que a técnica deixou vazar o contraste em seu braço, causando \”dor intensa, hematoma e possível comprometimento vascular\”.

    \”Em razão do quadro clínico, da dor aguda e do uso de medicação, o comunicante apresentou reação compatível com o sofrimento físico experimentado, sem, contudo, praticar qualquer ato de agressão física contra profissionais de saúde\”, registra Malta.

    Em seguida, o senador diz ter sido surpreendido com o registro de ocorrência policial contra si, em que a profissional o acusa de agressão física.

    O senador diz que não houve conduta dolosa ou agressão deliberada, \”sendo eventual reação decorrente exclusivamente do estado de dor intensa no momento da intercorrência médica\”. O documento pede que a polícia apure o episódio.

    Em nota, o Hospital DF Star informou que iniciou uma apuração administrativa sobre o episódio e que vem dando \”dando todo o suporte à colaboradora que relatou ter sido vítima de agressão\”. Também disse estar à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários à polícia.

    O Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) também repudiou o acontecimento.

    \”A atuação desses profissionais não pode ser marcada por episódios de violência. Nenhuma posição ou condição autoriza agressões, e toda conduta dessa natureza deve ser tratada com o rigor da lei. A violência sofrida por trabalhadores da saúde no exercício de suas funções ultrapassa qualquer limite aceitável e destaca um problema que não pode ser tratado como pontual\”, disse.

    Magno Malta divulgou nota em que nega agressão e reforça que houve falha técnica no procedimento ao qual foi submetido, \”mesmo após ele alertar, por diversas vezes para os presentes, que o procedimento estava incorreto e lhe causava fortes dores\”.

    Na nota, ele também pontuou que \”causa estranheza que a profissional envolvida tenha buscado registrar versão própria dos fatos, em evidente atitude defensiva diante da possibilidade de responsabilização pelo grave ocorrido\”, disse.

    Na sexta-feira, 1º, o parlamentar gravou um vídeo de dentro do hospital para as redes sociais pedindo para que seus apoiadores não caiam em fake news. Nesse vídeo, ele mostra um médico pedindo desculpas e dizendo que o caso será investigado.

    Magno Malta registra boletim de ocorrência contra técnica de enfermagem após acusação

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  • Malafaia diz ser alvo de perseguição do STF em culto ao lado de Flávio Bolsonaro no Rio

    Malafaia diz ser alvo de perseguição do STF em culto ao lado de Flávio Bolsonaro no Rio

    Sem citar nomes sobre o caso, o líder religioso disse que não cometeu crime ao fazer críticas que classificou como genéricas e defendeu o que chamou de direito à liberdade de expressão. “Quando você fala genericamente, não (comete crime). Eu não citei o nome de ninguém”, afirmou.

    ALÉXIA SOUSA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O pastor Silas Malafaia afirmou neste domingo (3) ser alvo de “perseguição política” após se tornar réu no STF (Supremo Tribunal Federal) e voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes durante culto na Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), na zona norte do Rio.

    Sem citar nomes sobre o caso, o líder religioso disse que não cometeu crime ao fazer críticas que classificou como genéricas e defendeu o que chamou de direito à liberdade de expressão. “Quando você fala genericamente, não (comete crime). Eu não citei o nome de ninguém”, afirmou.

    A cerimônia neste domingo conta com a presença do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do ex-governador Cláudio Castro (PL-RJ), do deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), do deputado estadual Douglas Ruas (PL) e do ex-prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), que participaram do culto e foram chamados ao altar pelo pastor.

    Malafaia também atacou o inquérito das fake news, que tramita no STF, classificando-o como “ilegal” e “imoral” e dizendo que foi aberto “para calar” pessoas que criticam ministros da corte. Segundo ele, há uma tentativa de “intimidar” e silenciar opositores.

    Ao mencionar Moraes, o pastor disse que faz críticas ao magistrado, mas não o odeia. Em seguida, afirmou que, se o ministro “não se arrepender”, “virá justiça sobre ele em nome de Jesus”.

    A declaração ocorre dias depois de a Primeira Turma do STF tornar Malafaia réu sob acusação de injúria.

    A ação teve origem em uma representação apresentada pelo comandante do Exército, general Tomás Paiva, após um discurso do pastor na avenida Paulista.

