Categoria: MUNDO

  • Vídeo mostra queda de avião militar que deixou 66 mortos na Colômbia

    Vídeo mostra queda de avião militar que deixou 66 mortos na Colômbia

    Imagens registram momento em que aeronave perde altitude logo após decolar e explode ao atingir o solo. Acidente envolveu avião com mais de 100 militares a bordo e deixou dezenas de feridos

    Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o avião militar da Força Aérea Colombiana perde altitude logo após a decolagem e cai em Puerto Leguízamo, no sul do país, próximo à fronteira com o Equador.

    A aeronave, um Hercules C-130, transportava cerca de 125 pessoas, entre militares e tripulantes. O acidente ocorreu na manhã de segunda-feira, pouco depois da decolagem. Segundo o balanço mais recente, ao menos 66 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas.

    Imagens registradas por testemunhas mostram o avião ainda no ar antes de despencar, seguido por uma grande explosão e uma densa nuvem de fumaça

    .Outros vídeos mostram os destroços em chamas no local da queda, enquanto equipes de resgate tentam acessar a área, que apresenta dificuldades logísticas

    Veja o vídeo acima.

    De acordo com informações preliminares divulgadas pela imprensa local, o avião teria enfrentado problemas durante a subida inicial, sem conseguir ganhar altitude suficiente.

    Em publicação nas redes sociais, o ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez, lamentou o acidente. “É com profunda dor que informo que um avião Hércules da nossa Força Aérea sofreu um trágico acidente ao decolar de Puerto Leguízamo, transportando nossas tropas”, escreveu.

    As causas do acidente ainda são investigadas pelas autoridades colombianas.

    Vídeo mostra queda de avião militar que deixou 66 mortos na Colômbia

  • Número de mortos em queda de avião militar na Colômbia sobe para 66

    Número de mortos em queda de avião militar na Colômbia sobe para 66

    Aeronave com 125 pessoas caiu após decolagem em área próxima à fronteira com o Equador. Resgate enfrenta dificuldades, há dezenas de feridos e autoridades descartam ataque como causa inicial do acidente

    Pelo menos 66 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas após a queda de um avião militar no sudoeste da Colômbia, segundo o balanço mais recente divulgado pelas autoridades.

    A aeronave, um modelo Hercules C-130, levava 125 pessoas a bordo e caiu na manhã de segunda-feira, pouco depois de decolar de Puerto Leguízamo, no departamento de Putumayo, próximo à fronteira com o Equador.

    Entre as vítimas estão 58 soldados, seis integrantes da Força Aérea e dois policiais. Ao todo, 81 pessoas ficaram feridas e foram socorridas, segundo autoridades locais.

    O resgate tem sido dificultado pelas condições do local do acidente. De acordo com o governo regional, equipes enfrentam obstáculos para retirar vítimas e prestar atendimento no pequeno aeroporto da região.

    Imagens divulgadas mostram destroços em chamas, com fumaça densa se espalhando pela área. Parte das munições transportadas pelo avião explodiu após a queda, o que também foi ouvido em vídeos que circulam nas redes sociais.

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, lamentou o episódio e classificou o acidente como “terrível”. Ele também afirmou que o caso reforça a necessidade de modernização da frota militar do país. As causas da queda ainda são desconhecidas.

    O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, descartou, até o momento, a hipótese de ataque. Segundo ele, não há indícios de ação de grupos armados na região.

    A área onde ocorreu o acidente é marcada por operações militares frequentes devido à presença de organizações ligadas ao tráfico de drogas na fronteira entre Colômbia e Equador.

    Este é o segundo acidente envolvendo um avião do modelo C-130 na América do Sul em menos de um mês. Em fevereiro, uma aeronave boliviana caiu próximo a La Paz durante uma aterrissagem, deixando 24 mortos.

    O Hercules C-130 é um avião militar de transporte amplamente utilizado no mundo, conhecido pela capacidade de operar em pistas curtas e transportar tropas, equipamentos e veículos.
     
     

    Número de mortos em queda de avião militar na Colômbia sobe para 66

  • Von der Leyen alerta que Europa atravessa "momento perigoso"

    Von der Leyen alerta que Europa atravessa "momento perigoso"

    Presidente da Comissão Europeia aponta cenário global instável, com riscos geopolíticos, desinformação e dependência econômica. Em discurso na Austrália, defendeu maior cooperação entre aliados e alertou para impactos das mudanças climáticas.

    A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou nesta segunda-feira que a Europa vive um “momento perigoso” diante de um cenário internacional cada vez mais instável. A declaração foi feita durante discurso no Parlamento da Austrália.

    Segundo ela, o mundo atual é marcado por incertezas e mudanças rápidas. “O mundo em que vivemos é brutal, duro e implacável. Parece estar de cabeça para baixo”, disse, ao destacar que antigas referências de estabilidade já não se sustentam diante das tensões geopolíticas e econômicas.

