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  • Shell prevê alta na produção de petróleo e gás, mas alerta para fraqueza no downstream

    Shell prevê alta na produção de petróleo e gás, mas alerta para fraqueza no downstream

    A empresa calcula que a produção da área de upstream no quarto trimestre ficou entre 1,84 milhão e 1,94 milhão de barris de óleo equivalente por dia (boe/d), acima dos 1,83 milhão boe/d registrados no terceiro trimestre

    A Shell informou que espera registrar aumento na produção de petróleo e gás no quarto trimestre de 2025, mas alertou para o desempenho mais fraco em suas áreas de downstream, especialmente nos segmentos de marketing e de químicos e produtos, segundo atualização divulgada pela petrolífera britânica nesta quinta-feira, 8.

    A empresa calcula que a produção da área de upstream no quarto trimestre ficou entre 1,84 milhão e 1,94 milhão de barris de óleo equivalente por dia (boe/d), acima dos 1,83 milhão boe/d registrados no terceiro trimestre. A Shell destaca que o intervalo já considera o impacto da incorporação da joint venture Adura no Reino Unido.

    Em contrapartida, a petrolífera sinalizou que os lucros ajustados do negócio de marketing devem ser pressionados por fatores sazonais e por um ajuste tributário diferido sem efeito caixa relacionado à joint venture Adura. O resultado ajustado dessa divisão também ficará abaixo do observado no quarto trimestre do ano anterior, acrescentou.

    O cenário é ainda mais desafiador no segmento de ‘químicos e produtos’. A companhia espera que a unidade registre prejuízo relevante em termos de lucro ajustado, reflexo de margens mais fracas e, novamente, de um ajuste tributário diferido de natureza contábil, sem impacto direto no caixa. A Shell acrescentou que o resultado do segmento deve ficar abaixo do ponto de equilíbrio no período.

    Por volta das 8h15 (de Brasília), a Shell tinha queda de 2,39% em Londres.

    Shell prevê alta na produção de petróleo e gás, mas alerta para fraqueza no downstream

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  • Passagem aérea puxa inflação ao consumidor no IGP-DI de dezembro, afirma FGV

    Passagem aérea puxa inflação ao consumidor no IGP-DI de dezembro, afirma FGV

    Três das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais elevadas: Transportes (de -0,03% em novembro para 0,38% em dezembro), Alimentação (de -0,03% para 0,13%) e Vestuário (de -0,87% para 0,27%).

    O aumento de 8,18% na passagem aérea puxou o ranking de principais pressões sobre a inflação no varejo medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) em dezembro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV).

     

    Houve pressões também dos avanços no plano de saúde (0,44%), refeições em bares e restaurantes (0,59%), aluguel residencial (0,48%) e tarifa de táxi (7,99%). Na direção oposta, figuraram entre os principais alívios o perfume (-3,82%), leite longa vida (-4,80%), eletricidade residencial (-0,40%), seguro para veículo (-1,82%) e tomate (-5,77%).

    O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI) teve alta de 0,28% em dezembro, ante uma elevação também de 0,28% em novembro.

    Três das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais elevadas: Transportes (de -0,03% em novembro para 0,38% em dezembro), Alimentação (de -0,03% para 0,13%) e Vestuário (de -0,87% para 0,27%).

    Por outro lado, as taxas foram mais baixas nos grupos Educação, Leitura e Recreação (de 2,15% para 1,17%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,33% para 0,07%), Habitação (de 0,30% para 0,20%), Despesas Diversas (de 0,22% para 0,08%) e Comunicação (de 0,11% para 0,02%).

    O núcleo do IPC-DI teve alta de 0,33% em dezembro, após um aumento de 0,31% em novembro. Dos 85 itens componentes do IPC, 41 foram excluídos do cálculo do núcleo. O índice de difusão, que mede a proporção de itens com aumentos de preços, passou de 52,26% em novembro para 61,29% em dezembro.

    Passagem aérea puxa inflação ao consumidor no IGP-DI de dezembro, afirma FGV

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  • Itaú e Santander promovem leilões com 350 imóveis e descontos de até 76%

    Itaú e Santander promovem leilões com 350 imóveis e descontos de até 76%

    Os leilões, em parceria com a Zuk, ofertam 354 imóveis entre opções residenciais e comerciais. Os lotes abrangem 25 estados do Brasil, incluindo o Distrito Federal. Os leilões acontecem nas próximas semanas. O do Santander está marcado para o dia 12 de janeiro, enquanto o do Itaú ocorre no dia 19 -ambos caem numa segunda-feira

    (UOL/FOLHAPRESS) – Os bancos Itaú e Santander promovem neste mês de janeiro dois leilões de imóveis com mais de 350 imóveis e descontos que podem chegar a 76%.