    Em 6 de abril de 2024, do alto do carro de som, o líder religioso afirmou: “Cadê esses generais de quatro estrelas, do Alto Comando do Exército? Cambada de frouxos, cambada de covardes, cambada de omissos. Vocês não honram a farda que vestem. Não é para dar golpe, não, é para marcar posição”.

    Parte dos ministros entendeu que não houve indícios de calúnia, quando há acusação falsa de crime, mas que as declarações podem configurar ofensa à honra, o que levou ao recebimento da denúncia por injúria.

    A decisão foi tomada por maioria, com divergências entre os ministros sobre o enquadramento das falas.

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  • Justiça nega retirada de post de Nikolas sobre Janja e Lula

    Justiça nega retirada de post de Nikolas sobre Janja e Lula

    Na postagem em questão, o parlamentar ironiza a reação de Janja ao ver Lula tirando uma foto com uma apoiadora. “E o medo de perder as viagens de luxo?”, escreveu Nikolas junto ao vídeo que mostra o momento do registro, destacando a expressão da primeira-dama. O episódio ocorreu em um período em que o presidente havia passado por uma cirurgia de catarata.

    A Justiça do Distrito Federal decidiu não acatar o pedido de remoção de uma publicação feita pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), na qual ele menciona o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja. A decisão foi tomada pelo 6º Juizado Especial Cível de Brasília, que analisou a solicitação apresentada no processo.

    Na postagem em questão, o parlamentar ironiza a reação de Janja ao ver Lula tirando uma foto com uma apoiadora. “E o medo de perder as viagens de luxo?”, escreveu Nikolas junto ao vídeo que mostra o momento do registro, destacando a expressão da primeira-dama. O episódio ocorreu em um período em que o presidente havia passado por uma cirurgia de catarata.

    O pedido para retirada do conteúdo foi apresentado por Manuella Tyler Araujo Medrado, pré-candidata a deputada federal pelo PSB, que aparece ao lado de Lula na publicação. A análise do juiz foi concluída em 24 de março e se limitou exclusivamente ao pedido de remoção do post, sem tratar do mérito completo da ação, que continua em andamento. Uma audiência de conciliação entre as partes já está marcada para o dia 25 de maio.

    Na decisão, o juiz Júlio César Lérias Ribeiro afirmou que não identificou elementos que caracterizassem discurso de ódio ou conteúdo transfóbico na publicação. Segundo ele, “Em análise à postagem objeto da lide, não se verifica qualquer referência do demandado à transexualidade da autora, ou incitação a discurso de ódio. Como qualquer postagem na internet, especialmente envolvendo pessoas públicas de expressão nacional, em uma época de extrema polarização política, o conteúdo é passível de gerar manifestações de desapreço ou que beirem o ilícito penal (o que deve ser combatido pela própria plataforma), sem que isso necessariamente configura ofensa a direito da personalidade pelo criador. O que se depreende do contexto é uma referência pejorativa à reação de uma esposa ao ver o marido ser abordado com admiração por uma mulher mais jovem e bonita (ou ao menos é o que se verifica da análise isolada da postagem)”, afirmou o magistrado.

    Justiça nega retirada de post de Nikolas sobre Janja e Lula

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  • Bolsonaro tem boa evolução após cirurgia e seguirá internado, diz boletim médico

    Bolsonaro tem boa evolução após cirurgia e seguirá internado, diz boletim médico

    O procedimento foi concluído sem intercorrências na sexta-feira (1º). No boletim médico, não foi informada previsão de alta.

    NATHALIA GARCIA
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou boa evolução após ser submetido a uma cirurgia no ombro direito no Hospital DF Star, em Brasília, e continuará internado, informou boletim médico divulgado neste sábado (2).

    O procedimento foi concluído sem intercorrências na sexta-feira (1º). No boletim médico, não foi informada previsão de alta.

    “Apresentou boa evolução e bom controle álgico. No momento, segue internado em apartamento para analgesia, medidas de prevenção de trombose e iniciará protocolo de reabilitação motora e funcional”, disse o hospital.

    A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tem publicado em suas redes sociais atualizações sobre o estado de saúde do ex-presidente. Na manhã deste sábado, ela disse que o marido tinha passado bem a noite e que tudo estava sob controle.

