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  • Mercosul e União Europeia assinam acordo comercial neste sábado

    Mercosul e União Europeia assinam acordo comercial neste sábado

    Aprovado por ampla maioria dos 27 países que integram a UE, o tratado será assinado em Assunção, no Paraguai – país que, desde dezembro de 2025, preside temporariamente o Mercosul.

    Após 26 anos de negociação, representantes dos blocos de integração regional Mercosul e União Europeia (UE) devem assinar, neste sábado (17), um acordo de livre comércio com potencial de integrar um mercado de cerca de 720 milhões de pessoas (450 milhões na UE e cerca de 295 milhões no Mercosul).

    Aprovado por ampla maioria dos 27 países que integram a UE, o tratado será assinado em Assunção, no Paraguai – país que, desde dezembro de 2025, preside temporariamente o Mercosul.

    A cerimônia de assinatura acontecerá a partir das 12h15 (horário de Brasília), no teatro José Asunción Flores, do Banco Central paraguaio – mesmo local onde, em 1991, foi assinado o Tratado de Assunção, considerado o primeiro passo para a criação do Mercado Comum do Sul (Mercosul), hoje composto por Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai.

     

    O evento contará com a presença de representantes dos países-membros, a exemplo dos presidentes Javier Milei (Argentina); Rodrigo Paz (Bolívia); Santiago Peña (Paraguai) e Yamandú Orsi (Uruguai), bem como da cúpula europeia, como Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e António Costa, presidente do Conselho Europeu.

    Por questões de agenda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não viajará ao Paraguai. O Brasil será representado na cerimônia de assinatura pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Na véspera (16), contudo, Lula recebeu Ursula e Costa no Rio de Janeiro, onde discutiram a implementação do acordo comercial e outros temas da agenda internacional.

    Protocolar, a assinatura do acordo comercial formaliza o fim da fase de tratativas técnicas e políticas iniciadas em junho de 1999, quando as partes começaram a negociar seus termos. O texto estabelece a gradual eliminação de tarifas de importação para mais de 90% do comércio bilateral, envolvendo bens industriais (máquinas, ferramentas, automóveis e outros produtos e equipamentos) e produtos agrícolas.

    Após a assinatura, o texto será submetido à ratificação do Parlamento Europeu e dos congressos nacionais de cada país integrante do Mercosul. A entrada em vigor da parte comercial do acordo depende da aprovação legislativa, com previsão de implementação gradual ao longo dos próximos anos. De qualquer forma, a expectativa é que o tratado seja implementado gradualmente e que seus efeitos práticos demorem algum tempo para começar a ser sentidos, estabelecendo a maior zona de livre comércio do mundo.

    Nesta quinta-feira (15), o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse crer que o acordo comercial entre em vigor ainda no segundo semestre deste ano.

    Assinado, o Parlamento Europeu aprova sua lei e nós, no Brasil, aprovamos a lei, internalizando o acordo. A gente espera que aprove a lei ainda neste primeiro semestre e que tenhamos, no segundo semestre, a vigência do acordo. Aí, ele entra imediatamente em vigência”, afirmou Alckmin.

    Celebrado por governos e setores industriais, o acordo é alvo de críticas e protestos de agricultores europeus que temem a concorrência dos produtos sul-americanos, já que, entre outras coisas, eliminará tarifas alfandegárias.

    O tratado também é alvo da desconfiança de ambientalistas, que criticam possíveis impactos sobre o clima e a concorrência agrícola – embora a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, avalie que o texto final está alinhado à agenda ambiental, em termos capazes de promover o desenvolvimento e proteger a natureza.

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) estima que a implementação do acordo pode incrementar as exportações brasileiras em cerca de US$ 7 bilhões e ampliar a diversificação das vendas internacionais brasileiras, beneficiando inclusive à indústria nacional.

    >> Confira os principais pontos do acordo: 

    1. Eliminação de tarifas alfandegárias

    Redução gradual de tarifas sobre a maior parte dos bens e serviços;

    Mercosul: zerará tarifas sobre 91% dos bens europeus em até 15 anos;

    União Europeia: eliminará tarifas sobre 95% dos bens do Mercosul em até 12 anos.

    2. Ganhos imediatos para a indústria

    Tarifa zero desde o início para diversos produtos industriais.

    >> Setores beneficiados:

    Máquinas e equipamentos;

    Automóveis e autopeças;

    Produtos químicos;

    Aeronaves e equipamentos de transporte.