    Os leilões, em parceria com a Zuk, ofertam 354 imóveis entre opções residenciais e comerciais. Os lotes abrangem 25 estados do Brasil, incluindo o Distrito Federal.

    Os leilões acontecem nas próximas semanas. O do Santander está marcado para o dia 12 de janeiro, enquanto o do Itaú ocorre no dia 19 -ambos caem numa segunda-feira.

    As vendas ocorrem de forma online, por meio da plataforma da companhia. Para participar, basta se cadastrar no Portal Zuk, consultar o edital do lote e fazer a oferta pelo imóvel desejado.

    LEILÃO DO SANTANDER

    Data: 12 de janeiro
    Estados: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
    Edital: Portal Zuk e no Santander Imóveis
    Link:

    São 222 lotes com descontos que podem chegar a 73%. Para quem preferir quitar tudo em uma única vez pode optar pelo pagamento à vista; quem desejar parcelar, consegue pagar o imóvel em até 420 vezes.

    Os valores variam de R$ 34 mil para uma casa no bairro Renascer – Phoc Ii na cidade de Camaçari (BA), com 38 m², até R$ 3,815 milhões para um apartamento no centro da cidade de Cidelândia (MA), com 421 m² de área construída. O imóvel com maior desconto (73%) é uma casa no valor de R$ 315 mil no bairro Jardim Regente, na cidade de Indaiatuba (SP), com 298 m².

    LEILÃO DO ITAÚ
    Data: 19 de janeiro
    Estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.
    Edital: Portal Zuk
    Link:

    São 132 lotes com descontos que chegam a 76%. A forma de pagamento será à vista, sendo a quitação no ato da compra com 10% off. A plataforma reforça ainda que há imóveis abertos à apresentação de proposta.

    Os valores variam de R$ 29,4 mil para um apartamento no bairro Parada Lucas, Rio de Janeiro (RJ), com 38 m², até R$ 1,046 milhão para um imóvel comercial no bairro de Fátima, na cidade de Fortaleza (CE), com 423 m². O imóvel com maior desconto (76% off) é uma casa no valor de R$ 51 mil no Parque Sol Nascente, na cidade de Luziânia (GO), com 62 m².

    Itaú e Santander promovem leilões com 350 imóveis e descontos de até 76%

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  • Daniel Vorcaro voltará a depor à PF

    Daniel Vorcaro voltará a depor à PF

    Interrogatório de Daniel Vorcaro está previsto para o dia 27, e ainda não está definido se ela ocorrerá na sede da PF ou no STF (Supremo Tribunal Federal)

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi intimado pela Polícia Federal a prestar depoimento no fim de janeiro no âmbito das investigações sobre a tentativa de venda ao BRB (Banco de Brasília).

    Além de Vorcaro, outros ex-executivos, como o ex-sócio dele Augusto Lima, também tiveram o depoimento marcado.

    O interrogatório de Vorcaro está previsto para o dia 27, e ainda não está definido se ela ocorrerá na sede da PF ou no STF (Supremo Tribunal Federal), como nos depoimentos de 30 de dezembro. O empresário pode optar por falar por videoconferência ou presencialmente.

    A expectativa de pessoas que acompanham as apurações é que a PF faça perguntas mais duras, com o objetivo de colher contradições em relação ao depoimento colhido durante o recesso, no dia da acareação do ex-banqueiro com o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

    As perguntas ajudaram a embasar o inquérito contra o dono do Master.

    Ainda não se sabe se o banqueiro, que está morando em São Paulo, participará presencialmente ou se de maneira remota -a PF franqueou a opção, assim como ocorreu em dezembro. Na ocasião, Vorcaro pediu autorização ao ministro Dias Toffoli, do STF, para depor pessoalmente em Brasília.

    Desde que teve a prisão preventiva revogada, em 28 de novembro, o ex-banqueiro está usando tornozeleira eletrônica e precisa pedir autorização da Justiça para se deslocar.

    Além de Vorcaro e Lima, a PF vai interrogar entre o fim de janeiro e o início de fevereiro o ex-diretor de riscos do Master, Luiz Antônio Bull, e o também ex-sócio Ângelo Antônio Ribeiro da Silva. O ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e outros ex-integrantes do banco estatal de Brasília também prestarão depoimentos.

