As ruas da França foram palco de cenas de violência entre a madrugada de sábado e domingo, após uma série de episódios que acabaram marcando negati…
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Fogo, destruição e muito mais. Cenário de terror na comemoração do PSG
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Hematomas nas mãos de Trump? Relatório médico explica o porquê
A Casa Branca divulgou os resultados do exame médico de Donald Trump, revelando a causa das manchas negras nas suas mãos. O médico do presidente explicou que os hematomas são benignos e relacionados ao uso de aspirina.
A Casa Branca divulgou os resultados do mais recente exame médico realizado em Donald Trump — e o documento traz, finalmente, a explicação para os hematomas que frequentemente aparecem nas mãos do presidente norte-americano.
Na terça-feira, 26 de maio, a força-tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos realizou uma “avaliação preventiva abrangente” em Trump, que incluiu análise de exames laboratoriais e uma revisão completa do seu histórico médico.
Três dias depois, na sexta-feira, 29 de maio, após Trump afirmar que o exame havia corrido “de forma perfeita”, o presidente autorizou a divulgação dos resultados — e foi nesse relatório que surgiu a explicação.
No documento, citado pela revista People, o médico de Trump, Sean Barbabella, afirmou que os hematomas são “compatíveis com uma irritação leve dos tecidos moles, relacionada a apertos de mão frequentes, em um contexto de uso de aspirina para prevenção cardiovascular”.
“Isso representa um efeito comum e benigno da terapia com aspirina. Nenhuma lesão ou crescimento suspeito foi identificado”, escreveu Barbabella.
A publicação do relatório ocorreu depois de notícias divulgadas na terça-feira informarem que Donald Trump havia estado novamente no hospital — a terceira visita desde o início do mandato. A Casa Branca afirma que a ida teve como objetivo justamente a avaliação médica citada.
Desde que assumiu a presidência, em janeiro de 2025, Trump foi fotografado diversas vezes com hematomas visíveis, especialmente nas mãos. A situação — que, em algumas ocasiões, ele teria tentado disfarçar com maquiagem — levantou questionamentos sobre seu estado de saúde, que ele próprio garante estar “perfeito”.
“O presidente Trump tem hematomas na mão porque está constantemente trabalhando e apertando mãos todos os dias”, chegou a afirmar a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, no ano passado, durante a visita de Emmanuel Macron à Casa Branca.
Já em março, Trump voltou a chamar atenção por uma condição física que gerou dúvidas sobre sua saúde. Na ocasião, apareceu com uma irritação na pele no lado direito do pescoço. Seu médico pessoal afirmou que a vermelhidão era consequência do uso de um novo creme dermatológico.
Donald Trump, de 79 anos, completa mais um aniversário no próximo dia 14 de junho. O presidente, empossado em janeiro de 2025, tornou-se o presidente mais velho a assumir o cargo nos Estados Unidos.
Hematomas nas mãos de Trump? Relatório médico explica o porquê
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Atriz de 'Succession', Sarah Snook estrelará minissérie de 'Os Passáros', clássico de Hitchcock
No clássico do mestre do suspense, a história acompanha Melanie Daniels, uma socialite que viaja para a cidade californiana de Bodega Bay em busca de seu interesse romântico, o advogado Mitch Brenner. Lá, contudo, ela e os moradores locais se veem no meio de uma série de ataques violentos de pássaros.
SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O clássico ‘Os Pássaros’ (1963), filme de Alfred Hitchcock, deverá ganhar uma nova versão para o streaming, em formato de minissérie. A produção terá como estrela principal a atriz australiana Sarah Snook, que despontou como a Shiv de “Succession”, da HBO.
No clássico do mestre do suspense, a história acompanha Melanie Daniels, uma socialite que viaja para a cidade californiana de Bodega Bay em busca de seu interesse romântico, o advogado Mitch Brenner. Lá, contudo, ela e os moradores locais se veem no meio de uma série de ataques violentos de pássaros.
