Categoria: POLÍTICA

  • Alessandro Vieira diz que escritório da esposa de Moraes move processo contra ele

    Alessandro Vieira diz que escritório da esposa de Moraes move processo contra ele

    A ação teria sido movida pela advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, e os filhos Giuliana e Alexandre Barci de Moraes, que pedem indenização de R$ 20 mil para cada um dos autores

    O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou nesta terça-feira, 28, ser alvo de processo por danos morais por parte do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, que pertence à família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

    A assessoria de Vieira informou que a ação é movida pela advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, e os filhos Giuliana e Alexandre Barci de Moraes, que pedem indenização de R$ 20 mil para cada um dos autores.

    Procurado para comentar o caso, o escritório não havia se manifestado até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.

    Eles alegam que o senador violou a honra e a imagem do escritório ao afirmar, em entrevista ao programa Sala de Imprensa, do SBT News, que o escritório recebeu dinheiro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

    Alessandro Vieira argumenta que, na ocasião, descreveu fluxo financeiro sob investigação na CPI do Crime Organizado, de que foi relator, e nega ter atribuído ligação entre o PCC e o escritório da família do ministro. “Eu não disse isso. Em nenhum momento, está gravado. O que eu disse, repito, é provado e confessado, é que eles receberam sim, cerca de R$ 80 milhões do Banco Master, que hoje nós sabemos, era um grupo criminoso”, afirma.

    “O que fiz foi relatar o processo provável de lavagem de dinheiro realizado por um grupo que contratou os serviços do escritório da família Moraes. Não apontei em nenhum momento uma ligação direta entre o PCC e o referido escritório.”, acrescenta.

    Informações da declaração de Imposto de Renda do banqueiro Daniel Vorcaro enviadas à CPI apontam que o Barci de Moraes Sociedade de Advogados recebeu R$ 80.223.653,84 em pagamentos do Banco Master, em 2024 e 2025. Caso o contrato tivesse sido cumprido integralmente, o valor pago poderia chegar a R$ 129 milhões até o início de 2027.

    O escritório afirmou que “não confirma essas informações incorretas e vazadas ilicitamente, lembrando que todos os dados fiscais são sigilosos”.

    Segundo o senador, o processo movido pelos familiares do ministro do STF é uma “tentativa de intimidação” que se soma a “ameaças e ofensas dos ministros (Dias) Toffoli e Gilmar (Mendes) e são sintomas de um quadro grave, onde uma elite se julga intocável”.

    Durante a entrevista mencionada no processo, concedida no dia 15 de março, Alessandro Vieira abordou dados recebidos pela CPI do Crime Organizado sobre as atividades financeiras do Master. Segundo ele, Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) do banco Master produzidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontam para a existência de uma “lavanderia” de dinheiro.

    “Você tem apurações em andamento que apontam a chegada de recursos do PCC, uma organização criminosa violenta. Você tem indicativos de pagamento a autoridades de diversos poderes, servidores públicos de carreira, políticos, eventualmente pessoas ligadas ao Judiciário”, disse.

    Ao detalhar, ele cita a família de Moraes: “A gente tem informações que apontam circulação de recursos entre esse grupo criminoso e familiares dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Não é razoável dizer agora que essa circulação é ilícita. Moralmente falando, ela é absolutamente reprovável. Juridicamente falando, a gente vai ter que ter mais passos para constatar. Quando o Master contrata o escritório de advocacia da família do ministro Alexandre de Moraes, ele está contratando um serviço jurídico? Esse escritório prestou serviços correspondentes aos valores recebidos? Até o momento o indicativo é que não”, afirmou o senador, que prosseguiu citando os pagamentos identificados.

    Alessandro Vieira diz que escritório da esposa de Moraes move processo contra ele

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  • Lula lidera no primeiro turno e empata com Flávio e Zema no segundo turno, diz Atlas/Bloomberg

    Lula lidera no primeiro turno e empata com Flávio e Zema no segundo turno, diz Atlas/Bloomberg

    Levantamento mostra Lula à frente no primeiro turno e disputas apertadas no segundo, com empates técnicos contra Flávio Bolsonaro e Romeu Zema; pesquisa ouviu mais de 5 mil eleitores e tem margem de erro de um ponto percentual.