    3. Acesso ampliado ao mercado europeu

    Empresas do Mercosul ganham preferência em um mercado de alto poder aquisitivo;

    UE tem PIB estimado em US$ 22 trilhões;

    Comércio tende a ser mais previsível e com menos barreiras técnicas.

    4. Cotas para produtos agrícolas sensíveis

    Produtos como carne bovina, frango, arroz, mel, açúcar e etanol terão cotas de importação;

    Acima dessas cotas, é cobrada tarifa;

    Cotas crescem ao longo do tempo, com tarifas reduzidas, em vez de liberar entrada sem restrições;

    Mecanismo busca evitar impactos abruptos sobre agricultores europeus;

    Na UE, as cotas equivalem a 3% dos bens ou 5% do valor importado do Brasil;

    No mercado brasileiro, chegam a 9% dos bens ou 8% do valor.

    5. Salvaguardas agrícolas

    >>UE poderá reintroduzir tarifas temporariamente se:

    Importações crescerem acima de limites definidos;

    Preços ficarem muito abaixo do mercado europeu;

    Medida vale para cadeias consideradas sensíveis.

    6. Compromissos ambientais obrigatórios

    Produtos beneficiados pelo acordo não poderão estar ligados a desmatamento ilegal;

    Cláusulas ambientais são vinculantes;

    Possibilidade de suspensão do acordo em caso de violação do Acordo de Paris.

    7. Regras sanitárias continuam rigorosas

    UE não flexibiliza padrões sanitários e fitossanitários.

    Produtos importados seguirão regras rígidas de segurança alimentar.

    8. Comércio de serviços e investimentos

    >>Redução de discriminação regulatória a investidores estrangeiros.

    >>Avanços em setores como:

    Serviços financeiros;

    Telecomunicações;

    Transporte;

    Serviços empresariais.

    9. Compras públicas

    Empresas do Mercosul poderão disputar licitações públicas na UE;

    Regras mais transparentes e previsíveis.

    10. Proteção à propriedade intelectual

    Reconhecimento de cerca de 350 indicações geográficas europeias;

    Regras claras sobre marcas, patentes e direitos autorais.

    11. Pequenas e médias empresas (PMEs)

    Capítulo específico para PMEs;

    Medidas de facilitação aduaneira e acesso à informação;

    Redução de custos e burocracia para pequenos exportadores.

    12. Impacto para o Brasil

    Potencial de aumento das exportações, especialmente do agro e da indústria;

    Maior integração a cadeias globais de valor;

    Possível atração de investimentos estrangeiros no médio e longo prazo.

    13. Próximos passos

    Assinatura prevista para 17 de janeiro, no Paraguai;

    Aprovação pelo Parlamento Europeu;

    Ratificação nos Congressos do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai;

    Entrada em vigor apenas após conclusão de todos os trâmites;

    Acordos que extrapolam política comercial precisam ser aprovados pelos parlamentos de cada país.

    * Colaborou Wellton Máximo

    Mercosul e União Europeia assinam acordo comercial neste sábado

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  • Trump ameaça impor tarifas a países que não apoiem posição dos EUA sobre a Groenlândia

    Trump ameaça impor tarifas a países que não apoiem posição dos EUA sobre a Groenlândia

    Presidente dos Estados Unidos não detalhou quais países poderiam ser afetados e quais taxas seriam impostas

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a recorrer ao discurso de pressão comercial ao afirmar que “pode impor uma tarifa a países que não concordarem com a Groenlândia”, vinculando diretamente política comercial a objetivos de segurança nacional e geopolítica. Segundo Trump, a ilha é estratégica e os EUA precisam da Groenlândia para sua segurança nacional, em referência ao papel do território no Ártico diante de uma suposta atuação de Rússia e China na região – argumento utilizado pelo republicano para reivindicar o território autônomo dinamarquês.

    As declarações, feitas em evento na Casa Branca nesta sexta-feira, ocorrem em meio ao aumento da presença militar europeia na região. Países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), como Alemanha e França, anunciaram o envio de militares à Groenlândia sob liderança dinamarquesa, enquanto os EUA já mantêm uma base no território.

    Trump, no entanto, insiste que a segurança da ilha exige uma postura mais firme de Washington.

    Paralelamente, o presidente voltou a defender a legalidade de sua política tarifária ao comentar o julgamento em curso na Suprema Corte dos Estados Unidos sobre o uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, em inglês).

