Blog

  • Petróleo fecha em queda e despenca em maio com perspectiva de EUA-Irã

    Petróleo fecha em queda e despenca em maio com perspectiva de EUA-Irã

    Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para julho fechou em queda de 1,73% (US$ 1,54), a US$ 87,36

    O petróleo fechou em queda nesta sexta-feira, 29, com o Brent chegando a operar abaixo de US$ 90 por barril pela primeira vez desde março, em meio a notícias de que Estados Unidos e Irã estariam nas etapas finais para anunciar um acordo que encerraria a guerra no Oriente Médio.

    Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para julho fechou em queda de 1,73% (US$ 1,54), a US$ 87,36.

    Já o Brent para agosto recuou 1,7% (US$ 1,58), a US$ 91,12 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE).

    Na semana WTI e Brent caíram 9,56% e 12%, respectivamente. No mês, a queda foi de 16,8% e 17,4%, respectivamente.

    O Brent cedeu cerca de US$ 19 em maio, a sua maior queda mensal em dólares desde março de 2020, segundo dados da Dow Jones Market Data. O WTI, com baixa de US$ 17, registrou sua maior queda em dólares desde novembro de 2021.

    Trump afirmou no início da tarde que se reuniria na Casa Branca para tomar uma decisão final em relação ao acordo com o Irã, o que levou o Brent a operar a US$ 89 logo após a informação. Para um acordo, o líder americano reiterou uma série de exigências que o Irã não demonstrou disposição para aceitar no passado.

    Mais cedo, o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que Teerã “não tem confiança em garantias nem em palavras” e que apenas os comportamentos são “o critério”, em meio a dúvidas sobre o cessar-fogo acordado com os EUA após novos ataques trocados entre os lados no Oriente Médio.

    Para o analista do Price Futures Group, Phill Flynn, a queda dos preços do petróleo nesta sexta reflete a esperança dos investidores de que uma saída diplomática esteja ao alcance. “Isso é uma boa notícia para a estabilidade energética global e para os consumidores”, afirma.

    Enquanto isso, no fronte da guerra na Ucrânia, um ataque de drones na madrugada contra a região russa de Yaroslavl provocou um grande incêndio em uma instalação de armazenamento de combustível. A refinaria tem sido repetidamente alvo de drones, incluindo ataques nos dias 8 e 13 de maio.

    *Com informações da Dow Jones Newswires

    Petróleo fecha em queda e despenca em maio com perspectiva de EUA-Irã

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Socorrista detalha resgate de Schumacher em 2013

    Socorrista detalha resgate de Schumacher em 2013

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Piloto do helicóptero que atuou no socorro de Michael Schumacher em 2013, Yannick Dainese detalhou o socorro ao heptacampeão mundial de Fórmula 1.

    O piloto diz que só entendeu a dimensão do chamado quando a equipe foi orientada a cortar qualquer registro. “Um dos socorristas pulou para dentro do helicóptero com o médico da equipe de emergência e me disse: ‘Estamos indo até Schumacher!’. Pensei que ele estivesse brincando, mas quando o comandante nos ordenou que removêssemos nossos microfones e câmeras GoPro e proibiu jornalistas de nos acompanharem, percebi que era verdade. Não fazemos perguntas, não conversamos uns com os outros. Cada um se isola na sua própria bolha. O importante é se desapegar de todas as emoções para se manter no auge do desempenho”, afirmou Yannick Dainese ao L’Equipe.

    Ele reconheceu a tensão por se tratar de uma celebridade. “Infelizmente, a montanha cobra muitas dívidas dos esquiadores. Para mim, ele era apenas mais um esquiador gravemente ferido. Subconscientemente, claro, a pressão existia, porque, mesmo não sendo fã de Fórmula 1, eu sabia que ele era idolatrado como um deus. Ainda é impressionante ver uma celebridade como ele confinada em uma maca. Não quis falar com a imprensa antes para evitar problemas”, disse.