    Este será o segundo depoimento de Costa à Polícia Federal.

    Vorcaro e Costa passaram por uma acareação sobre divergências em relação à venda de R$ 12,2 bilhões em créditos inexistentes, segundo os investigadores, do Banco Master para o BRB. Esse será o tema das oitivas do fim de janeiro.

    O diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino, responsável por supervisionar as instituições, prestou depoimento, mas ficou de fora da acareação.

    No primeiro depoimento, além de responder a perguntas da delegada da PF Janaina Palazzo e do Ministério Público Federal, Vorcaro também foi interrogado com perguntas elaboradas pelo gabinete do ministro Dias Toffoli, do Supremo.

    Foram feitas a Vorcaro ao menos 80 perguntas elaboradas pelo ministro em depoimento que durou quase três horas.

    O processo é sigiloso. Desde o começo de dezembro, diligências e medidas ligadas à investigação sobre o Master e Vorcaro têm que passar pelo crivo de Toffoli, por decisão do próprio magistrado.

    A investigação sobre a tentativa de venda do Master apontou que, antes mesmo da formalização do negócio, o banco teria forjado e vendido cerca de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito consignado para o BRB -R$ 6,7 bilhões em contratos falsos e R$ 5,5 bilhões em prêmios, o valor que supostamente a carteira valeria, mais um bônus.

    O escândalo do Master levou à liquidação do banco em 18 novembro.

    Daniel Vorcaro voltará a depor à PF

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  • UE acelera acordo com Mercosul após EUA invadirem Venezuela

    UE acelera acordo com Mercosul após EUA invadirem Venezuela

    Itália obtém concessões para assinar tratado; França resiste e espera reação do Parlamento; pacto de livre comércio ganha peso estratégico diante das questões geopolíticas do bloco

    BERLIM, ALEMANHA (FOLHAPRESS) – A União Europeia destravou as discussões em torno do acordo de livre comércio com o Mercosul, nesta quarta-feira (7), na esteira da invasão americana na Venezuela. Reunião entre ministros de Agricultura do bloco, em Bruxelas, que oficialmente não tinha o tratado em sua pauta, serviu como prognóstico em relação à votação decisiva sobre o tratado, marcada para sexta.

    A Itália, que havia se alinhado com o grupo de oposição liderado pela França pouco antes do Natal, obteve concessões significativas, que não estavam na mesa de negociações até o fim de semana. Cerca de EUR 45 bilhões em subsídios do próximo Orçamento da UE serão antecipados para aplacar a fúria dos fazendeiros do continente.

    O ministro italiano de Agricultura, Francesco Lollobrigida, emplacou também uma ienção tarifária de fertilizantes, que estavam na mira do CBAM, a taxa de carbono sobre importações da UE que estreou neste mês. Há uma cláusula de suspensão no mecanismo, mas a Itália advoga que o insumo seja afastado de vez da tarifação de até 25%. A França participou do pleito.

    “Sempre apoiámos a conclusão do acordo, salientando a necessidade de ter em devida conta as preocupações legítimas do setor agrícola”, declarou em comunicado Antonio Tajani, ministro italiano de Relações Exteriores. O trato, segundo ele, traz “enormes benefícios”.

    Desmoralizar o instrumento quase em sua estreia foi um dos preços que a Comissão Europeia aceitou pagar para destravar o acordo. Outro foi voltar atrás na nova política de destinação de fundos agrícolas, que previa um controle maior de Bruxelas nas liberações de subsídios durante a vigência do Orçamento 2028-2034.

    O timing das deliberações, dias depois da captura de Nicolás Maduro em Caracas, sugere disposição renovada da Comissão Europeia em fechar o acordo, que deve dar um raro fôlego à combalida economia do bloco diante de desafios geopolíticos crescentes.

    Segundo o site Político, a única dúvida entre diplomatas em Bruxelas era como os EUA receberiam o acordo dias depois de Donald Trump exibir os músculos de sua Doutrina Donroe, o resgate reacionário da Doutrina Monroe, na Venezuela.

    Por ela, os EUA teriam ascendência sobre o “hemisfério ocidental” apenas porque isso é uma questão de segurança nacional.

    Até aqui, o tratado passou relativamente batido pela verborragia da Casa Branca, ainda que o presidente americano seja um notório crítico do multilateralismo e dos acordos de livre comércio -inclusive dos que os EUA são signatários, como o pacto comercial com México e Canadá, bombardeado por Trump desde seu retorno ao poder, há um ano.

