Categoria: POLÍTICA

  • Bolsonaro passará por duas horas de preparação e três de cirurgia, diz Michelle Bolsonaro

    Bolsonaro passará por duas horas de preparação e três de cirurgia, diz Michelle Bolsonaro

    Por volta das 9h30 desta manhã, Michelle publicou que o ex-presidente havia acabado de ir para o centro cirúrgico e que, de acordo com o médico ortopedista, seriam duas horas de preparação, para colocação do cateter de medicação, e três horas de cirurgia.

    O procedimento médico ao qual se submete o ex-presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira deve durar cinco horas, afirmou mais cedo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, em publicação no Instagram.

    Por volta das 9h30 desta manhã, Michelle publicou que o ex-presidente havia acabado de ir para o centro cirúrgico e que, de acordo com o médico ortopedista, seriam duas horas de preparação, para colocação do cateter de medicação, e três horas de cirurgia.

    \”As restrições seguem as mesmas: enquanto eu estiver no leito, não poderei usar o aparelho celular. À medida que eu for recebendo notícias do centro cirúrgico, vou deixando vocês informados\”, disse a ex-primeira-dama, que agradeceu ao carinho de todos e disse seguir em oração.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realiza uma cirurgia no ombro direito no Hospital DF Star, em Brasília. Segundo os relatórios médicos enviados ao Supremo Tribunal Federal (STF), Bolsonaro se queixa de \”dores recorrentes e intermitentes\” no local e precisa fazer uso diário de medicação analgésica. O procedimento foi autorizado pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, após pedido da defesa.

    Bolsonaro passará por duas horas de preparação e três de cirurgia, diz Michelle Bolsonaro

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Collor, preso há 1 ano, vira trunfo para Bolsonaro, mas é deixado de lado na política de Alagoas

    Collor, preso há 1 ano, vira trunfo para Bolsonaro, mas é deixado de lado na política de Alagoas

    Sempre bem vestido, às vezes até mesmo de terno e gravata, aparenta tranquilidade e reclama de ter que ficar em casa, especialmente por conta do isolamento, já que tem poucos amigos e eles precisam de autorização judicial para visitá-lo. Também tem o costume de presentear os visitantes.

    JOSUÉ SEIXAS
    RECIFE, PE (CBS NEWS) – O ex-presidente Fernando Affonso Collor de Mello, 76, mantém a eloquência ao receber visitantes no apartamento em Maceió (AL) em que cumpre prisão domiciliar desde 1º de maio de 2025.

    Sempre bem vestido, às vezes até mesmo de terno e gravata, aparenta tranquilidade e reclama de ter que ficar em casa, especialmente por conta do isolamento, já que tem poucos amigos e eles precisam de autorização judicial para visitá-lo. Também tem o costume de presentear os visitantes.

    Collor foi preso no dia 25 de abril de 2025, por ordem do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, de onde foi levado à sede da Polícia Federal em Alagoas e, depois, para o presídio Baldomero Cavalcante, no qual a sala do diretor foi adaptada para atender às suas necessidades de saúde.

    À época, os advogados informaram que o ex-mandatário é idoso e trata as doenças de Parkinson, apneia do sono grave e transtorno afetivo bipolar. Depois de seis dias no presídio, Moraes concedeu o benefício da prisão domiciliar.

    A pena do ex-presidente abre margem para um pedido de progressão ao regime semiaberto em cerca de cinco meses, em que terá cumprido 17 meses dos 8 anos e 10 meses a que foi condenado.

    A prisão se deu pelo processo em que Collor foi condenado por receber propina de um esquema de corrupção na BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobras. Ele sempre negou as acusações.

    A ação penal é derivada da Operação Lava Jato. Comprovantes encontrados no escritório do doleiro Alberto Youssef, além de depoimentos de colaboradores da operação, foram elencados como elementos de prova.

    O caso foi tratado como um prelúdio do que seria a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) meses depois. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se encontrou com Moraes em janeiro e, segundo relatos, perguntou se ele não poderia conceder ao marido o benefício da prisão domiciliar humanitária, assim no caso de Collor.

