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  • São Paulo pediu quase R$ 200 mi por MorumBYD no centenário

    São Paulo pediu quase R$ 200 mi por MorumBYD no centenário

    VALENTIN FURLAN E GABRIEL SÁ
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O São Paulo pediu quase R$ 200 milhões à BYD pelos naming rights do estádio do Morumbi.
    Como o UOL revelou na manhã desta sexta-feira (06), a montadora chinesa e o São Paulo conversaram no fim do ano passado para trocar a nomeação do Morumbis para MorumBYD.

    Os números colocados na mesa foram: um contrato de pelo menos cinco temporadas -invadindo o centenário do clube-, com média anual fixada em R$ 35 milhões. Em cinco anos, o mínimo proposto, o montante chegaria à casa dos R$ 175 milhões.

    Seria um valor 40% superior aos R$ 25 milhões anuais acordados com a Mondelez pelo Morumbis.

    As conversas foram mantidas pelo então mandatário, Julio Casares, que tem boa relação com Alexandre Baldy, VP da marca no Brasil. Ambos chegaram a almoçar juntos para discutir o negócio.

    Poucas semanas depois, em meio à crise política, institucional e de imagem e ao processo de imepachment que resultou na renúncia de Casares, as conversas foram interrompidas, e a marca ficou de entregar uma resposta em definitivo ao clube. Até aqui, as conversas não foram reatadas.

    Casares dedicou seus últimos meses de gestão para reajustar contratos de patrocínio do clube, como as renovações com Ademicon, Superbet e, mais recentemente, como revelado pelo UOL, New Balance.

    ACORDO VIGENTE

    O contrato entre São Paulo e Mondelez foi assinado no fim de 2023 e tem validade até dezembro.

    Os valores do contrato giram em torno dos R$ 75 milhões, rendendo anualmente cerca de R$ 25 milhões.

    Em dezembro do ano passado, o UOL mostrou que o São Paulo planejava reatar as conversas com a varejista no início deste ano — mas, em meio ao processo de impeachment que culminou na renúncia de Casares, as negociações não avançaram.

    São Paulo pediu quase R$ 200 mi por MorumBYD no centenário

  • NASA exclui colisão do asteroide 2024 YR4 com a Lua

    NASA exclui colisão do asteroide 2024 YR4 com a Lua

    No começo de 2025 acreditava-se que o asteroide 2024 YR4 podia representar um risco para a Terra e que poderia haver uma colisão. Agora, foi também excluída a hipótese de um embate com a Lua em 2032.

    O ano de 2026 não está tendo um começo fácil. No entanto, entre o início de guerras e os aumentos (acentuados) nos preços dos combustíveis, há pelo menos um problema a menos para se preocupar: o asteroide 2024 YR4 não vai colidir com a Lua em 2032.

    Quem afirma isso é a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), que, com base em observações realizadas pelo instrumento NIRCam do Telescópio Espacial James Webb, conseguiu descartar a hipótese de uma colisão entre o asteroide e o satélite natural da Terra nos próximos anos.

    Essas observações, feitas entre 18 e 26 de fevereiro, foram analisadas pelo Center for Near-Earth Object Studies, do Jet Propulsion Laboratory da NASA. A análise determinou que o asteroide passará a pouco mais de 21 mil quilômetros de distância da Lua no dia 22 de dezembro de 2032.

    Vale lembrar que o 2024 YR4 começou a ser observado no fim de 2024 e, no início de 2025, as observações ainda não permitiam determinar se a Terra estava completamente livre do risco de uma possível colisão com esse asteroide.

    JORNAL DA TARDE Asteroide 2024 YR4 © ESA  

    NASA exclui colisão do asteroide 2024 YR4 com a Lua

  • Presidente da CPI do INSS rebate Moraes e diz que comissão não vazou conversas do ministro

    Presidente da CPI do INSS rebate Moraes e diz que comissão não vazou conversas do ministro

    A manifestação foi publicada nas redes sociais após a nota a pedido de Moraes afirmar que conversas encontradas no celular do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no dia em que foi preso foram tornadas públicas pela CPI do INSS. No comunicado, Moraes nega que prints de mensagens atribuídos ao banqueiro tenham sido enviados a ele.

    Presidente da CPI do INSS, o senador Carlos Viana (Podemos-MG) rebateu nesta sexta-feira, 6, a nota divulgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido do ministro Alexandre de Moraes e afirmou que a comissão parlamentar não divulgou material sigiloso envolvendo integrantes da Corte.

    A manifestação foi publicada nas redes sociais após a nota a pedido de Moraes afirmar que conversas encontradas no celular do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no dia em que foi preso foram tornadas públicas pela CPI do INSS. No comunicado, Moraes nega que prints de mensagens atribuídos ao banqueiro tenham sido enviados a ele.

    Segundo Viana, a comissão atuou dentro dos limites legais e não foi responsável pelo vazamento de qualquer conteúdo sigiloso. \”A CPMI sempre atuou dentro dos limites legais e regimentais\”, escreveu o senador. Ele acrescentou que é necessário identificar a origem das informações divulgadas antes de atribuir responsabilidade ao Parlamento.

