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  • MPF abre investigação para apurar possíveis práticas de tortura no BBB 26

    MPF abre investigação para apurar possíveis práticas de tortura no BBB 26

    Investigação foca na dinâmica do “Quarto Branco” e em episódios de risco à saúde dos participantes durante o reality show, como com o ator Henri Castelli e a jornalista Ana Paula Renault

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para apurar suspeitas de tortura e de tratamento desumano ou degradante no reality show Big Brother Brasil 26 (Globo). A informação para reportagem foi confirmada pelo próprio órgão.

    A decisão, assinada pelo procurador regional adjunto dos Direitos do Cidadão, Júlio Araújo, baseia-se em representações que apontam possíveis riscos à integridade física e psicológica dos participantes desta edição.

    Na denúncia são citadas duas crises convulsivas do ator Henri Castelli em uma prova do líder. Além disso, a dinâmica do “Exílio” -em que Breno e, depois, Alberto Cowboy ficaram na área externa da casa- e o “Quarto Branco”, que manteve participantes isolados por 120 horas com água e biscoito.

    Na decisão, o procurador afirma que a liberdade de criação das emissoras não pode servir de justificativa para violações de direitos fundamentais. Ele lembra ainda que, por operarem por concessão pública, as TVs devem respeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família, conforme o artigo 221 da Constituição.

    O MPF destaca que a proibição de tortura e de tratamentos degradantes é um princípio constitucional absoluto. Para o órgão, transformar o sofrimento alheio em entretenimento contraria o objetivo da República de construir uma sociedade justa e solidária.

    Nas redes sociais, internautas apontam a magreza extrema que a participante Ana Paula Renault vem apresentando na telinha. Grupo de participantes teriam combinado de deixar a sister sem comida e ela reclamou que ficou quase uma semana sem comer proteínas.

    Em manifestação preliminar no processo, a TV Globo afirmou que mantém assistência médica permanente aos participantes, com UTI móvel e protocolos de encaminhamento hospitalar. Sobre Henri Castelli, disse que ele recebeu atendimento adequado e foi levado a unidades de saúde externas em duas ocasiões.

    Como primeira diligência, o MPF pediu que a emissora apresente esclarecimentos detalhados sobre os pontos levantados pela Comissão de Mortos e Desaparecidos.

    A reportagem procurou a TV Globo para comentar a investigação. O texto será atualizado em caso de manifestação.

    MPF abre investigação para apurar possíveis práticas de tortura no BBB 26

  • Quebra de sigilo de Lulinha não revela ilegalidade e nem ligação com INSS

    Quebra de sigilo de Lulinha não revela ilegalidade e nem ligação com INSS

    Imprensa e extrema-direita pediram quebra do sigilo bancário do filho do presidente, mas nenhum valor sem origem ou ganhos ilegais foram encontrado nos registros financeiros de Fábio Luís, o Lulinha

    Após grande histeria alimentada por fake news de opositores do presidente Lula, dados reais vazados sobre os ganhos do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, mostram que a narrativa de uma suposta corrupção envolvendo o líder do PT não existe. 

    De acordo com os dados vazados pelo jornal ‘Metrópoles’, ‘O Globo’ e a ‘Folha de S. Paulo, dados bancários enviados à CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) apontam que Lulinha movimentou R$ 19,5 milhões em quatro anos. Foram R$ 9,774 milhões em entradas e R$ 9,758 milhões em saídas em quatro contas bancárias de Lulinha no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal de 3 de janeiro de 2022 até 30 de janeiro deste ano. Ou seja, não há nada atípico relacionado com movimentações de contas de uma empresa.

    Além disso, há também, entre os valores recebidos listados no documento, R$ 721 mil enviados pelo presidente Lula (PT). Desse total, R$ 384 mil foram pagos em 22 de julho de 2022. Outras duas transferências aconteceram em 27 de dezembro de 2023.

    Ganhos reais de Lulinha

    Ao longo de 2022, os pagamentos das empresas de Lulinha para suas contas bancárias pessoais somaram uma média de R$ 43 mil mensais. Em 2023, já com Lula no poder, os repasses foram de, em média, R$ 64,3 mil por mês. Em 2024, chegaram a uma média de R$ 100,8 mil mensais, e em 2025 caíram para R$ 54,5 mil ao mês.

