Categoria: MUNDO

  • Juíza que contrariou Trump tem casa destruída em incêndio nos EUA

    Juíza que contrariou Trump tem casa destruída em incêndio nos EUA

    Casa de Diane Goodstein ficou totalmente destruída, como poderá ver pelas imagens do vídeo abaixo. Juíza tinha travado, dias antes, uma decisão do presidente dos Estados Unidos da América.

    A casa da juíza norte-americana Diane Goodstein, na Carolina do Sul, Estados Unidos, foi destruída em um enorme incêndio no último fim de semana. 

    As causas do incêndio não foram ainda apuradas, informou o Departamento de Justiça do Estado, contudo a magistrada  está sendo alvo de várias ameaças depois de ter tomado uma decisão judicial contra o presidente do país, Donald Trump.

    O incêndio começou por volta do meio-dia de sábado e rapidamente consumiu o imóvel de três andares, localizado em uma área de difícil acesso.

    Do incidente resultaram três feridos, um deles é o marido da juíza. O ex-senador democrata Arnold Godstein ficou ferido depois de, supostamente, ter pulado de uma das janelas da casa para fugir às chamas. Teria sido resgatado em uma área de arbustos na parte traseira da residência e teria sofrido várias fraturas.

    Já Diana Goodstein, de 69 anos, estava passeando com os cães na praia quando começaram as chamas .

    Vale lembrar que o Departamento da Justiça da administração Trump tinha exigido os dados de mais de 3,3 milhões de eleitores, incluindo nomes, moradas, datas de nascimento, cartas de condução e números de Segurança Social. Segundo o ‘The Post’, a intenção era a de tentar perceber se havia imigrantes em situação irregular com autorização para votar.

    A eleitora Anne Crook colocou uma ação preventiva em tribunal contra este pedido e a juíza Diane Goodstein decidiu contra o Governo norte-americano, suspendendo a ordem.

    A polícia estadual está investigando se o incêndio foi criminoso, dado que a juíza estava recebendo ameaças de morte na sequência da sua decisão contra a administração Trump.

     

    Juíza que contrariou Trump tem casa destruída em incêndio nos EUA

  • Israel deporta Greta e outros 170 ativistas de flotilha

    Israel deporta Greta e outros 170 ativistas de flotilha

    Greta Thunberg foi deportada de Israel junto com outros 170 ativistas detidos por tentar levar ajuda humanitária a Gaza. Mais da metade dos 473 presos já deixou o país. Brasileiros seguem detidos na prisão de Ketziot, no deserto de Neguev, aguardando deportação

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A ativista Greta Thunberg e outras 170 pessoas presas na flotilha que levava ajuda humanitária a Gaza foram deportadas nesta segunda-feira (6) de Israel.

    Greta faz parte de grupos que foram colocados em voos para a Grécia e para a Eslováquia, informou o Ministério das Relações Exteriores do país. Em uma foto divulgada pelo governo de Israel, ela aparece com uma camiseta branca e uma calça cinza, roupa padrão dos ativistas que foram detidos em águas estrangeiras.

    Nenhum dos 14 brasileiros que foram detidos na flotilha e estão presos no país foram deportados nesta segunda-feira (6). Os deportados são cidadãos da Grécia, Itália, França, Irlanda, Suécia, Polônia, Alemanha, Bulgária, Lituânia, Áustria, Luxemburgo, Finlândia, Dinamarca, Eslováquia, Suécia, Noruega, Reino Unido, Sérvia e Estados Unidos, segundo o Ministério das Relações Exteriores de Israel.

    Com os deportados desta segunda-feira (06), mais da metade dos 473 ativistas que foram presos tentando levar a ajuda humanitária a Gaza no começo do mês já deixaram Israel. Outros 137 foram colocados em voo para a Turquia no fim de semana, enquanto Israel os acusava de “deliberadamente obstruir o processo de deportação, preferindo permanecer em Israel”.

