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    Casamento termina em pancadaria após briga por dinheiro na Espanha

    O que deveria ser uma celebração terminou em uma grande confusão em Ourense, na Espanha. Um casamento realizado no sábado acabou em briga generaliz…
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    Casamento termina em pancadaria após briga por dinheiro na Espanha

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    Harvey Weinstein é condenado a 15 anos de prisão por agressão sexual

    O produtor de cinema Harvey Weinstein foi condenado nesta quarta-feira a 15 anos de prisão por agredir sexualmente a ex-assistente de produção Miri…
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  • Van Dijk rebate críticas após Copa e nega ter mudado esquema da Holanda

    Van Dijk rebate críticas após Copa e nega ter mudado esquema da Holanda

    Virgil van Dijk protagonizou uma entrevista coletiva tensa nesta quarta-feira, durante a preparação da Holanda para a estreia na Liga das Nações contra a Alemanha. O capitão da seleção aproveitou a conversa com os jornalistas para rebater as críticas recebidas após a campanha na última Copa do Mundo.

    O zagueiro do Liverpool se irritou principalmente com a versão de que teria partido dele a ideia de mudar o sistema defensivo da equipe durante o torneio.

    “Um dos colegas de vocês disse, é claro, que foi ideia minha mudar e jogar com uma linha defensiva de cinco. Isso é um completo absurdo. O fato é que simplesmente fracassamos na Copa do Mundo. Esses são os fatos. Não fizemos uma boa Copa, mas isso não tem a ver comigo. Nós jogamos juntos, somos uma equipe. A alegação de vocês de que eu destruí o futebol holandês depois da Copa… Esse tipo de coisa é completamente sem fundamento”, afirmou.

    Van Dijk reforçou que as decisões táticas pertenciam à comissão técnica e reclamou da maneira como as informações sobre sua participação teriam sido divulgadas.

    “O plano é elaborado pela comissão técnica. Estão espalhando absurdos para fazer parecer ainda pior. Isso acontece vezes demais. Disseram que foi culpa minha termos jogado com uma linha de cinco, que eu e Ronald Koeman destruímos o futebol holandês”, acrescentou.

    Van Dijk relembra eliminação para Marrocos
    A Holanda foi eliminada por Marrocos nos pênaltis na fase de 32 da Copa do Mundo, depois de sofrer o empate nos acréscimos.

    Cody Gakpo havia aberto o placar aos 72 minutos, mas Issa Diop deixou tudo igual nos instantes finais da partida. Após a prorrogação, a classificação foi decidida nas cobranças de pênaltis.

    Van Dijk argumentou que, apesar da atuação abaixo do esperado, o plano adotado pela seleção esteve próximo de garantir a vaga.

    “O plano funcionou durante 89 minutos, embora tenha sido um jogo ruim. Quase avançamos. A ideia de que eu destruí o futebol holandês não faz absolutamente nenhum sentido. Não fui eu que decidi aquilo”, afirmou.

    “Às vezes, certas coisas precisam ser ditas”
    O clima da entrevista ficou ainda mais tenso quando Van Dijk foi questionado sobre a forma como estava respondendo aos jornalistas.

    O defensor deixou claro que não tem problemas com a imprensa de maneira geral, mas afirmou que decidiu reagir diante do que considera informações falsas.

    “Eu sou superaberto. Às vezes, certas coisas precisam ser ditas, certo? Caso contrário, você simplesmente fica ouvindo todas as reclamações. Com a maior parte da imprensa, não tenho problema nenhum. Nunca tive. Quando espalham absurdos pelo mundo, de que outra maneira eu deveria lidar com isso?”, questionou.

    Van Dijk pensou em deixar a seleção
    As críticas recebidas depois da Copa levaram Van Dijk a considerar até mesmo uma despedida da seleção holandesa.

    A decisão mudou após uma conversa com Xavi Hernández, sucessor de Ronald Koeman no comando da Holanda.

    Segundo o zagueiro, foram necessários poucos segundos de reunião para perceber que continuaria defendendo seu país.