    Na véspera, contou também que ele já estava sem oxigênio nasal e que tinha conseguido tomar sopa. “Os dedos da mão do braço do procedimento -que é normal não se mexerem por conta do anestésico- já voltaram a se movimentar”, escreveu.

    Em prisão domiciliar desde março, Bolsonaro precisou de autorização do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes para ser submetido ao procedimento.

    Segundo os advogados, o ex-presidente apresentava um quadro de dor persistente e incapacidade funcional no ombro, com necessidade de tomar medicamentos analgésicos todos os dias.

    O manguito rotador é um conjunto de quatro tendões localizados na região do ombro, responsáveis pelos movimentos de rotação e por manter a articulação firme e estável durante os movimentos, segundo o ortopedista Maurício Raffaelli, especialista em cirurgia de ombro e cotovelo.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, a cirurgia do manguito rotador consiste em recolocar o tendão no osso para que ele volte a cicatrizar e recuperar sua função.

    Bolsonaro está em prisão domiciliar após ser condenado por tentativa de golpe de Estado. A pena de 27 anos e três meses de prisão, imposta pela Primeira Turma do STF, começou a ser cumprida em novembro do ano passado, inicialmente na superintendência da Polícia Federal em Brasília e depois na chamada Papudinha.

    Bolsonaro tem boa evolução após cirurgia e seguirá internado, diz boletim médico

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  • Pastores lamentam Messias fora do STF, mas colocam rejeição na conta de Lula

    Pastores lamentam Messias fora do STF, mas colocam rejeição na conta de Lula

    O advogado-geral da União não conseguiu, na quarta-feira (29), a quantidade de votos necessária para virar ministro da corte, após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), opor-se à indicação.

    ANA GABRIELA OLIVEIRA LIMA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Lideranças evangélicas lamentaram a reprovação de Jorge Messias no STF (Supremo Tribunal Federal), mas colocaram o episódio na conta do presidente Lula (PT).

    O advogado-geral da União não conseguiu, na quarta-feira (29), a quantidade de votos necessária para virar ministro da corte, após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), opor-se à indicação.
    Lideranças evangélicas haviam declarado apoio à nomeação, apesar de o nome do AGU dividir religiosos com mandato. A divergência vinha pelo fato de ele ser próximo a Lula e ser lido pelo segmento, majoritariamente à direita, como alinhado à esquerda.

    O bispo Robson Rodovalho, fundador da Igreja Sara Nossa Terra, afirma que Messias se saiu bem na sabatina, mas enfrentou contra si a insatisfação com o governo Lula. “Caíram no colo dele todas as insatisfações, todas as promessas não cumpridas do governo”, afirma Rodovalho.

    Ele diz entender que Messias “se explicou bastante durante a sabatina” sobre ações que tomou como advogado-geral. No encontro com os senadores, o indicado de Lula disse ser totalmente contra o aborto, tema levantado por conservadores em razão de um parecer da AGU contra uma norma do CFM (Conselho Federal de Medicina) que vetava um procedimento necessário para o aborto legal em gestações avançadas.

    Na sabatina, Messias também justificou pedidos de prisão durante ataques golpistas do 8 de Janeiro, assunto também levantado pela oposição. “Nunca vou me alegrar em adotar medidas constritivas de liberdade de alguém, eu fiz por obrigação, por dever de ofício. […] Não fiz com alegria, fiz com dor”, afirmou.
    Apesar de ter defendido a nomeação, Rodovalho diz que as lideranças evangélicas veem com tranquilidade a rejeição, pois “não obstante os méritos do Messias, ele é muito posicionado à esquerda”.

    “Agora surge a possibilidade de que o próximo presidente possa indicar essa vaga. E pode não ser o Lula”, afirmou Rodovalho, que também é presidente do Concepab (Conselho Nacional dos Conselhos de Pastores do Brasil).

    O apóstolo César Augusto, fundador da Igreja Fonte da Vida, diz lamentar a rejeição, por não levar a mais um evangélico ao STF, mas avalia que a derrota maior é do governo Lula.

    “Acho que as pessoas não votaram contra a capacidade jurídica ou a pessoa do Messias, ainda que ele tenha posicionamentos que alguns conservadores não entendem, mas votaram contra a ação do presidente Lula.”