    Brasileiros seguem detidos na prisão de Ketziot, localizada no deserto de Neguev. Segundo o Itamaraty, eles estão “bem diante da situação” e são submetidos aos trâmites jurídicos das autoridades israelenses e aguardam a deportação.

    Dos 15 membros da delegação brasileira que rumava a Gaza, 14 estão detidos. O único que não foi apreendido é Hassan Massoud, correspondente da Al Jazeera em São Paulo, que está na contagem de nacionais por ter um passaporte brasileiro.

    Apesar de estar na contagem de nacionais, Hassan, filho de pais palestinos, nasceu no Líbano. A embarcação em que o jornalista estava era considerada um “barco de observação” e não entrou na zona proibida pelas autoridades israelenses.

    ENTENDA O CASO

    Flotilha Global Sumud (“resiliência” em árabe) zarpou em setembro de Barcelona levando a bordo ativistas e personalidades políticas. Os grupos viajaram em embarcações separadas e chegaram perto das águas do enclave no começo de outubro, após um mês de viagem.

    Na quarta-feira (1º), a Marinha israelense começou a interceptar embarcações. Entre os ativistas detidos estavam representantes do Brasil, Argentina, México e Espanha. A ativista sueca Greta Thunberg, o brasileiro Thiago Ávila, a ex-prefeita de Barcelona Ada Colau e Mandla Mandela, neto de Nelson Mandela, também estavam nas embarcações.

    Fotilha afirma que tem intenção de transportar ajuda para o território palestino que, segundo a ONU, sofre com a fome extrema. No entanto, Israel impõe um bloqueio naval no entorno do território, onde há quase dois anos seu exército trava uma guerra contra o movimento islamista palestino Hamas, iniciada após o ataque de 7 de outubro de 2023.

    O ataque do grupo extremista em 7 de outubro de 2023 provocou a morte de 1.219 pessoas em Israel. A maioria das vítimas é composta por civis, segundo um balanço da AFP com base em fontes oficiais.

    A ofensiva israelense em represália matou pelo menos 66.225 pessoas na Faixa de Gaza, também civis na maioria. Os dados são do Ministério da Saúde do território, governado pelo Hamas, que a ONU considera confiáveis.

    Israel deporta Greta e outros 170 ativistas de flotilha

  • Trump diz que proposta nuclear de Putin 'parece uma boa ideia'

    Trump diz que proposta nuclear de Putin 'parece uma boa ideia'

    Trump indicou apoio à proposta de Vladimir Putin para estender por um ano o tratado de controle nuclear Novo Start, último acordo do tipo em vigor entre EUA e Rússia. O gesto foi visto pelo Kremlin como sinal positivo em meio à escalada de tensões pela guerra na Ucrânia

    (CBS NEWS) – Em meio a tensões renovadas com a Rússia devido à Guerra da Ucrânia, o presidente Donald Trump fez uma sinalização a Vladimir Putin, dizendo que “parece uma boa ideia” a proposta do russo de prolongar por um ano o último acordo de controle de armas nucleares ainda vigente.

    A frase do americano foi dita ao repórteres na saída da Casa Branca no domingo (5) à noite, e foi saudada nesta segunda-feira (6) pelo Kremlin como “um sinal otimista” em uma era de temores atômicos.

    Na semana passada, Putin havia dito que o Kremlin está disposto a voluntariamente adiar o fim do chamado Novo Start, um acordo em vigor desde 2011 que teria de ser renovado no próximo dia 5 de fevereiro.
    Pela proposta, ambas as potências nucleares, que controlam 87% do arsenal do planeta, manteriam os termos do acordo por mais um ano, enquanto negociam um novo tratado que pode ou não incluir a ascendente China, do lado dos aliados de Moscou, e talvez França e Reino Unido, pelo flanco ocidental.

    O Novo Start é o último arranjo em vigor sobre o tema. Em seu primeiro mandato, Trump deixou os dois outros diplomas que ajudaram a baixar as tensões atômicas, alegando obsolescência. Putin, por sua vez, suspendeu em 2023 as obrigações russas no acordo ainda vigente devido ao apoio dos EUA a Kiev.