    Advogados do filho do presidente afirmam que, “ao publicizar os dados sigilosos, a imprensa cita apenas fontes de renda legais e legítimas: a LLF Tech Participações e a G4 Entretenimento e Tecnologia, empresas legítimas com atuação legal e declarada; e rendimentos de aplicações”.

    Sobre as transferências de Lula para o filho, a defesa de Fábio Luís afirmou que são adiantamento de legítima herança aos filhos do presidente, devolução de custos arcados da época emergencial em que Lula esteve ilegalmente preso, ou de empréstimo à L.I.L.S. Palestras, da qual Lulinha possui cotas recebidas por herança.

    Os registros apontam que a maior parte do fluxo financeiro advém de rendimentos de investimentos e operações entre as próprias empresas de Fábio Luís, que atuam em setores de tecnologia e consultoria.

    PT rebate acusações

    Coordenador do governo na CPMI, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) disse que o vazamento ilegal do sigilo bancário de Lulinha “desmontou a narrativa construída por parlamentares da oposição” sobre o pagamento de uma “mesada” ao filho do presidente pelo Careca do INSS.

    STF X CPMI

    Nesta quarta (4), o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino decidiu suspender a quebra do sigilo bancário e fiscal da empresária Roberta Moreira Luchsinger, supostamente ligada ao ‘Careca do INSS’. A empresária foi citada como próxima ao filho do presidente apenas por conhecer outra pessoa com contato com a esposa de Lulinha.

    Flávio Dino suspendeu nesta quinta-feira (5) a quebra dos sigilos bancário e fiscal de todos os listados pela CPI mista do INSS, incluindo de Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.

     

    Quebra de sigilo de Lulinha não revela ilegalidade e nem ligação com INSS

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  • Petrobras registra lucro líquido de R$ 110,6 bilhões em 2025

    Petrobras registra lucro líquido de R$ 110,6 bilhões em 2025

    Os números refletem um ano de resultados considerados sólidos pela estatal; desempenho foi impulsionado pelo aumento da produção de óleo e gás

    A Petrobras registrou lucro líquido de R$ 110,6 bilhões em 2025, impulsionado principalmente pelo aumento da produção de petróleo e gás, e pela geração de caixa da empresa. O crescimento foi de 198,9% em relação a 2024.

    Segundo o relatório divulgado nesta quinta-feira (5), no quarto trimestre do ano passado o lucro foi de R$ 15,6 bilhões. Na comparação com o terceiro trimestre de 2025, houve aumento de 52,3%. 

    Os números refletem um ano de resultados considerados sólidos pela estatal, mesmo em um cenário de queda no preço internacional do petróleo. Em 2025, o barril do Brent registrou retração de cerca de 14% em relação ao ano anterior, fator que pressionou parte das receitas da companhia. 

    A Petrobras destacou que o desempenho foi sustentado pelo aumento da produção total de óleo e gás, que cresceu cerca de 11% no ano, além do avanço de novos projetos no pré-sal. O relatório menciona o início da operação de plataformas como o FPSO Almirante Tamandaré e o avanço de unidades em campos como Búzios e Mero.

    Outro indicador relevante foi o EBITDA ajustado, que alcançou R$ 244,3 bilhões em 2025, mostrando estabilidade em relação ao ano anterior, apesar da queda do Brent. O resultado foi parcialmente compensado pelo aumento do volume produzido e pela maior eficiência operacional.

    “Os resultados de 2025 comprovam a consistência da nossa estratégia, baseada em disciplina de capital, aumento de produção e eficiência operacional. Mesmo em um cenário de forte queda do Brent, geramos R$ 200 bilhões de caixa operacional no ano. Continuamos a apresentar um fluxo de caixa robusto, apoiado por projetos de qualidade que ampliam a produção, com alto retorno e rápida geração de caixa”, disse Fernando Melgarejo, diretor financeiro da Petrobras.

    Segundo a companhia, o desempenho operacional também contribuiu para um recorde nas exportações de petróleo no quarto trimestre, que chegaram a 999 mil barris por dia.

    No quarto trimestre, o lucro líquido atribuível aos acionistas da Petrobras foi de R$ 15,563 bilhões, abaixo do registrado no trimestre anterior, quando o resultado havia sido de R$ 32,7 bilhões. A variação foi influenciada por fatores como a oscilação cambial e mudanças no desempenho operacional ao longo do período.