    Bolsonaro teve a prisão domiciliar autorizada há um mês, também com uso de tornozeleira eletrônica.

    Moradores do prédio em que o ex-presidente Collor vive dizem que o período de prisão domiciliar está sendo tranquilo, sem grandes mudanças na rotina do edifício, que conta com poucos funcionários e portaria remota.

    O ex-presidente vive no endereço com a esposa, Caroline Serejo Medeiros Collor de Mello, e as duas filhas mais novas do casal ficam no imóvel quando estão no Brasil.

    Os três filhos mais velhos de Collor, Arnon, Joaquim e Fernando James moram em outras residências. Arnon e Joaquim, inclusive, não vivem em Alagoas.

    James e Caroline assumiram o controle da TV Gazeta. Ela é sócia, enquanto ele é considerado administrador.

    Para familiares, o ex-presidente não precisa avisar sobre as visitas, assim como advogados e médicos.

    O endereço atual é uma cobertura de 600 metros quadrados à beira-mar em uma área nobre de Maceió. Segundo parecer que consta em processo na

    Justiça do Trabalho, o imóvel conta com varanda, sala de estar, gabinete, galeria, sala de jantar, lavabo, adega, três suítes (sendo uma master com closet), além de piscina, terraços coberto e descoberto e bar.

    A decisão do STF sobre a prisão domiciliar não restringe o uso de telefone nem de internet, como acontece com Bolsonaro.

    Collor só pode deixar seu apartamento por questões de saúde, em consultas médicas previamente informadas. Se tiver de sair por alguma emergência, tem 48 horas para prestar informações sobre o ocorrido. Seu passaporte foi suspenso e a confecção de um novo documento, proibida.

    A defesa do ex-presidente foi procurada, mas preferiu não fazer comentários.
    Ao longo de um ano de prisão, o ex-presidente teve 24 autorizações de visita deferidas pelo STF, contemplando 23 visitantes em datas específicas de setembro até abril.

    Um dos pedidos, para um encontro com quatro pessoas no dia 29 de dezembro, foi desmembrado, sendo duas pessoas no dia 28 e outras duas no dia 29.

    Além disso, o ministro autorizou a entrada de um fisioterapeuta por um período de seis meses para a realização de tratamento, a partir de maio de 2025.

    Das 23 visitas, 13 foram no ano passado e 10, neste ano. Entre eles estão empresários, políticos, como o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP), advogados e jornalistas. O presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, Marcelo Victor (MDB), e o pai dele, o ex-deputado estadual Gervásio Raimundo, constam nas visitas autorizadas por Moraes.

    Também foi autorizada a visita do ex-ministro do governo Michel Temer e ex-presidente do PSDB Bruno Araújo e da esposa dele.

    Entre os visitantes, também esteve Cláudio Melo Filho, um dos delatores da empreiteira Odebrecht.

    No dia 19 de junho, morreu a última irmã do ex-presidente, Leda Maria de Melo Coimbra, que tinha 83 anos.

    Em outubro passado, Collor recebeu uma reprimenda por ter deixado que faltasse bateria na tornozeleira eletrônica entre 9h de 2 de maio e 21h de 3 de maio, sob pena de voltar à prisão. A defesa argumentou que o desligamento aconteceu de forma involuntária, decorrente de informações truncadas repassadas a Collor.

    Segundo a professora de ciência política da UFAL (Universidade Federal de Alagoas) Luciana Santana, a prisão ocorreu em um momento em que o ex-presidente já apresentava perda consistente de relevância política, com baixa capacidade de articulação e influência reduzida em Alagoas.

    O esvaziamento, afirma a professora, vinha se desenhando ainda nos últimos anos de seu mandato no Senado e se acentuou após tentativa frustrada de retornar ao governo estadual. Ele se candidatou ao governo em 2022, concorrendo pelo PTB, mas ficou apenas em terceiro lugar.

    Para a pesquisadora, a derrota eleitoral consolidou um quadro de isolamento político, ao evidenciar a dificuldade de mobilização e de reconstrução de capital eleitoral.

