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  • Novo Desenrola Brasil pode tirar 7,8 milhões de brasileiros da inadimplência, aponta Serasa

    Novo Desenrola Brasil pode tirar 7,8 milhões de brasileiros da inadimplência, aponta Serasa

    Cerca de 24 milhões de consumidores podem ser beneficiados pelas condições especiais de negociação oferecidas pela ação

    A Serasa realizou um estudo inédito que projeta impacto potencial de até 9,6%, com cerca de 7,8 milhões de brasileiros podendo deixar a inadimplência até o encerramento do Novo Desenrola Brasil, iniciativa do governo federal para renegociação de dívidas de famílias, estudantes e pequenas empresas, que teve início em maio e vai até agosto.

    Nesse cenário, o número de consumidores negativados cairia de 83,4 milhões para aproximadamente 75,6 milhões.

    “Programas de renegociação tendem a produzir alívio imediato nos indicadores de inadimplência, especialmente ao ampliar o acesso a condições excepcionais de negociação”, afirma Aline Maciel, diretora da Serasa.

    Segundo a instituição, ao todo, cerca de 24 milhões de consumidores podem ser beneficiados pelas condições especiais de negociação oferecidas pela ação.

    O levantamento identificou que, somente na base da Serasa, existem 41 milhões de dívidas que se enquadram nos critérios do programa do governo federal, que contempla pessoas com dívidas acima de R$ 100 com instituições financeiras, atrasadas entre 90 dias e 2 anos, e com renda de até cinco salários mínimos (R$ 8.105).

    Os dados mostram que mais da metade da população adulta do País possui algum tipo de dívida negativada, e as instituições financeiras seguem como o principal segmento dos débitos, representando 47,3% do total.

    Novo Desenrola Brasil pode tirar 7,8 milhões de brasileiros da inadimplência, aponta Serasa

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  • Gabriel Ganley participou de desafio e puxou caminhão de 25 toneladas um mês antes de morrer

    Gabriel Ganley participou de desafio e puxou caminhão de 25 toneladas um mês antes de morrer

    O fisiculturista e influenciador fitness Gabriel Ganley, de 22 anos, participou de um desafio e puxou um caminhão de 25 toneladas com a força do corpo. As imagens foram registradas no canal Integral TV, uma das maiores marcas de suplementação da América Latina, e divulgadas no dia 18 de abril nas redes sociais.

    Ganley integrou o time de atletas marca e era chamado de “bbzinho”. Ele foi encontrado morto no apartamento onde morava na Mooca, zona leste de São Paulo, no sábado passado, dia 23.

    No vídeo do desafio, o atleta é orientado sobre como deve se posicionar para conseguir o feito e chega a dar mais de cinco passos arrastando o caminhão. O jovem era considerado um dos principais nomes da nova geração do cenário “maromba” no Brasil. O corpo do atleta foi cremado na segunda-feira, 25, em cerimônia reservada a familiares e amigos.

    Natural do Rio de Janeiro, o atleta estava em fase ativa de preparação para disputar o campeonato de fisiculturismo Musclecontest Brasil, programado para ocorrer em Curitiba (PR) em julho deste ano.

    De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), o corpo de Ganley foi encontrado caído no chão da cozinha por um amigo.

    “Não foram encontrados sinais aparentes de violência. A perícia foi realizada no local. O caso foi registrado como morte suspeita – morte súbita no 42º DP (Parque São Lucas)”, informou a nota.

    Causa da morte

    O atestado de óbito do atleta apontou morte súbita por cardiomiopatia hipertrófica, condição que, segundo especialistas, tem origem genética, mas pode ser potencializada pelo uso de anabolizantes e pelo excesso de atividade física. Trata-se da principal causa de morte súbita em atletas jovens, segundo Natália Olivetti, cardiologista do Einstein Hospital Israelita.

    A doença é caracterizada pelo espessamento do músculo cardíaco associado à combinação de predisposição genética e fatores ambientais, de acordo com Luiz Augusto Riani Costa, cardiologista e especialista em medicina esportiva da Dasa.