    Além dos resultados financeiros, a Petrobras informou que pagou R$ 277,6 bilhões em tributos à União, estados e municípios em 2025 e distribuiu R$ 45,2 bilhões em proventos aos acionistas ao longo do ano.

    Petrobras registra lucro líquido de R$ 110,6 bilhões em 2025

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  • Messi visita Trump na Casa Branca junto com o elenco do Inter Miami

    Messi visita Trump na Casa Branca junto com o elenco do Inter Miami

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Liderados pelo argentino Lionel Messi, os jogadores do Inter Miami CF visitaram o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quinta-feira (5), na Casa Branca. O republicano recebeu o elenco da equipe para uma cerimônia após a conquista do título da MLS (Major League Soccer).

    Messi entrou no local do evento ao lado de Trump. Durante o discurso, o presidente americano relembrou ter visto o brasileiro Pelé atuar no país pelo New York Cosmos, clube que ajudou a popularizar o futebol por lá nos anos 1970.

    “Vocês vão me chamar de velho, mas eu vi o Pelé jogar, lembram? Ele jogava pelo Cosmos”, disse Trump.

    Em outro momento com os atletas, o presidente cometeu uma gafe ao se referir a Luis Suárez como “atacante brasileiro”. O uruguaio, que estava logo atrás do púlpito, reagiu com um sorriso.

    O encontro com Messi na Casa Branca ocorre pouco tempo depois da visita de outro astro do futebol. Em novembro de 2025, Trump recebeu Cristiano Ronaldo, que hoje atua na liga saudita, em um encontro ao lado do príncipe do país, Mohammed bin Salman.

    Donald Trump considera o Irã “um país gravemente derrotado”, e desvaloriza a possibilidade de vir a recusar participar na Copa do Mundo, que será organizado, de forma conjunta, por EUA, Canadá e México.

    Notícias ao Minuto Brasil | 20:12 – 05/03/2026

    Messi visita Trump na Casa Branca junto com o elenco do Inter Miami

  • Trump diz querer acabar com Irã primeiro e que Cuba é 'questão de tempo'

    Trump diz querer acabar com Irã primeiro e que Cuba é 'questão de tempo'

    “Queremos acabar com o Irã primeiro, mas Cuba é uma questão de tempo”, afirmou.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que uma operação contra Cuba é “uma questão de tempo”.

    “Queremos acabar com o Irã primeiro, mas Cuba é uma questão de tempo”, afirmou.

    A fala foi dita pelo republicano durante discurso para receber o time de futebol Inter Miami, campeão da Major League Soccer.

    Trump diz querer acabar com Irã primeiro e que Cuba é 'questão de tempo'

  • Dino suspende quebra de sigilo de Lulinha e outros alvos da CPI do INSS

    Dino suspende quebra de sigilo de Lulinha e outros alvos da CPI do INSS

    De acordo com o ministro, ainda, caso a CPI entenda ser o caso, pode deliberar novamente sobre o tema em relação a todos os alcançados. Ainda, o relator afirma que a medida não afeta as investigações conduzidas pela Polícia Federal.

    ANA POMPEU
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro STF Flávio Dino suspendeu nesta quinta-feira (5) a quebra dos sigilos bancário e fiscal de todos os listados pela CPI mista do INSS, incluindo de Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. A medida estende a decisão expedida favorável à empresária Roberta Moreira Luchsinger, assinada na quarta (4).

    De acordo com o ministro, ainda, caso a CPI entenda ser o caso, pode deliberar novamente sobre o tema em relação a todos os alcançados. Ainda, o relator afirma que a medida não afeta as investigações conduzidas pela Polícia Federal.

    “Por óbvio, esclareço que a decisão de ontem e a presente decisão não têm qualquer relação e não invalidam quebras de sigilo efetuadas na investigação da Polícia Federal, sob a supervisão do STF, em procedimentos próprios”, disse o relator.

    Com a decisão, o ministro considerou todas as petições que pediram extensão do entendimento dado no pedido da empresária prejudicadas.

    A comissão aprovou 87 requerimentos em 26 de fevereiro. As defesas questionaram a forma definida para a votação, feita em bloco.