    Von der Leyen alertou que a distância geográfica deixou de ser uma barreira de proteção, inclusive para países como a Austrália. “Atores mal-intencionados podem alcançar nossas fronteiras sem sair de seus territórios”, afirmou, citando riscos como desinformação e interferência externa.

    Diante desse cenário, a líder europeia defendeu maior cooperação entre aliados e reforço das estratégias de segurança. “Quando estamos juntos, somos mais fortes”, disse, ao destacar que os desafios enfrentados por Europa e Austrália são comuns.

    Ela também fez um alerta sobre a dependência de fornecedores específicos, em referência indireta à China, e reforçou a necessidade de diversificar cadeias de produção para garantir segurança econômica e industrial.

    Outro ponto abordado foi a crise climática. Von der Leyen afirmou que as mudanças climáticas já causam impactos severos na Europa e defendeu ações conjuntas para enfrentar o problema, incluindo o avanço da transição energética.

    A visita ocorre em um momento de aproximação entre União Europeia e Austrália. Após quase uma década de negociações, os dois lados anunciaram um acordo de livre comércio que prevê a redução de tarifas e ampliação do acesso a mercados em diversos setores, como alimentos e produtos industriais.

    Além disso, foi anunciada uma nova parceria em segurança e defesa, com foco em cooperação em áreas como indústria militar, segurança marítima, cibersegurança e combate à desinformação.
     

     

    Von der Leyen alerta que Europa atravessa "momento perigoso"

  • Governo Trump avalia colocar presidente do Parlamento do Irã no poder, diz site

    Governo Trump avalia colocar presidente do Parlamento do Irã no poder, diz site

    Mohammad Ghalibaf tem ameaçado Washington, mas é visto por integrantes da Casa Branca como negociador. Segundo o site Politico, parlamentar é uma das opções de Washington na busca por uma saída para o conflito

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O governo de Donald Trump sonda o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Ghalibaf, 64, como um potencial parceiro para negociações que encerrem o conflito um eventual líder do país persa mais maleável a interesses americanos.

    A avaliação foi revelada pelo site americano Politico, que conversou com autoridades da gestão republicana sem nomeá-las.

    De acordo com o site, Ghalibaf é uma das principais lideranças vistas por Washington para exercer esse papel, muito embora não seja a única e tenha também reforçado a retórica da República Islâmica de retaliação e ameaças aos EUA e aliados.

    A busca por Ghalibaf sinaliza ainda uma tentativa de inflexão na política da Casa Branca para o conflito, à medida que ficam claros os limites da ação militar para a derrubada do regime em Teerã. Há poucas certezas sobre a estratégia, em particular dado que os ataques americanos começaram em meio a negociações com o Irã sobre seu programa nuclear.

    Ex-prefeito de Teerã e presidente do Parlamento desde 2020 -quando substituiu o homem-forte do regime e chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani-, Ghalibaf negou nesta segunda qualquer negociações com os EUA, chamando relatos nesse sentido de “fake news usadas para manipular os mercados financeiro e do petróleo”.

    Nesta segunda-feira (23), Trump anunciou que adiaria em cinco dias os ataques prometidos à infraestrutura energética iraniana caso o país não aceitasse suas demandas, em particular o fim do bloqueio no estreito de Hormuz, por onde passa 20% do comércio de petróleo global.

    O recuo veio também com a afirmação de que a Casa Branca negociava com autoridades iranianas, algo que foi negado pela chancelaria de Teerã -que confirmou ter ouvido propostas de terceiros, mas se recusa a participar de negociações que não sejam diretas, com fim dos ataques e manutenção de sua soberania.

    “Essas são discussões diplomáticas sensíveis e os EUA não vão negociar através da imprensa”, afirmou sobre o tema a secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.

    Uma das autoridades ouvidas pelo site americano afirma que Trump evita ataques mais intensivos à produção de petróleo do Irã, em particular ao maior centro de produção iraniana, a ilha de Kharg, porque ainda tem a expectativa de encontrar um interlocutor dentro do regime nos moldes do que ocorreu com Delcy Rodríguez, vice-líder do regime da Venezuela antes da captura do ditador Nicolás Maduro.

    Outra autoridade ouvida pelo site, desta vez de um país do golfo Pérsico, afirma que Trump apenas tenta ganhar tempo e estabilizar os mercados com o recuo do ultimato.

    Nesta segunda, Trump disse que não houve contato com o líder supremo, Mojtaba Khamenei -que assumiu após a morte do pai, Ali, no início da guerra disparada pelos Estados Unidos e Israel há três semanas, mas ainda não apareceu em público ou na TV.

    “Eu não sei dele. Eu não o considero como líder”, disse Trump, que citou um acordo de 15 pontos em discussão que inclui a renúncia que o Irã já havia prometido fazer a armas nucleares. Ele também insiste em que a teocracia desista totalmente de seu programa nuclear, o que Teerã rejeita.