    Apesar de similaridades com o caso de Bolsonaro no que tange a prisão domiciliar, Santana vê situações distintas. “Diferentemente de Collor, Bolsonaro tem herdeiros na política. Ele tem um filho presidenciável, tem o Carlos Bolsonaro, o Eduardo, a própria Michelle. Então tem um espólio político incomparável nos dois casos”, explica.

    Collor, preso há 1 ano, vira trunfo para Bolsonaro, mas é deixado de lado na política de Alagoas

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Bolsonaro é levado a hospital para passar por cirurgia, diz Michelle

    Bolsonaro é levado a hospital para passar por cirurgia, diz Michelle

    A autorização para a cirurgia foi concedida na quinta-feira pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

    A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou nesta sexta-feira (1º) que o ex-presidente Jair Bolsonaro está sendo levado a um hospital para realizar uma cirurgia no ombro direito. A declaração foi publicada por ela nas redes sociais logo no início da manhã.

    Na mensagem, Michelle pediu apoio religioso para o procedimento e demonstrou confiança no resultado. “Que Deus abençoe o nosso dia, amados! Já estamos a caminho do hospital. Peço aos meus irmãos em Cristo que orem pelo procedimento cirúrgico do meu galego. Cremos, pela fé, que já deu tudo certo! O Senhor é bom em todo tempo”.

    A autorização para a cirurgia foi concedida na quinta-feira pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido havia sido apresentado pela defesa no último dia 22, solicitando que o procedimento fosse realizado no Hospital DF Star, em Brasília. Antes da decisão, Moraes encaminhou o caso para análise da Procuradoria-Geral da República.

    De acordo com os laudos médicos anexados ao processo, Bolsonaro apresentava dores persistentes e limitações de movimento no ombro direito. A cirurgia tem como objetivo reparar o manguito rotador e tratar lesões associadas, utilizando uma técnica minimamente invasiva conhecida como artroscopia.

    A PGR avaliou que o procedimento é necessário para estabilizar o estado de saúde do ex-presidente. O procurador-geral Paulo Gonet ressaltou que o desconforto físico impacta diretamente a rotina do paciente e afirmou que não havia impedimentos para a realização da cirurgia. “A Procuradoria-Geral da República não se opõe aos pedidos formulados, sem prejuízo da adoção das medidas de cautela reputadas necessárias”, escreveu.

    As dores no ombro teriam começado após uma queda ocorrida em janeiro, quando Bolsonaro estava detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Ele cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado e, desde o fim de março, está em prisão domiciliar no bairro Jardim Botânico. A medida foi concedida por 90 dias devido a problemas de saúde, após diagnóstico de broncopneumonia bilateral.

    Bolsonaro é levado a hospital para passar por cirurgia, diz Michelle

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Congresso derruba veto de Lula a projeto que reduz pena de Bolsonaro

    Congresso derruba veto de Lula a projeto que reduz pena de Bolsonaro

    O Congresso Nacional brasileiro derrubou nesta quinta-feira (30) o veto do Presidente, Lula da Silva, ao projeto que reduz a pena de condenados por atos golpistas, inclusive do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    É a segunda derrota de Lula em menos de 24 horas. Na noite de quarta-feira, o plenário do Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal — algo que não acontecia há 132 anos.

    Para derrubar o veto presidencial, eram necessários 257 votos de deputados federais e mais 41 votos de senadores.

    Na Câmara dos Deputados, a votação terminou com 318 votos a favor da derrubada do veto, 144 contra e cinco abstenções.

    Em seguida, no Senado, foram registrados 49 votos contra o veto e 24 a favor.

    Em dezembro, o Congresso Nacional aprovou a proposta que reduz penas de condenados por tentativa de golpe de Estado, conhecida como “PL da Dosimetria”, que havia sido totalmente vetada por Lula em 8 de janeiro.

    Pela legislação brasileira, o Congresso tem a prerrogativa de analisar e derrubar vetos do chefe do Executivo.

