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  • Prévia da inflação varia 0,62%, influenciada por alimentação e bebidas

    Prévia da inflação varia 0,62%, influenciada por alimentação e bebidas

    Índice de maio ficou 0,27 ponto percentual abaixo da taxa de abril; dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, destaca-se alimentação e bebidas, com a maior variação (1,38%)

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) variou 0,62% em maio, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A prévia da inflação ficou 0,27 ponto percentual abaixo da taxa de abril, que foi 0,89%.

    Quando comparado a maio de 2025 e ao acumulado até este mês no ano anterior, o índice apresentou alta. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,02% e, em 12 meses, de 4,64%, acima dos 4,37% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2025, o IPCA-15 alcançou 0,36%.

    Variações dos produtos 

    Segundo o IBGE, dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, destaca-se alimentação e bebidas, com a maior variação (1,38%).

    Em seguida, habitação (1,03%) e saúde e cuidados pessoais (1,05%) tiveram as maiores influências no resultado geral.

    As demais variações ficaram entre -0,33%, em transportes, e 0,50%, em Despesas pessoais.

    Quedas em transportes e combustíveis 

    A divulgação mostrou que no grupo transportes, cujo índice foi -0,33%, os combustíveis desaceleraram de 6,06% em abril para -1,47% em maio, com decréscimos no etanol (-2,73%), óleo diesel (-2,04%) e gasolina (-1,32%).

    O gás veicular, no entanto, teve alta de 2,12% e passagem aérea aumentou 3,25%, após recuar 14,32% em abril.

    Ainda em transportes, o IBGE destaca que o ônibus urbano recuou 0,56%. Isso se deve, segundo o instituto, pela gratuidade ou redução tarifária aos domingos em São Paulo (0,44%) e Salvador (0,36%) e aos feriados em Brasília (-3,30%), Belém (-3,41%), Belo Horizonte (-3,29%) e Curitiba (-1,46%).

    Alimentação e habitação 

    No grupo alimentação e bebidas, que registrou alta de 1,38%, a alimentação no domicílio saiu de 1,77% em abril, para 1,73% em maio. Contribuíram para esse resultado as quedas da maçã (-2,32%) e do café moído (-2,09%).

    Por outro lado, destacaram-se as altas da batata-inglesa (26,29%), do tomate (12,97%), do leite longa vida (6,07%) e das carnes (1,98%).

    A alimentação fora do domicílio (0,51%) desacelerou em relação a abril (0,7%), por conta das variações da refeição (0,57%) e do lanche (0,37%) que, nesse mesmo mês, subiram 0,65% e 0,87%, respectivamente.

    Já no grupo habitação, com alta de 1,03%, destaca-se energia elétrica residencial, com acréscimo de 2,16%, como principal impacto individual no índice.

    O IBGE destaca que, em maio, passou a vigorar a bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$1,885 a cada 100kWh consumidos. 

    Saúde

    Em saúde e cuidados pessoais (1,05%), o resultado foi influenciado pelos produtos de higiene pessoal (1,60%), pelos produtos farmacêuticos (1,25%) e pelo plano de saúde (0,5%).

    Segundo o IBGE, pesou na categoria a autorização do reajuste de até 3,81% nos preços dos medicamentos, desde 1° de abril. 

    Coleta de preços

    Os preços foram todos coletados entre 16 de abril a 15 de maio e comparados com aqueles vigentes de 18 de março a 15 de abril de 2026.

    O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia.

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  • Fim da escala 6×1 terá impacto positivo, avalia ministro Wellington Dias

    Fim da escala 6×1 terá impacto positivo, avalia ministro Wellington Dias

    “Com a escala 5×2 vamos garantir qualidade de vida maior, empregabilidade maior e mais oportunidades de trabalho”, afirmou o ministro

    O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, disse nesta quarta-feira, 27, que o fim da escala de trabalho 6×1 “vai ter um impacto positivo” no mercado de trabalho, garantindo mais “qualidade de vida, empregabilidade e mais oportunidades de trabalho”.

    Dias foi o entrevistado desta quarta-feira do programa “Bom Dia, Ministro”, da EBC.

