Categoria: TECNOLOGIA

  • Amazon perde batalha judicial na UE sobre regras de conteúdo digital

    Amazon perde batalha judicial na UE sobre regras de conteúdo digital

    Um porta-voz da empresa de Jeff Bezos disse que estava desapontado com a decisão e que iria apelar da decisão

    Um importante tribunal da União Europeia (UE) rejeitou a contestação legal da Amazon contra a classificação de seu mercado online como um serviço que precisa obedecer a regras mais rígidas para grandes plataformas digitais.

    O Tribunal Geral da UE disse nesta quarta-feira, 19, que a Comissão Europeia – o braço executivo do bloco – estava justificada ao designar a Amazon Store, que inclui o mercado Amazon.com, como uma “plataforma online muito grande” sob a Lei de Serviços Digitais.

    A designação se aplica a entidades com mais de 45 milhões de usuários na UE e as obriga a garantir transparência em decisões de publicidade, moderação de conteúdo e a proteger contra conteúdo ilegal online.

    Um porta-voz da empresa disse que estava desapontado com a decisão e que iria apelar, acrescentando que o status que os oficiais podem para as big techs é projetado para abordar questões sistêmicas na economia digital ligadas à receita de publicidade proveniente da distribuição de informações.

    “A Amazon Store, como um mercado online, não representa tais riscos sistêmicos; ela apenas vende produtos e não dissemina ou amplifica informações, opiniões ou pontos de vista”, enfatizou o porta-voz. Fonte: Dow Jones Newswires.

    *Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast

    Amazon perde batalha judicial na UE sobre regras de conteúdo digital

  • Meta lança ferramenta para proteger Reels de criadores de conteúdos

    Meta lança ferramenta para proteger Reels de criadores de conteúdos

    A Meta apresentou a Proteção de Conteúdo, recurso que identifica cópias de Reels no Facebook e no Instagram e permite que criadores tomem medidas contra usos não autorizados. A ferramenta monitora vídeos em tempo real e amplia o controle sobre produções originais.

    A Meta anunciou nesta terça-feira (18) que está prestes a lançar uma ferramenta chamada Proteção de Conteúdo, criada para permitir que criadores defendam automaticamente seus Reels originais contra cópias não autorizadas.

    Segundo a empresa, o recurso envia alertas sempre que vídeos idênticos ou parcialmente correspondentes forem detectados no Facebook ou no Instagram, permitindo que o autor tome medidas caso seu trabalho esteja sendo reutilizado sem permissão.

    No comunicado, a Meta afirma que a ferramenta foi criada para “manter o controle sobre o trabalho criativo” dos usuários e ficará disponível no Painel Profissional do aplicativo do Facebook.

    Depois que o criador ativa a Proteção de Conteúdo, todos os Reels originais publicados no Facebook passam a ser protegidos automaticamente. Reels antigos também podem ser incluídos, bastando selecioná-los manualmente.

    A ferramenta monitora continuamente Facebook e Instagram em busca de vídeos que correspondam total ou parcialmente ao conteúdo protegido. A tecnologia é baseada no mesmo sistema de detecção usado no Rights Manager, mas adaptada para uso mobile e focada em criadores.

    Sempre que uma correspondência for identificada, o criador receberá uma notificação para decidir se deseja adotar alguma medida.

    A Meta também orientou criadores sobre como garantir a proteção dos seus vídeos:

    • Publique diretamente no Facebook: apenas Reels postados na plataforma são protegidos automaticamente, embora o sistema monitore também o Instagram. Conteúdos compartilhados do Instagram para o Facebook também entram na proteção.
    • Compartilhe seus Reels primeiro no Facebook: isso garante que o vídeo esteja protegido desde o início.
    • Use o recurso com responsabilidade: reivindicações indevidas ou repetidas sobre vídeos que não pertencem ao criador podem levar a restrições ou à perda de acesso à ferramenta.
     