    O texto, divulgado pela Secretaria de Comunicação do STF, afirma que uma análise técnica constatou que o diálogo divulgado foi travado com outra pessoa, e que \”as mensagens (prints) estão vinculadas a outros contatos telefônicos no computador de Daniel Vorcaro, jamais ao Ministro Alexandre de Moraes\”.

    Na nota, o ministro não nega, porém, que tenha conversado com Vorcaro em 17 de novembro do ano passado, dia no qual o banqueiro foi preso pela primeira vez – na primeira fase da Operação Compliance Zero. Pessoas ouvidas pelo Estadão confirmam que houve troca de mensagens entre ambos neste dia.

    A troca de mensagens se dava com prints no modo visualização única. Para manter o sigilo, tanto Vorcaro quanto Moraes escreviam textos em seus blocos de notas, capturavam a tela e enviavam as imagens com o recurso que só permite uma única visualização antes de apagar o arquivo.

    Como mostrou o Estadão, várias dúvidas pairam no ar depois que a nota veio a público:

    – Moraes afirma que não foi o destinatário das mensagens de Vorcaro vazadas, mas não nega, na nota, que tenha conversado com banqueiro no dia em que ele foi preso, em 17 de novembro do ano passado.

    – Se Moraes não era o destinatário das mensagens nas quais Vorcaro pede ajuda para tentar salvar o Master, sobre qual tema ambos conversaram no dia 17 de novembro, data da prisão do banqueiro?

    – Quem realizou a análise técnica dos dados telemáticos do banqueiro? A nota do STF não menciona o autor da perícia.

    – Como o ministro teve acesso ao material que estava sob sigilo para proceder à análise dos dados?

    – Os contatos dentro das mesmas pastas com os prints do bloco de notas de Vorcaro são dos destinatários das mensagens de Vorcaro, segundo a análise citada pelo ministro?

    – Na troca de mensagens, as respostas do ministro a Vorcaro não são conhecidas por se tratarem de prints de visualização única. No entanto, em resposta à última comunicação do banqueiro registrada, às 20h48, Moraes responde com um emoji de \”joinha\”, em suposta concordância. Sobre o que ele concordou ou deu uma resposta afirmativa?

    – O ministro avalia como coincidência o fato de o horário dos prints de blocos de notas de Vorcaro ser muito próximo ou até o mesmo do registrado no envio das mensagens do banqueiro a Moraes no dia 17 de novembro, segundo registros obtidos pelo jornal O Globo?

    – Se Moraes conversou com Vorcaro – o que ele não nega -, por que se comunicou com mensagem de visualização única, que some após o interlocutor abri-la?

    – Por que um ministro do STF tinha contato pelo WhatsApp com um banqueiro que, publicamente, já era investigado pela PF?

    Questionada sobre esses pontos pela reportagem, a Secretaria de Comunicação do STF afirmou que a manifestação se restringe à nota divulgada mais cedo a pedido de Moraes.

    O conteúdo das mensagens

    Segundo informações da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo, confirmadas pelo Estadão, Vorcaro e Moraes trocaram mensagens pelo WhatsApp durante todo o dia 17 de novembro de 2025, data em que o banqueiro foi preso pela Polícia Federal pela primeira vez.

    Dados extraídos do celular do executivo indicam que ele prestava contas ao ministro sobre negociações de venda do banco e sugerem diálogos a respeito de um inquérito sigiloso que tramitava na Justiça Federal de Brasília.

    A defesa do banqueiro apresentou ao STF um pedido para investigar o vazamento de informações do conteúdo de seu celular, incluindo \”conversas íntimas\” e \”supostos diálogos com autoridades e até com o ministro do STF Alexandre de Moraes\”. O pedido foi acolhido pelo ministro André Mendonça, relator do caso na Corte.

    Nesta sexta-feira, Mendonça determinou que a Polícia Federal (PF) abra um inquérito para apurar a origem do vazamento de dados sigilosos de Vorcaro. As informações estavam sob a custódia da PF e foram compartilhadas com a CPI do INSS.

    O Estadão confirmou com fontes ligadas ao caso que Vorcaro efetivamente trocou mensagens com Moraes naquele dia por meio de fotos de visualização única. Na extração de dados do celular do banqueiro, há sete imagens de rascunhos com mensagens sobre negociações do Master com o Banco Central. Em alguns desses arquivos, o horário de criação é próximo ao horário de envio das mensagens de Vorcaro ao ministro.

    Nos textos, o banqueiro relata ter antecipado o negócio com o grupo Fictor para tentar salvar o banco e menciona que um possível vazamento de informações seria prejudicial, mas poderia servir de gancho para entrar no circuito do processo. Vorcaro questionou o magistrado por duas vezes se havia alguma novidade e chegou a perguntar diretamente: \”Conseguiu bloquear?\”.

    Um dos prints do bloco de anotações do celular de Vorcaro, registrado às 18h32, traz a pergunta: \”Conseguiu ter notícia ou bloquear?\”.