    “Vai ter impacto positivo. Muita gente não abre mão de ter o sábado e domingo com a família, ir ao culto, à igreja, à balada. As pessoas querem um padrão de vida que dois terços da população já alcançou. Hoje 66% dos trabalhadores brasileiros já têm uma escala de 5×2. Com a escala 5×2 vamos garantir qualidade de vida maior, empregabilidade maior e mais oportunidades de trabalho”, afirmou.

    A proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1 voltará a ser discutida na comissão especial da Câmara nesta quarta-feira.

    Fim da escala 6×1 terá impacto positivo, avalia ministro Wellington Dias

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  • Novas regras de saúde mental no trabalho passam a valer; veja o que muda

    Novas regras de saúde mental no trabalho passam a valer; veja o que muda

    Nova NR-1 passou a exigir que empresas identifiquem e reduzam riscos à saúde mental dos funcionários, incluindo assédio, pressão excessiva e jornadas abusivas. Apesar da entrada em vigor nesta terça-feira, o governo adiou a aplicação de multas por 90 dias

    (FOLHAPRESS) – As novas regras da NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1), que obrigam empresas a identificar e reduzir riscos à saúde mental dos trabalhadores, entraram em vigor nesta terça-feira (26). Apesar disso, a aplicação de multas foi adiada por 90 dias e, neste primeiro momento, a fiscalização terá caráter apenas orientativo.

    A atualização da norma, promovida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), amplia as exigências sobre saúde e segurança no ambiente corporativo e obriga empresas a incluírem os chamados riscos psicossociais na gestão interna.

    Entre os fatores que deverão ser avaliados estão metas abusivas, jornadas excessivas, assédio moral e sexual, excesso de pressão e problemas nas relações interpessoais no ambiente de trabalho.

    A norma também incentiva maior autonomia dos funcionários e treinamento de gestores para prevenir situações de adoecimento mental.

    A mudança ocorre em meio ao crescimento expressivo de afastamentos por transtornos psicológicos no país.

    Segundo levantamento da Anamt com dados do INSS, os afastamentos superiores a 15 dias por problemas mentais passaram de 219,8 mil em 2023 para 393,6 mil até novembro de 2025, alta de 79%.

    Os gastos públicos com esses afastamentos superaram R$ 954 milhões no último ano.

    Os casos de burnout também cresceram fortemente no período e quase quadruplicaram, passando de 1.760 para 6.985 registros.

    A ansiedade aparece como o transtorno mais frequente, representando cerca de 40% das licenças relacionadas à saúde mental.

    Pequenas empresas pedem mais prazo

    Apesar de apoiar a preocupação com o bem-estar dos trabalhadores, entidades do comércio afirmam que micro e pequenas empresas ainda não têm estrutura suficiente para se adequar às novas exigências.

    A FecomercioSP pediu oficialmente ao Ministério do Trabalho o adiamento da norma por um ano.

    Segundo Eduardo Pastore, assessor jurídico da entidade, a principal dificuldade está na falta de critérios objetivos sobre o que caracteriza um “risco psicossocial”.

    Ele afirma que conceitos considerados subjetivos podem gerar insegurança jurídica e interpretações diferentes durante fiscalizações.

    A federação também critica o curto prazo para adaptação e afirma que o manual técnico do governo foi divulgado apenas em março.

    Para tentar reduzir dificuldades, a FecomercioSP passou a distribuir cartilhas e promover palestras voltadas aos comerciantes.

    Grandes empresas dizem já cumprir exigências

    Enquanto pequenos empresários demonstram preocupação, grandes corporações afirmam que já adotam políticas relacionadas à saúde mental há anos.

    A Febraban informou que os bancos já realizam monitoramento de riscos psicossociais e consideram que a nova norma apenas formaliza procedimentos existentes.

    Itaú, Banco do Brasil e Bradesco afirmaram que possuem canais de denúncia, apoio psicológico e treinamento de gestores.

    O Banco do Brasil informou ainda que treinou mais de 6 mil líderes para lidar com questões relacionadas à saúde mental.