    “A cardiomiopatia hipertrófica é a combinação de uma predisposição genética associada a um estímulo ambiental, que pode envolver treinamento de alta intensidade”, explica Costa. A prevalência é de cerca de um caso a cada 500 pessoas e a condição costuma ocorrer principalmente entre indivíduos de 20 a 40 anos.

    Dois dias sem contato

    Familiares e amigos do fisiculturista passaram cerca de dois dias sem conseguir contato com o atleta antes de ele ser encontrado morto em seu apartamento. A informação consta no boletim de ocorrência do caso, registrado pela Polícia Civil.

    De acordo com depoimentos prestados à polícia, o último encontro entre Gabriel e um dos amigos ocorreu na noite de quinta-feira, 21, em uma academia da Mooca. Após isso, familiares passaram a relatar dificuldade para falar com o atleta, o que motivou a ida ao apartamento.

    Um dos amigos que foi até o imóvel afirmou à polícia que situações semelhantes já haviam ocorrido anteriormente, quando o atleta apenas dormia e deixava de responder mensagens.

    Ao chegarem ao imóvel, os amigos perceberam que as luzes permaneciam acesas e, sem obter resposta, decidiram arrombar a porta com o auxílio de funcionários do condomínio. Ganley foi encontrado caído no chão da cozinha sem sinais vitais.

    O boletim aponta que o apartamento estava limpo e organizado no momento da perícia. Durante a análise do imóvel, peritos apreenderam diversos medicamentos classificados preliminarmente como possíveis anabolizantes, que serão encaminhados para investigação pela delegacia responsável pela área.

    Quem era Gabriel Ganley

    Ganley Ganley era um fenômeno nas redes sociais e cresceu publicando conteúdos para motivar jovens a fazerem exercícios e documentando a rotina de alta performance no esporte.

    No Instagram, acumulava mais de 1,7 milhão de seguidores, enquanto no TikTok somava cerca de 1,1 milhão de usuários acompanhando seus conteúdos diariamente. Além do trabalho nas redes sociais, ele cursou até o quinto período do curso de educação física na UFRJ.

    Gabriel Ganley participou de desafio e puxou caminhão de 25 toneladas um mês antes de morrer

  • EUA atacam mais um barco no Pacífico e deixam um morto

    EUA atacam mais um barco no Pacífico e deixam um morto

    Estados Unidos conduz há vários meses uma campanha de ataques no Pacífico e no Caribe contra navios que são apresentados, supostamente, como participando em atividades de tráfico de droga

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Os EUA (Estados Unidos da América) confirmaram que um ataque militar contra uma embarcação no Oceano Pacífico deixou um morto na terça-feira (26).

    O Comando Sul do exército dos EUA informou que o ataque atingiu suspeitos de tráfico. A organização militar declarou na internet que a embarcação passava por rotas de drogas no Caribe.

    Dois tripulantes sobreviveram e a Guarda Costeira americana iniciou o resgate. Os militares acionaram o serviço de busca logo após o ataque, e nenhum soldado dos EUA ficou ferido.

    MORTES ACUMULADAS E FALTA DE PROVAS

    Os EUA afirmam que combatem o narcoterrorismo na região, mas não mostraram provas. Até o momento, o governo americano não apresentou dados públicos que liguem os barcos atingidos ao crime organizado.

    As operações militares começaram em setembro e já deixaram pelo menos 194 mortos. O balanço de vítimas foi divulgado pela agência de notícias AP (Associated Press).

    EUA atacam mais um barco no Pacífico e deixam um morto

  • Bolsa Família retirou 5,1 milhões de famílias da pobreza, diz ministro

    Bolsa Família retirou 5,1 milhões de famílias da pobreza, diz ministro

    Ministro Wllington Dias rebate crítica sobre ‘beneficiários eternos’ do Bolsa Família

    O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que 5,1 milhões de beneficiários já saíram do programa Bolsa Família desde 2023, após aumentar a renda. .