    A cronologia dos fatos indica que, enquanto falava com o ministro, o banqueiro monitorava o avanço das investigações. Segundo a PF, Vorcaro teria obtido informações sigilosas por meio de um acesso ilegal aos sistemas da própria corporação e tentou peticionar na 10ª Vara Federal de Brasília apenas 18 minutos após a decretação de sua prisão, em uma tentativa de barrar medidas cautelares.

    Na última comunicação registrada, às 20h48, Vorcaro respondeu a uma possível dúvida sobre os negócios e afirmou que a movimentação poderia inibir algo não detalhado. Antes de encerrar, avisou que estava indo assinar com investidores estrangeiros, momento em que Moraes teria reagido apenas com um emoji de polegar levantado.

    O executivo acabou preso pela PF por volta das 22h, antes de decolar rumo a Malta, de onde seguiria para Dubai.

    Mendonça manda PF investigar vazamento

    Carlos Viana também reagiu à decisão do ministro André Mendonça, relator do caso no STF, que determinou a abertura de investigação para apurar eventual vazamento de dados relacionados à CPI.

    O senador afirmou receber a medida \”com serenidade e respeito institucional\”, mas ressaltou que o Congresso possui prerrogativas constitucionais próprias para conduzir investigações.

    Presidente da CPI do INSS rebate Moraes e diz que comissão não vazou conversas do ministro

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  • Caso da 'rachadinha' de Flávio Bolsonaro foi encerrado com perguntas não respondidas

    Caso da 'rachadinha' de Flávio Bolsonaro foi encerrado com perguntas não respondidas

    As investigações foram encerradas após o STF (Supremo Tribunal Federal) e o STJ (Superior Tribunal de Justiça) anularem em 2021 as provas coletadas. O arquivamento deixou uma série de questões em aberto sobre a movimentação financeira de Flávio antes de chegar ao Senado.

    ITALO NOGUEIRA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Uma das principais preocupações de aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL) para a campanha à Presidência da República deste ano são os efeitos do caso da “rachadinha” sobre a imagem do pré-candidato.

    As investigações foram encerradas após o STF (Supremo Tribunal Federal) e o STJ (Superior Tribunal de Justiça) anularem em 2021 as provas coletadas. O arquivamento deixou uma série de questões em aberto sobre a movimentação financeira de Flávio antes de chegar ao Senado.

    O senador foi denunciado em novembro de 2020 pela Procuradoria-Geral de Justiça do Rio de Janeiro sob acusação de liderar uma organização criminosa para recolher parte do salário de seus ex-funcionários em benefício próprio. A prática, conhecida como “rachadinha”, teria desviado R$ 6 milhões de recursos públicos da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

    O senador sempre negou as suspeitas. Afirmou, em nota, que ele e seus “colaboradores tiveram suas contas devassadas e a vida revirada”.

    “As investigações são prova irrefutável da honestidade de Flávio Bolsonaro. Ao contrário de Lula, que foi condenado por nove juízes diferentes. Atualmente, não existe qualquer inquérito que acuse ou investigue Flávio Bolsonaro por ilícito ou malversação”, afirmou sua assessoria, em nota.

    Abaixo, perguntas ainda não respondidas sobre o caso.

    QUAL ERA A FONTE DE DINHEIRO VIVO DE FLÁVIO BOLSONARO E SUA FAMÍLIA?

    A investigação do MP-RJ mostrou que boa parte das despesas do senador era paga com dinheiro vivo, apesar de ele não ter realizado saques em volume correspondente e, até 2014, não ter qualquer fonte de renda declarada fora da atividade parlamentar.
    A Procuradoria dividiu a apuração em três períodos.

    Entre 2007 e 2009, o então deputado comprou 12 salas comerciais na Barra (zona oeste do Rio de Janeiro). A investigação identificou que a transação, de R$ 297 mil, foi quase toda paga com dinheiro vivo.

    Nesse caso, não houve acusação de lavagem de dinheiro porque o senador declarou em seu Imposto de Renda empréstimos contraídos com seu irmão Carlos Bolsonaro e outros ex-assessores. Essas transações também ocorreram, segundo a Procuradoria, em dinheiro vivo.

    As acusações se referem ao período entre 2010 e 2014. Nesse intervalo, ele e a esposa, a dentista Fernanda Bolsonaro, exerceram apenas cargos públicos, sem fonte de renda em espécie declarada.
    Esse é o período mais intenso de transações imobiliárias do casal. Foi também quando a Procuradoria identificou ao menos R$ 977 mil em gastos sem origem comprovada.

    A quebra de sigilo bancário de Fernanda mostrou que o ex-assessor Fabrício Queiroz depositou R$ 25 mil em dinheiro vivo na conta da mulher do senador dias antes de quitar a entrada de um imóvel. Meses depois, às vésperas da segunda parcela, houve outro crédito em espécie, de R$ 20 mil.

    A Procuradoria também identificou uma série de depósitos em espécie na conta de Flávio em datas anteriores ao pagamento de parcelas na compra de imóveis da transação, que somaram R$ 281,5 mil.

    A investigação também apontou uso de dinheiro vivo para o pagamento de impostos, móveis, passagens aéreas, plano de saúde e escola das filhas do senador.