    Segundo a agência iraniana Mehr, a chancelaria do país disse que Trump só quer ganhar tempo para sua campanha militar e aliviar a pressão no mercado de petróleo, e afirmou que há “iniciativas para reduzir a tensão”, mas que Teerã só aceitará propostas dos Estados Unidos diretamente.

    Governo Trump avalia colocar presidente do Parlamento do Irã no poder, diz site

  • MP de Portugal denuncia três homens por agressão a brasileiros

    MP de Portugal denuncia três homens por agressão a brasileiros

    Agressão ocorreu em 30 de dezembro de 2023, quando os brasileiros saíam de uma festa; vítimas sofreram ferimentos no rosto e precisaram de atendimento médico

    BRASÍLIA, DF (UOL/CBS NEWS) – O Ministério Público de Portugal denunciou três homens que faziam parte do grupo de jovens acusados de agredir com socos e pontapés dois brasileiros negros que se recusaram a lhes dar 10 euros (cerca de R$ 60) em Vila Nova de Gaia, em Portugal, no final de 2023. Um dos denunciados é brasileiro; os demais, portugueses.

    A agressão ocorreu na madrugada de 30 de dezembro de 2023, quando os brasileiros saíam de uma festa. O produtor cultural e aluno de doutorado Bruno César Marcelino, 33, e o cozinheiro Kaique dos Santos Soares, 25, foram agredidos por dez portugueses. A PSP (Polícia de Segurança Pública) só identificou seis dos dez agressores depois de mais de dois anos de investigação.

    Mas, de acordo com a denúncia, obtida pela reportagem, o Ministério Público entendeu que só era possível acusar três suspeitos: Rafael Alexandre Ribeiro Matos, Nuno Jorge Serrão Paiva e Daniel Faiole Salles. Outras três pessoas apontadas pela PSP como possíveis agressores negaram o crime. À reportagem, Marcelino reforçou que eles identificaram todos os seis suspeitos como agressores.

    A Procuradoria não se convenceu. “Não foi possível identificar os outros indivíduos que praticaram em co-autoria o crime de roubo”, escreveu a procuradora da República Maria de Lourdes Pinto Guedes, em documento datado de 2 de março deste ano. Ela disse que havia “escassos elementos disponíveis” para a investigação completa.

    “Os arguidos Rafael Matos, Nuno Paiva e Daniel Salles, desferiram murros, atingindo os ofendidos na cabeça e no rosto, nomeadamente no maxilar, no nariz e na boca provocando-lhes, dores e lesões”, disse Maria de Lourdes.

    As vítimas sofreram ferimentos no rosto e precisaram de atendimento médico. Marcelino teve, segundo a perícia, “lesões na face, na região peri-ocular esquerda, uma equimose de cor arroxeada bipalpebral, com 4 cm por 3 cm, na face vestibular do lábio superior, uma equimose de coloração arroxeada, arredondada com 1,5 cm de diâmetro, na face vestibular do lábio superior, uma equimose de coloração arroxeada, com 1,5 cm de diâmetro”. Ele levou 12 dias para tratar dos ferimentos, anota a denúncia. Já o cozinheiro Santos teve as seguintes lesões: “Na face, um edema discreto da hemiface esquerda, com coloração equimótica ténue”. Foram oito dias para tratar os ferimentos.

    A reportagem procurou, mas não localizou a defesa do trio de acusados Matos, Paiva e Salles. Os esclarecimentos serão publicados quando forem recebidos. Salles, que é brasileiro e jogou futebol na Europa, tem origem no estado do Espírito Santo. Assim, como ele, Matos é ligado ao esporte. Chegou a atuar como árbitro de futebol em Portugal.

    TRIBUNAL COLETIVO ANALISARÁ O CASO

    O caso será analisado pelo Tribunal Coletivo de Portugal, responsável por crimes graves. A pena para tentativa de roubo no país europeu varia de um a 15 anos de prisão.

    Os acusados ainda podem pedir uma revisão das provas antes do julgamento. O recurso serve para verificar se há elementos suficientes para abrir o processo ou se o caso deve ser arquivado.

    MOTIVAÇÃO FOI DINHEIRO, DIZ MP

    Os brasileiros criticaram a investigação e afirmaram que o crime teve motivação racista. Para eles, a denúncia ignorou o ódio e a xenofobia. Os dois brasileiros disseram à reportagem que estão decepcionados porque apenas três dos agressores foram denunciados. Para eles, a investigação foi superficial e não houve pesquisa em câmeras de segurança das ruas. Hoje, eles moram na Espanha.

    “A agressão foi claramente motivada por ódio e discriminação. Os fatos deveriam ter sido enquadrados como crime de ódio e ofensas à integridade física qualificadas. Quando alguém agride repetidamente outra pessoa na cabeça assume, no mínimo, o risco de provocar a morte”, afirmou Marcelino.