    A declaração, feita nesta quarta-feira (27) durante o programa Bom Dia, Ministro, contraria a ideia de que beneficiários tentariam permanecer no programa indefinidamente. O Bom Dia, Ministro é produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

    “Só de 2023 para cá, 5,1 milhões de famílias saíram da pobreza. Saíram do Bolsa Família porque passaram a trabalhar”, disse o ministro.

    O dado apresentado por Dias rebate críticas recentes feitas pelo apresentador de TV Luciano Huck, que sugeriu que parte dos beneficiários busca permanecer no programa “eternamente”.

    Para Wellington Dias, esse tipo de percepção está associada a preconceitos históricos contra as camadas mais pobres da população brasileira.

    “É preciso aproveitar fatos como esse para que a gente enterre de vez o preconceito que se tem com relação aos mais pobres”, afirmou.

    “Foi feio, tanto que [Luciano Huck] veio a público se desculpar. Infelizmente isso ainda está muito entranhado. Sou de uma geração em que as pessoas trabalhavam em troca de um prato de comida”, acrescentou.

    Estudos 

    O ministro citou uma série de estudos para sustentar a eficácia do programa. Levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com o Banco Mundial aponta que, entre a primeira geração de beneficiários — cerca de 20 milhões de brasileiros — aproximadamente 70% deixaram a pobreza, principalmente por meio da educação.

    Além disso, dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) indicam melhora no perfil socioeconômico do país. Segundo a divulgação mais recente mencionada pelo ministro, o Brasil alcançou Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,805, passando a integrar o grupo de países com desenvolvimento “muito alto”.

    “O próprio estudo aponta que um dos principais alicerces foi o Bolsa Família”, disse o ministro.

    Outro indicador destacado foi o empreendedorismo. Dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostram que 5,9 milhões de inscritos no Cadastro Único atuam como pequenos empreendedores, em atividades como salões de beleza e mercadinhos.

    De acordo com o ministro, parte desses beneficiários passou à condição de empregadora: “Cerca de 1,3 milhão de pessoas empregadas hoje trabalham para alguém que, até outro dia, era do Bolsa Família”.

    Classe média

    O ministro também afirmou que mais de 6 milhões de brasileiros ascenderam às classes A, B e C desde a criação do Bolsa Família, reforçando o papel do programa na ampliação da classe média.

    “O que o presidente Lula quer é um país com uma grande classe média”, disse ao lembrar que o modelo brasileiro de transferência de renda já é adotado ou estudado por cerca de 140 países, inclusive nações desenvolvidas.

    Segundo o ministro, o valor médio pago às famílias é de cerca de R$ 700 mensais. Com esse recurso, acrescentou, é possível comprar alimentos e acessar tarifa social de energia, o vale-gás e programas como Farmácia Popular, entre outros.

    Contrapartidas

    Para ter acesso ao Bolsa Família, é preciso cumprir contrapartidas nas áreas de saúde e educação.

    Segundo o ministro Wellington Dias, o acompanhamento começa ainda na gestação, com foco na saúde da mãe e do bebê, e segue ao longo da infância, incluindo o monitoramento do desenvolvimento das crianças.

    Na área educacional, é exigida a matrícula e a frequência escolar, além do acompanhamento contínuo dos estudantes.

    Esse conjunto de exigências, segundo ele, integra um dos pilares do programa, ao garantir que, além da renda, haja investimento em educação e saúde, criando condições para que as famílias possam superar a pobreza ao longo do tempo.

    Bolsa Família retirou 5,1 milhões de famílias da pobreza, diz ministro

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  • Fux acompanha Cármen Lúcia e vota contra redução de inelegibilidade na Lei da Ficha Limpa

    Fux acompanha Cármen Lúcia e vota contra redução de inelegibilidade na Lei da Ficha Limpa

    Ação pode derrubar mudanças na Lei da Ficha Limpa aprovadas pelo Congresso e sancionadas pelo Executivo; julgamento no plenário virtual da Corte vai até o dia 29 de maio

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux votou nesta terça-feira, 26, para acompanhar a relatora Cármen Lúcia em julgamento que pode derrubar mudanças na Lei da Ficha Limpa aprovadas pelo Congresso e sancionadas pelo Executivo.