    Schumacher foi levado ao Hospital Universitário de Grenoble em um voo de cerca de 25 minutos, e o hospital acionou chefias e especialistas para o atendimento. Segundo o L’Equipe, ele deu entrada com hipertensão intracraniana, hematomas e contusões cerebrais e um edema cerebral difuso, e foi colocado em coma induzido com resfriamento controlado do corpo.

    O socorrista relatou que, dias depois do acidente, viu o hospital cercado por torcedores e bandeiras da Ferrari. “Alguns dias depois do acidente, voltei ao hospital para deixar outra pessoa ferida. A cena me impressionou: havia tantos ônibus, bandeiras vermelhas e pessoas por toda parte que o pátio do hospital havia se transformado em um circuito de Fórmula 1. Era monstruoso!”, disse Yannick Dainese ao L’Equipe.

    COMO ESTÁ SCHUMACHER

    O estado de saúde do ex-piloto é mantido em sigilo desde a época do acidente. O piloto alemão sofreu um traumatismo cranioencefálico severo ao cair esquiando na estação alpina de Méribel, na França. Desde então, ele vive sob cuidados médicos contínuos, longe do público, dividido entre a residência da família às margens do Lago de Genebra, na Suíça, e a casa em Maiorca. Não há boletins médicos, aparições públicas ou imagens recentes do ex-piloto.

    Apenas uma lista seleta de pessoas está autorizada a visitar Schumacher. Além de Corinna Schumacher e dos filhos Gina-Maria e Mick, o círculo de pessoas autorizadas a visitar o ex-piloto é composto essencialmente por três nomes ligados intimamente à sua carreira e trajetória pessoal: Jean Todt, Ross Brawn e Gerhard Berger. A informação foi revelada pelo The Telegraph.

    A pessoa mais decisiva nesse isolamento é Corinna, esposa de Michael desde 1995. Aos 56 anos, ela supervisiona pessoalmente todo o tratamento do marido e controla rigorosamente quem pode vê-lo.

    Corinna se tornou protetora da imagem do heptacampeão. Em diversas ocasiões, reforçou que o objetivo é preservar sua dignidade e impedir a exploração midiática. A posição se tornou ainda mais rígida após tentativas de chantagem envolvendo fotos e registros médicos do piloto.

    Em 2024, porém, Schumacher teria feito uma aparição extremamente rara. Segundo a imprensa alemã, ele esteve presente no casamento de sua filha, Gina-Maria, em Maiorca. Os convidados teriam entregado os celulares antes da cerimônia, medida que faria parte do acordo permanente de proteção da família. Nenhuma imagem vazou.

    Schumacher vive cercado por uma equipe médica particular, com tratamentos contínuos e adaptações constantes. Em 2019, foi submetido a um procedimento experimental com células-tronco em Paris.

    O ex-chefe de operações da Red Bull e amigo pessoal, Richard Hopkins, chegou a dizer que acredita que o público provavelmente nunca verá Schumacher novamente. Segundo ele, falar sobre o estado do piloto é desconfortável devido ao pacto de sigilo e reforçou que não pertence ao círculo íntimo que tem acesso ao alemão.

    Posso fazer um comentário, ter uma opinião, mas não faço parte desse círculo íntimo. Não sou Jean Todt, não sou Ross Brawn, não sou Gerhard Berger, que visitam Michael. Estou muito longe disso.Richard Hopkins em entrevista à Sportsbible.

     

    Socorrista detalha resgate de Schumacher em 2013

  • É factoide do clã Bolsonaro para desviar do caso Master, diz Alckmin

    É factoide do clã Bolsonaro para desviar do caso Master, diz Alckmin

    Classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos foi anunciada na noite desta quinta-feira (28); Flávio Bolsonaro sinalizou que o ‘mérito’ da decisão do governo Trump seria dele

    Ao comentar a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos, o vice-presidente Geraldo Alckmin avaliou que se trata de factoide da família Bolsonaro para desviar a atenção do caso de corrupção e sonegação do Banco Master.