    A proposta do PL da Dosimetria é de 2023, mas ganhou força entre os parlamentares após a prisão de Jair Bolsonaro no fim do ano passado.

    Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e tentativa de golpe de Estado.

    Com prisão decretada em novembro, o ex-presidente cumpre prisão domiciliar, em Brasília, por questões de saúde, há pouco mais de um mês.

    A proposta aprovada pelo Congresso beneficia Bolsonaro ao reduzir o tempo necessário para progressão de pena.

    Atualmente, ele precisa cumprir cinco anos e 11 meses para passar ao regime semiaberto. Com a nova regra, esse período cairia para três anos e três meses.

    Durante a votação, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, realizou uma manobra regimental e separou trechos da análise do veto presidencial, atendendo a um pedido da oposição.

    Ao vetar integralmente a proposta, Lula argumentou que o projeto facilitaria a progressão de pena para membros de facções criminosas e condenados por crimes hediondos, contrariando a legislação vigente.

    Com a manobra, Alcolumbre afirmou que a proposta passaria a se restringir apenas aos réus dos atos de 8 de janeiro, sem alterar penas para condenados por crimes hediondos.

    Em relatório anual divulgado na semana passada, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) considerou a condenação de Bolsonaro e de seus aliados um avanço democrático.

    A CIDH destacou que, em 2025, o Brasil “registrou avanços na adoção de medidas para evitar a repetição” dos ataques às instituições democráticas, ocorridos após as eleições de 2022.

    A entidade, ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA), também alertou que ainda existem desafios, incluindo propostas no Congresso que visam conceder anistia aos responsáveis pelos ataques.

    O debate sobre a redução de penas ocorre em um ano eleitoral, em um Brasil ainda marcado pela divisão e polarização.

    Três pré-candidatos à Presidência já sinalizaram que podem conceder anistia aos condenados caso vençam Lula nas eleições de outubro: Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema.

    Congresso derruba veto de Lula a projeto que reduz pena de Bolsonaro

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Instituições repudiam agressão à repórter Heloísa Vilella na Câmara

    Instituições repudiam agressão à repórter Heloísa Vilella na Câmara

    Jornalista foi interrompida e agredida por bolsonarista durante transmissão ao vivo

    A Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato de Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) manifestaram repúdio à agressão sofrida pela repórter Heloísa Vilella, do veículo ICL Notícias, no Salão Verde da Câmara dos Deputados, na manhã desta quinta-feira (30).

    Durante uma transmissão ao vivo, uma militante bolsonarista interrompeu a repórter, “desrespeitando não apenas a profissional, mas toda a imprensa livre”.

    O SJPDF e a FENAJ defenderam Heloísa Vilella: “Jornalista de trajetória exemplar: correspondente internacional por quase duas décadas nos Estados Unidos, cobrindo os atentados de 11 de setembro de 2001, o furacão Katrina, o terremoto do Haiti, eleições presidenciais americanas e, recentemente, o conflito na Cisjordânia.”

    “Sua competência e coragem sempre foram marcas de uma carreira dedicada à verdade.”

    Heloísa foi vítima de outros ataques anteriores, lembraram as instituições. Em 2022, em Nova York, foi hostilizada por um bolsonarista que gritou “Lixo! Lixo!” durante sua transmissão ao vivo da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

    Em 2024, foi alvo de campanha de ódio e misoginia orquestrada por aliados do bolsonarismo após defender a colega Juliana Dal Piva.

    “Repudiamos com força esse novo episódio de violência contra a imprensa. Exigimos das autoridades da Câmara dos Deputados e das forças de segurança a imediata identificação e responsabilização da agressora”, diz nota das instituições.

    As organizações sindicais se solidarizaram com a jornalista, colocando-se à disposição de Heloísa Vilella no que for necessário.

    “A liberdade de imprensa não se negocia – e jornalista agredida é democracia ferida”, destacaram o SJPDF e a FENAJ.