    Ele manteve os limites previstos no acordo, 1.550 ogivas estratégicas operacionais em 700 meios de emprego, mísseis em silos, em submarinos e em bombardeiros, mas congelou regimes de inspeção mútua e outras obrigações.

    As armas estratégicas são aquelas de maior alcance e potência, associadas à destruição de cidades inteiras. Em oposição, há os modelos táticos, em teoria menos potentes e limitados a campos de batalha, embora seja consenso entre especialistas que seu emprego levaria ao uso de bombas maiores.

    A questão de controlar armas táticas é, ao lado da vontade americana de ter a China sob o controle de um novo tratado, um ponto nevrálgico de discussões. Segundo a referencial Federação dos Cientistas Americanos, os EUA têm cerca de 200 dessas ogivas, 100 delas operantes, enquanto os russos têm 1.558.

    Ambos os lados têm se mexido no campo nuclear. No seu primeiro mandato, Trump baixou a barra para o uso de armas táticas e colocou modelos menos potentes em serviço nos seus submarinos. Agora, promove projeto de defesa balística Domo Dourado, visto com desconfiança por analistas.

    Já Putin mudou a doutrina nuclear russa, ampliando a possibilidade de emprego da bomba, e desenvolveu uma nova geração de mísseis capazes de serem armados com ela, como o famoso Orechnik, testado sem carga explosiva sobre a Ucrânia em novembro, além de diversos modelos hipersônicos manobráveis.

    O debate ocorre enquanto os EUA, que estão num vaivém alternando gestos amistosos e pressão sobre Putin acerca da guerra, estudam o envio de mísseis de cruzeiro Tomahawk para Volodimir Zelenski.

    O presidente russo alertou no fim de semana que, se isso ocorrer, haverá um rompimento decisivo na retomada de relações com os americanos, que ele ainda considera sua prioridade. Relatos de Washington sugerem que Trump pode não tomar a decisão, mas isso é incerto.

    Enquanto isso, no campo de batalha, a intensa pressão aplicada pelos russos contra o vizinho nas últimas semanas recebeu uma resposta nesta segunda. Kiev lançou o segundo maior ataque com drones sobre a Rússia em todo o conflito, com o Ministério da Defesa de Putin dizendo ter derrubado 251 aparelhos.

    Antes, em 11 de março, haviam sido 337. Os russos não divulgam o número total de drones que foram lançados, mas o foco foi a região meridional de Belgorodo, onde estações de energia foram atingidas e 40 mil habitantes ficaram no escuro. Moram por lá 1,5 milhão de pessoas.

    Na Crimeia, anexada em 2014 por Putin, foram relatados ataques a um terminal de distribuição de petróleo e uma fábrica de munição. Em Briansk, também no sul russo, e em Níjni-Novogorod, mais a leste, canais locais de Telegram divulgaram imagens de explosões em estações de energia. Não houve vítimas confirmadas na ação.

    Trump diz que proposta nuclear de Putin 'parece uma boa ideia'

  • Rússia rejeita acusações de envio de drones e alerta para escalada na Europa

    Rússia rejeita acusações de envio de drones e alerta para escalada na Europa

    Kremlin reage a acusações de Berlim e nega envolvimento no envio de drones à União Europeia. Moscou acusa a Otan e países europeus de fomentar tensões militares e alerta que o aumento de manobras e da presença ocidental na fronteira pode levar a uma nova escalada

    A Rússia negou nesta segunda-feira (6) ter enviado drones para a Alemanha e outros países da União Europeia, acusando a Otan e as nações europeias de estarem preparando uma escalada militar.

    “Não há base para acusar a Rússia disso”, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, em uma coletiva de imprensa por telefone. Ele classificou como “estranha” a questão dos drones e criticou políticos europeus por culparem Moscou “sem qualquer fundamento”.