    “Eu precisava de férias com a minha família e, depois, de uma reunião importante com o treinador da seleção. Depois de dez segundos, já estava claro que eu iria continuar. O que ele disse? Que eu sou Virgil van Dijk. Tem a ver com confiança, reconhecimento, com o quanto você é importante para a equipe… Fisicamente, não há, e nunca houve, dúvidas, mas você também quer sentir reconhecimento e prazer”, concluiu.

    A Holanda estreia nesta edição da Liga das Nações contra a Alemanha nesta quinta-feira (24). O duelo também marca o início de uma nova fase para Van Dijk na seleção, agora sob o comando de Xavi e depois de um período em que o capitão chegou a colocar em dúvida a continui

    Palmeiras e Fluminense podem tornar ainda mais difícil a classificação de outros brasileiros para o Super Mundial de Clubes de 2029. Se um dos dois vencer a Libertadores, o Brasil já terá atingido o limite de duas vagas por país fora das conquistas continentais.

    Folhapress | 07:30 – 24/09/2026

    Van Dijk rebate críticas após Copa e nega ter mudado esquema da Holanda

  • Taylor Lautner e mulher anunciam nascimento da primeira filha: 'Amando'

    Taylor Lautner e mulher anunciam nascimento da primeira filha: 'Amando'

    A família de Taylor Lautner e Tay Lautner acaba de crescer. O casal deu as boas-vindas à primeira filha, a pequena Lennon Taylor, como anunciou em…
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    Taylor Lautner e mulher anunciam nascimento da primeira filha: 'Amando'

  • Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons vencem Oscar das ondas gigantes e miram recordes

    Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons vencem Oscar das ondas gigantes e miram recordes

    (FOLHAPRESS) – As maiores ondas da temporada foram surfadas por brasileiros. Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons venceram as categorias masculina e feminina da 26ª edição do Big Wave Challenge, conhecido como o “Oscar” da modalidade. A premiação ocorreu no sábado (19), em Newport Beach, na Califórnia.

    As duas ondas vencedoras foram surfadas na Praia do Norte, em Nazaré, Portugal, em dezembro de 2025. Agora, os brasileiros buscam o reconhecimento de possíveis recordes mundiais e cobram transparência sobre as medições.

    As medidas preliminares divulgadas são de 29,15 metros para Koxa e de 24,99 metros para Michelle. Se confirmadas e homologadas, superariam os recordes reconhecidos pelo Guinness World Records: 26,21 metros do alemão Sebastian Steudtner, em 2020, e 22,4 metros da brasileira Maya Gabeira, no mesmo ano.

    Koxa pede que a organização apresente imagens em alta resolução e explique as referências usadas para determinar a dimensão das ondas.

    Nascido em Jundiaí e radicado em Guarujá, em São Paulo, o surfista venceu o prêmio em 2018, quando entrou para o Guinness com uma onda de 24,38 metros, surfada no ano anterior. Na época, uma medição extraoficial apontava mais de 30 metros.

    “Acho que o evento é incrível, é demais, mas precisa de mais clareza”, diz. “O que precisa para a evolução do esporte é que compartilhem a medição.”

    Michelle também afirma que está em contato com o Guinness para esclarecer o processo e admite recorrer à via judicial, se considerar necessário. “Estou na busca do recorde. Estou entrando de uma forma mais séria, coloquei meus advogados para trabalhar em cima disso.”

    A surfista critica a organização pela ausência de informações sobre as alturas durante a premiação. Segundo ela, as medições não foram apresentadas, e o assunto não foi discutido com ela. “Achei que houve uma falta de profissionalismo.”

    Os critérios de medição geram debates no surfe. Uma das técnicas tradicionais utiliza fotografias e vídeos e toma o corpo do próprio atleta como referência de escala, considerando sua postura na imagem para calcular a altura entre a base e a crista da onda.

    A discussão envolve ainda o trecho efetivamente surfado e o controle do atleta durante a descida. O regulamento de recordes da WSL (World Surf League) de 2024, por exemplo, exigia que o surfista completasse a parte principal da onda sob controle. Nas entradas com reboque, também considerava sua posição em relação à maior seção da onda.

    Em setembro de 2025, a entidade anunciou a transferência da verificação dos recordes para o Guinness, com a colaboração do Big Wave Challenge Group, do norte-americano Bill Sharp, um veterano jornalista reconhecido como uma das figuras mais influentes na promoção do surfe em ondas grandes.

