Categoria: Uncategorized

  • Brasil e China aprovam isenção de vistos para viagens de até 30 dias

    Brasil e China aprovam isenção de vistos para viagens de até 30 dias

    Medida entrou em vigor nesta terça-feira e será válida até o fim do ano para turismo, negócios, eventos culturais e visitas familiares. Governo brasileiro espera aumento no número de turistas chineses no país

    Brasil e China aprovaram uma isenção recíproca de vistos que entrou em vigor nesta terça-feira e será válida até o fim do ano, segundo informaram os ministérios das Relações Exteriores e do Turismo.

    De acordo com o comunicado oficial, os dois países chegaram a um acordo para permitir viagens sem visto para permanências de até 30 dias.

    A medida vale até 31 de dezembro e contempla viagens com finalidades de turismo, negócios, atividades artísticas, culturais, recreativas e esportivas, além de visitas a familiares, participação em conferências, congressos e reuniões.

    Com a isenção, o governo brasileiro espera um “aumento significativo” no número de turistas chineses no país.

    Ainda segundo o comunicado, a iniciativa representa “mais um passo no fortalecimento das relações bilaterais” e deve contribuir para ampliar o fluxo turístico e empresarial entre Brasil e China.

    Em 2025, o Brasil registrou recorde histórico no número de turistas estrangeiros, com a entrada de 9,28 milhões de visitantes internacionais, segundo dados do Ministério das Relações Exteriores.

    Brasil e China aprovam isenção de vistos para viagens de até 30 dias

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Saiba o que significa o fim da criptografia nos chats do Instagram

    Saiba o que significa o fim da criptografia nos chats do Instagram

    Meta encerrou criptografia de ponta a ponta nas mensagens do Instagram, permitindo acesso ao conteúdo das conversas pela plataforma. Mudança reacende debate sobre privacidade, moderação de conteúdo, uso de dados para IA e pressão de autoridades por maior controle sobre mensagens privadas.

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Instagram deixou de oferecer criptografia de ponta a ponta nas mensagens diretas (DMs), o que faz com que o conteúdo dos chats possa ser lido por terceiros.

    A Meta encerrou o suporte à criptografia de ponta a ponta nas DMs do Instagram na última sexta. Em nota no site de suporte, a empresa afirma: “As mensagens criptografadas de ponta a ponta no Instagram não terão mais suporte após 8 de maio de 2026”.

    A empresa justificou a mudança dizendo que pouca gente ativava o recurso, que era opcional. Um porta-voz da Meta disse ao jornal britânico The Guardian: “Muito poucas pessoas ativavam a criptografia de ponta a ponta nas DMs, então estamos tirando essa opção do Instagram”.

    Na prática, a mudança altera quem consegue acessar o conteúdo das conversas. A criptografia de ponta a ponta é uma técnica que embaralha a mensagem para que só os aparelhos de quem envia e de quem recebe consigam ler, sem acesso pela plataforma que transporta o texto. As mensagens são protegidas, mas a Meta detém as chaves de acesso. Logo, a empresa poderá acessá-las (ler, processar e armazenar) para cumprir ordens judiciais ou para moderação humana ou análise de sistemas automatizados.

    A Meta já usa criptografia de ponta a ponta por padrão no WhatsApp e também adotou a tecnologia no Facebook Messenger em mensagens pessoais. Um porta-voz da empresa sugere que quem quiser ter conversas protegidas utilize o WhatsApp.

    Em comunicado, a companhia afirmou que os usuários afetados receberão instruções para baixar mídias e mensagens.

    PRIVACIDADE, ANÚNCIOS E SEGURANÇÃ DE CRIANÇAS

    Sem a criptografia, as mensagens passam a se encaixar de forma mais direta no conjunto de dados que a Meta admite coletar. A política de privacidade da empresa lista o conteúdo de mensagens enviadas e recebidas entre os dados coletados, o que, em tese, pode ser usado para personalizar recursos, treinar modelos de inteligência artificial (IA) e direcionar publicidade.

