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  • Flávio Bolsonaro busca apoio de Ratinho Júnior e enfrenta resistência

    Flávio Bolsonaro busca apoio de Ratinho Júnior e enfrenta resistência

    O senador Flávio Bolsonaro tenta atrair Ratinho Júnior para sua pré‑campanha presidencial, mas aliados do governador resistem após desgastes acumulados entre PL e PSD. A disputa interna do PSD e episódios das eleições municipais de 2024 dificultam uma aliança imediata

    O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) busca o apoio do governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), para sua candidatura à Presidência da República, mas a proposta enfrenta resistência dentro do grupo político do paranaense. A articulação foi conduzida pelo senador Rogério Marinho (PL‑RN), coordenador da pré‑campanha, durante encontro realizado em Brasília na quarta-feira, 11.

    Marinho ofereceu a Ratinho uma aliança já no primeiro turno das eleições de outubro. A adesão, porém, exigiria que o governador abrisse mão da disputa interna do PSD, que ainda avalia quem lançará ao Palácio do Planalto. Os governadores Ronaldo Caiado, de Goiás, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, disputam espaço para se viabilizar como candidatos da sigla.

    Segundo aliados, Ratinho afirmou que o PSD não definiu seu presidenciável e que não poderia se comprometer em nome do partido. Uma nova conversa foi marcada para as próximas semanas, com expectativa de outro encontro até o fim de março. Marinho declarou que o PL respeita o governador e negou qualquer tipo de ultimato.

    Nos bastidores, aliados de Ratinho afirmam que o governador pretende lembrar Flávio do desgaste provocado por Jair Bolsonaro nas eleições municipais de 2024. Na ocasião, apesar de um acordo para que o PL indicasse o vice na chapa de Eduardo Pimentel (PSD) em Curitiba, o ex-presidente apoiou a jornalista Cristina Graeml, gesto que irritou o grupo do governador e surpreendeu dirigentes do PL.

    Com Bolsonaro preso e afastado das articulações políticas, Flávio e Marinho tentam reconstruir pontes com Ratinho. Entretanto, declarações recentes de Marinho, como a afirmação de que “só existem dois partidos no Brasil, o PT e o PL”, geraram novo desconforto entre pessedistas paranaenses.

    Diante da indefinição no Paraná, Flávio Bolsonaro avalia alternativas para garantir palanque no Estado. Uma delas é apoiar o senador Sergio Moro (União), que trabalha para disputar o governo estadual. Outra possibilidade é manter o acordo firmado em 2024, que reserva ao PL uma das vagas ao Senado apoiadas pelo PSD, hoje destinada ao deputado Filipe Barros.

    Cristina Graeml tenta viabilizar sua pré-candidatura e se reuniu com Marinho e Moro nesta semana, mas anotações internas da campanha de Flávio indicam receio de que ela prejudique Barros na disputa. Também está no radar do PL a hipótese de apoiar Guto Silva (PSD), nome de confiança de Ratinho Júnior, o que poderia facilitar uma composição entre as duas siglas no Estado.

    Flávio Bolsonaro busca apoio de Ratinho Júnior e enfrenta resistência

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Ex de Ivete Sangalo estaria vivendo romance com ex-namorada; veja

    Ex de Ivete Sangalo estaria vivendo romance com ex-namorada; veja

    Após o fim do casamento com a cantora, Daniel Cady teria viajado pela Europa com Carol Magalhães, com quem já teve um relacionamento no passado. Segundo pessoas próximas, os dois vivem um momento de reaproximação

    Meses após o fim do casamento com a cantora Ivete Sangalo, o nutricionista e empresário Daniel Cady, de 40 anos, voltou a chamar atenção por rumores sobre sua vida amorosa. Segundo informações divulgadas pelo Portal Leo Dias, ele estaria vivendo um possível romance com a empresária baiana Carol Magalhães.