    “Infelizmente, membros do clã Bolsonaro pensam mais em si do que no país. Para sair desse tema do Banco Master, o maior caso de corrupção e sonegação de tributos, ficam gerando factoides”, disse à imprensa, nesta quinta-feira (29), durante agenda em Caraguatatuba, no litoral de São Paulo.
    O vice-presidente mencionou que a medida “não vai resolver nada em termos de combate ao crime e pode prejudicar a economia”.

    Na noite desta quinta-feira (28), os Estados Unidos anunciaram que passaram a designar as facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. 

    O anúncio coincidiu com um encontro entre o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, ocorrido na terça-feira (26), em Washington. Um dia antes, o senador havia se reunido com Trump na Casa Branca, em companhia do irmão, o autoexilado ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, ambos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Reportagens do portal The Intercept Brasil expuseram mensagens de áudio de Flávio Bolsonaro enviadas a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, pedindo-lhe dinheiro para pagar parte dos custos de produção da cinebiografia de seu pai. De acordo com o portal, o banqueiro teria acordado destinar R$134 milhões à produção, dos quais ao menos R$ 61 milhões foram efetivamente liberados. 

    Política externa de Trump

    Neste novo mandato, o governo de Donald Trump vem reorientando a política externa de Washington em relação à América Latina, direcionando sua máquina de guerra para a região sob a justificativa de combater o que chama de “narcoterrorismo”. 

    Ao longo dos últimos meses, forças militares dos EUA bombardearam diretamente diversas embarcações no Caribe, fora da jurisdição norte-americana, sob alegação de combate ao terrorismo.

    A própria invasão do território venezuelano, no início do ano, que resultou na deposição e captura do então presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, também foi justificada com base no combate ao narcoterrorismo.

    O alcance de ações semelhantes em território brasileiro, com base nesta nova designação, apesar de incerto, torna-se um risco real.

    É factoide do clã Bolsonaro para desviar do caso Master, diz Alckmin

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Etanol lidera queda em maio com recuo de 5,6%, mostra pesquisa; diesel cai 3,3% e gasolina, 1%

    Etanol lidera queda em maio com recuo de 5,6%, mostra pesquisa; diesel cai 3,3% e gasolina, 1%

    O Distrito Federal registrou a maior queda do etanol hidratado em maio (-10,0%), com preço médio de R$ 4,528 por litro

    O etanol hidratado teve a maior queda entre os combustíveis monitorados em maio pela Veloe/Fipe, em um movimento de acomodação após elevações expressivas registradas entre março e abril. Levantamento do Monitor de Preços de Combustíveis da Veloe, com apoio técnico da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), mostra recuo de 5,6% no mês no preço do etanol, para média nacional de R$ 4,488 por litro.

    A retração foi disseminada entre os combustíveis e interrompeu a trajetória de alta observada em abril. Além do etanol, o diesel comum e o diesel S-10 caíram 3,3% no período. As gasolinas comum e aditivada recuaram 1%, enquanto o GNV foi o único a subir: 0,3%.

    Entre os Estados, o Distrito Federal registrou a maior queda do etanol hidratado em maio (-10,0%), com preço médio de R$ 4,528 por litro. Na sequência aparecem São Paulo (-7,2%; R$ 4,200), Minas Gerais (-6,0%; R$ 4,522), Paraná (-5,1%; R$ 4,534) e Mato Grosso (-4,9%; R$ 4,418).

    Na média nacional, os preços de maio ficaram em R$ 7,218 por litro para o diesel S-10, R$ 7,135 para o diesel comum, R$ 6,889 para a gasolina aditivada, R$ 6,752 para a gasolina comum, R$ 4,574 para o GNV e R$ 4,488 para o etanol hidratado.

    Apesar do alívio nos preços em maio, os combustíveis fósseis seguem acumulando aumentos relevantes em 2026 e em 12 meses, em um ambiente de volatilidade do petróleo, incertezas ligadas ao conflito no Oriente Médio e dinâmica de repasse aos postos.

    De janeiro a maio, o diesel S-10 lidera a alta (+16,8%), seguido do diesel comum (+16,6%), gasolina comum (+7,5%), gasolina aditivada (+7,2%) e etanol (+0,3%); o GNV é o único em queda (-1,6%). Em 12 meses, o diesel S-10 sobe 16,1% e o diesel comum, 15,7%, enquanto a gasolina comum avança 6,1%, a aditivada 5,9% e o etanol 2,6%; o GNV recua 4,9%.

