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  • Economia do País jamais poderia ser um problema para a reeleição de Lula, diz Haddad

    Economia do País jamais poderia ser um problema para a reeleição de Lula, diz Haddad

    Durante recebimento de homenagem do grupo Prerrogativas, em São Paulo, Haddad relembrou uma colocação feita pelo próprio presidente Lula mais cedo, durante cerimônia de inauguração do canal de televisão SBT News, de que o prognóstico recente de economistas não deu certo e que o que deu certo foi o Brasil.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na noite desta sexta-feira, 12, que, ao assumir o cargo, avaliou, junto a outros ministros, que a economia do País jamais poderia ser um problema para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Durante recebimento de homenagem do grupo Prerrogativas, em São Paulo, Haddad relembrou uma colocação feita pelo próprio presidente Lula mais cedo, durante cerimônia de inauguração do canal de televisão SBT News, de que o prognóstico recente de economistas não deu certo e que o que deu certo foi o Brasil.

    \”Ele falou, olhando para o governador de São Paulo: ‘Você viu, Tarcísio (de Freitas), que todos os prognósticos feitos pelos economistas do governo federal não deram certo’. O que deu certo foi o Brasil. O que deu certo foi a economia do País. E é motivo da gente satisfação\”, discursou Haddad, emendando que, quem tem apostado contra o Brasil tem errado.

    \”E o fato de a gente estar chegando no final do terceiro ano desse mandato e olhando para o futuro com condição de ver o presidente Lula enfrentar mais uma eleição em nome da democracia, do desenvolvimento, da justiça social com perspectivas muito favoráveis é uma coisa que hoje me torna uma pessoa muito feliz\”, disse.

    O ministro também relembrou o convite feito por Lula para que ele ocupasse a Fazenda e que o presidente faz as pessoas se \”apaixonarem\” por projetos.

    Em entrevista ao Estadão/Broadcast em novembro deste ano, Haddad disse estar satisfeito com sua atuação à frente da pasta e que já entregou ao presidente Lula tudo o que lhe foi encomendado. Ele deixou em aberto a sua continuidade no cargo em maio do ano que vem.

    Economia do País jamais poderia ser um problema para a reeleição de Lula, diz Haddad

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  • SBT usa IA para 'ressuscitar' Silvio Santos, que discursa no lançamento do SBT News

    SBT usa IA para 'ressuscitar' Silvio Santos, que discursa no lançamento do SBT News

    O apresentador e empresário, que completaria 95 anos nesta sexta-feira (12), não foi apenas lembrado nos discursos dos presentes; ele “surgiu” no palco para um discurso.

    VITOR MORENO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS)| – Morto em agosto de 2024, Silvio Santos foi presença constante no evento de lançamento do SBT News, realizado nos estúdios do SBT, em Osasco (na Grande São Paulo). O apresentador e empresário, que completaria 95 anos nesta sexta-feira (12), não foi apenas lembrado nos discursos dos presentes; ele “surgiu” no palco para um discurso.

    Segundo o SBT, a figura do “patrão” foi manipulada com o uso de inteligência artificial e projetada em forma de holograma. “Quando eu comecei na televisão, ninguém imaginava que um dia a gente ia ter um canal só para a notícia, 24 horas por dia. Naquela época o povo dizia: ‘Mas quem é que vai aguentar isso, Silvio?’. Pois é, o tempo passou, o mundo mudou e a forma de se comunicar também”, disse o Silvio Santos holográfico.

    “Hoje, a informação correta, profissional, é essencial para ajudar as pessoas a crescerem, a conviverem bem umas com as outras e deixar o país mais forte”, prosseguiu. “E é por isso que nasce o SBT News, para informar com verdade, com responsabilidade e, acima de tudo, com respeito ao público.”

    Silvio não foi o único a discursar na cerimônia, que contou com a presença de autoridades como o presidente Lula –
    acompanhado da primeira-dama Janja da Silva- e o vice-presidente Geraldo Alckmin, além do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). O governador Tarcísio de Freitas e o prefeito Ricardo Nunes também estiveram no evento. Todos falaram por alguns minutos.