    ESCOLHA DE UMA VIDA

    Para Koxa, o segundo troféu confirma uma escolha de vida. Oito anos depois da primeira vitória, o paulista voltou a vencer a categoria, desta vez pela onda surfada em 19 de dezembro de 2025. Os outros finalistas eram o brasileiro Lucas Chumbo e o francês Clément Roseyro.

    “Essa conquista foi surreal. Oito anos depois da minha primeira vitória, que era o sonho da minha vida. Eu não imaginava que fosse viver isso mais uma vez, aos 47 anos. É um projeto de vida que deu certo. São poucos esportes que a gente vê hoje em dia em que a experiência consegue incomodar a potência da nova geração”, comenta o paulista, que surfa com o time GoBigger.

    Koxa chegou a treinar em clubes de futebol na infância e compartilhou com o pai o sonho de jogar no Corinthians. Quando decidiu buscar ondas gigantes, ouviu de patrocinadores que deveria se concentrar nas competições. Preferiu seguir outro caminho: ficou sem patrocínio e foi morar no exterior, como no Havaí, para ganhar experiência na modalidade.

    “Hoje eu olho para trás e vejo como foi importante ter tido uma escolha, uma estratégia. Acho que eu quebrei o protocolo. A conquista é muito legal, mas o processo é o mais valioso”, diz.

    Na avaliação de Koxa, a onda premiada neste ano (veja abaixo) foi mais perigosa do que a que lhe rendeu o recorde reconhecido em 2018. Ele descreve uma descida em uma região mais rasa, com uma onda mais pesada e maior velocidade da prancha.

    “Se eu tivesse que escolher, essa foi a onda que mais senti medo de surfar”, ressalta.

    Koxa retornou ao Guarujá, no litoral paulista, na terça-feira (22), dia em que completou 47 anos. Foi recebido por amigos e autoridades, em uma comemoração que incluiu um desfile em carro aberto do Corpo de Bombeiros pelas principais avenidas do município.

    “Isso não tem preço, vou levar para a minha vida.”

    BICAMPEÃ AO LADO DO MARIDO

    Michelle, 36, também chegou ao segundo título da categoria. Campeã em 2024 e finalista em 2025, a brasileira venceu nesta edição pela onda surfada em 13 de dezembro de 2025 (veja abaixo). Ela concorreu com a francesa Justine Dupont e a brasileira Michaela Fregonese.

    A surfista atribui o resultado a cerca de dez anos de dedicação às ondas gigantes ao lado do marido, Ian Cosenza. Foi ele quem pilotou o jet ski que a rebocou para a onda premiada, na técnica conhecida como tow-in. O reboque permite ao atleta ganhar velocidade para entrar na onda.

    “Para pegar uma onda dessa tem que ser trabalho em equipe. É impossível fazer isso sozinho”, afirma.

    Segundo Michelle, a estrutura de apoio varia conforme o tamanho do mar e inclui pilotos de resgate em jet skis e um observador no alto da falésia, chamado de spotter. Esse profissional acompanha o movimento das ondas e transmite informações à equipe na água.

    “A gente precisa de um olhar de fora para nos orientar. Faz parte da nossa segurança”, diz.

    Embora busque o recorde, ela ressalta que a pendência não reduz o valor do prêmio. “Um feito não diminui o outro. Conseguimos vencer a categoria de maior onda, é um reconhecimento enorme e estou superfeliz com essa conquista.”

    O CANHÃO DE NAZARÉ

    As ondas que atraem os surfistas à região estão associadas ao chamado “Canhão de Nazaré”, uma ravina submarina com cerca de 230 quilômetros de extensão e profundidades que ultrapassam 5.000 metros.

    O relevo do fundo do mar altera a propagação das ondulações do Atlântico. Elas avançam mais depressa sobre as águas profundas do canhão do que nas áreas rasas ao redor. Essa diferença modifica sua direção e concentra energia perto da Praia do Norte, ampliando a força e a altura das ondas. Correntes costeiras também podem reforçar o fenômeno, que acontece geralmente entre outubro e março de cada ano.