    Instituições repudiam agressão à repórter Heloísa Vilella na Câmara

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Motta e Alcolumbre são vistos de forma negativa por mais de 80%, diz pesquisa

    Motta e Alcolumbre são vistos de forma negativa por mais de 80%, diz pesquisa

    Presidentes da Câmara e do Senado lideram rejeição entre líderes políticos, enquanto Lula, Bolsonaro e Michelle empatam em imagem positiva, conforme AtlasIntel/Bloomberg

    Os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), aparecem como os líderes políticos mais mal-vistos entre eleitores em pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 30.

    Segundo o levantamento, 87% dos entrevistados disseram ter imagem negativa de Motta, e apenas 2% relataram imagem positiva – 12% afirmaram não saber. Alcolumbre é visto negativamente por 81%, enquanto 3% dos entrevistados dizem ter imagem favorável do senador e 17% não sabem.

    Além dos presidentes das Casas do Congresso, a AtlasIntel/Bloomberg sondou a imagem dos seguintes líderes políticos:

    • Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT);
    • Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL);
    • Ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL);
    • Ex-ministro Fernando Haddad (PT);
    • Deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG);
    • Ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo);
    • Vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB);
    • Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ);
    • Ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD);
    • Primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja;
    • Coordenador do MBL Renan Santos (Missão).

    A pesquisa ouviu 5.008 pessoas entre os dias 22 e 27 de abril de 2026, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de um ponto porcentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

    Lula, Bolsonaro e Michelle tiveram os maiores porcentuais de avaliação positiva, marcando 45%. Os dois são vistos de forma negativa por 53%, e Michelle por 51%.

    Outros nomes com desempenho próximo incluem Haddad e Nikolas Ferreira, ambos com 44% de avaliação positiva. Em seguida, aparecem Romeu Zema e Geraldo Alckmin, com 43% cada.

    Os pré-candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado figuram com imagem positiva para 42% e 37% dos entrevistados, respectivamente.

    A primeira-dama Janja está em terceiro lugar entre os líderes vistos de forma negativa, com 59%. Outros 33% a veem de forma positiva e 8% que não sabem. Renan Filho tem imagem positiva para 17%, enquanto 38% dizem não saber opinar.

    Motta e Alcolumbre são vistos de forma negativa por mais de 80%, diz pesquisa

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • História saberá fazer justiça à trajetória de Jorge Messias, diz Gilmar Mendes

    História saberá fazer justiça à trajetória de Jorge Messias, diz Gilmar Mendes

    “Sempre afirmei publicamente que ele (Jorge Messias) reúne as credenciais exigidas para a magistratura, e mantenho essa posição”, afirmou Gilmar

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes exaltou o advogado-geral da União Jorge Messias, cuja indicação à Corte foi rejeitada pelo Senado na quarta-feira, 29. Em publicação nas redes sociais nesta quinta, 30, Gilmar ponderou que a decisão do Senado deve ser respeitada, mas classificou Messias como “um dos maiores juristas” do Brasil e disse que a “história saberá fazer justiça à sua trajetória”.

    “Trata-se de um dos maiores juristas da história recente do Brasil, cuja trajetória, marcada por dignidade, retidão e dedicação ao serviço público, fala por si. Sempre afirmei publicamente que ele reúne as credenciais exigidas para a magistratura, e mantenho essa posição”, afirmou Gilmar.

    O ministro também ressaltou que o indicado se submeteu ao escrutínio público por cinco meses “em meio a turbulências e, por vezes, a graves ataques à sua honra”.

    “Portou-se, em todos os momentos, com coragem, dignidade e humildade. A história saberá fazer justiça à sua trajetória, diante do seu compromisso com o Estado Democrático de Direito e dos relevantes serviços que já prestou às instituições. O Brasil ganha em tê-lo onde estiver”, concluiu Gilmar.

    História saberá fazer justiça à trajetória de Jorge Messias, diz Gilmar Mendes

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Entenda rejeição de Messias para vaga no STF e o que acontece agora

    Entenda rejeição de Messias para vaga no STF e o que acontece agora

    AGU enfrentou oposição de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e não conseguiu quantidade de votos necessária. Reação do presidente Lula (PT) à derrota histórica pode vir na próxima semana

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A indicação de Lula (PT) para levar o advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF (Supremo Tribunal Federal) foi rejeitada no Senado nesta quarta-feira (29), em episódio considerado uma derrota histórica do petista.