    Pesquisa do instituto Atlas/Bloomberg, divulgada nesta terça-feira (28), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera no primeiro turno e aparece em empate técnico com o senador Flávio Bolsonaro (PL) e com o ex-governador Romeu Zema (Novo) em cenários de segundo turno.

    Segundo o levantamento, Lula tem 46,6% das intenções de voto no primeiro turno, contra 39,7% de Flávio Bolsonaro. O empresário Renan Santos (Missão) aparece com 5,3%, enquanto o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (União) registra 3,3%. Considerando a margem de erro de um ponto percentual, Caiado e Renan estão tecnicamente empatados.

    Em relação ao levantamento anterior, as variações ocorreram dentro da margem de erro. Lula oscilou positivamente 0,7 ponto percentual, enquanto Flávio recuou 0,4 ponto. Renan Santos teve alta de 0,9 ponto percentual.

    Zema aparece com 3,1%, e o escritor Augusto Cury (Avante) soma 1,1%. O ex-governador mineiro está empatado com Caiado e Cury. Também em empate com Cury está o ex-presidente da Câmara Aldo Rebelo (DC), que tem 0,3%. Brancos e nulos somam 0,5%, e 0,1% dos entrevistados estão indecisos.

    Em um cenário com 13 pré-candidatos, Lula aparece com 44,2% das intenções de voto, seguido por Flávio, com 39,3%. Na sequência estão Renan (5,1%), Zema (3,5%) e Caiado (3,0%). Há empate técnico entre Renan e Zema e também entre os dois ex-governadores.

    Também aparecem empatados a dentista Samara Martins (UP), com 2%; o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB), com 1,3%; Aldo Rebelo, com 0,4%; Augusto Cury, com 0,4%; e o economista Edmilson Costa (PCB), com 0,2%.

    O professor Hertz Dias (PSTU), o ex-deputado federal Cabo Daciolo (Mobiliza) e o jornalista Rui Costa Pimenta (PCO) não pontuaram. Brancos e nulos somam 0,2%, e outros 0,2% estão indecisos.

    A pesquisa também simulou um cenário em que o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) substitui Lula. Nesse caso, Haddad tem 40,5% das intenções de voto e aparece em empate técnico com Flávio Bolsonaro, que soma 39,2%.

    Na sequência, aparecem empatados Renan (5,8%), Zema (3,8%) e Caiado (3,6%). Cury tem 1,3% e empata com Aldo Rebelo, que registra 0,5%. Indecisos somam 0,5%, enquanto 4,8% afirmam que pretendem votar em branco ou nulo.

    Segundo turno tem disputas acirradas

    O levantamento aponta empate técnico entre Lula e Flávio em um eventual segundo turno. O senador tem 47,8% das intenções de voto, contra 47,5% do presidente. Indecisos, brancos e nulos somam 4,7%.

    Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em março, Flávio oscilou positivamente 0,2 ponto percentual, enquanto Lula avançou 0,9 ponto.

    Outro empate técnico ocorre em um cenário entre Lula e Zema. O presidente aparece com 47,4%, enquanto o ex-governador tem 46,5%. Indecisos e brancos ou nulos somam 6,1%. Nesse caso, a diferença caiu de 2,9 pontos percentuais no levantamento anterior para 0,9 ponto.

    Lula venceria um eventual segundo turno contra Caiado, com 46,8% das intenções de voto, ante 42,2% do ex-governador. Indecisos, brancos e nulos somam 11%.

    Pela primeira vez, a pesquisa simulou um segundo turno entre Lula e Renan Santos. Nesse cenário, o presidente teria 47,1%, contra 29,5% do fundador do Movimento Brasil Livre (MBL). Indecisos e eleitores que votariam em branco ou nulo somam 23,5%.

    O instituto ouviu 5.008 eleitores pela internet entre os dias 22 e 27 de abril. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos. A metodologia adotada foi o recrutamento digital aleatório. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-07992/2026.

    Lula lidera no primeiro turno e empata com Flávio e Zema no segundo turno, diz Atlas/Bloomberg

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  • Durigan fala em 'consenso' sobre Desenrola 2

    Durigan fala em 'consenso' sobre Desenrola 2

    Ministro afirma que proposta com descontos de até 90% e uso do FGTS será apresentada a Lula; governo quer anunciar pacote ainda nesta semana para reduzir endividamento das famílias, que já atinge níveis recordes no país.