     

    Meta lança ferramenta para proteger Reels de criadores de conteúdos

  • Quer apagar o cache e os cookies, mas não sabe como? A gente explica

    Quer apagar o cache e os cookies, mas não sabe como? A gente explica

    Cache e cookies aceleram a navegação e guardam preferências, mas também podem gerar falhas e comprometer a privacidade. Saiba por que é importante limpar esses dados regularmente e veja como excluir informações de forma simples no seu navegador.

    Cache e cookies são recursos usados pelos navegadores para tornar a navegação mais rápida e personalizada. A cache guarda cópias temporárias de arquivos e páginas acessadas com frequência, acelerando o carregamento. Já os cookies armazenam dados do usuário, como logins e preferências.

    Apesar de úteis, esses arquivos podem gerar falhas na navegação, comprometer a privacidade e ocupar espaço no dispositivo. Por isso, especialistas recomendam que sejam apagados regularmente, tanto por segurança quanto para melhorar o desempenho dos navegadores.

    O processo é simples: em navegadores como Internet Explorer, Edge, Google Chrome e Firefox, basta pressionar Ctrl + Shift + Delete. O comando abre a janela “Excluir dados de navegação”, onde o usuário pode escolher o período de tempo e confirmar a exclusão.

    JORNAL DA TARDE © Reprodução  Caso isto não funcione, pode acessar  a página de forma manual.

    Google Chrome

    Se estiver no Google Chrome terá que ir à barra de ferramentas (os três pontos verticais no canto superior direito da sua tela, mesmo por baixo da cruz).

    JORNAL DA TARDE © ReproduçãoNessa barra, clique no seu histórico e abra a página. Lá, terá, de novo, a opção para Eliminar dados de navegação.

    JORNAL DA TARDE © Reprodução  Se pressionar, vai ser direcionado para a mesma página que lhe mostramos acima.

    Mozilla Firefox

    No Mozilla Firefox, o processo é semelhante.

    De novo, vá à barra de ferramentas (que está representada por três linhas horizontais no canto superior direito).

    JORNAL DA TARDE © ReproduçãoAí aceda ao histórico, onde irá aparecer a opção para Limpar histórico recente. 

    JORNAL DA TARDE © ReproduçãoSe clicar, irá aparecer a página que irá permitir que apague os recursos de cache e cookies

    JORNAL DA TARDE © Reprodução  Safari

    Caso esteja em um computador Mac, da Apple, comece por clicar no Safari na sua barra de menu no ambiente de trabalho (no lado esquerdo da sua tela). Aí, clique nas Definições. Na nova página, vai selecionar a opção de Privacidade e depois, mais abaixo, em Gerir Dados de Website. Depois, basta clicar em eliminar tudo e eliminar agora para apagar todos os dados.

    Microsoft Edge

    Por último, no Microsoft Edge, vá ao menu de definições e acesse o seu histórico.

    JORNAL DA TARDE © Reprodução  Aí vai encontrar um símbolo de caixote do lixo, na parte de cima da tela.

    JORNAL DA TARDE © Reprodução  Se clicar, vai levá-lo a uma página onde poderá apagar o cache e os cookies.

    JORNAL DA TARDE © Reprodução

     

     

    Quer apagar o cache e os cookies, mas não sabe como? A gente explica

  • The Game Awards anuncia indicados, de 'Death Stranding' a 'Donkey Kong'

    The Game Awards anuncia indicados, de 'Death Stranding' a 'Donkey Kong'

    Concorrendo em 12 categorias, ‘Clair Obscur: Expedition 33’ lidera a disputa; cerimônia acontece no dia 11 de dezembro e é transmitida no Prime Video

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Game Awards revelou nesta segunda-feira (17) os indicados da edição de 2025, com “Clair Obscur: Expedition 33” liderando a disputa com 12 nomeações -o maior número já registrado na história da premiação. Ao todo, 102 jogos, estúdios, profissionais e produções concorrem em diversas categorias que celebram os destaques da indústria neste ano.