    Trump disse esperar ganhar o caso das tarifas na Suprema Corte. “Caso contrário, será uma vergonha para os EUA”, afirmou. Anteriormente, na Truth Social, ele argumentou que uma derrota judicial seria “um desastre para a segurança nacional”.

    Para Trump, as tarifas são parte central da estratégia de proteção do país. Ele sustenta que decisões contrárias ao governo poderiam gerar custos de “centenas de bilhões de dólares” e comprometer investimentos.

    Trump ameaça impor tarifas a países que não apoiem posição dos EUA sobre a Groenlândia

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  • PF busca governo para questionar Toffoli sobre peritos do Master, mas AGU rejeita

    PF busca governo para questionar Toffoli sobre peritos do Master, mas AGU rejeita

    Corporação reivindica prerrogativa de indicar os profissionais que vão analisar material; recurso ao Supremo em nome da União foi descartado

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A PF (Polícia Federal) pediu ajuda do governo para questionar a decisão do ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), de definir os peritos que vão atuar nas provas do caso Master. A AGU (Advocacia-Geral da União), no entanto, descartou apresentar um recurso em nome da União.

    Ao buscar assessoramento jurídico da AGU nesta quinta-feira (15), a PF apontou que, apesar de os peritos indicados por Toffoli serem profissionais qualificados para a atividade, não caberia ao ministro elencar os nomes, pois essa escolha seria uma prerrogativa da própria corporação.

    A AGU, porém, entende que a competência criminal é da PF e que o caso Master não é um tema de governo. Segundo pessoas a par da conversa, a orientação foi no sentido de que a PF questione o Supremo diretamente se assim achar necessário. Procurada pela Folha, a corporação não respondeu se vai de fato contestar a decisão.

    Em mais um capítulo sobre o acesso às provas da investigação que apura fraudes financeiras do banco Master, Toffoli designou nominalmente quatro peritos da PF que poderão analisar todos os documentos e dados apreendidos no âmbito da Operação Compliance Zero.

    “Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República (PGR) para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu o ministro, que é relator da investigação sobre o Master no Supremo.

    Inicialmente, Toffoli havia determinado que as provas fossem lacradas e acauteladas no STF. Horas depois, o ministro reviu sua posição e ordenou que a PGR ficasse com a custódia. Em uma terceira decisão, deu acesso também aos peritos, para acompanhamento da extração dos dados e realização da perícia.

    A PF também foi notificada por Toffoli para sugerir um novo cronograma para coleta dos depoimentos dos investigados no caso Master. As oitivas ocorreriam em cinco dias, entre 23 e 28 de janeiro, mas o ministro ordenou que sejam realizadas em um tempo mais curto, de dois dias consecutivos.

    Durante a cerimônia de posse do novo ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se referiu às investigações do Master como um momento histórico para o país e disse que “o Estado brasileiro vai derrotar o crime organizado”.

    PF busca governo para questionar Toffoli sobre peritos do Master, mas AGU rejeita

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  • Bancos pagarão R$ 148 milhões ao INSS por operação de empréstimos consignados

    Bancos pagarão R$ 148 milhões ao INSS por operação de empréstimos consignados

    A cobrança do custo operacional é aplicada às instituições financeiras que firmam Acordo de Cooperação Técnica com o INSS para a operacionalização do crédito consignado, incluindo a gestão, o controle e a segurança das operações realizadas diretamente na folha de pagamento dos benefícios

    Os bancos pagarão ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) R$ 148 milhões como ressarcimento pelos custos incorridos pelo órgão para a operacionalização de empréstimos consignados a segurados e pensionistas. A informação foi dada pelo presidente do INSS, Gilberto Waller, em entrevista à GloboNews. Ele acrescentou que, daqui para a frente, o Instituto será compensado por este serviço pelos bancos.

    “Tem servidores, sistema, ouvidoria. Até 2022 esse custo única e exclusivamente do Tesouro. Não é justo, porque o INSS não ganha com consignado”, afirmou Waller. Segundo ele, desde maio do ano passado vinha sendo negociado com Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) para que o INSS fosse ressarcido, e os bancos estão começando a pagar.

    O valor que cada banco deverá desembolsar será calculado anualmente. “Verifica-se quanto foi o custo operacional daquele ano, e divide-se pelas instituições financeiras de acordo com a quantidade de empréstimos consignados que eles fazem”, detalhou Waller. Em dezembro, havia 65 milhões de contratos ativos, que somavam R$ 9,27 bilhões por mês em descontos nos benefícios.