Na minissérie estrelada por Snook, de acordo o Deadline, a atriz deverá fazer o papel da juíza Myra Massey, que retorna à sua cidade natal no Alasca para uma audiência de rotina sobre uma morte e descobre que a vítima é um amigo de infância.
Ao se deparar com o caso, Myra tenta desvendar o mistério enquanto luta para sobreviver a uma estranha onda de ataques de pássaros. A minissérie, da Universal International Studios, é roteirizada por Tom Spezialy, de The Leftovers e Watchmen.
O projeto traz mais uma protagonista para Snook, que já recebeu três indicações ao Emmy por seu papel em Succession, vencendo na premiação em 2023 como melhor atriz em série dramática. Em janeiro deste ano, a australiana estreou como Marissa, em “All Her Fault”, minissérie do Prime Video sobre uma executiva que descobre que seu filho foi sequestrado quando vai buscá-lo na casa de um amigo.
Atriz de 'Succession', Sarah Snook estrelará minissérie de 'Os Passáros', clássico de Hitchcock
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Anthropic revela novo modelo de IA mais "honesto"
Além do Opus 4.8, a Anthropic afirmou que “nas próximas semanas” disponibilizará um novo modelo de Inteligência Artificial comparável ao Mythos – que tem sido usado sobretudo na área da cibersegurança.
A Anthropic anunciou oficialmente o lançamento do Opus 4.8, a versão mais recente do seu modelo de inteligência artificial. A novidade chega pouco mais de um mês após o lançamento da versão anterior e, segundo a empresa, promete enfrentar o que é apontado como um dos principais problemas dos atuais chatbots: as chamadas “alucinações”, quando a IA apresenta informações incorretas com confiança.
“Os primeiros usuários que testaram o modelo relataram que o Opus 4.8 tem maior probabilidade de sinalizar incertezas sobre o próprio funcionamento e menor probabilidade de fazer afirmações sem fundamento”, afirmou a Anthropic, destacando que quem utilizar o Claude Opus 4.8 verá menos respostas inventadas ou imprecisas.
Além de dizer que o modelo está mais “honesto”, a Anthropic afirma que o Opus 4.8 também demonstra melhor capacidade de julgamento durante as interações com os usuários.
Mas essa não foi a única novidade anunciada pela empresa. A Anthropic informou ainda que pretende lançar “nas próximas semanas” um novo modelo comparável ao seu Mythos, que vem sendo usado principalmente na área de cibersegurança.
Anthropic levanta US$ 65 bilhões em investimentos
A Anthropic informou na quinta-feira que levantou US$ 65 bilhões em financiamento privado, elevando sua avaliação de mercado para US$ 965 bilhões.Com isso, a empresa — fundada há cinco anos e responsável pelo chatbot Claude — passa a ser uma das startups mais valiosas do mundo.
O anúncio coloca a Anthropic à frente da OpenAI, criadora do ChatGPT, tanto em valor de mercado quanto em faturamento.
A empresa informou ainda que está registrando uma receita anualizada de US$ 47 bilhões, impulsionada pela venda da sua tecnologia para pessoas e organizações que utilizam Claude para programação, produção de conteúdo e tarefas pessoais.
A Anthropic foi fundada em 2021 por ex-líderes da OpenAI. Agora, tanto ela quanto a OpenAI e a SpaceX, de Elon Musk, devem abrir capital em breve na bolsa de Nova York.
As três empresas continuam operando no prejuízo, o que vem alimentando preocupações sobre uma possível bolha especulativa no setor de inteligência artificial.
“Esse investimento vai nos ajudar a atender à demanda histórica que estamos vivendo, continuar na fronteira da pesquisa e levar Claude a ainda mais lugares”, afirmou o diretor financeiro da Anthropic, Krishna Rao.