    A mudança também ocorre em meio à pressão de autoridades e entidades de proteção infantil, que veem a criptografia como um obstáculo à detecção de abuso. O debate ganhou força em casos como a ação do procurador-geral do Novo México nos EUA, Raúl Torrez, que alegou que a empresa sabia que a criptografia dificultaria detectar e reportar exploração sexual infantil; em março, um júri considerou a Meta responsável e fixou US$ 375 milhões em penalidades civis.

    Outras redes também têm usado o argumento do equilíbrio entre privacidade e moderação ao falar de mensagens privadas. Em março, o TikTok disse que não planeja adotar criptografia de ponta a ponta nas DMs e afirmou: “Nosso sistema de mensagens foi projetado para equilibrar a privacidade do usuário com a capacidade de responder a golpes, assédio e outras preocupações de segurança quando os usuários as denunciam ou quando exigido por lei”.

    Saiba o que significa o fim da criptografia nos chats do Instagram

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Rússia lidera venda de diesel ao Brasil durante guerra no Irã

    Rússia lidera venda de diesel ao Brasil durante guerra no Irã

    Importação russa quase dobrou, chegando a US$ 1,76 bilhão em diesel, e domina mercado brasileiro. Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com US$ 112,92 milhões, ou 6,42% do total

    O Brasil ampliou fortemente as compras de diesel da Rússia desde o início da guerra no Oriente Médio, após a suspensão das importações vindas da região. Dados do sistema Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), mostram que Rússia e Estados Unidos passaram a liderar o fornecimento do combustível ao país nos últimos meses.

    Em março e em abril, o Brasil importou US$ 1,76 bilhão em diesel. Desse total, US$ 1,43 bilhão tiveram origem na Rússia, equivalente a 81,25% das compras externas do produto. Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com US$ 112,92 milhões, ou 6,42% do total.

    Apenas em abril, a dependência do diesel russo aumentou ainda mais. O país comprou US$ 924 milhões do combustível da Rússia, o que correspondeu a 89,84% das importações no mês. Os Estados Unidos responderam por 10,98% das compras, enquanto o Reino Unido teve participação residual.

    Principais números

    •    US$ 1,76 bilhão em diesel importado em março e abril
    •    81,25% do total vieram da Rússia
    •    US$ 924 milhões importados da Rússia apenas em abril
    •    89,84% de participação russa nas compras de abril

    Antes do conflito, o Brasil ainda mantinha parte das importações vindas do Oriente Médio. Em março, o país recebeu carregamentos enviados antes do agravamento da guerra, incluindo compras dos Emirados Árabes Unidos e da Arábia Saudita.

    Os números mostram uma rápida escalada das compras russas. Em fevereiro, o Brasil importou US$ 433,22 milhões em diesel da Rússia. O valor subiu para US$ 505,86 milhões em março e se aproximou de US$ 1 bilhão em abril.

    Medidas

    Para conter os impactos da alta do diesel sobre consumidores e transportadores, o governo federal anunciou uma série de medidas de compensação.Em março, uma medida provisória liberou R$ 10 bilhões em subsídios para importação e comercialização do combustível. Paralelamente, decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva zerou as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre o diesel.

    Segundo o governo, a desoneração tributária deve reduzir o preço em R$ 0,32 por litro nas refinarias. O subsídio adicional a produtores e importadores pode gerar nova queda de R$ 0,32 por litro.

    A equipe econômica afirma que a perda de arrecadação foi compensada pelo aumento das receitas com royalties do petróleo, impulsionadas pela valorização internacional do barril.

    Corte do ICMS

    Em abril, o governo federal lançou um programa para incentivar os estados a reduzirem o ICMS sobre o diesel importado. O custo da medida é dividido entre União e governos estaduais.

    A redução estimada é de R$ 1,20 por litro nas bombas, com custo total de R$ 4 bilhões em dois meses. Apenas Rondônia não aderiu ao acordo.

    O governo também anunciou uma subvenção extra de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no Brasil, com impacto estimado de R$ 3 bilhões por mês. 

    Empresas beneficiadas precisarão comprovar o repasse da redução ao consumidor final.