    O Ministério Público sustenta que a motivação foi financeira. A procuradora Maria de Lourdes Guedes disse que o trio Matos, Paiva e Faiole Salles -“acompanhados de outros indivíduos que não foi possível identificar”- “decidiram abordar quem ali passasse [na avenida Diogo Leite, em Vila Nova de Gaia], para se apoderaram dos bens ou dinheiro que encontrassem na sua posse”. “Um desses indivíduos que fazia parte do grupo, dirigiu-se aos ofendidos e disse-lhes para lhes darem 10 euros”, destacou a Promotoria.

    “Os arguidos [os três denunciados] e os indivíduos não identificados agiram de forma deliberada, livre e consciente, em comunhão de esforços e intentos, mediante o cumprimento de um plano previamente gizado, com o propósito concretizado de, com ilegítima intenção de apropriação para si, de quantias em dinheiro, que aqueles tivessem na sua posse, não se inibindo de utilizar a força física e violência para concretizar o seu propósito”, declara a denúncia do Ministério Público.

    MP de Portugal denuncia três homens por agressão a brasileiros

  • Justiça dos EUA manda soltar brasileiro detido pelo ICE há 9 meses

    Justiça dos EUA manda soltar brasileiro detido pelo ICE há 9 meses

    Justiça dos Estados Unidos concede habeas corpus ao brasileiro Lucas de Souza Ferreira, detido pelo ICE desde junho de 2025 após prazo legal de deportação ser ultrapassado

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A Justiça dos Estados Unidos concedeu, na sexta-feira (20), um habeas corpus para o brasileiro Lucas de Souza Ferreira, detido pelo ICE, a agência migratória do país, desde junho de 2025.

    O juiz federal Julien Xavier Neals afirmou que a detenção de Ferreira, que possui uma ordem de deportação em aberto, já ultrapassou os 90 dias previsto pela legislação para casos de remoção pendente, ao fim dos quais o detido deve ser solto pelas autoridades, segundo a decisão do juiz.

    Procurado, o ICE não comentou a decisão até a publicação desta reportagem, que será atualizada quando a agência americana enviar posicionamento. A Folha de S.Paulo não localizou Ferreira ou sua defesa.

    De acordo com a decisão do juiz Neals, Ferreira é alvo de uma ordem de deportação emitida em julho de 2017 e já foi deportado de volta para o Brasil em dezembro de 2018 -durante o primeiro governo de Donald Trump. Ele teria entrado ilegalmente nos EUA novamente desde então.

    Em maio de 2022, já sob o governo de Joe Biden, o ICE emitiu a chamada ordem de supervisão, um mecanismo que permite que o imigrante em situação irregular não seja detido, fique e trabalhe nos EUA com restrições de viagem e a obrigação de se apresentar às autoridades regularmente e atualizar informações pessoais, como mudanças de endereço.

    Ainda de acordo com a decisão, no dia 8 de junho de 2025, agora novamente sob a gestão Trump, o ICE revogou a ordem de supervisão e deteve Ferreira novamente. Um juiz de imigração, em agosto, chegou a barrar a deportação para o Brasil.

    Em outubro, o ICE negou pedido feito por Ferreira de liberdade condicional por motivos humanitários, sob o argumento de que a deportação do brasileiro para um país terceiro “provavelmente ocorreria em um futuro razoavelmente próximo”. Em dezembro, a agência decidiu mantê-lo detido pelo mesmo motivo, mesmo mês em que Ferreira voltou a acionar a Justiça para desafiar sua detenção.

    O Departamento de Segurança Interna, pasta a cargo do ICE, afirmou no processo que o brasileiro não cooperou com os procedimentos para obtenção de documentos necessários para a deportação, argumento com o qual o juiz Neals não concordou.

    Além disso, o ICE admitiu nos autos que “não possui informações adicionais ou documentação relativa aos esforços para facilitar a remoção para um país terceiro neste momento”, algo destacado pelo juiz ao conceder o habeas corpus.

    “Como os requeridos falharam em argumentar que estão de alguma maneira tentando conseguir um documento de viagem para um país terceiro, o tribunal entende que o requerente cumpriu o ônus inicial de mostrar que não é provável que, depois de nove meses de detenção, sua remoção ocorra em um futuro razoavelmente próximo”, afirmou o juiz na decisão.

    Justiça dos EUA manda soltar brasileiro detido pelo ICE há 9 meses

  • Trump recua, anuncia negociações e adia ultimato por 5 dias

    Trump recua, anuncia negociações e adia ultimato por 5 dias

    Teocracia, por meio da mídia estatal, diz que americano recuou após ameaça de retaliação sobre Hormuz; americano fala em acordo e espera mudança de regime e líder amigável como conseguiu na Venezuela

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A poucas horas de vencer o ultimato que havia dado para o Irã reabrir o estreito de Hormuz, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recuou e disse nesta segunda-feira (23) que adiou por cinco dias os ataques à infraestrutura energética que havia prometido fazer caso o país persa se recusasse a aceitar suas demandas.