    A Fipe associa a queda mais intensa do etanol à entrada mais forte da safra no Centro-Sul, o que elevou a oferta e ampliou a competitividade do biocombustível frente à gasolina em parte dos mercados regionais.

    “Maio trouxe um movimento importante de acomodação dos preços, especialmente no etanol, impulsionado pelo avanço da safra e pela ampliação da oferta. Ainda assim, diesel e gasolina permanecem em patamares elevados no acumulado do ano, mostrando que os efeitos das pressões internacionais sobre energia continuam presentes no mercado brasileiro”, disse em nota o CEO da Veloe, André Turquetto.

    Na leitura semanal, o etanol renovou a mínima do ano na semana de 23 de maio, ao atingir R$ 4,40 por litro, após uma sequência de recuos iniciada na segunda quinzena de abril. Diesel S-10 e gasolina comum também mostraram acomodação gradual ao longo de maio, mas seguem acima do nível observado no começo do ano.

    O monitor também aponta melhora do poder de compra no primeiro trimestre de 2026. Pelos cálculos da Fipe com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apurada pelo Instituto Brasileiro de Economia e Estatística (IBGE), abastecer um tanque de 55 litros com gasolina comum consumiu 5,5% da renda domiciliar das famílias brasileiras, melhor marca para o período desde o início da série histórica, em 2017. O indicador, porém, revela diferenças regionais: o peso do abastecimento segue maior no Norte (8,5%) e no Nordeste (7,5%).

    Etanol lidera queda em maio com recuo de 5,6%, mostra pesquisa; diesel cai 3,3% e gasolina, 1%

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Sonia Abrão comandará edição extra do A Tarde É Sua às 12h

    Sonia Abrão comandará edição extra do A Tarde É Sua às 12h

    Reformulação na grade da RedeTV! terá início a partir do dia 8 de junho. Apresentadora poderá ser vista por três horas durante o dia

    LSÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A partir do próximo dia 8 de junho, Sonia Abrão ganhará uma hora a mais na programação da RedeTV!.

    A emissora confirma que uma edição especial do A Tarde É Sua começará a ser veiculada às 12h, para concorrer com os jornais locais de outros canais. Desse modo, o A Hora do Zap deixa o horário.

    Sonia aparecerá por três horas na grade do canal, já que a versão vespertina da atração permanecerá intacta.

    A edição extra vai ao ar de segunda a sexta, das 12h às 13h. A versão tradicional começa às 15h e termina às 17h.

    Sonia Abrão comandará edição extra do A Tarde É Sua às 12h

  • Fonseca vira sobre Djokovic após quase 5h e vai às oitavas em Roland Garros

    Fonseca vira sobre Djokovic após quase 5h e vai às oitavas em Roland Garros

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – João Fonseca está classificado para as oitavas de final de Roland Garros. O brasileiro conquistou a maior vitória da carreira até aqui ao bater, de virada, o sérvio Novak Djokovic, nesta sexta-feira (29) (29), e dar mais um passo no torneio francês. É a primeira vez que ele chega a esta fase em um Grand Slam.

    O triunfo sobre o número 4 do mundo aconteceu por 3 sets a 2 – após Djoko abrir 2 a 0. As parciais foram 4/6, 4/6, 6/3, 7/5 e 7/5, em partida de quase cinco horas de duração – teve 4h53 de duração.

    Na luta por vaga nas quartas, Fonseca vai enfrentar o vencedor do duelo entre o norueguês Casper Ruud, número 16 do mundo, e o norte-americano Tommy Paul, número 21.

    Esta foi apenas a sétima vez que Djoko abriu 2 sets a 0 e foi ao quinto set. Até então, tinha perdido apenas uma vez, contra Jurgen Melzer, na edição de 2010 de Roland Garros.