    Rússia lidera venda de diesel ao Brasil durante guerra no Irã

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Dólar fecha em queda e chega a R$ 4,89; Bolsa cai mais de 1%

    Dólar fecha em queda e chega a R$ 4,89; Bolsa cai mais de 1%

    Novos ataques no estreito de Hormuz e as incertezas sobre a guerra pesaram sobre os ativos domésticos. Moeda norte-americana se mantém abaixo do patamar dos R$ 5

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Bolsa fechou em queda de 1,19%, a 181.908 pontos, nesta segunda-feira (11), após os EUA recusarem uma proposta do Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. A negativa elevou a cautela entre os investidores e pressionou ativos de risco em Bolsas ao redor do mundo.

    O pregão também foi impactado pela temporada de balanços, com destaque para os resultados do banco BTG Pactual e para a expectativa pelos números da Petrobras -que serão divulgados após o fechamento do mercado.

    O dólar, por outro lado, teve movimento mais tímido. A moeda norte-americana encerrou o dia próximo da estabilidade, com queda de 0,06%, a R$ 4,892.

    Para Otávio Araújo, consultor sênior da Zero Markets Brasil, a negativa dos EUA à contraproposta do Irã reacendeu o temor da inflação global. “O noticiário internacional pesou mais, principalmente porque o avanço do petróleo influenciou o desempenho de companhias ligadas a consumo e transporte”, afirma.

    Os preços do petróleo voltaram a subir. Na máxima, o barril Brent, referência mundial, chegou a US$ 105,97, alta de 4,62%. Por volta das 17h, a commodity avançava 2,91%, a US$ 104,24.

    Bruno Cordeiro, analista de inteligência de mercado da StoneX, diz que o mercado reincorporou um prêmio de risco geopolítico que havia sido parcialmente removido. “A rigidez das exigências iranianas sugere que qualquer acordo segue distante, o que tende a manter o Brent em patamares elevados enquanto o impasse persistir”.

    No domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou a resposta enviada pelo Irã à proposta americana para encerrar a guerra. “Acabei de ler a resposta dos chamados ‘representantes’ do Irã. Não gostei -TOTALMENTE INACEITÁVEL”, escreveu Trump na plataforma Truth Social.

    Segundo a imprensa iraniana, Teerã propôs o encerramento imediato da guerra em todas as frentes, incluindo no Líbano, a suspensão do bloqueio naval imposto pelas forças americanas, garantias de que não haveria mais ataques, e o fim das sanções econômicas, incluindo as restrições de Washington à venda de petróleo do país persa.

    O Irã também teria proposto diluir parte de seu urânio enriquecido e transferir o restante para um terceiro país. Teerã ainda teria exigido compensação pelos danos causados na guerra.

    A proposta inicial dos EUA previa a interrupção dos combates antes da abertura de negociações sobre temas mais sensíveis, entre eles o fim do programa nuclear iraniano, o que Teerã rejeita.

    A maior aversão ao risco pressionou o setor bancário brasileiro, com destaque para as ações do BTG Pactual, cujo balanço foi divulgado durante o pregão, e Santander. Os papéis dos bancos caíram 2,88% e 2,52%, respectivamente.

    As indefinições também repercutiram em Wall Street, onde as Bolsas subiram discretamente. O Dow Jones avançou 0,19%, enquanto o S&P 500 e a Nasdaq avançaram 0,12% e 0,10%, respectivamente -o suficiente para esses dois últimos renovarem os recordes de fechamento.

    Analistas da Ágora Investimentos destacaram, em relatório a investidores, maior cautela no pregão. “O cenário externo mais cauteloso limitou o apetite por risco, reduzindo o fôlego do real e do Ibovespa, ao mesmo tempo em que pressionou a curva de juros”.

    No Brasil, o impacto da continuidade do conflito é misto. Por um lado, o real e a Bolsa brasileira são beneficiados pela distância do país em relação ao conflito e pela exposição do país ao petróleo. Por outro, o aumento das incertezas ligadas ao petróleo pode gerar um movimento global de fuga de ativos voláteis para ativos seguros.

