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  • Irã promete que inimigos não estarão a salvo "nem dentro de casa"

    Irã promete que inimigos não estarão a salvo "nem dentro de casa"

    O Irã avisou, esta segunda-feira, que os seus inimigos não estarão a salvo nem sequer dentro das suas casas e a Guarda Revolucionária garantiu também que o país vai continuar lutando “até que o inimigo seja derrotado”.

    O Irã avisou, nesta segunda-feira, que seus inimigos não estarão seguros nem mesmo dentro de suas próprias casas. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que as recentes perdas — do líder supremo e de outros altos funcionários — “não abalaram o Irã; pelo contrário, o fortaleceram”, informou a emissora estatal da República Islâmica do Irã (IRIB), citada pela CNN Internacional.

    A Guarda Revolucionária também garantiu que o Irã continuará a lutar “até que o inimigo seja derrotado”.

    “O inimigo deve saber que seus dias de glória acabaram e que não estará seguro em nenhum lugar do mundo, nem mesmo em suas próprias casas”, prometeram.

    Também nesta tarde, o presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, afirmou que Teerã “não ficará em silêncio” após o que descreveu como ataques premeditados contra uma escola e um hospital, atribuídos a Israel e aos Estados Unidos.

    “Ataques contra hospitais são ataques à própria vida. Ataques contra escolas miram o futuro de uma nação (…) O mundo deve condenar esses atos”, escreveu Pezeshkian na rede X, acrescentando que “o Irã não ficará em silêncio e não cederá diante desses crimes”.

    Vale lembrar que este é o terceiro dia de ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Os dois países lançaram, no sábado, uma ofensiva militar contra o Irã para “eliminar ameaças iminentes do regime iraniano”, e Teerã respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região do Golfo e alvos israelenses.

    O Irã já confirmou a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989, e decretou um período de luto de 40 dias. Até o momento, pelo menos 555 pessoas morreram no Irã desde o início dos ataques, segundo a organização humanitária Crescente Vermelho iraniano, e o Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de três militares norte-americanos.

    Portugal, França, Alemanha e Reino Unido condenaram os ataques iranianos contra países vizinhos.

    Irã promete que inimigos não estarão a salvo "nem dentro de casa"

  • Putin discute receio de conflito em grande escala com líderes do Golfo Pérsico

    Putin discute receio de conflito em grande escala com líderes do Golfo Pérsico

    O Presidente russo, Vladimir Putin, falou hoje em separado com vários líderes do Golfo Pérsico, em plena guerra no Irã e receios de um conflito em grande escala que ameace a segurança de toda a região.

    “Foi manifestada preocupação mútua em relação aos riscos de escalada do conflito e ao perigo de envolvimento de países terceiros”, informou o Kremlin em comunicado, após uma conversa telefônica de Vladimir Putin com o emir do Catar, Tamim bin Hamad al-Thani.

    O presidente russo também falou por telefone com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman al-Saud; com o rei do Bahrein, Hamad bin Isa al-Khalifa; e com o líder dos Emirados Árabes Unidos, Mohammed bin Zayed.

    Bin Salman considerou que a Rússia “pode desempenhar um papel positivo e estabilizador nestes dias”, devido às suas relações amistosas tanto com o Irã quanto com os países do Golfo Pérsico, segundo o Kremlin.

    Em relação à conversa com o líder do Bahrein, Moscou destacou a preocupação com uma possível guerra em grande escala na região.

    “Houve uma troca de opiniões sobre a escalada sem precedentes em torno do Irã, como resultado da agressão dos Estados Unidos e de Israel, que está levando toda a região à beira de uma guerra em grande escala com consequências imprevisíveis”, alertou.

    Os líderes árabes estão preocupados com o risco de uma guerra de grandes proporções na região após os bombardeios iniciados no sábado por Israel e pelos Estados Unidos contra o Irã, bem como com a resposta da República Islâmica, que incluiu ataques a alvos em Tel Aviv, Dubai e Abu Dhabi, entre outros locais da região.

    O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que a operação militar contra o Irã vai durar o tempo necessário e levantou a possibilidade de que possa se estender por várias semanas.

    A presidência russa manifestou hoje sua decepção com o fim das negociações entre os Estados Unidos e o Irã, mediadas por Omã, o que resultou em uma “agressão direta” contra a República Islâmica.