Anthropic revela novo modelo de IA mais "honesto"
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Homem é filmado transportando ovelha em moto na França; vídeo
Um motociclista foi filmado em Lyon, em França, transportando uma ovelha viva com ele na moto. O vídeo, que viralizou nas redes sociais, também chegou ao governo local, que alertou as autoridades para o caso.
Um homem foi filmado pilotando uma moto em uma rodovia de Lyon com uma ovelha viva sentada à sua frente.
As imagens circulam nas redes sociais desde o ocorrido, em 26 de março. No vídeo, é possível ver a ovelha deitada sobre a parte dianteira da moto, presa entre o condutor e o guidão.
Em vários momentos, o animal aparece balindo e, por vezes, parece até tentar se soltar do veículo. No fim do vídeo, o motociclista ainda empina a moto, fazendo a manobra conhecida como “grau”.
As imagens foram gravadas à noite por outro motociclista, segundo o jornal Le Parisien, em uma rodovia de Lyon, nas proximidades de Vénissieux.
Pode ver o vídeo abaixo:
INSOLITE ️ | Scène surréaliste à #Lyon : un homme a été filmé sur le boulevard périphérique Laurent Bonnevay en train de piloter une moto BMW 1250 GS avec… un mouton vivant installé juste devant lui sur le réservoir.
La vidéo de cette “livraison” pour l’Aïd fait le tour des… pic.twitter.com/2gC7WX6b12— Medave Prod (@medaveprod) May 28, 2026
De acordo com o mesmo jornal, a prefeitura do Rhône tomou conhecimento do caso e encaminhou o incidente às autoridades.
No vídeo também aparece a legenda “Eid mabrouk à tous”, expressão que significa “Feliz Eid a todos”. Segundo o veículo francês, a mensagem faria referência ao Eid al-Adha, celebração muçulmana que acontece entre 26 e 30 de maio.
De acordo com a tradição, durante o Eid al-Adha um animal é sacrificado e sua carne é dividida entre familiares e pessoas em situação de vulnerabilidade.
Homem é filmado transportando ovelha em moto na França; vídeo
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Aliados de Lula pedem que PGR investigue Flávio Bolsonaro por possível atentado à soberania
Em nota, o coordenador geral da pré-campanha de Flávio, senador Rogério Marinho, afirmou: \”Se o crime que nos acusam é o de buscar apoio de nações amigas para asfixiar as finanças das facções e unir forças para proteger a população do terror e da violência, assumimos essa culpa com convicção\” (leia a nota completa ao fim da matéria).
Um grupo de deputados do PSOL e da Rede pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por possível atentado à soberania nacional. A representação cita a atuação do parlamentar junto ao governo Donald Trump em defesa da classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho(CV) como organizações terroristas.
Em nota, o coordenador geral da pré-campanha de Flávio, senador Rogério Marinho, afirmou: \”Se o crime que nos acusam é o de buscar apoio de nações amigas para asfixiar as finanças das facções e unir forças para proteger a população do terror e da violência, assumimos essa culpa com convicção\” (leia a nota completa ao fim da matéria).
Na representação, os parlamentares aliados do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmam que Flávio e outros integrantes da família Bolsonaro têm atuado para estimular a intervenção do governo dos Estados Unidos em assuntos internos do Brasil, o que, segundo eles, é uma afronta à soberania do País.
O documento cita a visita de Flávio ao presidente americano, Donald Trump, na última terça-feira, 26, quando o senador afirmou ter defendido a designação dos grupos criminosos PCC e CV como organizações terroristas globais. No dia seguinte, o senador se reuniu com o secretário de Estado, Marco Rubio, com quem também discutiu o tema.
A designação foi anunciada pela gestão Trump um dia após o encontro com Rubio. A medida, contudo, já vinha sendo estudada há meses pelo governo americano. Nas redes sociais, Flávio comemorou a decisão: \”Grande dia!\”.