    Nazaré ganhou projeção internacional em 2011, quando o americano Garrett McNamara surfou uma onda posteriormente homologada em 23,77 metros, então um recorde mundial.

    Desde então, o surfe de ondas gigantes se tornou um dos principais atrativos turísticos de Nazaré. A experiência também inspira iniciativas no Brasil. Em 2024, o município português estabeleceu uma parceria com Jaguaruna, em Santa Catarina, voltada ao turismo esportivo e às competições de surfe.

    A temporada de ondas gigantes em Nazaré geralmente acontece entre outubro e março de cada ano. E os big riders, como Michelle e Koxa, certamente estarão prontos para tentar bater os próprios recordes.

    Palmeiras e Fluminense podem tornar ainda mais difícil a classificação de outros brasileiros para o Super Mundial de Clubes de 2029. Se um dos dois vencer a Libertadores, o Brasil já terá atingido o limite de duas vagas por país fora das conquistas continentais.

    Folhapress | 07:30 – 24/09/2026

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  • Quase metade dos clubes do Brasileirão estoura cota de estrangeiros para 2027

    Quase metade dos clubes do Brasileirão estoura cota de estrangeiros para 2027

    LUCAS BOMBANA
    SÃO PAULO, SP 

    (FOLHAPRESS) – Com as mudanças aprovadas pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) que limitam a presença de jogadores estrangeiros nos clubes brasileiros, em uma tentativa de abrir espaço para jovens revelados nas categorias de base, a expectativa é que as agremiações promovam reformulações forçadas em seus plantéis ao longo dos próximos meses.

    Atualmente, é permitido relacionar até nove jogadores nascidos fora do Brasil por partida no Campeonato Brasileiro. As equipes seguirão com a liberdade de manter no grupo quantos estrangeiros desejarem, mas serão obrigadas a reduzir o número de relacionados por partida para oito em 2027, em um processo gradual que levará o limite para cinco até 2030.

    Dos elencos dos 20 clubes que compõem a Série A do Brasileirão em 2026, nove ultrapassam hoje a cota de oito estrangeiros por jogo.

    O Vasco e o Internacional são as duas equipes com a maior presença de jogadores de fora do país, com 12 atletas no elenco. Elas são seguidas por Botafogo e Athletico-PR, com 11 cada, e por Flamengo e Grêmio, com 10. O Mirassol é o único sem nenhum estrangeiro em seu elenco.

    Os quatro grandes do estado de São Paulo se enquadram dentro do limite, com a liderança a cargo do Palmeiras, com oito estrangeiros no grupo comandado pelo português Abel Ferreira. Vale destacar que os técnicos estrangeiros não entram na nova regra. Vêm na sequência Corinthians e São Paulo, com sete cada, e Santos, com seis.

    Jogadores nascidos no Brasil e que se naturalizaram para defender outras seleções, como Jorginho, do Flamengo, que já defendeu a Itália, e Maurício, do Palmeiras, que disputou a Copa do Mundo pelo Paraguai, não entram na conta, conforme os critérios da CBF.

    Ao todo, a Série A do Campeonato Brasileiro conta com um total recorde de 161 jogadores estrangeiros em seus elencos profissionais, o que corresponde a cerca de 25% do total, percentual bem abaixo das principais ligas europeias, como a Premier League (72%), o Campeonato Italiano (69%), o Alemão (55%) e o Espanhol (42%).

    Em 2025, o número era de 157 estrangeiros na elite do Brasileirão. O levantamento não considera atletas da base que já compõem e treinam com o grupo, mas que ainda não estrearam entre os profissionais.

    A Argentina é o país que mais cede atletas para os clubes brasileiros, com 49 jogadores. Ela é seguida por Uruguai (31), Colômbia (30) e por Equador e Paraguai (9 cada).

    “Temos um diagnóstico de que os jogadores sub-23 brasileiros têm jogado cada vez menos. Em contrapartida, o número de estrangeiros aumentou substancialmente nos últimos anos, e isso fez com que os jovens brasileiros tenham cada vez menos espaço”, declarou Helder Melillo, diretor executivo da CBF.

