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  • Virginia reage após João Guilherme dizer que não foi convidado para festa

    Virginia reage após João Guilherme dizer que não foi convidado para festa

    Ator afirmou que ficou fora do aniversário de Maria Alice, filha de Virginia Fonseca e Zé Felipe. Mais tarde, a influenciadora foi questionada por um fã sobre o assunto, mas apenas riu e evitou responder

    A ausência de João Guilherme na festa de aniversário de Maria Alice, filha de Virginia Fonseca e Zé Felipe, chamou atenção nas redes sociais e gerou comentários entre fãs da família. O ator acabou esclarecendo o motivo ao ser abordado durante um evento de moda em São Paulo.

    Enquanto se preparava para entrar no desfile da marca de Sasha Meneghel, João foi questionado por uma pessoa que gravava um vídeo para a página Porta de Famosos no Instagram.

    “Todo mundo estava esperando você na festa da Maria Alice”, comentou a pessoa.

    Sem rodeios, o ator respondeu: “Pois é, não fui convidado”.

     
     
     

     
     
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    João Guilherme não deu mais detalhes sobre a situação e evitou comentar qualquer possível desentendimento familiar.

    A festa de cinco anos de Maria Alice aconteceu na última segunda-feira (26), em um espaço de eventos em Goiânia, e reuniu familiares e amigos próximos de Virginia e Zé Felipe, que seguem separados.
     

     
     
     

     
     
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    Apesar da presença de parte das duas famílias, algumas ausências também foram notadas pelos internautas, entre elas a do cantor Leonardo, avô paterno da menina.

    Mais tarde, Virginia Fonseca também foi abordada por um fã na porta de um hotel. Ao ser questionada sobre a declaração de João Guilherme e se ele realmente não havia sido convidado para a festa, a influenciadora não respondeu. Ela apenas deu risada e seguiu caminhando, sem comentar o assunto.

     
     
     

     
     
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  • Jill Biden diz que pensou que Joe Biden estava tendo um AVC em debate

    Jill Biden diz que pensou que Joe Biden estava tendo um AVC em debate

    Ex-primeira-dama afirmou ter ficado “aterrorizada” ao ver o desempenho do marido contra Donald Trump nas eleições de 2024. Debate marcou o início da crise que levou Biden a desistir da corrida pela reeleição

    A ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Jill Biden, revelou que chegou a pensar que o marido, o ex-presidente Joe Biden, estivesse sofrendo um AVC durante o debate contra Donald Trump na campanha presidencial de 2024.

    “Fiquei assustada, porque nunca tinha visto o Joe daquele jeito, nem antes nem depois. Nunca”, afirmou Jill em entrevista à CBS News, que será exibida na íntegra no próximo domingo, 31 de maio.

    “Eu não sei o que aconteceu”, disse. “Enquanto assistia, pensei: ‘Meu Deus, ele está tendo um AVC’. E isso me aterrorizou.”

    O debate entre Joe Biden e Donald Trump aconteceu em junho de 2024, quando o democrata ainda tentava a reeleição para um segundo mandato na Casa Branca

    Durante o confronto televisionado, Biden apareceu com dificuldades na voz, respostas confusas e lapsos verbais. Em determinado momento, ele perdeu a linha de raciocínio ao responder sobre política tributária e acabou migrando para o tema da saúde, chegando a ficar alguns segundos em silêncio enquanto tentava encontrar as palavras.

    Dias depois, Biden reconheceu que havia tido uma “noite ruim”, mas garantiu que continuaria na disputa presidencial, apesar da pressão de aliados e eleitores para que desistisse da candidatura.

    Um mês após o debate, porém, o então presidente anunciou a saída da corrida eleitoral e declarou apoio à vice-presidente Kamala Harris.

    Com a decisão, Biden se tornou o primeiro presidente dos Estados Unidos em exercício a abandonar uma campanha pela reeleição desde Lyndon B. Johnson, que desistiu da disputa em março de 1968.
     