    Na liminar desta quarta, Dino disse que “não é cabível o afastamento de direitos constitucionais no atacado”.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, inicialmente, a avaliação entre advogados era a de que a decisão do ministro, por entender que havia ilegalidade na quebra de sigilo de uma envolvida pelo modo como a sessão da CPI ocorreu, todos os requerimentos deveriam ter sido suspensos ao mesmo tempo.

    Depois da divulgação de informações pelo gabinete do relator segundo as quais a decisão foi específica para a empresária, os advogados passaram a produzir e protocolar os pedidos de extensão para os respectivos clientes.

    Além da defesa de Lulinha, ao menos as defesas do lobista Márcio Alaor, do economista e ex-CEO do Banco Master Augusto Ferreira Lima, da empresária e presidente do Palmeiras Leila Pereira, e da holding PKL One Participações, detentora do Credcesta, também pediram que Dino barre as quebras de sigilo contra eles.

    Nesta quinta, Dino afirmou que diferenciar as situações de citados pela CPI para as quebras geraria insegurança jurídica e “intermináveis debates tanto na seara administrativa (no Banco Central e na Receita Federal), quanto na judiciária”.

    “Como equivocadamente houve a votação ‘em globo’ em um único momento na Sessão do dia 26 de fevereiro de 2026, é impossível – inclusive em face do princípio lógico da não contradição – que o referido ato seja nulo para alguns e válido para outros”, disse.

    Dino suspende quebra de sigilo de Lulinha e outros alvos da CPI do INSS

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  • Bancos vão antecipar pagamento de R$ 32,5 bi ao FGC a partir deste mês

    Bancos vão antecipar pagamento de R$ 32,5 bi ao FGC a partir deste mês

    Serão 60 meses de adiantamento, totalizando R$ 32,5 bilhões destinados a recompor o caixa após os desembolsos com a liquidação do Banco Master. São duas modalidades de pagamento: parcela única, neste mês, ou três parcelas, com as últimas duas em 25 de abril e em 25 de maio.

    JÚLIA MOURA
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O conselho de administração do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) deliberou nesta quinta-feira (5) que a antecipação de contribuições ordinárias dos bancos ao fundo começará a ser feita em 25 de março.

    Serão 60 meses de adiantamento, totalizando R$ 32,5 bilhões destinados a recompor o caixa após os desembolsos com a liquidação do Banco Master. São duas modalidades de pagamento: parcela única, neste mês, ou três parcelas, com as últimas duas em 25 de abril e em 25 de maio.

    O valor sairá do depósito compulsório das instituições no Banco Central, de modo a minimizar o impacto no sistema financeiro. Compulsório é a fatia dos depósitos que cada banco deve deixar guardada no BC para assegurar sua liquidez e estabilidade.

    Para a instituição que escolher parcelar, há ainda uma contribuição extraordinária de 0,005% ao mês sobre os depósitos elegíveis tendo como com base os valores de abril de 2026 a ser recolhida até o 1º dia útil de junho.

    “A medida tem por finalidade assegurar a solidez patrimonial do FGC e garantir a plena capacidade de cumprimento de suas obrigações, em estrita observância à legislação vigente e às disposições estatutárias”, disse o fundo.

    Até esta quinta, o FGC já pagou R$ 38,4 bilhões em garantias a credores do conglomerado Master (Banco Master, Master de Investimento e Letsbank), o que representa 94% do montante a ser pago. Em termos de números de beneficiários da garantia no caso Master, como os investidores dos CDBs do banco, aproximadamente 675 mil credores já receberam os valores, correspondente a 87% do número total.

    Em relação ao Will Bank, o FGC estima que serão pagos R$ 6,3 bilhões em garantias. O pagamento foi iniciado em fevereiro para quem tem até R$ 1.000 a receber. A estes clientes, já foram pagos R$ 115 milhões, o que representa 65% do montante das antecipações a ser pago.

    Em termos de números de beneficiários, aproximadamente 935 mil credores já receberam os valores, correspondente a 15% do total de 6 milhões de pessoas que atendem aos requisitos para receber a antecipação da garantia.

    Já o Banco Pleno, também liquidado, tem uma base estimada de 160 mil credores com depósitos elegíveis ao pagamento da garantia, que somam R$ 4,9 bilhões.
    *
    O QUE É O FGC
    O FGC é uma associação civil, sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado. É ele que protege o brasileiro contra a falência de todas as instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central a funcionar no Brasil.