    A Natura declarou que monitora indicadores de estresse desde 2019 e mantém programas de apoio emocional e terapia online para funcionários.

    Já o Grupo Casas Bahia informou ter realizado milhares de atendimentos em telemedicina e telepsicologia no último ano.

    Saúde mental ganha peso nas relações de trabalho

    Especialistas afirmam que a nova NR-1 representa uma mudança estrutural na forma como empresas lidam com gestão de pessoas.

    “A saúde mental deixa de ser apenas uma iniciativa de RH e passa a integrar formalmente a gestão de riscos das empresas”, afirma Gregório Andrade, especialista em direito do trabalho da Sama Care.

    Estudos também mostram que os afastamentos por saúde mental impactam diretamente a produtividade.

    Pesquisa da consultoria Mercer Marsh revelou que as licenças relacionadas ao tema costumam se concentrar principalmente às terças e quartas-feiras, indicando desgaste acumulado no ambiente profissional.

    Hoje, problemas de saúde mental já representam a terceira maior causa de afastamento do trabalho no Brasil, atrás apenas de dores musculares e doenças ósseas.

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  • Parecer da PEC 6×1 pode acabar com limite de horas trabalhadas para até 434 mil celetistas

    Parecer da PEC 6×1 pode acabar com limite de horas trabalhadas para até 434 mil celetistas

    Texto da PEC que reduz jornada semanal para 40 horas prevê que trabalhadores com salários acima de R$ 21 mil possam ficar sem controle de jornada. Especialistas afirmam que a medida pode reduzir direitos trabalhistas e não deve frear a pejotização

    (FOLHAPRESS) – O parecer da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas pode acabar retirando direitos de até 434 mil trabalhadores com carteira assinada no Brasil.

    A proposta, elaborada pelo deputado Leo Prates (Republicanos-BA) e apoiada pelo governo Lula (PT), prevê que profissionais com salários mais altos deixem de ter limite de jornada e controle de horas trabalhadas.

    O texto será votado nesta quarta-feira (28).

    O levantamento foi feito pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) com base em dados da Rais (Relação Anual de Informações Sociais), do governo federal.

    A mudança afetaria trabalhadores que recebem acima de 2,5 vezes o teto do INSS. Atualmente, isso representa salários a partir de R$ 21.188,88.

    Segundo o parecer, esses profissionais continuariam tendo direito às duas folgas semanais remuneradas, mas poderiam ficar sem controle formal de jornada, salvo se houver previsão em acordo coletivo ou decisão da empresa.

    O governo federal apoiou a proposta após o relator aumentar a faixa salarial inicialmente prevista e retirar servidores públicos e empregados de estatais das novas regras.

    Especialistas veem perda de proteção trabalhista
    A estimativa de 434 mil trabalhadores considera profissionais formais nessa faixa salarial, embora parte deles já ocupe cargos de gestão, condição que em alguns casos permite flexibilização da jornada pela CLT.

    Ainda assim, o Dieese calcula que ao menos 190 mil trabalhadores seriam diretamente impactados pela mudança.

    “Estamos falando de centenas de milhares de trabalhadores potencialmente afetados”, afirmou Victor Pagani, diretor técnico-adjunto do Dieese.

    Leo Prates defende que a medida ajudaria a reduzir a pejotização, prática em que profissionais atuam como pessoa jurídica em vez de serem contratados pela CLT.

    Segundo ele, muitos trabalhadores de alta renda preferem contratos como PJ justamente pela flexibilidade da jornada.

    Especialistas ouvidos pela Folha, porém, discordam da avaliação.

    Para economistas, advogados e representantes do setor empresarial, a pejotização ocorre principalmente pela diferença de impostos e encargos trabalhistas entre os modelos de contratação.

    O professor da FGV Nelson Marconi afirma que a flexibilização da jornada não resolve o problema.

    “Se existe um abismo tributário entre o regime CLT e o modelo PJ, isso não será resolvido com mudanças na jornada”, disse.

    Tema pode gerar disputa judicial
    A proposta segue lógica semelhante à figura do trabalhador “hipersuficiente”, criada pela reforma trabalhista.