    Em relação aos anos 2015 a 2018, não foi apontado crime porque Flávio já havia se tornado sócio de uma loja de chocolates. O MP-RJ havia instaurado um procedimento a parte para aprofundar a investigação sobre o estabelecimento.

    O QUE EXPLICA O FATO DE A PESSOA QUE VENDEU DOIS APARTAMENTOS A FLÁVIO BOLSONARO TER DEPOSITADO EM SUA CONTA R$ 638 MIL EM DINHEIRO VIVO NO MESMO DIA DE TRANSAÇÃO, VALOR NÃO REGISTRADO OFICIALMENTE?

    Uma das transações que levantaram mais suspeitas foi a compra no mesmo dia de dois apartamentos em Copacabana (zona sul), em novembro de 2012.

    De acordo com as escrituras, os apartamentos haviam sido adquiridos por R$ 440 mil em 2011 pelos antigos proprietários. Em 2012, eles foram vendidos por R$ 310 mil ao senador. Em 2014, Flávio os revendeu por R$ 1,12 milhão.

    O lucro de 260% em dois anos chamou a atenção. Além disso, o vendedor fechou a transação com o senador por um valor 30% abaixo do que havia sido pago um ano antes pelos apartamentos.
    A Procuradoria afirma que a suspeita de “pagamento por fora” feita pelo senador foi confirmada.

    O MP-RJ identificou que o responsável pela venda dos imóveis, o corretor americano Glenn Dillard depositou R$ 638 mil em dinheiro vivo em sua conta no mesmo dia em que fez a transação foi oficializada.

    O QUE FLÁVIO BOLSONARO GUARDAVA NO COFRE, JUNTO COM O IRMÃO CARLOS BOLSONARO?

    O senador manteve por 12 anos um cofre junto com o ex-vereador no Banco do Brasil. A existência dele foi revelada pela Folha em 2020. A titularidade conjunta com Flávio foi identificada na investigação sobre a existência de um esquema de “rachadinha” no gabinete de Carlos.

    Na abertura do cofre, em 2004, os funcionários do banco registraram que a situação merecia urgência, “pois nosso cliente necessita guarda de valores”. Eles não declararam à Justiça Eleitoral qualquer valor mantido ali quando registraram suas candidaturas naquela época.

    Ao comentar o tema, o senador afirmou que guardava “itens pessoais” no cofre “por razões de segurança”.

    HÁ RELAÇÃO ENTRE OS ACESSOS E AS AQUISIÇÕES DE IMÓVEIS?

    As datas de acesso ao cofre de Flávio e Carlos coincidem com operações imobiliárias da família Bolsonaro. Uma das transações foi justamente a compra dos dois imóveis em Copacabana, apontada como suspeita pelo MP-RJ.

    Eles também estiveram no banco nos dias em que o ex-presidente Jair Bolsonaro comprou as duas casas que mantém no Condomínio Vivendas da Barra. Como a Folha revelou em janeiro de 2018, uma das transações contém características suspeitas de lavagem de dinheiro pelos critérios do Coaf.

    POR QUE FLÁVIO OMITIU DA RECEITA FEDERAL INVESTIMENTO FEITO EM AÇÕES ENTRE 2007 E 2008?

    O MP-RJ afirma que Flávio não declarou à Receita Federal investimento em ações que afirmou à Justiça ter feito, por meio de uma corretora de São Paulo. O senador declarou ter feito aportes de R$ 90 mil.

    Ele processou a corretora em razão de prejuízos. Na ação, ele disse que quitou um débito de R$ 15,5 mil com dinheiro vivo.

    O QUE EXPLICA A DISPARIDADE ENTE A RECEITA DA LOJA DE CHOCOLATES E O VERIFICADO PELA ADMINISTRAÇÃO DO SHOPPING VIA PARQUE?

    O MP-RJ apontou que a receita da loja de chocolates da qual Flávio Bolsonaro se tornou sócio teve sua receita inflada para viabilizar a lavagem de dinheiro do esquema da “rachadinha” no montante de R$ 1,6 milhões.

    O valor se refere à diferença entre a receita apurada pelo Via Parque, onde ficava a loja, e os créditos na conta do estabelecimento. De acordo com a investigação, enquanto a administração do shopping apontou um faturamento de R$ 4,9 milhões entre 2015 e 2018, a empresa recebeu no banco R$ 6,5 milhões.

    Para os investigadores, a proporção de depósitos em dinheiro era maior do que em outras filiais da mesma marca. Além disso, enquanto os pagamentos feitos por cartão aumentavam na Páscoa -como era esperado para uma loja de chocolate-, o uso de recursos em espécie se mantinha no mesmo patamar.

    Caso da 'rachadinha' de Flávio Bolsonaro foi encerrado com perguntas não respondidas

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  • Stephen Hibbert, ator que viveu o Gimp no filme 'Pulp Fiction', morre aos 68 anos

    Stephen Hibbert, ator que viveu o Gimp no filme 'Pulp Fiction', morre aos 68 anos

    Hibbert ficou conhecido por interpretar o personagem Gimp no filme “Pulp Fiction” (1994), dirigido por Quentin Tarantino. A figura aparece em uma cena no porão de uma loja de penhores e contracena com o personagem Butch, vivido por Bruce Willis.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O escritor e ator Stephen Hibbert morreu na segunda-feira (2), aos 68 anos, em Denver, após um ataque cardíaco. A informação foi confirmada por familiares ao site TMZ. Em nota, os filhos Ronnie, Rosalind e Greg disseram que o pai morreu de forma inesperada e lembraram que sua vida foi marcada pela dedicação à família e às artes.