    O fundo foi criado em 1995, após autorização do Conselho Monetário Nacional (CMN), em meio a crise bancária que levou diversos bancos à falência. O seu objetivo final, além de garantir depósitos e investimentos até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, é dar estabilidade ao sistema financeiro.

    SÃO GARANTIDOS PELO FGC:
    depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio;
    poupança;
    depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado, como CDB e RDB
    depósitos mantidos em contas não movimentáveis por cheques destinadas ao registro e controle do fluxo de recursos referentes a prestação de serviços de pagamento de salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares;
    LC (letra de câmbio)
    LH (letra hipotecárias)
    LCI (letras de crédito imobiliário)
    LCA (letras de crédito do agronegócio)
    LCD (letras de crédito do desenvolvimento)
    operações compromissadas que têm como objeto títulos emitidos, após 8 de março de 2012, por empresa ligada.

    Bancos vão antecipar pagamento de R$ 32,5 bi ao FGC a partir deste mês

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  • Alberto Cowboy diz estar cansado do BBB 26 e cogita deixar o reality

    Alberto Cowboy diz estar cansado do BBB 26 e cogita deixar o reality

    A conversa começou após o retorno de Breno e Juliano Floss ao jogo, na noite anterior. “O tombo veio em dobro”, comentou Jonas. Cowboy, porém, disse que está cansado da competição. “Tem motivo, sim. Estou cansado.Estava falando com a Jordana, eu vou pular fora”, desabafou.

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Na tarde desta quinta-feira (5), Alberto Cowboy conversou com Jordana e Jonas Sulzbach no quarto Sonho de Voar, no BBB 26. Durante o papo, o empresário desabafou sobre o desgaste no reality e chegou a mencionar a possibilidade de deixar o programa. A revelação pegou os dois aliados de surpresa, e a sister chegou a chorar.

    A conversa começou após o retorno de Breno e Juliano Floss ao jogo, na noite anterior. “O tombo veio em dobro”, comentou Jonas. Cowboy, porém, disse que está cansado da competição. “Tem motivo, sim. Estou cansado.Estava falando com a Jordana, eu vou pular fora”, desabafou.

    Jonas anima o colega a continuar no programa. “Luta por esse apartamento”, disse, referindo-se ao prêmio do reality. Cowboy respondeu que sente que chegou ao limite. “São quatro semanas, eu não vou chegar lá”, comentou. “Você não vai fazer isso, não. Você precisa”, insistiu Jonas.

    Cowboy então refletiu sobre o desgaste emocional da disputa com Jordana, que também alegou estar frustrada. “Ficar aqui perdendo tempo, correndo risco de me prejudicar sem a certeza de que vai ganhar nada não adianta ficar. Esse jogo está me maltratando. Não faz muito sentido.”

    O participante do BBB 7 contou estar preocupado com os rumos do jogo. “Estou muito preocupado”, afirmou. Jonas reforçou o apoio ao aliado. “Você tem força, meu irmão.” O empresário, porém, questionou a motivação para seguir. “Do que adianta ir para o paredão derrotado?” O modelo respondeu com uma mensagem de esperança: “Tenho fé de que coisas boas virão.”

    Jordana também comentou o impacto da semana no grupo. “O maior momento de fé que eu tive foi esta semana”, disse, lembrando a saída de Breno. “E olha o que aconteceu.”

    Alberto Cowboy diz estar cansado do BBB 26 e cogita deixar o reality

  • Trump apoia guerra civil no Irã, que ataca separatistas

    Trump apoia guerra civil no Irã, que ataca separatistas

    Temendo separatismo incentivado por Washington a grupos étnicos comuns com seus vizinhos, o Irã lançou um ataque a curdos no Iraque. Ao mesmo tempo, foi acusado por Baku por um ataque com drones, que negou sem convencer o belicoso governo de Ilam Aliyev.

    IGOR GIELOW
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Com o fracasso em incitar uma grande revolta popular após a morte do líder supremo Ali Khamenei no ataque, o governo de Donald Trump estuda uma arriscada aposta numa guerra civil para derrubar a teocracia. E ganhou no improvável Azerbaijão um aliado na pressão sobre Teerã.