    Waller destacou ainda que, com o veto presidencial ao projeto que tirava do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) a competência para definir o teto de juros, seguem valendo os limites de 1,80% ao mês para empréstimo pessoal e 2,40% para cartão consignado.

    Bancos pagarão R$ 148 milhões ao INSS por operação de empréstimos consignados

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  • Notícia sobre taxação do Pix é Fake, esclarece Receita

    Notícia sobre taxação do Pix é Fake, esclarece Receita

    Boatos voltam a circular nas redes, mas Receita reafirma: não existe imposto sobre o Pix

    Mais uma vez, o Pix virou alvo de desinformação nas redes sociais. Novamente, começou  a circular uma falsa notícia de que o governo pretende tributar as transações feitas pelo sistema instantâneo de pagamentos. 

    A Receita Federal reagiu rapidamente e com firmeza. Em seu site publicou esclarecimento, informando que “são completamente falsas as informações sobre monitoramento de movimentações financeiras via PIX para fins de tributação” e explicou que a Constituição Federal proíbe a tributação de movimentações financeiras e isso inclui o Pix. 

    Segundo a Receita, não existe nenhuma cobrança de imposto sobre o Pix, nem qualquer intenção de tributar essas operações. 

    A polêmica sobre a tributação do Pix gira em torno de uma Instrução Normativa da Receita, de número 2.278, publicada em 2025. Ela apenas estende regras de transparência já exigidas dos bancos às fintechs, sem rastrear ou identificar transações específicas.

    A Receita destaca que a medida é fundamental para prevenir crimes como lavagem de dinheiro, e que não há qualquer relação com cobrança de tributos.

    Em seu comunicado, a Receita alerta para o fato de que espalhar esse tipo de fake news coloca em risco a segurança das pessoas, alimenta golpes, desconfiança no sistema e fortalece o crime organizado. Além disso, quem propaga esse tipo de mentira, muitas vezes, lucra com a repercussão nas redes.

    Portanto, se você receber mensagens dizendo que o Pix será taxado, não compartilhe. É mentira. 

    A Receita lembra que, a partir deste ano, quem ganha até 5 mil reais mensais está isento do imposto de renda — e não o contrário, como sugerem algumas dessas fake news.

    No fim das contas, a recomendação é simplesmente confiar apenas em fontes oficiais. Para mais esclarecimentos, acesse o site oficial da Receita Federal em: www.gov.br/receitafederal

    Com informações da Agência Voz (Reportagem Katia Maia)

    Notícia sobre taxação do Pix é Fake, esclarece Receita

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  • Golpe do falso desconto no IPVA mira motoristas em pelo menos cinco estados

    Golpe do falso desconto no IPVA mira motoristas em pelo menos cinco estados

    Esquema já foi identificado pela Kaspersky no RJ, MG, RS, MS e SC; dinheiro vai para contas de laranjas; fraude usa páginas que copiam visual de Detrans e secretarias da Fazenda para induzir pagamento imediato

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Sites que prometem descontos inexistentes no IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) estão sendo usados por golpistas para enganar contribuintes em ao menos cinco estados brasileiros.

    As páginas falsas imitam portais oficiais de órgãos estaduais e induzem o pagamento do imposto por Pix, direcionando o dinheiro para contas controladas por criminosos. O golpe foi identificado pela Kaspersky, empresa de segurança digital, que mapeou ao menos 13 sites fraudulentos em circulação.

    Segundo o levantamento, os ataques atingem contribuintes do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. Em comum, os sites usam endereços parecidos com os de órgãos públicos, como Detran (Departamento Estadual de Trânsito) e Sefaz (Secretaria da Fazenda e Planejamento), para criar uma falsa aparência de legitimidade.

    As vítimas costumam chegar às páginas por links enviados por email, SMS, anúncios em redes sociais ou até resultados patrocinados em buscadores, que colocam o site falso entre os primeiros resultados da pesquisa.

    Ao acessar a página, o usuário é levado a informar o Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores). Em seguida, o site exibe dados reais do veículo -como modelo, ano e cor-, o que reforça a sensação de que se trata de um sistema oficial.

    Na etapa final, o golpe oferece opções de quitação do IPVA com descontos que não existem, geralmente com pagamento exclusivo via Pix por QR Code. Após a transferência, segundo a Kaspersky, o valor vai para contas em nome de terceiros, em bancos digitais, e é rapidamente redistribuído, o que dificulta o rastreamento e a recuperação do dinheiro.