    O dirigente acrescentou que a entidade reconhece a importância dos estrangeiros para o futebol brasileiro e mantém um “número importante” de atletas de fora do Brasil permitidos nos jogos, mas disse também que a decisão busca “dar mais espaço” para os jogadores sub-23.

    Entre os clubes da Série A, Flamengo e Bahia, que soma nove estrangeiros, foram os únicos a votar contra a medida.

    Ex-lateral esquerdo formado na base do Grêmio e treinador com passagens recentes por São Paulo e Internacional, Roger Machado afirmou que a medida anunciada pela CBF pode contribuir para aumentar as oportunidades para os jovens no futebol brasileiro, mas ressaltou também que ela, sozinha, não será capaz de trazer os resultados esperados.

    “É preciso investimento na base, bons profissionais, estrutura e uma transição que prepare o jovem para chegar ao time principal. A oportunidade é fundamental, mas ela precisa vir acompanhada de uma formação que dê ao jogador condições de aproveitá-la”, assinalou Machado.

    Ainda de acordo com o técnico, a CBF também deveria trabalhar na organização e no fortalecimento do futebol amador, de forma a estimular um ambiente que favoreça a identificação e o desenvolvimento de novos talentos.

    “Ao mesmo tempo, a presença de bons estrangeiros aumenta a competitividade e promove o intercâmbio entre diferentes escolas”, acrescentou o treinador.

    Já Thiago Freitas, diretor da Roc Nation Sports no Brasil, empresa que gerencia a carreira de uma série de atletas, fez duras críticas à decisão da CBF de limitar os estrangeiros no futebol brasileiro.

    “Essa medida nada mais é do que uma resposta a reclamações mal fundamentadas dos que perderam espaço com maior concorrência. Vamos reduzir o intercâmbio, as trocas de experiências e penalizar os clubes melhores administrados, capazes de buscar os melhores, seja de onde forem”, afirmou o executivo.

    ESTRANGEIROS NOS 19 CLUBES DA SÉRIE A DO CAMPEONATO BRASILEIRO

    ATHLETICO-PR (11)

    Felipe Aguirre, 30 (Colômbia), zagueiro
    Carlos Terán, 25 (Colômbia), zagueiro
    Lucas Esquivel, 24 (Argentina), lateral esquerdo
    Gastón Benavídez, 30 (Argentina), lateral direito
    Bruno Zapelli, 24 (Argentina), meio-campista
    Juan Portilla, 28 (Colômbia), meio-campista
    Alejandro García, 25 (Colômbia), meio-campista
    Steven Mendoza, 34 (Colômbia), atacante
    Kevin Viveros, 26 (Colômbia), atacante
    Jorge Rivaldo, 22 (Colômbia), atacante
    Kerwin Vargas, 24 (Colômbia), atacante

    ATLÉTICO-MG (9)

    Angelo Preciado, 28 (Equador), lateral direito
    Alan Franco, 28 (Equador), volante
    Tomás Pérez, 21 (Argentina), volante
    Kevin Castaño, 25 (Colômbia), volante
    Mamady Cissé, 19 (Guiné), meio-campista
    Alan Minda, 23 (Equador), atacante
    Mateo Cassierra, 29 (Colômbia), atacante
    Tomás Cuello, 26 (Argentina), atacante
    Thiago Borbas, 24 (Uruguai), atacante

    BAHIA (9)

    Guido Herrera, 34 (Argentina), goleiro
    Marco Moreno, 25 (Espanha), zagueiro
    Román Gómez, 22 (Argentina), lateral direito
    Lautaro López, 21 (Argentina), volante
    Nicolás Acevedo, 27 (Uruguai), volante
    Michel Araújo, 29 (Uruguai), meio-campista
    Mateo Sanabria, 22 (Argentina), atacante
    Cristian Olivera, 24 (Uruguai), atacante
    Alejo Veliz, 23 (Argentina), atacante

    BOTAFOGO (11)