    Como já havia ocorrido em dezembro, o governo de Giorgia Meloni sinalizou suas novas intenções antes mesmo da discussão recomeçar em Bruxelas.

    Sem o voto italiano, a França dificilmente conseguirá uma minoria de bloqueio no Conselho da UE (apoio de ao menos quatro países e a representação de 35% da população do bloco). Ainda que tenha recebido as últimas concessões como avanços, o governo francês continua inflexível e imaginando os próximos passos.

    A aprovação no Conselho da UE, na sexta, permitiria à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, viajar na próxima semana para assinar o acordo na América do Sul. A data negociada até aqui para a cerimônia é segunda-feira (12), segundo Bruxelas. A estratégia francesa, no entanto, seria prolongar o debate sobre concessões ou mesmo minar o documento no Parlamento Europeu.

    As salvaguardas inseridas no acordo pelos eurodeputados em dezembro e depois ponderadas no chamado trialogo, que reúne integrantes do Parlamento, do Conselho e da Comissão, exigem a aprovação final do documento em Estrasburgo.

    A suspensão da importação de frutas do Mercosul com traços de agrotóxicos, anunciada nesta semana, já seria um primeiro movimento dessa ofensiva.

    Maud Bregeon, porta-voz do governo francês, lembrou que o Parlamento poderia decidir ainda levar o acordo para apreciação do Tribunal de Justiça da UE, trâmite que consumiria anos. Opositores do tratado já formularam resolução nesse sentido à presidente da Casa, Roberta Metsola, que por enquanto a engavetou.

    A aprovação do tratado seria um fato inédito no bloco, que nunca prescindiu do apoio de um de seus fundadores em negociações desse tipo, e elevaria ainda mais a crise política francesa, deixando nas cordas, outra vez, o primeiro-ministro, Sébastian Lecornu.

    “O episódio corre o risco de deixar na opinião pública um sentimento de impotência política com efeitos deletérios”, escreveu em editorial o Le Monde. O influente jornal francês classificou a oposição do presidente Emmanuel Macron ao tratado como “aposta diplomática errada em um momento decisivo para a Europa”.

    UE acelera acordo com Mercosul após EUA invadirem Venezuela

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  • Marinho diz que novo salário mínimo e isenção do IR injetarão R$ 110 bi na economia em 2026

    Marinho diz que novo salário mínimo e isenção do IR injetarão R$ 110 bi na economia em 2026

    O ministro já havia afirmado que o fim da escala 6×1 é uma prioridade do governo Lula em 2026 e que avaliava ser possível reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, antes de iniciar uma diminuição gradativa até 36 horas

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou nesta quarta-feira (7) que o reajuste do salário mínimo e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil vão injetar R$ 110 bilhões na economia em 2026.

    Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, do CanalGov, ele afirmou ainda acreditar que seja possível aprovar o fim da escala de trabalho 6×1 em um ano eleitoral.

    O ministro já havia afirmado que o fim da escala 6×1 é uma prioridade do governo Lula em 2026 e que avaliava ser possível reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, antes de iniciar uma diminuição gradativa até 36 horas.

    O presidente Lula também disse que o país está pronto e a economia estão prontos para o fim da escala.

    Em relação ao IR, a nova tabela do imposto começou a valer em 1º de janeiro de 2026 e zera a cobrança do tributo para trabalhadores com renda mensal de até R$ 5.000. A mudança decorre da lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 26 de novembro.

    Além de zerar o imposto para quem ganha até R$ 5.000, a nova tabela reduz a carga tributária de quem recebe entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 por mês. Acima desse valor, seguem válidas as alíquotas progressivas atuais, que vão de 7,5% a 27,5%. A mudança pode representar uma redução de até R$ 312,89 no imposto mensal.

    No calendário de mudanças do começo do ano, também está o novo valor do salário mínimo, de R$ 1.621, em vigor desde o início de janeiro (1º). O reajuste é de 6,79%.

    Marinho diz que novo salário mínimo e isenção do IR injetarão R$ 110 bi na economia em 2026

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  • Lula sanciona Lei contra descontos indevidos no INSS, mas veta devolução via orçamento

    Lula sanciona Lei contra descontos indevidos no INSS, mas veta devolução via orçamento

    Aprovada pelo Congresso após o escândalo das fraudes envolvendo descontos de aposentados e pensionistas, a norma determina a devolução dos valores em até 30 dias após a decisão que reconhecer as cobranças indevidas

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.327, que proíbe descontos relativos a mensalidades nos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Aprovada pelo Congresso após o escândalo das fraudes envolvendo descontos de aposentados e pensionistas, a norma determina a devolução dos valores em até 30 dias após a decisão que reconhecer as cobranças indevidas, inclusive com a possibilidade de sequestro de bens dos investigados.