    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta segunda-feira (27) que o programa de renegociação de dívidas, informalmente chamado de Desenrola 2.0, será levado nesta terça-feira (28) para avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele também reiterou que a expectativa é de anúncio ainda nesta semana. A declaração foi feita após reunião com executivos de alguns dos principais bancos do país.

    Durigan confirmou a previsão de descontos de até 90% nas renegociações, além da possibilidade de uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar dívidas. Segundo o ministro, os prazos das dívidas a serem renegociadas já foram definidos em conjunto com os bancos, mas os detalhes do funcionamento do programa serão divulgados apenas após a validação pelo presidente.

    Participaram do encontro representantes de instituições como Itaú Unibanco, Santander Brasil, BTG Pactual, Bradesco e Nu Pagamentos, além do presidente da Febraban, Isaac Sidney. “Eu diria que chegamos a um bom consenso técnico em todos os pontos, e estou pronto para levar ao presidente. Voltando para Brasília amanhã (hoje), falo com o presidente, para que o anúncio seja feito possivelmente ainda esta semana”, afirmou.

    O público-alvo do programa será formado por pessoas com dívidas em três modalidades de crédito: cartão de crédito, crédito pessoal e cheque especial. De acordo com Durigan, as taxas de juros nesses casos variam entre 6% e 10% ao mês. “O governo está exigindo que haja uma taxa de juros muito menor do que a praticada nesses três segmentos”, disse. Também haverá restrições, como para a realização de apostas eletrônicas pelos beneficiários. “A gente passou em revista todos os pontos do programa. A área técnica me acompanhou, trouxe a perspectiva, os bancos também.”

    Como mostrou o Estadão, o endividamento recorde é uma das principais preocupações do governo. Em seu terceiro mandato, Lula já fez ao menos 13 pronunciamentos incentivando o consumo das famílias e a tomada de crédito para estimular a economia. Especialistas, no entanto, alertam que o alívio imediato pode levar ao aumento do endividamento no longo prazo.

    Durigan fala em 'consenso' sobre Desenrola 2

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  • Não vejo espaço nenhum para terceira via enquanto Lula e Bolsonaro forem vivos, diz Ciro Nogueira

    Não vejo espaço nenhum para terceira via enquanto Lula e Bolsonaro forem vivos, diz Ciro Nogueira

    Senador do PP afirma que cenário polarizado entre Lula e Bolsonaro inviabiliza alternativa eleitoral e diz que nomes da direita e centro-direita não têm chance; declaração foi feita durante evento político realizado em São Paulo.

    FOLHAPRESS) – O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), afirmou que não vê espaço para uma terceira via na disputa à Presidência enquanto Lula (PT) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) “forem vivos”. A fala aconteceu em evento na noite de segunda-feira (27) em evento em São Paulo.

    “O Brasil teve quatro grandes líderes: Getúlio, Juscelino, Lula e Bolsonaro. Pela primeira vez dois se enfrentaram. Enquanto eles tiverem nesse campo, não tem espaço para terceira via”, afirmou Ciro Nogueira.

    Para o parlamentar, Flávio Bolsonaro tem “todas a possibilidades” de vencer a disputa presidencial em outubro, mas pode “jogar fora se for falar apenas para a extrema direita e for ouvir aquele discurso dele dos Estados Unidos”.

    O senador se referia a declarações que o filho mais velho de Bolsonaro deu ao participar de um evento conservador no Texas, em março. Na ocasião, Flávio acusou o ex-presidente americano Joe Biden de interferência na eleição vencida por Lula em 2022.

    Ciro Nogueira foi questionado nesta segunda sobre a possibilidade de vitória de outros nomes da direita e centro-direita na corrida eleitoral deste ano, como Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), e afirmou que “não existe possibilidade de acontecer”.

    O senador do PP foi chefe da Casa Civil no governo Bolsonaro e tem sido crítico de Lula desde o início do atual mandato, apesar de já ter se aliado ao petista anos antes.

    As presidentes do PSOL, Paula Coradi, e do Podemos, deputada federal Renata Abreu (SP), também estiveram presentes no jantar desta segunda, organizado pelo Esfera Brasil, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo.

    Abreu confirmou o apoio à reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) para governador de São Paulo e uma candidatura própria do Podemos ao Senado no estado. Segundo ela, há uma disputa interna no partido entre o deputado federal Delegado Palumbo e Geraldo Rufino, empresário e presidente do presidente do conselho na JR Diesel.