    João, inclusive, chegou à segunda virada consecutiva neste cenário. Ele também estava perdendo por 2 a 0 para o croata Dino Prizmic, mas saiu vitorioso.

    JOGO MAIS LONGO

    O duelo com João Fonseca foi o jogo mais longo que Djokovic já enfrentou em Roland Garros. Ele é tricampeão do Grand Slam, tendo levantado o troféu em 2016, 2021, 2023

    CHOQUE DE GERAÇÕES

    A partida colocou frente a frente João Fonseca, representante da nova geração do tênis, e Novak Djokovic, último integrante do Big 3 – que formou ao lado de Rafael Nadal e Roger Federer – ainda em atividade.

    Aos 39 anos, o sérvio fica, novamente, pelo caminho na corrida para conquistar o troféu do 25º Grand Slam da carreira. Em janeiro, ele bateu na trave ao chegar à final do Australian Open, oportunidade em que acabou derrotado por Alcaraz.

    Ex-número 1 do mundo, ele, atualmente, ocupa a quarta colocação no ranking mundial. Fonseca, por sua vez, é o atual 30.

    FÃ VENCE ÍDOLO

    Antes da partida, João Fonseca fez elogios a Djokovic, o colocou como o maior da história do tênis e afirmou que gostaria de “desfrutar” da oportunidade de enfrentá-lo, mas salientando a busca pela vitória.

    Com certeza é o maior e melhor da história. Eu sempre falei para o meu treinador que queria estar na chave do Djokovic para conseguir pegar uma ‘lasca’, ver como que é. Seria uma honra para a minha carreira pessoal. É desfrutar da partida.João Fonseca

    Eu gosto de jogo grande, gosto de jogo em que a vibe é diferente. Então é partir com tudo, com a cabeça em aproveitar a partida, mas querendo ganhar João Fonseca

    MAIS UM ADEUS

    Novak Djokovic é mais um dos atletas apontados como favoritos a dar adeus a Roland Garros. Atual melhor do mundo, o italiano Jannik Sinner foi eliminado nesta quinta-feira (28) (28), em partida contra o argentino Juan Manuel Cerundolo – e que ficou marcado pelo mal-estar que ele teve no jogo.

    Número 5 do mundo, Ben Shelton também foi eliminado na segunda rodada. Vale lembrar que Alcaraz não participa desta edição de Roland Garros devido a uma lesão.

    COMO FOI O JOGO

    Primeiro set
    Novak Djokovic começou aproveitando certo desconforto de João Fonseca, que ainda se acostumava à quadra e cometeu alguns erros, e logo quebrou o serviço do brasileiro. Posteriormente, o sérvio confirmou o saque sem muito esforço.

    Fonseca conseguiu se mostrar um pouco mais agressivo no saque e, com um ace, confirmou o serviço. Porém, mesmo buscando variações de jogo – tentou bolas curtas e um equilíbrio entre ficar na defensiva e levar dificuldade a Djoko -, teve obstáculos para “entrar no jogo”. Experiente, o sérvio aproveitou as chances, quebrou o saque do brasileiro em novas oportunidades, e chegou a 5 a 1.

    No sétimo game, Djoko caminhava para fechar, mas João reagiu e, de 0-40, passou a ter a vantagem. O sérvio empatou, João teve nova vantagem, e Djoko igualou de novo. Mas, depois de dois bons saques, o brasileiro fechou. No game seguinte, Fonseca quebrou Djoko. Depois, confirmou o serviço e encostou no placar: 5 a 4.

    O sérvio, porém, conseguiu conter o ímpeto do brasileiro e fechou em 5 a 4.

    Segundo set
    João Fonseca começou o segundo set demonstrando mais confiança e confirmou o saque, fechando o primeiro game. Depois, foi a vez do sérvio sacar e empatar.

    Algumas bolas que tinham levado dificuldade a Fonseca no primeiro set não tiveram o mesmo resultado, e houve boas trocas. Djoko quebrou Fonseca no quinto set, e fez 3 a 2. Depois, mais um game para cada um. No oitavo game, o brasileiro teve chance de quebrar, mas o adversário sacou bem, salvou o break point e fechou.