    Lula lembrou de quando Silvio Santos o procurou, durante seu segundo mandato, para falar sobre a situação do banco Panamericano, que fazia parte de seu grupo empresarial e quase faliu em 2010. Segundo o presidente, sua admiração pelo apresentador aumentou por causa da forma transparente como ele tratava o assunto, comentando sobre os problemas financeiros até em seus programas de TV.

    “Ele não tinha vergonha de dizer para o povo o que tinha acontecido com ele, numa demonstração de que a verdade vai vencer. Pode demorar, mas ela vai vencer”, comentou. “Se vocês cumprirem com o compromisso do Silvio Santos [com a verdade], vocês estarão fazendo o melhor jornalismo que esse país vai ter.”

    PROGRAMAÇÃO
    O SBT News vai entrar no ar na segunda-feira (15), a partir das 18h30. Ele estará disponível nas operadoras Claro (canal 586), Vivo (canal 576), Sky (canal 576) e Oi (canal 175). Também poderá ser assistido no YouTube e no SBT+, plataforma de streaming do grupo, além de estar disponível via canal Fast para quem tem televisores Samsung, LG e AOC ou usa o sistema Roku.

    Detalhes sobre a grade do canal foram anunciados pela primeira vez. Durante a semana, a programação ao vivo começará às 6h da manhã, com o News Primeira Edição, que será apresentado por Luara Castilho. Na sequência, às 8h30, Lívia Zanolini e Lucio Sturm comandam o News Manhã.

    Às 11h, o telejornal Radar News terá Roberta Russo como âncora. Às 13h30, é a vez de Amanda Klein estar à frente do Central de Notícias. O jornalismo político será o foco do Poder Expresso, que Raquel Landim conduz a partir das 16h.

    No começo da noite, às 18h30, Celso Freitas e Marina Demori apresentam o Jornal do SBT News, que será seguido pelo News Noites, às 20h30, sob o comando de Leandro Magalhães.

    Entre os analistas que farão comentários ao longo da programação, estão Basília Rodrigues (ex-CNN Brasil) e Sidney Rezende (ex-GloboNews). A lista inclui ainda nomes como Cézar Feitoza, Eduardo Gaia, Ranier Bragon e Guilherme Seto.

    Aos finais de semana, a ideia é que a grade tenha mais espaço para outros temas, com programas sobre saúde, agronegócios, economia e relações internacionais. A médica Ludmila Hajjar, o ex-ministro Chico Graziano, o economista Sergio Vale, o ex-diretor do Banco Central Luiz Fernando Figueiredo, o diplomata Roberto Abdenor e a jornalista Renata Varandas terão programas.

    Segundo Fábio Faria, ex-ministro das Comunicações no governo Bolsonaro e responsável pela implantação do SBT News, a ideia do novo canal era um desejo antigo do sogro -Faria é marido de Patricia Abravanel, uma das filhas de Silvio Santos- e seguirá seu estilo “isento”.

    “O SBT não tem partido. O SBT não tem lado. Eu acho que a presença de todos vocês aqui hoje, de todas as autoridades presentes, mostra muito o que é o SBT”, avaliou. “E o lado do SBT News vai ser o lado do SBT, que é o do Brasil.”

    SBT usa IA para 'ressuscitar' Silvio Santos, que discursa no lançamento do SBT News

  • Após 'perdão' à Moraes, bolsonaristas se revoltam com Trump nas redes

    Após 'perdão' à Moraes, bolsonaristas se revoltam com Trump nas redes

    A medida, adotada pela gestão do presidente Donald Trump, gerou críticas diretas ao chefe da Casa Branca, especialmente em seus perfis oficiais, onde brasileiros manifestaram indignação e frustração.

    A decisão do governo dos Estados Unidos de retirar, na sexta-feira (12), as sanções impostas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e à sua esposa, Viviane Barci de Moraes, com base na Lei Magnitsky, provocou forte reação de internautas bolsonaristas nas redes sociais. A medida, adotada pela gestão do presidente Donald Trump, gerou críticas diretas ao chefe da Casa Branca, especialmente em seus perfis oficiais, onde brasileiros manifestaram indignação e frustração.