    Para Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, o mercado vinha esperando a redução das tensões nos últimos pregões. “[Analistas] talvez tenham precificado uma queda relevante do petróleo de maneira muito rápida nos ativos. O mercado não trabalha com a manutenção desses níveis mais elevados. O grande risco é justamente esse cenário não se concretizar, porque ele já está bastante implícito nos preços”.

    Segundo ele, o Brasil, por ser um mercado emergente, acaba sendo considerado um ativo de maior risco. “Assim, uma reescalada do conflito provavelmente significaria dólar em alta, curva de juros no Brasil também para cima e Bolsa para baixo”.

    Ainda no cenário doméstico, destaque para a temporada de balanços. Além do BTG, investidores aguardam resultados da Petrobras no 1º trimestre -as ações preferenciais da empresa fecharam em alta de 1,51%.

    O pregão também teve a estreia das ações da Compass, companhia de gás e energia da Cosan. É o primeiro IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês) em quase cinco anos na B3 (Bolsa de Valores brasileira).

    As ações fecharam em queda de 2,17%, cotadas a R$ 27,39 cada. Na máxima da sessão, os papéis avançaram 1,25%, enquanto, na mínima, chegaram a recuar 3,57%.

    Dólar fecha em queda e chega a R$ 4,89; Bolsa cai mais de 1%

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Anvisa recomenda não jogar fora os detergentes da Ypê

    Anvisa recomenda não jogar fora os detergentes da Ypê

    Agência reguladora pede que consumidor aguarde desdobramentos do caso antes de descartar itens. SAC da empresa falha tanto online quanto por telefone 0800 devido ao alto volume de procura

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A recomendação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ao consumidor que tenha algum produto da Ypê que faça parte do lote apontado como com risco de contaminação microbiológica não jogue fora e espere o “desdobramento do caso”.

    A empresa está fazendo o recolhimento do produto, mas com o alto volume de procura para orientações e devoluções, o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) tem falhado tanto online quanto por meio de telefone 0800-1300544. Há ainda a opção de fazer cadastro por meio de formulário no site da marca.

    “No momento a orientação é não jogar fora, mas sim aguardar o desdobramento do caso e da determinação de recolhimento”, diz nota enviada pela Anvisa.

    O recall da Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) começou na quinta-feira (7), quando foi determinado o recolhimento de todos os lotes com numeração final 1 por apontar risco de contaminação microbiológica.

    A medida também previa a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso dos produtos afetados. A empresa conseguiu a reversão de parte da determinação, mas optou por ainda não voltar a fabricar os produtos até que a situação seja regularizada na Anvisa. Há uma reunião prevista para esta quarta-feira (13).

    De acordo com a agência reguladora, a decisão foi tomada após avaliação técnica de risco sanitário. Durante inspeção realizada na unidade, foram identificados descumprimentos em etapas relevantes do processo produtivo, incluindo falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade.

    Não há ainda orientações claras por parte do órgão regulador de como o produto que ainda será devolvido deve ser armazenado pelo consumidor nem sobre os riscos específicos ao meio ambiente. Especialistas, no entanto, não recomendam nenhum tipo de uso e afirmam que o líquido não deve ser despejado na natureza.

    As informações sobre o que pode acontecer com quem tiver contato com a possível bactéria identificada são de danos à pele, causados por irritação. Com isso, o produto não deve ser usado em nenhuma hipótese.

    Outro risco é de contaminação microbiológica maior caso o consumidor insista em utilizar os itens para fazer a higiene em sua casa.

    QUAIS OS RISCOS PARA A SAÚDE?

    No comunicado, a Anvisa citou possibilidade de presença de microrganismos patogênicos nos produtos afetados. O risco é de contaminação microbiológica, que pode dar origem a quadros diversos, mas para maior especificação a agência diz que precisa de mais prazo para a apuração.

    Em 2025, a própria empresa informou que havia identificado a bactéria Pseudomonas aeruginosa em alguns lotes de lava-roupas líquidos. Essa bactéria pode causar infecções, principalmente em pessoas imunossuprimidas, hospitalizadas ou com feridas abertas. Em indivíduos saudáveis, o risco costuma ser menor, mas o contato com produtos contaminados pode causar irritações ou infecções em situações específicas.