    O julgamento no plenário virtual da Corte vai até o dia 29 de maio. Com dois votos para declarar inconstitucionais trechos da lei que diminuem o tempo de inelegibilidade de candidatos, ainda faltam se manifestar oito magistrados.

    A norma aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no ano passado antecipa o início da contagem do prazo de inelegibilidade. O período se inicia a partir da condenação, e não mais após o cumprimento da pena, o que diminui o tempo que o condenado é impedido de se candidatar.

    Também foram aprovadas mudanças que diminuem as causas de inelegibilidade – por exemplo, no caso de improbidade. As alterações foram contestadas na Corte em ação do advogado e ex-juiz Márlon Reis, considerado o “pai” da Ficha Limpa, por meio do partido Rede Sustentabilidade.

    Na terça-feira, o Instituto Não Aceito Corrupção (Inac) divulgou nota em que pede que os demais ministros do Supremo sigam o entendimento de Cármen Lúcia.

    “É notório que do ponto de vista do interesse público é relevante manter condenados afastados da vida pública por períodos significativos, não se justificando sob a ótica da sociedade esta aceleração açodada pelo retorno à vida política desses políticos condenados pela Justiça”, diz o comunicado.

    O que está em jogo

    O julgamento influencia diretamente nas eleições de 2026, já que vai definir o alcance e a amplitude da lei que elimina do processo eleitoral candidatos condenados. Caso a mudança sancionada se mantenha, políticos como Eduardo Cunha, Anthony Garotinho, Sérgio Cabral e José Roberto Arruda podem ter as candidaturas beneficiadas.

    No seu voto, a relatora Cármen Lúcia defendeu que as mudanças esvaziam a legislação sobre o tema e representam um retrocesso.

    Para a ministra, a alteração do prazo “esvazia a proteção constitucional à probidade administrativa e à moralidade”, “desguarnecendo o eleitor da salvaguarda da lisura das candidaturas apresentadas”. Cármen Lúcia sustenta ainda que a nova norma “importaria em impunidade ou anistia”, prejudicando o processo eleitoral.

    Segundo a relatora, o “Supremo Tribunal atua no sentido de afastar por antijurídicos quaisquer comportamentos e atos que impeçam, dificultem ou embacem a probidade administrativa e a moralidade pública inerente ao regime republicano”.

    Fux acompanha Cármen Lúcia e vota contra redução de inelegibilidade na Lei da Ficha Limpa

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  • Jacquin critica influencer no Masterchef

    Jacquin critica influencer no Masterchef

    Ao ser questionada por Erick Jacquin sobre sua ocupação, a participante revelou trabalhar como gamer, gerando uma reação bem-humorada de Jacquin

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Erick Jacquin, 61, detonou a profissão de uma participante do MasterChef. Ele questionou qual o trabalho da competidora Júlia, 31, que respondeu ser gamer. “Eu faço live”, disse ela. “Eu fico no computador jogando e o pessoal assiste”, completou após o jurado fazer expressão de confusão.

    Você não faz porra nenhuma. Só se diverte. Você não faz nada. Isso não é trabalho. Jacquin

    A gamer brincou que os pais dela tinham a mesma visão que Jacquin. “Meus pais falaram a mesma coisa. Meu trabalho é muito gostoso”, contou.

    Júlia Pitzer acumula mais de 252 mil seguidores em suas redes. A influenciadora faz transmissões ao vivo jogando na Twitch, rede em que tem 32 mil inscritos.

    Alguém tem que explicar para o Jacquin que o gamer também trabalha, ele não só joga. Júlia Pitzer

    Jacquin critica influencer no Masterchef

  • Vini relata conversa com Neymar e nervosismo de Endrick antes de convocação

    Vini relata conversa com Neymar e nervosismo de Endrick antes de convocação

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Vinicius Jr afirmou que confiava na convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026 e relatou o nervosismo de Endrick antes de Carlo Ancelotti anunciar quem iria para o Mundial.