     


    Jill Biden diz que pensou que Joe Biden estava tendo um AVC em debate

  • DuckDuckGo cresce após mudanças com IA no Google; entenda o motivo

    DuckDuckGo cresce após mudanças com IA no Google; entenda o motivo

    Após anúncios de novas funções de inteligência artificial no Google, o DuckDuckGo registrou aumento nos downloads nos EUA e voltou a atrair usuários preocupados com privacidade e controle sobre o uso de IA nas buscas

    As mudanças anunciadas recentemente pelo Google para o seu mecanismo de busca não agradaram parte dos usuários, que passaram a procurar alternativas à plataforma da gigante de tecnologia. Entre elas, o DuckDuckGo voltou a ganhar destaque por priorizar a privacidade dos usuários.

    Segundo o site Engadget, o aumento nos downloads do aplicativo começou logo após o Google I/O 2026, evento realizado entre os dias 19 e 20 de maio, quando a empresa apresentou novas funções de inteligência artificial que devem transformar a experiência de busca na plataforma.

    As mudanças incluem recursos que alteram tanto a aparência do buscador quanto a forma como os resultados são exibidos, com maior integração de respostas geradas por IA.

    Após o anúncio, o DuckDuckGo registrou crescimento expressivo no número de instalações nos Estados Unidos. De acordo com a empresa, o aplicativo teve aumento médio de 18,1% nos downloads durante seis dias consecutivos. O pico ocorreu em 25 de maio, quando as instalações cresceram 30,5%. A maior parte dos novos usuários utiliza dispositivos com sistema iOS.

    O interesse crescente pelo buscador também foi impulsionado pelas declarações do fundador e CEO da empresa, Gabriel Weinberg, que criticou o Google por implementar recursos de inteligência artificial sem oferecer aos usuários a possibilidade de desativá-los.

    “O Google está impondo inteligência artificial sem permitir que as pessoas escolham não usar”, afirmou Weinberg. “Com isso, os resultados estão piorando, e não melhorando. Queremos ser a plataforma que coloca os usuários no controle e permite decidir quanta inteligência artificial desejam utilizar. É por isso que estamos vendo tantas pessoas migrando para o DuckDuckGo nesta semana”, disse.
     

     

    DuckDuckGo cresce após mudanças com IA no Google; entenda o motivo

  • EUA realizam novos ataques contra o Irã apesar das negociações em curso

    EUA realizam novos ataques contra o Irã apesar das negociações em curso

    Ataques americanos aconteceram após Donald Trump acusar Teerã de “enrolar” nas negociações. Militares dos EUA atingiram drones iranianos e uma base em Bandar Abbas, região estratégica para o transporte global de petróleo

    As forças dos Estados Unidos realizaram ataques contra o Irã nesta quarta-feira, após o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmar que Teerã está “enrolando nas negociações”.

    Segundo autoridades americanas ouvidas pela agência Associated Press sob condição de anonimato, o Comando Central dos EUA derrubou quatro drones iranianos que representavam ameaça na região do Estreito de Ormuz.

    Os militares americanos também atingiram uma estação de controle terrestre em Bandar Abbas, cidade estratégica localizada no estreito e que abriga a principal base da Marinha iraniana. De acordo com os relatos, o local se preparava para lançar um quinto drone.

    Os ataques aconteceram após Trump demonstrar confiança de que sua gestão está avançando em uma solução para o conflito, apesar das negociações seguirem incertas.

    O presidente americano tenta costurar um acordo que permita a reabertura do Estreito de Ormuz e apresente como vitória a redução da capacidade nuclear iraniana, encerrando um conflito que enfrenta resistência entre republicanos.

    A tensão internacional ocorre em meio à aproximação das eleições legislativas nos Estados Unidos, que definirão o controle do Congresso, em um cenário de preocupação com o aumento dos preços dos combustíveis e do custo de vida.

    Trump, no entanto, negou que o calendário eleitoral esteja influenciando sua estratégia.

    “Eles acharam que poderiam esperar porque ‘ele tem as eleições legislativas’, mas eu não me importo com isso”, declarou.

    “Eles querem muito fazer um acordo. Até agora não conseguiram. Não estamos satisfeitos, mas vamos ficar, ou então teremos de concluir nosso objetivo”, acrescentou.