    O sérvio fechou o segundo set em novo 6 a 4.

    Terceiro set
    O brasileiro confirmou o serviço e fechou o primeiro game. No segundo, achou caminhos e quebrou Djoko, em ponto que fez a torcida celebrar bastante.

    João teve a chance de fechar o terceiro game, mas o sérvio reagiu e o duelo se estendeu, com vantagens, break points salvos e bonitos ralis. Por fim, o brasileiro fechou com um pontaço. Djoko foi para o banco e colocou a toalha no rosto.

    O número 4 do mundo reagiu, confirmou o set e conseguiu o primeiro game no terceiro set. O brasileiro se mostrou mais adaptado ao estilo do adversário e entendendo melhor a estratégia, e manteve a vantagem no confronto seguinte.

    O ritmo se manteve e João fechou o set em 6 a 3.

    Quarto set
    Logo no começo do quarto set, Djoko cometeu um erro e deu uma “puxadinha” no braço direito, mas não indicou sentir lesão ou algo do tipo no local. João chegou a estar 0-40, mas o sérvio reagiu e salvou os break points, mas o brasileiro conseguiu a quebra. Fonseca ampliou a vantagem no game seguinte.

    Djoko, porém, reagiu, confirmou o serviço e quebrou João em seguida, empatando o set em 2 a 2. O sérvio voltou ao bom ritmo e virou ao vencer o quinto game. O brasileiro fez um game consistente, com variações, e voltou a colocar a igualdade no placar: 3 a 3.

    O sérvio passou a impor o jogo, quebrou o brasileiro novamente e abriu vantagem. No oitavo, porém, João evitou dois break points, venceu e fez a torcida cantar “olê, olê, olê, João, João”.

    No último set também ficou mais evidente um duelo entre as torcidas. A cada ponto, a vibração era grande, e o jogo fico entre gritos de “João” e “Nole” (apelido de Djokovic). Em certos momentos, inclusive, os gritos aconteceram em momentos inapropriados e os jogadores tiveram de aguardar para sacar.

    João teve chance de quebrar Djoko no nono game, mas o sérvio conseguiu fechar. A quebra do brasileiro veio no próximo serviço do sérvio, e o jovem pegou a dianteira do placar: 6 a 5. Fechou no game seguinte.

    Quinto set
    Djoko começou o último set confirmando o serviço, e João respondeu na mesma moeda. O sérvio venceu o terceiro game e acelerou no quarto game, aumentando o ritmo da partida. Foi neste cenário em que ele quebrou o brasileiro e abriu 3 a 1.

    O contragolpe de João foi imediato, e quebrou Djoko no game seguinte. Logo depois, confirmou o saque e deixou tudo igual novamente: 3 a 3. O brasileiro desperdiçou chances no sétimo set, mas confirmou o saque e fez 4 a 4.

    O sérvio sacou bem e chegou ao quinto game, mas o brasileiro soube aproveitar o serviço e empatar. Com o apoio da torcida, João quebrou e sacou para a vitória.

    Fonseca vira sobre Djokovic após quase 5h e vai às oitavas em Roland Garros

  • ANS aprova reajuste de até 5,11% para planos de saúde individuais e familiares

    ANS aprova reajuste de até 5,11% para planos de saúde individuais e familiares

    Índice é o menor definido pela agência na série histórica, se excluída a taxa negativa de 2021. Percentual poderá ser aplicado entre maio de 2026 e abril de 2027 e não vale para planos coletivos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) aprovou nesta sexta-feira (29) o reajuste máximo de 5,11% para planos de saúde individuais e familiares.

    O índice ficou abaixo do teto autorizado no ano passado, de 6,06%, e manteve a trajetória de desaceleração observada após os percentuais mais elevados registrados no pós-pandemia.

    Pela série histórica da ANS, trata-se do menor reajuste desde 2000, ano em que foi regulamentado o teto, desconsiderado o índice negativo excepcional de 2021, quando houve redução de -8,19%.

    Entre os maiores reajustes já autorizados estão os de 2015, 2016 e 2017, todos acima de 13%, além de 2022, com 15,5%.