    O pastor diz que mais um evangélico no Supremo seria importante para o segmento, mas que “a vida continua”.

    “Não deu, não deu. Agora é tocar o barco para frente. A derrota maior é do governo Lula, com certeza.”

    Para o pastor Silas Malafaia, presidente da ADVEC (Assembleia de Deus Vitória em Cristo), “a derrota de Messias não é propriamente dele, é a derrota acachapante de Lula”, porque a indicação é um direito do presidente.

    “Quem foi derrotado foi Lula, e com recado para o STF”, afirmou Malafaia à reportagem. O pastor disse acreditar que qualquer indicado do político seria derrotado. “Não tem nada a ver com Messias, tem tudo a ver com Lula, com esse momento político e de intromissão do Judiciário em tudo que é lugar, se tornando uma instituição terrivelmente política.”

    Antes da derrota, Malafaia havia criticado Messias, a quem chamou de “esquerdopata gospel”, mas não se contrapôs à indicação por, segundo ele, uma questão de coerência e respeito à prerrogativa do presidente.

    O pastor pentecostal William Douglas, por sua vez, que é juiz federal no TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) e professor de direito constitucional, se disse “profundamente triste” com o resultado.

    Apesar do perfil conservador, ele afirma não considerar correto misturar “divergência ideológica com avaliação de capacidade”.

    “Na minha avaliação, o Senado errou”, declarou em nota. “A Constituição confere ao presidente da República a prerrogativa de indicar ministros para o Supremo Tribunal Federal, cabendo ao Senado rejeitar apenas quando ausentes os requisitos constitucionais -e não por razões políticas, circunstanciais ou de conveniência.”

    William Douglas, que já foi cotado para uma vaga no Supremo na gestão de Jair Bolsonaro (PL), concorda que a rejeição não foi direcionada a Messias, mas ao contexto político envolvendo o presidente Lula.

    Segundo ele, decisões como a de quarta-feira “não atingem o nome de quem foi rejeitado, mas revelam os critérios que prevaleceram na sua rejeição -e isso deixa marcas no padrão de Justiça que a República escolhe para si”.

    Pastores lamentam Messias fora do STF, mas colocam rejeição na conta de Lula

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  • Magno Malta dá tapa na cara de técnica durante exame no DF: "Imunda"

    Magno Malta dá tapa na cara de técnica durante exame no DF: "Imunda"

    Após o episódio, a funcionária deixou a sala e acionou outros membros da equipe médica. O senador, no entanto, teria recusado atendimento posterior. A vítima relatou dor e vermelhidão no rosto e afirmou estar com receio de reencontrá-lo.

    Uma técnica de radiologia procurou a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) para registrar uma ocorrência contra o senador Magno Malta (PL-ES), acusando-o de agressão durante atendimento no hospital DF Star. De acordo com o relato, o parlamentar teria dado um tapa em seu rosto e a ofendido verbalmente, chamando-a de “imunda” enquanto realizava um exame. O hospital informou que abriu apuração administrativa sobre o caso, registrado na quinta-feira (30).

    Segundo a profissional, o senador estava internado para a realização de uma angiotomografia de tórax e coronariana. Ela era responsável por conduzi-lo até a sala, realizar a monitorização e iniciar os procedimentos, incluindo a aplicação de soro para acesso venoso. Durante a injeção de contraste, o equipamento detectou uma oclusão e interrompeu automaticamente o exame. Ao verificar, a técnica identificou extravasamento do líquido no braço do paciente.

    Ainda conforme o depoimento, ao explicar que seria necessário fazer compressão no local afetado, o senador reagiu de forma agressiva. Ele teria se levantado e, quando a profissional tentou auxiliá-lo, a atingiu com um tapa no rosto, chegando a entortar seus óculos. Além disso, teria proferido ofensas como “imunda” e “incompetente”.

    Após o episódio, a funcionária deixou a sala e acionou outros membros da equipe médica. O senador, no entanto, teria recusado atendimento posterior. A vítima relatou dor e vermelhidão no rosto e afirmou estar com receio de reencontrá-lo. O caso será investigado pela PCDF.