    Os criminosos adaptam os sites conforme o estado da vítima, usando siglas e termos locais para parecerem oficiais e convencer o contribuinte de que o desconto é verdadeiro”, afirma Fabio Assolini, diretor da equipe global de pesquisa e análise da Kaspersky para a América Latina.

    COMO SE PROTEGER DO GOLPE DO IPVA?

    Para reduzir o risco de cair nesse tipo de fraude, especialistas da Kaspersky recomendam algumas medidas:

    – Desconfie de descontos elevados ou urgentes: secretarias da Fazenda e Detrans não oferecem abatimentos relâmpago por links enviados fora de seus canais oficiais.
    – Confira o endereço do site com atenção: páginas falsas costumam ter pequenas alterações na URL, como letras repetidas ou termos genéricos. Em caso de dúvida, digite manualmente o endereço oficial no navegador ou use o aplicativo do órgão.
    – Verifique o destinatário do Pix: impostos estaduais são pagos apenas para contas oficiais do governo ou direto com os bancos autorizados. Se o Pix estiver em nome de pessoa física ou empresa desconhecida, é sinal de golpe.
    – Evite informar dados pessoais: não insira Renavam, CPF ou informações bancárias em links recebidos por mensagens ou anúncios.
    – Use ferramentas de segurança digital: soluções de proteção podem alertar sobre sites falsos e links maliciosos antes que o usuário conclua o pagamento.
    A orientação geral é sempre confirmar informações diretamente nos canais oficiais do estado antes de pagar qualquer tributo.

    Golpe do falso desconto no IPVA mira motoristas em pelo menos cinco estados

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  • Vorcaro usou empréstimo do Master para comprar mansão em Brasília

    Vorcaro usou empréstimo do Master para comprar mansão em Brasília

    Acordo pode ter violado regras da CVM e do Banco Central, de acordo com especialistas; por outro lado, a empresa dona da casa de Vorcaro é de cunhado, e relação é comercial

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, usou um empréstimo desviado do próprio banco para comprar a mansão de R$ 36 milhões na qual morava quando ia a Brasília.

    A aquisição foi feita por meio da Super Empreendimentos e Participação, empresa que, de acordo com Vorcaro, tem como sócio seu cunhado, Fabiano Zettel.

    A Super integra a lista, a qual a Folha teve acesso, de 35 companhias suspeitas de tomar empréstimos fraudulentos do Master para alimentar uma rede de fundos que, segundo os investigadores, desviavam dinheiro do banco para laranjas para retroalimentar o próprio Master.

    De acordo com especialistas consultados pela Folha, a prática pode ter sido ilegal.

    Na época do financiamento, Zettel era um dos diretores da Super. Ele saiu do quadro societário da empresa em 23 de julho de 2024, deixando no seu lugar uma funcionária.

    Zettel foi um dos alvos da segunda fase da Operação Compliance deflagrada nesta quarta-feira (14) pela PF (Polícia Federal). Ele foi preso ao tentar embarcar para Dubai mas foi liberado horas depois.

    Em 8 de maio de 2024, a Super comprou a mansão no Lago Sul utilizada por Vorcaro quando estava na capital federal. A existência da casa foi revelada pela Folha.

    Quase um ano depois da compra, em 11 de abril de 2025, a Super vendeu a casa para a Prime Aviation 4 Participações, empresa que faz parte do grupo Prime You, do qual Vorcaro é sócio.

    O registro não foi feito na matrícula do imóvel, mas a Folha descobriu a operação ao obter a escritura da transação. A casa foi revendida pela Super pelo mesmo valor que pagou, R$ 36,1 milhões.

    Procurada, a defesa de Daniel Vorcaro disse em nota que a relação do ex-banqueiro com a Super é comercial, envolvendo operações de compra e venda de ativos e contratos de inquilinato. “Um dos sócios da empresa é cunhado de Vorcaro, fato de conhecimento público”, acrescentou.

    A Super pertence a um fundo chamado Termópilas, cujo cotista único é um outro fundo chamado Astralo 95. Esse fundo está entre os seis identificados pelo Banco Central como integrante da ciranda de fraudes do Banco Master, de acordo com denúncia do Banco Central ao MPF (Ministério Público Federal).

    O Termópilas entrou no grupo de controle da Super em dezembro de 2023 quando o capital social da empresa passou de R$ 16 milhões para R$ 1,3 bilhão. Esse montante subiu para R$ 2,1 bilhões em junho de 2024 e R$ 2,6 bilhões um mês depois, em julho de 2024. Esse continua sendo o capital social da empresa até hoje.