    Temendo separatismo incentivado por Washington a grupos étnicos comuns com seus vizinhos, o Irã lançou um ataque a curdos no Iraque. Ao mesmo tempo, foi acusado por Baku por um ataque com drones, que negou sem convencer o belicoso governo de Ilam Aliyev.

    “Eu acho que é maravilhoso que eles queiram fazer isso, eu apoiaria completamente”, disse Trump à agência Reuters sobre uma revolta curda. O próprio presidente ligou nesta semana a dois líderes de milícias curdas iranianas baseadas no vizinho, segundo múltiplos relatos ratificando informação do site Axios. Ele não confirmou ter oferecido cobertura aérea à ação.

    Dado o cipoal étnico-confessional da região, é mais um barril de pólvora que o fogo do conflito pode incendiar. “Grupos separatistas não devem pensar que surgiu uma brisa, e eles devem tentar agir”, disse o poderoso secretário do Conselho Supremio de Segurança Nacional, Ali Larijani, a figura mais forte hoje da política iraniana.

    A ação mais dura foi justamente contra o Curdistão iraquiano, onde Teerã disse ter atingido sete bases de milícias que atuam de forma semiautônoma e estão em contato com os americanos. “Atacamos as sedes de grupos curdos opositores à revolução [islâmica do Irã] com três mísseis”, disse a agência estatal Irna.

    O Iraque já havia sido objeto da retaliação iraniana pela guerra, com drones e mísseis lançados contra bases americanas na região. Em Irbil, no norte do país, as ações foram feitas por grupos rebeldes pró-Irã bancados por Teerã.

    O ataque ocorre após a revelação de que há um plano da CIA, a agência de espionagem americana com longa história na região, para fornecer armas aos curdos iraquianos para que eles atravessem a fronteira e fomentem um movimento separatista no Irã.

    Um porta-voz do Partido da Liberdade do Curdistão, um desses grupos iraquianos, disse na quarta (4) que suas forças foram procuradas pelos americanos e que estão de prontidão na área fronteiriça.

    As províncias da fronteira oeste da teocracia têm maioria curda, etnia que compõe cerca de 10% dos 93 milhões de iranianos -o maior grupo é o persa, com aproximadamente 50% da população. Sob o regime islâmico instalado em 1979, os curdos sofreram grande repressão em sua busca por autonomia.

    Houve inúmeros conflitos ao longo dos anos, mas em 2022 eles foram evidenciados ao mundo quando uma jovem curda iraniana, Mahsa Amini, morreu na cadeia após ser presa por usar um véu islâmico de forma que não agradou a uma patrulha da polícia religiosa.

    O caso disparou enormes protestos no país, só suplantados pela onda de manifestações do começo deste ano, duramente reprimida e que serviu de desculpa inicial para Trump avançar o plano de atacar o Irã.

    O presidente do Curdistão iraquiano, Nechirvan Barzani, buscou baixar as tensões. A região, disse ele, “não deve ser parte de nenhum conflito”.

    O problema é que os grupos armados pela CIA, segundo os relatos disponíveis, são dissidentes do governo local. É uma confusão enorme, pois os americanos são aliados de Bagdá, que não quer ver a guerra entrar em seu território.

    Mas o movimento mais surpreendente do dia ocorreu no Azerbaijão, primeiro país sem presença de militares americanos ou ocidentais atingido pela guerra. Ao menos quatro pessoas ficaram feridas quando dois drones atingiram o aeroporto de Nakhchivan.
    As Forças Armadas em Teerã negaram a autoria do ataque. A chancelaria disse que estava investigando o caso e sugeriu que o ataque foi feito por Israel para “danificar os laços entre Baku e Teerã”.

    O Azerbaijão não parece ter acreditado, tendo depois fechado seu espaço aéreo junto ao Irã por ao menos 12 horas. Após a chancelaria condenar o ataque como terrorista e chamar o embaixador iraniano para se explicar, o presidente Aliyev ordenou “medidas de retaliação apropriadas” das Forças Armadas.

    “Esta é uma mancha que não sairá”, afirmou o líder, lembrando a assistência consular dada pelo país a iranianos no Líbano. A região atingida é um encrave azeri entre o Irã e a Armênia, e o terminal alvejado fica a cerca de 10 km da fronteira iraniana.