    Os novos bombardeios ocorreram após operações consideradas “defensivas” realizadas na segunda-feira contra lançadores de mísseis e embarcações de minas no sul do Irã. Washington afirma que tem atuado com cautela devido ao cessar-fogo considerado frágil, mantido há algumas semanas.

    Um dos principais impasses nas negociações envolve o estoque de urânio enriquecido do Irã. Os Estados Unidos querem que Teerã entregue o material em troca do alívio das sanções econômicas.

    Trump afirmou que não se sentiria “confortável” caso Rússia ou China recebessem esse urânio.

    Segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o Irã possui atualmente 440,9 quilos de urânio enriquecido a 60%, nível próximo dos 90% necessários para uso militar.

    Outro ponto em discussão é se o cessar-fogo incluirá também as operações de Israel contra o Hezbollah, no Líbano.

    O memorando em negociação prevê tréguas entre EUA, Irã e grupos aliados, mas mantém o direito de Israel agir em legítima defesa.

    Trump também defendeu que países como Kuwait, Arábia Saudita, Catar e Paquistão passem a integrar os Acordos de Abraão, firmados durante seu primeiro mandato para normalizar relações diplomáticas com Israel.

    Segundo diplomatas do Golfo ouvidos pela AP, a proposta gerou “silêncio atônito”, embora outras fontes afirmem que houve reações positivas nos bastidores.

    EUA realizam novos ataques contra o Irã apesar das negociações em curso

  • Morre Pierre Deny, ator de “Emily em Paris”, aos 69 anos

    Morre Pierre Deny, ator de “Emily em Paris”, aos 69 anos

    Ator francês morreu aos 69 anos após enfrentar um quadro grave de esclerose lateral amiotrófica (ELA). Pierre Deny ficou conhecido por séries de sucesso da TV francesa e também participou de episódios de “Emily em Paris”

    O ator francês Pierre Deny morreu na segunda-feira (25), aos 69 anos. A informação foi confirmada por meio de um comunicado divulgado pela família, que informou que o artista havia sido diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA).

    “É com profunda tristeza que anunciamos a morte de Pierre Deny nesta segunda-feira, após um caso súbito e grave de ELA”, diz a nota, citada pela emissora francesa TF1.

    Após a confirmação da morte, a atriz Sylvie Vartan usou as redes sociais para prestar homenagem ao colega e amigo.

    “Acabei de receber a triste notícia da morte de Pierre Deny. Compartilhei ótimos momentos com ele no palco, na peça de Isabelle Mergault. Ele era um ator generoso, sensível e engraçado. Meus pensamentos estão com sua família e seus amigos neste momento de dor”, escreveu a artista no Instagram.

     
     
     

     
     
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    Pierre Deny nasceu em 12 de julho de 1956, na França, e iniciou a carreira artística nos anos 1980. Ficou conhecido principalmente por atuações em séries francesas como Sous Le Soleil, Une femme d’honneur e Cinq Soeurs.

    Entre os trabalhos mais recentes, participou das produções francesas Camping Paradis e Le Fil d’Ariane. O ator também apareceu em episódios da série Emily in Paris, interpretando Louis de Léon, pai do personagem Nicolas, vivido por Paul Forman.

    Morre Pierre Deny, ator de “Emily em Paris”, aos 69 anos

  • Eduardo tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar 'máximo' de recursos aos EUA

    Eduardo tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar 'máximo' de recursos aos EUA

    Mensagens divulgadas pelo Intercept mostram Eduardo Bolsonaro orientando envio de recursos aos EUA para o filme Dark Horse; PF investiga repasses ligados ao banqueiro Daniel Vorcaro e possível uso de fundo no Texas para custear permanência do ex-deputado no país

    O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) discutiu o financiamento do filme Dark Horse com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, por meio de Thiago Miranda, sócio do Portal Leo Dias. Segundo mensagens divulgadas nesta quarta-feira (27) pelo site Intercept Brasil, Eduardo orientou sobre formas de facilitar o envio de dinheiro aos Estados Unidos para a produção sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    “O ideal seria haver os recursos já nos EUA. Dos EUA para os EUA é tranquilo. Se a empresa brasileira enviar aos EUA sem aquele grande orçamento que mencionamos como exemplo, será problemático. Vai ser necessário fazer as remessas aos poucos e isso demoraria cerca de seis meses, calculamos”, escreveu Eduardo em mensagem enviada a Miranda, segundo o site.