    A Rússia não prestou auxílio ao Irã quando o país foi atacado pelos Estados Unidos e por Israel em meados de 2025, embora Teerã tenha fornecido drones e outros equipamentos militares a Moscou para sua campanha militar na Ucrânia.

    No fim do ano anterior, Moscou perdeu outro de seus aliados na região, após a deposição do ex-presidente sírio Bashar al-Assad por uma coalizão rebelde de inspiração jihadista.

    O presidente norte-americano afirmou que a operação iniciada no sábado visa “eliminar ameaças iminentes” do Irã, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como uma “ameaça existencial” ao seu país.

    O atual conflito também agravou as hostilidades entre Israel e o grupo xiita libanês Hezbollah, apoiado por Teerã, que nunca deixaram de se acusar mutuamente de violações do acordo de cessar-fogo assinado em novembro de 2024.

    Putin discute receio de conflito em grande escala com líderes do Golfo Pérsico

  • Sem operação à vista: Real Madrid revela lesão de Mbappé

    Sem operação à vista: Real Madrid revela lesão de Mbappé

    Já é conhecida a lesão de Kylian Mbappé, que o impediu de disputar o jogo entre Real Madrid e Benfica. O atacante da seleção francesa sofreu uma entorse no joelho esquerdo, informou nesta segunda-feira o clube merengue.

    Por meio de um comunicado, o Real Madrid confirmou que o atacante francês realizou exames para identificar a lesão e sua extensão.

    “Após os exames realizados em nosso jogador Kylian Mbappé por médicos especialistas franceses, sob a supervisão dos Serviços Médicos do Real Madrid, foi confirmado o diagnóstico de entorse no joelho esquerdo, bem como a adequação do tratamento conservador que está sendo seguido. Sua evolução será acompanhada”, diz a nota oficial.

    Isso significa que Mbappé não será operado, pelo menos em um primeiro momento, já que será adotado um tratamento mais conservador para que a recuperação aconteça sem comprometer a presença do francês na Copa do Mundo de 2026.

    Na prática, o atacante merengue decidiu parar para iniciar uma recuperação definitiva, já que convive com a lesão desde o mês de dezembro passado.

    Mbappé vinha sendo poupado e administrado, mas as dores e as limitações eram constantes em campo.

    Quanto ao futuro, Álvaro Arbeloa já havia revelado que a avaliação da lesão será feita diariamente, portanto não há prazo definido. Assim, a paciência será fundamental para a recuperação total do francês, que espera estar 100% apto para ser a principal referência da França na Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México.

    Vale lembrar que, antes do jogo de volta dos playoffs da Liga dos Campeões entre Real Madrid e Benfica, Mbappé voltou a sentir problemas físicos. Por isso, não foi relacionado para a partida contra a equipe portuguesa.

    Mesmo com limitações físicas, Kylian Mbappé segue como o grande destaque do Real Madrid, já que soma números impressionantes: 38 gols e cinco assistências em 33 partidas disputadas nesta temporada.

    Sem Mbappé, Real Madrid confirma vitória contra o Benfica

    Após vencer por margem mínima no jogo de ida, no Estádio da Luz, o Real Madrid confirmou o favoritismo em casa. Os merengues saíram atrás no placar com um gol de Rafa Silva logo aos 13 minutos, mas rapidamente empataram com um golaço de Tchouaméni.

    No entanto, o gol da vitória só saiu aos 79 minutos, pelo suspeito de sempre: Vinícius Jr. O brasileiro voltou a ser o protagonista do confronto entre as duas equipes, desta vez para garantir o triunfo do time espanhol.

    Vale lembrar que o jogo de ida ficou marcado por um caso de racismo envolvendo Gianluca Prestianni e Vinícius Júnior. O argentino foi suspenso preventivamente para o duelo no Santiago Bernabéu.

    Sem operação à vista: Real Madrid revela lesão de Mbappé

  • Três caças norte-americanos são abatidos "por engano pelo Kuwait"

    Três caças norte-americanos são abatidos "por engano pelo Kuwait"

    Três aviões de combate norte-americanos foram abatidos pelo exército kuwaitiano, quando o Irã atacava a região, afirmou hoje o comando militar dos Estados Unidos para o Oriente Médio (Centcom).