    “Sempre conversei com o Neymar. Todas as convocações, ele sempre falava: ‘Caraca, o Ancelotti não me levou de novo’. Sempre falei para ele que o velho confiava nele e que, na hora do vamos ver, ele ia levar o Ney. O Ney é nosso ídolo. Fico feliz por ele. Depois de ter sofrido tanto, poder voltar à seleção e ter uma última oportunidade. Poder jogar com ele vai ser uma honra e que seja a última dança maravilhosa com o título da Copa do Mundo”, disse Vinicius Jr., atacante do Real Madrid e da seleção brasileira, à CazéTV.

    O atacante também teve que acalmar os ânimos de Endrick, que “mandou mensagem quase todos os dias” antes da convocação. O jovem -que atuou no Lyon nos últimos meses- integra a lista de Ancelotti e disputará sua primeira Copa do Mundo.

    “O Endrick sempre encheu o meu saco, perguntando se ele ia ou não, o que eu achava. Me mandou mensagem antes [da convocação] e depois veio aqui e falou que tinha que comemorar. Ele me mandou mensagem quase todos os dias, falou que estava nervoso. Ele é muito novo, primeira Copa do Mundo com 19 anos não é para todos”, falou o jogador. .

    A seleção brasileira começa a se apresentar nesta quarta-feira (27) para iniciar a preparação para a Copa do Mundo. O Brasil está no Grupo C do Mundial, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia.

    A estreia do Brasil será no dia 13 de junho, às 19h (de Brasília). Antes, a seleção fará amistosos contra Panamá, neste domingo (31), e Egito, no dia 6 de junho.

    O QUE MAIS VINI JR DISSE

    ‘Não somos favoritos’

    “Expectativa é a melhor possível. A gente foi muito mal na última Eliminatórias e isso vai tirando a sua confiança, mas agora zera. Acredito que não somos os favoritos, mas entre os jogadores, a gente acredita que pode fazer uma excelente Copa do Mundo, mudar a história do Brasil depois de tanto tempo sem ganhar. […] Espero que essa copa do mundo seja melhor que a minha última, que eu era muito novo. nesta quarta-feira (27) estou muito tranquilo sobre a responsabilidade que tenho na seleção, sobre a confiança que o treinador e os jogadores me passam”.

    Estratégia de Ancelotti

    “Vamos fazer um trabalho excelente, onde a gente vai defender muito bem e tentar sair no contra-ataque, é o que o Mister sempre pede para a gente”.

    Vestir a camisa 10

    “O Ancelotti pediu para eu jogar com a 10. Para não botar tanta responsabilidade em outro jogador. Estava guardando ela para o Neymar. Foi uma honra jogar com a 10, mas agora espero que a camisa jogue com a 10”.

    Top-5 para a Copa do Mundo: “Brasil. Espanha, porque ganhou a última Euro, tem um time que joga há bastante tempo, tem o Lamine, que pode ganhar uma Copa sozinho. Portugal, nosso papai Cristiano Ronaldo está lá. França, por ter chego nas duas últimas finais. Argentina, por ter sido a última campeã e tem o Messi, que sempre pode fazer algo diferente”.

    Voltar para o Flamengo

    “Vou voltar. Não agora. Não vou voltar tão velho assim não. Tô com saudade do Flamengo. Vamos ver. Não vou voltar nos próximos 3,4 anos. Tem que ganhar a Libertadores com o Flamengo. Mas tem que ver se o Flamengo vai me querer também, né? Porque a seleção que a gente tem lá”.

    Vini relata conversa com Neymar e nervosismo de Endrick antes de convocação

  • Prévia da inflação varia 0,62%, influenciada por alimentação e bebidas

    Prévia da inflação varia 0,62%, influenciada por alimentação e bebidas

    Índice de maio ficou 0,27 ponto percentual abaixo da taxa de abril; dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, destaca-se alimentação e bebidas, com a maior variação (1,38%)

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) variou 0,62% em maio, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A prévia da inflação ficou 0,27 ponto percentual abaixo da taxa de abril, que foi 0,89%.

    Quando comparado a maio de 2025 e ao acumulado até este mês no ano anterior, o índice apresentou alta. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,02% e, em 12 meses, de 4,64%, acima dos 4,37% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2025, o IPCA-15 alcançou 0,36%.