    QUAIS PRODUTOS FORAM SUSPENSOS?

    De acordo com a Anvisa, somente os lotes que terminam com o número 1, dos produtos abaixo estão afetados:

    – Lava-louças Ypê Clear Care
    – Lava-louças com enzimas ativas Ypê
    – Lava-louças Ypê
    – Lava-louças Ypê Toque Suave
    – Lava-louças Concentrado Ypê Green
    – Lava-louças Ypê Clear
    – Lava-louças Ypê Green
    – Lava-roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
    – Lava-roupas líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas
    – Lava-roupas líquido Tixan Ypê Antibac
    – Lava-roupas líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
    – Lava-roupas líquido Tixan Ypê Green
    – Lava-roupas líquido Ypê Express
    – Lava-roupas líquido Ypê Power Act
    – Lava-roupas líquido Ypê Premium
    – Lava-roupas Tixan Maciez
    – Lava-roupas Tixan Primavera
    – Desinfetante Bak Ypê
    – Desinfetante de uso geral Atol
    – Desinfetante perfumado Atol
    – Desinfetante Pinho Ypê
    – Lava-roupas Tixan Power Act

    USEI O PRODUTO NA LIMPEZA. DEVO LAVAR A LOUÇA OU A ROUPA DE NOVO?

    Como medida de precaução, consumidores podem lavar novamente roupas, utensílios ou superfícies que tiveram contato direto com um produto suspenso, especialmente em casos de irritação, alteração no cheiro, cor ou textura do item. Não há indicação, porém, de risco que exija jogar fora objetos domésticos usados com o produto.

    Anvisa recomenda não jogar fora os detergentes da Ypê

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Trump planeja reduzir tarifas sobre carne importada nos EUA, diz jornal

    Trump planeja reduzir tarifas sobre carne importada nos EUA, diz jornal

    Governo avalia acabar tarifa cobrada para compras que superarem cotas para reduzir preços no país. Medida pode beneficiar empresas brasileiras; país já estourou cota deste ano e tem taxa de 26%

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O governo Donald Trump planeja reduzir as tarifas de importação de carne bovina para diminuir o preço do produto nos Estados Unidos, segundo reportagem publicada pelo jornal The Wall Street Journal nesta segunda-feira (11).

    Pessoas a par do assunto disseram à publicação que o presidente dos EUA pode fazer o anúncio ainda nesta segunda. Trump já divulgou que reduzirá o imposto federal cobrado sobre combustíveis em US$ 0,18, mas a medida precisa ser aprovada pelo Congresso.

    O republicano disse que a medida sobre combustíveis terá a duração “que seja apropriada”, mas não fez comentários sobre a intervenção no preço da carne importada.

    O WSJ afirma que a medida deve suspender a tarifa aplicada às compras que superarem as cotas do produto, o volume limite de importação.

    O Brasil passou a ter uma cobrança de 26% após superar 65 mil toneladas de carne exportadas aos EUA neste ano. O limite foi atingido em janeiro e, segundo dados do governo dos EUA, o Brasil exportou US$ 795 milhões do produto no primeiro trimestre, 21% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado.

    A medida visa aumentar as importações de carne aos EUA e tentar reduzir o aumento dos preços do produto para o consumidor norte-americano.

    O governo Trump havia anunciado em 4 de maio a abertura de investigação sobre supostas violações de regras de concorrência na indústria de processamento de carne. O processo envolvia empresas brasileiras como a MBRF, dona da National Beef investigada pelo governo, e a JBS.

    As ações das empresas brasileiras do setor nos EUA subiram após a publicação da reportagem do Wall Street Journal. Os papéis da Minerva subiram quase 3% e as da JBS NV, 2%, enquanto as ações da Tyson Foods, maior empresa de carne dos EUA, caíram 4,7%.

    Além da mudança na cobrança de impostos de importação, o governo avalia aumentar os empréstimos para pecuaristas dos EUA e alterar algumas exigências como o uso obrigatório de brincos de identificação.