    A nomeação de Messias sofreu resistência do presidente da Casa, David Alcolumbre (União Brasil -AP), que tinha como preferido o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG).

    Depois de Alcolumbre conseguir o apoio da maioria dos senadores, o advogado-geral da União não conseguiu a quantidade necessária de votos, de ao menos 41, para virar ministro.

    Entenda por que a rejeição aconteceu e os próximos passos.

    POR QUE MESSIAS NÃO VIROU MINISTRO DO STF?

    Na existência de vaga na corte, que tem 11 ministros, a indicação cabe ao presidente da República. O nome escolhido é sabatinado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado e, em seguida, precisa ser aprovado por maioria absoluta do plenário da Casa. Assim, é necessário obter ao menos 41 votos favoráveis entre os 81 senadores.

    Na quarta-feira (29), Messias discursou aos senadores e foi sabatinado. Ele foi aprovado pela CCJ, por 16 votos a 11, e seguiu para a decisão do plenário. Nesta segunda etapa, porém, Messias alcançou apenas 34 dos 41 votos necessários na votação secreta. Por isso, ele não vai ser conduzido à cadeira do STF.

    QUEM SERÁ INDICADO AGORA PARA A VAGA DO SUPREMO?

    Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, aliados do presidente Lula divergem sobre o que fazer com a vaga no STF. Uma ala defende deixar a cadeira vaga para evitar nova derrota em ano eleitoral e diante da falta de tempo para nova sabatina antes do recesso de julho. Já outro grupo sugere indicar um nome “irrecusável” -preferencialmente uma mulher negra.

    QUANDO SERÁ ANALISADO O NOME DO NOVO MINISTRO?

    Políticos da oposição afirmaram que Alcolumbre sinalizou que a escolha ficará por conta do presidente eleito em outubro. A oposição considera que o senador só vai ceder e permitir a indicação por Lula se o escolhido for o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG).

    QUAL SERÁ A REAÇÃO DO GOVERNO LULA À DERROTA NO CONGRESSO?

    Aliados do presidente apostam na exoneração de indicados de Alcolumbre, como os ministros Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional) e Frederico Siqueira (Comunicações).

    Uma reação do presidente à derrota, entretanto, é esperada para a semana que vem, após o feriado do 1º de maio e a identificação dos responsáveis pela derrota.

    O QUE ACONTECE NO STF COM A VAGA EM ABERTO?

    O STF tem duas turmas de julgamento. Na que opera com quatro ministros desde a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, prevalece automaticamente a decisão mais favorável ao réu.

    No plenário, as regras variam conforme a natureza do processo. Em julgamentos que exijam maioria absoluta, a questão é considerada decidida de forma contrária ao pedido em caso de empate. Já nas ações que questionam a constitucionalidade de um ato, a lei exige ao menos seis votos no mesmo sentido para que se reconheça ou afaste a validade de uma norma, o que pode forçar a suspensão do julgamento até a chegada de um novo ministro.

    Entenda rejeição de Messias para vaga no STF e o que acontece agora

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Genial/Quaest: Daniel Vilela lidera cenários de 1º e 2º turno em Goiás

    Genial/Quaest: Daniel Vilela lidera cenários de 1º e 2º turno em Goiás

    Governador lidera cenários de primeiro turno e também vence adversários no segundo; para o Senado, liderança é da ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União Brasil), e segunda vaga registra empate técnico quádruplo

    Pesquisa Genial/Quaest sobre o cenário eleitoral de Goiás divulgada nesta quinta-feira, 30, mostra que o governador Daniel Vilela (MDB) lidera os cenários de primeiro turno para o governo do Estado e também detém vantagem contra os seus adversários em um eventual segundo turno.