    Variações dos produtos 

    Segundo o IBGE, dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, destaca-se alimentação e bebidas, com a maior variação (1,38%).

    Em seguida, habitação (1,03%) e saúde e cuidados pessoais (1,05%) tiveram as maiores influências no resultado geral.

    As demais variações ficaram entre -0,33%, em transportes, e 0,50%, em Despesas pessoais.

    Quedas em transportes e combustíveis 

    A divulgação mostrou que no grupo transportes, cujo índice foi -0,33%, os combustíveis desaceleraram de 6,06% em abril para -1,47% em maio, com decréscimos no etanol (-2,73%), óleo diesel (-2,04%) e gasolina (-1,32%).

    O gás veicular, no entanto, teve alta de 2,12% e passagem aérea aumentou 3,25%, após recuar 14,32% em abril.

    Ainda em transportes, o IBGE destaca que o ônibus urbano recuou 0,56%. Isso se deve, segundo o instituto, pela gratuidade ou redução tarifária aos domingos em São Paulo (0,44%) e Salvador (0,36%) e aos feriados em Brasília (-3,30%), Belém (-3,41%), Belo Horizonte (-3,29%) e Curitiba (-1,46%).

    Alimentação e habitação 

    No grupo alimentação e bebidas, que registrou alta de 1,38%, a alimentação no domicílio saiu de 1,77% em abril, para 1,73% em maio. Contribuíram para esse resultado as quedas da maçã (-2,32%) e do café moído (-2,09%).

    Por outro lado, destacaram-se as altas da batata-inglesa (26,29%), do tomate (12,97%), do leite longa vida (6,07%) e das carnes (1,98%).

    A alimentação fora do domicílio (0,51%) desacelerou em relação a abril (0,7%), por conta das variações da refeição (0,57%) e do lanche (0,37%) que, nesse mesmo mês, subiram 0,65% e 0,87%, respectivamente.

    Já no grupo habitação, com alta de 1,03%, destaca-se energia elétrica residencial, com acréscimo de 2,16%, como principal impacto individual no índice.

    O IBGE destaca que, em maio, passou a vigorar a bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$1,885 a cada 100kWh consumidos. 

    Saúde

    Em saúde e cuidados pessoais (1,05%), o resultado foi influenciado pelos produtos de higiene pessoal (1,60%), pelos produtos farmacêuticos (1,25%) e pelo plano de saúde (0,5%).

    Segundo o IBGE, pesou na categoria a autorização do reajuste de até 3,81% nos preços dos medicamentos, desde 1° de abril. 

    Coleta de preços

    Os preços foram todos coletados entre 16 de abril a 15 de maio e comparados com aqueles vigentes de 18 de março a 15 de abril de 2026.

    O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia.

    Prévia da inflação varia 0,62%, influenciada por alimentação e bebidas

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  • Trump fez elogio a Lula em encontro com Flávio Bolsonaro na Casa Branca

    Trump fez elogio a Lula em encontro com Flávio Bolsonaro na Casa Branca

    Bolsonarista diz que americano citou ‘dinamismo’ de petista, mas também fez comentários que ele prefere não revelar. Flávio recebeu medalha e sua equipe tentou entregar camisas da seleção do Brasil que não chegaram a tempo

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – Durante a reunião na Casa Branca com o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o presidente dos EUA, Donald Trump, chegou a fazer elogio ao presidente Lula (PT), segundo relato confirmado pelo empresário bolsonarista Paulo Figueiredo, que participou da reunião.

    “O presidente Trump comentou, sim, sobre o encontro com o presidente Lula. Elogiou o seu dinamismo, mas também fez outros comentários que prefiro manter reservados”, disse ele à reportagem.

    O elogio é o mesmo usado em um post publicado pelo presidente dos EUA logo depois do encontro com o petista no Truth Social. “Acabo de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o muito dinâmico presidente do Brasil. Discutimos muitos temas, incluindo comércio e, especificamente, tarifas.”