    No Irã, cerca de 25% da população é azeri étnica, mas o grupo é bastante integrado à vida social e política do país. Ali Khamenei, morto no ataque de sábado, era um deles, por exemplo. Os azeris são aderentes do xiismo, ramo minoritário do Irã centrado em Teerã -curdos são na sua maioria sunitas.

    Duas das 31 províncias iranianas se chamam Azerbaijão, e a etnia é prevalente também em outras duas.

    Isso dito, Teerã sempre desconfiou das intenções de Baku, onde defensores do chamado Grande Azerbaijão ficaram especialmente salientes após a vitória do país sobre a vizinha Armênia acerca do controle do encrave de Nagorno-Karabakh, em 2023.

    O governo azeri também é associado à Turquia, rival regional do Irã, e a Israel, que forneceu tecnologia militar vital. Além disso, Trump foi fiador de um acordo de paz entre Baku e Ierevan no ano passado, e está bancando a criação de um corredor econômico ligando Nakhchivan ao território principal do Azerbaijão.

    Nesse sentido, o ataque mais limitado e depois negado ao aeroporto pode servir como um tiro de advertência acerca de intenções secessionistas. Por outro lado, se foi uma ação de terceiros ou mesmo de azeris, a teoria iraniana de uma conspiração para abertura de nova frente ganha corpo.

    Por fim, há relatos de que grupos da etnia balochi, que representa apenas 2% dos iranianos, estão se organizando com a ajuda americana no Paquistão, na fronteira leste da teocracia. Aqui é incerto se haverá ressonância entre os baloches do Irã.

    Até aqui, além de Israel, a retaliação iraniana atingiu outros sete países no Oriente Médio. Houve também ataques pontuais contra uma base britânica em Chipre, e um míssil foi interceptado pela Otan rumo à Turquia na quarta.

    Trump apoia guerra civil no Irã, que ataca separatistas

  • Drones do Irã atingem porta-aviões dos EUA, diz mídia estatal de Teerã

    Drones do Irã atingem porta-aviões dos EUA, diz mídia estatal de Teerã

    A emissora estatal não forneceu detalhes sobre a afirmação. As forças iranianas já haviam declarado anteriormente ter atingido a embarcação americana, mas o Pentágono declarou na ocasião que os “mísseis lançados sequer chegaram perto”.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A emissora estatal iraniana afirmou nesta quinta-feira (5) que drones disparados pela Guarda Revolucionária do Irã atingiram o porta-aviões USS Abraham Lincoln, dos Estados Unidos, que participa da guerra operando no mar da Arábia, perto de Omã.

    A emissora estatal não forneceu detalhes sobre a afirmação. As forças iranianas já haviam declarado anteriormente ter atingido a embarcação americana, mas o Pentágono declarou na ocasião que os “mísseis lançados sequer chegaram perto”.

    As Forças Armadas americanas não se pronunciaram sobre essa nova afirmação.

    Durante os combates com os rebeldes pró-Irã do Iêmen, porta-aviões americanos tiveram de ser defendidos por suas escoltas e caças diversas vezes contra drones e mísseis, mas nunca houve um impacto.

    Além do Lincoln, a guerra é apoiada pelo grupo do porta-aviões USS Gerald R. Ford, que está na costa mediterrânea de Israel.
    Ainda nesta quinta, o estreito de Hormuz, o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã foram classificados como “zona de guerra” pelo setor marítimo, após uma reunião entre sindicatos e empregadores de todo o mundo. Essa designação concede direitos ampliados aos marinheiros, incluindo o de solicitar repatriação às custas das operadoras.

    Cerca de 20 mil marinheiros e 15 mil passageiros estão retidos no Golfo devido à guerra no Oriente Médio e à paralisação do estreito de Hormuz, afirmou à AFP o secretário-geral da OMI (Organização Marítima Internacional), o panamenho Arsenio Domínguez.

    A Guarda Revolucionária, força responsável pelas operações externas do Irã, afirmou na quarta-feira (4) ter o controle total de Hormuz, um corredor marítimo estratégico por onde passa um quinto do petróleo bruto mundial.

    Drones do Irã atingem porta-aviões dos EUA, diz mídia estatal de Teerã