    De acordo com o site, os dois teriam embarcado juntos para uma viagem pela Europa no dia 5 de março. Pessoas próximas afirmam que o clima da viagem seria de reaproximação entre o casal, que já teve um relacionamento no passado, antes de Cady iniciar o relacionamento com Ivete.

    Carol sempre manteve uma boa relação com amigos e familiares do nutricionista. A previsão é que a dupla retorne ao Brasil no dia 19 de março.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- Instagram  

    Apesar das especulações, Daniel Cady não publicou registros da viagem em suas redes sociais. No Instagram, onde reúne mais de 2,7 milhões de seguidores, ele costuma compartilhar conteúdos sobre alimentação saudável e rotina de exercícios.

    O nutricionista anunciou o fim do casamento com Ivete Sangalo em novembro do ano passado. Os dois estavam juntos há cerca de 17 anos e oficializaram a união em 2011. Durante o relacionamento, tiveram três filhos: Marcelo, de 16 anos, e as gêmeas Marina e Helena, de 7.

    Carol Magalhães é empresária e divide sua rotina entre Salvador e Barra Grande, na Bahia. A família dela é conhecida por investimentos nos setores turístico e imobiliário na Península de Maraú, área onde ela também atua, principalmente no mercado de imóveis ligados ao turismo de luxo.

    Discreta nas redes sociais, Carol mantém um perfil fechado no Instagram, com pouco mais de dois mil seguidores. Ela é formada em Comunicação Social pela Unifacs e também estudou Marketing nos Estados Unidos.
     
     
     

    Ex de Ivete Sangalo estaria vivendo romance com ex-namorada; veja

  • Atualização vai mudar a forma como conduz com ajuda do Google Maps

    Atualização vai mudar a forma como conduz com ajuda do Google Maps

    Nova função chamada “Navegação Imersiva” promete tornar trajetos mais intuitivos com visualização em 3D de pontes, túneis e edifícios. O aplicativo também passa a contar com o “Ask Maps”, ferramenta de IA que permite fazer perguntas sobre a viagem

    O Google anunciou nesta quinta-feira, dia 12, uma série de novidades para o Google Maps. Entre as principais atualizações está um novo design da interface que promete tornar a experiência de navegação mais imersiva para os usuários.

    Batizada de “Navegação Imersiva”, a novidade traz uma visualização em 3D durante a navegação. Com isso, os motoristas poderão ver com mais clareza elementos do trajeto, como edifícios, pontes, túneis e variações de relevo ao longo do caminho, em uma experiência semelhante à oferecida pelo Apple Maps.

    “A nossa equipe se propôs a redesenhar a experiência de condução para eliminar dúvidas durante as viagens”, afirmou Miriam Daniel, vice-presidente do Google Maps, segundo o site TechCrunch. “A Navegação Imersiva é uma transformação completa da experiência de navegação. Ela inclui visuais redesenhados, informações atualizadas no momento certo e orientações mais intuitivas.”

    A atualização já começou a ser disponibilizada nos Estados Unidos. Usuários de outros países terão de aguardar um pouco mais, já que o lançamento será feito de forma gradual. Além de smartphones Android e iOS, a novidade também chegará aos sistemas Android Auto e Apple CarPlay.

    Outra novidade anunciada pelo Google é a integração de recursos de Inteligência Artificial ao Maps. Com a nova função, os usuários poderão fazer perguntas em linguagem natural sobre a viagem ou sobre locais próximos.

    A ferramenta recebeu o nome de “Ask Maps”. Com ela, será possível, por exemplo, perguntar onde encontrar um lugar para carregar o celular enquanto toma um café ou localizar quadras de tênis com iluminação para jogar à noite.

    Assim como a nova interface de navegação, o “Ask Maps” também será lançado inicialmente em poucos mercados. A funcionalidade começará a ser disponibilizada nos Estados Unidos e na Índia para dispositivos Android e iOS.
     