    “Meu receio é que você seja solícito, bom coração, mas tenha essa dificuldade. Solução: enviar o máximo possível ainda neste sistema atual, com o remetente atual etc. Será que conseguimos?”, acrescentou.

    Eduardo também afirmou que o corretor de imóveis Altieris Santana estava à disposição para se reunir “com quem quer que seja”. Santana é um dos controladores do Havengate Development Fund LP, fundo sediado no Texas, ao lado do advogado Paulo Calixto, apontado como ligado ao ex-deputado.

    Parte dos R$ 134 milhões negociados para o filme entre a família Bolsonaro e Vorcaro foi transferida para esse fundo pela Entre Investimentos e Participações, empresa que atuava em parceria com negócios ligados ao dono do Banco Master.

    O Intercept Brasil procurou Altieris Santana, Paulo Calixto, Thiago Miranda e a defesa de Daniel Vorcaro, mas não obteve resposta.

    Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado, quando foi ao país para buscar apoio do governo de Donald Trump contra o julgamento da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF). Jair Bolsonaro foi condenado pela Corte a 27 anos e três meses de prisão.

    Segundo a reportagem, Eduardo mora em uma casa em Southlake, no Texas. O imóvel foi visitado por um repórter do Intercept, que foi recebido por Heloísa Bolsonaro, esposa do ex-deputado. Ela afirmou que o marido não estava no local e que a família não concederia entrevista.

    Na semana passada, Eduardo publicou um vídeo dizendo ter comunicado à polícia a presença de um homem rondando sua residência.

    Ainda de acordo com o site, o imóvel esteve anunciado para aluguel até fevereiro de 2025 por cerca de R$ 30 mil mensais. A casa pertence ao Bunce Family Trust, fundo privado registrado em nome de Christopher Bunce e Natalie Bunce desde 2019.

    PF investiga repasses ligados a Vorcaro

    Como mostrou o Estadão, a Polícia Federal investiga negociações entre Vorcaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, que teria pedido recursos ao banqueiro para financiar o filme.

    Uma das linhas de investigação apura se parte do dinheiro foi desviada para o fundo sediado no Texas ligado a Eduardo Bolsonaro e usada para custear sua permanência nos Estados Unidos, após o STF bloquear contas e dificultar o recebimento de recursos no exterior.

    Eduardo também admitiu ter figurado como produtor-executivo em uma versão anterior do contrato com a produtora responsável por Dark Horse. Segundo ele, deixou a função após se mudar para os EUA, limitando-se a ceder os direitos autorais relacionados à sua participação no longa.

    Eduardo tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar 'máximo' de recursos aos EUA

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • PEC do fim da escala 6×1 propõe manter hora extra em dobro aos domingos; veja perguntas e respostas

    PEC do fim da escala 6×1 propõe manter hora extra em dobro aos domingos; veja perguntas e respostas

    Texto aprovado em primeiro turno na Câmara reduz jornada semanal de 44 para 40 horas, prevê duas folgas remuneradas e mantém pagamento em dobro para trabalho aos domingos sem compensação; proposta ainda precisa passar pelo Senado

    (FOLHAPRESS) A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27), em primeiro turno, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que prevê o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias seguidos e tem apenas um de folga. O texto reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas sem redução salarial e mantém regras já previstas na legislação para trabalho aos domingos e feriados.

    A proposta aprovada estabelece que todos os trabalhadores tenham direito a duas folgas semanais remuneradas, sendo uma delas preferencialmente aos domingos. O texto ainda precisa passar por segundo turno na Câmara e depois ser aprovado pelo Senado.

    Veja abaixo o que muda caso a PEC seja promulgada.

    O trabalho aos domingos vai acabar?

    Não. A proposta não proíbe o trabalho aos domingos ou feriados. A legislação brasileira já permite jornadas nesses dias em setores autorizados, como comércio, saúde, segurança, hotelaria e transporte.