    O percentual poderá ser aplicado pelas operadoras no período entre maio de 2026 e abril de 2027, sempre no mês de aniversário de cada contrato. A decisão foi tomada durante reunião extraordinária da diretoria colegiada da agência nesta manhã.

    Segundo a ANS, o cálculo considera a variação das despesas assistenciais das operadoras, incluindo tanto o aumento dos custos médico-hospitalares quanto a frequência de uso dos serviços pelos beneficiários. Neste ano, a metodologia resultou em uma variação das despesas assistenciais (VDA) de 8,32%.

    O reajuste vale apenas para planos contratados diretamente por pessoas físicas, modalidade que reúne cerca de 7,7 milhões de beneficiários no país, ou 14,5% dos 52,9 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil.

    Os contratos coletivos -empresariais ou por adesão, firmados via sindicatos e associações- seguem sem teto definido pela agência e têm os percentuais negociados entre operadoras e contratantes.

    Esses planos coletivos representam a maior parte do mercado de saúde suplementar no Brasil e frequentemente concentram reclamações de consumidores por reajustes considerados elevados.

    A ANS afirma que o modelo busca equilibrar a proteção dos usuários e a sustentabilidade financeira do setor. Operadoras, por outro lado, argumentam que os custos da assistência médica continuam pressionados pela incorporação de tecnologias, envelhecimento da população e aumento da demanda por atendimentos.

    Já entidades de defesa do consumidor costumam cobrar maior regulação dos contratos coletivos e criticam reajustes acima da inflação em parte do setor.

    Para contratos com aniversário em maio e junho, a cobrança do novo percentual poderá ocorrer nos meses seguintes, com possibilidade de retroativos, conforme as regras definidas pela agência.

    Em nota à imprensa, a Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde) diz que o reajuste definido não acompanha a variação efetiva dos custos médico-hospitalares, e afirma que a defasagem tende a tornar cada vez mais desafiadora a sustentabilidade do sistema.

    “O cenário é especialmente sensível para operadoras de pequeno e médio porte, que possuem menor capacidade de absorver impactos regulatórios, administrativos e assistenciais. Em 2025, esse grupo registrou resultado operacional negativo de aproximadamente R$ 200 milhões, enquanto cerca de 45% das empresas do segmento encerraram o período no prejuízo”, diz Marcelo Dietrich, diretor da Abramge e liderança de pequenas e médias operadoras na entidade.

    A entidade também defende o debate sobre a metodologia aplicada aos reajustes pela ANS para promover previsibilidade regulatória e equilíbrio econômico-financeiro.

    ANS aprova reajuste de até 5,11% para planos de saúde individuais e familiares

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Lula compreenderá a minha saída da política, afirma Rodrigo Pacheco

    Lula compreenderá a minha saída da política, afirma Rodrigo Pacheco

    Senador afirma que não tem expectativa de nomeação para o STF ou outras cortes superiores. Decisão ocorre após disputas entre governo Lula e Davi Alcolumbre sobre seu futuro político

    O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) espera que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva compreenda a sua decisão de sair da política. “Ele saberá compreender, até porque não há novidade alguma. Eu não estou desistindo de uma candidatura – eu havia decidido não ser candidato”, afirmou em evento do Lide, em São Paulo. O senador disse que Lula havia lhe pedido que refletisse sobre o tema, e que, após fazê-lo, manteve a posição original.

    Pacheco afirmou ainda que foi colocado “involuntariamente” no centro da disputa em torno de uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Questionado sobre uma eventual indicação ao Tribunal de Contas da União (TCU), Pacheco descartou a possibilidade. “Não há essa perspectiva, não há sequer a vaga”, afirmou.

    O atual senador fez questão de distinguir sua saída da política partidária de uma aposentadoria. Disse que a decisão estava tomada desde que deixou a presidência do Senado, com “sentimento de dever cumprido”. Para o futuro político de Minas Gerais, citou nomes como Josué Gonza Silva, Jabas Soares e Marília Campos como opções de qualidade para ocupar espaços que deixará – tanto no governo do Estado quanto na representação mineira no Senado Federal.