    Hoje, profissionais com ensino superior e salários elevados já podem negociar individualmente algumas condições de trabalho, desde que direitos fundamentais sejam preservados.

    O advogado trabalhista Danillo Masko afirma, porém, que atualmente a dispensa de controle de jornada exige que o trabalhador ocupe cargo de confiança ou gestão.

    “É necessário existir poder de mando e confiança dentro da empresa para justificar a ausência de controle de jornada”, afirmou.

    Segundo especialistas, a mudança pode abrir novas discussões judiciais sobre direitos trabalhistas e pejotização.

    Parecer da PEC 6×1 pode acabar com limite de horas trabalhadas para até 434 mil celetistas

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  • A três dias do prazo, quase 10 milhões não enviaram declaração do IR

    A três dias do prazo, quase 10 milhões não enviaram declaração do IR

    Segundo a Receita Federal, 60,6% das declarações entregues até agora terão direito a receber restituição. Prazo termina nesta sexta-feira (29), às 23h59

    A três dias do fim do prazo, 22,1% dos contribuintes, cerca de 9,8 milhões de pessoas, ainda não acertaram as contas com o Leão. Até às 17h56 desta terça-feira (26), a Receita Federal recebeu 34.279.338 Declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2026 (ano-base 2025).

    O número equivale a 77,9% do total de declarações previstas para este ano. Em 2026, o Fisco espera receber 44 milhões de declarações. Tradicionalmente, o ritmo de entrega aumenta nas últimas semanas do prazo.

    Segundo a Receita Federal, 60,6% das declarações entregues até agora terão direito a receber restituição, 21,7% terão que pagar Imposto de Renda e 17,8% não têm imposto a pagar nem a receber.

    A maioria dos documentos foi preenchida a partir do programa de computador (77,5%), mas 15,7% dos contribuintes recorrem ao preenchimento on-line, que deixa o rascunho da declaração salvo nos computadores do Fisco (nuvem da Receita), e 6,8% declaram pelo aplicativo Meu Imposto de Renda para smartphones e tablets.

    Um total de 59,5% dos contribuintes que entregaram o documento à Receita Federal usaram a declaração pré-preenchida, por meio da qual o declarante baixa uma versão preliminar do documento, bastando confirmar as informações ou retificar os dados. A opção de desconto simplificado representa 55,2% dos envios.

    O prazo para entregar a declaração começou em 23 de março e termina às 23h59 desta sexta-feira, 29 de maio. O programa gerador da declaração está disponível desde 19 de março.

    Quem não enviar a declaração no prazo pagará multa de R$ 165,74 ou 1% do imposto devido, prevalecendo o maior valor.

    As pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, assim como aquelas que obtiveram receita bruta da atividade rural acima de R$ 177.920, são obrigadas a declarar. As pessoas que receberam até dois salários mínimos mensais em 2025 estão dispensadas de fazer a declaração, salvo se se enquadrarem em outro critério de obrigatoriedade.

    A três dias do prazo, quase 10 milhões não enviaram declaração do IR

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  • Guilherme Boulos: polêmicas sobre o Bolsa Família são artificiais, para atacar o programa

    Guilherme Boulos: polêmicas sobre o Bolsa Família são artificiais, para atacar o programa

    Ministro da Secretaria Geral da Presidência defendeu programa, que considerou política modelo para formulação de projetos no Brasil

    O ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, disse nesta terça-feira, 26, que as polêmicas que voltam a circular sobre o programa Bolsa Família são artificialmente geradas na tentativa de atacar e questionar a eficácia do programa e, por isso, não se justificam. “Tivemos nos últimos dias mais polêmicas artificiais, que se repetem sobre o Bolsa Família no Brasil, para atacar e questionar a eficácia do programa”, afirmou durante evento na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Brasília (DF).

    Para o ministro, o programa é uma política modelo, que guia a infraestrutura de políticas sociais do Brasil e de países que tentam desenhar programas semelhantes. “É uma política modelo em nível internacional e é importante a gente reiterar isso no momento em que há críticas ao Bolsa Família.”