    “No decorrer de um confronto intenso, que incluiu ataques de aviões iranianos, mísseis balísticos e drones”, os caças “foram abatidos por engano pela defesa aérea do Kuwait”, declarou o Centcom em um comunicado, esclarecendo que os seis membros da tripulação se ejetaram e estão sãos e salvos.

    “O Kuwait reconheceu esse incidente e estamos gratos pelos esforços de suas forças de defesa e pelo apoio no âmbito da operação em andamento” contra o Irã, acrescentou.

    O Centcom informou que os três F-15E caíram no fim da noite de segunda-feira, quando participavam de voos de apoio à operação “Fúria Épica”, atribuindo o ocorrido a “um aparente incidente de fogo amigo”.

    Poucas horas antes, as autoridades do Kuwait haviam confirmado que vários aviões militares norte-americanos haviam caído em seu território, sem divulgar informações sobre as causas, segundo comunicado publicado nas redes sociais.

    O porta-voz do Ministério da Defesa do Kuwait, Saud al-Atuan, afirmou que “vários aviões militares norte-americanos caíram hoje pela manhã”, acrescentando que “todos os tripulantes estão em segurança”.

    Al-Atuan acrescentou que as autoridades iniciaram operações de busca e salvamento para localizar os militares, que foram “transportados para um hospital”, onde permanecem estáveis.

    “Houve coordenação direta com as forças norte-americanas sobre as circunstâncias do incidente e foram adotadas medidas técnicas conjuntas”, ressaltou.

    Por sua vez, a Embaixada dos Estados Unidos no Kuwait alertou, na internet, para “a ameaça contínua de ataques com mísseis e drones” no país e pediu à população que não se dirija ao prédio, em meio a informações divulgadas nas redes sociais de que as instalações teriam sido atingidas, embora não haja, até o momento, confirmação oficial.

    “A Embaixada dos Estados Unidos no Kuwait insta os cidadãos a permanecerem em suas residências, revisarem seus planos de segurança em caso de ataque e manterem-se vigilantes diante de possíveis novos ataques. O pessoal da Embaixada dos Estados Unidos encontra-se abrigado”, destacou, orientando que essas pessoas “se dirijam ao andar mais baixo possível e não se aproximem das janelas” nem “saiam para a rua”.

    O Exército do Irã confirmou, nas primeiras horas do dia, uma nova onda de ataques com mísseis contra a base aérea norte-americana de Ali al-Salem, no Kuwait, e contra vários navios na região norte do oceano Índico, informou a televisão estatal iraniana IRIB, sem que haja, por enquanto, mais detalhes sobre esses acontecimentos, acompanhados por novas ondas de bombardeios dos Estados Unidos e de Israel contra o país.

    Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irã, para “eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano”, e Teerã respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelenses.

    Três caças norte-americanos são abatidos "por engano pelo Kuwait"

  • Não começamos esta guerra, mas sob Trump vamos encerrá-la, diz Hegseth

    Não começamos esta guerra, mas sob Trump vamos encerrá-la, diz Hegseth

    Pete Hegseth falou ainda que o país está em luto pelos quatro militares americanos que morreram durante a operação

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou em primeira entrevista a jornalistas desde o início do bombardeio no Irã, que não foram os americanos que deram início à guerra, mas que eles vão encerrá-la. Ele estava acompanhado do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, general Dan Caine.

    O secretário falou ainda que o país está em luto pelos quatro militares americanos que morreram durante a operação. “Nós não começamos esta guerra, mas sob o presidente Trump, nós vamos terminá-la.”

    A entrevista de Hegseth acontece após o primeiro fim de semana dos ataques, em que o presidente Donald Trump não fez, até a manhã desta segunda-feira, nenhuma aparição ao vivo e concentrou as informações sobre a guerra em postagens no Truth Social e breve entrevistas a diferentes jornais e TVs.

    Agora, em um discurso em que usou o slogan America First (América em Primeiro Lugar, em inglês), o secretário afirmou que qualquer um que ameaçar o país vai ser morto. “Se vocês matarem americanos, se ameaçarem americanos em qualquer lugar da Terra, nós vamos caçá-los sem pedir desculpas e sem hesitação, e vamos matá-los”, disse Hegseth.