Para sustentar a tese de que Flávio influenciou a decisão, a representação dos deputados do PSOL e da Rede cita reportagem do jornal The New York Times segundo a qual a decisão do governo Trump foi tomada após \”meses de lobby agressivo dos filhos do ex-presidente preso, Jair Bolsonaro, um aliado próximo de Trump\”.
O documento – assinado pelas deputadas federais Fernanda Melchionna (PSOL-RS), Sâmia Bomfim (PSOL-SP), Duda Salabert (PSOL-MG), Luiza Erundina (PSOL-SP), Heloísa Helena (Rede-RJ), Luizianne Lins (Rede-CE) e pelo deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) – afirma que a designação pode causar \”impactos relevantes\” no País.
Segundo eles, além de possibilitar a imposição de sanções econômicas a instituições financeiras brasileiras, a classificação abre, sob o direito interno norte-americano, a possibilidade jurídica de intervenção militar dos Estados Unidos em áreas de atuação dessas organizações, à revelia do governo brasileiro.
Os deputados argumentam também que a Constituição Federal é explícita ao determinar que compete privativamente ao Presidente da República \”manter relações com Estados estrangeiros e acreditar seus representantes diplomáticos\” e \”celebrar tratados, convenções e atos internacionais\”. Por isso, os parlamentares sustentam que, ao viajar para Washington e supostamente obter uma decisão administrativa do governo americano com efeitos concretos sobre o Brasil, Flávio Bolsonaro teria \”usurpado competência privativa do Chefe do Poder Executivo, caracterizando, em tese, invasão da esfera de competência diplomática da União\”.
Segundo os deputados, Flávio teria usado seu mandato como senador para \”em solo estrangeiro, convidar um governo estrangeiro a intervir nos assuntos internos do Brasil, com impacto direto sobre a soberania nacional, o sistema financeiro, o processo eleitoral e a integridade territorial do País\”, no que seria uma \”negociação contra os interesses do próprio país.\”
Na representação, os deputados pedem à PGR a instauração de inquérito policial federal para apuração do caso e adoção das medidas administrativas e civis pertinentes. Também solicitam a comunicação dos fatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para que se avalie a existência de elementos configuradores de abuso de poder ou influência estrangeira no processo eleitoral.
Nota do coordenador geral da pré-campanha de Flávio Bolsonaro:
A representação do PSOL e da Rede contra o senador Flávio Bolsonaro é mais uma demonstração de que a esquerda brasileira tenta utilizar o Judiciário como extensão de seu projeto político. É inaceitável que, enquanto o Brasil sofre sob o domínio de facções criminosas, parlamentares se mobilizem para criminalizar o esforço de buscar cooperação internacional contra o terrorismo. O mesmo campo político que hoje clama por \”soberania\” foi o que, durante anos, viajou o mundo denunciando o próprio país e buscando interferência estrangeira por razões ideológicas. Se o crime que nos acusam é o de buscar apoio de nações amigas para asfixiar as finanças das facções e unir forças para proteger a população do terror e da violência, assumimos essa culpa com convicção. Enquanto a esquerda protege quem mantém relações de intimidade com o crime, nós continuaremos focados em desarticular as organizações que hoje dominam territórios e fazem reféns milhões de brasileiros. A soberania nacional serve para garantir a segurança do cidadão de bem, e não para servir de escudo a quem aterroriza o povo.
Aliados de Lula pedem que PGR investigue Flávio Bolsonaro por possível atentado à soberania
Veja Também: Gazeta Mercantil – Política
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Hegseth diz que reforço militar chinês na Ásia dá "razões para alarme"
O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou hoje que há “razões legítimas para alarme” face ao reforço militar chinês na Ásia-Pacífico, onde os Estados Unidos desejam um “equilíbrio estável” e rejeitam qualquer “hegemonia”.