    Em nota, o hospital declarou que está prestando suporte à colaboradora e permanece à disposição das autoridades. Já o senador alegou falha técnica no procedimento, afirmando que havia alertado sobre dores intensas. “Diante da situação e da forma como foi tratado, o senador deixou sozinho a sala de exames (estava desacompanhado nesse momento). Ressalta-se que Magno Malta possui dificuldades de locomoção e poderia ter sofrido queda ou agravamento do quadro em razão da desorientação causada pelo episódio, o que evidencia a gravidade e a irresponsabilidade da condução adotada”, disse.

    Questionado sobre a agressão, afirmou lembrar apenas da dor causada pelo contraste.

    O parlamentar foi internado após passar mal a caminho do Congresso Nacional. Em vídeo, declarou: “Estou no hospital. Acabei de fazer uma tomografia e, graças a Deus, estou bem. Queria estar no plenário para me pronunciar, porque hoje é um dia muito importante. Mas estou bem. Vou voltar mais forte”.

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  • Tebet: garanto que Brasil não quebra com fim da 6×1, como não quebrou com férias de 30 dias

    Tebet: garanto que Brasil não quebra com fim da 6×1, como não quebrou com férias de 30 dias

    “O trabalhador precisa de tempo para dormir, descansar, para estar com os filhos, para ir na igreja, para visitar os pais idosos. E muitos dirão que isso não é possível, mas eu garanto para vocês que o Brasil não quebra, como não quebrou quando a gente passou de 15 dias de férias para 30 dias, como não quebrou com a aprovação do décimo terceiro salário e, com horas extras. E não vai quebrar com mais este avanço”, disse Tebet.

    A ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, defendeu há pouco, durante ato do Dia do Trabalhador, a necessidade de o Brasil aprovar o fim da escala 6 por 1, sem redução salarial. Ela disse que a medida é importante para garantir mais tempo aos trabalhadores e que não é verdade que o País irá \”quebrar\” com o novo modelo de trabalho.

    \”O trabalhador precisa de tempo para dormir, descansar, para estar com os filhos, para ir na igreja, para visitar os pais idosos. E muitos dirão que isso não é possível, mas eu garanto para vocês que o Brasil não quebra, como não quebrou quando a gente passou de 15 dias de férias para 30 dias, como não quebrou com a aprovação do décimo terceiro salário e, com horas extras. E não vai quebrar com mais este avanço\”, disse Tebet.

    O ato acontece na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, na capital paulista. Também participam do evento o ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo, Fernando Haddad, e a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Tebet e Marina são cotadas para disputar a eleição pelo Senado por São Paulo.

    Durante sua fala, Tebet também exaltou alguns feitos na área econômica do atual governo do presidente Lula e de Haddad à frente da Fazenda, como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda.

    \”O trabalhador brasileiro não paga mais imposto de renda no Brasil. E a classe média, que ganha entre R$ 5 mil e R$ 7.350,00 também teve diminuição do imposto. E nós precisamos mostrar que quem fez isso fomos nós. E que isso está fazendo a diferença na vida dele do trabalhador, porque ele ainda não conseguiu entender\”, disse Tebet. Em seguida, ela também defendeu a necessidade de equiparação de salário entre homens e mulheres que desempenham a mesma função.

    A ex-ministra do Planejamento ainda destacou a importância de uma participação cada vez maior de mulheres na vida pública e exaltou a trajetória política de Marina Silva, de quem disse ser \”discípula\”. Ela disse que Marina Silva sabe que não há desenvolvimento sem sustentabilidade, e que o meio ambiente \”não briga com a agricultura familiar e com o agronegócio\”.

    Tebet ainda fez menção à importância econômica de São Paulo para o País, dizendo que o Estado é a \”locomotiva\” do Brasil. \”Quando São Paulo vai bem, o Brasil vai bem, quando São Paulo vai mal, o Brasil inteiro sente\”, destacou.

    Tebet: garanto que Brasil não quebra com fim da 6×1, como não quebrou com férias de 30 dias

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  • Marina diz que redução de penas a golpistas é vergonha, e Haddad fala em acordo por impunidade

    Marina diz que redução de penas a golpistas é vergonha, e Haddad fala em acordo por impunidade

    “Ontem, no Congresso Nacional, uma vergonha. Aqueles que atacaram a nossa democracia, que temem a nossa soberania, querendo diminuir a pena com um discurso falso, hipócrita, de que é por aquele coitado que não sabia o que estava fazendo”, afirmou Marina.