    O preço do barril de petróleo, que na semana passada chegou perto dos US$ 120, desabou para cerca de US$ 100 após o anúncio, apesar de não haver nenhuma confirmação por parte do Irã.

    O republicano disse que seu governo está conversando com autoridades iranianas, o que foi negado pelo Ministério das Relações Exteriores em Teerã. A chancelaria disse que ouviu propostas de terceiros, mas que só negociará com os EUA e em seus termos: cessão de hostilidades e manutenção de soberania.

    Trump disse que não houve contato com o líder supremo, Mojtaba Khamenei -que assumiu após a morte do pai, Ali, no início da guerra disparada pelos Estados Unidos e Israel há três semanas, mas ainda não apareceu em público ou na TV.

    “Eu não sei dele. Eu não o considero como líder”, disse Trump, que citou um acordo de 15 pontos em discussão que inclui a renúncia que o Irã já havia prometido fazer a armas nucleares. Ele também insiste em que a teocracia desista totalmente de seu programa nuclear, o que Teerã rejeita.

    Segundo a agência iraniana Mehr, a chancelaria do país disse que Trump só quer ganhar tempo para sua campanha militar e aliviar a pressão no mercado de petróleo, e afirmou que há “iniciativas para reduzir a tensão”, mas que Teerã só aceitará propostas dos Estados Unidos diretamente.

    Trump afirmou que até aqui quem conversou com os iranianos foram os negociadores Steve Witkoff e Jared Kushner, este seu genro dedicado a promover os negócios do sogro. Agora, ele deve entrar no circuito. Segundo autoridades israelenses, um encontro de enviados pode ocorrer no Paquistão.

    “Estamos fazendo esse período de cinco dias, vamos ver o que acontece. Se for tudo bem, podemos acabar resolvendo isso”, disse. Ele disse que gostaria de ver “algum tipo de mudança de regime”, e uma nova liderança ao estilo favorável a Washington como ele instalou na Venezuela após capturar Nicolás Maduro em janeiro.

    Isso parece altamente improvável, dado que até aqui a teocracia manobrou para sobreviver. A estatal iraniana Press TV disse que a decisão do americano foi um recuo dada a decisão de Teerã de retaliar duramente contra alvos no golfo Pérsico se a ameaça fosse concretizada.

    Ele havia ameaçado no sábado (21) bombardear usinas de energia do Irã a partir do fim do prazo, às 20h13 desta segunda, no horário de Brasília, caso a teocracia não reabrisse o estreito de Hormuz, via estratégica de escoamento de um quinto da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito.

    “Tenho o prazer de informar que os Estados Unidos e o Irã tiveram, ao longo dos dois últimos dias, boas e produtivas conversas acerca da resolução total de nossas hostilidades no Oriente Médio”, escreveu o americano, relatando conversas até aqui desconhecidas.

    Em entrevista à Fox News, americano afirmou que o Irã “quer muito” fazer um acordo e que isso pode acontecer em cinco dias ou menos.

    Assim, Trump, que antes dizia não saber com quem conversar após ter matado boa parte da cúpula iraniana na guerra iniciada com Israel há três semanas, volta ao seu padrão de elevar a pressão e depois esticar ou ignorar prazos -comum no seu manejo das negociações da Guerra da Ucrânia.

    Com efeito, o Kremlin afirmou que o desenvolvimento da situação era “contraditório” e pregou cautela. Líderes europeus apoiaram a busca de um acordo, mas sem entusiasmo excessivo.

    Para o Irã, ainda que haja negociações de fato, será uma oportunidade de cantar vitória após o pesado bombardeio a que vem sendo submetido -e ainda poder dizer que TACO (Trump sempre amarela, na sigla do meme em inglês).

    O republicano não citou ações contra outros alvos, como instalações militares ou o programa nuclear do país, nem falou se seu parceiro na guerra iniciada há três semanas, Israel, iria participar da suspensão. Ele apenas disse que Tel Aviv “estava contente” com o avanço relatado e o premiê Binyamin Netanyahu afirmou que “qualquer acordo irá preservar nossos interesses”.

    Na prática, o Estado judeu manteve grandes bombardeios contra Teerã, que deixaram partes da capital do Irã sem eletricidade na madrugada desta segunda. A energia elétrica começou a cair logo após grandes explosões serem relatadas nas periferias da cidade de 9,8 milhões de habitantes.

    Até aqui, o governo iraniano não havia reagido ao ultimato de Trump para além da retórica desafiadora. Como vem fazendo desde que o prazo foi dado, disse numa reunião do seu Conselho de Defesa nesta segunda que irá retaliar se o republicano atacar.