    Tarcísio, porém, já definiu que terá como candidato ao Senado o deputado federal Guilherme Derrite (PP). A outra vaga deve ficar com o atual presidente da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo), Andre do Prado (PL). O ex-ministro e deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP) também deve se candidatar.

    Renata Abreu concordou com a fala de Ciro Nogueira sobre um possível favoritismo de Flávio e afirmou que o Podemos está, hoje, na centro-direita do espectro político.

    Paula Coradi, presidente do PSOL, reafirmou o apoio do partido à candidatura de Fernando Haddad (PT) ao governo paulista. Seu partido, que está federado nacionalmente com a Rede, defende a candidatura de Marina Silva ao Senado.

    Não vejo espaço nenhum para terceira via enquanto Lula e Bolsonaro forem vivos, diz Ciro Nogueira

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  • Kassab diz que Bolsonaro 'teve desempenho pessoal muito aquém das expectativas'

    Kassab diz que Bolsonaro 'teve desempenho pessoal muito aquém das expectativas'

    Kassab afirmou que Bolsonaro assumiu o governo sem nenhuma vocação para a vida pública e que ele não teve (bom) desempenho pessoal

    O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, criticou nesta segunda-feira, 27, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-presidente Jair Bolsonaro durante almoço com empresários organizado pelo Grupo Lide, em São Paulo (SP). O dirigente ressaltou que “está fazendo sua parte”, mesmo que o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) não vá para o segundo turno da eleição presidencial.

    “(Em 2018) assume o presidente Bolsonaro, sinceramente, sem nenhuma vocação para a vida pública. Não teve (bom) desempenho pessoal – ao contrário, um desempenho muito aquém das expectativas dos brasileiros, que queriam algo totalmente diferente -, mas teve a sorte de contar com alguns bons ministros que conseguiram levar o governo até o final. Paulo Guedes – que não era nem um ministro; era o ‘presidente da Economia’. Havia 25 ministérios, e ele comandava; foi muito importante a sua presença. Tarcísio (de Freitas), Tereza Cristina mas a gente vai ficando por aí”, disse Kassab sobre o capitão reformado.

    O presidente do PSD afirmou ainda que ninguém pode questionar os bons programas de Lula, como o Minha Casa, Minha Vida, o Luz para Todos e o Bolsa Família. Acrescentou, porém, que há também um lado negativo das gestões petistas: na avaliação dele, “Lula não sabe administrar a máquina pública para torná-la mais eficiente”.

    Kassab diz que Bolsonaro 'teve desempenho pessoal muito aquém das expectativas'

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  • No Pará, Daniel Santos e Hana Ghassan estão em empate técnico, aponta Genial/Quaest

    No Pará, Daniel Santos e Hana Ghassan estão em empate técnico, aponta Genial/Quaest

    Ex-prefeito de Ananindeua e governadora estão em empate técnico tanto nas simulações de primeiro turno quanto no cenário de segundo turno; para o Senado, Helder Barbalho (MDB) e Éder Mauro (PL) são os mais citados

    Levantamento da Genial/Quaest sobre o cenário eleitoral no Pará aponta um empate técnico entre Daniel Santos (Podemos) e Hana Ghassan (MDB) na disputa pelo governo do Estado.

    O ex-prefeito de Ananindeua e a governadora empatam dentro da margem de erro da pesquisa, de três pontos porcentuais, quanto nas simulações de primeiro turno quanto no cenário de segundo turno.

    Na pesquisa estimulada com todos os pré-candidatos ao governo, Santos tem 22%, seguido por Hana, com 19%. Apesar da vantagem numérica do ex-prefeito, eles estão em empate técnico dentro da margem de erro. Mário Couto, do DC, registra 11% de menções, seguido por Cleber Rabelo, do PSTU, com 3%, e Araceli Lemos, do PSOL, com 2%. São 30% os indecisos, e 13% pretendem votar branco ou nulo.

    Em um cenário sem a presença de Mário Couto, Santos vai a 24% e Hana, a 22%;. Cleber Rabelo passa a registrar 5%, e Araceli, 3%. São 33% os indecisos e 13% votariam branco ou nulo.