    A fala de Boulos ocorre após declarações do apresentador Luciano Huck durante o 5º Fórum Esfera, realizado no Guarujá (SP), gerarem forte repercussão nas redes sociais e no meio político.

    No evento, Huck afirmou que programas de transferência de renda não criariam “estímulo” suficiente para que famílias deixem a situação de vulnerabilidade social.

    Durante a participação no fórum empresarial, Huck citou o município de Senhor do Bonfim (BA) e disse que cidades com grande dependência econômica do Bolsa Família acabariam criando “atalhos” para que beneficiários permaneçam no programa “ad aeternum”.

    A declaração foi criticada por políticos, artistas e movimentos sociais, que acusaram o apresentador de reproduzir estigmas sobre a população de baixa renda.

    Guilherme Boulos: polêmicas sobre o Bolsa Família são artificiais, para atacar o programa

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  • Alckmin afirma que ideia de fim da jornada 6×1 não tem relação com as eleições

    Alckmin afirma que ideia de fim da jornada 6×1 não tem relação com as eleições

    O vice-presidente da República conversou com jornalistas depois de visitar uma concessionária de carros elétricos na capital federal

    O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira, 26, que a ideia do governo de acabar com a jornada de trabalho 6×1 não tem relação com as eleições. Segundo ele, a Câmara dos Deputados fez um bom entendimento, com uma transição para a redução da jornada, em texto aprovado na segunda-feira na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

    Ele conversou com jornalistas depois de visitar uma concessionária de carros elétricos na capital federal para conhecer o modelo de automóvel que entraria no novo programa de crédito para motoristas de aplicativo e taxistas.

    “Na realidade, isso não tem relação especificamente com eleição. Há uma tendência mundial de redução de jornada de trabalho, eu fui constituinte em 1988 e a jornada veio para 44 horas, estamos falando de 38 anos depois. Há uma tendência mundial de ter uma redução de jornada”, afirmou.

    A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que reduz de 44 para 40 horas semanais da jornada de trabalho teve seu relatório lido na segunda, mas a votação foi adiada por conta de um pedido de vistas. Alckmin elogiou o texto, que prevê uma transição menor, de 44 para 42 horas, chegando às 40 horas apenas em 2027.

    “Eu acho que é uma medida correta e que foi feito um bom entendimento. Nós vamos implantar metade, duas horas agora, e redução de outras duas daqui um ano. Eu acho que é um bom entendimento”, completou o vice-presidente.

    Alckmin afirma que ideia de fim da jornada 6×1 não tem relação com as eleições

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  • Lula edita MP com R$ 30 bilhões em crédito extra para financiar motoristas de apps e taxistas

    Lula edita MP com R$ 30 bilhões em crédito extra para financiar motoristas de apps e taxistas

    O programa autoriza a utilização de até R$ 30 bilhões em recursos para operações de financiamento reembolsável destinadas à renovação da frota de transporte individual de passageiros, observados critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou a medida provisória 1.362 que abre crédito extraordinário – fora das metas fiscais – de R$ 30 bilhões para bancar o programa de financiamentos para taxistas e motoristas de aplicativos.

    O texto foi publicado no Diário Oficial da União (DOU). Lançado no dia 19, o Move Brasil é voltado ao crédito para aquisição de veículos novos sustentáveis por profissionais do transporte remunerado privado individual de passageiros, taxistas e cooperativas de táxi.

    O programa autoriza a utilização de até R$ 30 bilhões em recursos para operações de financiamento reembolsável destinadas à renovação da frota de transporte individual de passageiros, observados critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica. Os financiamentos serão concedidos exclusivamente de forma indireta, por meio de instituições financeiras habilitadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), responsáveis pela assunção integral do risco de crédito das operações.

    Lula edita MP com R$ 30 bilhões em crédito extra para financiar motoristas de apps e taxistas

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  • Projeção do Focus para crescimento do PIB de 2026 passa de 1,85% para 1,89%

    Projeção do Focus para crescimento do PIB de 2026 passa de 1,85% para 1,89%

    Mercado financeiro elevou a projeção de crescimento do PIB brasileiro em 2026 para 1,89%, segundo o relatório Focus. Para 2027, porém, economistas reduziram a expectativa de expansão da economia nacional

    A mediana das projeções do mercado financeiro para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2026 subiu de 1,85% para 1,89%, segundo dados divulgados nesta terça-feira (26) no relatório Focus, do Banco Central.

    Há um mês, a estimativa para a expansão da economia no próximo ano também era de 1,85%.

    Considerando apenas as 76 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, consideradas mais sensíveis às mudanças recentes do cenário econômico, a expectativa avançou de 1,88% para 1,90%.

    A previsão do mercado segue acima da estimativa do Banco Central, que projeta crescimento de 1,6% para 2026, conforme o Relatório de Política Monetária divulgado no primeiro trimestre.

    O Ministério da Fazenda trabalha com uma projeção mais otimista e estima alta de 2,33% para o PIB brasileiro no período.

    Mercado reduz projeção para 2027
    Para 2027, o mercado financeiro reduziu a expectativa de crescimento da economia brasileira.

    A mediana das projeções caiu de 1,77% para 1,70%.

    Entre as estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a previsão também recuou, passando de 1,80% para 1,70%.

    Já para 2028 e 2029, as projeções permaneceram estáveis em 2,0%.

    No caso de 2028, a estimativa está mantida há 115 semanas consecutivas. Para 2029, a estabilidade já dura 62 semanas.

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    Projeção do Focus para crescimento do PIB de 2026 passa de 1,85% para 1,89%

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  • Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 7

    Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 7

    Caixa libera nesta terça-feira a parcela de maio do Bolsa Família para beneficiários com NIS final 7. Programa atende mais de 19 milhões de famílias e inclui adicionais para crianças, gestantes e mães de bebês

    A Caixa Econômica Federal paga nesta terça-feira (26) a parcela de maio do Bolsa Família para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 7.

    O valor mínimo do benefício segue em R$ 600, mas, com os adicionais previstos pelo programa, o valor médio pago às famílias sobe para R$ 678,01.

    Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o Bolsa Família atende neste mês cerca de 19,08 milhões de famílias em todo o país, com orçamento total de R$ 12,9 bilhões.

    Além do valor básico, o programa inclui benefícios complementares. O Benefício Variável Familiar Nutriz garante seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até seis meses.

    Também são pagos adicionais de R$ 50 para gestantes, mães que amamentam e crianças e adolescentes entre 7 e 18 anos. Famílias com crianças de até 6 anos recebem ainda um acréscimo de R$ 150 por filho.

    No calendário tradicional do programa, os pagamentos são realizados nos últimos dez dias úteis de cada mês, conforme o número final do NIS.

    As informações sobre datas, valores e composição do benefício podem ser consultadas pelo aplicativo Caixa Tem.

    Pagamento antecipado em cidades afetadas por seca e chuvas
    Moradores de 217 municípios de nove estados receberam os pagamentos antecipadamente no último dia 18, independentemente do final do NIS.

    A medida beneficiou cidades afetadas por estiagem, chuvas intensas ou que possuem populações indígenas em situação de vulnerabilidade.

    Entre os estados contemplados estão Rio Grande do Norte, Amazonas, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe.

    A lista completa dos municípios atendidos está disponível no site do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

    Regra de proteção atende mais de 2 milhões de famílias
    Em maio, cerca de 2,26 milhões de famílias estão enquadradas na chamada regra de proteção do Bolsa Família.

    A medida permite que beneficiários que conseguiram emprego ou aumentaram a renda continuem recebendo 50% do valor do benefício por período determinado, desde que a renda por pessoa da família não ultrapasse R$ 706.

    Somente neste mês, 159,2 mil famílias passaram a integrar a regra de proteção.

    Desde 2025, o período máximo de permanência nessa modalidade foi reduzido de dois anos para um ano. A mudança, porém, vale apenas para famílias incluídas na regra a partir de junho de 2025.

    Quem entrou até maio deste ano continuará recebendo metade do benefício por até dois anos.

    Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família também deixaram de ter desconto relacionado ao Seguro Defeso, benefício pago a pescadores artesanais durante o período da piracema.

     

    Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 7

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