     
     

    Atualização vai mudar a forma como conduz com ajuda do Google Maps

  • Soldado francês morre em ataque no Iraque durante guerra no Oriente Médio

    Soldado francês morre em ataque no Iraque durante guerra no Oriente Médio

    Arnaud Frion, do 7º Batalhão de Caçadores Alpinos, morreu após um ataque com drones na região de Erbil. É a primeira morte de um militar francês e também de um soldado europeu desde o início do conflito.

    Um soldado francês morreu durante um ataque na região de Erbil, no Curdistão iraquiano, informou o presidente da França, Emmanuel Macron, na noite de quinta-feira. Esta é a primeira morte registrada entre militares franceses desde o início da guerra no Oriente Médio e também o primeiro caso de um soldado de um país europeu morto no conflito.

    “O suboficial Arnaud Frion, do 7º Batalhão de Caçadores Alpinos de Varces, morreu pela França durante um ataque na região de Erbil, no Iraque”, escreveu Macron nas redes sociais. O presidente também confirmou que outros militares franceses ficaram feridos na ação.

    A guerra no Oriente Médio começou em 28 de fevereiro, após ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Desde então, o conflito se expandiu para vários países da região.

    De acordo com o Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos, sete soldados americanos já morreram desde o início da guerra, em ataques ocorridos no Kuwait e na Arábia Saudita.

    Segundo autoridades francesas, o ataque ocorrido em Erbil teve como alvo forças envolvidas em operações de combate ao terrorismo.

    Militares de vários países participam atualmente de uma coalizão internacional liderada por Washington para enfrentar grupos extremistas na região. Nesse contexto, tropas francesas e italianas estão no Curdistão iraquiano para treinar forças de segurança locais.

    Em sua declaração, Macron afirmou que a guerra envolvendo o Irã não justifica ataques contra militares franceses. “A guerra no Irã não justifica tais ataques”, disse o presidente.

    Um grupo armado iraquiano chamado Ashab al-Kahf afirmou nesta sexta-feira, em um canal no Telegram, que passou a atacar interesses franceses na região após o envio do porta-aviões francês Charles de Gaulle para o Golfo.

    “Após a chegada do porta-aviões francês à área de operações do Comando Central dos EUA e sua participação em operações, anunciamos que, a partir desta noite, todos os interesses franceses no Iraque e na região serão alvos”, declarou o grupo, considerado próximo ao Irã.

    O Ashab al-Kahf também pediu que forças de segurança mantenham uma distância de pelo menos 500 metros de uma base militar em Kirkuk, no norte do Iraque, onde o grupo afirma que há presença de militares franceses.

    Apesar da ameaça, o grupo não assumiu explicitamente a autoria do ataque que matou o soldado francês.

    O Estado-Maior das Forças Armadas da França havia informado anteriormente que vários militares ficaram feridos em um ataque com drone na região de Erbil.

    Macron não confirmou se Arnaud Frion estava entre os soldados feridos nesse ataque específico.

    Segundo o comando militar francês, os soldados atingidos participavam de atividades de treinamento antiterrorista ao lado de forças iraquianas.

    O governador de Erbil informou que o ataque envolveu dois drones e ocorreu em uma base militar em Mala Qara, localizada a cerca de 40 quilômetros ao sudoeste da cidade.

    Desde o início da guerra no Oriente Médio, a região autônoma do Curdistão iraquiano e a cidade de Erbil têm sido alvo frequente de ataques atribuídos a grupos armados pró-Irã. A maioria dessas ofensivas, no entanto, foi interceptada pelos sistemas de defesa aérea.

    Nos últimos dias, Emmanuel Macron tem destacado que a participação da França no conflito tem caráter principalmente defensivo.

    Soldado francês morre em ataque no Iraque durante guerra no Oriente Médio

  • NASA revela onde caiu satélite que fez reentrada descontrolada na Terra

    NASA revela onde caiu satélite que fez reentrada descontrolada na Terra

    Van Allen Probe A reentrou na atmosfera antes do previsto e caiu em área remota do oceano Pacífico, a mais de mil quilômetros das ilhas Galápagos. Segundo a NASA, o risco de causar danos era extremamente baixo

    O satélite Van Allen Probe A, da NASA, reentrou na atmosfera da Terra de forma descontrolada, mas não causou qualquer incidente. Antes da queda, estimava-se que o risco de alguma parte do equipamento atingir uma pessoa fosse de aproximadamente 1 em 4.200.

    Após monitorar o trajeto do satélite, a NASA e a Força Espacial dos Estados Unidos confirmaram o local da queda. Segundo comunicado oficial da agência espacial, o equipamento caiu no oceano Pacífico, a mais de mil quilômetros a oeste do arquipélago de Galápagos.

    Por ter atingido uma área remota do oceano, o satélite não representou perigo para pessoas ou áreas habitadas.

    Antes da reentrada, a NASA havia alertado que alguns fragmentos poderiam sobreviver ao processo de passagem pela atmosfera. Mesmo assim, a agência reforçou que as chances de causar danos eram extremamente baixas.

    O Van Allen Probe A foi lançado em 2012 com a missão de estudar os cinturões de radiação da Terra, conhecidos como cinturões de Van Allen. A missão científica do satélite foi concluída em 2019.

    Inicialmente, a NASA estimava que o equipamento só reentraria na atmosfera por volta de 2034. No entanto, o atual ciclo solar tem apresentado atividade mais intensa do que o previsto, o que acelerou o processo de queda do satélite.

    O Van Allen Probe A foi lançado ao espaço junto com outro satélite idêntico, o Van Allen Probe B. A expectativa da NASA é que esse segundo equipamento também reentre na atmosfera terrestre nos próximos anos, possivelmente por volta de 2030.

    NASA revela onde caiu satélite que fez reentrada descontrolada na Terra

  • Mulher de Ali Khamenei está viva, diz agência ligada ao regime iraniano

    Mulher de Ali Khamenei está viva, diz agência ligada ao regime iraniano

    Após rumores sobre a morte de Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh, agência ligada à Guarda Revolucionária afirmou que a informação é falsa. O caso ocorre em meio à guerra após os ataques de EUA e Israel que mataram o líder supremo do Irã

    A esposa do ex-líder supremo do Irã, Ali Khamenei, está viva, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira pela agência iraniana Fars News. O veículo, ligado à Guarda Revolucionária iraniana, afirmou que as notícias que apontavam a morte de Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh são falsas.

    Nos últimos dias, diferentes veículos de comunicação no país haviam divulgado informações contraditórias sobre o estado de saúde da viúva do aiatolá. O canal estatal iraniano Two chegou a noticiar, em 2 de março, que ela teria sido morta dentro de casa.

    A agência Tasnim também havia informado que Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh teria sido declarada mártir após morrer em consequência de ferimentos provocados por ataques aéreos. Outros meios chegaram a afirmar que a mulher, de 78 anos, estaria em coma.

    Segundo relatos divulgados na imprensa iraniana, a filha, o neto e o genro de Khamenei morreram no ataque realizado por Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro, que também matou o líder supremo iraniano. Após a morte de Ali Khamenei, o cargo foi assumido por seu filho, Mojtaba Khamenei.

    O novo líder supremo, de 56 anos, também teria ficado ferido durante os ataques e ainda não apareceu publicamente desde então. Em sua primeira mensagem após assumir o cargo, Mojtaba Khamenei defendeu a manutenção do bloqueio do Estreito de Ormuz.

    A declaração veio depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o impacto da guerra sobre o preço do petróleo era secundário diante da necessidade de enfrentar o Irã.

    “A alavanca do bloqueio de Ormuz deve ser absolutamente utilizada”, afirmou Mojtaba Khamenei em um discurso transmitido pela televisão estatal iraniana, segundo a agência France-Presse (AFP).

    O novo líder também prometeu vingança pelas mortes causadas pelo conflito iniciado após os ataques dos Estados Unidos e de Israel.

    “Uma parte limitada dessa vingança já foi realizada, mas enquanto ela não for completada, continuará sendo uma de nossas prioridades”, declarou.

    Mojtaba Khamenei também pediu que países da região encerrem bases militares dos Estados Unidos em seus territórios e agradeceu o apoio dos chamados “combatentes do Eixo da Resistência” no Iêmen, no Líbano e no Iraque.

    Desde o início da guerra, mais de 1.200 civis já morreram no Irã, além de vários ministros e oficiais de alta patente das Forças Armadas iranianas.

    Em resposta aos ataques, que foram justificados por Washington e Tel Aviv como parte da tentativa de impedir o avanço do programa nuclear iraniano, o governo de Teerã restringiu o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz.

    O país também lançou ataques contra alvos em Israel, bases militares americanas e instalações em diversos países da região, como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.

    Além disso, incidentes envolvendo projéteis iranianos também foram registrados em países como Chipre, Turquia e Azerbaijão.
     

     
     

    Mulher de Ali Khamenei está viva, diz agência ligada ao regime iraniano

  • Um dos melhores chefs do mundo deixa Noma após denúncias de abusos

    Um dos melhores chefs do mundo deixa Noma após denúncias de abusos

    René Redzepi, dono do restaurante eleito cinco vezes o melhor do mundo, renunciou após relatos de ex-funcionários sobre agressões físicas, humilhações e ambiente abusivo na cozinha ao longo de vários anos

    René Redzepi, chef do Noma, restaurante que já foi eleito cinco vezes o melhor do mundo, deixou o cargo após novas denúncias de que teria agredido física e verbalmente funcionários ao longo de vários anos. Ao anunciar sua saída, o cozinheiro afirmou que está assumindo a responsabilidade por comportamentos do passado.

    A decisão foi divulgada na quarta-feira, 11 de março, depois que relatos sobre episódios de violência vieram à tona. As denúncias começaram a circular nas redes sociais e posteriormente foram investigadas pelo jornal The New York Times, que afirma ter conversado com cerca de 35 ex-funcionários do restaurante em Copenhague, na Dinamarca.

    Segundo esses relatos, entre 2009 e 2017 Redzepi teria agredido membros da equipe, dando socos em funcionários, espetando colegas com utensílios de cozinha e até empurrando trabalhadores contra paredes.

    Um dos episódios citados teria ocorrido em fevereiro de 2014. De acordo com ex-funcionários, o chef teria ordenado que toda a equipe saísse do restaurante e o seguisse até a rua, mesmo com temperaturas abaixo de zero.

    No local, cerca de 40 cozinheiros formaram um círculo, deixando no centro apenas Redzepi e outro chef da equipe. Os funcionários disseram que presenciaram o dono do restaurante repreendendo o colega diante de todos, em um episódio descrito como humilhação pública.

    Segundo os relatos, em determinado momento Redzepi teria partido para agressão física, dando um soco no estômago do cozinheiro e gritando que ninguém voltaria para dentro do restaurante até que o funcionário admitisse que gostava de fazer sexo oral em DJs.

    O grupo teria permanecido em silêncio até que o cozinheiro cedeu à exigência. Em seguida, todos retornaram à cozinha para continuar o trabalho.

    “Ir trabalhar era como ir para a guerra”, afirmou Alessia, uma das cozinheiras presentes na cena e que atualmente trabalha em um restaurante em Londres. “Você precisava se forçar a ser forte e não demonstrar medo.”

    Outra chef, que pediu anonimato, contou que em 2013, durante seu período no Noma, não conseguia parar de trabalhar tempo suficiente sequer para se alimentar. Segundo ela, perdeu quase 20 quilos apenas no primeiro ano.

    A cozinheira também relatou um episódio em que foi agredida após usar o celular durante o serviço, algo que era proibido. Ela disse que pegou o aparelho apenas para diminuir o volume da música na sala de jantar, após um cliente reclamar.

    Segundo o depoimento, Redzepi não ouviu a explicação e teria lhe dado um soco nas costelas com tanta força que ela caiu contra uma bancada de metal e acabou se cortando no quadril.

    A chef afirmou que ficou caída no chão, sangrando e chorando. Depois conseguiu se levantar sozinha e foi até o vestiário. Segundo ela, quando alguém finalmente apareceu para ajudá-la, foi apenas para perguntar se estava em condições de continuar trabalhando.

    Após a repercussão das denúncias, Redzepi anunciou que deixaria o cargo no Noma, restaurante que cofundou em 2003 e que ajudou a transformar a gastronomia contemporânea. O chef chegou a ser considerado um dos nomes mais influentes da alta cozinha mundial.

    Em uma publicação nas redes sociais, Redzepi comentou as acusações. “As últimas semanas trouxeram foco a conversas importantes sobre o nosso restaurante, sobre a indústria e sobre a minha liderança no passado”, escreveu.

    Ele afirmou também que vem tentando mudar sua forma de liderar. “Eu trabalhei para me tornar um líder melhor e o Noma deu passos enormes para transformar sua cultura ao longo dos anos. Reconheço que essas mudanças não apagam o passado. Um pedido de desculpas não é suficiente. Eu assumo total responsabilidade pelas minhas ações.”

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    Notícias ao Minuto© @reneredzepinoma/Instagram  

    Notícias ao Minuto© @reneredzepinoma/Instagram  

    Não é a primeira vez que o chef pede desculpas publicamente. Em 2008, ele já havia sido gravado gritando com cozinheiros durante as filmagens de um documentário.

    Em 2015, Redzepi publicou um ensaio no qual admitiu ter sido uma “besta” com sua equipe e reconheceu episódios de bullying no ambiente de trabalho.

    Mais tarde, em 2022, em entrevista ao jornal The Times, afirmou que se arrependia de seu comportamento, embora tenha dito que “nunca bateu em ninguém”, mas que “provavelmente foi contra” algumas pessoas.

    Em comunicado enviado ao The Times, Redzepi afirmou: “Embora eu não reconheça todos os detalhes dessas histórias, consigo ver o suficiente do meu comportamento passado refletido nelas para entender que minhas ações foram prejudiciais para pessoas que trabalharam comigo.”

    Ele acrescentou: “Para aqueles que sofreram sob minha liderança, por causa de minhas más decisões ou da minha raiva, eu estou profundamente arrependido e tenho trabalhado para mudar.”

    O chef também afirmou que já havia se afastado da gestão diária do restaurante há alguns anos e que passou a fazer terapia para aprender formas melhores de lidar com a raiva.

    O Noma, que atualmente possui três estrelas Michelin, é considerado um dos restaurantes mais influentes da gastronomia mundial.
     
     

     

    Um dos melhores chefs do mundo deixa Noma após denúncias de abusos

  • Google lança IA que prevê enchentes e desastres naturais com 24h

    Google lança IA que prevê enchentes e desastres naturais com 24h

    Nova tecnologia chamada Groundsource usa inteligência artificial Gemini para transformar milhões de relatórios públicos em dados estruturados. Sistema já identificou 2,6 milhões de enchentes históricas e ajuda a prever desastres em mais de 150 países

    O Google anunciou nesta sexta-feira o lançamento do Groundsource, uma nova metodologia baseada na inteligência artificial Gemini capaz de transformar milhões de relatórios públicos em dados estruturados para ajudar a prever desastres naturais, como enchentes e ondas de calor.

    Segundo a empresa, o sistema já identificou cerca de 2,6 milhões de eventos históricos de inundação em mais de 150 países. A tecnologia também permite prever enchentes urbanas repentinas com até 24 horas de antecedência, o que pode ajudar autoridades e comunidades a se prepararem melhor para esse tipo de situação.

    De acordo com o Google, as previsões de enchentes urbanas já estão disponíveis no Flood Hub, plataforma da empresa que reúne dados e alertas sobre riscos de inundação. O serviço também inclui previsões para cheias de rios, que atualmente cobrem cerca de 2 bilhões de pessoas em mais de 150 países.

    A companhia afirma que a nova ferramenta representa uma ampliação significativa de sua capacidade de monitoramento e previsão de enchentes ao redor do mundo.

    Para comunidades e governos, a iniciativa pode ajudar a melhorar o planejamento e a resposta a desastres naturais. Já para pesquisadores e organizações parceiras, o Groundsource funciona como um grande banco de dados aberto, que pode servir de referência para estudos e novas soluções tecnológicas.

    Segundo o Google, essa base de dados é especialmente importante para regiões urbanas que historicamente possuem pouca informação sobre enchentes repentinas.

    O conjunto de dados do Groundsource e o modelo de previsão de enchentes urbanas passam agora a integrar o portfólio de ferramentas geoespaciais da Google Earth AI, plataforma voltada ao uso de inteligência artificial para análise ambiental e territorial.

    A empresa também destaca que a mesma tecnologia pode ser aplicada futuramente a outros tipos de desastres naturais, como deslizamentos de terra e ondas de calor, transformando relatórios verificados de diversas partes do mundo em bases de dados capazes de melhorar a prevenção e a resposta global a eventos extremos.

    Google lança IA que prevê enchentes e desastres naturais com 24h

  • Abel Ferreira e Luís Castro vão do céu ao inferno no Brasileirão

    Abel Ferreira e Luís Castro vão do céu ao inferno no Brasileirão

    O Palmeiras viveu uma montanha-russa de emoções em poucos dias. Após conquistar o título do Campeonato Paulista ao vencer o Grêmio Novorizontino por 3 a 1 no placar agregado, o time comandado por Abel Ferreira sofreu sua primeira derrota no Campeonato Brasileiro de 2026. O revés veio nesta rodada diante do Vasco da Gama, que venceu por 2 a 1 em São Januário, no Rio de Janeiro.

    Mesmo sem Abel Ferreira no banco, já que o treinador português cumpria suspensão, o Palmeiras saiu na frente ainda no primeiro tempo. O gol foi marcado pelo atacante Flaco López, pouco antes do intervalo, após finalização precisa.

    Na segunda etapa, porém, o Vasco reagiu e virou o jogo. Thiago Mendes empatou aos 18 minutos do segundo tempo e, aos 29, Cuiabano marcou o gol que garantiu a vitória da equipe carioca.

    Do lado vascaíno, o português Nuno Moreira começou como titular na equipe comandada por Renato Gaúcho. No entanto, o meia não conseguiu se destacar e acabou substituído por Adson aos 12 minutos da segunda etapa.

    Quem também não teve uma noite tranquila foi o técnico português Luís Castro. O treinador vinha embalado após a conquista do Campeonato Gaúcho com o Grêmio, depois da vitória sobre o Internacional por 4 a 1 no placar agregado.

    Apesar da boa fase recente, o Grêmio ficou apenas no empate por 1 a 1 com o Red Bull Bragantino, em Porto Alegre. O time gaúcho abriu o placar logo aos 7 minutos do primeiro tempo com o atacante Carlos Vinícius, jogador que teve passagens por clubes como Benfica, Rio Ave e Real SC.

    Mesmo com a vantagem inicial, o Grêmio não conseguiu sustentar o resultado. Aos 21 minutos do segundo tempo, Rodriguinho marcou para o Bragantino e deixou tudo igual, definindo o placar final.

    A quinta rodada do Campeonato Brasileiro também teve vitórias importantes. O Atlético Mineiro venceu o Internacional por 1 a 0, o Coritiba bateu o Corinthians por 2 a 0, o Flamengo derrotou o Cruzeiro por 2 a 0, o Fluminense superou o Remo por 2 a 0 e o São Paulo venceu a Chapecoense por 2 a 0.

    Também foram registrados dois empates na rodada: Bahia e Vitória ficaram no 1 a 1, enquanto Mirassol e Santos empataram em 2 a 2.

    A rodada ainda será encerrada no dia 29 de março, com o confronto entre Athletico Paranaense e Botafogo, na Arena da Baixada.

    Com os resultados até agora, o São Paulo lidera o Campeonato Brasileiro com 13 pontos, dois a mais que Palmeiras e Fluminense, que aparecem logo atrás na tabela. O Flamengo ocupa a sexta colocação com sete pontos e um jogo a menos, mesma pontuação do Grêmio.

    Matheus Bidu reconheceu o direito de cobrança do torcedor, mas ressaltou que o histórico recente do time também seja levado em consideração: “Torcedor tem total direito de criticar, eles pagam ingresso. Mas também não podem esquecer tudo que a gente fez nesses oito meses”, disse

    Folhapress | 15:36 – 12/03/2026

    Abel Ferreira e Luís Castro vão do céu ao inferno no Brasileirão

  • Trump volta a ameaçar Irã e chama rivais de “canalhas desvairados”

    Trump volta a ameaçar Irã e chama rivais de “canalhas desvairados”

    Presidente dos Estados Unidos fez novas declarações duras contra Teerã nas redes sociais e afirmou que forças militares iranianas estão sendo destruídas. A tensão cresce no Oriente Médio com novos ataques e troca de ameaças entre os países

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma nova ameaça ao Irã nesta quinta-feira e afirmou que novas ações militares podem ocorrer em breve. Em publicação na rede social Truth Social, da qual é proprietário, o líder americano escreveu: “Observem o que vai acontecer com esses canalhas enlouquecidos hoje”.

    Na mensagem, Trump afirmou que as forças militares iranianas estariam sendo destruídas durante o conflito. “A Marinha do Irã acabou, sua Força Aérea já não existe, e mísseis, drones e tudo o mais estão sendo eliminados. Seus líderes foram varridos da face da Terra”, declarou.

    O presidente também mencionou o histórico de confrontos com o regime iraniano. “Há 47 anos eles matam pessoas inocentes ao redor do mundo, e agora eu, como 47º presidente dos Estados Unidos da América, estou acabando com eles. Que grande honra é fazer isso”, escreveu.

    As declarações ocorreram poucas horas depois de autoridades iranianas afirmarem que um míssil disparado por grupos iraquianos aliados de Teerã teria atingido um avião de reabastecimento dos Estados Unidos, que caiu no oeste do Iraque com seis tripulantes a bordo.

    O Comando Central das Forças Armadas americanas confirmou que a aeronave, um KC-135, caiu na região, mas afirmou que o acidente não foi causado por fogo inimigo nem por erro das próprias forças.

    O conflito teve início em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva militar contra o Irã. Durante os ataques, morreu o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo iraniano desde 1989.

    Em resposta, o Irã fechou o Estreito de Ormuz e passou a lançar ataques contra alvos em Israel, bases militares americanas e instalações em países da região, como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Também foram registrados incidentes envolvendo projéteis iranianos em Chipre e na Turquia.

    Nesta quinta-feira, autoridades da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos e do Bahrein relataram novos ataques iranianos em seus territórios, enquanto o conflito no Oriente Médio se aproxima da segunda semana.

    O Ministério da Defesa saudita informou, na rede social X, que interceptou diversos mísseis em seu espaço aéreo. Segundo o comunicado, quatro foram abatidos nas regiões leste e central do país, seis em uma província oriental e outros sete tentavam entrar no espaço aéreo saudita. As autoridades não divulgaram os locais exatos das interceptações.

    Nos Emirados Árabes Unidos, autoridades de Dubai informaram que destroços de uma interceptação bem-sucedida causaram pequenos danos na fachada de um prédio no centro da cidade. Não houve registro de feridos.

    O episódio ocorre um dia após um drone cair próximo ao distrito financeiro de Dubai. O Irã havia ameaçado atingir instituições econômicas dos Estados Unidos, o que levou algumas empresas americanas a retirar funcionários do emirado.

    Já no Bahrein, o Ministério do Interior orientou os moradores a manter a calma e procurar abrigo após o acionamento das sirenes de emergência, conforme comunicado divulgado na rede social X.
     
     

     

    Trump volta a ameaçar Irã e chama rivais de “canalhas desvairados”