    Lucas Monzón, 24 (Uruguai), zagueiro
    Nahuel Ferraresi, 27 (Venezuela), zagueiro
    Mateo Ponte, 23 (Uruguai), lateral direito
    Jhoan Hernández, 20 (Colômbia), lateral esquerdo
    Cristian Medina, 24 (Argentina), volante
    Domingos Andrade, 23 (Angola), volante
    Jordan Barrera, 20 (Colômbia), meio-campista
    Álvaro Montoro, 19 (Argentina), meio-campista
    Hakim Ziyech, 33 (Marrocos), atacante
    Lucas Villalba, 25 (Uruguai), atacante
    Kadir Barría, 19 (Panamá), atacante

    CHAPECOENSE (5)

    Miguel Carvalho, 21 (Espanha), meio-campista
    Yannick Bolasie, 37 (Rep. Dem. do Congo), atacante
    Kevin Ramírez, 32 (Uruguai), atacante
    Franco Rossi, 24 (Uruguai), atacante
    Dylan Borrero, 24 (Colômbia), atacante

    CORINTHIANS (7)

    Pedro Milans, 24 (Uruguai), lateral direito
    Fabricio Angileri, 32 (Argentina), lateral esquerdo
    Zakaria Labyad, 33 (Marrocos), meio-campista
    Rodrigo Garro, 28 (Argentina), meio-campista
    Jesse Lingard, 33 (Inglaterra), meio-campista
    Memphis Depay, 32 (Holanda), atacante
    André Carrillo, 35 (Peru), atacante

    CORITIBA (7)

    Fabricio Bustos, 30 (Argentina), lateral direito
    Nicolás Fonseca, 27 (Uruguai), volante
    Alejandro Ararat, 20 (Colômbia), volante
    Sebastián Gómez, 30 (Colômbia), volante
    Josué, 36 (Portugal), meio-campista
    Joaquín Lavega, 21 (Uruguai), atacante
    Brian Ocampo, 27 (Uruguai), atacante

    CRUZEIRO (8)

    Lucas Villalba, 32 (Argentina), zagueiro
    Matías Viña, 28 (Uruguai), lateral esquerdo
    Gabriel Rojas, 29 (Argentina), lateral esquerdo
    Lucas Romero, 32 (Argentina), volante
    Luciano Rodríguez, 23 (Uruguai), atacante
    Luis Sinisterra, 27 (Colômbia), atacante
    Neyser Villareal, 21 (Colômbia), atacante
    Keny Arroyo, 20 (Equador), atacante

    FLAMENGO (10)

    Agustín Rossi, 30 (Argentina), goleiro
    Guillermo Varela, 33 (Uruguai), lateral direito
    Erick Pulgar, 32 (Chile), volante
    Giorgian De Arrascaeta, 32 (Uruguai), meio-campista
    Nicolás De la Cruz, 29 (Uruguai), meio-campista
    Saúl Ñíguez, 31 (Espanha), meio-campista
    Gonzalo Plata, 25 (Equador), atacante
    Anthony Valencia, 23 (Equador), atacante
    Joaquín Freitas, 19 (Argentina), atacante
    Jorge Carrascal, 28 (Colômbia), atacante

    FLUMINENSE (9)

    Juan Freytes, 26 (Argentina), zagueiro
    Julián Millán, 28 (Colômbia), zagueiro
    Lucho Acosta, 32 (Argentina), meio-campista
    Jefferson Savarino, 29 (Venezuela), meio-campista
    Germán Cano, 38 (Argentina), atacante
    Kevin Serna, 28 (Colômbia), atacante
    Agustín Canobbio, 27 (Uruguai), atacante
    Yeferson Soteldo, 29 (Venezuela), atacante
    Rodrigo Castillo, 27 (Argentina), atacante

    GRÊMIO (10)

    Fabián Balbuena, 35 (Paraguai), zagueiro
    Erick Noriega, 24 (Peru), volante
    Juan Nardoni, 24 (Argentina), volante
    Filip Krovinovic, 31 (Croácia), meio-campista
    Mathias Villasanti, 29 (Paraguai), meio-campista
    Cristian Pavón, 30 (Argentina), atacante
    Martin Braithwaite, 35 (Dinamarca), atacante
    Francis Amuzu, 27 (Gana), atacante
    Jovane Cabral, 28 (Cabo Verde), atacante
    José Enamorado, 27 (Colômbia), atacante

    INTERNACIONAL (12)