    MARIA CLARA MATOS, JULIANA ARREGUY E ALANA MORZELLI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Os ex-ministros Marina Silva (Meio Ambiente) e Fernando Haddad (Fazenda) criticaram nesta sexta-feira (1º) a derrubada do veto do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria e afirmaram que os envolvidos em ataques à democracia não deveriam ter suas penas reduzidas.

    “Ontem, no Congresso Nacional, uma vergonha. Aqueles que atacaram a nossa democracia, que temem a nossa soberania, querendo diminuir a pena com um discurso falso, hipócrita, de que é por aquele coitado que não sabia o que estava fazendo”, afirmou Marina.

    “A pena para eles não deveria ser menor, deveria ser maior”, disse a ex-ministra em ato do VAT (Vida Além do Trabalho) realizado na praça Roosevelt, em São Paulo. Ela deixou a pasta neste ano para disputar as eleições.

    Haddad, que deve disputar o Governo de São Paulo, disse a aprovação do PL da Dosimetria é fruto de um acordo pela impunidade no país.

    O relator da proposta, aprovada nesta quinta (30) pelo Congresso Nacional, foi o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP), que estava no evento desta manhã. Ex-presidente da organização, ele foi chamado a compor a mesa de autoridades junto com os ex-ministros Haddad, Simone Tebet e Marina Silva, mas preferiu não subir ao palco.

    “E sou da opinião de que essa derrota, essa dita derrota no Congresso, ela foi uma derrota do combate à corrupção. Eu compartilho com os analistas que eu tenho lido nos jornais de que por trás dessa derrota tinha uma pretensão de um grande acordo em torno da impunidade daqueles responsáveis por alguns escândalos recentes no Brasil”, afirmou Haddad.

    Tebet, que deve concorrer ao Senado por São Paulo, evocou Darcy Ribeiro ao dizer que “jamais gostaria de estar ao lado de quem me derrotou”.

    O PL da Dosimetria reduz as penas dos condenados por golpe de Estado, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Na Câmara, 318 deputados votaram contra o veto do chefe do Executivo, enquanto 144 congressitas votaram para que ele fosse mantido. As abstenções foram cinco. No Senado, a derrubada contou com 49 votos favoráveis e 24 contrário, sem abstenções.

    O projeto, aprovado em dezembro do ano passado, prevê que penas por golpe de Estado e abolição violenta do Estado democrático não sejam cumulativas no mesmo contexto. Em caso de penas iguais, aplica-se uma delas aumentada de um sexta a metade. Crimes de tentativa de golpe ou abolição praticados em multidão têm redução de um terço a dois terços, exceto para financiadores ou líderes.

    Um dos principais articulares do projeto e relator da proposta na Câmara dos Deputados, Paulinho da Força (Solidariedade-SP) não se juntou a ex-ministros do governo Lula no palco durante o ato de 1° de Maio promovido pela Força Sindical, movimento do qual já foi presidente.

    O deputado chegou a ser anunciado para compor a mesa das autoridades e, presente no evento, optou por não subir. No auditório da Força, um manifestante carregava um cartaz com os dizeres: “Paulinho, que confusão, o PL da Dosimetria vai soltar estuprador e ladrão”.

    Também presente no ato contra a escala 6×1 em São Paulo, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), autora de uma das PECs (Propostas de Emenda à Constituição) contra a escala 6×1, classificou a aprovação da derrubada do veto do presidente Lula à dosimetria como “uma espécie de anistia disfarçada”.

    Em nota, a parlamentar disse se tratar de uma proteção a uma classe política “corrupta” e que também tem um nítido interessante em atacar o STF a viabilizar impeachment de ministros da corte.

    “É uma decisão que, inevitávelmente, fragiliza o Congresso diante do povo e a democracia brasileira diante do mundo, pois é uma tentativa de desmontar por dentro as instituições, preparando o terreno para um regime autoritário no país”, acrescentou a congressista do PSOL.

    A derrubada do veto presidencial ao PL da Dosimetria foi a segunda derrota seguida do governo em menos de 24 horas. Na última quarta-feira (29), o Senado rejeitou a indicação de Lula, o advogado-geral da União Jorge Messias, para ocupar uma cadeira no STF (Supremo Tribunal Federal).