    Em uma simulação de segundo turno entre Daniel Santos e Hana Ghassan, o ex-prefeito registra 34% de preferência, enquanto a governadora tem 29%. Os índices apontam para um empate técnico dentro da margem de erro. São 25% os indecisos, e 12% votariam branco ou nulo.

    A pesquisa Genial/Quaest realizou 900 entrevistas em domicílios do Pará entre os dias 21 e 25 de abril. A margem de erro é de três pontos porcentuais, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código PA-09305/2026.

    Senado

    Para o Senado, os nomes mais lembrados são o do ex-governador Helder Barbalho, do MDB, e de Delegado Éder Mauro, do PL. O ex-governador têm 24% de menções na combinação dos votos, seguido por Éder Mauro, com 13%.

    No Pará, Daniel Santos e Hana Ghassan estão em empate técnico, aponta Genial/Quaest

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  • Genial/Quaest: Paes lidera contra Ruas e venceria segundo turno por 49% a 16% no RJ

    Genial/Quaest: Paes lidera contra Ruas e venceria segundo turno por 49% a 16% no RJ

    Pesquisa Genial/Quaest realizou 1.200 entrevistas em domicílios do Rio de Janeiro entre os dias 21 e 25 de abril; margem de erro é de três pontos porcentuais, e o nível de confiança é de 95%

    Levantamento da Genial/Quaest sobre a intenção de voto nas eleições estaduais do Rio de Janeiro aponta que o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), lidera os cenários de primeiro turno e também vence a simulação de um segundo turno contra o deputado estadual Douglas Ruas (PL). Para o Senado, os nomes mais citados são os dos pré-candidatos Cláudio Castro (PL) e Benedita da Silva (PT).

    No cenário de primeiro turno com todos os pré-candidatos, Eduardo Paes registra 34%. O segundo colocado, Douglas Ruas, figura com 9%. O deputado estadual está em empate técnico com Anthony Garotinho, do Republicanos, com 8%, e com Wilson Witzel, do DC, com 3%. Entre Ruas e Witzel, o empate técnico ocorre no limite da margem de erro.

    Paes pontua mais em cenários de primeiro turno sem a presença de Garotinho. Nas amostras sem o nome do ex-governador, o ex-prefeito registra de 39% a 40%.

    No segundo turno, Paes venceria Ruas por 49% dos votos a 16%. Nesse cenário, 19% votariam branco ou nulo, e 16% estão indecisos.

    A pesquisa Genial/Quaest realizou 1.200 entrevistas em domicílios do Rio de Janeiro entre os dias 21 e 25 de abril. A margem de erro é de três pontos porcentuais, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código RJ-00613/2026.

    Senado

    Cláudio Castro (PL) e Benedita da Silva (PT) são os pré-candidatos ao Senado mais lembrados pelos eleitores do Rio de Janeiro, aponta a pesquisa. O ex-governador do PL registrou 12% de menções no cenário estimulado com o maior número de opções de voto, seguido por Benedita, com 10%. Felipe Curi (PL) tem 6%, assim como Marcelo Crivella, do Republicanos.

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou na quinta-feira, 23, o acórdão do julgamento que tornou Cláudio Castro inelegível por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. A maioria dos ministros reconheceu que a saída dele do cargo ocorreu por renúncia, e não por cassação.

    A gestão do ex-governador Cláudio Castro é desaprovada por 47% dos entrevistados, enquanto 35% a aprovam e 18% não responderam. Os índices invertem o cenário observado no levantamento anterior da Genial/Quaest, em outubro de 2025, logo após a Operação Contenção, quando o governo Castro foi bem avaliado pela maioria dos entrevistados.

    Para 36% dos entrevistados, o governo Castro foi negativo, enquanto 23% o acharam positivo. Para 32%, a gestão foi regular.

    Genial/Quaest: Paes lidera contra Ruas e venceria segundo turno por 49% a 16% no RJ

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  • STF: Moraes concede prisão domiciliar humanitária a 'Fátima de Tubarão' e mais 17 idosos

    STF: Moraes concede prisão domiciliar humanitária a 'Fátima de Tubarão' e mais 17 idosos

    Eles foram condenados por participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023; durante julgamento, defesa de ‘Fátima de Tubarão’ contestou a competência do STF para julgar o caso e negou as acusações

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou na última sexta-feira, 24, a prisão domiciliar de pelo menos 18 idosos condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023 aos prédios públicos localizados na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Entre eles, está Maria de Fátima Mendonça Jacinto, que ficou conhecida como “Fátima de Tubarão”.