    Após a reunião desta terça, Flávio afirmou ter sido presenteado por Trump com uma “challenge coin” (moeda tradicional militar nos EUA, com referência ao termo “desafio”).

    Por parte da comitiva brasileira, houve a tentativa de entrega de camisas personalizadas do Brasil -ao menos dez delas foram produzidas com o nome de Trump e de sua família. Como os presentes precisam passar por inspeção, porém, eles não chegaram a tempo da reunião entre o pré-candidato do PL e o presidente dos EUA.

    A duração da reunião entre Flávio e Trump ainda não foi detalhada. Paulo Figueiredo afirmou que eles ficaram cerca de uma hora e 40 minutos na Casa Branca. Durante entrevista a jornalistas, no entanto, ao ser questionado sobre o tempo que passou com Trump, o senador não soube precisar.

    Flávio afirmou que o principal motivo para a reunião foi para pedir que o republicano designe as facções criminosas, CV e PCC, como terroristas. Ao tratar do assunto com Trump, ele disse que ainda estava analisando a questão e não fez promessas ao senador.

    A reunião entre Trump e Flávio não estava marcada na agenda oficial da Casa Branca. Durante a manhã e o começo da tarde, aliados mantinham mistério sobre com quem ele se reuniria -na semana passada, o encontro foi confirmado pelo entorno do senador, mas havia um receio de que a agenda pudesse ser cancelada em meio às tratativas de um acordo durante a guerra no Irã.

    Ao sair do encontro, Flávio se reuniu com deputados bolsonaristas que também estão na capital americana. Em vídeos compartilhados nas redes sociais, eles aparecem celebrando em uma casa em Washington. Em um outro momento, os parlamentares aparecem com Figueiredo, Flávio e Eduardo rezando em uma roda.

    Até a manhã desta quarta-feira (27), Trump não publicou nas redes sociais sobre o encontro e nenhuma foto foi compartilhada pela Casa Branca. As imagens do encontro foram compartilhadas pelo lado brasileiro e pelo ex-assessor de Trump Jason Miller, que não esteve na reunião. “Basta uma eleição para mudar tudo”, escreveu Miller nas redes endossando a candidatura de Flávio.

    Trump fez elogio a Lula em encontro com Flávio Bolsonaro na Casa Branca

  • Oposição critica PEC do fim da escala 6×1 durante votação na Comissão

    Oposição critica PEC do fim da escala 6×1 durante votação na Comissão

    Comissão na Câmara deve votar proposta nesta quarta-feira (27); Júlia Zanatta (PL-SC) defendeu que a jornada de trabalho deveria ser definida pelos patrões com os trabalhadores

    Parlamentares da oposição criticaram a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 no Brasil e reduz a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. A sessão da Comissão da Câmara pode votar a PEC ocorre nesta quarta-feira (27).

    A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) defendeu que a jornada de trabalho deveria ser definida pela negociação entre patrões e trabalhadores, e não por Emenda Constitucional.

    “É óbvio que estamos preocupados com a qualidade de vida do trabalhador, mas é óbvio que estamos preocupados também se o custo que vai aumentar na mão de obra não vai recair sobre aquele povo já tão sofrido que reclama que o dinheiro dele não dá para nada”, comentou a parlamentar. 

    Estudos divergem sobre os impactos econômicos da redução da jornada de trabalho na inflação e no Produto Interno Bruto (PIB), a depender das premissas usadas pelos pesquisadores. Em países da Europa, a redução das jornadas não reduziu o PIB, nem teve efeitos negativos sobre os salários ou nível de emprego.

    O deputado Gilson Marques (Novo-SC), que apresentou pedido para adiar a votação, reconheceu que a escala 6×1 é exaustiva, mas argumentou que a mudança “na marra” prejudicaria os trabalhadores.  

    “Tentar acabar com isto na marra, na força da lei, pode piorar ainda mais para quem trabalha. Sabem o que sufoca realmente o cidadão? É o Estado. Este é o verdadeiro problema”, afirmou.

    Para Marques, a redução para escala 5×2 prejudica “o pequeno empreendedor, o consumidor e o próprio trabalhador”.