    Em uma segunda agenda na liberdade, Marina mencionou o veto à indicação de Messias.

    “Quando eles dizem que derrotaram o presidente Lula, não aprovando o nosso companheiro Messias, eu não concordo. Quem perdeu não foi o presidente Lula. A derrota foi para o Brasil. E ninguém pode derrotar mais de 200 milhões de pessoas impunemente.”

    Marina diz que redução de penas a golpistas é vergonha, e Haddad fala em acordo por impunidade

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  • Cirurgia no ombro de Bolsonaro ocorreu sem intercorrências, diz equipe

    Cirurgia no ombro de Bolsonaro ocorreu sem intercorrências, diz equipe

    No boletim médico divulgado por volta das 14h, a equipe médica informou que Bolsonaro foi submetido a cirurgia de reparo artroscópico do manguito rotador à direita. A operação ocorreu sem intercorrências.

    Após passar por uma cirurgia no ombro, o ex-presidente Jair Bolsonaro está em observação na unidade de terapia intensiva. Bolsonaro foi internado na manhã desta sexta-feira (1º), no hospital DF Star, em Brasília, para realizar o procedimento. 

    No boletim médico divulgado por volta das 14h, a equipe médica informou que Bolsonaro foi submetido a cirurgia de reparo artroscópico do manguito rotador à direita. A operação ocorreu sem intercorrências.

    “No momento, encontra-se internado em unidade de internação para controle de dor e observação clínica” diz o boletim.

     

    A equipe médica que acompanha o ex-presidente é formada pelo ortopedista Alexandre Firmino Paniago – cirurgião de ombro; Claudio Birolini – cirurgião geral; Leandro Echenique e Brasil Caiado – cardiologistas e Allisson B. Barcelos Borges – diretor geral do hospital.

    A autorização da cirurgia foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após uma manifestação favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

    Os exames e o relatório fisioterapêutico anexados ao processo indicavam a necessidade da cirurgia para reparação de lesões na região do ombro.

    Por decisão do ministro, de 24 de março, Bolsonaro está em prisão domiciliar humanitária, após deixar o mesmo hospital privado da capital federal, onde esteve internado para tratar um quadro de pneumonia bacteriana.

    O ex-presidente foi condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), em setembro de 2025, a 27 anos e 3 meses de prisão na ação penal da trama golpista.

    Cirurgia no ombro de Bolsonaro ocorreu sem intercorrências, diz equipe

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  • Flávio Bolsonaro diz que derrubada do veto foi presente de aniversário e honra injustiçados

    Flávio Bolsonaro diz que derrubada do veto foi presente de aniversário e honra injustiçados

    A vitória, segundo Flávio, representa um novo começo para \”centenas de famílias brasileiras\”. \”Foi só um primeiro passo, mas fundamental para muito em breve a gente conseguir honrar integralmente todos os brasileiros injustiçados pelo 8 de janeiro, incluindo o meu pai\”, disse ele sobre Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar e passa por uma cirurgia no ombro.

    Vestindo uma camiseta branca com a frase \”Pai de menina\”, o pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, comemorou a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei da dosimetria pelo Congresso. \”Foi um dia daqueles que a gente nunca mais esquece\”, enfatizou em um vídeo de pouco mais de um minuto e meio postado nas redes sociais, ressaltando que se tratou também da data de seu aniversário.

     

    A vitória, segundo Flávio, representa um novo começo para \”centenas de famílias brasileiras\”. \”Foi só um primeiro passo, mas fundamental para muito em breve a gente conseguir honrar integralmente todos os brasileiros injustiçados pelo 8 de janeiro, incluindo o meu pai\”, disse ele sobre Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar e passa por uma cirurgia no ombro.

     

    A vida cotidiana das famílias afetadas por prisões extensas será retomada, conforme o pré-candidato, mesmo que os \”traumas da injustiça, da perseguição, da impotência muitas vezes ainda levem um tempo para se cicatrizar\”. \”E uma coisa eu digo para cada um de vocês com ainda mais certeza depois de ontem: o Brasil tem futuro, sim. E ele está logo aqui na frente\”, concluiu.

    Flávio Bolsonaro diz que derrubada do veto foi presente de aniversário e honra injustiçados

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