    O que a PEC mantém é a obrigação de descanso semanal remunerado e a necessidade de compensação para quem trabalha nesses períodos.

    Quem trabalhar aos domingos continuará recebendo em dobro?

    Sim, em casos específicos. A PEC mantém as regras atuais da legislação trabalhista: se o trabalhador atuar aos domingos ou feriados sem folga compensatória ou sem acordo coletivo prevendo outro modelo, o pagamento deverá ser feito em dobro.

    O texto também preserva a possibilidade de banco de horas e acordos coletivos para compensação da jornada.

    As duas folgas precisam ser em dias seguidos?

    Não necessariamente. A proposta prevê apenas dois dias de descanso remunerado por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos.

    A definição das escalas continuará podendo ser feita por acordos e convenções coletivas, principalmente em setores que funcionam continuamente.

    Como ficará a redução da jornada?

    A mudança será gradual. Sessenta dias após a promulgação da PEC, a jornada semanal cairá de 44 para 42 horas.

    A redução definitiva para 40 horas semanais deverá ocorrer 12 meses depois.

    O salário poderá ser reduzido?

    Não. O texto aprovado proíbe redução salarial em razão da diminuição da jornada de trabalho.

    Quem já trabalha em escala 5×2 será afetado?

    Quem já atua em regime de cinco dias de trabalho e dois de descanso não terá alteração na escala, mas poderá ser beneficiado pela redução da carga horária semanal.

    Se hoje trabalha 44 horas por semana, a jornada deverá cair para 42 horas na primeira etapa da transição e depois para 40 horas.

    O que muda para quem trabalha no comércio?

    Mercados, shoppings, farmácias e outros estabelecimentos poderão continuar funcionando normalmente aos domingos e feriados.

    As empresas terão de reorganizar escalas para garantir as duas folgas semanais previstas na PEC e respeitar regras de descanso compensatório.

    A PEC acaba totalmente com a escala 6×1?

    Na prática, a proposta torna obrigatória a concessão de duas folgas semanais, o que inviabiliza o modelo tradicional de seis dias consecutivos de trabalho para a maioria dos trabalhadores.

    No entanto, categorias com regras específicas poderão negociar modelos diferenciados por meio de acordos coletivos.

    O que é o “superempregado” criado pela PEC?

    O texto aprovado cria uma regra especial para trabalhadores com ensino superior e salário acima de 2,5 vezes o teto do INSS, atualmente equivalente a R$ 21.188,88.

    Esses profissionais poderão perder o direito ao controle de jornada e ao limite máximo de horas trabalhadas, mantendo apenas as duas folgas semanais remuneradas.

    Segundo levantamento do Dieese, até 434 mil trabalhadores podem ser afetados por essa regra.

    A PEC já está valendo?

    Ainda não. O texto foi aprovado apenas em primeiro turno na Câmara dos Deputados.

    A proposta ainda precisa passar por nova votação entre os deputados e depois ser aprovada em dois turnos no Senado antes de ser promulgada.

    PEC do fim da escala 6×1 propõe manter hora extra em dobro aos domingos; veja perguntas e respostas

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  • Porta dos Fundos contrata Tino Marcos para programa sobre a Copa do Mundo

    Porta dos Fundos contrata Tino Marcos para programa sobre a Copa do Mundo

    Vídeo em que ex-repórter da Globo aparecia em tom de desabafo fazia parte de ação promocional do Porta dos Fundos; Tino Marcos comandará programa sobre a Copa de 2026 ao lado de Marcelo Adnet e Rafael Saraiva

    (CBS NEWS) – O Porta dos Fundos anunciou nesta quarta-feira (27) a contratação de Tino Marcos para a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e movimentou as redes sociais. Isso porque, horas antes do anúncio, o ex-repórter da Globo publicou um vídeo em tom de desabafo buscando uma nova oportunidade profissional.