    Ao mesmo tempo em que criticava o fim da 6×1, a deputada do PL Júlia Zanatta repetiu fala do líder do Partido Liberal (PL), deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), que anunciou que o partido apresentaria destaque no Plenário da Câmara para reduzir a escala para 4×3. “Vamos ver como que vão se posicionar”, provocou Zanatta.

    Manobra da oposição

    Como o PL foi contrário à redução da jornada de trabalho durante a tramitação da proposta, a fala do líder do partido representa uma suposta mudança de posição da legenda diante da expectativa de que a PEC será aprovada na Câmara.

    A deputada Erika Hilton (Psol-SP), autora de uma das PEC que estabelece o fim da escala 6×1, afirmou que o discurso do principal partido da oposição é uma “manobra” para evitar o fim da escala 6×1.  

    “Para tentar prejudicar o processo de votação, desenterram isso para enganar o trabalhador brasileiro porque sabem que, daqui para amanhã, nós não temos condições de refazer aquilo que já está acordado”, disse a parlamentar.

    O fim da escala 6×1 para a 5×2 e a redução das atuais 44 horas semanais para 40 horas foi um acordo costurado pelo governo e lideranças da Câmara dos Deputados. 

    Ao mesmo tempo, Erika defendeu que, no futuro, seja votado a redução da jornada para 36 horas com escala de 4×3, rebatendo a oposição.

    “Propuseram 10 anos de transição, falaram em 52 horas semanais e, da noite para o dia, porque viram que a coisa também estava ficando puxada para o lado de lá — por que como é que vão explicar para o trabalhador que são contra um tempo de dignidade?”, completou.

    A escala 4×3 é adotada, de forma espontânea, por algumas empresas. Estudo em Portugal revelou que maioria das companhias que adotaram escala reduzida por conta própria pretendem manter a mudança.

    O deputado Carlos Zarratini (PT-SP) defendeu que a PEC não proíbe jornadas maiores de 40 horas, bastando que os empregadores paguem horas-extras. Já o deputado Helder Salomão (PT-ES) defendeu que a mudança favorece as famílias brasileiras.

    “É, sobretudo, uma conquista das famílias brasileiras, que terão, obviamente, mais saúde física e mental, mais equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, mais qualidade de vida, redução do estresse, menor exaustão, mais produtividade no trabalho, mais qualificação profissional, mais tempo para estudar, para a vida comunitária e para viver”, justificou.

    Se aprovada a mudança, o Brasil se une a outros países latino-americanos que reduziram a jornada de trabalho nos últimos anos, como Colômbia, Chile e México. 

    Entenda a PEC do fim da 6×1

    O texto em discussão na Comissão Especial prevê a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso e sem redução salarial. Pela proposta, o fim da escala 6×1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto.

    Após prazo de 60 dias, a jornada será reduzida para 42 horas semanais, chegando a 40 horas 14 meses após promulgação da Emenda Constitucional.

    Contudo, duas emendas apresentadas por partidos do centrão, grupo que reúne partidos da direita tradicional, busca derrubar a regra de transição proposta pelo relator Leo Prates (Republicanos-BA) após ele não acolher sugestão de criar uma regra de transição de 10 anos. 

    O relator ainda modifica Artigo 7º da Constituição Federal, determinando que a duração do trabalho não deverá ser superior a oito horas diárias e 40 horas semanais, “facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.”

    O parecer da PEC permite que o trabalhador faça a escala 6×1, desde que o segundo dia de folga obrigatória por semana seja compensada dentro do mesmo mês.

    A legislação ainda traz restrições para trabalhadores que recebem salário igual ou superior a duas vezes e meia o teto do INSS, ou seja, R$ 21.188,87 nos valores atuais. Os empregados com recebem esse valor, ou mais, ficariam dispensados de cumprir a jornada prevista na proposta.

    A PEC ainda prevê uma regra de transição maior para os terceirizados da Administração Pública. Nesse caso, as empresas teriam 12 meses para acabar com a escala 6×1 e reduzir a jornada de trabalho.

    Oposição critica PEC do fim da escala 6×1 durante votação na Comissão

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