    As punições haviam sido aplicadas ao ministro em julho e ampliadas em setembro, quando passaram a atingir também Viviane Barci de Moraes e a empresa da família, o Lex Instituto de Estudos Jurídicos. A revogação das sanções ocorreu após um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Trump para que as restrições contra autoridades brasileiras fossem retiradas. Com a melhora na relação entre os dois líderes, o governo brasileiro já apostava em uma resposta positiva por parte dos Estados Unidos.

    A retirada das sanções, no entanto, foi recebida com revolta por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em comentários publicados nas redes sociais de Trump, usuários criticaram a decisão e anunciaram que deixariam de seguir o presidente americano. Frases como “deixando de seguir, tchau”, “game over para o Brasil”, “por que retirou as sanções de Moraes” e “arregou para o Alexandre de Moraes” se multiplicaram. Alguns internautas questionaram a postura de Trump, afirmando que ele teria voltado atrás de uma decisão que consideravam firme. Outros disseram ter perdido o respeito pelo presidente norte-americano após o recuo.

    As sanções haviam sido aplicadas no contexto das ameaças feitas pelo governo Trump em razão da atuação de Alexandre de Moraes como relator da ação penal que investigou a trama golpista, processo que resultou na condenação de Jair Bolsonaro e de aliados. Com justificativas políticas, a Casa Branca adotou as medidas como resposta à prisão do ex-presidente brasileiro, segundo o próprio governo americano.

    Criada para punir estrangeiros acusados pelos Estados Unidos de violações de direitos humanos, a Lei Magnitsky prevê uma série de restrições. Entre elas estão o bloqueio de bens e contas em território norte-americano, a proibição de entrada nos EUA e a vedação de qualquer tipo de negócio com empresas americanas, inclusive instituições financeiras.

    Com a revogação das punições, o episódio passa a marcar um novo momento na relação entre Brasil e Estados Unidos, ao mesmo tempo em que amplia o desgaste de Trump entre setores do bolsonarismo, que viam na aplicação da Lei Magnitsky um instrumento de pressão internacional contra o ministro do Supremo.

    Após 'perdão' à Moraes, bolsonaristas se revoltam com Trump nas redes

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  • Bolsonaristas veem derrota de Eduardo e se dizem 'usados'

    Bolsonaristas veem derrota de Eduardo e se dizem 'usados'

    Entre aliados do PL, a avaliação predominante é de que o desfecho enfraquece a narrativa construída pelo parlamentar e reforça a leitura de que as ações do governo americano sempre estiveram vinculadas a interesses comerciais, e não a um alinhamento político ou ideológico com a direita brasileira.

    A decisão do governo Donald Trump de recuar na aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, foi interpretada nos bastidores do bolsonarismo como uma derrota política direta para o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e para a estratégia que ele vinha articulando nos Estados Unidos. Entre aliados do PL, a avaliação predominante é de que o desfecho enfraquece a narrativa construída pelo parlamentar e reforça a leitura de que as ações do governo americano sempre estiveram vinculadas a interesses comerciais, e não a um alinhamento político ou ideológico com a direita brasileira.

    De forma reservada, dirigentes e parlamentares do partido classificaram o resultado como “péssimo” e “aterrador”. Um deputado influente da bancada resumiu o sentimento em tom de frustração ao afirmar que Trump teria usado o grupo politicamente. Segundo esse aliado, o ex-presidente americano se apresentou como defensor da liberdade e da democracia ao aplicar uma sanção considerada extrema, mas recuou de maneira abrupta. Para esse grupo, a decisão esvazia uma das leis mais simbólicas da política externa dos Estados Unidos e evidencia que Trump agiu de acordo com seus próprios interesses, sem compromisso real com a pauta defendida publicamente por Eduardo Bolsonaro.

    Entre esses interlocutores, também há a avaliação de que o governo americano poderia ter mantido a sanção por mais tempo, ao menos como um gesto político. A percepção é de que o recuo ocorreu em um momento especialmente sensível, já que a prisão definitiva de Jair Bolsonaro havia sido decretada cerca de duas semanas antes. Para aliados do ex-presidente, a decisão reforçou a sensação de abandono no momento de maior fragilidade política de Bolsonaro e de sua base.

    No Congresso, o tom foi de frustração explícita. O deputado Bibo Nunes (PL-RS) afirmou estar chocado com a postura do governo Trump diante da retirada da sanção.