    Hibbert ficou conhecido por interpretar o personagem Gimp no filme “Pulp Fiction” (1994), dirigido por Quentin Tarantino. A figura aparece em uma cena no porão de uma loja de penhores e contracena com o personagem Butch, vivido por Bruce Willis.

    Nascido em Fleetwood, na Inglaterra, iniciou a carreira como roteirista de televisão nos anos 1980. Trabalhou no programa “Late Night with David Letterman” e escreveu para produções como “MADtv” e “Boy Meets World”.

    Também assinou o roteiro da comédia “It’s Pat: The Movie” (1994). Como ator, participou de filmes como “Austin Powers: International Man of Mystery” e “The Cat in the Hat”.

    Além do trabalho no cinema e na TV, Hibbert lecionou improvisação no “Chaos Bloom Theater”, em Denver, e ministrou aulas de teoria cinematográfica na Denver School of the Arts.

    Stephen Hibbert, ator que viveu o Gimp no filme 'Pulp Fiction', morre aos 68 anos

  • Tem um sol dentro do umbigo, dispara Juliano Floss após briga com Samira no BBB 26

    Tem um sol dentro do umbigo, dispara Juliano Floss após briga com Samira no BBB 26

    A discussão começou quando Ana Paula levantou a hipótese de que os adversários poderiam alterar os votos após o dançarino ouvir conversas no Quarto Secreto com Breno Corã. Para a jornalista, o plano inicial poderia ter sido comprometido. Juliano minimizou a possibilidade e destacou que continua sendo o único participante que ainda não enfrentou o paredão.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Uma conversa sobre os possíveis desdobramentos do próximo paredão acabou gerando um novo atrito entre aliados no BBB 26. Na tarde desta sexta-feira (6), Samira se irritou com comentários de Juliano Floss durante um bate-papo com Ana Paula Renault e Milena Moreira sobre as estratégias dos grupos rivais.

    A discussão começou quando Ana Paula levantou a hipótese de que os adversários poderiam alterar os votos após o dançarino ouvir conversas no Quarto Secreto com Breno Corã. Para a jornalista, o plano inicial poderia ter sido comprometido. Juliano minimizou a possibilidade e destacou que continua sendo o único participante que ainda não enfrentou o paredão.

    O catarinense afirmou ter escutado integrantes do grupo rival comentando sobre um possível “paredão dos sonhos”. Segundo ele, a ideia teria sido mencionada por Gabriela Saporito e indicaria uma ordem de alvos caso os adversários conseguissem montar a berlinda ideal. Na leitura de Juliano, ele seria o primeiro nome da lista, independentemente do cenário do jogo.

    Enquanto ele tentava explicar a situação novamente, Samira perdeu a paciência e se levantou da conversa. “Tenho mais o que fazer”, disse a sister. Irritada, ela rebateu a insistência do colega. “Toda semana você tem a neurose do paredão e eu também tenho essa neurose. Você acha que eu não vou pirar?”, disparou.

    Ana Paula também criticou a falta de detalhes sobre o que teria acontecido no Quarto Secreto. A jornalista afirmou que nem ela nem Milena receberam explicações claras. Juliano se defendeu dizendo que já havia contado a história várias vezes, mas a sister insistiu que ainda havia pontos sem esclarecimento.

    A tensão continuou mais tarde, quando Juliano procurou Samira na área externa para retomar a conversa. Ele questionou se ela havia fingido estar dormindo para evitar o diálogo, o que foi negado pela participante. “Eu não quero conversar com você agora”, respondeu.
    Mesmo com o pedido para encerrar o assunto, o brother insistiu em explicar novamente o que ouviu no Quarto Secreto, o que irritou ainda mais Samira. “Você consegue respeitar um pouco?”, questionou ela.

    Ao deixar a conversa, Juliano criticou a postura da colega e afirmou que ela costuma se voltar contra aliados quando se sente insegura no jogo. Samira respondeu de forma irônica, enquanto Ana Paula tentou amenizar o clima. “Respira, daqui a pouco vocês vão se dar bem de novo”, disse a jornalista.

    O brither continou a criticar a atendente. “Tem um sol dentro do umbigo. É tudo sobre ela nessa casa.”

    Tem um sol dentro do umbigo, dispara Juliano Floss após briga com Samira no BBB 26

  • F1: confira o grid de largada do GP da Austrália, com Russell na pole e Bortoleto em 10º

    F1: confira o grid de largada do GP da Austrália, com Russell na pole e Bortoleto em 10º

    George Russell confirmou seu favoritismo e o da Mercedes pelo bom desempenho nos treinos livres e conquistou a pole position do GP da Austrália, a primeira etapa da Fórmula 1 no ano e com regulamento técnico revisado. O britânico foi o melhor em todas as etapas da classificação deste sábado, 7, que teve Andrea Kimi Antonelliem segundo, Isack Hadjar em terceiro e Gabriel Bortoleto avançando ao Q3 com a décima colocação.