    O secretário ainda respondeu às críticas sobre a guerra. “Para a imprensa ao redor do mundo: Parem. Isso não é o Iraque. Não é interminável. Eu estive lá. Nossa geração sabe mais e este presidente também.”

    Desde o início dos ataques, a gestão Trump tem sido criticada por dar início a mais um conflito no Oriente Médio. Até apoiadores temem que esta seja mais uma guerra sem fim, em que há um alto custo e causa a morte de militares americanos.

    Segundo Hegseth, não há soldados americanos atualmente em território iraniano, mas “iremos tão longe quanto for necessário” e também complementou que não detalharia o que os EUA podem fazer enquanto a operação continua.

    Ele criticou a postura do Irã em meio às negociações das últimas semanas, voltou a alegar que o país persa estava construindo armas nucleares e disse que ao invés de optar pela negociação, eles preferiram enrolar.

    O secretário falou ainda que o país está em luto pelos quatro militares americanos que morreram durante a operação. “Que possamos conduzir o restante desta operação de uma maneira que os honre, sem desculpas, sem hesitação, com fúria épica”, afirmou.

    Caine também expressou condolências às famílias dos militares mortos e feridos na operação. Porém, afirmou que mais mortes são esperadas. “Como sempre, trabalharemos para minimizar as perdas americanas”, disse.

    Ele também disse que a operação envolve a Marinha, o Corpo de Fuzileiros Navais, a Força Aérea, a Força Espacial e a Guarda Costeira, em cooperação com o exército israelense. “E o fluxo de forças continua hoje”, afirmou ele, que relatou que forças adicionais estão a caminho.

    Um repórter iraniano, que relatou ter deixado o Irã nos anos 1990, questionou o secretário se poderia retornar em segurança ao país ainda este ano.

    Nisso, Hegseth repetiu as falas de Trump. “Eu não estou aqui para dar garantias sobre isso”, disse ele, que repetiu a fala de Trump dos últimos dias: “Povo do Irã, este é o momento de vocês. Nós vimos a natureza do regime exposta, vimos pessoas do Irã querendo mudança, este é o momento deles tirarem vantagem, com certeza.”

    Não começamos esta guerra, mas sob Trump vamos encerrá-la, diz Hegseth

  • Morre a sambista Adriana Araújo, aos 49 anos

    Morre a sambista Adriana Araújo, aos 49 anos

    Na noite deste sábado (28), Adriana passou mal em casa e foi levada a uma UPA após desmaiar. Depois dos primeiros atendimentos, foi transferida para o hospital para a realização de exames mais detalhados.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A cantora Adriana Araújo, um dos principais nomes do samba de Minas Gerais, morreu hoje, em Belo Horizonte. A informação foi confirmada no perfil oficial da artista.

    Na noite deste sábado (28), Adriana passou mal em casa e foi levada a uma UPA após desmaiar. Depois dos primeiros atendimentos, foi transferida para o hospital para a realização de exames mais detalhados.

    Segundo o comunicado, os resultados apontaram um aneurisma cerebral, que provocou uma hemorragia de grande extensão. Desde então, Adriana permanece internada em coma, entubada e sob cuidados intensivos da equipe médica. Os médicos haviam informado que o estado de saúde de Adriana era gravíssimo e irreversível.

    A família pediu respeito e sensibilidade neste momento. “Mesmo diante do diagnóstico médico, seguimos em oração, confiando que a decisão final pertence a Deus.”

    Morre a sambista Adriana Araújo, aos 49 anos

  • iPhone 17e chega ao Brasil a partir de R$ 5.799

    iPhone 17e chega ao Brasil a partir de R$ 5.799

    O modelo inicial com 256 GB de armazenamento chega ao Brasil pelo preço sugerido de R$ 5.799; ersão de 512 GB, o celular tem preço sugerido de R$ 7.299

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Apple anunciou o iPhone 17e, nova versão de seu smartphone acessível. No Brasil, ele custa a partir de R$ 5.799 na versão com 256 GB

    O iPhone 17e chega com proposta de custo-benefício e foco em desempenho, bateria e câmera. A Apple diz que o aparelho traz o chip A19 e um novo modem celular C1X, além de tela Super Retina XDR de 6,1 polegadas.

    No Brasil, o preço parte de R$ 5.799, com 256 GB de armazenamento como opção de entrada. Na versão de 512 GB, o celular tem preço sugerido de R$ 7.299.

    A empresa afirma que o modelo dobra o armazenamento inicial em relação à geração anterior pelo mesmo preço de início. Ano passado, o iPhone 16e, antecessor do iPhone 17e, era vendido pelo mesmo preço, mas com 128 GB de armazenamento. Ele será disponibilizado em três cores: preto, branco ou rosa-pálido.

    Na câmera, a Apple conta com um sensor único de 48 MP, com recursos de retrato e vídeo. O conjunto permite zoom de 2x com “qualidade óptica” e gravação em 4K com Dolby Vision, segundo a empresa.

    O iPhone 17e volta a ter MagSafe e passa a suportar o padrão Qi2 para recarga sem fio mais rápida. A Apple afirma que a recarga sem fio chega a 15W e que, no cabo USB-C, o aparelho pode ir a 50% de carga em cerca de 30 minutos.

    iPhone 17e chega ao Brasil a partir de R$ 5.799

  • Ciro Gomes tem 44,5% e Elmano, 35,3% na disputa pelo governo do Ceará, mostra pesquisa

    Ciro Gomes tem 44,5% e Elmano, 35,3% na disputa pelo governo do Ceará, mostra pesquisa

    Dados são de levantamento divulgado nesta segunda-feira, 2, pelo Paraná Pesquisas; para o Senado, o ex-deputado federal Capitão Wagner (União Brasil) aparece como favorito na maioria dos cenários

    O ex-governador Ciro Gomes (PSDB) lidera a disputa pelo governo do Ceará com 44,5% das intenções de voto no Estado, seguido pelo atual governador, Elmano de Freitas (PT), que soma 35,3%. O senador Eduardo Girão (Novo) e o Professor Jarir Pereira (PSOL) aparecem em seguida, com 7% e 1,9%, respectivamente. Os dados são de levantamento divulgado nesta segunda-feira, 2, pelo Paraná Pesquisas.

    Nesse cenário, outros 4,7% não souberam responder ou não opinaram e 6,5% afirmaram que vão votam nulo ou em branco.

    Em outro cenário, em que só aparecem os nomes de Ciro e Elmano, o ex-governador tem 51,5% das intenções de voto, ante 38,1% do petista. Outros 6,1% disseram que vão votar em branco ou nulo, e 4,3% não souberam ou não quiseram opinar.

    A pesquisa também avaliou a administração do governador Elmano de Freitas. Aprovam a gestão 56,5% dos eleitores, enquanto 40,2% a desaprovam. Outros 3,3% não souberam ou não quiseram opinar.

    Senado

    O levantamento também questionou os eleitores cearenses sobre suas preferências nas eleições para o Senado. Duas vagas estarão em disputa por cada Estado. Portanto, os entrevistados puderam escolher até dois candidatos apresentados pelo instituto.

    No primeiro cenário estimulado, ex-deputado federal Capitão Wagner (União Brasil) tem 46,9% das intenções de voto, seguido pelo deputado federal Eunício Oliveira (MDB), com 33,2%. Em seguida, estão a deputada federal Luizianne Lins (PT), com 26,9%; o deputado federal Júnior Mano (PSB), com 13,9%; o deputado estadual Alcides Fernandes (PL), com 13,6% e o ex-secretário de Segurança Pública, General Theophilo (Novo), com 7,1%. Outros 11,4% votaram em branco ou nulo e 6,2% não souberam ou não quiseram opinar.

    Já no segundo cenário estimulado, sem o Capitão Wagner, o ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio (União Brasil) aparece na frente com 41% das intenções de voto. Na sequência, Eunício, com 34,4%; o deputado federal José Guimarães (PT), com 19,4%; Júnior Mano, com 14,6%; Alcides Fernandes, com 13,8%; General Theophilo, com 8,2% e o ex-senador Chiquinho Feitosa (PSDB), com 6,6%. Outros 12,1% optaram por votar em branco ou nulo, e 5,6% não souberam ou não quiseram opinar.