    — Estou profundamente chocado com essa retirada da Lei Magnitsky. Depois de tanta veemência contra Alexandre de Moraes, é decepcionante — declarou.

    Alexandre de Moraes havia sido incluído na lista de sancionados em julho, no mesmo dia em que Trump formalizou a imposição de uma tarifa de 50% sobre exportações brasileiras. À época, o governo americano apontou como justificativa a atuação do ministro na ação penal que investigou a trama golpista, processo que resultou posteriormente na condenação de Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão. No entorno de Trump, Moraes era retratado como protagonista de uma suposta “caça às bruxas” contra o ex-presidente brasileiro.

    Nos bastidores do PL, a avaliação é de que o recuo não altera de forma significativa a percepção do governo americano sobre Alexandre de Moraes, mas produz um efeito político imediato: encerra a expectativa de que a pressão internacional pudesse gerar constrangimentos ou consequências práticas ao ministro do Supremo. Parte dos aliados admite que o desfecho já era cogitado, mas considera que o timing foi especialmente negativo.

    Publicamente, no entanto, lideranças do partido adotaram um discurso mais cauteloso. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que Trump sempre atuou a partir de interesses próprios.

    — Trump tem interesses americanos em primeiro lugar. Ele nos deu uma grande janela de oportunidades, seremos eternamente gratos ao Donald Trump. O Eduardo já fez a opção da luta dele lá nos Estados Unidos desde quando ficou por lá — disse.

    Outros aliados evitaram comentar o impacto político da decisão e mantiveram o foco nas críticas ao ministro do Supremo. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que o recuo americano não muda sua avaliação sobre Moraes.

    — O ministro Alexandre, para mim, continua sendo um juiz injusto, vingativo, cruel e ideológico — declarou.

    A reação pública de Eduardo Bolsonaro seguiu a mesma linha adotada em uma nota conjunta divulgada com o influenciador Paulo Figueiredo. No texto, ambos lamentam a decisão, mas agradecem o apoio de Trump ao longo do processo. Eles afirmam que o ex-presidente americano demonstrou atenção àquilo que chamam de “grave crise de liberdades” no Brasil e atribuem o desfecho à incapacidade da sociedade brasileira de construir unidade política. Também dizem que continuarão atuando, “no tempo que for necessário”, em busca do que definem como a “libertação” do país.

    Bolsonaristas veem derrota de Eduardo e se dizem 'usados'

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  • Ator de 'Pulp Fiction' e 'O Máskara' é encontrado morto aos 60 anos

    Ator de 'Pulp Fiction' e 'O Máskara' é encontrado morto aos 60 anos

    O corpo do ator americano Peter Greene foi encontrado no seu apartamento em Nova York. Era conhecido pelos papéis icônicos em filmes como “Pulp Fiction” e “O Máskara”, este último protagonizado por Jim Carrey. Tinha 60 anos.

    Morreu o ator Peter Greene, conhecido pelo papéis icônicos em filmes como “Pulp Fiction” e “O Máskara”, aos 60 anos. 

    O Deadline confirmou a notícia junto do agente do ator, Gregg Edwards. O corpo do artista foi encontrado no seu apartamento, em Manhattan, Nova York, na sexta-feira, dia 12 de dezembro. A causa da morte ainda não foi oficialmente confirmada. 

    Nascido a 8 de outubro de 1965 em Montclair, Nova Jersey, Peter Greene estreou como ator num episódio da série “Hardball”, da NBC, de 1990. Já no cinema a estreia aconteceu em 1992, em “Laws of Gravity”, tendo atuado ao lado de Edie Falco.

    Ao longo da sua carreira integrou o elenco de mais de 40 filmes e séries televisivas, tendo trabalhado com realizadores como Oliver Stone em “Assassinos por Natureza”, de 1994, e Guy Ritchie em “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes”, de 1998.

    Mas Peter Greene conseguiu alcançar a fama nos anos 90, quando integrou o elenco do filme “Pulp Fiction”, de Quentin Tarantino, de 1994, onde interpretou um dos vilões mais memoráveis do longa, Zed.

    E a verdadeira marca deixou em “O Máskara”, de 1994, filme protagonizado por Jim Carrey. Neste longa-metragem, Peter Greene deu vida ao criminoso Dorian Tyrell. 