    Para a pesquisadora da FGV Direito Rio Layla McClaskey, a operação pode ser problemática sendo Vorcaro cotista do Astralo 95 (e por consequência do Termópilas) ou não.

    Na primeira situação -uma empresa detida por um fundo que pertence a Vorcaro ou ao seu banco-, ela diz que haveria um “problema enorme” com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e com o Fisco. “Fere vários princípios de realização de operações com partes relacionadas, como a lealdade, diligência e transparência”, afirma.

    As regras a que McClaskey se refere expressam que se algum fundo fizer negócios com partes relacionadas, é preciso indicar a movimentação claramente, e o ganho para o fundo precisa ser explicitado. “A operação simula um investimento e não é, o que seria uma fraude”, resumiu.

    Para a especialista, a revenda do imóvel pelo mesmo preço pelo qual ele foi adquirido é problemática, porque permite evitar o pagamento de Imposto de Renda já que o negócio não rendeu lucro.

    No caso de Vorcaro ou do Banco Master não serem os beneficiários finais do fundo, a situação é mais grave. “Todos os cotistas estão sendo prejudicados”, apontou.

    Um ex-dirigente da CVM, que falou na condição de anonimato, disse que a operação pode ser na verdade uma forma encontrada por Vorcaro para tirar dinheiro do banco sem a necessidade de pagar dividendos.

    Dividendos são apurados em cima do lucro de uma empresa, o que limita o montante repassado ao controlador. Ao usar a estrutura de fundos e empresas, Vorcaro conseguiria retirar mais dinheiro da instituição financeira.

    Além da casa de Brasília, a Super é dona de outros negócios. Ela tem participação em uma empresa que faz parte do consórcio administrador do Minascentro, um centro de convenções em Belo Horizonte -cidade natal de Vorcaro- e está na sociedade de duas empresas de esportes em São Paulo.

    Vorcaro usou empréstimo do Master para comprar mansão em Brasília

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  • BC decreta liquidação da Reag, investigada por fraudes no caso Master

    BC decreta liquidação da Reag, investigada por fraudes no caso Master

    A liquidação foi decretada um dia depois de a Polícia Federal deflagrar a segunda fase da operação Compliance Zero; nova etapa da investigação teve como alvos endereços ligados a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Banco Central decretou nesta quinta-feira (15) a liquidação da Reag Trust, instituição investigada por participar de suposta ciranda financeira que inflava artificialmente ativos no caso Master com o uso de fundos de investimento. Ela também é suspeita de elo com o PCC (Primeiro Comando da Capital).

    A Reag tinha R$ 352 bilhões sob administração em novembro, segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). No ranking de administradoras, ela aparece na 11ª posição no país.

    A liquidação foi decretada um dia depois de a Polícia Federal deflagrar a segunda fase da operação Compliance Zero, que apura a atuação de fundos de investimentos que teriam sido usados para inflar o patrimônio do Master.

    Essa nova etapa da investigação teve como alvos endereços ligados a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a parentes dele e a empresários, incluindo Nelson Tanure e João Carlos Mansur, ex-dono da Reag -gestora investigada no caso Master e suspeita de envolvimento com o crime organizado.

    Após a operação da PF, a defesa de Mansur disse que não teve acesso a investigação, mas que está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

    Mansur deixou o cargo de presidente do Conselho de Administração da Reag em setembro de 2025 para conter crise de credibilidade depois da operação Carbono Oculto. A Reag foi um dos alvos do ato deflagrado pela PF para investigar um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC no mercado financeiro.

    Na ocasião, a Reag negou conexão com o PCC. “Desde o início das apurações relacionadas à Operação Carbono Oculto, a Reag tem colaborado integralmente com as autoridades, fornecendo informações, documentos e acesso aos seus sistemas sempre que solicitado.”

    No ato em que determinou a liquidação da Reag, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, nomeou como liquidante a APS Serviços Especializados de Apoio Administrativo, tendo como responsável técnico Antônio Pereira de Souza. Ele foi servidor do Banco Central e atuou na liquidação do banco Bamerindus.

    A instituição hoje é denominada CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários e se enquadrada no segmento S4 (porte inferior a 0,1% do PIB), representando menos de 0,001% do ativo total ajustado do sistema financeiro nacional.

    Em nota, o BC disse que a liquidação foi motivada “por graves violações às normas” que regem as atividades das instituições que integram o sistema financeiro.