    Entre os concorrentes a jogo do ano estão títulos como “Death Stranding 2: On the Beach”, “Donkey Kong Bananza”, “Hades 2”, “Hollow Knight: Silksong” e “Kingdom Come: Deliverance 2”. A premiação também destaca adaptações de franquias de games para cinema e TV, com produções como “Um Filme Minecraft”, “Devil May Cry” e “The Last of Us” entre as indicadas.

    No recorte por publishers, a Sony Interactive Entertainment lidera com 19 indicações, seguida pela Kepler Interactive, com 13, e por Electronic Arts e Microsoft, ambas com dez. Os indicados são escolhidos por um júri global composto por mais de 150 veículos de mídia e criadores de conteúdo.

    A edição deste ano será transmitida ao vivo pela primeira vez pelo Prime Video.

    A votação popular já está aberta e segue até 10 de dezembro no site oficial. A cerimônia do Game Awards acontece no dia 11 de dezembro, no Peacock Theater, em Los Angeles, com anúncios de novos jogos, apresentações musicais e a presença da The Game Awards Orchestra.
    CONFIRA AS PRINCIPAIS CATEGORIAS:

    JOGO DO ANO
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On The Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Donkey Kong Bananza” (Nintendo EPD/Nintendo)
    “Hades 2” (Supergiant Games)
    “Hollow Knight: Silksong” (Team Cherry)
    “Kingdom Come: Deliverance II” (Warhorse Studios/Deep Silver)

    MELHOR DIREÇÃO DE JOGO
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On The Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Ghost of Yōtei” (Sucker Punch Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Hades II” (Supergiant Games)
    “Split Fiction” (Hazelight Studios/EA)

    MELHOR NARRATIVA
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On The Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Ghost of Yōtei” (Sucker Punch Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Kingdom Come: Deliverance II” (Warhorse Studios/Deep Silver)
    “Silent Hill f” (NeoBards Entertainment/KONAMI)

    MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On The Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Ghost of Yōtei” (Sucker Punch Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Hades II” (Supergiant Games)
    “Hollow Knight: Silksong” (Team Cherry)

    MELHOR TRILHA SONORA E MÚSICA
    Christopher Larkin, “Hollow Knight: Silksong”
    Darren Korb, “Hades II”
    Lorien Testard, “Clair Obscur: Expedition 33”
    Toma Otowa, “Ghost of Yōtei”
    Woodkid e Ludvig Forssell, “Death Stranding 2: On The Beach”

    MELHOR DESIGN DE ÁUDIO
    “Battlefield 6” (Battlefield Studios/EA)
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On the Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Ghost of Yōtei” (Sucker Punch Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Silent Hill f” (NeoBards Entertainment/KONAMI)

    MELHOR PERFORMANCE
    Ben Starr, “Clair Obscur: Expedition 33”
    Charlie Cox, “Clair Obscur: Expedition 33”
    Erika Ishii, “Ghost of Yōtei”
    Jennifer English, “Clair Obscur: Expedition 33”
    Konatsu Kato, “Silent Hill f”
    Troy Baker, “Indiana Jones and the Great Circle”

    The Game Awards anuncia indicados, de 'Death Stranding' a 'Donkey Kong'

  • Apple se une a grife que vestiu Jobs e lança bolsa de R$ 1.200 para iPhone

    Apple se une a grife que vestiu Jobs e lança bolsa de R$ 1.200 para iPhone

    A parceria inédita entre Apple e Issey Miyake resultou no iPhone Pocket, bolsa plissada criada no Japão em colaboração com o Apple Design Studio. O acessório resgata a ligação histórica entre Miyake e Steve Jobs, mas chega ao mercado com recepção dividida: elogios pelo design e críticas ao preço.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Décadas depois de Steve Jobs adotar o icônico suéter preto criado pelo estilista japonês Issey Miyake, a Apple decidiu formalizar uma parceria inédita com a grife.

    As marcas lançaram na sexta-feira (14) o iPhone Pocket, uma bolsa transversal de tecido plissado pensada para transportar o celular ou outros itens pequenos. Disponível em países selecionados, mas não no Brasil, o produto custa US$ 149,95 (cerca de R$ 800, sem considerar impostos) na versão de alça curta e US$ 229,95 (R$ 1.225) na versão com alça longa.

    O acessório foi criado no Japão em parceria com o Apple Design Studio e é inspirado no conceito de “um único tecido” por trás das peças da marca.

    A colaboração resgata um elo histórico com Jobs, cofundador da Apple morto em 2011. Em 1981, ele conheceu Miyake e, segundo sua biografia escrita por Walter Isaacson, se encantou com o design funcional da marca de roupas a ponto de tentar implementar uniformes para toda a equipe da Apple.

    A ideia naufragou, mas a amizade continuou, e Miyake criou o suéter de gola alta que Jobs vestiu por anos em eventos da empresa. Esta é a primeira vez, contudo, que as duas marcas lançam uma colaboração.

    Além de reforçar a tendência das alças para celulares, o lançamento também ocorre em meio à presença cada vez mais forte de parcerias entre vestuário e produtos de tecnologia.

    A Meta, por exemplo, produz seus óculos inteligentes em parceria com a Oakley e a Ray-Ban, da EssilorLuxottica; a Motorola tem modelos de celulares e fones de ouvido decorados com cristais Swarovski; e a própria Apple vende pulseiras da Nike e da Hermès para o Apple Watch.

    A recepção do iPhone Pocket, no entanto, foi inicialmente mista nas redes sociais, negativa pelo preço, considerado alto até para padrões americanos, e positiva pela parceria inédita com uma marca admirada no mundo da moda.

    Em setembro, o lançamento do iPhone 17 também foi acompanhado pela estreia de uma alça transversal padrão que se acopla a uma capa de proteção. Disponível no Brasil, o produto custa R$ 719 ou US$ 60 nos EUA.

    Por aqui, há alternativas mais acessíveis para acessórios do tipo, que vêm se popularizando. Na Amazon, por exemplo, é possível encontrar produtos semelhantes por menos de R$ 50. A Ovvi, marca de acessórios da Vivo, oferece uma opção por R$ 199.

    O iPhone Pocket, em parceria com a grife, é feito de um tecido elástico, com textura rugosa inspirado na linha Pleats Please. Ele pode ser usado na mão, preso a uma bolsa ou no corpo, como uma espécie de pochete.

    A Apple diz que a paleta de cores foi desenvolvida para combinar com qualquer modelo de iPhone. O produto será vendido na França, China, Itália, Reino Unido, Estados Unidos, Japão, Singapura e Coreia do Sul.

    Apple se une a grife que vestiu Jobs e lança bolsa de R$ 1.200 para iPhone

  • Hinge, app em que prefeito de Nova York conheceu esposa, chega ao Brasil

    Hinge, app em que prefeito de Nova York conheceu esposa, chega ao Brasil

    O aplicativo de relacionamento Hinge começa a operar no Brasil com foco em conversas mais profundas e conexões duradouras, trazendo ferramentas como prompts obrigatórios, metas de relacionamento e filtros de segurança para garantir interações mais consistentes e respeitosas entre os usuários.

    (CBS NEWS) – O Hinge, aplicativo de relacionamento usado pelo prefeito eleito de Nova York, Zohran Mamdani, para conhecer sua esposa, Rama Duwaji, estreou no Brasil nesta segunda-feira (17). O casal se conheceu no app em 2021 e oficializou a união no início deste ano.

    O país é o segundo da América Latina a receber o serviço, depois do México, que ganhou acesso à plataforma em setembro. O app pode ser baixado gratuitamente na App Store e no Google. O Hinge foi adquirido pelo Match Group, dono do Tinder, em 2018.

    Fundado em 2012 nos Estados Unidos, o Hinge ficou conhecido por estimular interações mais longas entre os usuários, diferentemente de algumas plataformas que apostam em usos rápidos e sucessivos. Um dos principais recursos do app são os “quebra-gelos” -perguntas predefinidas que funcionam como prompts e são obrigatórias no perfil, criadas para facilitar o início das conversas.

    Segundo a plataforma, que adota o slogan “o aplicativo feito para ser deletado” em referência à proposta de incentivar relações duradouras, o Hinge é hoje o app de relacionamento que mais cresce em mercados como Estados Unidos, Reino Unido e Austrália. Nessas regiões, afirma a empresa, um encontro marcado pelo aplicativo ocorre a cada dois segundos.

    O fundador e CEO do Hinge, Justin McLeod, diz que a chegada ao Brasil pretende atrair usuários interessados em conexões reais. “O Brasil é conhecido por sua receptividade e autenticidade, e esses valores se alinham perfeitamente à missão do Hinge de promover conexões significativas”, afirma.

    Cada usuário deve responder a três quebra-gelos, como “A gente vai se dar bem se…” ou “Eu poderia passar a noite toda conversando sobre…”. Além de texto e fotos, é possível incluir áudios e vídeos nessas respostas.

    O app reúne outros recursos voltados a incentivar conversas mais consistentes. Um deles é o “Metas de relacionamento”, em que o usuário pode indicar se busca um parceiro de longo prazo, algo mais curto ou se ainda está definindo o que procura.

    Há ainda o “Sua vez”, que lembra quando é a vez do usuário responder, para evitar conversas interrompidas. O recurso também tem um limite: o aplicativo exige que a pessoa responda ou encerre diálogos antes de iniciar novas interações -medida que, segundo a empresa, elevou em 20% a taxa de resposta.

    Outro item é o “A gente se conheceu”, uma pesquisa enviada após o encontro presencial para perguntar se ambos têm interesse em se ver novamente.
    No Brasil, o aplicativo contará com mais de 50 opções de identidade de gênero e 21 de orientação sexual. Além disso, os usuários podem indicar preferências que refletem seus valores, religião, objetivos de vida ou até signos do zodíaco.

    SEGURANÇA E CIÊNCIA DO AMOR

    O aplicativo oferece verificação por selfie, lembretes que incentivam comportamentos considerados positivos e um filtro de comentários, mecanismos pensados para dar mais controle aos usuários e tentar evitar interações problemáticas antes que ocorram.

    A empresa afirma ter criado o Hinge Labs, uma equipe interna de pesquisadores e cientistas comportamentais dedicada a estudar o que favorece conexões duradouras. O grupo combina análises quantitativas e qualitativas para identificar desafios comuns no universo dos encontros e testar novas funcionalidades. A ideia, segundo o Hinge, é aprimorar a experiência dos encontros presenciais e torná-la mais segura e eficaz.

    Hinge, app em que prefeito de Nova York conheceu esposa, chega ao Brasil

  • Conselhos de saúde do ChatGPT: Cuidados e como tirar o melhor proveito

    Conselhos de saúde do ChatGPT: Cuidados e como tirar o melhor proveito

    Especialistas alertam que, embora os chatbots de IA ofereçam respostas rápidas e acessíveis sobre saúde, eles podem disseminar informações erradas e até perigosas, aumentando o risco de diagnósticos equivocados e atrasando a busca por atendimento médico adequado

    Está cada vez mais difícil ter acesso a bons serviços de saúde. Os tempos de espera estão aumentando, assim como as contas médicas. Por isso, as pessoas estão recorrendo a chatbots com inteligência artificial, como ChatGPT, Gemini e CoPilot, em busca de respostas. Ao pedir conselhos médicos a uma plataforma dessas, você recebe uma resposta instantânea, gratuita e fácil de entender. Como resultado, cada vez mais pessoas estão se tornando dependentes da ideia de ter um médico à disposição no bolso. No entanto, esses conselhos trazem riscos. A IA pode fornecer informações falsas, dar conselhos incorretos e, às vezes, até mesmo emitir recomendações prejudiciais ou que coloquem a vida em risco.