    Lula vetou, no entanto, o uso de recursos públicos do orçamento do INSS para ressarcir os segurados. Em 2025, o governo utilizou créditos extraordinários, fora da meta de resultado primário e do teto de despesas, para devolver os valores aos afetados.

    O texto aprovado previa que, caso as entidades responsáveis não devolvessem os valores em até 30 dias, o pagamento caberia ao próprio INSS. “Em que pese a boa intenção do legislador, os dispositivos são inconstitucionais e contrariam o interesse público, pois criam despesa obrigatória de caráter continuado, na forma de obrigação de ressarcimento a ser custeado pela União, sem apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e das devidas medidas compensatórias”, justificou o Planalto.

    O presidente também vetou o trecho que determinava ao INSS a realização de busca ativa por beneficiários lesados em decorrência de descontos indevidos. Segundo o governo, a medida atribuía ao órgão “competências que não lhe são próprias, expondo a autarquia a riscos jurídicos e operacionais, além de custos extraordinários, sem a devida estimativa de impacto orçamentário e financeiro”.

    Além disso, Lula vetou dispositivos que permitiam a amortização de operações de crédito consignado e que obrigavam o INSS a disponibilizar equipamentos de leitura biométrica em todos os postos de atendimento para desbloquear a contratação de crédito por aposentados e pensionistas. Por fim, também foi vetada a designação do Conselho Monetário Nacional como instância responsável por definir o teto de juros da modalidade, sob o argumento de que a Constituição estabelece que a matéria é de iniciativa privativa do presidente da República.

    Lula sanciona Lei contra descontos indevidos no INSS, mas veta devolução via orçamento

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  • Brasil bate recorde de exportações em 2025 apesar de tarifas dos EUA

    Brasil bate recorde de exportações em 2025 apesar de tarifas dos EUA

    Mesmo com a guerra comercial e tarifas impostas por Donald Trump, vendas externas atingiram o maior valor da história. Superávit caiu porque as importações cresceram mais rápido e exportações aos EUA recuaram

    O Brasil encerrou 2025 com um recorde de exportações, mesmo em meio à guerra comercial iniciada pelos Estados Unidos e às tarifas adicionais de 50% impostas pelo presidente norte-americano, Donald Trump. Ainda assim, o superávit da balança comercial somou US$ 68,293 bilhões, o que representa uma queda de 7,9% em relação a 2024.

    As exportações brasileiras alcançaram US$ 348,676 bilhões no ano passado, o maior valor já registrado e 3,5% acima do resultado de 2024, segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

    Apesar do avanço nas vendas externas, o superávit comercial diminuiu porque as importações cresceram em ritmo mais acelerado. Em 2025, as compras do exterior aumentaram 6,7% e totalizaram US$ 280,382 bilhões.

    A redução do saldo positivo também está ligada às tarifas impostas pelos Estados Unidos, segundo maior parceiro comercial do Brasil, que provocaram uma queda de 6,6% nas exportações brasileiras para aquele mercado.

    O cenário começou a se normalizar apenas em dezembro, depois que Trump, após uma série de reuniões e conversas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reduziu as tarifas sobre a maioria dos produtos brasileiros para 10%.

    Para compensar a retração nas vendas aos Estados Unidos, o Brasil ampliou as exportações para seus outros principais parceiros comerciais. Houve crescimento de 6,0% nas vendas para a China, de 3,2% para a União Europeia e de expressivos 31,4% para a Argentina.
     
     

     

    Brasil bate recorde de exportações em 2025 apesar de tarifas dos EUA

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  • Proteção do BC contra abertura de contas piratas já foi usada por 545 mil pessoas

    Proteção do BC contra abertura de contas piratas já foi usada por 545 mil pessoas

    Desde dezembro, instituições financeiras fizeram 33 milhões de consultas a sistema; ferramenta permite que cidadãos bloqueiem abertura de contas em seu nome

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Uma ferramenta do Banco Central para que cidadãos impeçam a abertura de contas piratas em seu nome teve 545 mil ativações desde que foi lançada, em dezembro de 2025, até o início da tarde desta terça-feira (6), segundo a autoridade monetária.