    Segundo o órgão, toda a infraestrutura energética de Israel e em torno de bases americanas na região será considerada alvo. Em caso de ataque a ilhas ou à costa do país, disse o conselho, o estreito de Hormuz será fechado e todo o golfo Pérsico será minado.

    Hoje já há a suspeita de que trechos da faixa de navegação da via por onde passam 20% do petróleo e do gás natural do mundo tenham minas marítimas implantadas. Os poucos navios que transitam por lá com autorização iraniana, deixando o golfo Pérsico, o fazem por uma rota por águas de Teerã.

    Ameaçado, o Irã elevou o tom apostando em mais caos econômico, além de manter seus ataques contra Israel e o vizinho do golfo. Na semana passada, quando Tel Aviv bombardeou suas instalações no maior campo de gás natural do mundo, revidou destruindo parte da capacidade de exportação do líder deste mercado, o Qatar.

    A tensão acabou reduzida, e o barril do petróleo do tipo Brent chegou a quase US$ 120, fechando a semana em US$ 112. Na abertura do mercado nesta segunda, chegou a ir aos US$ 116, despencando para US$ 98 com a fala de Trump, depois estabilizando-se em torno de US$ 100.

    Trump havia dito que daria 48 horas para a resposta do Irã a partir da publicação de sua postagem na rede Truth Social sobre o tema. As Bolsas asiáticas fecharam em queda com a expectativa de que o conflito irá escalar.

    Antes do ultimato, o americano havia dado um sinal contrário, sugerindo desacelerar a guerra. No domingo (22), seu secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse que poderia ser necessário escalar antes de desescalar e sugeriu ação terrestre contra a ilha de Kharg, centro exportador de petróleo do Irã. Há 5.000 fuzileiros americanos a caminho do Oriente Médio.

    Trump recua, anuncia negociações e adia ultimato por 5 dias

  • Netanyahu ligou a Trump e defendeu matar líder supremo do Irã, diz agência

    Netanyahu ligou a Trump e defendeu matar líder supremo do Irã, diz agência

    Primeiro-ministro israelense defendeu ofensiva contra o Irã a Donald Trump horas antes de operação que matou Ali Khamenei; Mojtaba, filho de Khamenei, foi nomeado novo líder supremo do Irã

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, telefonou ao presidente americano, Donald Trump, menos de 48 horas antes do início do ataque conjunto de EUA e Israel ao Irã para defender a operação e argumentar que havia uma janela para atingir o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei.

    Netanyahu falou com Trump depois de ambos receberem informes de inteligência sobre uma reunião de Khamenei com aliados em Teerã. De acordo com a Reuters, novas informações indicaram que o encontro foi antecipado para a manhã de sábado, o que teria aumentado a vulnerabilidade a um ataque de “decapitação”.

    Fontes ouvidas pela Reuters dizem que o premiê israelense defendeu que a oportunidade de matar Khamenei poderia não se repetir. Ele também teria citado tentativas anteriores atribuídas ao Irã de assassinar Trump, incluindo um suposto plano de “matar por encomenda” em 2024, quando o republicano era candidato.

    O Departamento de Justiça dos EUA acusou um homem paquistanês de tentar recrutar pessoas no país para esse plano, segundo a Reuters. A acusação aponta que a ação seria uma retaliação à morte de Qassem Soleimani, comandante da Guarda Revolucionária iraniana, em operação americana.

    Na ocasião da ligação, Trump já havia aprovado a ideia de uma operação militar contra o Irã, mas ainda não tinha definido quando e em quais condições os EUA entrariam. Segundo as fontes, a conversa foi vista como o “argumento final” de Netanyahu e, junto com a inteligência sobre a janela para atingir o líder iraniano, teria ajudado a catalisar a decisão de Trump de autorizar a Operação Epic Fury em 27 de fevereiro.

    Os primeiros bombardeios ocorreram na manhã de 28 de fevereiro, e Trump anunciou naquela noite que Khamenei estava morto. Procurada, a Casa Branca não comentou diretamente a ligação, mas a porta-voz Anna Kelly disse à Reuters que a operação buscava “destruir a capacidade de mísseis balísticos e de produção do regime iraniano, aniquilar a Marinha do regime iraniano, acabar com a capacidade de armar proxies e garantir que o Irã nunca possa obter uma arma nuclear”.

    Netanyahu negou que Israel tenha arrastado os EUA para o conflito. Ele falou sobre o tema em entrevista coletiva na quinta-feira.

    “De alguma forma, Israel arrastou os EUA para um conflito com o Irã. Alguém realmente acha que alguém pode dizer ao presidente Trump o que fazer? Ora, por favor”, disse Benjamin Netanyahu, em entrevista coletiva.