    Peskov citou o caso de um jovem detido na Europa por pilotar um drone e destacou que ele “não tinha nenhuma ligação com a Rússia”, em resposta às declarações do chanceler alemão, Friedrich Merz, que sugeriu que Moscou poderia estar por trás do envio dos equipamentos à UE.

    O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Alexander Grushko, também comentou o caso, dizendo que a Polônia ignorou as propostas de diálogo feitas por Moscou sobre o tema.

    Grushko criticou Varsóvia por recorrer à Otan e acionar o artigo 4º da aliança, em vez de manter contato direto com a Rússia. Ele afirmou que “a Europa está caminhando para uma escalada”, apontando o aumento da ajuda militar ocidental à Ucrânia.

    O diplomata acusou ainda a Otan de realizar manobras “cada vez mais agressivas”, incluindo operações ofensivas e voos de bombardeiros próximos das fronteiras russas.

    “A política europeia está claramente orientada para o confronto com Moscou”, disse Grushko. Segundo ele, o número de exercícios militares da aliança tem crescido, com “operações ofensivas, desembarque de tropas, aumento das atividades de espionagem aérea e presença maior de armas nucleares”.

    “Os bombardeiros estratégicos americanos estão voando perto das nossas fronteiras”, concluiu o vice-ministro russo.

    Rússia rejeita acusações de envio de drones e alerta para escalada na Europa

  • Nobel da Medicina vai para Mary E. Brunkow, Fred Ramsdell e S. Sakaguchi

    Nobel da Medicina vai para Mary E. Brunkow, Fred Ramsdell e S. Sakaguchi

    Os imunologistas Mary E. Brunkow, Fred Ramsdell e Shimon Sakaguchi receberam o Nobel de Medicina de 2025 por pesquisas que explicam como o corpo evita atacar a si mesmo. O prêmio inaugura a semana de anúncios dos Nobel em Estocolmo e Oslo

    O Prêmio Nobel de Medicina de 2025 foi concedido aos imunologistas Mary E. Brunkow, Fred Ramsdell e Shimon Sakaguchi por suas descobertas sobre a tolerância imunológica periférica, mecanismo essencial para evitar que o sistema imunológico ataque o próprio organismo.

    Ao longo da semana, serão anunciados os vencedores das demais categorias: Física, Química, Literatura e Paz. O último prêmio, de Economia, será divulgado apenas na segunda-feira, 13 de outubro.

    Todos os anúncios ocorrem em Estocolmo, Suécia, com exceção do Nobel da Paz, tradicionalmente concedido pelo Comitê Norueguês do Nobel, em cerimônia no Instituto Nobel Norueguês, em Oslo.

    Nesta edição, o Nobel da Paz tem atraído atenção especial por incluir entre os cotados o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nome que divide opiniões em todo o mundo.

    [Notícia em atualização]

    Nobel da Medicina vai para Mary E. Brunkow, Fred Ramsdell e S. Sakaguchi

  • Três jovens morrem queimados após falha em portas de Tesla nos EUA

    Três jovens morrem queimados após falha em portas de Tesla nos EUA

    Estudantes da Califórnia morreram presos dentro de um Tesla Cybertruck após o carro pegar fogo em um acidente. A falha elétrica travou as portas, impedindo a fuga das vítimas. A família acusa a montadora de negligência e “desprezo consciente” pela segurança

    Três estudantes morreram após o Tesla Cybertruck em que estavam se incendiar na Califórnia (EUA), em 27 de novembro do ano passado. O veículo travou automaticamente após a colisão, impedindo que os ocupantes conseguissem sair.

    As vítimas foram identificadas como Soren Dixon, de 19 anos, que dirigia o carro, e os passageiros Jack Nelson, de 20, e Krysta Tsukahara, de 19. Um quarto ocupante sobreviveu após um transeunte quebrar o vidro com um galho de árvore, conseguindo retirá-lo do veículo em chamas.

    De acordo com um relatório judicial obtido pelo San Francisco Chronicle, Krysta sobreviveu ao impacto inicial e estava consciente quando o fogo começou, mas ficou presa devido a uma falha no sistema elétrico das portas, que travou após o desligamento da bateria. A jovem morreu por inalação de fumaça e queimaduras.

    Os pais da vítima, Carl e Noelle Tsukahara, processaram a Tesla, alegando negligência e “desprezo consciente” pela segurança dos consumidores. O advogado da família, Roger Dreyer, afirmou que a montadora “sabe que esse problema existe e continuará acontecendo, mas não faz nada além de vender carros que podem aprisionar pessoas”.

    Durante o depoimento no Tribunal Superior do Condado de Alameda, especialistas explicaram que as portas dos veículos Tesla dependem de uma bateria de 12 volts, que pode falhar após um acidente, e que o botão manual de emergência é de difícil localização.

    O processo cita mais de 30 relatos semelhantes envolvendo falhas nos sistemas de abertura das portas de veículos da marca. A Tesla, controlada por Elon Musk, ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

    Três jovens morrem queimados após falha em portas de Tesla nos EUA

  • Primeiro-ministro francês pede demissão e agrava crise política

    Primeiro-ministro francês pede demissão e agrava crise política

    Com menos de um mês no cargo, o primeiro-ministro enfrentava forte pressão da oposição e críticas à composição do novo gabinete. A saída de Lecornu representa mais um revés para Emmanuel Macron em meio ao impasse parlamentar

    O primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, apresentou nesta segunda-feira (6) sua renúncia ao presidente Emmanuel Macron, segundo informações da emissora BFM TV. O Palácio do Eliseu confirmou que Macron aceitou o pedido, aprofundando o impasse político no país.

    Lecornu havia assumido o cargo em 9 de setembro, substituindo François Bayrou, mas enfrentava forte pressão da oposição e da direita francesa. As críticas se intensificaram após o anúncio, no domingo (5), de parte de sua nova equipe de governo — composta por 16 ministros e dois secretários de Estado, majoritariamente de centro-direita, incluindo nomes que já haviam integrado o gabinete anterior.

    A oposição reagiu de imediato. Marine Le Pen, líder da extrema-direita, classificou o novo gabinete como “patético” e voltou a defender eleições antecipadas, acusando o governo de “manter no poder quem levou a França à bancarrota”, em referência à volta de Bruno Le Maire ao Ministério da Economia.

    Lecornu era o quarto primeiro-ministro nomeado por Macron em menos de um ano, reflexo da instabilidade política causada pelo parlamento fragmentado e pela dificuldade de aprovar medidas de austeridade.

    Ele deveria apresentar sua declaração de política geral à Assembleia Nacional nesta terça-feira (7), mas a renúncia interrompe o que seria sua primeira grande tentativa de consolidar apoio parlamentar.

    Primeiro-ministro francês pede demissão e agrava crise política

  • Trump confirma novo ataque no Caribe e sugere ações antidrogas em solo

    Trump confirma novo ataque no Caribe e sugere ações antidrogas em solo

    Os Estados Unidos confirmaram mais um ataque a uma embarcação no Caribe. Donald Trump afirmou que, diante do sucesso das operações navais, Washington pode iniciar ações em terra para combater cartéis e traficantes ligados ao tráfico internacional de drogas

    Os Estados Unidos realizaram mais um ataque a uma embarcação que navegava no Caribe, confirmou o presidente Donald Trump, ao sugerir que Washington pode em breve levar suas operações antidrogas do mar para o território terrestre.

    Durante o discurso de comemoração dos 250 anos da Marinha norte-americana, neste domingo, na Estação Naval de Norfolk, na Virgínia, Trump afirmou que as ações contra barcos de traficantes têm sido tão bem-sucedidas que já não há embarcações na região.

    Nas últimas semanas, a Marinha tem apoiado nossa missão de eliminar completamente os terroristas dos cartéis. Não encontramos nenhum. Nem mesmo barcos de pesca, ninguém mais quer entrar na água, declarou.

    O presidente mencionou o ataque mais recente, ocorrido no sábado à noite, mas não forneceu detalhes. Ao ser questionado por jornalistas na volta à Casa Branca, limitou-se a dizer que sua equipe repassaria as informações.

    Trump advertiu ainda que, após o fracasso em localizar traficantes no mar, os Estados Unidos terão de começar a procurá-los em terra.

    Na sexta-feira, o Pentágono anunciou outra incursão militar no Caribe contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas, a quarta operação do tipo desde o início de setembro.

    Cada um desses barcos é responsável pela morte de 25 mil norte-americanos e suas famílias. Quando se olha por esse prisma, o que estamos fazendo é um ato de bondade, afirmou o presidente diante das tropas.

    De acordo com as autoridades norte-americanas, ao menos 21 pessoas foram mortas nos ataques até o momento.

    Trump confirma novo ataque no Caribe e sugere ações antidrogas em solo

  • Líderes de França, Albânia e Azerbaijão são 'flagrados' rindo de Trump

    Líderes de França, Albânia e Azerbaijão são 'flagrados' rindo de Trump

    Emmanuel Macron, Edi Rama e Ilham Aliyev foram flagrados rindo de Trump, que disse que acabou com “guerras que se julgavam sem solução”, dando como exemplo o “Azerbaijão e a Albânia”, quando, na verdade, queria referir-se ao conflito entre a Arménia e o Azerbaijão.

    O presidente francês, Emmanuel Macron, o seu homólogo do Azerbaijão, Ilham Aliyev, e o primeiro-ministro da Albânia, Edi Rama, caíram na risada diante de uma gafe do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que se vangloriou de ter encerrado uma guerra… que nunca existiu.

    A confusão aconteceu porque Trump declarou, em meados de setembro, que havia colocado fim a “guerras que pareciam sem solução”, citando como exemplo o “Azerbaijão e a Albânia” — quando, na verdade, queria se referir ao conflito entre a Armênia e o Azerbaijão.

    Na última quinta-feira, 2 de outubro, durante a cúpula da Comunidade Política Europeia, em Copenhague, o primeiro-ministro albanês se aproximou e abraçou Macron, que conversava com o presidente do Azerbaijão.

    “Você deveria pedir desculpas, porque não nos parabenizou pelo acordo de paz que o presidente Trump fez entre a Albânia e o Azerbaijão”, disse Rama a Macron, rindo. “Ele trabalhou muito.”

    Os três líderes logo entenderam a piada e começaram a rir. Macron chegou a concordar com Rama e pediu desculpas por não ter felicitado os dois países — como mostra o vídeo registrado no evento.

    “Acabei com guerras que pareciam sem solução. Azerbaijão e Albânia”
    Em entrevista à Fox News, em setembro, Trump declarou que encerrou “guerras que pareciam sem solução” e citou o conflito entre “Azerbaijão e Albânia”, dizendo que ele havia durado “muitos e muitos anos”.

    Na verdade, Trump se referia ao acordo histórico assinado entre a Armênia e o Azerbaijão, na Casa Branca, no mês anterior, em que os dois países se comprometeram a encerrar permanentemente o conflito territorial que os opunha há décadas. Mas essa não foi a primeira vez que o ex-presidente confundiu a Armênia com a Albânia.

    Em agosto, poucos dias após a mediação do acordo, Trump já havia comentado o processo trocando novamente os nomes: chamou a Armênia de Albânia e o Azerbaijão de “Aberbaijão”.

    “Para o ‘Aberbaijão’ — isso foi um grande problema que durou 34, 35 anos. Digamos, a Albânia… quer dizer, pensem nisso, durou muitos anos. Eu conheci os líderes, tive contato com eles por meio do comércio. E me perguntava: ‘Por que vocês estão lutando?’”, disse Trump no programa The Mark Levin Show.

    “Então eu disse: ‘Não vou fazer um acordo comercial se vocês continuarem brigando — isso é uma loucura’. Enfim, uma coisa levou à outra, e eu consegui resolver a questão”, acrescentou.

    Afinal, o que aconteceu entre a Armênia e o Azerbaijão?
    No dia 8 de agosto, os dois países assinaram vários tratados relacionados ao processo de paz. Na ocasião, Trump afirmou que “Armênia e Azerbaijão estão comprometidos em encerrar todos os conflitos de forma definitiva, reabrir o comércio, as viagens e as relações diplomáticas, além de respeitar a soberania e a integridade territorial de cada um”.

    Os acordos foram assinados pelo presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, e pelo primeiro-ministro da Armênia, Nikol Pashinyan.

    As partes vinham tentando se aproximar havia meses para finalizar o tratado, após décadas de guerra. No dia 13 de março, as autoridades dos dois países chegaram a uma versão final do texto do acordo de paz sobre o conflito na região de Nagorno-Karabakh — território reintegrado ao Azerbaijão após uma ofensiva militar em 2023, que provocou o êxodo da maioria da população armênia da área.

    Líderes de França, Albânia e Azerbaijão são 'flagrados' rindo de Trump

  • Dois mortos e 12 feridos em "tiroteio em massa" no centro do Alabama

    Dois mortos e 12 feridos em "tiroteio em massa" no centro do Alabama

    O incidente ocorreu na noite de sábado no centro turístico da cidade de Montgomery, no Alabama, e provocou dois mortos e 12 feridos, incluindo dois menores – um dos quais em estado grave.

    Pelo menos duas pessoas morreram e 12 — incluindo duas crianças — ficaram feridas após um “tiroteio em massa” no centro de Montgomery, no estado norte-americano do Alabama, na noite de sábado.

    De acordo com a imprensa dos Estados Unidos, o incidente aconteceu por volta das 23h30 de sábado (5h30 da manhã de domingo em Lisboa), quando vários homens armados trocaram tiros em meio a uma multidão na área turística da cidade.

    “Eram dois grupos envolvidos, que basicamente começaram a atirar um contra o outro no meio da multidão”, afirmou o chefe do Departamento de Polícia de Montgomery, James Graboys, citado pela agência Associated Press (AP). Ele acrescentou que os atiradores “não se importaram com as pessoas ao redor no momento do ataque”.

    A tenente do Departamento de Polícia de Montgomery, Tina McGriff, informou que uma das vítimas fatais era uma mulher e que duas crianças estão entre os feridos, sendo uma delas em estado grave.

    “No total, três vítimas continuam em estado crítico e outras nove tiveram ferimentos sem risco de morte”, explicou McGriff.

    “Os detetives estão ativamente em busca de pistas e analisando provas, incluindo depoimentos de testemunhas e imagens de câmeras de segurança”, acrescentou. “Pedimos que qualquer pessoa com informações relacionadas a este caso se apresente. Até mesmo o menor detalhe pode ser crucial para ajudar os investigadores a identificar os responsáveis.”

    Em entrevista ao canal local WSFA, o prefeito de Montgomery, Steven Reed, disse que os envolvidos abriram fogo contra a multidão enquanto a polícia patrulhava “a menos de 15 metros de ambos os lados” do local.

    “Estamos orando pelas vítimas dessa atrocidade. Estamos orando por suas famílias e amigos. Estamos orando por nossa cidade”, destacou. “Milhares de pessoas estiveram na cidade neste fim de semana, e bastou uma ou duas para mudar completamente o resultado.”

    O procurador-geral do Alabama, Steve Marshall, também divulgou um comunicado expressando suas “mais profundas condolências” às vítimas e afirmou que o tiroteio “sublinha, mais uma vez, que a capital está em crise”.

    “Continuo preocupado com a recusa obstinada da liderança municipal em reconhecer que há um problema sério”, criticou.

    O incidente, sublinhou a AP, ocorreu numa noite movimentada numa área  da cidade que atrai muitos turistas. Na noite de sábado, houve um jogo de futebol americano entre a Universidade de Tuskegee e o Morehouse College e foi inaugurada uma roda gigante e outras atrações no centro da cidade.

    Dois mortos e 12 feridos em "tiroteio em massa" no centro do Alabama