“Olhando para a região hoje, existem motivos legítimos de preocupação diante da dimensão histórica do fortalecimento militar da China e da expansão de suas atividades militares na região e além dela”, declarou Pete Hegseth em Singapura, durante o Diálogo de Shangri-La, importante fórum dedicado a temas de defesa.
Os Estados Unidos não buscam uma “confrontação desnecessária na região”, destacou durante seu discurso, feito diante de uma audiência composta por especialistas militares e ministros.
O Diálogo de Shangri-La reúne, ao longo de três dias, até domingo, altos representantes políticos e militares, além de especialistas e pesquisadores de cerca de 45 países.
Realizado anualmente, o fórum alterna discursos, mesas-redondas e encontros reservados no hotel Shangri-La. O ambiente é considerado propício para discussões estratégicas, inclusive entre países rivais, tanto em sessões públicas quanto em reuniões privadas longe dos holofotes.
“O que buscamos (…) é, na verdade, um equilíbrio estável que funcione tanto para os americanos quanto para os nossos aliados”, afirmou ainda Hegseth.
“Um equilíbrio de forças favorável, mas duradouro, no qual nenhum Estado — incluindo a China — possa impor sua hegemonia nem ameaçar a segurança ou a prosperidade da nossa nação e de nossos aliados”, acrescentou Hegseth, que neste ano lidera uma ampla delegação norte-americana.
Por outro lado, a China enviou pelo segundo ano consecutivo apenas uma equipe de especialistas militares e pesquisadores, sem a presença do ministro da Defesa, Dong Jun.
Hegseth diz que reforço militar chinês na Ásia dá "razões para alarme"
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Moro se lança no PR ao lado de Flávio, ataca Lula e chama ato de Trump sobre PCC e CV de 'extraordinário'
Ao lado de Flávio Bolsonaro (PL), Moro fez críticas ao governo Lula e elogiou a atuação do pré-candidato à Presidência junto ao governo de Donald Trump para incluir o PCC e o Comando Vermelho na lista de organizações terroristas.
CARLOS VILLELA
PORTO ALEGRE, RS (CBS NEWS) – O senador Sergio Moro (PL) lançou nesta sexta-feira (29), em Curitiba, sua pré-candidatura ao Governo do Paraná em um evento que marcou mais um passo na aproximação do ex-ministro da Justiça com a família Bolsonaro.Ao lado de Flávio Bolsonaro (PL), Moro fez críticas ao governo Lula e elogiou a atuação do pré-candidato à Presidência junto ao governo de Donald Trump para incluir o PCC e o Comando Vermelho na lista de organizações terroristas.
“Flávio, você teve um ato de coragem ao agir paralelamente, contrariamente à posição do Lula, e conseguir convencer o governo norte-americano a colocar o nome dessas organizações terroristas como alvo do governo”, disse Moro.
“O que aconteceu nesses últimos dias foi extraordinário. Ele [Flávio] mostrou o que pode fazer sem embaixada, sem um séquito. Ele conseguiu convencer o governo norte-americano a dar esse passo importante.”
A reciprocidade estava estampada na camiseta usada por Flávio Bolsonaro, com a frase “Curitiba prendeu. Brasília soltou”, em referência à condenação de Lula assinada por Moro, à época como juiz de primeira instância, no âmbito da Operação Lava Jato.
Flávio disse que Lula se encontrou com Trump para tentar impedir a classificação das facções como organizações terroristas, medida anunciada pelo secretário de Estado Marco Rubio na quinta-feira (28).
“Enquanto ele [Lula] foi lá fazer lobby para o CV e o PCC, foi lamber a bota do Trump para fazer lobby para o CV e o PCC, para defender marginais, nós fomos lá para pedir que eles fossem tratados como terroristas, que é o que eles são.”
Discursando lado a lado de Flávio, Moro defendeu a atuação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no combate ao crime durante o período em que ocupou o cargo de ministro da Justiça. Segundo ele, as ações adotadas contra facções criminosas colocaram tanto ele quanto Bolsonaro na mira desses grupos, tornando-os alvos de ameaças de morte e possíveis retaliações.