    Nos cenários de pesquisa estimulada, Vilela tem de 33% a 34% das intenções de voto. O instituto testou cenários com diferentes opções de candidaturas de esquerda, como Adriana Accorsi (PT), Edward Madureira (PT) e Cíntia Dias (PSOL). Nos três cenários avaliados, a segunda colocação é do ex-governador Marconi Perrilo (PSDB).

    Vilela também lidera os cenários de segundo turno. Contra Marconi Perrilo, venceria o tucano por 46% a 27% dos votos, com 12% de indecisos e 15% de votos brancos e nulos. Contra Wilder Morais, venceria por 51% a 21%, com 12% de indecisos e 16% de votos nulos ou brancos.

    A disputa ao Senado mostra a ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União Brasil) na liderança, com 22% de menções. Na sequência, quatro nomes aparecem em empate técnico no intervalo da margem de erro: Vanderlan Cardoso (PSDB) tem 12%, Zacharias Calil (MDB), 11%, Gustavo Gayer (PL), 10%, e Humberto Teófilo (Novo), 8%.

    Alexandre Baldy (PP) tem 5%, Oséias Varão, do PL, 3%, e Iure Castro, do Cidadania, 1%. Humberto Chaves e Marcelo Moreira, ambos do PSOL, não pontuaram. São 16% os indecisos, e 12% pretendem votar branco ou nulo para o cargo.

    A pesquisa Genial/Quaest fez 1.104 entrevistas a domicílio com eleitores de Goiás entre os dias 24 e 28 de abril. A margem de erro é de 3 pontos porcentuais, e o nível de confiança é 95%. O levantamento foi registrado no TSE com o código GO-00211/2026.

    Genial/Quaest: Daniel Vilela lidera cenários de 1º e 2º turno em Goiás

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Camilo Santana lidera contra Ciro Gomes no Ceará, aponta Genial/Quaest

    Camilo Santana lidera contra Ciro Gomes no Ceará, aponta Genial/Quaest

    Ciro Gomes aparece à frente de Elmano de Freitas (PT), mas perderia para Camilo Santana (PT) no Ceará, aponta pesquisa Genial/Quaest

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (30) aponta que o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) lidera a disputa para o Governo do Ceará contra o governador Elmano de Freitas (PT), mas perderia em cenário contra Camilo Santana (PT).

    No segundo turno, Ciro bate Elmano por 46% a 35%. Já contra Camilo a vantagem se inverte, mas por margem mais apertada: este vence por 44% a 39%.

    O mesmo padrão é observado na disputa de primeiro turno. Em uma configuração com o atual governador e sem Camilo, Ciro tem 41% das intenções, e Elmano, 32%. O senador Eduardo Girão (Novo) aparece com 4%, e Jarir Pereira (PSOL), com 1%. Zé Batista (PSTU) não pontua.

    Votos em branco ou nulo somam 11%. Não sabem 11%.

    Já em um cenário de primeiro de turno considerando Camilo em vez de Elmano, Ciro vai 33%, enquanto o ex-ministro da Educação de Lula (PT) marca 40%. Girão tem 5%, e Pereira e Batista, 1%.

    A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiabilidade é de 95%. A pesquisa ouviu 1.002 eleitores do Ceará entre os dias 24 e 28 de abril. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e protocolada com o nº CE-01725/2026.

    Ciro Gomes disse que decidirá em maio se aceitará o convite do presidente do PSDB, Acécio Neves, para concorrer novamente à Presidência da República ou se seguirá na disputa pelo Governo do Ceará. Em 2022, quando estava no PDT, Ciro concorreu ao Planalto pela quarta vez, ficando em quarto lugar, com 3% dos votos válidos.

    Após Elmano ter aparecido atrás de Ciro em pesquisas eleitorais anteriores, o ex-ministro da Educação Camilo Santana (PT), que se descompatibilizou do cargo em abril, é cogitado para substituir o governador na disputa. O presidente Lula (PT) acompanha a situação porque precisa de um palanque forte no estado para ajudá-lo a obter votos na eleição nacional.

    Camilo Santana lidera contra Ciro Gomes no Ceará, aponta Genial/Quaest

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política