    No terceiro cenário estimulado, Capitão Wagner aparece com 42,3% das intenções de voto contra 28,6% de Roberto Cláudio. Em seguida estão Eunício, com 26,9%; Luizianne Lins, com 20,1%; José Nobre Guimarães, com 15,5%; Júnior Mano, com 10,9%; Alcides Fernandes, com 10,1%; General Theophilo, com 4,6% e Chiquinho Feitosa, com 4,1%. Outros 7,5% citaram que vão votar em branco ou nulo e 5,2% não souberam ou não quiseram opinar.

    Rejeição

    A pesquisa também questionou aos entrevistados em qual candidato os eleitores não votariam de jeito nenhum. José Guimarães foi o mais votado, com 23,8%. Em seguida, estão Capitão Wagner, com 21,8%; Luizianne Lins, com 15,2%; Eunício, com 13,9%; General Theophilo, com 10,7%; Roberto Cláudio, com 9,2%; Júnior Mano, com 8,7%; Chiquinho Feitosa, com 8,4% e Alcides Fernandes, com 8,3%. Outros 14,5% dos entrevistados afirmaram que poderiam votar em todos e 15,1% não souberam ou não quiseram opinar.

    Para a realização desta pesquisa, o instituto utilizou uma amostra de 1500 eleitores, em 67 municípios cearenses. Tal amostra representativa do Estado do Ceará atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,6 pontos porcentuais para os resultados gerais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número CE-08478/2026.

    Ciro Gomes tem 44,5% e Elmano, 35,3% na disputa pelo governo do Ceará, mostra pesquisa

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Guerras fazem França anunciar escudo nuclear para Europa

    Guerras fazem França anunciar escudo nuclear para Europa

    Macron diz que instabilidades obriga aumento do arsenal atômico, que pode ser posicionado nos vizinhos; medida era estudada devido ao conflito na Ucrânia, mas ataque ao Irã escancara divergência com os EUA

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou nesta segunda-feira (2) uma mudança na política de armas nucleares do país, que aumentará seu arsenal de ogivas atômicas e o colocará à disposição dos vizinhos em caso de necessidade.

    A medida é uma reação direta ao ataque dos Estados Unidos e Israel, ambas potências nucleares, ao Irã no sábado (28). Ela já vinha sendo estudada pela percepção do fim do apoio militar americano aos parceiros europeus da Otan no contexto da Guerra da Ucrânia, mas foi acelerada pela decisão de Donald Trump.

    “Nós estamos experimentando um período de agitação geopolítica cheio de riscos”, afirmou, citando o perigo de conflitos globais “ultrapassarem os limites nucleares”. O francês falava da base de submarinos estratégicos, na Bretanha (noroeste do país).

    Mais cedo, o chanceler da França, Jean-Noël Barrot, havia criticado duramente os EUA por não terem consultado seus parceiros europeus antes do ataque que decapitou o regime de Teerã e disparou um conflito generalizado no Oriente Médio.

    Diferentemente de conflitos como a invasão do Afeganistão (2001) e da Guerra do Iraque (2003), no ataque atual os EUA só têm o Estado judeu a seu lado. Até o domingo (1º), o Reino Unido até vetava o uso de suas bases para a ação.

    Mas a nova guerra bate às portas da Europa, com a Grécia mobilizando forças para defender a ilha de Chipre, onde drones alvejaram uma base britânica, e com países do golfo Pérsico pedindo ajuda à Itália para obter defesas antiaéreas de pronta entrega.

    A ideia de um guarda-chuva nuclear europeu já havia sido ventilada por Macron no ano passado. Um primeiro passo foi o anúncio da unificação operacional do arsenal francês com o britânico, cada um retendo seu poder decisório independente.

    Apenas Paris e Londres têm armas nucleares na Otan. O estoque francês é o quarto maior do mundo, com 290 ogivas, enquanto os britânicos têm 225, segundo a Federação dos Cientistas Americanos.

    Na Europa, os americanos têm cerca de 100 bombas táticas, para uso limitado a campo de batalha, em seis bases de cinco parceiros da aliança.

    Macron afirmou que, “sob certas circunstâncias”, poderia posicionar ativos estratégicos nos vizinhos. Citou nominalmente Alemanha, Dinamarca, Holanda, Bélgica e Polônia como parceiros que estão a par dos planos, que ele disse não violar princípios da Otan e que foram comunicados a Londres e Washington.