    Sergio Rochet, 33 (Uruguai), goleiro
    Gabriel Mercado, 39 (Argentina), zagueiro
    Félix Torres, 29 (Equador), zagueiro
    Denis Marfo, 20 (Gana), zagueiro
    Guillermo Maripán, 32 (Chile), zagueiro
    Braian Aguirre, 26 (Argentina), lateral direito
    Alexandro Bernabei, 25 (Argentina), lateral esquerdo
    Rodrigo Villagra, 25 (Argentina), volante
    Benjamin Arhin, 20 (Gana), volante
    Niclas Eliasson, 30 (Suécia), meio-campista
    Tonny Sanabria, 30 (Paraguai), atacante
    Johan Carbonero, 27 (Colômbia), atacante

    PALMEIRAS (8)

    Alexander Barboza, 31 (Argentina), zagueiro
    Gustavo Gómez, 33 (Paraguai), zagueiro
    Agustín Giay, 22 (Argentina), lateral direito
    Joaquín Piquerez, 28 (Uruguai), lateral esquerdo
    Emiliano Martínez, 27 (Uruguai), volante
    Jhon Arias, 29 (Colômbia), atacante
    Flaco López, 25 (Argentina), atacante
    Ramón Sosa, 27 (Paraguai), atacante

    RED BULL BRAGANTINO (8)

    Guzmán Rodríguez, 26 (Uruguai), zagueiro
    Weimar Palacios, 19 (Colômbia), zagueiro
    Andrés Hurtado, 24 (Equador), lateral direito
    Agustín Sant’Anna, 28 (Uruguai), lateral direito
    Ignacio Sosa, 23 (Uruguai), volante
    José Herrera, 23 (Argentina), atacante
    Henry Mosquera, 24 (Colômbia), atacante
    Isidro Pitta, 27 (Paraguai), atacante

    REMO (6)

    Duplexe Tchamba, 28 (Camarões), zagueiro
    Cristian Tassano, 30 (Uruguai), zagueiro
    Franco Catarozzi, 26 (Uruguai), volante
    Leonel Picco, 27 (Argentina), meio-campista
    Antonio Galeano, 26 (Paraguai), atacante
    Andrés González, 20 (Colômbia), atacante

    SANTOS (6)

    Gonzalo Escobar, 29 (Argentina), lateral esquerdo
    Christian Oliva, 30 (Uruguai), volante
    Miguelito, 22 (Bolívia), meio-campista
    Gustavo Caballero, 25 (Paraguai), atacante
    Benjamín Rollheiser, 26 (Argentina), atacante
    Álvaro Barreal, 26 (Argentina), atacante

    SÃO PAULO (7)

    Robert Arboleda, 34 (Equador), zagueiro
    Domingos Duarte, 31 (Portugal), zagueiro
    Aurélio Buta, 29 (Angola), lateral direito
    Cédric Soares, 35 (Portugal), lateral direito
    Enzo Díaz, 30 (Argentina), lateral esquerdo
    Damián Bobadilla, 25 (Paraguai), meio-campista
    Jonathan Calleri, 32 (Argentina), atacante

    VASCO (12)

    Alan Saldivia, 24 (Uruguai), zagueiro
    Carlos Cuesta, 27 (Colômbia), zagueiro
    Pumita Rodríguez, 29 (Uruguai), lateral direito
    Santiago Sosa, 27 (Argentina), volante
    Johan Rojas, 24 (Colômbia), meio-campista
    Alan Lescano, 24 (Argentina), meio-campista
    Loide Augusto, 26 (Angola), atacante
    Marino Hinestroza, 24 (Colômbia), atacante
    Facundo Colidio, 26 (Argentina), atacante
    Andrés Gómez, 24 (Colômbia), atacante
    Nuno Moreira, 27 (Portugal), atacante
    Claudio Spinelli, 29 (Argentina), atacante

    VITÓRIA (6)

    Emanuel Brítez, 34 (Argentina), zagueiro
    Emmanuel Martínez, 32 (Argentina), meio-campista
    Rúben Ismael, 27 (Portugal), meio-campista
    Tomás Pochettino, 30 (Argentina), meio-campista
    Nacho Laquintana, 27 (Uruguai), atacante
    Diego Tarzia, 23 (Argentina), atacante