    O brasileiro fez o ‘dever de casa’ e bateu Nico Hulkenberg no duelo interno da Audi, já que o alemão marcou a 11ª posição, e a diferença não foi maior porque o representante do País teve um problema no carro quando retornava aos boxes no Q2. Desse modo, mesmo entre os melhores da sessão, não pôde participar da disputa pela ponta.

    Por conta da temporada de 2026 ter 11 equipes no grid, e não mais dez, as eliminações ocorreram de maneira diferente dos últimos anos. Antes, os pilotos entre o 16º e 20º lugares não avançavam à segunda parte do treino e os que ficavam entre 11º e 15º saíam da disputa pela pole position. Agora, caem do 17º ao 22º no Q1 e do 11º ao 16º no Q2. O Q3 segue com o top 10.

    COMO FOI A CLASSIFICAÇÃO

    Os carros foram à pista assim que a luz verde se acendeu nos boxes, sendo Hulkenberg o primeiro a abrir volta rápida, mas foi o brasileiro que brilhou, chegando a ocupar a ponta quando 15 pilotos concluíram os giros. Ele foi superado momentos depois, porém, pelo líder do TL3, Russell, e por Hadjar.

    Na reta final do Q1, quando todos começavam a marcar seus tempos, as McLarens e Ferraris já entraram na zona de classificação, com detalhe para a Scuderia utilizando pneus médios tanto com Lewis Hamilton quanto com Charles Leclerc e mesmo assim se colocando no top 5, contra vários adversários de macios.

    Restando sete minutos para se encerrar a parte inicial da classificação, Max Verstappen travou as rodas traseiras ao frear na Curva 1, escapou da pista e foi parar na barreira de proteção. Fim de sessão para o tetracampeão e prejuízo para a Red Bull, que ficou apenas com Hadjar restando no quali.

    Quem se deu bem com o acidente do holandês foi a Mercedes, que conseguiu consertar o carro de Antonelli, que havia batido no TL3, por conta do acionamento da bandeira vermelha. A equipe previa conseguir liberá-lo, mas o medo era de que restaria muito pouco tempo, não fosse a interrupção.

    O Q1 encerrou com Russell melhorando ainda mais seu tempo e garantindo a liderança e Hamilton, de médios, em terceiro lugar. Oscar Piastri fechou em segundo e Bortoleto, em décimo, também garantindo o avanço. Os eliminados foram: Fernando Alonso, Sergio Pérez, Valtteri Bottas, Max Verstappen, Carlos Sainz e Lance Stroll.

    O Q2 começou parecido com o Q1: Mercedes ‘voando’. Russell liderou as primeiras passagens, seguido por Antonelli. Hamilton foi melhor do que ambos no início da volta, mas cometeu um erro e teve que abortá-la. Bortoleto apareceu na nona colocação e dentro do top 10 na metade inicial da segunda parte.

    Na tentativa seguinte, o heptacampeão subiu à zona de classificação ao Q3, enquanto Leclerc melhorou seu tempo, pulou para segundo e garantiu as duas Ferraris na disputa pela pole. Gabriel chegou a ser ultrapassado por Hulkenberg e outros pilotos, ficou alguns minutos no grupo eliminado, mas, em sua última volta, passou em décimo. Caíram no Q2: Nico Hulkenberg, Oliver Bearman, Esteban Ocon, Pierre Gasly, Alexander Albon e Franco Colapinto.

    A sessão do brasileiro acabou antes mesmo do início da etapa final da classificação, no entanto. Quando fazia o retorno aos boxes, sua Audi teve uma falha na caixa de câmbio e ele parou na entrada do pitlane, não conseguindo levar o carro de volta sem ajuda externa e, assim, não podendo participar do Q3 e confirmando a décima posição.

    Quando os pilotos foram liberados, outra bandeira vermelha e ‘água no chopp’ da Mercedes, que esqueceu um pedaço de resfriador preso no carro de Antonelli. A peça caiu durante a volta de aquecimento dos pneus e Norris passou por cima dela. A direção de prova considerou como saída perigosa e colocou o italiano e a equipe em investigação, com potencial multa.

    Após mais essa interrupção, os trabalhos do Q3 finalmente foram abertos e Russell novamente liderou a tabela de tempos nas primeiras voltas, seguido por Norris e Hadjar, ambos a meio segundo do britânico, mais rápido em todos os três setores.

    Antonelli chegou a tirá-lo da pole position em sua última volta, mas ele melhorou ainda mais sua marca no fechamento da classificação, marcou 1:18:518 e confimou a pole position do GP da Austrália de Fórmula 1. O italiano ficou com o segundo lugar e Hadjar também fez um giro mais rápido para concluir em terceiro, na fila seguinte, junto a Leclerc.

    Como ficou o grid de largada do GP da Austrália de Fórmula 1:

    1º George Russell (ING/Mercedes) – 1min18s518

    2º Andrea Kimi Antonelli (ITA/Mercedes) – 1min18s811

    3º Isack Hadjar (FRA/Red Bull) – 1min19s303

    4º Charles Leclerc (MON/Ferrari) – 1min19s327

    5º Oscar Piastri (AUS/McLaren) – 1min19s380

    6º Lando Norris (ING/McLaren) – 1min19s475

    7º Lewis Hamilton (ING/Ferrari) – 1min19s478

    8º Liam Lawson (NZL/Racing Bulls) – 1min19s994

    9º Arvid Lindblad (ING/Racing Bulls) – 1min21s247

    10º Gabriel Bortoleto (BRA/Audi) – 1min20s221

    11º Nico Hulkenberg (ALE/Audi) – 1min20s303

    12º Oliver Bearman (ING/Haas) – 1min20s311

    13º Esteban Ocon (FRA/Haas) – 1min20s491

    14º Pierre Gasly (FRA/Alpine) – 1min20s501

    15º Alexander Albon (TAI/Williams) – 1min20s941

    16º Franco Colapinto (ARG/Alpine) – 1min21s270

    17º Fernando Alonso (ESP/Aston Martin) – 1min21s969

    18º Sergio Pérez (MEX/Cadillac) – 1min22s605

    19º Valtteri Bottas (FIN/Cadillac) – 1min23s244

    20º Max Verstappen (HOL/Red Bull) – sem tempo

    21º Carlos Sainz (ESP/Williams) – sem tempo

    22º Lance Stroll (CAN/Aston Martin) – sem tempo

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  • Polícia dos EUA mata brasileiro com quatro tiros após família pedir ajuda

    Polícia dos EUA mata brasileiro com quatro tiros após família pedir ajuda

    Segundo a emissora CBS News, Gustavo Guimarães teria sacado uma arma durante a abordagem, o que levou os policiais a reagirem com disparos. A família contesta essa versão.

    Um brasileiro de 34 anos, nascido em Belo Horizonte, morreu após ser atingido por quatro tiros durante uma ação policial em Powder Springs, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, na noite de terça-feira. Segundo a emissora CBS News, Gustavo Guimarães teria sacado uma arma durante a abordagem, o que levou os policiais a reagirem com disparos. A família contesta essa versão.

    “Concordo que a polícia deve agir quando ameaças perigosas colocam em risco suas vidas e a segurança de outras pessoas, mas essa narrativa não mostra o quadro completo e é imprecisa. Gus não tinha uma arma. Ele não é imigrante. Ele é cidadão dos Estados Unidos”, disse em entrevista divulgada pelo GLOBO um familiar, que pediu para não ser identificado.

    O caso ocorreu no estacionamento de um centro comercial na New MacLand Road, onde funciona um supermercado da rede Publix. A investigação está a cargo do Departamento de Investigação da Geórgia (GBI). Gustavo tinha dupla nacionalidade e vivia nos Estados Unidos havia cerca de duas décadas.

    De acordo com a polícia local, os agentes foram acionados por volta das 21h para atender uma ocorrência envolvendo uma pessoa em possível surto psicótico. O homem, morador da cidade de Acworth, estava no estacionamento quando foi abordado. Cerca de uma hora após o início da ocorrência, segundo a polícia, ele teria sacado uma arma de fogo. Diante da situação, aproximadamente sete policiais abriram fogo. Gustavo foi atingido quatro vezes — três tiros no peito e um na nuca. Ele chegou a ser levado a um hospital da região, mas não resistiu.

    A família afirma que ele apresentava sintomas que poderiam indicar esquizofrenia, embora nunca tivesse recebido diagnóstico formal e nunca tivesse demonstrado comportamento violento. Segundo parentes, ele também era contrário ao armamento.

    Na semana de sua morte, Gustavo teria concordado em buscar ajuda psicológica. A mãe então ligou para o 988, serviço telefônico de apoio a pessoas em crise de saúde mental nos Estados Unidos. Após o contato, duas profissionais de saúde se encontraram com ele no estacionamento do supermercado para avaliá-lo. A polícia chegou cerca de 30 minutos depois.

    Uma ambulância também foi chamada e levou a mãe de Gustavo ao hospital após ela apresentar sinais de ansiedade, queda de pressão e histórico de problemas cardíacos.

    “Ele nunca foi agressivo, mas acreditava estar sempre sendo perseguido e tinha dificuldades de encontrar um emprego, o que nos fazia acreditar que ele apresentava sinais de esquizofrenia. Quando as profissionais conversavam com ele, ele estava bem, lúcido, conversando normalmente. Ele só entrou em surto quando a polícia chegou, justamente por medo de ser capturado por policiais. A mãe não queria sair de perto do filho, mas quando ela foi levada ao hospital, o Gustavo foi morto”, relatou um familiar.

    O corpo foi reconhecido por um irmão, mas ainda não havia sido liberado para o funeral.

    “Essa foi uma ligação para o 988 que deu muito errado, e a história completa não está sendo retratada. Somos sensíveis aos policiais que precisaram atender a essa ocorrência naquela noite e ao que eles podem estar enfrentando após a situação, e estamos rezando pelo estresse que possam estar vivendo. No entanto, todos nós estamos no meio disso, com poucas informações e muita desinformação”, declarou outro parente.