    Eles devem cumprir medidas cautelares como o uso de tornozeleira eletrônica e proibição de sair do País, de acessar redes sociais e manter contato com outros envolvidos no caso, sob risco de voltarem ao sistema prisional em caso de descumprimento. Também seguem com os passaportes suspensos e visitas restritas a familiares e advogados.

    Maria de Fátima Mendonça Jacinto, que hoje tem 70 anos, cumpre pena de 17 anos de prisão. Ela foi condenada pelo STF por abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do Patrimônio tombado e associação criminosa armada.

    Natural de Tubarão, no litoral sul de Santa Catarina (SC), a idosa ganhou destaque nas redes sociais por um vídeo em que diz estar “quebrando tudo e cagando nessa b… aqui” durante ato de invasão e depredação dos prédios públicos.

    “Vamos para guerra. Vou pegar o Xandão agora”, disse nas imagens, em ameaça a Alexandre de Moraes. Durante o julgamento, a defesa contestou a competência do STF para julgar o caso e negou as acusações.

    Iraci Nagoshi, frequentemente mencionada por bolsonaristas ao cobrarem anistia aos presos do 8 de Janeiro, também teve prisão domiciliar concedida. Ela já cumpriu um ano e sete meses da pena de 14 anos.

    Iraci estava detida em casa no ano passado, mas teve a prisão convertida em regime fechado ao descumprir “reiteradamente” as medidas cautelares de recolhimento para atividades como musculação, hidroginástica e pilates, conforme relatou Moraes na decisão em que concedeu nova ida para casa.

    A Central de Monitoramento Eletrônico do Estado de São Paulo informou na época que ela descumpriu 966 vezes as regras da prisão domiciliar, entre abril e junho de 2025.

    Todos os idosos beneficiados pela decisão na última semana foram condenados a penas superiores a 13 anos.

    Idosos que tiveram prisão domiciliar concedida

    – Ana Elza Pereira da Silva, 65 anos;

    – Claudio Augusto Felippe, 62 anos;

    – Francisca Hildete Ferreira, 63 anos;

    – Germano Siqueira Lube, 62 anos;

    – Iraci Megumi Nagoshi, 73 anos;

    – Jair Domingues de Morais, 68 anos;

    – João Batista Gama, 63 anos;

    – José Carlos Galanti, 67 anos;

    – Levi Alves Martins, 63 anos;

    – Luis Carlos de Carvalho Fonseca, 65 anos;

    – Marco Afonso Campos dos Santos, 62 anos;

    – Maria de Fátima Mendonça Jacinto Souza, 70 anos;

    – Maria do Carmo da Silva, 63 anos;

    – Moisés dos Anjos, 63 anos;

    – Nelson Ferreira da Costa, 61 anos;

    – Rosemeire Aparecida Morandi, 60 anos;

    – Sonia Teresinha Possa, 68 anos;

    – Walter Parreira, 65 anos.

    STF: Moraes concede prisão domiciliar humanitária a 'Fátima de Tubarão' e mais 17 idosos

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  • Genial/Quaest: Moro lidera 1º turno no PR e venceria Requião Filho, Greca e Sandro Alex no 2º

    Genial/Quaest: Moro lidera 1º turno no PR e venceria Requião Filho, Greca e Sandro Alex no 2º

    Moro registra 35% de preferência, seguido pelo deputado estadual Requião Filho, do PDT, com 18%; pesquisa Genial/Quaest realizou 1.104 entrevistas em domicílios do Paraná entre os dias 21 e 25 de abril

    Levantamento da Genial/Quaest sobre o cenário eleitoral no Paraná aponta que o senador Sérgio Moro (PL) lidera as intenções de voto ao governo do Estado nos cenários de primeiro turno e também vence seus adversários nas simulações de segundo turno. Para o Senado, os nomes mais citados são os de Alvaro Dias (MDB) e de Deltan Dallagnol (Novo), que tenta reverter uma decisão da Justiça Eleitoral sobre sua elegibilidade.

    Na pesquisa estimulada com todos os pré-candidatos ao governo, Moro registra 35% de preferência, seguido pelo deputado estadual Requião Filho, do PDT, com 18%. O parlamentar está em empate técnico com o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca, do MDB, que registra 15% de menções. O candidato do governador Ratinho Júnior, Sandro Alex (PSD), tem 5%. Luiz França (Missão) e Tony Garcia (DC) têm 1% cada. São 18% os indecisos, e 7% pretendem votar branco ou nulo.

    Em um cenário sem as presenças de Greca e Tony Garcia, Moro vai a 42%, e Requião Filho, a 24%. Sandro Alex tem 6%, e Luiz França, 2%. Os indecisos são 17%, e 9% votariam branco ou nulo.

    A pesquisa Genial/Quaest realizou 1.104 entrevistas em domicílios do Paraná entre os dias 21 e 25 de abril. A margem de erro é de três pontos porcentuais, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código PR-02588/2026.

    Moro venceria adversários no 2º turno

    Segundo o levantamento, Moro também vence seus adversários no segundo turno. Contra Requião Filho, o ex-juiz registra 49% contra 30%. Nesse cenário, 12% estão indecisos, e 9% votariam branco ou nulo.

    Contra Greca, Moro venceria por 44% a 29%, com 15% de indecisos e 12% de votos em branco ou nulos.

    Em um segundo turno contra Sandro Alex, o senador registra 51% de preferência contra 15% do deputado federal, com 17% de indecisos e 17% de votos branco ou nulos.

    Avaliação do governo Ratinho Júnior

    O governo de Ratinho Júnior (PSD) é aprovado por 80% dos paranaenses, segundo a Genial/Quaest. São 13% os que desaprovam a gestão, enquanto 7% não responderam.

    Para 70% dos entrevistados, a gestão estadual é positiva. Para 21%, o governo é regular, enquanto 6% avaliaram-no como negativo e 3% não responderam.

    Genial/Quaest: Moro lidera 1º turno no PR e venceria Requião Filho, Greca e Sandro Alex no 2º

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  • BTG/Nexus: Lula lidera 1º turno, mas empata tecnicamente no 2º turno com Flávio, Zema e Caiado

    BTG/Nexus: Lula lidera 1º turno, mas empata tecnicamente no 2º turno com Flávio, Zema e Caiado

    No cenário de primeiro turno, na pesquisa estimulada, Lula lidera a corrida presidencial com 41% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 36%

    O segundo levantamento da Nexus Pesquisa e Inteligência, em parceria com o BTG Pactual, divulgado nesta segunda-feira, 27, sobre a corrida presidencial de outubro deste ano continua apontando um cenário de forte polarização, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato à reeleição pelo PT, empatado tecnicamente, dentro da margem de erro, com seus principais adversários no segundo turno.

    De acordo com a amostra, se o segundo turno fosse disputado hoje, Lula teria 46% e Flávio Bolsonaro (PL), 45%. Contra Romeu Zema (Novo), que pontuou 41%, Lula teria 45%; contra Ronaldo Caiado (PSD), que aparece com 41%, Lula teria 45%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

    Na pesquisa anterior, divulgada no dia 30 de março, Lula e Flávio Bolsonaro apareciam empatados no cenário de segundo turno, com 46% cada. Contra os outros adversários, na pesquisa de março, o presidente e pré-candidato à reeleição levaria vantagem: venceria Zema por 46% a 40% e Caiado por 46% a 41%.

    No cenário de primeiro turno, na pesquisa estimulada, Lula lidera a corrida presidencial com 41% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 36%. Na pesquisa anterior, Lula também pontuava 41% e Flávio 38%, oscilando nessa mostra dois pontos porcentuais para baixo, dentro da margem de erro. Zema e Caiado têm, respectivamente, na pesquisa divulgada hoje 4% e 3%; na mostra anterior, ambos pontuavam 4%.

    Na pesquisa espontânea, na disputa do primeiro turno, Lula tem 33%, Flávio Bolsonaro 26%, Zema 2% e Caiado 1%. O ex-presidente Jair Bolsonaro, que está inelegível, é citado por 2% dos entrevistados e Renan Santos (Missão) também registra 2%.

    Foram entrevistados 2.028 eleitores entre os dias 24 e 26 de abril de 2026, em todo o País. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01075/2026.

    BTG/Nexus: Lula lidera 1º turno, mas empata tecnicamente no 2º turno com Flávio, Zema e Caiado

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