    Brasileiro soma um gol e três assistências em oito partidas nesta temporada, mas ainda busca recuperar seu melhor futebol. Em meio às críticas de parte da torcida, Esteban Suárez acredita que José Mourinho não hesitará em substituir o atacante

    Notícias ao Minuto | 04:30 – 24/09/2026

    Quase metade dos clubes do Brasileirão estoura cota de estrangeiros para 2027

  • Como Palmeiras e Fluminense podem diminuir chances de brasileiros irem ao Mundial

    Como Palmeiras e Fluminense podem diminuir chances de brasileiros irem ao Mundial

    (FOLHAPRESS) – A segunda edição do Super Mundial de Clubes será disputada somente em 2029, mas o caminho de classificação para outros times brasileiros ficará ainda mais difícil se a Libertadores deste ano for vencida por Palmeiras ou Fluminense.

    ENTENDA O MOTIVO

    A América do Sul tem direito a seis vagas no Mundial. Elas são divididas da seguinte forma: quatro vão para os campeões da Libertadores de 2025 a 2028. As outras duas vão para os clubes com melhores posições no ranking da Conmebol na Fifa.

    O Brasil já tem um time classificado: o Flamengo. A equipe carioca conseguiu vaga por ter sido campeã da Libertadores no ano passado.

    Palmeiras, Flamengo e Fluminense estão nas semifinais da Libertadores de 2026, junto com o Estudiantes, da Argentina. Quem conquistar a Libertadores se garantirá automaticamente no Mundial.

    Se o campeão for Palmeiras ou Fluminense, o Brasil já vai preencher a cota máxima de dois times por país no Mundial, regra imposta pela Fifa. Neste caso, mesmo que uma equipe brasileira estivesse entre as melhores ranqueadas e conseguisse a vaga via ranking, ela seria “barrada”.

    Um caso parecido aconteceu com o Liverpool no Mundial de 2025. O clube estava entre os melhores do ranking da Uefa na Fifa e poderia ocupar uma vaga, mas foi “barrado” porque Manchester City e Chelsea venceram a Champions neste período de classificação e preencheram a cota máxima de dois times por país.

    A exceção à cota de dois times por país só se aplica se clubes do mesmo local conquistarem o torneio continental. Esse foi o caso do Brasil em 2025, quando Palmeiras, Flamengo, Fluminense e Botafogo se classificaram por terem vencido Libertadores consecutivas. Ela pode se repetir para 2029 caso Palmeiras ou Fluminense faturem a Liberta em 2026 e outros brasileiros vençam em 2027 e/ou 2028.

    Se o Flamengo for novamente campeão da Libertadores neste período, uma vaga a mais será adicionada no ranking, e a cota de dois times por país ainda não será preenchida pelos brasileiros.

    A Fifa ainda tem algumas indefinições sobre o próximo Mundial de Clubes. A sede e o número de participantes são as principais. Durante a Copa do Mundo de seleções, a hipótese de aumento para 48 times não foi descartada.

    DECISÃO NA LIBERTADORES

    Palmeiras e Fluminense vão se enfrentar na semifinal da Libertadores. As equipes farão o jogo de ida no Maracanã, no dia 14 de outubro, e a volta será disputada em 21 de outubro, no Nubank Parque.

    Ambos os times passaram na vice-liderança das suas chaves. No mata-mata, o Palmeiras eliminou Cerro Porteño e LDU, enquanto o Fluminense tirou Independiente Rivadavia e Platense.

    QUEM JÁ ESTÁ NO MUNDIAL DE 2029?

    Flamengo (Brasil)
    PSG (França)
    Al-Ahli (Arábia Saudita)
    Pyramids (Egito)
    Mamelodi Sundowns (África do Sul)
    Cruz Azul (México)
    Toluca (México)

    Brasileiro soma um gol e três assistências em oito partidas nesta temporada, mas ainda busca recuperar seu melhor futebol. Em meio às críticas de parte da torcida, Esteban Suárez acredita que José Mourinho não hesitará em substituir o atacante

    Notícias ao Minuto | 04:30 – 24/09/2026

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