Moro afirmou ainda que a atuação de Flávio para defender a inclusão do PCC e do Comando Vermelho na lista de organizações terroristas dos Estados Unidos também o colocou na mira dessas facções.
“Quando você agiu assim, sabia que seu nome iria entrar nessa mesma lista. Mas tenho certeza também de que você, assim como seu pai e assim como eu lá em 2019, pensou no bem-estar da população brasileira.”
Já Flávio disse que Moro é “um símbolo de combate à corrupção, símbolo de seriedade, que vai ter a independência de montar um time forte, com uma Assembleia forte, para fazer o melhor pelo Paraná.
A troca de elogios selou uma reaproximação que já vinha desde 2022, quando Moro declarou apoio à reeleição de Bolsonaro contra o então candidato Lula, tendo aparecido ao lado do ex-chefe em um debate.
Moro deixou o governo Bolsonaro em 2020 acusando o então presidente de tentar intervir na Polícia Federal. Na época, Bolsonaro rebateu as acusações afirmando que Moro negociava uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).
Em 2021, Bolsonaro voltou a criticar o ex-ministro, afirmando que Moro havia atuado contra portarias do governo que flexibilizavam o acesso a armas no Brasil.Também naquele ano, Moro tentou articular uma pré-candidatura à Presidência e fez críticas à família Bolsonaro, citando em discurso as acusações de “rachadinha” contra Flávio.
Nesta sexta, no ato de lançamento da pré-candidatura de Moro ao governo também estavam presentes os pré-candidatos ao Senado Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL), o senador Rogério Marinho (PL-RN) e o general Joaquim Silva e Luna (PL), atual prefeito de Foz do Iguaçu, que presidiu a Petrobras entre 2021 e 2022, durante o governo Bolsonaro.
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Após término com Virginia, Vini Jr. diz que sonha ter filhos
A conversa foi gravada na residência do jogador, em Madri, na Espanha, e abordou temas ligados à sua rotina pessoal e ao que imagina para os próximos anos. Questionado sobre como será sua vida depois da aposentadoria, Vini admitiu que ainda não tem tudo planejado, mas já consegue visualizar alguns momentos dessa nova fase.
Dias depois de ter o fim do relacionamento com Virginia Fonseca exposto publicamente, Vinícius Júnior voltou a chamar atenção nas redes sociais ao comentar sobre seus planos para o futuro. Durante uma entrevista descontraída concedida ao youtuber Casimiro Miguel, o atacante do Real Madrid e da Seleção Brasileira revelou que sonha em construir uma família e ter filhos após encerrar a carreira nos gramados.
A conversa foi gravada na residência do jogador, em Madri, na Espanha, e abordou temas ligados à sua rotina pessoal e ao que imagina para os próximos anos. Questionado sobre como será sua vida depois da aposentadoria, Vini admitiu que ainda não tem tudo planejado, mas já consegue visualizar alguns momentos dessa nova fase.
“Não sei (da vida de aposentado), porque eu posso ter filhos e tudo mais”, afirmou o atleta. Ao ser perguntado se deseja ser pai, respondeu sem demonstrar dúvidas: “Quero. Quero ter filhos”.
Em seguida, o camisa 7 descreveu de forma bem-humorada a rotina que imagina viver no futuro. “Vou acordar 7h da manhã, jogar um golfe, essas coisas de rico. Não sei onde vou estar morando, se Miami ou Madri. Vou morar dois ou três meses em um lugar. Ainda estou vendo”, brincou.
Segundo o jogador, a família terá papel fundamental nessa etapa da vida. Ele contou que imagina dividir o tempo entre atividades esportivas e momentos ao lado dos filhos. “Golfe pela manhã, voltei do golfe, estou ali com meus filhos, almoço, paddlezinho. Voltar para casa, ficar mais um tempo com meus filhos e futebol só com eles, brincar ali”, disse.