    A ideia de que a Europa tem de se defender sozinha ganhou corpo com a volta de Trump ao poder, no ano passado, dado desengajamento do presidente de assuntos militares no continente. Ele passou a conta da ajuda à Ucrânia aos aliados e os forçou a aprovar aumento de gastos.

    Isso dito, como em outras ocasiões em que Macron falou grosso, a retórica do enfraquecido presidente francês enfrenta diversos óbices práticos.

    A maioria das ogivas francesas está em mísseis que equipam seus quatro submarinos de propulsão nuclear. Cerca de 50 delas estão em modelos de cruzeiro lançados por caças Rafale, que são o único ativo facilmente compartilhável com os vizinhos.

    Se é fato que numa guerra com a Rússia o arsenal francês poderia fazer um grande estrago, é ainda mais certo que a vantagem enorme de Moscou no campo garantiria a obliteração continental. Vladimir Putin tem a seu dispor 5.459 ogivas, 1.718 delas prontas para disparo. Trump, por sua vez, tem 5.177, 1.680 à mão.

    O anúncio francês também reflete a nova e perigosa situação nuclear do mundo. Em fevereiro, Trump deixou caducar o último acordo que tinha com a Rússia para o controle das ogivas estratégicas, aquela destinadas a tentar ganhar guerras.

    O americano quer que a China, dona do terceiro arsenal (600 bombas) global, integre um novo acordo, o que fez os russos exigirem a presença francesa e britânica. Especialistas alertam que, ao fim, a falta de regras só fará acelerar uma corrida armamentista.

    O tema permeia o ataque ao Irã, justificado pela falta de acordo acerca do programa nuclear da teocracia.

    Guerras fazem França anunciar escudo nuclear para Europa

  • Susan Sarandon diz ter sido banida de Hollywood por pedir cessar-fogo em Gaza

    Susan Sarandon diz ter sido banida de Hollywood por pedir cessar-fogo em Gaza

    Após demissão, atriz procurou oportunidades na Europa; ela diz estar se especializando em filmes independentes

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Nesta sexta-feira, em uma coletiva de imprensa do Prêmio Goya, considerado o Oscar da Espanha, a atriz e ativista americana Susan Sarandon afirmou ter sido banida de Hollywood após se posicionar a favor de um cessar-fogo na Faixa de Gaza, que vive em guerra com Israel desde outubro de 2023.

    “Fui demitida pela minha agência, especificamente por participar das marchas e me manifestar sobre Gaza, por pedir um cessar-fogo”, disse Sarandon, que chegou a participar da mesma flotilha da ativista Greta Thunberg, que tentou romper o bloqueio naval de Israel à Faixa de Gaza. A atriz chegou a se desculpar por comentário antissemitas em um protesto.

    “Tornou-se impossível para mim até mesmo aparecer na televisão. Não conseguia fazer nenhum grande filme ou qualquer coisa ligada a Hollywood”, afirmou a atriz. “No momento, estou me especializando em filmes pequenos com diretores que nunca dirigiram antes, em filmes independentes.”

    Após a demissão, Sarandon diz que começou a buscar oportunidades na Europa. Ela acabou de fazer um filme na Itália, e também protagonizou por alguns meses a peça “Old Vic”, em Londres.

    “Conheço um diretor italiano que me contratou recentemente -ele foi avisado para não me contratar, então isso ainda é recente”, contou ela na coletiva de imprensa. “Ele não deu ouvidos, mas essa conversa aconteceu.”

    A atriz ainda elogiou o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez pelo seu apoio a Gaza. “Em um lugar onde se sente repressão e censura, ver a Espanha, o presidente e o que ele diz, o apoio que ele demonstra em relação a Gaza, e ver atores como Javier Bardem se manifestando com tanta força, é muito importante para nós, nos Estados Unidos”, disse.

    Na noite deste sábado, Saradon recebeu o Prêmio Goya Internacional pelo conjunto da obra da sua carreira, que inclui filmes como “Os Últimos Passos de um Homem” (1995) e “Atlantic City” (1980).

     

    Susan Sarandon diz ter sido banida de Hollywood por pedir cessar-fogo em Gaza