    Trump também disse publicamente que a decisão de atacar foi dele, e a Reuters afirma não haver indicação de que Netanyahu tenha forçado a entrada dos EUA na guerra. Ainda assim, a agência descreve o premiê como um defensor eficaz, ao enquadrar a ação como chance de eliminar um líder acusado de ter apoiado tentativas de matar o presidente americano.

    O secretário de Defesa, Pete Hegseth, sugeriu no início de março que a vingança foi ao menos um dos motivos da operação. Ele falou com repórteres ao comentar as razões do ataque.

    “O Irã tentou matar o presidente Trump, e o presidente Trump deu a última risada”, disse Pete Hegseth, a repórteres.

    COMO A OPERAÇÃO FOI PREPARADA

    Trump fez campanha em 2024 com o lema “America First” e dizia preferir negociar com Teerã, mas passou a considerar um ataque após o fracasso de conversas sobre o programa nuclear iraniano. A Reuters relata que um primeiro ataque ocorreu em junho, quando Israel bombardeou instalações nucleares e locais ligados a mísseis e matou líderes iranianos, com participação posterior de forças americanas.

    Depois, EUA e Israel voltaram a discutir uma segunda ofensiva aérea para atingir mais instalações de mísseis e impedir que o Irã ganhasse capacidade de construir uma arma nuclear. A agência afirma que Israel também buscava matar Khamenei, apontado como inimigo geopolítico de longa data e apoiador de grupos armados na região.

    O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse à N12 News em 5 de março que o planejamento israelense partiu do pressuposto de que o país agiria sozinho. A Reuters também relata que, em visita de Netanyahu a Mar-a-Lago em dezembro, o premiê disse a Trump que não estava plenamente satisfeito com o resultado da operação conjunta de junho.

    CONSEQUÊNCIAS E CENÁRIO INTERNO NO IRÃ

    Antes da ligação, o secretário de Estado Marco Rubio alertou líderes do Congresso em 24 de fevereiro que Israel provavelmente atacaria o Irã com ou sem participação americana. Segundo a Reuters, a avaliação era que Teerã retaliaria alvos dos EUA e de aliados no Golfo.

    As previsões se confirmaram, de acordo com a agência: os ataques levaram a contraofensivas iranianas, mortes de mais de 2.300 civis no Irã e de ao menos 13 militares americanos. A Reuters também cita ataques a aliados dos EUA no Golfo, o fechamento de uma das rotas marítimas mais vitais do mundo e uma disparada histórica no preço do petróleo.

    Fontes disseram à Reuters que Trump foi informado de que a morte de líderes iranianos poderia abrir espaço para um governo mais disposto a negociar, mas a CIA avaliava que Khamenei seria substituído por um linha-dura interno. A agência relata que, com a guerra na quarta semana, guardas revolucionários seguem patrulhando as ruas e milhões de iranianos permanecem em casa.

    Mojtaba, filho de Khamenei, foi nomeado novo líder supremo do Irã. O texto afirma que ele é visto como ainda mais antiamericano do que o pai.

    Netanyahu ligou a Trump e defendeu matar líder supremo do Irã, diz agência

  • Ministro de Orbán vazou informações da UE para Rússia por anos, diz jornal

    Ministro de Orbán vazou informações da UE para Rússia por anos, diz jornal

    Alegação surge três semanas antes de eleições que prometem troca de poder na Hungria; segundo Washington Post, serviço secreto russo propôs encenar atentado contra premiê

    BERLIM, ALEMANHA (CBS NEWS) – A três semanas de uma eleição com potencial para tirá-lo do poder na Hungria, Viktor Orbán está sendo acusado de desviar informações da União Europeia para a Rússia. A revelação, feita pelo jornal americano The Washington Post, chega em um dos piores momentos da relação entre Budapeste e Bruxelas.

    Segundo reportagem publicada no sábado (21), Péter Szijjártó, ministro de Relações Exteriores da Hungria, há anos abastece seu par russo, Sergei Lavrov, com informações retiradas de reuniões do Conselho Europeu. De acordo com integrante de um serviço de inteligência, não identificado no relato, Szijjártó era tão frequente no contato que ligava para Lavrov até mesmo durante intervalos dos encontros, que reúnem representantes dos 27 países-membros do bloco.

    O alinhamento de Budapeste com Moscou não é novidade. Registros oficiais mostram que o ministro esteve 16 vezes na Rússia desde a invasão da Ucrânia, em 2022. Na última, em 4 de março, encontrou Vladimir Putin. Szijjártó reagiu no X após a publicação do texto.

    “Fake news, como sempre. Vocês estão espalhando mentiras para ajudar o Partido Tisza a instalar um governo fantoche pró-guerra na Hungria”, escreveu o ministro, em referência ao principal adversário do grupo de Orbán nas eleições parlamentares de 12 de abril.

    Segundo as últimas pesquisas, o partido de Péter Magyar tem 48% de apoio, contra 39% do Fidesz, ou União Cívica Húngara, legenda populista de Orbán. À frente do país desde 2010, acusado de instrumentalizar instituições e a imprensa, o primeiro-ministro é figura de proa do autoritarismo conservador europeu, colidindo frequentemente com líderes da UE.

    No último enfrentamento, na semana passada, Orbán usou o poder de veto para recusar um empréstimo de € 90 bilhões à Ucrânia. Em baixa nas pesquisas, transformou uma rusga com Volodimir Zelenski em questão de segurança nacional -a manutenção, em solo ucraniano, de um gasoduto russo que abastece a Hungria avariado na guerra.

    Daí a referência a um “governo fantoche pró-guerra” na postagem de Szijjártó. Em cartazes da campanha eleitoral, o presidente ucraniano e Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, são alvos frequentes. Ainda assim, Bruxelas e boa parte dos opositores têm adotado cautela nas manifestações.

    A ideia é evitar dar combustível para o sentimento nacionalista que o Fidesz busca explorar para reverter o quadro das pesquisas. Isso explica as reações tímidas ao veto da semana passada, algo que, em situações semelhantes, no passado, geraram pedidos de punição à Hungria e de mudança no processo decisório europeu, como chegou a fazer o alemão Friedrich Merz em 2025.

    No fim de semana, um dos poucos a comentar o relato do Post foi o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, crítico frequente de Orbán. “Já tínhamos nossas suspeitas sobre isso há muito tempo”, escreveu no X. Ilustrando a divisão política que trava a Polônia neste momento, o presidente do país, Karol Nawrocki, está em Budapeste nesta segunda-feira (23) para participar da campanha do colega conservador.

    Não é o único a correr para ajudar Orbán. No sábado, foi a vez de Donald Trump declarar em vídeo seu apoio ao húngaro. No mês passado, Mark Rubio, secretário de Estado americano, declarou durante visita a Budapeste que o sucesso dele seria um sucesso americano. Outro que promete visitar o país é J.D. Vance, vice-presidente dos EUA.

    Citado como modelo no discurso reacionário internacional, o primeiro-ministro húngaro afunda nas pesquisas sobretudo por questões econômicas. Magya, um ex-aliado, adotou a bandeira anticorrupção, que ressoa a ligação de Orbán com Putin. A dependência do gás russo que o premiê usa como argumento no debate europeu, segundo denúncias, não seria uma construção de contingências, mas de interesses de pessoas próximas a seu gabinete.

    Já está documentada, no mínimo, a participação de Moscou na corrida eleitoral do país. Em geral acusado de interferir em eleições europeias, o serviço secreto russo, desta vez, trabalha para manter alguém no cargo, custe o que custar. Segundo o Post, o SVR recomendou “encenar uma tentativa de assassinato” de Orbán, algo que, na avaliação da agência de espionagem, mudaria o paradigma da eleição.

    Procurada pelo jornal americano, a assessoria de Orbán não respondeu a um pedido de comentário.

    Ministro de Orbán vazou informações da UE para Rússia por anos, diz jornal

  • Avião militar cai na Colômbia; mais de 100 soldados estavam a bordo

    Avião militar cai na Colômbia; mais de 100 soldados estavam a bordo

    Um avião da Força Aérea colombiana caiu, esta segunda-feira, perto da fronteira com o Peru. Segundo os jornais ‘El Caracol’ e ‘El Tiempo’, 100 soldados estavam a bordo da aeronave

    Nesta segunda-feira (23), caiu um avião da Força Aérea da Colômbia, com mais de 100 militares a bordo. O acidente aconteceu durante a decolagem no sul do país, na fronteira com o Peru. A informação foi confirmada pelo ministro da Defesa colombiano, Pedro Sánchez.

    No X (antigo Twitter), o ministro comentou a tragédia: “Unidades militares já estão no local, no entanto, o número de vítimas e a causa do acidente ainda não foram determinados com precisão. Todos os protocolos de assistência às vítimas e seus familiares foram ativados, assim como a investigação correspondente. Expresso as minhas mais sinceras condolências às famílias dos afetados e, em respeito ao seu luto, peço a todos que evitem especulações até que haja informações oficiais disponíveis. Este é um evento profundamente doloroso para o país. Que nossas orações acompanhem e aliviem, de alguma forma, essa dor”, disse ele na publicação.

    De acordo com Sánchez, o acidente ocorreu em Puerto Leguízamo (departamento de Putumayo), na fronteira com o Peru. O ministro expressou suas condolências às “famílias dos afetados”.

    O perfil oficial da Força Aérea colombiana confirmou que se tratava de uma aeronave C-130 Hércules. “A Forças Militares estão no local prestando atendimento à emergência”, afirmou.

     

     

     

    Avião militar cai na Colômbia; mais de 100 soldados estavam a bordo