     

    Lula compreenderá a minha saída da política, afirma Rodrigo Pacheco

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Filho de Faustão diz que pai pode deixar hospital nos próximos dias

    Filho de Faustão diz que pai pode deixar hospital nos próximos dias

    João também revelou a expectativa de alta médica do pai, que segue internado em São Paulo

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – João Silva, 22, comentou sobre o estado de saúde de Faustão e afirmou que o pai vive um momento mais estável após enfrentar uma série de procedimentos delicados nos últimos anos.

    O filho do comunicador destacou que, apesar das batalhas enfrentadas pela família desde os transplantes, o pai apresenta uma evolução positiva. “Ele está bem. Foram anos muito difíceis, de muitas batalhas, mas agora vive a melhor fase”, declarou à Quem.

    João também revelou a expectativa de alta médica do pai, que segue internado em São Paulo. Segundo ele, a família acredita que Faustão possa retornar para casa já no início da próxima semana. “Acho que segunda-feira ele já deve ir para casa”, afirmou.

    Faustão foi hospitalizado para realizar a retirada de uma sonda gástrica. Após o procedimento, ele permaneceu no Hospital Israelita Albert Einstein para exames de rotina. “O protocolo foi concluído com sucesso. Fausto permanece apenas para um check-up complementar e exames de rotina. Está tudo bem”, informou a assessoria.

    Nos últimos anos, Faustão passou por uma série de transplantes. Em agosto de 2023, recebeu um novo coração. Já em fevereiro de 2024, foi submetido a um transplante de rim e fígado. No no passado, o apresentador precisou passar por um retransplante renal.

    Filho de Faustão diz que pai pode deixar hospital nos próximos dias

  • Prestianni ficou fora da Copa por punição em caso Vini Jr, diz jornal

    Prestianni ficou fora da Copa por punição em caso Vini Jr, diz jornal

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Gianluca Prestianni ficou fora da lista final da Argentina para a Copa do Mundo por causa da suspensão recebida após o caso envolvendo Vinicius Junior. A informação é do jornal As.

    Seleção da Argentina decidiu não convocar o atacante do Benfica por causa da punição. O atacante do Benfica estava na pré-lista da atual campeã mundial.

    Suspensão impede Prestianni de atuar nas duas primeiras rodadas do torneio, o que pesou na decisão de Scaloni. A Argentina vinha chamando o jogador, mas a impossibilidade de jogar no começo da Copa virou um obstáculo considerado decisivo.

    O jornal também apontou a preocupação com a imagem da seleção argentina no torneio. A presença de Prestianni após o episódio envolvendo Vinicius Junior poderia ser vista como um problema de reputação para a Argentina durante o Mundial.

    Se convocado, Prestianni cumpriria dois jogos de suspensão nas primeiras rodadas da Copa do Mundo. A Uefa puniu o atacante argentino com até seis jogos de suspensão por discriminação contra Vinicius Jr, jogador do Real Madrid, em jogo da Champions League. A Fifa estendeu a suspensão para seus torneios.

    O CASO

    O episódio aconteceu no dia 17 de fevereiro, no Estádio da Luz, em Lisboa. Vini Jr. fez o gol da vitória por 1 a 0 do Real Madrid sobre o Benfica e dançou em frente à bandeirinha de escanteio.

    A dança irritou jogadores e torcedores do Benfica. Um dos mais irritados, o atacante Gianluca Prestianni discutiu com o brasileiro e, em determinado momento, cobriu a boca com a camiseta. Logo em seguida, Vini Jr. denunciou ao árbitro que teria sido chamado de “mono” (macaco, em espanhol).

    A Uefa passou a investigar o caso e suspendeu Prestianni. O argentino foi impedido de entrar em campo no jogo de volta, disputado no Santiago Bernabéu. Na ocasião, o Real venceu por 2 a 1, com gol de Vini Jr. e ações da torcida contra o racismo.

    Prestianni ficou fora da Copa por punição em caso Vini Jr, diz jornal