    Batizada de BC Protege+, a ferramenta visa prevenir fraudes bancárias ao proteger o usuário contra a abertura de novas contas (incluindo corrente, poupança ou de pagamento pré-pago). A ferramenta também pode impedir a inclusão fraudulenta do nome da pessoa ou de sua empresa como titular ou representante em contas de terceiros. A adesão é voluntária.

    De dezembro para cá, instituições financeiras fizeram 33 milhões de consultas ao sistema para verificar a preferência dos clientes para abertura de contas ou inclusão do nome como titular. Do total, 111 mil novas contas deixaram de ser abertas, devido à proteção da ferramenta.

    O cidadão poderá ativar ou desativar a opção a qualquer momento e pelo tempo que desejar. O sistema mostrará os movimentos realizados, bem como as consultas feitas por instituições financeiras sobre a possibilidade de abertura de novas contas no nome do cliente.

    Quase 1 em cada 5 brasileiros já foram ameaçados ou chantageados por dados vazados, de acordo com a Pesquisa de Vitimização e Percepção da Segurança Pública no Brasil, publicada em agosto de 2025; os casos geraram um prejuízo estimado de R$ 24,2 bilhões.

    Ao todo, mais de 32 milhões de pessoas no país já foram vítimas em episódios do tipo. Desse total, 33,4% sofreram fraude em meio digital com prejuízo financeiro direto.

    Durante o lançamento do sistema, em dezembro, a diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta do BC, Izabela Correa, afirmou que a expectativa do Banco Central é de redução de golpes e fraudes em relação à abertura de contas.

    COMO FUNCIONA O BC PROTEGE+

    – Cidadão acessa a área logada do Meu BC com sua conta gov.br nível prata ou ouro com verificação em duas etapas habilitada;
    – Clica no botão “Gerenciar a proteção” no card “BC Protege+”;
    – Ativa a proteção no card “Contas – abertura e inclusão”;
    – Antes de abrir uma conta ou incluir um titular ou representante em uma conta, a instituição deve consultar opção registrada para o CPF ou CNPJ;
    – Se a proteção estiver ativada, ela não poderá fazer a contratação;
    – O cidadão pode ativar e desativar a proteção a qualquer momento, inclusive durante a jornada de contratação;
    – O cidadão também pode ver qual instituição realizou a consulta dos seus dados no sistema;
    – Para empresas, o serviço está disponível para sócios, representantes e colaboradores devidamente cadastrados no módulo de empresas da plataforma gov.br.

    Proteção do BC contra abertura de contas piratas já foi usada por 545 mil pessoas

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  • Dólar cai para R$ 5,37 com redução de preocupações com Venezuela

    Dólar cai para R$ 5,37 com redução de preocupações com Venezuela

    Bolsa sobe 1,11% e atinge maior nível em mais de um mês

    A redução das preocupações em torno da Venezuela e o maior apetite por economias emergentes impulsionaram o mercado financeiro. O dólar fechou abaixo de R$ 5,40 pela primeira vez desde o início de dezembro.

    A bolsa subiu e atingiu o nível mais alto em mais de um mês.

    O dólar comercial encerrou esta terça-feira (6) vendido a R$ 5,379, com recuo de R$ 0,026 (-0,48%). A cotação chegou a subir nos primeiros minutos de negociação, mas caiu após a abertura dos mercados nos Estados Unidos. 

    Na mínima do dia, por volta das 12h, chegou a R$ 5,36.

    Essa foi a quarta queda consecutiva da moeda estadunidense. No menor valor desde 4 de dezembro, a divisa cai 3,5% apenas nas quatro últimas sessões.

    No mercado de ações, o dia foi marcado pela euforia. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 163.664 pontos, com alta de 1,11%. O indicador está no maior nível desde 4 de dezembro, dia em que atingiu recorde histórico.

    Em relação à Venezuela, as moedas de países emergentes foram beneficiadas pela diminuição das tensões, após a presidenta em exercício, Delcy Rodríguez, enviar uma carta a Donald Trump em que informa estar disposta a uma “agenda de colaboração”.

    Além disso, o real beneficiou-se do realinhamento de posições típico do início de cada ano.

    Em dezembro, a moeda brasileira foi pressionada por ruídos políticos provocados pela pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) às eleições de 2026, e pelo envio de remessas de empresas ao exterior, aproveitando-se dos dias finais de isenção de Imposto de Renda sobre dividendos acima de R$ 50 mil por mês.

    Dólar cai para R$ 5,37 com redução de preocupações com Venezuela

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