    Portanto, clique para garantir que você esteja usando chatbots de forma responsável e descubra como tirar o máximo proveito deles.

    Conselhos de saúde do ChatGPT: Cuidados e como tirar o melhor proveito

  • Não consegue distinguir a realidade de IA? Apenas 5 minutos pode ajudá-lo

    Não consegue distinguir a realidade de IA? Apenas 5 minutos pode ajudá-lo

    Um estudo britânico mostra que um treinamento rápido de cinco minutos é suficiente para aumentar a capacidade de identificar rostos gerados por inteligência artificial. Pesquisadores explicam que entender pequenos detalhes visuais, como dentes e cabelos, ajuda a evitar enganos e possíveis fraudes digitais.

    A inteligência artificial tem avançado em ritmo acelerado. Até poucos anos atrás, era relativamente fácil distinguir uma foto de uma pessoa real de uma imagem gerada por ferramentas de IA. Hoje, essa tarefa se tornou muito mais desafiadora.

    Um estudo recente publicado pela Royal Society, conduzido por pesquisadores das universidades britânicas de Reading, Greenwich, Leeds e Lincoln, indica que, com apenas cinco minutos de treino, é possível melhorar significativamente a capacidade de identificar rostos reais e falsos.

    Na pesquisa, participaram 664 voluntários. Entre eles, os que já possuíam algum conhecimento sobre inteligência artificial acertaram 41% das vezes ao diferenciar rostos verdadeiros dos gerados por computador. Já os participantes com pouco ou nenhum conhecimento tiveram uma precisão de 31%.

    Após uma breve sessão de orientação, em que foram apresentadas as falhas mais comuns das imagens criadas por IA, como dentes desalinhados, detalhes de cabelo pouco naturais ou imperfeições artificiais na pele, os mesmos participantes foram novamente testados. O resultado mostrou melhora significativa na precisão das respostas.

    Segundo Katie Gray, pesquisadora da Universidade de Reading, os rostos gerados por IA representam um risco real para a segurança. Ela explica que essas imagens já têm sido utilizadas em perfis falsos de redes sociais, fraudes em verificações de identidade e até falsificação de documentos.

    A especialista reforça que as tecnologias mais recentes de geração de imagens produzem rostos quase indistinguíveis da realidade, o que aumenta os riscos de manipulação e engano. Por isso, adquirir um mínimo de conhecimento visual sobre os erros dessas ferramentas pode ser decisivo para evitar ser enganado, conclui o estudo.

    Não consegue distinguir a realidade de IA? Apenas 5 minutos pode ajudá-lo

  • Especialistas explicam a regra 20/80 que protege a bateria do celular

    Especialistas explicam a regra 20/80 que protege a bateria do celular

    Manter o nível de carga entre 20% e 80% ajuda a preservar a saúde da bateria e evita desgastes provocados por excesso ou falta de energia. Entenda por que essa prática simples pode prolongar o desempenho e a durabilidade do seu smartphone.

    Por mais que você tente, o celular nunca chega ao fim do dia com bateria? A explicação pode estar na forma como você o carrega. A solução é simples e tem nome: a regra de ouro dos 20/80.

    Essa regra recomenda manter a carga da bateria entre 20% e 80%, evitando deixar o celular descarregar completamente ou permanecer muito tempo em 100%, como costuma acontecer quando o aparelho fica plugado durante a noite.

    Pode parecer estranho não carregar até o máximo, mas há uma razão técnica. As baterias de íon-lítio, presentes na maioria dos smartphones atuais, funcionam em ciclos de carga e descarga. Quando são levadas aos extremos, totalmente carregadas ou totalmente descarregadas, seus eletrodos trabalham sob alta tensão, o que acelera reações químicas internas e reduz gradualmente a vida útil da bateria, segundo o site especializado TechTudo.

    Por isso, os primeiros e os últimos 20% de carga exigem mais esforço da bateria, causando desgaste mais rápido tanto quando há energia em excesso quanto quando há escassez.

    Como aplicar a regra no seu celular

    Muitos sistemas operacionais já oferecem recursos automáticos para preservar a bateria. Nos iPhones, por exemplo, há o carregamento otimizado, que aprende a rotina do usuário e evita que o celular fique com 100% de carga por longos períodos. Nos modelos mais recentes, como o iPhone 15, é possível até definir um limite máximo de 80% e receber alertas quando o nível de bateria estiver baixo ou completo.

    Nos aparelhos Android há funções semelhantes. Os celulares da Samsung oferecem três níveis de proteção da bateria (básico, adaptativo e máximo), sendo que o último também limita a carga a 80%. Marcas como Google Pixel, Xiaomi e Motorola contam com o carregamento adaptativo, que ajusta a velocidade de recarga com base nos hábitos do usuário, garantindo que o celular atinja 100% apenas uma hora antes de ser desconectado da tomada.

    Além da regra 20/80, outras práticas ajudam a conservar a bateria: evitar exposição a temperaturas extremas ou à luz solar direta, fechar aplicativos em segundo plano, reduzir o brilho da tela e, sempre que possível, usar carregadores originais ou certificados. Essas pequenas mudanças podem aumentar significativamente a durabilidade do seu celular.

    Especialistas explicam a regra 20/80 que protege a bateria do celular

  • Vendas de iPhones na China aumentam 22% após novo lançamento

    Vendas de iPhones na China aumentam 22% após novo lançamento

    As vendas de iPhones na China viram um aumento de 22% no primeiro mês após o lançamento do iPhone 17, de acordo com um estudo da empresa Counterpoint.

    As vendas de iPhones na China aumentaram 22% em relação ao mesmo período do ano anterior, no primeiro mês após o lançamento do iPhone 17. A conclusão é de um estudo da empresa Counterpoint, citado pela agência de notícias Reuters.

    Segundo os dados, o iPhone 17 foi responsável pela maioria dos smartphones da Apple vendidos no país desde o lançamento, em 19 de setembro, representando cerca de 80% das unidades compradas pelos consumidores.

    No ano anterior, após o lançamento do iPhone 16 em setembro de 2024, as vendas haviam registrado uma queda de 5%.

    O lançamento do iPhone 17, lembra a Reuters, atraiu centenas de pessoas à loja principal da Apple em Pequim, apesar da crescente concorrência de marcas como Xiaomi e Huawei.

    A linha iPhone 16, iPhone 17 Pro, iPhone 17 Pro Max e iPhone Air foi apresentada oficialmente em 9 de setembro e lançada em 19 de setembro.

    O preço do iPhone 17 começa em 989 euros, mantendo o mesmo valor de lançamento do iPhone 16 no ano passado. No entanto, o iPhone 16 tinha uma versão básica de 128 GB, enquanto as configurações do iPhone 17 começam em 256 GB.

    Dessa forma, a versão mais barata da série iPhone 17 passa a contar com apenas duas opções — já que não existe uma versão com 1 TB de armazenamento interno.

    Já o iPhone Air pode ser adquirido por 1.249 euros na versão de 256 GB. O iPhone 17 Pro, por sua vez, custa 1.349 euros.

    O iPhone 17 Pro Max custa 1.499 euros na versão de 256 GB, sendo o mesmo valor cobrado pela Apple em 2024 pela configuração equivalente do iPhone 16 Pro Max.

    Vendas de iPhones na China aumentam 22% após novo lançamento