    Nenhum policial ou civil ficou ferido. Como é padrão em casos de mortes durante intervenções policiais na Geórgia, o GBI assumiu a investigação. Após a conclusão do inquérito, o material será enviado ao promotor do condado de Cobb, que decidirá se haverá responsabilização criminal.

    Segundo autoridades estaduais, este foi o 16º caso de disparos envolvendo policiais registrado na Geórgia em 2026, sendo oito deles com morte.

    Polícia dos EUA mata brasileiro com quatro tiros após família pedir ajuda

  • Novos ataques russos deixam cinco mortos na Ucrânia

    Novos ataques russos deixam cinco mortos na Ucrânia

    Pelo menos cinco pessoas morreram entre a noite de sexta e hoje na Ucrânia, onde diversas regiões foram alvo de ataques aéreos russos, de acordo com um novo balanço das autoridades.

    Pelo menos quatro pessoas morreram após o bombardeio de um prédio residencial em Kharkiv (leste da Ucrânia) e uma morreu na região de Dnipropetrovsk (sudeste), que foi alvo de drones, artilharia e foguetes, segundo autoridades regionais.

    Um balanço anterior das autoridades indicava dois mortos no ataque realizado pela Rússia contra um prédio residencial em Kharkiv.

    “Como resultado do ataque inimigo, parte de um edifício residencial de cinco andares localizado no distrito de Kyivsky, em Kharkiv, foi praticamente destruída. Uma casa próxima também foi danificada”, escreveu na plataforma de mensagens Telegram o chefe da administração militar regional de Kharkiv, Oleg Synegoubov.

    Synegoubov também informou que dez pessoas ficaram feridas, incluindo dois meninos de 6 e 11 anos e uma menina de 17 anos.

    Em Chuguiv, também na região de Kharkiv, duas pessoas ficaram feridas em um “ataque com drones inimigos” contra uma casa no centro da cidade, afirmou anteriormente no Telegram a prefeita Galyna Minaeva.

    Um alerta aéreo foi acionado durante a noite em toda a Ucrânia devido aos ataques russos.

    A Força Aérea da Polônia informou na rede social X que enviou aviões militares para proteger seu espaço aéreo nas regiões de fronteira com a Ucrânia, como costuma fazer em casos de ataques de grande escala.

    Em Zaporíjia (sul), um ataque russo deixou uma criança ferida, anunciou no Telegram o chefe da administração regional, Ivan Fedorov.

    Novos ataques russos deixam cinco mortos na Ucrânia

  • Produção de armamento avançado dos EUA será quadruplicada, diz Trump

    Produção de armamento avançado dos EUA será quadruplicada, diz Trump

    O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que os principais fabricantes de armamento do país concordaram quadruplicar a produção de armas avançadas. 

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez o anúncio na rede social Truth Social, em plena campanha militar contra o Irã, após uma “reunião muito produtiva com as maiores empresas de defesa” do país, que concordaram em quadruplicar a produção de armas de alta tecnologia.

    “A expansão começou três meses antes da reunião, e as fábricas e a produção de muitas dessas armas já estão em andamento. Temos um fornecimento praticamente ilimitado de munições de nível médio e médio-superior, que estamos usando, por exemplo, no Irã e, recentemente, na Venezuela. Mesmo assim, também aumentamos os pedidos nesses níveis”, disse Trump.

    Da reunião participaram executivos de grandes empresas do setor de defesa, como BAE Systems, Boeing, Honeywell Aerospace, L3Harris Technologies, Lockheed Martin, Northrop Grumman e Raytheon.

    Segundo Trump, outra reunião foi agendada para daqui a dois meses.

    “Estados de todo o país estão competindo para sediar essas novas fábricas”, acrescentou o presidente norte-americano.

    O Irã tem questionado a capacidade dos Estados Unidos de manter munições suficientes para continuar os ataques no mesmo ritmo desde o início da ofensiva, no último sábado, enquanto as forças norte-americanas afirmam ter capacidade para manter a operação pelo tempo que for necessário.

    As forças dos EUA e de Israel têm afirmado que estão reduzindo a capacidade ofensiva do Irã, especialmente no que diz respeito a mísseis balísticos e drones, durante os ataques em andamento.

    Também hoje, Trump exigiu a “rendição incondicional” do Irã e afirmou que pretende participar da escolha dos futuros líderes do país e de sua reconstrução.

    “Não haverá acordo com o Irã, apenas uma RENDIÇÃO INCONDICIONAL! Depois disso, e da escolha de um ou mais líderes ÓTIMOS E ACEITÁVEIS, com muitos parceiros e aliados maravilhosos e muito corajosos, trabalharemos incansavelmente para reconstruir o Irã, tornando-o economicamente maior, melhor e mais forte do que nunca”, escreveu Trump na Truth Social, usando letras maiúsculas como costuma fazer.

    “MAKE IRAN GREAT AGAIN! (TORNAR O IRÃ GRANDE NOVAMENTE!)”, acrescentou Donald Trump, adaptando ao Irã o seu conhecido slogan de campanha “Make America Great Again”.

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