    Trump planeja reduzir tarifas sobre carne importada nos EUA, diz jornal

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Novo Desenrola já tem perto de R$ 1 bilhão em dívidas renegociadas, diz ministro da Fazenda

    Novo Desenrola já tem perto de R$ 1 bilhão em dívidas renegociadas, diz ministro da Fazenda

    Dario Durigan, ministro da Fazenda, garantiu que o governo não vai deixar de fazer também um estímulo para os adimplentes; “Cada dia a gente tem visto mais renegociações sendo feitas, o que é muito importante”, disse

    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta segunda-feira, 11, que o Novo Desenrola já tem perto de R$ 1 bilhão em dívidas renegociadas e 200 mil pedidos em avaliação dos bancos. Segundo ele, destes 200 mil, 100 mil estão praticamente fechados.

    “Cada dia a gente tem visto mais renegociações sendo feitas, o que é muito importante. Essa semana o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) para os inadimplentes deve estar totalmente operativo. A medida provisória na semana passada deu as condições, os bancos têm tirado dúvidas junto com o MEC (Ministério da Educação) e a Fazenda, essa semana vai estar operativo”, afirmou Durigan.

    Ele garantiu que o governo não vai deixar de fazer também um estímulo para os adimplentes.

    “Isso vai ser feito em um segundo momento, daqui a alguns dias, para que a gente primeiro faça a comunicação para quem está inadimplente, que é uma situação muito diferente, para que depois a gente também honre e dê um estímulo, uma espécie de prêmio também, um merecimento para quem ficou adimplente”, completou o ministro da Fazenda.

    Novo Desenrola já tem perto de R$ 1 bilhão em dívidas renegociadas, diz ministro da Fazenda

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Governo detalha lei que estabelece quantidade de cacau em chocolates

    Governo detalha lei que estabelece quantidade de cacau em chocolates

    Porcentual total de cacau deverá ser informado nas embalagens dos produtos nacionais e importados; regras entrarão em vigor em 360 dias

    O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a lei 15.404/2026 que define os porcentuais mínimos obrigatórios de cacau em chocolates. A medida consta no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 11. A lei havia sido aprovada anteriormente pelo Senado em 15 de abril. As regras entrarão em vigor 360 dias depois da publicação da lei.

    A lei estabelece que embalagens dos produtos, tanto nacionais quanto importados, devem informar o porcentual total de cacau.

    A normativa diferencia ainda massa, pasta ou licor de cacau da manteiga de cacau e dos sólidos totais de cacau (manteiga de cacau, massa de cacau e cacau em pó).

    A normativa não distingue chocolate amargo ou meio amargo.

    Os porcentuais mínimos obrigatórios de cacau nos produtos foram estabelecidos em:

    – Cacau em pó: mínimo de 10% de manteiga de cacau, em relação à matéria seca, e, no máximo, 9% de umidade;

    – Cacau solúvel: produto obtido do cacau em pó adicionado de ingredientes para solubilidade;

    – Chocolate em pó: mínimo de 32% de sólidos totais de cacau;

    – Chocolate ao leite: no mínimo 25% de sólidos totais de cacau e 14% de sólidos totais de leite ou derivados;

    – Chocolate branco: no mínimo 20% de manteiga de cacau e 14% de sólidos totais de leite;

    – Chocolate: 35% de sólidos totais de cacau, dos quais ao menos 18% devem ser de manteiga de cacau e 14% isentos de gordura, com limite de 5% para outras gorduras vegetais autorizadas;

    – Chocolate doce: 25% de sólidos totais de cacau, dos quais pelo menos 18% são manteiga de cacau e 12% são isentos de gordura;

    – Achocolatado, chocolate fantasia, chocolate composto, cobertura sabor chocolate ou cobertura sabor chocolate branco: mínimo de 15% de sólidos de cacau ou 15% de manteiga de cacau;

    – Bombom de chocolate ou chocolate recheado: produto composto de recheio de substâncias comestíveis e de cobertura de chocolate.

    Critérios técnicos

    Os critérios técnicos para indicação do porcentual de cacau serão estabelecidos em ato do Poder Executivo, dentro dos limites e requisitos fixados na lei.