    Um outro filme que também fez parte do seu currículo foi, por exemplo, “Um Tira Muito Suspeito”, de 1999. Na televisão foi protagonista da série “The Black Donnellys”, da NBC, e teve participações recorrentes em “Life on Mars”, da ABC, e de “Chicago PD”, da NBC . Mais recentemente, recorda ainda o Deadline, apareceu num episódio da série “The Continental”. 

    Sabe-se ainda que tinha filmes programados para o próximo ano. “Ele era um dos melhores atores de personagens do planeta”, disse Gregg Edwards, o seu agente, revelando que Peter Greene tinha dois projetos em andamento: “Mascots”, com Mickey Rourke, e um documentário que estava narrando, intitulado “From the American People: The Withdrawal of USAID”, com Jason Alexander e Kathleen Turner.

    “Ele era um bom amigo, que daria a própria camisa para ajudar alguém. Ele era amado e vai fazer muita falta”, acrescentou. 

    Apesar de ter uma profissão com sucesso em Hollywood, Peter Greene fez sempre por manter a vida pessoal privada. O ator deixa um irmão e uma irmã, que já foram informados da morte do ator, ainda segundo o agente do artista. 

    Ator de 'Pulp Fiction' e 'O Máskara' é encontrado morto aos 60 anos

  • Cristiano Ronaldo em “Velozes e Furiosos”? “Escrevemos um papel para ele”

    Cristiano Ronaldo em “Velozes e Furiosos”? “Escrevemos um papel para ele”

    Depois de Daniela Melchior, Cristiano Ronaldo pode ser o segundo português a fazer parte de um filme da saga “Velozes e Furiosos”. 

    O jogador de futebol posou ao lado do protagonista Vin Diesel e a imagem foi publicada no Instagram, na página do próprio ator, que deixou no ar a suspeita de que CR7 poderá vir a entrar no próximo filme da saga. 

    “Todos perguntaram se ele algum dia estaria na mitologia de «Fast and Furious (Velozes e Furiosos)… Tenho de dizer-vos que há essa possibilidade. Escrevemos um papel para ele…”, escreveu Vin Diesel na legenda da fotografia em que aparece junto de Cristiano Ronaldo.

    Vale lembrar que Vin Diesel dá vida a Dominic Toretto em “Velozes e Furiosos”. Veja a publicação abaixo.


    Carreira em Hollywood? Cristiano Ronaldo não esconde desejo 

    Cristiano Ronaldo nunca deixou de pensar no seu futuro longe dos gramados, aliás, tem vindo a fazer vários investimentos em várias áreas. E nunca escondeu o seu desejo de vir a fazer parte da sétima arte. 

    Durante uma conferência, em Dubai, à margem da gala dos prêmios Globe Soccer, em 2019, o craque confessou que ambiciona “fazer um filme em Hollywood”. 

    Cristiano Ronaldo junta-se a Matthew Vaughn e lançam estúdio de cinema

    Mas as ligações de Cristiano Ronaldo à sétima arte não ficam por aqui. Este ano foi noticiado que o futebolista e o diretor britânico Matthew Vaughn juntaram-se para lançarem um estúdio cinematográfico, UR•MARV, que pretende romper com o cinema convencional e “adotar tecnologia inovadora, com um toque de tradição”, como relatou a Variety em abril. 


    Cristiano Ronaldo em “Velozes e Furiosos”? “Escrevemos um papel para ele”

  • Mulher é esfaqueada enquanto mudava fralda de bebê; suspeita foi detida

    Mulher é esfaqueada enquanto mudava fralda de bebê; suspeita foi detida

    Uma mulher de 38 anos foi esfaqueada nas costas e num dos braços, na tarde de quinta-feira, enquanto mudava a fralda da sua filha bebê, em Nova York, nos Estados Unidos. A agressora foi detida.

    Uma mulher de 38 anos foi esfaqueada várias vezes na tarde de quinta-feira enquanto trocava a fralda da filha bebê em uma loja da rede Macy’s, em Nova York, nos Estados Unidos.

    Kerri Aherne, de 43 anos, foi presa e acusada de tentativa de homicídio, agressão e porte ilegal de arma, segundo o Departamento de Polícia de Nova York, citado pela NBC News.

    As autoridades informaram que o bebê saiu ileso do ataque, enquanto a vítima sofreu ferimentos nas costas e em um dos braços, sendo levada ao Hospital Bellevue em estado estável.

    De acordo com o mesmo veículo, o marido da vítima desarmou a agressora e a imobilizou até a chegada da polícia.

    “Estamos profundamente tristes com o incidente ocorrido, já que a segurança de nossos clientes e colaboradores é a nossa principal prioridade”, afirmou um porta-voz da empresa em nota, encaminhando outras questões às autoridades locais.

    O casal trabalha para o Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles, mas a polícia, que segue investigando o caso, destacou que tudo indica que o ataque foi aleatório.

    Mulher é esfaqueada enquanto mudava fralda de bebê; suspeita foi detida

  • Cristiano Ronaldo usado como ‘arma’ contra Salah: “Errado”

    Cristiano Ronaldo usado como ‘arma’ contra Salah: “Errado”

    Gary Neville usou, nesta sexta-feira, o espaço de opinião que assina na emissora britânica Sky Sports para “voltar à carga” contra Mohamed Salah, que colocou em dúvida seu futuro no Liverpool após apontar publicamente o treinador Arne Slot como responsável por tê-lo deixado no banco de reservas no empate em 3 a 3 com o Leeds United.

    O ex-jogador da seleção inglesa afirmou compreender “os dois lados”, mas lamentou a postura adotada pelo atacante egípcio, chegando a compará-la à de Cristiano Ronaldo, que, no fim de 2022, concedeu uma entrevista “explosiva” ao jornalista britânico Piers Morgan. O episódio abriu caminho para a rescisão do contrato com o Manchester United e a posterior transferência para o Al Nassr, onde atua até hoje.

    “Não veríamos isso de um jogador comum, mas quando você tem esse nível de atleta, que é quase o melhor do mundo — um patamar em que eu colocaria o Mohamed Salah —, às vezes acontece. Não precisamos aceitar o que ele fez só porque Cristiano Ronaldo também fez, e eu não gostei nem um pouco disso, porque acho que esses jogadores esperam que todos estejam do lado deles”, afirmou.

    “Ainda assim, não é um comportamento incomum para um jogador desse nível de qualidade e talento. Muitas vezes, eles têm uma visão diferente das coisas. Para mim, é fácil quando isso acontece no Liverpool, porque posso sentar e relaxar um pouco, mas eu não gostaria que isso acontecesse no meu clube, o Manchester United”, prosseguiu.

    “Eu não gostei quando o Cristiano fez aquilo, alguns anos atrás, e deu aquela grande entrevista. Achei que estava errado, que o momento foi errado e que a forma como foi feito também foi errada. Por isso, consigo entender por que os torcedores do Liverpool ficariam incomodados. Ainda assim, comentei aquele jogo e achei que ele deveria ter entrado em campo”, completou.

    “Se fosse um jogador sem o nível de talento de Salah, seria afastado”
    A lenda do Manchester United não parou por aí e continuou a análise: “Consigo entender por que ele ficou incomodado, mas também consigo olhar para a situação do ponto de vista do Liverpool. O clube se sentiu decepcionado, e isso acabou colocando um foco excessivo sobre eles, o que não era necessário em um momento de desafio e dificuldade”.

    “Se fosse um jogador que não tivesse o nível de talento, experiência ou sucesso de Mohamed Salah, acredito que seria afastado rapidamente. Mas, quando você é tão excepcional, tão talentoso e tem a presença de um grande jogador, não aceita facilmente ficar no banco e não entrar em campo”, afirmou.

    “Joguei com atletas exatamente assim, e eles acabaram deixando o clube quando isso aconteceu”, concluiu o ex-internacional inglês e atual comentarista esportivo, de 50 anos, sobre aquela que tem sido a novela mais comentada do momento na Premier League.

    Cristiano Ronaldo usado como ‘arma’ contra Salah: “Errado”

  • Epstein? "Tem fotografias com todo o mundo. Não é nada demais"

    Epstein? "Tem fotografias com todo o mundo. Não é nada demais"

    Donald Trump afirmou “não saber nada” acerca das mais recentes fotografias de Jeffrey Epstein, que foram divulgadas pela House Oversight Committee na sexta-feira. O republicano disse ainda não ter visto as imagens, mas defende que “centenas de pessoas têm fotografias” com o pedófilo norte-americano,

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou “não saber nada” sobre as mais recentes fotografias de Jeffrey Epstein divulgadas na tarde de sexta-feira pelo Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes (House Oversight Committee).

    “Bem, não vi. Mas, quer dizer, todo mundo conhecia esse homem [Epstein]. Ele estava por toda parte em Palm Beach. Ele tem fotos com todo mundo. Existem centenas e centenas de pessoas que têm fotos com ele. Não é nada demais”, disse Trump a jornalistas na Casa Branca.

    O que se sabe?
    Na sexta-feira, foram divulgadas novas fotografias de itens pertencentes ao espólio de Jeffrey Epstein, que incluem imagens com personalidades como Donald Trump, Bill Clinton e Bill Gates.

    As quase 20 novas imagens podem, no entanto, revelar novos momentos em que Epstein — que morreu na prisão após um escândalo sexual envolvendo menores — aparece em contato com figuras de alto escalão, não apenas dos anos 1990, mas também da atualidade, incluindo Trump, atualmente presidente dos Estados Unidos.

    Quem aparece nas fotografias?
    Trump — que já negou manter qualquer tipo de relação com Epstein quando a rede de tráfico sexual liderada por ele foi descoberta — não é o único a aparecer nas imagens. Além de Donald Trump, também são vistos:

    • o ex-presidente Bill Clinton;
    • Steve Bannon, ex-conselheiro presidencial de Trump;
    • o ator e cineasta Woody Allen;
    • Larry Summers, economista e ex-secretário do Tesouro dos EUA;
    • o advogado Alan Dershowitz;
    • o empresário e fundador do Grupo Virgin, Richard Branson;
    • Andrew Mountbatten-Windsor, ex-príncipe;
    • o empresário Bill Gates.

    O que disse a Casa Branca?
    A Casa Branca acusou, na sexta-feira, os democratas da Câmara dos Representantes de divulgarem fotos selecionadas de Jeffrey Epstein, acusado de exploração sexual de menores, com o objetivo de “tentar criar uma narrativa falsa” envolvendo o presidente norte-americano, Donald Trump.

    “Os democratas da Câmara dos Representantes estão divulgando de forma seletiva fotos cuidadosamente escolhidas, com censura aleatória, para tentar criar uma narrativa falsa”, afirmou Abigail Jackson, porta-voz da Casa Branca.

    O governo norte-americano reagiu às imagens publicadas pelos democratas do Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes (câmara baixa do Congresso), nas quais Trump aparece cercado por mulheres na mansão do consultor financeiro Jeffrey Epstein, seu amigo.

    As imagens da mansão (antes das novas fotos)
    Vale destacar que, no início do mês, os democratas do Comitê de Supervisão da Câmara divulgaram fotografias e vídeos inéditos da famosa ilha privada de Jeffrey Epstein no Caribe, onde parte dos abusos teria ocorrido.

    Nas imagens divulgadas, é possível ver diversos cômodos da mansão localizada em Little St. James, nas Ilhas Virgens Americanas. Entre as várias fotos, uma chama atenção por se assemelhar a um consultório odontológico, com várias máscaras de figuras históricas penduradas nas paredes.

    Epstein? "Tem fotografias com todo o mundo. Não é nada demais"

  • Modo "para adultos" do ChatGPT é adiado para 2026

    Modo "para adultos" do ChatGPT é adiado para 2026

    O lançamento do modo para adultos do ChatGPT, inicialmente previsto para dezembro, foi adiado para o primeiro trimestre de 2026. A OpenAI planeja usar este tempo para aprimorar a ferramenta de detecção de idade do usuário.

    O cofundador e CEO da OpenAI, Sam Altman, havia afirmado no início do ano que a empresa estava trabalhando em um novo modo do ChatGPT voltado para maiores de 18 anos, que permitiria aos usuários conversar com o bot de Inteligência Artificial com conteúdo adulto.

    O lançamento desse modo para adultos estava originalmente previsto para este mês de dezembro, mas, de acordo com a CEO de Aplicações da OpenAI, Fidji Simo, a chegada dessa funcionalidade foi adiada para o próximo ano.

    Segundo o site Tom’s Guide, em conversa com jornalistas sobre o lançamento do modelo de linguagem GPT-5.2, Simo informou que esse modo deverá ser lançado no primeiro trimestre de 2026.

    A executiva explicou que a OpenAI usará esse tempo adicional de desenvolvimento para aprimorar a ferramenta de detecção da idade dos usuários, garantindo que menores de 18 anos não consigam contornar as restrições implementadas no ChatGPT.

    Essa ferramenta de identificação da idade dos usuários já havia sido mencionada por Altman anteriormente, em uma publicação oficial da OpenAI, na qual ele indicou que um sistema de verificação poderá ser implementado em alguns países.

    “Estamos criando um sistema de previsão de idade que estima a idade de uma pessoa pela forma como ela usa o ChatGPT”, diz a publicação de Altman compartilhada em setembro. “Em caso de dúvida, daremos prioridade à segurança e restringiremos a experiência ao modo para menores de 18 anos. Em algumas situações ou países, também poderemos solicitar um documento de identificação. Embora isso represente um problema em termos de privacidade para adultos, acreditamos que seja uma concessão válida.”

    Restrições visam proteger a saúde mental
    Foi nesse contexto que a OpenAI também anunciou mudanças em seus modelos de Inteligência Artificial para identificar situações de crise mental durante conversas com o ChatGPT, com novas salvaguardas e bloqueios de conteúdo.

    O ChatGPT já conta com uma série de medidas que são ativadas quando o sistema detecta que usuários tentam se automutilar ou expressam intenções suicidas. Nesses casos, são oferecidos recursos para buscar ajuda especializada, conteúdos sensíveis ou ofensivos são bloqueados, pedidos deixam de ser respondidos e o sistema tenta dissuadir o usuário.

    Essas medidas também são acionadas quando usuários demonstram intenção de causar danos a outras pessoas, o que pode resultar na desativação da conta e na comunicação às autoridades, caso revisores humanos considerem que exista risco real.

    Segundo a OpenAI, essas proteções são ainda mais rigorosas quando os usuários são menores de idade.

    Especificamente, a empresa vai aprimorar a detecção em conversas longas, já que, “à medida que a conversa [entre o usuário e o chatbot] se prolonga, parte do treinamento de segurança do modelo pode se deteriorar”, conforme explica a OpenAI.

    As mudanças também buscam reforçar o bloqueio de conteúdos sensíveis, como imagens de automutilação.

    Além disso, a OpenAI está explorando formas de colocar os usuários em contato com familiares, e não apenas com serviços de emergência.

    “Isso pode incluir mensagens com um clique ou ligações para contatos de emergência, amigos ou familiares, com sugestões de linguagem para tornar o início da conversa menos intimidador”, explica a empresa responsável pelo ChatGPT.

    A OpenAI anunciou essas iniciativas na terça-feira, no mesmo dia em que Matt e Maria Raine, pais de Adam Raine — um adolescente de 16 anos que se suicidou em abril —, entraram com um processo contra a empresa devido ao papel que o ChatGPT teria desempenhado, conforme relatou o The New York Times.

    Os pais acusam o chatbot de priorizar a interação com o modelo em detrimento da segurança do menor.

    No início de agosto, um estudo do Centro de Combate ao Ódio Digital, citado pela Associated Press (AP), concluiu que o ChatGPT é capaz de fornecer informações e instruções sobre comportamentos prejudiciais para jovens, como o uso de drogas ou transtornos alimentares.

    O estudo analisou mais de três horas de interações entre o chatbot e pesquisadores que se passaram por adolescentes vulneráveis. Embora o modelo de IA tenha emitido alertas contra atividades arriscadas, ele continuava fornecendo planos detalhados sobre comportamentos prejudiciais.

    Os pesquisadores do Centro de Combate ao Ódio Digital (CCDH, na sigla em inglês) repetiram as perguntas em larga escala e classificaram mais da metade das 1.200 respostas do ChatGPT como perigosas.

    Modo "para adultos" do ChatGPT é adiado para 2026