    “O Banco Central continuará tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais. O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis”, disse.

    A liquidação é adotada quando o BC avalia que a situação da instituição financeira é irrecuperável. Nesse caso, o funcionamento da instituição é interrompido e ela é retirada do sistema financeiro nacional. Com o ato, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição.

    Existe a possibilidade de o liquidante, caso seja autorizado pelo BC, requerer a falência da instituição. Nesse caso, é um processo conduzido pela via judicial.

    Com a liquidação da Reag pelo BC, os fundos de investimentos administrados pela instituição ficam congelados, mas não são encerrados com a liquidação extrajudicial. Isso ocorre porque o fundo é um conjunto de ativos pertencentes aos cotistas, e não à administradora.

    Cabe ao Banco Central ou aos próprios participantes do fundo indicar uma nova administradora para os fundos de investimento que estavam sob responsabilidade da instituição.

    “Durante esse período de transição, enquanto não há um novo gestor formalmente indicado, o fundo fica bloqueado para movimentações. Não há entrada nem saída de cotistas”, afirma Cristiano Correa, professor de finanças do Ibmec.

    Caso nenhuma administradora aceite assumir os fundos de investimento, eles podem ser liquidados. Nesse caso, o lucro ou o prejuízo resultante da venda dos ativos é repartido entre os cotistas. “Isso costuma acontecer quando os fundos são pouco atrativos, com baixa rentabilidade ou alta complexidade. Fundos bons e rentáveis geralmente encontram gestor com facilidade”, diz Correa.

    Criada em 2012, a Reag teve um acelerado processo de crescimento, com aquisições e diversificação de investimentos, tornando-se uma das maiores gestoras independentes do país, sem ligação com um banco. Seu principal foco é a gestão de recursos e de patrimônio.

    Como mostrou a Folha de S. Paulo, um relatório do BC enviado ao TCU (Tribunal de Contas da União) apontou indícios de fraude em operações financeiras realizadas pelo Master em conjunto com fundos administrados pela Reag Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.

    De acordo com o documento, as transações suspeitas somariam R$ 11,5 bilhões e foram consideradas pelo BC como portadoras de “falhas graves”, em desacordo com normas do sistema financeiro nacional. O órgão regulador comunicou o caso ao Ministério Público Federal.

    Além da antiga Reag, o BC também decretou nesta quinta a liquidação da Advanced Corretora de Câmbio, que tem sede em São Paulo. A instituição está enquadrada no segmento S5 (porte inferior a 0,1% do PIB), tem baixa representatividade no sistema financeiro e ocupa a 56ª posição no ranking de câmbio do BC, considerando as operações realizadas em 2025.

    De acordo com a autoridade monetária, neste período, as operações da corretora representaram 0,081% do volume financeiro e 0,14% da quantidade de operações de câmbio cursadas no sistema financeiro.

    “A decretação da liquidação extrajudicial foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da corretora, bem como por graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do SFN [sistema financeiro nacional]”, afirmou o BC em nota.

    Em ato assinado por Galípolo, o BC nomeou Fabiano Fabri Bayarri como liquidante da corretora de câmbio. Procurada, a Advanced não se manifestou sobre o tema.

    BC decreta liquidação da Reag, investigada por fraudes no caso Master

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  • Venda de motocicletas em 2025 é a maior dos últimos 22 anos

    Venda de motocicletas em 2025 é a maior dos últimos 22 anos

    Exportações encerraram 2025 com 43.117 motocicletas embarcadas, volume 39,1% superior ao registrado no ano anterior; setor estima mercado ainda mais aquecido em 2026

    A venda de motocicletas no país em 2025 foi a maior registrada desde 2003. Foram comercializadas 2.197.851 unidades no ano passado, uma alta de 17,1% em relação a 2024 (1.876.427 unidades).

    O segundo ano com mais vendas foi 2011 (1.940.543 unidades) e o terceiro, 2008 (1.925.558 unidades).

    Os dados, divulgados nesta quinta-feira (15), são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). 

    “O desempenho do setor reflete a demanda aquecida por veículos de duas rodas, impulsionada principalmente pela mobilidade urbana e pelo uso profissional”, destaca o presidente da entidade, Marcos Bento.

    No ano passado, 1.980.538 motocicletas foram produzidas nas linhas de montagem das fabricantes instaladas em Manaus, volume 13,3% superior ao registrado em 2024. Esse foi o melhor desempenho do setor desde 2011 e o terceiro maior da história da indústria motociclística nacional, desde 2003.