    A gravação preocupou fãs, colegas de profissão e internautas. Com semblante abatido, Tino dizia que havia deixado a Globo feliz da vida “há pouco mais de cinco anos, mas que agora tentava voltar ao mercado. “Tenho falado com amigos, mas até agora nada de concreto aconteceu”, afirmou no vídeo. Na gravação, o jornalista se colocava à disposição para quem tivesse interesse em contratá-lo.

    Pouco depois, veio a revelação de que o desabafo fazia parte de uma ação promocional do Porta dos Fundos. O canal anunciou Tino como apresentador de “Aquele Campeonato”, programa sobre a Copa que ele comandará ao lado de Marcelo Adnet e Rafael Saraiva.

     
     
     

     
     
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    O novo programa estreia em 10 de junho no YouTube do Porta dos Fundos. A proposta mistura humor, futebol e comentários sobre os bastidores da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. O programa terá o desafio de falar sobre o campeonato sem falar seu nome ou usar imagens e vídeos, já que a produtora não comprou os direitos autorais na Fifa.

    Porta dos Fundos contrata Tino Marcos para programa sobre a Copa do Mundo

  • Diniz defende Yuri Alberto após vaias da torcida do Corinthians e quer permanência de Memphis

    Diniz defende Yuri Alberto após vaias da torcida do Corinthians e quer permanência de Memphis

    Ao ser substituído durante a derrota do Corinthians por 2 a 0 para o Platense, nesta quarta-feira, na Neo Química Arena, pela Libertadores, Yuri Alberto foi vaiado pela torcida. Após a partida, o técnico Fernando Diniz saiu em defesa do atacante, que recentemente revelou o desejo de deixar o clube na próxima janela de transferências.

    “Em relação às vaias ao Yuri Alberto, é uma coisa natural, que acontece. O Yuri é um jogador que, embora tenha pouca idade, é experiente, vivido. Começou muito cedo no Santos, então tem casca suficiente para suportar e saber que isso é normal diante dos últimos acontecimentos”, afirmou o treinador em entrevista coletiva.

    Após a vitória sobre o Barra, pela Copa do Brasil, Yuri declarou que gostaria de buscar “um novo desafio” na carreira ainda neste ano. A fala desagradou parte da torcida corintiana, que passou a demonstrar insatisfação com o jogador. Diniz, no entanto, reforçou que deseja a permanência do atacante no elenco.

    “Era uma coisa que podia acontecer, e eu sei que ele vai sair mais forte disso. Sei que ele tem um carinho enorme pelo Corinthians, e também sei que a torcida tem um carinho enorme por ele. Então, é uma situação para se ajustar novamente, para as coisas andarem em um bom caminho.”

    O treinador também comentou a situação de Memphis Depay, que voltou a ser titular contra o Platense e tem contrato com o clube até o fim de julho. Diniz afirmou que o Corinthians quer renovar o vínculo do atacante holandês.

    “Ainda não renovou o contrato. O clube tem interesse que ele fique, e ele quer ficar”, disse.

    Mesmo com a derrota, o Corinthians já estava garantido como líder do Grupo E e terminou a fase com 11 pontos. O Platense ficou na segunda colocação, com dez. Por ter uma das melhores campanhas, o time paulista decidirá as oitavas de final em casa.

    Os confrontos do mata-mata serão definidos em sorteio realizado nesta sexta-feira, às 12h, na sede da Conmebol, em Luque, no Paraguai.

    O atestado de óbito de Gabriel Ganley apontou morte súbita por cardiomiopatia hipertrófica, condição que, segundo especialistas, tem origem genética, mas pode ser potencializada pelo uso de anabolizantes e pelo excesso de atividade física

    Estadao Conteudo | 18:00 – 27/05/2026

    Agora, o Corinthians volta as atenções para o Campeonato Brasileiro. O próximo compromisso será no sábado, às 17h30, contra o Grêmio, em Porto Alegre, pela 18ª rodada.