Vini ainda destacou que sua competitividade continuará presente mesmo fora dos campos. “Carta, videogame, futebol, tudo eu ganho, óbvio”.
As declarações repercutiram nas redes sociais por terem sido divulgadas pouco tempo após o anúncio do término de seu relacionamento com Virginia Fonseca, encerrado no último dia 15, após cerca de seis meses juntos.
Após término com Virginia, Vini Jr. diz que sonha ter filhos
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João Fonseca é primeiro brasileiro a bater Djokovic em torneio grande e supera nova marca do sérvio
DANI BLASCHKAUER
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Acabou. Nunca antes na história de uma chave principal do tênis um brasileiro havia realizado o feito de derrotar Novak Djokovic.O carioca João Fonseca conseguiu isso nesta sexta-feira (29), ao avançar às oitavas de final de Roland Garros batendo o maior campeão de Grand Slams da história por 3 sets a 2, de virada.
Até então, apenas um brasileiro havia derrotado Djokovic no circuito. Em 2004, o paulista Júlio Silva, com 24 anos, ganhou do até então desconhecido sérvio de 17 anos nas quartas de final do qualifying (torneio classificatório) do Challenger de Reggio Emilia, na Itália. O resultado não pode ser diminuído, mas para efeito de estatísticas da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais), jogos que não são da chave principal não são computados nos confrontos diretos.
Qualifying é uma competição preliminar e que serve para preencher vagas da chave principal de um torneio. Ele reúne tenistas com posições mais baixas no ranking mundial que não obtiveram entrada direta pelo critério de pontuação.
Challenger é um torneio menor (em pontos e premiação) e servem para tenistas com baixo ranking adquirirem experiência para subir na classificação. Na escala de importância, Grand Slam, como é o caso de Roland Garros, esta no topo da pirâmide do tênis. Depois vem ATP Finals, Masters 1000, ATP 500 e ATP 250.
Além de quebrar o jejum de brasileiros, João Fonseca quebrou outra marca. O duelo desta sexta foi o mais longo da carreira de Djokovic em Roland Garros, com 4 horas e 53 minutos de duração. O recorde anterior era de 4 horas e 39 minutos contra o argentino Francisco Cerundolo, em 2024.
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MAIS BRASILEIROS
Depois de Silva, Djokovic enfrentou cinco brasileiros em chaves principais. Acumulou 11 vitórias.Seu principal adversário foi Thomaz Bellucci, que chegou a ser 21º. do mundo. O sérvio ganhou seis vezes entre 2010 e 2016. A última partida foi a mais marcante. Na ocasião, no Masters 1000 de Roma (também no saibro), o paulista venceu o primeiro set por 6/0, mas foi derrotado de virada. Em outras duas oportunidades Belluci também perdeu de virada: 2011 e 2015.
Os outros cinco jogos foram contra três tenistas brasileiros: duas com Rogério Dutra Silva (2012 e 2018), uma contra João Souza (2015), uma contra Ricardo Mello (2005) e com Francisco Costa (2004).
SUPERANDO DJOKOVIC
Comparando Fonseca com Djokovic na mesma idade, o brasileiro já conseguiu superar outra marca do experiente tenista.Foi também aos 19 anos que o sérvio, justamente em Roland Garros, chegou pela primeira vez às oitavas de final de um Grand Slam. E nesta idade, diante de tenistas top 10, ele obtivera uma vitória e quatro derrotas.
Djokovic, que hoje soma 101 títulos (sendo 24 Grand Slams), nunca havia sido campeão até Roland Garros de 2006.
Fonseca já acumula dois títulos e contra tenistas top 10 ganhou duas de oito partidas.
Agora se o brasileiro avançar às quartas irá quebrar outra marca adolescente de Djokovic.
João Fonseca é primeiro brasileiro a bater Djokovic em torneio grande e supera nova marca do sérvio