    As exportações encerraram 2025 com 43.117 motocicletas embarcadas, volume 39,1% superior ao registrado no ano anterior. 

    Projeções para 2026

    A Abraciclo estima que a produção em 2026 deverá ser de aproximadamente 2.070.000 motocicletas, volume 4,5% superior às 1.980.538 unidades fabricadas em 2025.

    A previsão da entidade é que sejam vendidas no país, neste ano, 2.300.000 motocicletas, um avanço de 4,6% em relação às 2.197.851 unidades comercializadas no ano passado.

    As exportações, segundo a Abraciclo, também devem apresentar elevação. A entidade estima que 45.000 motocicletas sejam destinadas ao mercado externo em 2026, crescimento de 4,4% na comparação com 2025.

    “As projeções indicam o crescimento consolidado do segmento no Brasil e reforçam o papel estratégico do Polo Industrial de Manaus, o maior polo de produção de duas rodas fora do eixo asiático”, afirma o presidente da Abraciclo.

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  • Governo Lula quita R$ 2,2 bilhões com organismos internacionais em 2025

    Governo Lula quita R$ 2,2 bilhões com organismos internacionais em 2025

    País regulariza contribuições e reforça atuação multilateral

    O Brasil destinou cerca de R$ 2,2 bilhões em 2025 para a quitação de contribuições obrigatórias a organismos internacionais, informou nesta quinta-feira (15), em Brasília, o Ministério do Planejamento e Orçamento. O dinheiro também foi usado em integralizações e recomposições de cotas em bancos de desenvolvimento e fundos multilaterais.

    Segundo o governo, os pagamentos garantiram a adimplência do Brasil em fóruns globais, regionais e setoriais estratégicos.

    No âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU), o país quitou integralmente compromissos com o orçamento regular, missões de paz e mecanismos judiciais vinculados à ONU, passando a integrar um grupo restrito de nações totalmente adimplentes com a organização. Também foram honradas contribuições a agências especializadas em áreas como saúde, educação, trabalho e migração. 

    Estratégia

    Segundo o ministério, a estratégia de pagamentos escalonados ao longo do ano, aliada ao monitoramento da taxa de câmbio, permitiu reduzir custos para o Tesouro Nacional e assegurar previsibilidade orçamentária. A regularização das obrigações reforça o compromisso do Brasil com o multilateralismo, a integração regional e a responsabilidade fiscal.

    Confira a lista de organismos, bancos e fundos internacionais com os quais o Brasil quitou pagamentos em 2025:

    Sistema das Nações Unidas

    • Organização das Nações Unidas (ONU) – orçamento regular, missões de paz e Mecanismo Residual Internacional para Tribunais Penais (IRMCT)
    • Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO)
    • Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)
    • Organização Mundial da Saúde (OMS)
    • Organização Internacional do Trabalho (OIT)
    • Organização Internacional para as Migrações (OIM)
    • Organização Mundial do Turismo (OMT)
    • União Postal Universal (UPU)

    Meio ambiente e clima

    • Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC)
    • Protocolo de Quioto
    • Protocolo de Montreal
    • Protocolo de Cartagena
    • Protocolo de Nagoia

    Integração regional e cooperação hemisférica

    • Secretaria do Mercosul
    • Parlamento do Mercosul (Parlasul)
    • Instituto de Políticas Públicas de Direitos Humanos do Mercosul (IPPDH)
    • Secretaria do Tribunal Permanente de Revisão (TPR)
    • Organização dos Estados Americanos (OEA)
    • •    Associação Latino-Americana de Integração (ALADI)
    • •    Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA)

    Outros organismos internacionais

    • Organização Mundial do Comércio (OMC)
    • Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)
    • Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA)
    • Tribunal Penal Internacional (TPI)
    • Tribunal Internacional do Direito do Mar (TIDM)
    • Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN)
    • Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO)
    • Bancos de desenvolvimento e fundos multilaterais
    • Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (FONPLATA)
    • Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA)
    • Corporação Financeira Internacional (CFI)
    • Corporação Andina de Fomento (CAF)

    Por que a adimplência importa

    • Garante participação plena do Brasil em decisões internacionais
    • Preserva direitos de voto e influência em organismos multilaterais
    • Permite acesso a empréstimos, doações e cooperações técnicas
    • Reforça a imagem do país como ator comprometido com a cooperação internacional e o desenvolvimento sustentável.

    Governo Lula quita R$ 2,2 bilhões com organismos internacionais em 2025

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