     

    Diniz defende Yuri Alberto após vaias da torcida do Corinthians e quer permanência de Memphis

  • Câmara aprova em primeiro turno PEC que acaba com escala 6×1 e reduz jornada para 40 horas

    Câmara aprova em primeiro turno PEC que acaba com escala 6×1 e reduz jornada para 40 horas

    Texto aprovado reduz jornada semanal de 44 para 40 horas, acaba com a escala 6×1 e prevê duas folgas por semana sem redução salarial; proposta ainda precisa passar por segundo turno na Câmara e por votação no Senado

    (FOLHAPRESS) – A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27), em primeiro turno, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com escala 6×1, quando seis dias de trabalho são seguidos de um dia de descanso. O texto reduz a jornada de trabalho semanal para de 44 para 40 horas.

    O texto aprovado no plenário é o parecer do deputado federal Leo Prates (Republicanos-PB), que foi analisado horas antes na comissão especial criada para debater a mudança. A PEC aprovada na Câmara torna obrigatória a concessão de duas folgas semanais aos trabalhadores, uma delas preferencialmente aos domingos.

    A PEC precisava de ao menos 308 votos favoráveis e ainda será votada em segundo turno.

    O texto aprovado prevê que o direito a um dia mais de descanso passa a valer 60 dias depois da promulgação da emenda, quando também terá início a primeira de duas etapas na redução da jornada semanal, de 44 horas, como é hoje, para 42 horas. A segunda e última fase, a redução para 40 horas, será aplicada 12 meses depois.

    O texto ainda precisa ser aprovado com ao menos 49 votos entre 81 senadores, em dois turnos, pelo Senado antes de ser promulgado.

    A mudança prevista na PEC deve afetar mais da metade dos trabalhadores formais no Brasil. Segundo dados da Rais (Relação Anual de Informações Sociais), banco de dados do governo federal, 35 milhões de pessoas com registro em carteira trabalham mais de 40 horas semanais, número que equivale a 58,38% do total de empregados.
    A redução na jornada, segundo a PEC, não pode resultar em redução salarial.

    Nos 60 dias depois da promulgação, empresas e categorias deverão negociar novos acordos e convenções coletivas para adequar suas atividades à nova jornada semanal máxima de 42 horas. Quando a emenda constitucional entrar em vigor, acordos que tratem de jornadas maiores serão consideradas sem efeito.

    Caberá a esses acordos (quando a negociação vale para uma empresa) ou convenções (quando afeta toda a categoria) a definição dos regimes de escala e de compensação de jornada, e também os casos de categorias com necessidades especiais como saúde, segurança, setor aéreo e plataformas de petróleo.

    A PEC aprovada nesta quarta na Câmara também cria uma regra especial que deverá afetar até 434 mil trabalhadores celetistas, que perderão o direito a um limite de horas trabalhadas e controle da jornada. A exceção afetará profissional com salários acima de 2,5 vezes o teto do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), que neste ano equivale a R$ 21.188,88.

    O número potencial de trabalhadores que perderão o direito considera dados da Rais de dezembro de 2025 levantados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Esse contingente pode ser menor do que 434 mil porque entre eles estão cargos de gestão e direção que, em alguns casos, já estão dispensados do limite de horas semanais.

    O fim do controle de jornada teve o apoio do governo Lula. Os ministros do Trabalho, Luiz Marinho, e da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), José Guimarães, deram aval à proposta após o relator subir a faixa salarial de R$ 16,8 mil para R$ 21,8 mil e excluir servidores públicos e celetistas de estatais e órgãos públicos.

    Outra exceção à regra geral prevista na PEC será aplicada aos funcionários de empresas com contratos com governos municipais, estaduais e federal. O texto estabelece que as novas regras só serão aplicadas quando houver o aditamento contratual, e em no máximo 12 meses após a publicação da emenda constitucional.

    A exceção valerá para contratos regidos pela legislação de licitações e contratos administrativos, de concessões e permissões de serviços e obras públicas e de parcerias público-privadas.

    A proposta de emenda à Constituição definiu que uma lei tratará da flexibilização das contratações por MEIs (microempreendedores individuais) e da atualização do teto de faturamento para esse enquadramento, atualmente em R$ 81 mil.

    A remissão à uma nova legislação integrou o acordo do presidente Lula com Hugo Motta, presidente da Câmara, pela votação da PEC com um transição curta.

    Câmara aprova em primeiro turno PEC que acaba com escala 6×1 e reduz jornada para 40 horas

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