    As empresas que descumprirem as normas estarão sujeitas às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor e na legislação sanitária, prevê a nova legislação.

    Governo detalha lei que estabelece quantidade de cacau em chocolates

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Brasil atinge metade da cota da China para carne bovina e pode ser taxado nos próximos meses

    Brasil atinge metade da cota da China para carne bovina e pode ser taxado nos próximos meses

    Brasil já atingiu metade da cota chinesa para carne bovina em 2026 e pode alcançar o limite antes de agosto, o que acionaria tarifa de 55%; governo busca novos mercados, mas setor prevê queda nas exportações

    (FOLHAPRESS) – O Ministério do Comércio da China afirmou que o Brasil atingiu, no sábado (9), a marca de 50% das cotas impostas por Pequim neste ano como medida de salvaguarda.

    Membros do setor privado, porém, afirmam que o número é superior, levando em consideração a carga já embarcada que ainda não chegou aos portos chineses. Com isso, é possível que o Brasil atinja o limite antes de agosto.

    No final de dezembro, Pequim impôs uma medida de salvaguarda determinando que países que ultrapassassem a cota estabelecida pelo país asiático para a carne bovina seriam taxados em 55%.

    O Brasil será taxado caso exceda 1,1 milhão de toneladas em 2026. Para se ter uma ideia, a China respondeu por 48% do volume exportado em 2025, com 1,68 milhão de toneladas e US$ 8,9 bilhões. O segundo destino, os EUA, registrou 271,8 mil toneladas e US$ 1,64 bilhão.

    A determinação, vigente desde janeiro, terá duração de três anos.

    A questão é uma das mais sensíveis para o governo no que diz respeito ao setor, uma vez que o país é o principal destino da carne bovina brasileira. O entrave levou o Brasil a tentar negociar saídas, como a redistribuição das cotas remanescentes de outros países, o que foi negado pelo regime chinês.

    Agora, o governo mira outros mercados para tentar reduzir as perdas. O principal alvo são os Estados Unidos, que não têm condições de abastecer o mercado interno sem importações, diante da forte demanda e da redução do rebanho local.

    Ainda assim, a Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes) afirma que nenhum destino é capaz de suprir o vácuo deixado pela China.

    A entidade projeta queda de cerca de 10% nas exportações de carne bovina brasileira em 2026 devido às medidas de salvaguarda chinesas.

    A perspectiva de recuo contrasta com a produção recorde de 2025, de 11,1 milhões de toneladas, alta de 7,2% em relação a 2024, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

    O desempenho, que alçou o Brasil à condição de maior produtor e exportador de carne bovina do mundo, é ameaçado pelas incertezas geradas pela medida chinesa, que pode levar ainda à redução do rebanho brasileiro caso os frigoríficos não consigam realocar a produção.

    Brasil atinge metade da cota da China para carne bovina e pode ser taxado nos próximos meses

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Dólar no fim de 2026 passa de R$ 5,25 para R$ 5,20, calcula Focus

    Dólar no fim de 2026 passa de R$ 5,25 para R$ 5,20, calcula Focus

    Relatório Focus aponta nova queda nas projeções do dólar para os próximos anos, com estimativa de R$ 5,20 ao fim de 2026; recuo reflete revisões recentes do mercado e tendência de apreciação do real nas previsões

    A mediana do relatório Focus para a cotação do dólar no fim de 2026 caiu de R$ 5,25 para R$ 5,20. Um mês antes, a mediana para o dólar no fim de 2026 era de R$ 5,37. Considerando apenas as 48 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a estimativa intermediária passou de R$ 5,24 para R$ 5,19.

    A mediana para o dólar no fim de 2027 continuou em R$ 5,30. Um mês antes, era de R$ 5,40. A estimativa intermediária para o fim de 2028 caiu de R$ 5,39 para R$ 5,35. Há quatro semanas, era de R$ 5,46.

    Para 2029, a projeção permaneceu em R$ 5,40. Há um mês, era de R$ 5,50.

    A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020.

    Dólar no fim de 2026 passa de R$ 5,25 para R$ 5,20, calcula Focus

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia